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  • 1. CURSO: ESTILOS DE USO DO ESPAÇO VIRTUAL PARA A APRENDIZAGEM ONLINE Teoria dos Estilos de AprendizagemTeoria dos Estilos de Aprendizagem Universidade Aberta Formanda: Sónia Teixeira Professora: Daniela Melaré Vieira Barros
  • 2. Estilos de Aprendizagem 2 Sumário Conceito de estilo Conceito de estilo segundo diferentes autores Estilos cognitivos ≠ estilos de aprendizagem Conceitos de estilos de aprendizagem segundo diferentes autores Como identificar os estilos de aprendizagem Instrumentos para medir os estilos de aprendizagem Modelo de Rita e Kennet Dunn Modelo de Kolb Modelo de Honney e Munford Estilo de Ensinar e estilo de aprender Conclusões Bibliografia
  • 3. Conceito de Estilo O termo estilo pode ser usado em diferentes âmbitos, nomeadamente em características arquitetónicas, modo de escrever, forma de interpretar a música, moda, arte, informática, educação, etc. Estilos de Aprendizagem 3
  • 4. Conceito de Estilo (continuação) OS ESTILOS SÃO CRUCIAIS PARA CLASSIFICAR E ANALISAR COMPORTAMENTOS Estilos de Aprendizagem 4
  • 5. Conceito de Estilo segundo Estilos de Aprendizagem 5
  • 6. Estilos Cognitivos ≠ Estilos de Aprendizagem Os Estilos cognitivos referem-se ao meio preferido pelo qual um individuo processa a informação. Os Estilos de Aprendizagem, partem da ideia, de que diferentes indivíduos têm diferentes maneiras de perceber e de processar a informação o que implica diferenças nos seus processos de aprendizagem. Estilos de Aprendizagem 6
  • 7. Estilos de Aprendizagem 7 Conceito de Estilos de Aprendizagem segundo
  • 8. Estilos de Aprendizagem 8 Conceito de Estilos de Aprendizagem segundo
  • 9. Estilos de Aprendizagem 9 Conceito de Estilos de Aprendizagem segundo
  • 10. Como Identificar Estilos de Aprendizagem Estilos de Aprendizagem 10 Segundo Guild y Garger (1988 apud Garcia Cué 2006) e Gallego (2004), os estilos de aprendizagem podem ser identificados através de:
  • 11. Estilos de Aprendizagem 11 Inventários: este instrumento revela informações que a pessoa deseja prover de si mesmo. Os inventários podem ser de dois tipos: autorreporte direto: tem perguntas diretas sobre as características que podem manifestar ou não uma pessoa. autorreporte indireto: tem perguntas não diretas e que necessitam de algum procedimento especial. Testes ou provas de carater: correspondem melhor ao campo da psicologia e utilizam-se mais nos estudos de estilos cognitivos. Como Identificar Estilos de Aprendizagem (continuação)
  • 12. Estilos de Aprendizagem 12 Observação: consiste em identificar o comportamento das pessoas com base na listagem das suas características. Entrevistas: conversa que o professor pode ter com o seu aluno a fim de obter informações sobre as suas preferências de aprendizagem Análises de tarefas: consistem em rever as atividades realizadas pelos alunos e que servem para identificar as preferências de aprendizagem. Como Identificar Estilos de Aprendizagem (continuação)
  • 13. Instrumentos para Medir os Estilos de Aprendizagem Oregon Instructional Preference Inventory – Goldberg (1963-1979) Matching Familiar Figures Test ( MFFT) – Kagan (1966) Paragraph Completion Test (PCT) – Schroder (1967) Learning Activities Opionnaire – Oen (1973) The Cognitice Style Inventory ( CSI) – Hill (1971, 1976) Studen Learning Styles Questionnaire – Grash e Riechmann (1974) Cognitive Style Interest Inventory – Stroler (1975) LIFO – Atkins e Katcher (1976) Instrucional Preference Questionnaire – Friedman (1976)Estilos de Aprendizagem 13
  • 14. Myers Briggs Type Indicador (MBTI) – Myers ( 1976) Learning Style Inventory ( LSI ) – Kolb (1976, 1981) Inventory of Learning Processer – Schmech e Ramanaiah ( 1977) Learning Style Inventory and Produtivity Environmental Preference Survey – Dunn e Dunn ( 1977) Learning Style Inventory ( LSI) – Renzulli e Smith ( 1978) NEO- Personality Inventory ( NEO-PI) e NEO Five- Factor Inventory ( NEO- FFI) – Costa e MCRae ( 1978) Conceptual Styles Test – Goldstein e Blacmenn ( 1978) Learning Profile Exercise – Juch ( 1987) Estilos de Aprendizagem 14 Instrumentos para Medir os Estilos de Aprendizagem (continuação)
  • 15. Learning Styles Questionnaire (LSQ) – Honey e Mumford (1988) CHAEA – ALONSO GALLEGO y HONEY ( 1991) Learning Style Assessment (LSA) – Menke e Hatman (2000) Learning Style Analysis ( LSA) – LeFever (2001) Learning Styles Inventory – Version III – Renzulli, Smith e Rizza( 2002) Cognitive Learning Strategies for Students – Smith e Whiteley e Lever ( 2002) The Memletics Learning Styles Inventory – Whiteley e Whiteley ( 2003) Portafolio de Dimensiones Educativas ( PDE) – Muñoz e Silva Santiago ( 2003) Estilos de Aprendizagem 15 Instrumentos para Medir os Estilos de Aprendizagem (continuação)
  • 16. Modelo de Rita e Kennedy Dunn Rita e Kennedy Dunn (1978) centraram os seus estudos nos Estilos de Aprendizagem em diferentes níveis educacionais. Segundo Rita e Kennedy Dunn (1978), existem determinados elementos que influenciavam a aprendizagem de forma positiva ou negativa, dependendo do estilo de aprendizagem de cada indivíduo. Desenvolveram e estruturaram os estilos num questionário, que abordou algumas variáveis que influenciam a maneira de aprender de cada pessoa. Estilos de Aprendizagem 16
  • 17. Necessidades imediatas: som, luz, temperatura, desenho, forma do meio. A própria emoção: motivação, persistência responsabilidade, estrutura. As necessidades sociológicas de trabalho pessoal: com namorados, com companheiros, com um pequeno grupo, com outros adultos. As necessidade físicas de alimentação, tempo, mobilidade, perceção. As necessidades psicológicas analítico globais, reflexivas impulsivas, dominância cerebral (hemisfério direito ou esquerdo). Estilos de Aprendizagem 17 Modelo de Rita e Kennedy Dunn (continuação)
  • 18. Modelo de Kolb Segundo Kolb, a aprendizagem é vista como um processo cíclico, constituído por quatro fases: Estilos de Aprendizagem 18  Para Kolb o conhecimento resulta da combinação entre a compreensão e a transformação da experiência. • A compreensão é o modo como o individuo percebe a informação. • A transformação é o modo como ele a processa. Os quatro tipos de aptidões são considerados necessários para que a aprendizagem seja realmente eficaz.
  • 19. Estilos de Aprendizagem 19 Modelo de Kolb (continuação) Fonte: http://www.ppgcontabilidade.ufpr.br/system/file
  • 20. Kolb divide os indivíduos em quatro categorias: Estilos de Aprendizagem 20 Modelo de Kolb (continuação)
  • 21. Os alunos acomodadores são motivados pelo questionamento, que procuram significado na experiência de aprendizagem. São participantes, ativos e agem independentemente. Os alunos divergentes são motivados para o “porquê”. Gostam de argumentar e de receber sistematicamente detalhes sobre os assuntos. Os alunos assimiladores são que apreciam a informação organizada, respeitando o conhecimento de especialistas. Não se sentem bem com situações de exploração. Os alunos convergentes são motivados para o como das situações. Gostam de receber instruções a serem realizadas. Estilos de Aprendizagem 21 Modelo de Kolb (continuação)
  • 22. Modelo de Honey e Mumford Estilos de Aprendizagem 22 O modelo desenvolvido por Honey e Munford, teve por base as análises da teoria e dos questionários de Kolb. Direcionaram os seus estudos (modelo) para o mundo empresarial. O modelo dos autores tem como principais objetivos: Descrever detalhadamente os estilos de aprendizagem Criar condições para o diagnóstico Reforçar e aproveitar os pontos forte de cada pessoa Propuseram quatro estilos que correspondem às quatro fases de um processo cíclico de aprendizagem. Catalina Alonso Garcia adaptou as teorias de Honey e Mumford ao campo educativo.
  • 23. Estilos de Aprendizagem 23 Modelo de Honey e Mumford (continuação)
  • 24. Para Honey e Mumford a aplicação do questionário não era um instrumento de medida fechado e acabado mas um meio, a partir do qual, as pessoas pudessem perceber o “seu estado” de desenvolvimento em termos de aprendizagem e tentar desenvolver as características menos dominantes. A utilização da informação pessoal resultante deve ser usada para o desenvolvimento pessoal ou da organização e não como forma de avaliação ou “rotulagem” das pessoas, pois os estilos constituem-se como características mutáveis. Estilos de Aprendizagem 24 Modelo de Honey e Mumford (continuação)
  • 25. Estilo Ativo Envolvem-se completamente e sem hesitação em experiências novas. Gostam do aqui e agora e são felizes em ser dominados por experiências novas. São abertos, nunca céticos e isto fá-los ser entusiastas acerca de algo novo. Eles lançam-se para onde outros têm medo de caminhar. Têm a tendência para descuidar perigos. Têm prazer em situações de risco e atacam os problemas com tempestuosidade. Estilos de Aprendizagem 25
  • 26. Procuram novas situações assim que a excitação de uma nova atividade os desvanece. Tendem a prosperar no desafio de experiências novas, mas aborrecem-se e ficam sem vontade com implementações e considerações a longo prazo. São gregários, envolvendo-se constantemente com outras pessoas São a vida e a alma da festa e procuram centrar todas as atividades em torno de si próprios. Estilos de Aprendizagem 26 Estilo Ativo (continuação)
  • 27. Estilo Reflexivo Gostam de se afastar para ponderar as experiências e observá-las nas diferentes perspetivas. Recolhem dados, tanto em primeira-mão como de outros e preferem meditar demoradamente antes de chegar a uma conclusão. Tendem a adiar o mais possível a conclusão definitiva. A sua filosofia é serem cautelosos e não descuidar nenhum ponto. Em reuniões, gostam de ficar nos últimos lugares para observarem as outras pessoas em ação. Estilos de Aprendizagem 27
  • 28. Gostam de ouvir os outros e de captar a tendência da discussão, antes de apresentar os seus pontos de vista. Tendem a adotar um comportamento passivo e a ter um ar distante, tolerante e tranquilo. Quando atuam, fazem-no como parte de um quadro, onde, nas suas observações, está incluído o passado, o presente e o futuro. Estilos de Aprendizagem 28 Estilo Reflexivo (continuação)
  • 29. Estilo Teórico Adotam e integram as observações em teorias complexas, mas lógicas e firmes. Pensam nos problemas através de um caminho vertical, passo a passo. Assemelham factos díspares em teorias coerentes. Tendem a ser os perfeccionistas que não descansam facilmente até tudo estar completo e adequado ao seu esquema racional. Gostam de analisar e de sintetizar, gostam de suposições básicas, princípios, modelos teóricos e de sistemas de pensamento. A sua filosofia baseia-se na racionalidade e na lógica. Estilos de Aprendizagem 29
  • 30. As perguntas que eles frequentemente fazem são: “ Será que isto faz sentido?” “Como é que isto se relaciona com aquilo?”. Tendem a ser isolados, analíticos e mais dedicados à objetividade racional do que à subjetividade e ambiguidade. A abordagem que faz dos problemas é firmemente lógica. Isto é a sua “estrutura mental” e rejeitam, inflexivelmente, o que não se coaduna com esta sua estrutura. Preferem maximizar a certeza e sentem-se desconfortáveis com os julgamentos subjetivos, pensamento lateral e tudo o que seja eloquente. Estilos de Aprendizagem 30 Estilo Teórico (continuação)
  • 31. Estilo Pragmático Gostam de experimentar ideias, teorias e técnicas para ver se elas funcionam na prática. Procuram ativamente novas ideias e, na primeira oportunidade põem-nas em ação. São o tipo de pessoas que quando regressam de um curso sobre gestão/administração vêm completamente cheios de ideias novas que querem logo por em prática. Estilos de Aprendizagem 31
  • 32. Gostam de ver as coisas funcionar e atuam rapidamente e de modo confiante nas ideias que os atraem. Não gostam de rodeios e tendem a ficar impacientes com reuniões onde predomina a reflexão e onde há uma variedade de soluções, acabando por não se chegar a uma conclusão. São pessoas essencialmente práticas, “terra-a-terra”, que gostam de decisões aplicáveis e de resolver situações concretas. Encaram os problemas e as oportunidades como um desafio. A sua filosofia é: “ Há sempre uma melhor maneira de fazer isto” e “ Se funciona, é porque é bom”. Estilos de Aprendizagem 32 Estilo Pragmático (continuação)
  • 33. Estilo de Ensinar e Estilo de Aprender Estilos de Aprendizagem 33 A APRENDIZAGEM DEVE SER CENTRADA NO ALUNO O estilo de aprendizagem do professor influência de forma direta o estilo de ensinar do professor. O professor deve diagnosticar para poder conhecer os diferentes estilos de aprendizagem dos seus alunos e elaborar atividades, recursos e estratégias diversificadas de modo a abranger todos os estilos.
  • 34. Deve contribuir de forma ativa para o desenvolvimento de características dos diferentes estilos nos seus alunos e prepara-los para aprender nas mais diversas situações. Para poder ajudar de forma eficaz os seus alunos o professor deve ser capaz de se adaptar e de melhorar as suas práticas e conceções através da aprendizagem efetuada ao longo da sua vida. Estilos de Aprendizagem 34 Estilo de Ensinar e Estilo de Aprender (continuação) Os alunos que conhecem o seu estilo de aprendizagem terão uma ajuda importante na aquisição de novos saberes e na construção do seu conhecimento.
  • 35. Conclusões Na educação, o conceito de estilo é a forma como uma pessoa pode pensar, aprender, ensinar e conversar. Estilos cognitivos são diferentes de estilos de aprendizagem. Os estilos de aprendizagem podem ser identificados através de Inventários, testes ou provas de caráter, observação, entrevistas, análise de tarefas. São várias as definições sobre estilos de aprendizagem. As definições de Estilos de Aprendizagem, são na sua maioria, baseadas nas próprias experiências e investigações dos seus autores. Estilos de Aprendizagem 35
  • 36. Os estilos de aprendizagem são diferentes abordagens ou caminhos que cada indivíduo pode traçar para aprender. O estilo de aprendizagem de cada um podem mudar ao longo da vida. É importante que o professor conheça os estilos de aprendizagem dos seus alunos de modo a tornar o processo de ensino aprendizagem eficaz. Estilos de Aprendizagem 36 Conclusões (continuação)
  • 37. Estilos de Aprendizagem 37 Referências Bibliográficas [1] Texto base sobre a teoria dos estilos de aprendizagem; “A Teoria dos Estilos de Aprendizagem (referencial espanhol) “; Profª Daniela Melaré Vieira Barros. [2] Apresentação em PowerPoint; “Estilos de Aprendizagem”; Profª Daniela Melaré Vieira Barros. [3] E-book; “Estilos de Aprendizagem na Atualidade: volume 1”; organização Profª Daniela Melaré Vieira Barros. Sites: http://estilosdeaprendizajees.blogspot.pt http://sitededicas.ne10.uol.com.br/art_estilos.htm http://livrooalunovirtual.blogspot.pt/ http://ensinoatual.com/blog/?p=1569 http://www.slideshare.net/jlgcue/estilos-de-aprendizaje-presentation-957731 http://www.businessballs.com/kolblearningstyles.htm http://www.slideshare.net/elisamgo/estilos-de-aprendizagem-prof-elisa http://www.slideshare.net/miltonsobreiro/re-va-m2-estilos-de-aprendizagem http://www.ppgcontabilidade.ufpr.br/system/files/documentos/Dissertacoes/D022.pdf http://pt.scribd.com/doc/95767420/11%C2%AA-GUSTAVO-E-MARCIA