Adrian Palestra Roi Proxxima Soap Fischer+Fala

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    Boa tarde a todos. Hoje eu, Luiz ritton e Ezra Gelre gostaríamos de dividir com vocês uma experiência que para nós foi bastante interessante. Ao invés de cada um de nós, vir aqui trazendo sua apresentação no seu pen drive, colocar no computador e disparar a falar por 20 minutos, construímos uma única a apresentação. Nos reunimos, discutimos, divergimos em alguns pontos, mas no final chegamos ao documento que passaremos a dividir com vocês a partir de agora. Não queremos em hipótese nenhuma impor qualquer tipo verdade, mesmo porque estamos na frente de 400 pessoas que entendem deste negócio tanto quanto nós. O que pretendemos aqui, nada mais é do que dividir com vocês todas as discussões que tivermos em cima deste tema. Um tema denso, que inspira o presente e o futuro, mas que na verdade vem lá do passado. Um tema que até hoje ninguém chegou a uma conclusão e de tão importante que é, ocupa um espaço de destaque num evento deste porte. Então vamos à ele:

    Este filme popularizou com muita certeza, o significado da frase “Show me the money...” .   Mas essa frase que foi dita tão intensamente por um atleta que tentava encorajar o seu agente a buscar bons contratos de patrocínio, está virando um mantra de todos os executivos não só de nosso setor, mas de alguma maneira, em outros setores das industrias e serviços.   Mas porque as organizações estão adotando este mantra em quase todas as suas iniciativas – marketing, comunicação, desenvolvimento de lideranças, etc -? Bottom line – R$.   Todo projeto, programa ou iniciativa deve em última instância gerar dinheiro, ou economizar dinheiro ou ainda.... evitar despesas. No entanto temos que tomar muito cuidado para não elevarmos o ROI ao patamar de “Santo Graal” da métrica de marketing.

    Este filme popularizou com muita certeza, o significado da frase “Show me the money...” .   Mas essa frase que foi dita tão intensamente por um atleta que tentava encorajar o seu agente a buscar bons contratos de patrocínio, está virando um mantra de todos os executivos não só de nosso setor, mas de alguma maneira, em outros setores das industrias e serviços.   Mas porque as organizações estão adotando este mantra em quase todas as suas iniciativas – marketing, comunicação, desenvolvimento de lideranças, etc -? Bottom line – R$.   Todo projeto, programa ou iniciativa deve em última instância gerar dinheiro, ou economizar dinheiro ou ainda.... evitar despesas. No entanto temos que tomar muito cuidado para não elevarmos o ROI ao patamar de “Santo Graal” da métrica de marketing.

    Este filme popularizou com muita certeza, o significado da frase “Show me the money...” .   Mas essa frase que foi dita tão intensamente por um atleta que tentava encorajar o seu agente a buscar bons contratos de patrocínio, está virando um mantra de todos os executivos não só de nosso setor, mas de alguma maneira, em outros setores das industrias e serviços.   Mas porque as organizações estão adotando este mantra em quase todas as suas iniciativas – marketing, comunicação, desenvolvimento de lideranças, etc -? Bottom line – R$.   Todo projeto, programa ou iniciativa deve em última instância gerar dinheiro, ou economizar dinheiro ou ainda.... evitar despesas. No entanto temos que tomar muito cuidado para não elevarmos o ROI ao patamar de “Santo Graal” da métrica de marketing.

    Confesso que me debrucei sobre o tema durante alguns bons dias, buscando muita informação em vários canais... E encontrei um monte de aplicabilidades da metodologia. Mas apesar de todas as promessas, o ROI como vem sendo praticado, acaba tendo uma série de limitações: O ROI é melhor na otimização de budget a partir de um canal de mídia e não pela determinação do budget Os dados requeridos para medir ROI nem sempre estão disponível em muitos mercados ou categoria de produtos. Tendo a acreditar que o varejo é o segmento mais organizado neste sentido. As análises de ROI acaba nos direcionam para uma abordagem de que “ o número que serve para todos” para avaliar campanhas de sucesso. O objetivo de campanhas diferentes pode e deve variar, dependendo do tamanho e estágio de vida da MARCA – fatores que nem sempre traduzem uma mensuração contabilizada baseada em ROI.

    Confesso que me debrucei sobre o tema durante alguns bons dias, buscando muita informação em vários canais... E encontrei um monte de aplicabilidades da metodologia. Mas apesar de todas as promessas, o ROI como vem sendo praticado, acaba tendo uma série de limitações: O ROI é melhor na otimização de budget a partir de um canal de mídia e não pela determinação do budget Os dados requeridos para medir ROI nem sempre estão disponível em muitos mercados ou categoria de produtos. Tendo a acreditar que o varejo é o segmento mais organizado neste sentido. As análises de ROI acaba nos direcionam para uma abordagem de que “ o número que serve para todos” para avaliar campanhas de sucesso. O objetivo de campanhas diferentes pode e deve variar, dependendo do tamanho e estágio de vida da MARCA – fatores que nem sempre traduzem uma mensuração contabilizada baseada em ROI.

    Confesso que me debrucei sobre o tema durante alguns bons dias, buscando muita informação em vários canais... E encontrei um monte de aplicabilidades da metodologia. Mas apesar de todas as promessas, o ROI como vem sendo praticado, acaba tendo uma série de limitações: O ROI é melhor na otimização de budget a partir de um canal de mídia e não pela determinação do budget Os dados requeridos para medir ROI nem sempre estão disponível em muitos mercados ou categoria de produtos. Tendo a acreditar que o varejo é o segmento mais organizado neste sentido. As análises de ROI acaba nos direcionam para uma abordagem de que “ o número que serve para todos” para avaliar campanhas de sucesso. O objetivo de campanhas diferentes pode e deve variar, dependendo do tamanho e estágio de vida da MARCA – fatores que nem sempre traduzem uma mensuração contabilizada baseada em ROI.

    E na minha opinião o início de qualquer análise de ROI é aqui. MARCA. Já não é de hoje que faço coro à este tema. Marca é o maior ativo de uma companhia, seja ela o segmento que você imaginar. Pode ser uma marca de computadores, um hipermercado, uma marca de refrigerante, um sabão em pó, uma marca de automóveis, uma operadora de celular. Todos esses exemplos sem exceção construíram suas marcas através de investimentos contínuos em comunicação – se colocando de maneira contundente junto aos seus consumidores. Qualquer consulta a livros de marketing ou à memória de cada um de nós aqui presentes nos fará refletir sobre a que se propõe uma marca: - Marca é a qualidade do relacionamento entre uma empresa e seus públicos estratégicos que quando bem construída, garante lucros futuros e a perenidade do negócio. Mas cá entre nós aqui? Li uma frase outro dia que achei sensacional e que de fato é o resumo de qualquer teoria: “ A bem da verdade, Marca é aquilo que as pessoas falam sobre você quando você não está presente” – autoria do Jeff Bezos E ele está absolutamente coberto de razão. Investimos o nosso tempo, os nossos preciosos recursos e grande parte de nossa energia em fazer com que as pessoas estabeleçam uma relação de confiança conosco.

    E na minha opinião o início de qualquer análise de ROI é aqui. MARCA. Já não é de hoje que faço coro à este tema. Marca é o maior ativo de uma companhia, seja ela o segmento que você imaginar. Pode ser uma marca de computadores, um hipermercado, uma marca de refrigerante, um sabão em pó, uma marca de automóveis, uma operadora de celular. Todos esses exemplos sem exceção construíram suas marcas através de investimentos contínuos em comunicação – se colocando de maneira contundente junto aos seus consumidores. Qualquer consulta a livros de marketing ou à memória de cada um de nós aqui presentes nos fará refletir sobre a que se propõe uma marca: - Marca é a qualidade do relacionamento entre uma empresa e seus públicos estratégicos que quando bem construída, garante lucros futuros e a perenidade do negócio. Mas cá entre nós aqui? Li uma frase outro dia que achei sensacional e que de fato é o resumo de qualquer teoria: “ A bem da verdade, Marca é aquilo que as pessoas falam sobre você quando você não está presente” – autoria do Jeff Bezos E ele está absolutamente coberto de razão. Investimos o nosso tempo, os nossos preciosos recursos e grande parte de nossa energia em fazer com que as pessoas estabeleçam uma relação de confiança conosco.

    E na minha opinião o início de qualquer análise de ROI é aqui. MARCA. Já não é de hoje que faço coro à este tema. Marca é o maior ativo de uma companhia, seja ela o segmento que você imaginar. Pode ser uma marca de computadores, um hipermercado, uma marca de refrigerante, um sabão em pó, uma marca de automóveis, uma operadora de celular. Todos esses exemplos sem exceção construíram suas marcas através de investimentos contínuos em comunicação – se colocando de maneira contundente junto aos seus consumidores. Qualquer consulta a livros de marketing ou à memória de cada um de nós aqui presentes nos fará refletir sobre a que se propõe uma marca: - Marca é a qualidade do relacionamento entre uma empresa e seus públicos estratégicos que quando bem construída, garante lucros futuros e a perenidade do negócio. Mas cá entre nós aqui? Li uma frase outro dia que achei sensacional e que de fato é o resumo de qualquer teoria: “ A bem da verdade, Marca é aquilo que as pessoas falam sobre você quando você não está presente” – autoria do Jeff Bezos E ele está absolutamente coberto de razão. Investimos o nosso tempo, os nossos preciosos recursos e grande parte de nossa energia em fazer com que as pessoas estabeleçam uma relação de confiança conosco.

    E na minha opinião o início de qualquer análise de ROI é aqui. MARCA. Já não é de hoje que faço coro à este tema. Marca é o maior ativo de uma companhia, seja ela o segmento que você imaginar. Pode ser uma marca de computadores, um hipermercado, uma marca de refrigerante, um sabão em pó, uma marca de automóveis, uma operadora de celular. Todos esses exemplos sem exceção construíram suas marcas através de investimentos contínuos em comunicação – se colocando de maneira contundente junto aos seus consumidores. Qualquer consulta a livros de marketing ou à memória de cada um de nós aqui presentes nos fará refletir sobre a que se propõe uma marca: - Marca é a qualidade do relacionamento entre uma empresa e seus públicos estratégicos que quando bem construída, garante lucros futuros e a perenidade do negócio. Mas cá entre nós aqui? Li uma frase outro dia que achei sensacional e que de fato é o resumo de qualquer teoria: “ A bem da verdade, Marca é aquilo que as pessoas falam sobre você quando você não está presente” – autoria do Jeff Bezos E ele está absolutamente coberto de razão. Investimos o nosso tempo, os nossos preciosos recursos e grande parte de nossa energia em fazer com que as pessoas estabeleçam uma relação de confiança conosco.

    E na minha opinião o início de qualquer análise de ROI é aqui. MARCA. Já não é de hoje que faço coro à este tema. Marca é o maior ativo de uma companhia, seja ela o segmento que você imaginar. Pode ser uma marca de computadores, um hipermercado, uma marca de refrigerante, um sabão em pó, uma marca de automóveis, uma operadora de celular. Todos esses exemplos sem exceção construíram suas marcas através de investimentos contínuos em comunicação – se colocando de maneira contundente junto aos seus consumidores. Qualquer consulta a livros de marketing ou à memória de cada um de nós aqui presentes nos fará refletir sobre a que se propõe uma marca: - Marca é a qualidade do relacionamento entre uma empresa e seus públicos estratégicos que quando bem construída, garante lucros futuros e a perenidade do negócio. Mas cá entre nós aqui? Li uma frase outro dia que achei sensacional e que de fato é o resumo de qualquer teoria: “ A bem da verdade, Marca é aquilo que as pessoas falam sobre você quando você não está presente” – autoria do Jeff Bezos E ele está absolutamente coberto de razão. Investimos o nosso tempo, os nossos preciosos recursos e grande parte de nossa energia em fazer com que as pessoas estabeleçam uma relação de confiança conosco.

    Mas cá entre nós aqui? Li uma frase outro dia que achei sensacional e que de fato é o resumo de qualquer teoria: “ A bem da verdade, Marca é aquilo que as pessoas falam sobre você quando você não está presente” – autoria do Jeff Bezos E ele está absolutamente coberto de razão. Investimos o nosso tempo, os nossos preciosos recursos e grande parte de nossa energia em fazer com que as pessoas estabeleçam uma relação de confiança conosco.

    E porque o ROI começa aqui? Provavelmente 100% desta audiência aqui, realizou algum tipo de compra pela internet nos últimos doze meses. Mas tenho certeza que a maioria esmagadora de nós, optou por algum porto seguro do mercado eletrônico para realizar esta compra. E porto seguro aqui, significa MARCA.

    Poucas pessoas tem coragem de digitar o número de seu cartão de crédito em qualquer lugar. Precisa confiar, ter certeza e segurança. E Marcas não se constroem da noite para o dia. Algumas companhias simplesmente ignoram a necessidade de investimento em marca. Outras investem, mas as usam como conta corrente, da qual podem sacar o valor para aumentar os números do trimestre. Resultado – a marca é frágil, não mobiliza, não encanta. E o pior: a ausência de efeitos maléficos visíveis no curto prazo estimula este tipo de comportamento que traz um resultado destruidor – o custo da reconstrução da marca se torna enorme.

    Poucas pessoas tem coragem de digitar o número de seu cartão de crédito em qualquer lugar. Precisa confiar, ter certeza e segurança. E Marcas não se constroem da noite para o dia. Algumas companhias simplesmente ignoram a necessidade de investimento em marca. Outras investem, mas as usam como conta corrente, da qual podem sacar o valor para aumentar os números do trimestre. Resultado – a marca é frágil, não mobiliza, não encanta. E o pior: a ausência de efeitos maléficos visíveis no curto prazo estimula este tipo de comportamento que traz um resultado destruidor – o custo da reconstrução da marca se torna enorme.

    E por fim meus amigos – como diriam os executivos americanos – There is no Silver Bullet. Atribuir ao ROI o sucesso ou o fracasso de uma campanha pode não ser justo nem com a metodologia nem com a campanha.... Há uma tendência absolutamente natural e legítima de passar adiante os detalhes de como esses modelos funcionam, ou mais precisamente, como eles são construídos. Mas na maioria esmagadora das vezes deixamos de lado a menção sobre a adequação e origem dos dados dos quais os modelos dependem.  

    E por fim meus amigos – como diriam os executivos americanos – There is no Silver Bullet. Atribuir ao ROI o sucesso ou o fracasso de uma campanha pode não ser justo nem com a metodologia nem com a campanha.... Há uma tendência absolutamente natural e legítima de passar adiante os detalhes de como esses modelos funcionam, ou mais precisamente, como eles são construídos. Mas na maioria esmagadora das vezes deixamos de lado a menção sobre a adequação e origem dos dados dos quais os modelos dependem.  

    O mundo digital mudou a forma como vemos mídia, mas o social mudou ainda mais. Não pelas ferramentas, mas pelo que aconteceu com o comportamento dos consumidores. E para nós, brasileiros (seres essencialmente mais sociáveis), este novo cenário traz algumas implicações ainda mais impactantes. Segundo um levantamento do Ibope, 90% dos internautas brasileiros costumam acessar as chamadas “redes sociais” ao menos uma vez por mês. (fonte: http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj=PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=DF1CAE890B4D16F88325746D00604588 ) Este número coloca o Brasil como o país líder em tempo de uso das redes sociais, superando países como USA e Japão. Temos aqui, portanto, uma grande desafio cheio de oportunidades.

    O mundo digital mudou a forma como vemos mídia, mas o social mudou ainda mais. Não pelas ferramentas, mas pelo que aconteceu com o comportamento dos consumidores. E para nós, brasileiros (seres essencialmente mais sociáveis), este novo cenário traz algumas implicações ainda mais impactantes. Segundo um levantamento do Ibope, 90% dos internautas brasileiros costumam acessar as chamadas “redes sociais” ao menos uma vez por mês. (fonte: http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj=PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=DF1CAE890B4D16F88325746D00604588 ) Este número coloca o Brasil como o país líder em tempo de uso das redes sociais, superando países como USA e Japão. Temos aqui, portanto, uma grande desafio cheio de oportunidades.

    O mundo digital mudou a forma como vemos mídia, mas o social mudou ainda mais. Não pelas ferramentas, mas pelo que aconteceu com o comportamento dos consumidores. E para nós, brasileiros (seres essencialmente mais sociáveis), este novo cenário traz algumas implicações ainda mais impactantes. Segundo um levantamento do Ibope, 90% dos internautas brasileiros costumam acessar as chamadas “redes sociais” ao menos uma vez por mês. (fonte: http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj=PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=DF1CAE890B4D16F88325746D00604588 ) Este número coloca o Brasil como o país líder em tempo de uso das redes sociais, superando países como USA e Japão. Temos aqui, portanto, uma grande desafio cheio de oportunidades.

    Mas o que difere o uso das mídias sociais em relação ao restante da internet? Nas redes sociais, os indivíduos dividem suas opiniões, pensamentos, conhecimentos, conteúdo, participam de conversas sobre tudo o que for relevante para eles em determinado momento – trocam informações a respeito de marcas e produtos com pessoas de todo mundo.

    Estamos assistindo uma mudança nas pessoas, não na tecnologia – e isso não vai mudar mais. Cada vez mais, o PODER está deixando de ser da mídia e das marcas, e passando a ser dos consumidores. (Imagem alusiva à poder do consumidor) Cada elemento da mídia digital está se tornando cada vez mais social, proporcionando às marcas novas formas de engajar os consumidores, como nunca havia sido possível até então.

    Estamos assistindo uma mudança nas pessoas, não na tecnologia – e isso não vai mudar mais. Cada vez mais, o PODER está deixando de ser da mídia e das marcas, e passando a ser dos consumidores. (Imagem alusiva à poder do consumidor) Cada elemento da mídia digital está se tornando cada vez mais social, proporcionando às marcas novas formas de engajar os consumidores, como nunca havia sido possível até então.

    Para se ter uma idéia, um levantamento recente do IBOPE mostrou que campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter um impacto 500 vezes maior do que se as mesmas partissem dos sites das próprias empresas. (fonte: http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&proj=PortalIBOPE&pub=T&nome=home_materia&db=caldb&docid=DF1CAE890B4D16F88325746D00604588 )

    Isso evidencia que as oportunidades de engagement no ambiente das mídias sociais são muito mais profundas do que das mídias de massa, que são as que historicamente apresentam o melhor ROI. Sendo assim, pensar em ROI como principal métrica de efetividade e se basear SOMENTE nele para definição das ações de marca, é não aproveitar as oportunidades que o social nos dá. OUVIR (imagem ouvido/orelha) o que as pessoas têm a dizer sobre a categoria, a marca, o produto e ENTENDER (imagem cérebro) suas necessidades e desejos é o que fará toda a diferença no nível de engagement de uma para a outra.

    Em pesquisa da Wetpaint/Altimeter , a rede Starbucks (logo) obteve o maior engagement score entre as Top 100 marcas globais. Este número é impressionante: uma rede de lojas físicas cujo principal produto é café, ter maior índice de engagement do que marcas de mídia e tecnologia. Mas o que a Starbucks faz, que as outras não fazem? Mídia Social. Com uma equipe de 6 pessoas e com o envolvimento de seus principais executivos, a rede aprendeu a OUVIR e ENTENDER seus consumidores, e hoje é uma das marcas mais adoradas do planeta.

    AÇÕES DE MÍDIA SOCIAL STARBUCKS MyStarbucksIdea.com >> Canal em que o consumidor sugere idéias para melhorar a oferta de serviços e produtos da rede.

    AÇÕES DE MÍDIA SOCIAL STARBUCKS   Facebook.com/Starbucks >> comunidade no Facebook, totalmente em inglês, com 3.788.319 fãs , um dos maiores grupos do Facebook. Cresceu tanto assim, pois eles “descobriram” que a cada 4 pessoas que interagiram com uma determinada informação da comunidade, outras 3 pessoas eram adicionadas – amigos destas pessoas. A informação de que a rede lançaria o Mini-starbucks card gerou 1.406 comentários e 12.382 pessoas curtiram a notícia. O Facebook para a Starbucks não é apenas uma ferramenta de comunicar as novidades, mas também permite a interação entre seus fãs – que trocam idéias e dividem entre si o amor pelo produto e pela experiência.

    AÇÕES DE MÍDIA SOCIAL STARBUCKS Twitter.com/Starbucks >> uma pessoa dedicada 100% a responder as dúvidas dos consumidores, bem como de Baristas. Com 276.489 followers , a rede utiliza o Twitter como serviço de atendimento ao consumidor, ao mesmo tempo em que comunica novidades e promoções.

    A partir do case Starbucks, com seus milhares de seguidores engajados, é muito possível que qualquer ação de mídia gráfica que eles façam, tenham um ROI altíssimo. As pessoas QUEREM se relacionar com eles. (Frase de Kung Fu Tsé , filósofo chinês, 551 aC – 479 aC : Tell me, and I’ll forget / Show me, and I’ll remember / Engage me, and I’ll understand)

    A partir do case Starbucks, com seus milhares de seguidores engajados, é muito possível que qualquer ação de mídia gráfica que eles façam, tenham um ROI altíssimo. As pessoas QUEREM se relacionar com eles. (Frase de Kung Fu Tsé , filósofo chinês, 551 aC – 479 aC : Tell me, and I’ll forget / Show me, and I’ll remember / Engage me, and I’ll understand)

    O sucesso de uma ação que entregue engagement aumenta a efetividade de qualquer iniciativa e, portanto, tende a melhorar seu ROI – se não imediatamente, com certeza a médio/longo prazo. Mas para entregar ENGAGEMENT, não basta fazer “seeding” em mídias sociais ou banners com ótimo CTR. Mais do que quantificar números de CTR ou ROI isoladamente, é necessário ter um critério para qualificar o que é uma idéia engajadora. A partir de uma idéia engajadora, o seu desdobramento nas mídias sociais pode ser explosivo (dependendo da idéia), o que certamente trará um ROI desproporcional – até mesmo se comparado às atividades tradicionais.

    O sucesso de uma ação que entregue engagement aumenta a efetividade de qualquer iniciativa e, portanto, tende a melhorar seu ROI – se não imediatamente, com certeza a médio/longo prazo. Mas para entregar ENGAGEMENT, não basta fazer “seeding” em mídias sociais ou banners com ótimo CTR. Mais do que quantificar números de CTR ou ROI isoladamente, é necessário ter um critério para qualificar o que é uma idéia engajadora. A partir de uma idéia engajadora, o seu desdobramento nas mídias sociais pode ser explosivo (dependendo da idéia), o que certamente trará um ROI desproporcional – até mesmo se comparado às atividades tradicionais.

    O sucesso de uma ação que entregue engagement aumenta a efetividade de qualquer iniciativa e, portanto, tende a melhorar seu ROI – se não imediatamente, com certeza a médio/longo prazo. Mas para entregar ENGAGEMENT, não basta fazer “seeding” em mídias sociais ou banners com ótimo CTR. Mais do que quantificar números de CTR ou ROI isoladamente, é necessário ter um critério para qualificar o que é uma idéia engajadora. A partir de uma idéia engajadora, o seu desdobramento nas mídias sociais pode ser explosivo (dependendo da idéia), o que certamente trará um ROI desproporcional – até mesmo se comparado às atividades tradicionais.

    O sucesso de uma ação que entregue engagement aumenta a efetividade de qualquer iniciativa e, portanto, tende a melhorar seu ROI – se não imediatamente, com certeza a médio/longo prazo. Mas para entregar ENGAGEMENT, não basta fazer “seeding” em mídias sociais ou banners com ótimo CTR. Mais do que quantificar números de CTR ou ROI isoladamente, é necessário ter um critério para qualificar o que é uma idéia engajadora. A partir de uma idéia engajadora, o seu desdobramento nas mídias sociais pode ser explosivo (dependendo da idéia), o que certamente trará um ROI desproporcional – até mesmo se comparado às atividades tradicionais.

    O sucesso de uma ação que entregue engagement aumenta a efetividade de qualquer iniciativa e, portanto, tende a melhorar seu ROI – se não imediatamente, com certeza a médio/longo prazo. Mas para entregar ENGAGEMENT, não basta fazer “seeding” em mídias sociais ou banners com ótimo CTR. Mais do que quantificar números de CTR ou ROI isoladamente, é necessário ter um critério para qualificar o que é uma idéia engajadora. A partir de uma idéia engajadora, o seu desdobramento nas mídias sociais pode ser explosivo (dependendo da idéia), o que certamente trará um ROI desproporcional – até mesmo se comparado às atividades tradicionais.

    “ It´s not about social media. It´s about social ideas” Gareth Kay   Idéias sociais são maiores do que as redes sociais:   “idéias sociais > mídias sociais”.

    Idéias sociais são aquelas que naturalmente conseguem penetrar na cultura e nas conversas das pessoas. Idéias com alto potencial de se tornarem uma pauta, por ser relevante, emocionante, útil ou surpreendente.  O papel das marcas portanto é de se criar pautas culturais que tenham potencial para reverberar naturalmente nas mídias sociais, sem a necessidade constante de se pagar por comentários nada espontâneos através de práticas de seeding, por exemplo.  É a mesma lógica por trás dos virais da internet – não basta colocar o anúncio da TV no YouTube e forçar alguma repercussão. Criar um viral pressupõe pensar em uma linguagem própria para esse contexto. Porém, nem sempre há garantias que tal conteúdo vá se tornar “sociável”, ou em outras palavras - viralizar: quem decide são as pessoas, naturalmente.

    Idéias sociais são aquelas que naturalmente conseguem penetrar na cultura e nas conversas das pessoas. Idéias com alto potencial de se tornarem uma pauta, por ser relevante, emocionante, útil ou surpreendente.  O papel das marcas portanto é de se criar pautas culturais que tenham potencial para reverberar naturalmente nas mídias sociais, sem a necessidade constante de se pagar por comentários nada espontâneos através de práticas de seeding, por exemplo.  É a mesma lógica por trás dos virais da internet – não basta colocar o anúncio da TV no YouTube e forçar alguma repercussão. Criar um viral pressupõe pensar em uma linguagem própria para esse contexto. Porém, nem sempre há garantias que tal conteúdo vá se tornar “sociável”, ou em outras palavras - viralizar: quem decide são as pessoas, naturalmente.

    TRÊS EXEMPLOS DE IDÉIAS SOCIAIS QUE TROUXERAM ROI DESPROPORCIONAL EM TERMOS DE MÍDIA:

    O que esses três cases tem em comum? From: ROI – Return Over INVESTMENT TO Return over INVOLVEMENT

    O que esses três cases tem em comum? From: ROI – Return Over INVESTMENT TO Return over INVOLVEMENT

    A verdade é que para engajar, precisam se tornar uma conversa entre as pessoas – uma conversa que pode ser em uma mídia social on-line, e também nas “mídias sociais off-line”.

    A verdade é que para engajar, precisam se tornar uma conversa entre as pessoas – uma conversa que pode ser em uma mídia social on-line, e também nas “mídias sociais off-line”. O que as pessoas falam na mesa de bar, e por conseqüência nas redes sociais? Elas falariam sobre a sua marca? A implicação para as nossas marcas é pensar em “idéias sociais” como um critério básico de qualquer campanha que quer ser bem sucedida na era da conversação. Só assim é possível garantir que as  pessoas desfrutem mais tempo com essas marcas, garantindo um melhor ROI, quantitativamente e qualitativamente.    E o que são idéias sociais? Esse é o papo do próximo capítulo

    Grande desafio de um mídia sempre vai ser fazer com que a campanha apareça diretamente, dê resultado.   O ROI sempre vai perseguir os MIDIAS, porque ele nada mais é do que o “sarrafo” que temos que atingir para sermos eficazes…    O que não podemos é tentar fechar nosso pensamento e comprometimento com analises e números frios e nos acomodar com fórmulas que consigam atingir o ROI. (visto tudo que foi apresentado anteriormente).

    Lenda ou verdade, mas um bom exemplo de ROI…   Nos primórdios da TV Brasileira existia uma novela que era um fenômeno, assunto no Brasil inteiro.   Um dia um inteligentíssimo e mídia tico dono de uma rede de lojas percebeu o quão esperto seria colocar na boca do protagonista (neste caso o excelente Luis Gustavo) o nome de sua rede de lojas.   Utilizar o EDITORIAL será muito mais barato do que um comercial e pode ser um grande truque.   Pela falta de pensamento comercial nesta época para este tipo de formato, o próprio dono da loja fechou em uma mesa de restaurante um acordo com o próprio ator;   Pagaria “Cem cruzeiros para cada vez que o personagem falasse o nome de sua loja.

    Resumo da Ópera : Em uma única cena o Luiz Gustavo falou 12 vezes no mínimo o nome da loja.   Custou quase duas vezes o valor de um comercial normal.   Esta comparação foi proposital, porque em 1967 a TV devia passar pelos mesmos questionamentos de melhor investimento e muitas vezes o que parecia ser lucro poderia virar prejuízo em questão de segundos…

    Resumo da Ópera : Em uma única cena o Luiz Gustavo falou 12 vezes no mínimo o nome da loja.   Custou quase duas vezes o valor de um comercial normal.   Esta comparação foi proposital, porque em 1967 a TV devia passar pelos mesmos questionamentos de melhor investimento e muitas vezes o que parecia ser lucro poderia virar prejuízo em questão de segundos…

    No entanto, desde aquele tempo e com certeza durante toda a eternidade de nosso negócio, seja na WEB ou não o que mais vai valer no final é a IDEIA. Para uma ideia não existe convenções ou nomenclaturas.   E porque neste seminário ainda estamos colocando Mídias para falar em ROI?   Porque com todos os BUREAUS do mundo contratando criativos, ainda insistimos em colocar o mídia no papel do gerenciador de investimentos?   Por pura convenção O Que eu proponho é que os mídias sejam cobrados pela sua criatividade tanto quanto os criativos. Pela sua criatividade estratégica de resolver problemas tanto de budget’s quanto de formatos. Por favor, me cobrem o ROI , mas me cobrem uma idéia que se transforme em um ótimo ROI. O Caminho inverso é engessado e cheio de “picadas” que estamos cansados de trilhar.

    No entanto, desde aquele tempo e com certeza durante toda a eternidade de nosso negócio, seja na WEB ou não o que mais vai valer no final é a IDEIA. Para uma ideia não existe convenções ou nomenclaturas.   E porque neste seminário ainda estamos colocando Mídias para falar em ROI?   Porque com todos os BUREAUS do mundo contratando criativos, ainda insistimos em colocar o mídia no papel do gerenciador de investimentos?   Por pura convenção O Que eu proponho é que os mídias sejam cobrados pela sua criatividade tanto quanto os criativos. Pela sua criatividade estratégica de resolver problemas tanto de budget’s quanto de formatos. Por favor, me cobrem o ROI , mas me cobrem uma idéia que se transforme em um ótimo ROI. O Caminho inverso é engessado e cheio de “picadas” que estamos cansados de trilhar.

    No entanto, desde aquele tempo e com certeza durante toda a eternidade de nosso negócio, seja na WEB ou não o que mais vai valer no final é a IDEIA. Para uma ideia não existe convenções ou nomenclaturas.   E porque neste seminário ainda estamos colocando Mídias para falar em ROI?   Porque com todos os BUREAUS do mundo contratando criativos, ainda insistimos em colocar o mídia no papel do gerenciador de investimentos?   Por pura convenção O Que eu proponho é que os mídias sejam cobrados pela sua criatividade tanto quanto os criativos. Pela sua criatividade estratégica de resolver problemas tanto de budget’s quanto de formatos. Por favor, me cobrem o ROI , mas me cobrem uma idéia que se transforme em um ótimo ROI. O Caminho inverso é engessado e cheio de “picadas” que estamos cansados de trilhar.

    Bom , uma coisa nós todos estamos seguros dentro desta sala. Não existe no mundo um terreno mais propício para se cobrar criatividade e soluções de mídia diferentes do que a WEB. Mas do que estamos falando aqui? De ROI! Juntamos três profissionais de mídia para dar a segurança que a WEB dá retorno de investimento. Temos dúvidas hoje pela eficácia da WEB ?

    Os Estados Unidos acabou de eleger seu Super Herói montado dentro de uma plataforma WEB.   As minhas perguntas são simples:   Em que momento a sigla ROI foi colocada na mesa ???   Antes ou depois da palavra Estratégia e criatividade ?

    Os Estados Unidos acabou de eleger seu Super Herói montado dentro de uma plataforma WEB.   As minhas perguntas são simples:   Em que momento a sigla ROI foi colocada na mesa ???   Antes ou depois da palavra Estratégia e criatividade ?

    Os Estados Unidos acabou de eleger seu Super Herói montado dentro de uma plataforma WEB.   As minhas perguntas são simples:   Em que momento a sigla ROI foi colocada na mesa ???   Antes ou depois da palavra Estratégia e criatividade ?

    Eu não costumo pensar em uma estratégia de mídia que seja embasada em uma única plataforma, por isso não consigo entender que uma cobrança sobre RETORNO DE INVESTIMENTO seja fundamentada também apenas sobre um único meio. Minha proposta é que a IDEIA e o pensamento estratégico sempre prevaleçam sobre o todo. ROI deve ser uma das diretrizes, mas nunca ser uma única medida ou solicitação. Como na campanha de OBAMA, os mídias precisam ter a certeza que o seu planejamento se transformará em um bom ROI.

    Eu não costumo pensar em uma estratégia de mídia que seja embasada em uma única plataforma, por isso não consigo entender que uma cobrança sobre RETORNO DE INVESTIMENTO seja fundamentada também apenas sobre um único meio. Minha proposta é que a IDEIA e o pensamento estratégico sempre prevaleçam sobre o todo. ROI deve ser uma das diretrizes, mas nunca ser uma única medida ou solicitação. Como na campanha de OBAMA, os mídias precisam ter a certeza que o seu planejamento se transformará em um bom ROI.

    Que estou propondo é que os mídias não fiquem apenas esperando dos grandes portais as soluções de audiência para depois cobrar o ROI deles.   Sentem e criem juntos editoriais ou formatos que se transformem em ROI’s para seus clientes. Não vamos nos colocar na posição de bons compradores e simplesmente repassar a responsabilidade de uma peça à criação. Não devemos ser apenas gerenciadores page views e clic true (isso é obrigação). Precisamos ser os descobridores de tendências e indicadores de costume.

    Que estou propondo é que os mídias não fiquem apenas esperando dos grandes portais as soluções de audiência para depois cobrar o ROI deles.   Sentem e criem juntos editoriais ou formatos que se transformem em ROI’s para seus clientes. Não vamos nos colocar na posição de bons compradores e simplesmente repassar a responsabilidade de uma peça à criação. Não devemos ser apenas gerenciadores page views e clic true (isso é obrigação). Precisamos ser os descobridores de tendências e indicadores de costume.

    Que estou propondo é que os mídias não fiquem apenas esperando dos grandes portais as soluções de audiência para depois cobrar o ROI deles.   Sentem e criem juntos editoriais ou formatos que se transformem em ROI’s para seus clientes. Não vamos nos colocar na posição de bons compradores e simplesmente repassar a responsabilidade de uma peça à criação. Não devemos ser apenas gerenciadores page views e clic true (isso é obrigação). Precisamos ser os descobridores de tendências e indicadores de costume.  

    Que estou propondo é que os mídias não fiquem apenas esperando dos grandes portais as soluções de audiência para depois cobrar o ROI deles.   Sentem e criem juntos editoriais ou formatos que se transformem em ROI’s para seus clientes. Não vamos nos colocar na posição de bons compradores e simplesmente repassar a responsabilidade de uma peça à criação. Não devemos ser apenas gerenciadores page views e clic true (isso é obrigação). Precisamos ser os descobridores de tendências e indicadores de costume.  

    No final de todo este discurso fica parecendo que estamos querendo nos proteger e não nos comprometer com o investimento que nos foi confiado. Mas percebam que nossa apresentação simplesmente nos coloca em uma posição mais incômoda, pois estamos nos comprometendo aqui com algo maior que o ROI. Estamos nos comprometendo com o negócio como um todo, com a marca, com o tanto que as pessoas irão se envolver e disseminar nossa comunicação. Vale a pena ficarmos debatendo como otimizar melhor a verba por cada vez que a marca seja exposta. Isto não é básico demais para ser tratado como premissa de discussão.  

    No final de todo este discurso fica parecendo que estamos querendo nos proteger e não nos comprometer com o investimento que nos foi confiado. Mas percebam que nossa apresentação simplesmente nos coloca em uma posição mais incômoda, pois estamos nos comprometendo aqui com algo maior que o ROI. Estamos nos comprometendo com o negócio como um todo, com a marca, com o tanto que as pessoas irão se envolver e disseminar nossa comunicação. Vale a pena ficarmos debatendo como otimizar melhor a verba por cada vez que a marca seja exposta. Isto não é básico demais para ser tratado como premissa de discussão.  

    Possivelmente no futuro um grande mídia ON LINE seja aquele que mais entenda de entretenimento ou aquele que mais estudioso for sobre comportamento das pessoas frente a uma tela de computador. Possivelmente um dia iremos achar tão arcaico e divertido o case do Burger King quanto achamos a solução do dono da loja com o Beto Rockfeler. Possivelmente no futuro estaremos debatendo em um fórum destes qual o tempo ideal de um internauta ficar conectado com a marca. O que precisamos ter certeza é que no futuro (que pode ser amanhã) não iremos mais discutir sobre o quão eficaz são os investimento sem Web, mas sim como alguma marca consiga crescer sem investir na WEB

    Possivelmente no futuro um grande mídia ON LINE seja aquele que mais entenda de entretenimento ou aquele que mais estudioso for sobre comportamento das pessoas frente a uma tela de computador. Possivelmente um dia iremos achar tão arcaico e divertido o case do Burger King quanto achamos a solução do dono da loja com o Beto Rockfeler. Possivelmente no futuro estaremos debatendo em um fórum destes qual o tempo ideal de um internauta ficar conectado com a marca. O que precisamos ter certeza é que no futuro (que pode ser amanhã) não iremos mais discutir sobre o quão eficaz são os investimento sem Web, mas sim como alguma marca consiga crescer sem investir na WEB

    Possivelmente no futuro um grande mídia ON LINE seja aquele que mais entenda de entretenimento ou aquele que mais estudioso for sobre comportamento das pessoas frente a uma tela de computador. Possivelmente um dia iremos achar tão arcaico e divertido o case do Burger King quanto achamos a solução do dono da loja com o Beto Rockfeler. Possivelmente no futuro estaremos debatendo em um fórum destes qual o tempo ideal de um internauta ficar conectado com a marca. O que precisamos ter certeza é que no futuro (que pode ser amanhã) não iremos mais discutir sobre o quão eficaz são os investimento sem Web, mas sim como alguma marca consiga crescer sem investir na WEB

    Possivelmente no futuro um grande mídia ON LINE seja aquele que mais entenda de entretenimento ou aquele que mais estudioso for sobre comportamento das pessoas frente a uma tela de computador. Possivelmente um dia iremos achar tão arcaico e divertido o case do Burger King quanto achamos a solução do dono da loja com o Beto Rockfeler. Possivelmente no futuro estaremos debatendo em um fórum destes qual o tempo ideal de um internauta ficar conectado com a marca. O que precisamos ter certeza é que no futuro (que pode ser amanhã) não iremos mais discutir sobre o quão eficaz são os investimento sem Web, mas sim como alguma marca consiga crescer sem investir na WEB

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