Interação Humano Computador Capítulo 10 Avaliação - Wellington Pinto de Oliveira

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Interação Humano Computador Capítulo 10 Avaliação, David Benyon, Pearson.

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Interação Humano Computador Capítulo 10 Avaliação - Wellington Pinto de Oliveira

  1. 1. Interação Humano-Computador Avaliação
  2. 2. Ao final• Apreciar os usos de uma série de técnicas de avaliação;• Entender os métodos de avaliação baseado em usuários;• Aprender a aplicar as técnicas nos contextos adequados.
  3. 3. Avaliar• Quando avaliamos queremos: • Revisar; • Experimentar; • Validar.
  4. 4. Avaliação
  5. 5. Avaliando Idéias Iniciais• É comum utilizar a avaliação para avaliar novas idéias, principalmente quando o produto é novo, rapidamente protótipos podem ser construídos para entender a nova idéia.
  6. 6. Diferentes Opções de Desgin• Podemos avaliar diferentes opções de design, em busca da opção que mais se adapte com as pessoas.
  7. 7. Envolvendo Pessoas no Processo• No design com abordagem participativa, os stakeholders ajudam os designers a estabelecer metas para o trabalho de avaliação.
  8. 8. Avaliação por Usuários Experientes• Utilizar um grupo de usuários experientes pode agilizar o processo de design.• Usuários experientes podem antecipar problemas comuns.
  9. 9. Heurística• O ideal é que várias pessoas com experiência no design de sistemas avaliem, cada um especialista anota os problemas e a heurística relevante.• Os dados são então reunidos e avaliados.
  10. 10. Heurística• Lista resumida de dos princípios de design (Capítulo 4):• Visibilidade (A) •Retorno (E)• Consistência (A) •Recuperação (E)• Familiaridade (A) •Restrições (E)• Affordance (A) •Flexibilidade (C)• Navegação (E) •Estilo (C)• Controle (E) •Sociabilidade (C)
  11. 11. Engenharia Econômica de Usabilidade• A lista pode ser resumida em três princípios abrangentes: • (A) Aprendabilidade • (E) Efetividade • (C) Acomodação.
  12. 12. Acompanhamento Cognitivo• Uma técnica rigorosa baseada em papel para verificar o design em detalhes e a lógica das etapas em uma interação.• Está intimamente relacionada as tarefas humanas e analisa tais tarefas.
  13. 13. Acompanhamento Cognitivo• Entradas do processo: • Entendimento das pessoas • Conjunto de cenários concretos; • Atividades muito comuns • Atividades incomuns porem críticas • Uma descrição completa das interfaces do sistema
  14. 14. Acompanhamento Cognitivo• Para cada etapa o analista faz as 4 perguntas clássicas: • As pessoas que estão usando o sistema tentarão obter o efeito correto? • Elas perceberão que a ação correta está disponível? • Elas associarão a ação coorte ao efeito que estão tentando obter? • Se a ação for correta, as pessoas verão que está sendo feito progresso em direção a meta?
  15. 15. Avaliação Baseada no Participante• É fundamental a introdução de pessoas (personas) no envolvimento de avaliação do design, a avaliação baseada no participante tem este objetivo.
  16. 16. Avaliação Cooperativa• Desenvolvida para maximizar os dados reunidos com uma simples sessão teste, os participantes não são passivos, logo a entrada de dados é direta.
  17. 17. Avaliação Cooperativa
  18. 18. Avaliação Cooperativa
  19. 19. Avaliação Cooperativa• Amostras de perguntas para fazer durante avaliação: • O que você quer fazer? • O que você espera que aconteça? • O que o sistema está lhe dizendo? • Por que o sistema fez isso? • O que você está fazendo agora?
  20. 20. Avaliação Cooperativa• Amostra de perguntas para fazer após a sessão: • O que foi o melhor/pior sobre o protótipo? • O que mais precisa mudar? • As tarefas foram fáceis? • As tarefas foram realistas? • Fazer um comentário distraiu você?
  21. 21. Avaliação heurística participativa• Os participantes são envolvidos como especialistas do domínio de trabalho, ao lado dos especialista em usabilidade.
  22. 22. Codescoberta• Uma técnica naturalista e informal, boa para captar as primeiras impressões.• A abordagem padrão é observar pessoas individualmente interagindo com a tecnologia e possivelmente expressando seus pensamentos.
  23. 23. Avaliação na Prática• Uma pesquisa com 103 profissionais experientes em IHC em 2000 revelou os seguintes números:• 40% usam avaliação de usabilidade;• 30% usam avaliação informal;• 15% usam avaliação heurística formal.
  24. 24. Titulo
  25. 25. Etapas Processo de Avaliação• Estabelecer objetivos, participantes, contexto, tecnologia (oportunidades);• Selecionar métodos de avaliação;• Realize a revisão com especialistas;• Planeje os testes com participantes;• Recrute pessoas e organize o local;• Realize a avaliação;• Analise os resultados, documente e relate aos Designs.
  26. 26. Objetivos da avaliação• Definir o objetivo ajuda a determinar o tipo de dado necessário, seja qualitativo ou quantitativo.• Rever o projeto DISCOVER do capítulo 7.
  27. 27. Métrica• O que deve ser medido e como? • Não é porque algo pode ser medido que ele deve ser medido; • Tenha sempre como referência o objetivo geral e o contexto de uso da tecnologia; • Avalie a utilidade dos dados que você provavelmente obterá contra os recursos necessários para o teste;
  28. 28. Pessoas• As pessoas mais importantes em uma avaliação são as que usarão o sistema.• Na análise deve ter uma quantidade de pessoas, essa quantidade depende das características do projeto.
  29. 29. Plano de Teste e Especificação de Tarefa• Os objetivos da sessão de teste;• Detalhes práticos, inclusive onde e quando ela será realizada;• Números e tipo de participantes;• Tarefas a serem realizadas com a definição de termino bem sucedido.
  30. 30. Relatando os resultados da avaliação• Por mais competente e completa que seja a avaliação, ela só vale a pena se os resultados gerarem ações.• Os relatórios devem ser ordenados por áreas do sistema em questão ou por gravidade do problema.
  31. 31. Avaliação: Outras questões• Avaliação sem estar presente;• Medidas físicas e fisiológicas;• Avaliando a presença;• Avaliação em casa.
  32. 32. Referência• BENYON, David. Interação Humano- Computador. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2011

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