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Aqui vos envio uma selecção que elaborei apartir do PNL.Nem todas as historias constam dos baus mas se estiverem interessadas posso emprestar.Beijinhos feliz Natal Olga Bento

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  • 1. Polo de educação Pré-Escolar Itinerante Obra Editora “Pablo, o Pintor” Gatafunho “Mosca Fosca” Kalandraka “Tio Lobo” Kalandraka “Zebra Camila” Kalandraka “Grão de Milho “ Kalandraka “ O pequeno Azul e o pequeno amarelo” Kalandraka “Tino tonto” OQO Editora “Vamos visitar o Avô” Caminho “Todos no sofá” Livros Horizonte “ O Gui e os monstros” Kalandraka “O Cuquedo” Livros Horizonte “ A que sabe a lua” Kalandraka “O Coelhinho Branco” Kalandraka “ Tanto, tanto” Gatafunho “Pela Floresta” Kalandraka “O grande Livro de Tom e Léa” Dom Quixote “Chibos Sabichões” Kalandraka “ O patinho feio” Kalandraka “O gato Comilão” Kalandraka “Queres Brincar Comigo?” OQO Editora “Um bocadinho de Inverno” Caminho “Não faz mal ser diferente” Gailivro
  • 2. PNL como referência bibliográfica As obras que tenho vindo a explorar com as crianças perspectivam uma consciência moral que é necessário e urgente desenvolver em sala de aula. As crianças com que trabalho são oriundas de famílias desfavorecidas social culturalmente sem hábitos de leituras e com poucos recursos linguísticos. A leitura que faço, pretende levar as crianças a desenvolver o gosto pela leitura, fornecer-lhes cenários de vida que as levem a interessar-se pela dinâmica do real e pela magia das palavras e das personagens. A interpretação e o registo das obras apresentadas não tem sido feito sem dificuldades. Inicialmente o interesse pela leitura era mínimo e as crianças não conseguiam sequer reter a mensagem e a sequencialidade da narrativa. Agora, o interesse pela leitura é maior e as crianças mostram progressivamente maior curiosidade pelas histórias. A sua capacidade de atenção melhorou consideravelmente e o seu interesse pelo livro como recurso lúdico começa a fazer-se sentir. Todos os dias levam um livro para casa o que obriga os pais a lerem para eles e a construirem uma viagem cada vez mais criativa. 2
  • 3. Os valores que as obras vinculam perspectivam uma formação pessoal e social mais próxima daquela que todos os cidadãos deveriam possuir para construir um mundo melhor. Para mim, o livro e o afecto constituem os melhores recursos que a escola pode oferecer aos seus alunos. Apesar do pouco tempo de que disponho em cada sala do Pólo, tento aliar às palavras contadas a alegria da música, a expressividade libertada pelos lápis de cor, das aguarelas, a textura das massas modeláveis, transformando cada livro numa aventura de emoções. Cada minuto de leitura é um pequeno pedaço de história que vamos construindo devagar, ao sabor dos dias… A imagem, a ilustração, serve de janela para ver o mundo. De outro modo, ajuda-nos a aprender sobre aquilo que as vezes não conseguimos ver. Pena é, que todas estas obras pertençam á minha colecção particular que não estão disponíveis no baú disponibilizado pela Biblioteca Municipal e que não posso por motivos de zelo emprestar às crianças para que elas possam partilhar com a família o eco das palavras que eu usei. Apresentação das obras 1) PABLO, O PINTOR Este Pablo é um elefante cujo sonho é expor o seu trabalho e agora que tem essa oportunidade não sabe o que pintar. Este é o momento inicial da história, com a qual todas as crianças se identificam: o bloqueio criativo acontece-lhes perante a folha em branco e a liberdade de escolha, no seu dia-a-dia, na escola. Como resolver o problema é a pergunta a que a leitura vai responder – eis o primeiro móbil de interesse. Pablo parte para o campo a conselho dos amigos, como tentativa de encontrar a inspiração e o tema para a sua pintura. O quadro, no seu cavalete, expõe-se ao longo do processo, nas ilustrações, pelo que todos o acompanhamos. Pablo começa a pintar a paisagem natural que o rodeia, até fazer uma pausa para almoçar e se deliciar com uma sesta. Aqui dá-se o momento de viragem da narrativa, com uma sucessão de acontecimentos inesperados e alheios à personagem. Seis 3
  • 4. animais aparecem, sucessivamente, acrescentando à paisagem da tela algo que é para si importante. Cada um tem uma perspectiva única do mesmo espaço, de acordo com as suas necessidades e gostos, em suma, da sua identidade. A contribuição colectiva alarga a perspectiva limitada do olhar individual. Um a um, vão completando a tela com relva, bolotas, o céu mais azul, o bosque ao fundo, as flores na relva e finalmente… um mistério. Para além da mensagem, a estratégia narrativa (em que a cumplicidade entre texto e ilustração é tão subtil como eficaz) desafia as crianças a ultrapassarem as fórmulas reconhecíveis, partindo desse reconhecimento. 2) A CASA DA MOSCA FOSCA "A casa da mosca fosca" é uma adaptação realizada a partir de um conto popular russo recuperado por Alexander Afanásiev. As diferentes personagens introduzem os leitores num atraente jogo de números e tamanhos, rimas, repetições e ritmos, que são elementos próprios da tradição oral. Trata-se de um conto acumulativo que apresenta uma galeria de personagens que convidam ao jogo fonético. 4
  • 5. O ilustrador Sérgio Mora cria animais delirantes, com personalidade própria, repletos de humor e expressividade, utilizando cores "explosivas, quase fluorescentes". Um conto para ler e contar, que cresce em intensidade a cada página até culminar num final surpreendente. 3) TÍO LOBO "Tio Lobo" é um conto popular com tradição em alguns países europeus, como França ou Itália. Trata-se de um texto politicamente incorrecto que introduz os primeiros leitores no mundo dos contos de terror. Em suma, uma história para ser contada em voz alta (e com companhia). 5
  • 6. As ilustrações destacam-se pela sua expressividade e pelo recurso a personagens e cenas muito especiais, constituindo uma atrevida aposta estética que muito deve à linguagem cinematográfica, e onde o humor está presente da primeira à última página, numa narrativa com um final surpreendente... Este é daqueles livros inexplicáveis. Como é que uma história desta se forma? É suposto ser um conto popular... como é que uma história de tanto mau gosto não morre, já não digo à nascença mas pelo menos à terceira... vá, à quarta vez que é contada? E mais: porque é que alguém se lembra de a adaptar para um livro? É que sinceramente, uma história destas é daquelas que eu não quero que os meus filhos leiam! Pães com cimento lá dentro? Bolinhos de excremento de burro? Água de poças a saber a urina de cão? O lobo acaba a comer a menina, mas talvez isso não seja tão dramático como o medo que é inspirado pela sua ameaça... a menina vai-se deitar e não consegue dormir à espera do lobo. 4) A ZEBRA CAMILA Ali, no fim do mundo, no país onde o vento dá a volta vivia uma pequena zebra chamada Camila. Como naquele sítio o vento era tão revirado, Camila tinha de andar com muito cuidado, para não perder as suas roupas… “Um dia, ao sair de casa, o vento bandido levou-lhe sete riscas do seu vestido. Uma aranha, uma serpente, o arco-íris e uma cigarra, entre outros animais do bosque, ajudarão Camila a esquecer as suas penas. As ilustrações de Óscar Villán são singelas e expressivas, adornadas por tracejados dispostos de forma a que os pequenos leitores possam chegar mais além da aparente simplicidade.” 6
  • 7. 5) GRÃO DE MILHO Era uma vez uma família que tinha um filho muito pequeno, tão pequeno como um grão. Por isso lhe chamaram Grão de Milho. Um dia, quando a sua mãe estava a fazer o almoço, viu que não tinha açafrão. Grão de Milho ofereceu-se logo para ir à mercearia. A mãe nunca o deixava sair sozinho de casa, porque tinha medo que as pessoas não o vissem e o pisassem. Mas Grão de Milho insistiu. Disse à mãe que iria a cantar; assim, mesmo que não o vissem, ouviam-no e ninguém o pisaria. 6) PEQUENO AZUL E PEQUENO AMARELO 7
  • 8. ...Um dia a Mamã Azul disse-lhe: “Tenho que sair. Espera por mim em casa”. Mas o Pequeno Azul foi procurar o Pequeno Amarelo na casa da frente. A casa estava vazia. Onde estará o Pequeno Amarelo? Procurou-o por aqui, por todos os lados... até que, de repente, ao virar a esquina duma rua... encontrou o Pequeno Amarelo! Muito contentes, deram um abraço... ILUSTRAÇÕES: 7) TINO TONTO 8
  • 9. “O Tino Tonto esforça-se por encontrar um trabalho à sua altura e experimenta diferentes ofícios: na segunda-feira procura trabalho na alfaiataria, na terça-feira em casa de uns lavradores, na quarta-feira na taberna… Depois de divertidos contratempos e aparatosos fracassos laborais, e quando já ninguém nas redondezas o contratava, o seu empenho e optimismo vão ser recompensados quando chega à casa do coveiro da aldeia mais próxima.” 8) VAMOS VISITAR O AVÔ A Ursinha e o Ursinho apanham o comboio para ir visitar o Avô. Mas a viagem é longa, e apesar do lanche, dos livros de colorir e das histórias, o comboio nunca mais chega. Mas então a Ursinha tem uma ideia magnífica para chegar mais depressa... 9) TODOS NO SOFÁ Que bom é estar no sofá. Mas se nove amigos, entre eles um elefante, resolverem sentar-se ao nosso lado, o que acontecerá? 9
  • 10. Estão dez amigos todos num sofá. Mas tão apertados que não cabem lá. O rato guloso salta do sofá. São nove os amigos que ainda estão lá. O coelho manso salta do sofá. São oito os amigos que ainda estão lá. O gato tigrado salta do sofá. São sete os amigos que ainda estão lá. O páto marreco salta do sofá. São seis os amigos que ainda estão lá. O porco roncando salta do sofá. São cinco os amigos que ainda estão lá. O burro, aos coices, salta do sofá. São quatro os amigos que ainda estão lá. A vaca leiteira 10) O GATO GUI E OS MONSTROS Brincava Gui no seu quarto, na cozinha, na sala, na casa de banho e ouvia barulhos estranhos por todo o lado... Uma boa história para desmistificar medos tão frequentes e o apelo aos afectos e ao conforto da casa e dos pais… 11) O CUQUEDO 10
  • 11. 12) A QUE SABE A LUA 11 Os animais de grande porte - girafas, elefantes, hipopótamos, rinocerontes - andam numa correria de lá para cá e de cá para lá. Tudo isto porque chegou à selva o Cuquedo. O Cuquedo é muito assustador, prega sustos a quem estiver parado no mesmo lugar. Mas quem é o Cuquedo? A surpresa está reservada às crianças que lerem este livro. O texto de Clara Cunha é divertido e engenhoso e as ilustrações de Paulo Galindro são magníficas, plenas de cor, ritmo e humor. O melhor é lerem-no em movimento, não vá o Cuquedo fazer das suas!
  • 12. 12 Há já muito tempo que os animais desejavam averiguar a que sabia a Lua. Seria doce ou salgada? Só queriam provar um pedacito. À noite, olhavam ansiosos para o céu. Esticavam-se e estendiam os pescoços, as pernas e os braços, tentando alcançá-la... Quem não sonhou alguma vez em dar uma trincadela na Lua? Foi precisamente este o desejo dos animais desta história. Só queriam provar um pedacinho mas, por mais que se esticassem, não eram capazes de lhe tocar. Então, a tartaruga teve uma ideia genial: “Talvez entre todos consigamos alcançá-la”.
  • 13. 13) O COELHINHO BRANCO Esta história muito simples presta-se a ser recontada, interpretada e suscita o interesse dos mais pequeninos. A narrativa linear apresenta rimas que diverte as crianças e potencializa a leitura de fábulas onde a criança vai encontrar personagens com quem vai facilmente identificar-se. 14) TANTO TANTO 13
  • 14. Todos querem o bebé ao colo, todos o querem abraçar e apertar contra o peito, todos lhe querem dar tantos beijos e tantos mimos e tanta atenção, todos o adoram, toda a família o ama... TANTO, TANTO, TANTO TANTO! Um livro divertido e cheio de amor, sobre uma família que se reúne para fazer uma festa surpresa! 15 )PELA FLORESTA «Certa noite fui acordado por um som terrível. Na manhã seguinte estava tudo silencioso. O Papá não estava. Perguntei á mamã quando é que ele voltava, mas ela não parecia saber. Tinha saudades dos papás...» O protagonista desta história identifica-se implicitamente com o Capuchinho Vermelho: o seu pai não está em casa, a mãe pede-lhe para levar um bolo á avó que está doente e, tal como a menina do conto clássico, tem que escolher entre um caminho longo e outro curto para chegar ao seu destino. Com um suspense que se desenrola ao longo da narrativa, esta história tem a qualidade de nos apresentar um final feliz com toda a família reunida a trocar afectos sendo uma bela surpresa, destruindo com mestria maus presságios… 14
  • 15. 16) TOM E LÉA Uma história profundamente imaginativa para explorar a criatividade das crianças, os seus medos e as suas inquietações. Este é um livro interactivo onde as crianças podem construir e resolver alguns problemas. Numerosas animações para aprender divertindo-se! Veste Léa conforme a estação e o tempo que faz lá fora. Mistura as cores e adivinha a cor que se obtém. Aprende a adicionar jogando aos dados. Aprende a ler as horas e prepara o menu da Léa. 17) SHIBOS SABICHÔES 15
  • 16. A presença de um refrão sugere ritmos e de musicalidade e a aproximação, desde o próprio título, ao universo dos trava-línguas, favorece a leitura em voz alta, acentuando também os jogos sonoros e sublinhando a componente humorística da narrativa. "Era uma vez três chibos sabichões, todos eles diferentes, que viviam no alto de uma montanha. Um dia, viram uma erva muito verde, mas para lá chegar tinham que atravessar uma ponte e debaixo dela vivia um monstro terrível... Era um ogre.! Este livro mostra- nos como três chibos sabichões utilizaram a sua inteligência e força para transpor um obstáculo que os impedia de obterem o que desejavam. 18) O PATINHO FEIO Era Verão. Na quinta, a pata aquecia os seus ovos. A pata esperou, esperou e esperou, os ovos partiram-se e saíram uns patinhos muito bonitos. Havia um ovo que não se partia. Era o maior! 16
  • 17. O texto é acompanhado de simbologia com a qual as crianças podem fazer a leitura.Com texto de B:A:T:A -associação galega que presta serviços a pessoas com Autismo e outros distúrbios generalizados de desenvolvimento, este livro apresenta potencialidades indiscutivelmente interessantes. Esta versão de Manuela Rodriguez com ilustrações de Ana Sande pode ser uma boa opção de trabalho com crianças que têm dificuldades na leitura ou na interpretação de emoções. 19) O GATO COMILÃO História de um gato insaciável que come tudo o que tem à frente. Esta história divertida utiliza a enumeração, a repetição despertando no leitor uma colaboração inevitável ao longo da narrativa. Pleno de humor, as ilustrações enriquecem o texto e o final é surpreendente… 17
  • 18. 20) QUERES BRINCAR COMIGO? Era uma vez um ratinho que um dia saiu de casa e foi procurar alguém com quem brincar. "Olá amigo, queres brincar comigo?" O colorido das ilustrações, a variedade de formas representadas e agrupadas pela técnica de colagem, e a expressividade das personagens são qualidades inconfundíveis do estilo de Eric Carle. 18
  • 19. 21) UM BOCADINHO DE INVERNO “Esta história fala da amizade que existe entre um coelho e um ouriço. O Coelho afirma que vai ter saudades do seu amigo Ouriço. Para ele, chegou a hora de hibernar, mas tem um pedido a fazer ao seu amigo. O Ouriço quer saber como é o Inverno e pede-lhe que lhe guarde um pedaço deste. Esta história enumera as características do Inverno e as gradações até à chegada da Primavera .Fala da Natureza ,da diversidade. Deixa perguntas no ar que o Educador pode aproveitar… Como é que os animais se alimentam? O que é hibernar? Quem hiberna e porquê?... 19
  • 20. A generosidade, a lembrança, a preocupação com o amigo e também a capacidade imaginativa do Coelho que decide guardar uma bola de neve embrulhada em folhas para não deixar" entrar o calor nem sair o frio" são mensagens que as crianças entendem e sobre as quais ela vai entretanto reflectir… 22) NÃO FAZ MAL SER DIFERENTE - Não faz mal usar óculos, - Não faz mal pedir ajuda - Não faz mal não ter cabelo - Não faz mal ter pais diferentes - Não faz mal ter rodas - Não faz mal ter diferentes tipos de amigos - Não faz mal ajudar um esquilo a apanhar nozes - Não faz mal pedir um desejo - Não faz mal ser-se diferente. etc, etc Tu és Especial e Importante só por seres quem tu és 20