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POESIAS
Vem aí o Natal!
O Natal está a chegar
Já sei o que vou fazer:
Um desenho bem bonito
E ao papá oferecer…
Um colar t...
É Natal!
Todos dizem:
-O cheirinho está no ar!
Vamos todos p´ra cozinha
A nossa mãe ajudar.
Rabanadas, bolo-rei,
Arroz doc...
A Estrelinha Curiosa
Desceu do céu uma estrela
Veio pousar no meu telhado
Entrou pela chaminé
E foi cair mesmo ao pé
Do pr...
O Nascimento de Jesus
Nasceu o menino Jesus
Há muito tempo em Belém
Numa pequena gruta
Com José, Maria e mais ninguém.
Ape...
O Natal
Querido Pai Natal
Escrevi-te um lindo postal
Para me mandares presentes
No Dia de Natal.
Natal é alegria,
Paz e ha...
No Pinheirinho de Natal
Com estrelinhas a brilhar
Tantas, tantas prendinhas
O Natal está a chegar
Coloco o sapatinho
Junto...
Noite de natal chego à porta e bato
vou meter prendinhas, no vosso
sapato
Pus o sapatinho, junto à chaminé
E o Pai Natal d...
Eu que sou a moleirinha,
vou também com o meu burrinho,
e levo esta farinha
p`ra lhe fazer um bolinho.
Costureira
Eu sou a...
- Eu nem queria acreditar
Dizia a gata assanhada
Tanta compra, tanta prenda
E para mim não houve nada?!
Jogos, bonecos e l...
- Eu nem queria acreditar
Dizia a gata assanhada
Tanta compra, tanta prenda
E para mim não houve nada?!
Jogos, bonecos e l...
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Poesias de natal[1]

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  1. 1. POESIAS Vem aí o Natal! O Natal está a chegar Já sei o que vou fazer: Um desenho bem bonito E ao papá oferecer… Um colar todo em massinhas Ficará bem à mamã Um boneco em plasticina Eu darei à minha irmã. Depois irei acabar A prenda do meu irmão, Um barco feito de noz Com a vela em papelão! O Natal está a chegar… Vou ter cá um trabalhão Ainda por cima não sei O que vou dar ao meu cão! Lourdes Custódio
  2. 2. É Natal! Todos dizem: -O cheirinho está no ar! Vamos todos p´ra cozinha A nossa mãe ajudar. Rabanadas, bolo-rei, Arroz doce, aletria, Ai que cheirinho a canela! Que saudades eu já tinha De provar o gosto dela…· À noite Já à noitinha Numa festa sem igual… Tocam à campainha… É ele, o Pai Natal!
  3. 3. A Estrelinha Curiosa Desceu do céu uma estrela Veio pousar no meu telhado Entrou pela chaminé E foi cair mesmo ao pé Do presépio ia armado. Assustou-se São José Sobressaltou-se Maria Que tapou com uma fralda O berço do pequenino Não fosse uma luz tão forte Acordar o Deus menino. Foi então que São José Num gesto bem natural Sacudiu a estrelinha Que ficou presa nos ramos Da arvore de natal. E ali ficou contente Sobre o pinheiro a brilhar Distraída e encantada Nem viu o tempo a passar. Mas o relógio lá da sala No seu forte badalar Despertou a estrelinha: - Ah! Já estou atrasada! Minha mãe vai-me ralhar. E um pouco contrariada Foi para o céu descansar! Uma Estrela Brilhante Uma estrela no céu distante Veio ao meu quintal Visitar o pinheirinho Que enfeitei para o Natal. Ela quis cá ficar Sempre, sempre a brilhar.
  4. 4. O Nascimento de Jesus Nasceu o menino Jesus Há muito tempo em Belém Numa pequena gruta Com José, Maria e mais ninguém. Apenas dois jumentos Se juntaram à alegria Aqueciam o Deus Menino Dentro daquela gruta fria. Foi então que no céu Uma estrela brilhou E por cima daquela gruta A pequena luzinha pousou. Os anjos foram avisar Todos os pastores da serra Que vieram com alegria Visitar o salvador da terra. Cada um por sua vez O menino, eles olharam E com grande emoção O seu nascimento louvaram. A estrelinha lá brilhou Dando bastante luz Ajudava os três reis magos A encontrar Jesus. Dentro da pequena gruta Os magos viram ao fundo Entre palhinhas deitado O salvador do mundo. Ouro, incenso e mirra Quiseram eles oferecer Àquele grande rei Que acabara de nascer. E assim todos adoraram Aquele menino sagrado Sorrindo apesar de tudo Naquelas palhinhas deitado. Então neste natal Por este mundo fora Vamos adorar o menino Que tanto nos adora!!! Aleluia! Nasceu o Salvador!!! Mesa de Natal Na mesa há bolo-rei, Filhós e rabanadas, Há passas e pinhões Pão-de-ló e tigeladas. Não falta o arroz doce Vinhos finos e licores, Fios de ovos, aletria, Pudins de muitos sabores. Está tudo delicioso! E eu, bem posso dizê-lo, Pois sem ninguém dar conta Provei tudo com o dedo.
  5. 5. O Natal Querido Pai Natal Escrevi-te um lindo postal Para me mandares presentes No Dia de Natal. Natal é alegria, Paz e harmonia. E todas as crianças Têm fantasias. Na noite de Natal Junta-se a família. Vai-se à missa do galo Ver Jesus, José e Maria. Natal é Natal! Já nasceu Deus menino! Nas palhinhas deitado Todo enroladinho. Os Anjinhos Vão chegando de mansinho, Com pezinhos de algodão. Os anjinhos pequeninos, Mal tocam com os pés no chão. Nos olhos trazem a luz E o brilho do luar. No colo trazem flores E estrelinhas a brilhar. Natal! Estava a ver televisão E ouvi falar de um velhinho Tinha a barba grande e branca E um rosto coradinho Como pode o Pai Natal Com as prendas carregar? Felizmente tem as renas Que o podem ajudar. Se eu quero merecer prendas Quando chega o Natal Sei que durante o ano Não me posso portal mal. Já nasceu o Deus menino Que todos vão adorar E p’ra dar as boas vindas Uma canção vamos cantar. Lourdes Custódio Pedido de Natal
  6. 6. No Pinheirinho de Natal Com estrelinhas a brilhar Tantas, tantas prendinhas O Natal está a chegar Coloco o sapatinho Junto Árvore de Natal Pedi para ser um bom menino E não me portar mal. Recado para o Menino Jesus Menino Jesus do céu Dá-me um avião Ou um automóvel Ou mesmo um balão Um barco a motor O que te der jeito Qualquer prendazita Fico satisfeito Menino Jesus do céu Escrevi-te um lindo postal Para me mandares brinquedos No dia de Natal Menino Jesus do céu De seda era o meu postal Não te esqueças da minha rua No dia de Natal! Ao menino Jesus Hoje é dia de Natal Mas o menino Jesus Nem sequer tem uma cama, Dorme na palha onde o pus Recebi cinco brinquedos Mais um casaco comprido. Pobre menino Jesus, Faz anos e está despido. Comi bacalhau e bolos, Peru, pinhões e pudim. Só ele não comeu nada Do que me deram a mim. Os reis de longe trazem Tesouros, incenso e mirra. Se me dessem tais presentes, Eu cá fazia uma birra. Às escondidas de todos Vou pegar-lhe pela mão E sentá-lo no meu colo Para ver televisão. Luísa Ducla Soares Noite de Natal
  7. 7. Noite de natal chego à porta e bato vou meter prendinhas, no vosso sapato Pus o sapatinho, junto à chaminé E o Pai Natal deu-me um chimpanzé Mas para alegrar o meu caracol O Pai Natal, deu-me um guarda sol Zangou-se comigo, levou-se da breca Puxou-me os cabelos, e eu fiquei careca. AS VOGAIS DO NATAL AAA Mais bolos não há Vamos todos procurar Com vontade de os achar AAAAA Quem tem muitos já. EEE Não temos café Vamos todo sem demora A correr que está na hora EEEEE Ver este bebé. III Olhem o que eu vi Venham todos a correr Pois não há tempo a perder IIIII Já estamos aqui. OOO Tem frio faz dó Que bonito rosadinho Rechonchudo pequenino OOOOO Dorme faz ó, ó. UUU Diz-me quem és tu É Jesus que traz o Bem Responde sorrindo a mãe UUUUU Mas porque está nu? Pastor Sou pastor das serranias e ao Menino vou oferecer o leite das ovelhinhas para ajudá-lo a crescer. Moleirinha
  8. 8. Eu que sou a moleirinha, vou também com o meu burrinho, e levo esta farinha p`ra lhe fazer um bolinho. Costureira Eu sou a costureirinha, trabalho em chita e riscado. vou levar-lhe esta roupinha p`ra vestir no baptizado. Peliqueiro Eu sou João Peliqueiro, e estas peles vou levar para no mês de Janeiro se poder agasalhar. Lenhador Deixai-me ir também a mim. eu cá sou o lenhador. vou acender-lhe a fogueira p`ra que tenha mais calor. Vendedeira de fruta Eu sou Maria fruteira, vendo fruta no mercado, levo-lhe figos e passas p`ra que saia bem medrado! Florista Eu sou a Rosa florista, vendo flores toda a semana, só lhe posso levar flores p`ra lhe enfeitar a cabana!· Vendedor ambulante Sou vendedor ambulante, vendo brinquedos nas feiras! vou levar-lhe dois ou três para as suas brincadeiras! Lavadeira Sou uma pobre lavadeira, não lhe posso dar prendinhas. mas vou também, porque não? sempre lhe lavo as roupinhas. Ferrador eu sou o Zé ferrador. já levo aqui ferramenta. não tendo prenda melhor vou-lhe ferrar a jumenta. Palhaço E eu, um simples palhaço. será que faço lá falta? quer faça ou não, vou na mesma, para alegrar toda a malta! Menino Olhem que eu sou pequenino, não me deixem cá ficar! levem-me a ver o Menino para ter com quem brincar! Pobre da rua Eu sou um pobre da rua, não tenho nada de meu, mas vou também visitá-lo p`ra que me leve p`ró Céu! Todos Pobres somos todos nós! mas ser pobre, isso que tem? Jesus também nasceu pobre e é mais rico que ninguém! E Eu?
  9. 9. - Eu nem queria acreditar Dizia a gata assanhada Tanta compra, tanta prenda E para mim não houve nada?! Jogos, bonecos e livros Lápis, carros, um pião Pacotes e mais pacotes Tudo ofertas pró João! Que foi que aconteceu Para uma injustiça assim? Sou tão amiga de todos E ninguém pensou em mim?! Olha só para aquele monte Com prendas para a Leta Mochila, sapatos novos E uma bela bicicleta! Lindo aquário para os peixes Um laçarote pró cão E para mim, nada de nada Mas que grande ingratidão! Com uma profunda tristeza E quase, quase a chorar Procurou a cozinheira Pois queria desabafar - Nem um só pensou em mim Foi esquecimento total Mal sabes com me sinto Mas que triste o meu Natal! Nunca mais contam comigo A partir de hoje, é limpinho Acabam os rons rons As festas e o miminho Passo a arranhar e a morder E isto, se ficar por cá O mais certo é ir-me embora Não estou para os aturar! Numa época tão doce E esqueceram-se de mim! Vou procurar outros donos Dispenso amigos assim - Eu se fosse a ti, ficava Aconselhou a cozinheira Estás a ser precipitada Se te vais, fazes asneira Pára aí com os queixumes e com tamanha aspereza Ninguém se esqueceu de ti Vais ter a tua surpresa - Eu bem vi junto ao pinheiro Para mim não estava lá nada Há prendas para toda a gente Mas só eu fui desprezada Queria um embrulho com um laço Feito de papel de prata E num bilhetinho escrito: -“Bom natal querida Gata” Mas para eles não existo! Eu vou mas é dar o fora E cada vez mais zangada Resmungou e foi-se embora Ao soar da meia-noite A Leta e o João Abrem prendas, prendas, prendas Na maior animação Mas a certa altura notam Que a gatinha está ausente E gritam ambos por ela Chamam incessantemente - mas onde estás tu, gatinha? Toma lá o teu presente É fofinho, divertido Vais adorar certamente Ouviu mas não respondeu Pois estava muito ofendida Eles chamavam, chamavam E ela sempre escondida Por fim apareceu e disse: - Queria um presente enfeitado Com um papel colorido E um laço prateado - Se eu fizesse o que tu pedes Coitadinha da surpresa Morria asfixiada Podes tu ter a certeza Para veres como é verdade E como temos razão Olha para o que eu tenho ao colo Disse maroto o João - É bonito, meigo e doce Da cor da neve branquinha Passas a ter companhia Estás satisfeita gatinha? Feliz, feliz a valer Fazendo muito ron ron Ela dava marradinhas P’ra dizer: “Que bom! Que bom!”
  10. 10. - Eu nem queria acreditar Dizia a gata assanhada Tanta compra, tanta prenda E para mim não houve nada?! Jogos, bonecos e livros Lápis, carros, um pião Pacotes e mais pacotes Tudo ofertas pró João! Que foi que aconteceu Para uma injustiça assim? Sou tão amiga de todos E ninguém pensou em mim?! Olha só para aquele monte Com prendas para a Leta Mochila, sapatos novos E uma bela bicicleta! Lindo aquário para os peixes Um laçarote pró cão E para mim, nada de nada Mas que grande ingratidão! Com uma profunda tristeza E quase, quase a chorar Procurou a cozinheira Pois queria desabafar - Nem um só pensou em mim Foi esquecimento total Mal sabes com me sinto Mas que triste o meu Natal! Nunca mais contam comigo A partir de hoje, é limpinho Acabam os rons rons As festas e o miminho Passo a arranhar e a morder E isto, se ficar por cá O mais certo é ir-me embora Não estou para os aturar! Numa época tão doce E esqueceram-se de mim! Vou procurar outros donos Dispenso amigos assim - Eu se fosse a ti, ficava Aconselhou a cozinheira Estás a ser precipitada Se te vais, fazes asneira Pára aí com os queixumes e com tamanha aspereza Ninguém se esqueceu de ti Vais ter a tua surpresa - Eu bem vi junto ao pinheiro Para mim não estava lá nada Há prendas para toda a gente Mas só eu fui desprezada Queria um embrulho com um laço Feito de papel de prata E num bilhetinho escrito: -“Bom natal querida Gata” Mas para eles não existo! Eu vou mas é dar o fora E cada vez mais zangada Resmungou e foi-se embora Ao soar da meia-noite A Leta e o João Abrem prendas, prendas, prendas Na maior animação Mas a certa altura notam Que a gatinha está ausente E gritam ambos por ela Chamam incessantemente - mas onde estás tu, gatinha? Toma lá o teu presente É fofinho, divertido Vais adorar certamente Ouviu mas não respondeu Pois estava muito ofendida Eles chamavam, chamavam E ela sempre escondida Por fim apareceu e disse: - Queria um presente enfeitado Com um papel colorido E um laço prateado - Se eu fizesse o que tu pedes Coitadinha da surpresa Morria asfixiada Podes tu ter a certeza Para veres como é verdade E como temos razão Olha para o que eu tenho ao colo Disse maroto o João - É bonito, meigo e doce Da cor da neve branquinha Passas a ter companhia Estás satisfeita gatinha? Feliz, feliz a valer Fazendo muito ron ron Ela dava marradinhas P’ra dizer: “Que bom! Que bom!”

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