OLHARES DE UMA  SÃO PAULO INCLUSIVA
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Apresentações </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Participantes </li></ul><ul><li>Voluntários </li></ul><ul><li>Organizadores do ...
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OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>O que é o projeto? </li></ul><ul><li>É a produção de: </li></ul><ul><li>Um guia...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Por onde vamos circular? </li></ul><ul><li>O grupo irá decidir!  </li></ul><ul>...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Roteiro </li></ul><ul><li>Acolhida e café; </li></ul><ul><li>Apresentações; </l...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Técnicas Básicas de Fotografia </li></ul>
 
 
 
 
 
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>O olhar… </li></ul><ul><li>A fotografia é um instrumento de arte e  comunicação...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Composição </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Princípios da Composição </li></ul><ul><li>Deve-se aplicar um princípio de comp...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Sentido de leitura </li></ul>Olhando para a esquerda Forma de diálogo Olhando p...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Diagonais </li></ul>
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EXEMPLOS DE FOTOGRAFIAS QUE UTILIZARAM A REGRA DOS TERÇOS <ul><li>O foco principal  </li></ul><ul><li>(lado direito) </li>...
EXEMPLOS DE FOTOGRAFIAS QUE UTILIZARAM A REGRA DOS TERÇOS <ul><li>O foco principal  </li></ul><ul><li>(lado direito) </li>...
COMO A REGRA DOS TERÇOS FUNCIONA <ul><li>Muitos estudos fotográficos chegaram à conclusão que quem observa uma imagem olha...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Moldura </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Moldura </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Moldura </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Referência </li></ul><ul><li>Quando o tamanho não for evidente, mantenha uma re...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Referência </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Referência </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Vertical e Horizontal </li></ul><ul><li>Vertical </li></ul><ul><li>Uma foto ver...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Vertical e Horizontal </li></ul><ul><li>Horizontal </li></ul><ul><li>Uma foto h...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Observação importante </li></ul><ul><li>Sempre encher o quadro! </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Pontos de vista </li></ul><ul><li>Posições ou ângulos da câmera quanto a um obj...
CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR): <ul><li>Enfoca a ação de cima para baixo, o que minimiza o personagem, diminui sua força ou ...
CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR):
CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR):
CÂMERA BAIXA (VISÃO INFERIOR):  <ul><li>A ação enfocada de baixo para cima aumenta a estatura e a importância do personage...
CÂMERA BAIXA (VISÃO INFERIOR):
CÂMERA NORMAL (VISÃO MÉDIA): <ul><li>A ação observada à altura dos olhos, sem significação especial relativamente ao perso...
CÂMERA NORMAL (VISÃO MÉDIA):
ZOOM:   <ul><li>Aproximação até cl ose.  Não é movimento físico, é ótico. A aproximação ou o afastamento se dá pela utiliz...
PLANO GERAL (PG): <ul><li>abrange e descreve o ambiente;  </li></ul><ul><li>pode acontecer para situar o observador no con...
PLANO GERAL (PG):
PLANO GERAL (PG):
PLANO GERAL (PG):
PLANO MÉDIO E PLANO AMERICANO: <ul><li>O plano médio (PM)  </li></ul><ul><li>mostra a pessoa da cintura para cima;  está e...
PLANO MÉDIO E PLANO AMERICANO:
PLANO MÉDIO OU PLANO AMERICANO
PRIMEIRO PLANO OU  CLOSE-UP: <ul><li>enquadra o rosto;  </li></ul><ul><li>essencial para se alcançar a máxima intensidade ...
PRIMEIRO PLANO OU  CLOSE-UP:
PRIMEIRO PLANO OU  CLOSE-UP:
VÁRIOS PRIMEIRO PLANO OU  CLOSE-UP:
PLANO DE DETALHE (PD): <ul><li>imagem de impacto visual e emocional;  </li></ul><ul><li>tempo de leitura curto; </li></ul>...
PLANO DE DETALHE (PD):
PLANO DE DETALHE (PD):
PLANO DETALHE
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Profundidade de campo </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Cortes </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Flash </li></ul><ul><li>Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprende...
<ul><li>Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.  </li></ul><ul><li>Lembre-se que ...
<ul><li>Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pod...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Direção da luz </li></ul>Luz direta Luz indireta
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Foco </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Segure a câmera com firmeza </li></ul><ul><li>Aproxime-se do assunto </li></ul>...
Posição para fotografar Segure a câmera com firmeza Uma mão sem firmeza apertando o botão disparador da câmera produzirá u...
<ul><li>Quando em dúvida, aproxime-se do assunto que você vai fotografar. Aproximar-se do assunto é, provavelmente, o pass...
Mantenha as pessoas entretidas   <ul><li>Fotografe pessoas entretidas em seus ambientes naturais. Mostre uma criança brinc...
Observe a Luz <ul><li>A iluminação tem uma influência decisiva em sua foto. Estude a luz antes de tirar a fotografia, como...
Capture sentimentos <ul><li>Por que fotografamos alguma coisa? </li></ul><ul><li>Geralmente porque nos interessa fotografa...
<ul><li>Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro.  </li></ul><ul><li>...
ATIVIDADE PRÁTICA <ul><li>Cada um pegue sua câmera e vamos treinar! </li></ul><ul><li>Antes, coloque a corda de segurança ...
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Encaminhamentos </li></ul>
OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA Obrigado!
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Olhares de uma são paulo inclusiva

  1. 1. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
  2. 2. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Apresentações </li></ul>
  3. 3. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Participantes </li></ul><ul><li>Voluntários </li></ul><ul><li>Organizadores do Projeto </li></ul><ul><li>O que é o projeto? </li></ul>
  4. 4. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
  5. 5. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>O que é o projeto? </li></ul><ul><li>É a produção de: </li></ul><ul><li>Um guia de turismo acessível; </li></ul><ul><li>Um calendário de fotos para 2012; </li></ul><ul><li>Um blog; </li></ul><ul><li>Uma exposição fotográfica; </li></ul><ul><li>As produções serão realizadas por cadeirantes a partir de uma oficina de fotografia básica e de expedições fotográficas com circulação por diversos espaços da cidade de São Paulo. </li></ul>
  6. 6. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Por onde vamos circular? </li></ul><ul><li>O grupo irá decidir! </li></ul><ul><li>O importante é escolher locais acessíveis e que tenham uma função cultural ou de lazer. </li></ul><ul><li>Também é importante que no local possamos tirar fotos. </li></ul>
  7. 7. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Roteiro </li></ul><ul><li>Acolhida e café; </li></ul><ul><li>Apresentações; </li></ul><ul><li>Técnicas básicas; </li></ul><ul><li>Treinamento; </li></ul><ul><li>Encaminhamentos da expedição fotográfica; </li></ul>
  8. 8. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Técnicas Básicas de Fotografia </li></ul>
  9. 14. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>O olhar… </li></ul><ul><li>A fotografia é um instrumento de arte e comunicação ; </li></ul><ul><li>Toda a fotografia transmite uma mensagem; </li></ul><ul><li>Nosso grupo tem um tema e uma forma de olhar; </li></ul><ul><li>Vamos transmitir - nossos sentimentos - via nosso projeto! </li></ul>
  10. 15. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Composição </li></ul>
  11. 16. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Princípios da Composição </li></ul><ul><li>Deve-se aplicar um princípio de composição quando ele for importante para a imagem. </li></ul><ul><li>O número de princípios aplicados depende da situação; </li></ul><ul><li>Sempre agregue algo a sua foto que traga uma informação importante; </li></ul><ul><li>Momentos, vivência, emoções e sensações. </li></ul>
  12. 17. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Sentido de leitura </li></ul>Olhando para a esquerda Forma de diálogo Olhando para direita Procura o que está sendo observado
  13. 18. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Diagonais </li></ul>
  14. 19. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA
  15. 20. EXEMPLOS DE FOTOGRAFIAS QUE UTILIZARAM A REGRA DOS TERÇOS <ul><li>O foco principal </li></ul><ul><li>(lado direito) </li></ul><ul><li>O foco principal </li></ul><ul><li>(lado esquerdo) </li></ul>
  16. 21. EXEMPLOS DE FOTOGRAFIAS QUE UTILIZARAM A REGRA DOS TERÇOS <ul><li>O foco principal </li></ul><ul><li>(lado direito) </li></ul><ul><li>O foco principal </li></ul><ul><li>(lado esquerdo) </li></ul>
  17. 22. COMO A REGRA DOS TERÇOS FUNCIONA <ul><li>Muitos estudos fotográficos chegaram à conclusão que quem observa uma imagem olha mais depressa para um dos pontos de cruzamento do que para o centro da fotografia. </li></ul><ul><li>A aplicação da regra dos terços não é mais do que evitar simplesmente centrar o elemento a fotografar, e posicioná-lo 1/3 acima do fundo e 1/3 à esquerda ou então 1/3 abaixo do topo e 1/3 à direita e assim sucessivamente. </li></ul><ul><li>No caso de pessoas e objetos procure posicioná-los numa das quatro interseções do quadro; no caso de paisagens, posicione-as no topo ou no fundo do quadro. O resultado é uma imagem mais natural, contrabalançada e atrativa ao olhar. </li></ul>
  18. 23. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Moldura </li></ul>
  19. 24. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Moldura </li></ul>
  20. 25. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Moldura </li></ul>
  21. 26. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Referência </li></ul><ul><li>Quando o tamanho não for evidente, mantenha uma referência ao lado. </li></ul><ul><li>Use normalmente para monumentos construídos ou naturais. </li></ul>
  22. 27. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Referência </li></ul>
  23. 28. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Referência </li></ul>
  24. 29. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Vertical e Horizontal </li></ul><ul><li>Vertical </li></ul><ul><li>Uma foto vertical enfatiza a profundidade </li></ul><ul><li>e altura. </li></ul><ul><li>É indicada para prédios, pessoas sozinhas, </li></ul><ul><li>e quando se quer dar a ideia que o caminho </li></ul><ul><li>vai muito longe. </li></ul>
  25. 30. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Vertical e Horizontal </li></ul><ul><li>Horizontal </li></ul><ul><li>Uma foto horizontal enfatiza a vastidão de um lugar. </li></ul><ul><li>É indicada para paisagens amplas, grupos de pessoas ou ainda quando se deseja por uma pessoa na paisagem. </li></ul>
  26. 31. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Observação importante </li></ul><ul><li>Sempre encher o quadro! </li></ul>
  27. 32. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Pontos de vista </li></ul><ul><li>Posições ou ângulos da câmera quanto a um objeto ou personagem.Mais alta, mais baixa ou à altura deles, para produzir efeitos expressivos determinados. </li></ul><ul><li>Define-se ângulo de visão como elemento de expressão do conteúdo do quadro; produz efeitos expressivos, não mecânicos, determinados e é ponto de partida para observar o personagem. </li></ul>
  28. 33. CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR): <ul><li>Enfoca a ação de cima para baixo, o que minimiza o personagem, diminui sua força ou importância; demonstra o predomínio da ação sobre personagens e coisas. </li></ul><ul><li>A expressão é de inferioridade </li></ul>
  29. 34. CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR):
  30. 35. CÂMERA ALTA (VISÃO SUPERIOR):
  31. 36. CÂMERA BAIXA (VISÃO INFERIOR): <ul><li>A ação enfocada de baixo para cima aumenta a estatura e a importância do personagem, coloca-o em posição dominante. </li></ul><ul><li>A expressão é de superioridade. </li></ul>
  32. 37. CÂMERA BAIXA (VISÃO INFERIOR):
  33. 38. CÂMERA NORMAL (VISÃO MÉDIA): <ul><li>A ação observada à altura dos olhos, sem significação especial relativamente ao personagem; é a imagem mais comum e natural. Perspectiva normal. </li></ul>
  34. 39. CÂMERA NORMAL (VISÃO MÉDIA):
  35. 40. ZOOM: <ul><li>Aproximação até cl ose. Não é movimento físico, é ótico. A aproximação ou o afastamento se dá pela utilização da lente zoom. </li></ul><ul><li>Zoom in (aproximação): traz a imagem distante para bem perto; favorece a concentração da atenção. </li></ul><ul><li>Zoom out (afastamento): leva a imagem próxima para longe; retrocede revelando o cenário do primeiro plano de partida; favorece a revelação. </li></ul>
  36. 41. PLANO GERAL (PG): <ul><li>abrange e descreve o ambiente; </li></ul><ul><li>pode acontecer para situar o observador no contexto da ação; </li></ul><ul><li>recorre-se a ele para se ter uma visão mais ampla do cenário; </li></ul><ul><li>focaliza personagens em ação; identifica onde a ação transcorre; </li></ul><ul><li>localiza a ambiência. </li></ul><ul><li>O plano geral permite a utilização como elemento de contraste com planos médios e primeiros planos dos elementos nele incluídos; relaciona os personagens e quem os rodeia. </li></ul><ul><li>É um plano muito usado no cinema, documentários e o fotógrafo utiliza muito em grandes ambientes </li></ul>
  37. 42. PLANO GERAL (PG):
  38. 43. PLANO GERAL (PG):
  39. 44. PLANO GERAL (PG):
  40. 45. PLANO MÉDIO E PLANO AMERICANO: <ul><li>O plano médio (PM) </li></ul><ul><li>mostra a pessoa da cintura para cima; está entre o plano geral e o close; </li></ul><ul><li>É o plano de aproximação </li></ul><ul><li>O plano americano (PA) </li></ul><ul><li>É variante do plano médio; </li></ul><ul><li>Mostra a pessoa do joelho para cima. </li></ul><ul><li>OBS.: Ambos exercem função mais narrativa. </li></ul><ul><li>Privilegiam a ação. </li></ul><ul><li>Não se faz corte nas articulações. </li></ul><ul><li>Não corta nos joelhos e não corta os pés. </li></ul>
  41. 46. PLANO MÉDIO E PLANO AMERICANO:
  42. 47. PLANO MÉDIO OU PLANO AMERICANO
  43. 48. PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP: <ul><li>enquadra o rosto; </li></ul><ul><li>essencial para se alcançar a máxima intensidade dramática; </li></ul><ul><li>apresenta nitidamente a expressão do rosto e projeta as características do personagem; </li></ul><ul><li>pode revelar pensamentos e o momento interior do personagem; </li></ul><ul><li>corresponde à invasão do campo da consciência; </li></ul><ul><li>desempenha função mais emocional. plano é cortado pouco abaixo das axilas. Permite por exemplo imagens de alguém a fumar,cortando totalmente o ambiente em redor. Este tipo de planos privilegia o que é transmitido pela expressão facial. </li></ul>
  44. 49. PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP:
  45. 50. PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP:
  46. 51. VÁRIOS PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP:
  47. 52. PLANO DE DETALHE (PD): <ul><li>imagem de impacto visual e emocional; </li></ul><ul><li>tempo de leitura curto; </li></ul><ul><li>isola pormenores; </li></ul><ul><li>mostra uma parte essencial do assunto. </li></ul><ul><li>é um plano de grande impacto pela ampliação que dá a um pormenor que, geralmente, não percebemos com minúcia. </li></ul><ul><li>Pode chegar a criar formas quase abstratas. </li></ul><ul><li>OBS.: Se usado em excesso, perde o impacto e cansa . </li></ul>
  48. 53. PLANO DE DETALHE (PD):
  49. 54. PLANO DE DETALHE (PD):
  50. 55. PLANO DETALHE
  51. 56. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Profundidade de campo </li></ul>
  52. 57. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Cortes </li></ul>
  53. 58. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Flash </li></ul><ul><li>Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura. Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros. Muitas vezes a própria luz do ambiente do auditório ou da sala é mais eficaz que o flash. </li></ul><ul><li>O flash, além de ser utilizado em ambientes escuros, é um acessório necessário em uma foto contra-luz. Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis. </li></ul>
  54. 59. <ul><li>Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura. </li></ul><ul><li>Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros. </li></ul>Flash desnecessário
  55. 60. <ul><li>Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento. </li></ul><ul><li>Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis. </li></ul>Flash necessário
  56. 61. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Direção da luz </li></ul>Luz direta Luz indireta
  57. 62. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Foco </li></ul>
  58. 63. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Segure a câmera com firmeza </li></ul><ul><li>Aproxime-se do assunto </li></ul><ul><li>Escolha um fundo neutro e simples </li></ul><ul><li>Mantenha as pessoas entretidas </li></ul><ul><li>Componha um cenário </li></ul><ul><li>Observe a luz </li></ul><ul><li>Escolha um ângulo diferente </li></ul><ul><li>Congele a ação </li></ul><ul><li>Capture sentimentos </li></ul><ul><li>Faça experiências </li></ul>
  59. 64. Posição para fotografar Segure a câmera com firmeza Uma mão sem firmeza apertando o botão disparador da câmera produzirá uma foto tremida. Segure firmemente a câmera com as duas mãos. Mantenha os braços junto ao corpo para dar maior firmeza. Aperte suavemente o botão disparador. As fotos sairão nítidas.
  60. 65. <ul><li>Quando em dúvida, aproxime-se do assunto que você vai fotografar. Aproximar-se do assunto é, provavelmente, o passo mais importante para se obter boas fotos. Tente fazer com que a sua foto diga: “este é o meu assunto”. Preencha um terço ou mais da área da foto com o assunto que você escolheu para fotografar. </li></ul>Aproxime-se do Assunto
  61. 66. Mantenha as pessoas entretidas <ul><li>Fotografe pessoas entretidas em seus ambientes naturais. Mostre uma criança brincando com sua bicicleta, ou um adulto esculpindo um objeto, etc. Converse com elas para mantê-las à vontade. Pergunte o que estão fazendo. Agindo assim, você fará com que elas fiquem relaxadas em atitudes espontâneas e sem fazer pose. </li></ul>
  62. 67. Observe a Luz <ul><li>A iluminação tem uma influência decisiva em sua foto. Estude a luz antes de tirar a fotografia, como os tons dourados de um amanhecer ou pôr-do-sol. Verifique como a direção da luz afeta o assunto: luz frontal (o sol atrás de quem está fotografando), para obter fotos brilhantes e nítidas; iluminação por trás (o sol por trás do assunto), para criar silhueta; iluminação lateral (o sol iluminando um dos lados do assunto) para mostrar a textura do assunto. </li></ul>
  63. 68. Capture sentimentos <ul><li>Por que fotografamos alguma coisa? </li></ul><ul><li>Geralmente porque nos interessa fotografar tudo aquilo que faz as pessoas se sentirem felizes ou até mesmo tristes. Ao fazer uma foto, tente captar seu próprio sentimento </li></ul>
  64. 69. <ul><li>Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. </li></ul><ul><li>A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser. </li></ul>Experimente
  65. 70. ATIVIDADE PRÁTICA <ul><li>Cada um pegue sua câmera e vamos treinar! </li></ul><ul><li>Antes, coloque a corda de segurança no pulso! </li></ul><ul><li>Após esse treino iremos socializar as imagens entre o grupo </li></ul><ul><li>As fotografias serão publicadas no blog do projeto: </li></ul><ul><li>http://www.spinclusiva.blogspot.com </li></ul>
  66. 71. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA <ul><li>Encaminhamentos </li></ul>
  67. 72. OLHARES DE UMA SÃO PAULO INCLUSIVA Obrigado!

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