Olhares de uma são paulo inclusiva
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Olhares de uma são paulo inclusiva

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Oficina de fotografia do projeto Olhares de uma São Paulo Inclusiva

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Olhares de uma são paulo inclusiva Olhares de uma são paulo inclusiva Presentation Transcript

  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Apresentações
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Participantes
    • Voluntários
    • Organizadores do Projeto
    • O que é o projeto?
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • O que é o projeto?
    • É a produção de:
    • Um guia de turismo acessível;
    • Um calendário de fotos para 2012;
    • Um blog;
    • Uma exposição fotográfica;
    • As produções serão realizadas por cadeirantes a partir de uma oficina de fotografia básica e de expedições fotográficas com circulação por diversos espaços da cidade de São Paulo.
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Por onde vamos circular?
    • O grupo irá decidir!
    • O importante é escolher locais acessíveis e que tenham uma função cultural ou de lazer.
    • Também é importante que no local possamos tirar fotos.
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Roteiro
    • Acolhida e café;
    • Apresentações;
    • Técnicas básicas;
    • Treinamento;
    • Encaminhamentos da expedição fotográfica;
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Técnicas Básicas de Fotografia
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • O olhar…
    • A fotografia é um instrumento de arte e comunicação ;
    • Toda a fotografia transmite uma mensagem;
    • Nosso grupo tem um tema e uma forma de olhar;
    • Vamos transmitir - nossos sentimentos - via nosso projeto!
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Composição
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Princípios da Composição
    • Deve-se aplicar um princípio de composição quando ele for importante para a imagem.
    • O número de princípios aplicados depende da situação;
    • Sempre agregue algo a sua foto que traga uma informação importante;
    • Momentos, vivência, emoções e sensações.
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Sentido de leitura
    Olhando para a esquerda Forma de diálogo Olhando para direita Procura o que está sendo observado
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Diagonais
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
  • EXEMPLOS DE FOTOGRAFIAS QUE UTILIZARAM A REGRA DOS TERÇOS
    • O foco principal
    • (lado direito)
    • O foco principal
    • (lado esquerdo)
  • EXEMPLOS DE FOTOGRAFIAS QUE UTILIZARAM A REGRA DOS TERÇOS
    • O foco principal
    • (lado direito)
    • O foco principal
    • (lado esquerdo)
  • COMO A REGRA DOS TERÇOS FUNCIONA
    • Muitos estudos fotográficos chegaram à conclusão que quem observa uma imagem olha mais depressa para um dos pontos de cruzamento do que para o centro da fotografia.
    • A aplicação da regra dos terços não é mais do que evitar simplesmente centrar o elemento a fotografar, e posicioná-lo 1/3 acima do fundo e 1/3 à esquerda ou então 1/3 abaixo do topo e 1/3 à direita e assim sucessivamente.
    • No caso de pessoas e objetos procure posicioná-los numa das quatro interseções do quadro; no caso de paisagens, posicione-as no topo ou no fundo do quadro. O resultado é uma imagem mais natural, contrabalançada e atrativa ao olhar.
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Moldura
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Moldura
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Moldura
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Referência
    • Quando o tamanho não for evidente, mantenha uma referência ao lado.
    • Use normalmente para monumentos construídos ou naturais.
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Referência
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Referência
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Vertical e Horizontal
    • Vertical
    • Uma foto vertical enfatiza a profundidade
    • e altura.
    • É indicada para prédios, pessoas sozinhas,
    • e quando se quer dar a ideia que o caminho
    • vai muito longe.
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Vertical e Horizontal
    • Horizontal
    • Uma foto horizontal enfatiza a vastidão de um lugar.
    • É indicada para paisagens amplas, grupos de pessoas ou ainda quando se deseja por uma pessoa na paisagem.
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Observação importante
    • Sempre encher o quadro!
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Pontos de vista
    • Posições ou ângulos da câmera quanto a um objeto ou personagem.Mais alta, mais baixa ou à altura deles, para produzir efeitos expressivos determinados.
    • Define-se ângulo de visão como elemento de expressão do conteúdo do quadro; produz efeitos expressivos, não mecânicos, determinados e é ponto de partida para observar o personagem.
  • CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR):
    • Enfoca a ação de cima para baixo, o que minimiza o personagem, diminui sua força ou importância; demonstra o predomínio da ação sobre personagens e coisas.
    • A expressão é de inferioridade
  • CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR):
  • CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR):
  • CÂMERA BAIXA (VISÃO INFERIOR):
    • A ação enfocada de baixo para cima aumenta a estatura e a importância do personagem, coloca-o em posição dominante.
    • A expressão é de superioridade.
  • CÂMERA BAIXA (VISÃO INFERIOR):
  • CÂMERA NORMAL (VISÃO MÉDIA):
    • A ação observada à altura dos olhos, sem significação especial relativamente ao personagem; é a imagem mais comum e natural. Perspectiva normal.
  • CÂMERA NORMAL (VISÃO MÉDIA):
  • ZOOM:
    • Aproximação até cl ose. Não é movimento físico, é ótico. A aproximação ou o afastamento se dá pela utilização da lente zoom.
    • Zoom in (aproximação): traz a imagem distante para bem perto; favorece a concentração da atenção.
    • Zoom out (afastamento): leva a imagem próxima para longe; retrocede revelando o cenário do primeiro plano de partida; favorece a revelação.
  • PLANO GERAL (PG):
    • abrange e descreve o ambiente;
    • pode acontecer para situar o observador no contexto da ação;
    • recorre-se a ele para se ter uma visão mais ampla do cenário;
    • focaliza personagens em ação; identifica onde a ação transcorre;
    • localiza a ambiência.
    • O plano geral permite a utilização como elemento de contraste com planos médios e primeiros planos dos elementos nele incluídos; relaciona os personagens e quem os rodeia.
    • É um plano muito usado no cinema, documentários e o fotógrafo utiliza muito em grandes ambientes
  • PLANO GERAL (PG):
  • PLANO GERAL (PG):
  • PLANO GERAL (PG):
  • PLANO MÉDIO E PLANO AMERICANO:
    • O plano médio (PM)
    • mostra a pessoa da cintura para cima; está entre o plano geral e o close;
    • É o plano de aproximação
    • O plano americano (PA)
    • É variante do plano médio;
    • Mostra a pessoa do joelho para cima.
    • OBS.: Ambos exercem função mais narrativa.
    • Privilegiam a ação.
    • Não se faz corte nas articulações.
    • Não corta nos joelhos e não corta os pés.
  • PLANO MÉDIO E PLANO AMERICANO:
  • PLANO MÉDIO OU PLANO AMERICANO
  • PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP:
    • enquadra o rosto;
    • essencial para se alcançar a máxima intensidade dramática;
    • apresenta nitidamente a expressão do rosto e projeta as características do personagem;
    • pode revelar pensamentos e o momento interior do personagem;
    • corresponde à invasão do campo da consciência;
    • desempenha função mais emocional. plano é cortado pouco abaixo das axilas. Permite por exemplo imagens de alguém a fumar,cortando totalmente o ambiente em redor. Este tipo de planos privilegia o que é transmitido pela expressão facial.
  • PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP:
  • PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP:
  • VÁRIOS PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP:
  • PLANO DE DETALHE (PD):
    • imagem de impacto visual e emocional;
    • tempo de leitura curto;
    • isola pormenores;
    • mostra uma parte essencial do assunto.
    • é um plano de grande impacto pela ampliação que dá a um pormenor que, geralmente, não percebemos com minúcia.
    • Pode chegar a criar formas quase abstratas.
    • OBS.: Se usado em excesso, perde o impacto e cansa .
  • PLANO DE DETALHE (PD):
  • PLANO DE DETALHE (PD):
  • PLANO DETALHE
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Profundidade de campo
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Cortes
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Flash
    • Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura. Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros. Muitas vezes a própria luz do ambiente do auditório ou da sala é mais eficaz que o flash.
    • O flash, além de ser utilizado em ambientes escuros, é um acessório necessário em uma foto contra-luz. Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.
    • Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.
    • Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.
    Flash desnecessário
    • Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.
    • Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.
    Flash necessário
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Direção da luz
    Luz direta Luz indireta
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Foco
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Segure a câmera com firmeza
    • Aproxime-se do assunto
    • Escolha um fundo neutro e simples
    • Mantenha as pessoas entretidas
    • Componha um cenário
    • Observe a luz
    • Escolha um ângulo diferente
    • Congele a ação
    • Capture sentimentos
    • Faça experiências
  • Posição para fotografar Segure a câmera com firmeza Uma mão sem firmeza apertando o botão disparador da câmera produzirá uma foto tremida. Segure firmemente a câmera com as duas mãos. Mantenha os braços junto ao corpo para dar maior firmeza. Aperte suavemente o botão disparador. As fotos sairão nítidas.
    • Quando em dúvida, aproxime-se do assunto que você vai fotografar. Aproximar-se do assunto é, provavelmente, o passo mais importante para se obter boas fotos. Tente fazer com que a sua foto diga: “este é o meu assunto”. Preencha um terço ou mais da área da foto com o assunto que você escolheu para fotografar.
    Aproxime-se do Assunto
  • Mantenha as pessoas entretidas
    • Fotografe pessoas entretidas em seus ambientes naturais. Mostre uma criança brincando com sua bicicleta, ou um adulto esculpindo um objeto, etc. Converse com elas para mantê-las à vontade. Pergunte o que estão fazendo. Agindo assim, você fará com que elas fiquem relaxadas em atitudes espontâneas e sem fazer pose.
  • Observe a Luz
    • A iluminação tem uma influência decisiva em sua foto. Estude a luz antes de tirar a fotografia, como os tons dourados de um amanhecer ou pôr-do-sol. Verifique como a direção da luz afeta o assunto: luz frontal (o sol atrás de quem está fotografando), para obter fotos brilhantes e nítidas; iluminação por trás (o sol por trás do assunto), para criar silhueta; iluminação lateral (o sol iluminando um dos lados do assunto) para mostrar a textura do assunto.
  • Capture sentimentos
    • Por que fotografamos alguma coisa?
    • Geralmente porque nos interessa fotografar tudo aquilo que faz as pessoas se sentirem felizes ou até mesmo tristes. Ao fazer uma foto, tente captar seu próprio sentimento
    • Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro.
    • A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.
    Experimente
  • ATIVIDADE PRÁTICA
    • Cada um pegue sua câmera e vamos treinar!
    • Antes, coloque a corda de segurança no pulso!
    • Após esse treino iremos socializar as imagens entre o grupo
    • As fotografias serão publicadas no blog do projeto:
    • http://www.spinclusiva.blogspot.com
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
    • Encaminhamentos
  • OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA Obrigado!