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  • 1. POPULAÇÃO<br />
  • 2. Evolução da População<br />
  • 3. Como Contar a População?<br />
  • 4. Indicadores Demográficos<br />
  • 5. A variação da população depende do número de nascimentos e do número de óbitos.<br />
  • 6.
  • 7. X 1000<br /> Óbitos < 1 ano<br /> Nº nascimentos<br />TMI =<br />Para que haja renovação de gerações é necessário que cada mulher fértil tenha pelo menos, em média, 2,1 filhos.<br />
  • 8.
  • 9. A NATALIDADE<br />
  • 10. Distribuição da Taxa de Natalidade<br />O continente africano, o Sul da Ásia e a América Latina, onde predominam os países em desenvolvimento, possuem as taxas de natalidade mais elevadas;<br />A Europa, a Rússia, a América do Norte, a Austrália e o Japão, que pertencem ao conjunto dos países desenvolvidos, registam as taxas de natalidade mais baixas.<br />
  • 11. O Comportamento da Natalidade<br />Enquanto que nos países desenvolvidos a taxa de natalidade tem vindo a descer drasticamente, apresentando hoje em dia, valores a rondar os 10%0, <br />Nos países em desenvolvimento pelo contrário, as taxas de natalidade continuam bastante elevadas, apresentando recentemente uma ligeira tendência para a diminuição. Ainda assim, a média ronda os 35 – 40%0.<br />
  • 12. Factores explicativos<br />Natalidade elevada(associada aos países em desenvolvimento):<br />- Tradição de famílias numerosas;<br />- Casamento precoce (entre os 15 e os 18 anos);<br />- Os filhos podem ser importantes para ajudar no trabalho familiar;<br />- A religião contesta o uso de contraceptivos e o recurso ao aborto;<br />- O analfabetismo dificulta o acesso à informação sobre planeamento familiar;<br />- A prática da poligamia.<br />Natalidade baixa(associada aos países desenvolvidos):<br />- A idade tardia do casamento;<br />- Melhoria do nível de vida e maior preocupação com a educação dos filhos;<br />- Entrada das mulheres no mercado de trabalho;<br />- Desejo de realização pessoal e profissional dos casais;<br />- Planeamento familiar e generalização do uso de contraceptivos;<br />-A redução das taxas de nupcialidade e o aumento das taxas de divórcio.<br />
  • 13. A MORTALIDADE<br />
  • 14. Distribuição da Taxa de Mortalidade<br />- É mais baixa na América do Norte e do Sul, na Europa, e na Oceânia.<br />- É mais elevada no continente africano e em alguns países asiáticos, que registam as maiores taxas de mortalidade.<br />
  • 15. O Comportamento da Mortalidade<br />Nos países desenvolvidos, a taxa de mortalidade começou a diminuir logo após à ocorrência da revolução industrial nos finais do século XVIII, devido a uma melhoria considerável das condições de vida da população. Nestes países, a tendência aponta para um aumento das taxas de mortalidade decorrentes do envelhecimento da população.<br />Nos países em desenvolvimento, as taxas de mortalidade só começaram a diminuir a partir de 1900, devido à ajuda internacional. Ainda assim, existe um número considerável de países (sobretudo africanos) que apresentam elevadas taxas de mortalidade.<br />
  • 16. Factores explicativos<br />Mortalidade elevada(associada aos países pobres):<br />- Deficiente assistência médica;<br />- Deficiência das infra-estruturas de saneamento básico;<br />- Escassez de alimentos e fome;<br />- Guerras e conflitos sociais;<br />- Catástrofes naturais e epidemias;<br />Mortalidade baixa(associada aos países desenvolvidos):<br />- Boa assistência médica;<br />- Boas condições sanitárias;<br />- Existência de uma alimentação equilibrada;<br />- Proibição do trabalho infantil;<br />- Elevado nível de vida das populações.<br />
  • 17. CRESCIMENTO<br />NATURAL<br />TAXA DE<br />
  • 18. Distribuição da Taxa de Crescimento Natural<br />
  • 19. <ul><li>A taxa de crescimento natural é muito elevada em África, no Sul da Ásia, no Médio Oriente e numa parte significativa da América Latina.
  • 20. Isto deve-se a taxas de natalidade elevadas e de taxas de mortalidade baixas, o que origina um elevado crescimento.
  • 21. A taxa de crescimento natural é muito baixa na América do Norte, na Europa no Norte e centro
  • 22. Esta situação resulta de uma taxa de natalidade baixa e de uma taxa de mortalidade baixa, o que resulta num crescimento natural baixo.</li></li></ul><li>A TAXA DE MORTALIDADE<br />INFANTIL<br />
  • 23. A Taxa de Mortalidade Infantil<br /><ul><li>É mais baixa na América do Norte, na Europa e na Oceânia, com valores abaixo dos 10%0.
  • 24. É mais elevada em alguns países asiáticos e africanos, que registam as maiores taxas de mortalidade infantil, nalguns casos, superiores a 100%0.</li></li></ul><li>Factores Explicativos<br />Nos Países Desenvolvidos a TMI é baixa<br />devido a:<br />- Melhoria na alimentação da mãe e do recém-nascido;<br /> - Desenvolvimento da medicina preventiva;<br /> - Melhoria das condições de higiene;<br /> - Os partos são assistidos em maternidades ou hospitais;<br /> - Alargamento das campanhas de vacinação;<br /> - Melhor assistência durante a gravidez e no parto.<br />Nos Países em Desenvolvimento a TMI é elevada <br />devido a:<br />- Deficientes condições de assistência materno-infantil;<br /> - Alimentação insuficiente e pobre em nutrientes;<br /> - Fracas condições de higiene;<br /> - Os partos são realizados em casa, assistidos por pessoas sem<br /> qualquer qualificação para o efeito e sem o mínimo de condições de<br /> higiene;<br /> - Inexistência de campanhas de vacinação;<br /> - Inexistência de assistência médica durante a gravidez e no parto.<br />
  • 25. Esperança Média de Vida<br />A ESPERANÇA<br />MÉDIA DE VIDA<br />
  • 26. Esperança Média de Vida<br /><ul><li> Tem aumentado em todo o mundo como consequência da diminuição da mortalidade;
  • 27. É mais elevada nos países desenvolvidos, EUA, Europa e Oceânia, chegando a atingir os 80 anos;
  • 28. É menor nos países em desenvolvimento, sobretudo do continente africano, pois as condições de vida ainda são más nestes países; nestes países a EMV é inferior a 55 anos.</li></li></ul><li>Diferenças entre os Sexos<br />Na maioria dos países a esperança média de vida das mulheres é superior à dos homens, no entanto, os países do Médio Oriente e do Sul da Ásia são uma excepção, devido ao estatuto inferior da mulher na sociedade.<br />Razões que justificam a EMV superior das mulheres:<br /><ul><li> Os homens são mais sujeitos a determinadas doenças devido ao tabagismo e ao consumo de álcool;
  • 29. Os homens têm mais acidentes de trabalho pois desempenham profissões de maior risco;
  • 30. As mulheres têm mais cuidados com a alimentação e saúde;</li></li></ul><li>O ÍNDICE DE<br />FECUNDIDADE<br />
  • 31. O índice de Fecundidade<br />
  • 32. Os Países Desenvolvidos<br /> Europa<br />América do Norte<br /> Japão<br /> Oceânia<br />BAIXA FECUNDIDADE<br />Inferior a 2,1 filhos/mulher<br />NÃO HÁ RENOVAÇÃO DE GERAÇÕES<br />ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO<br />
  • 33. Os Países em Desenvolvimento<br /> África<br />Sul da Ásia<br /> Médio Oriente<br />ELEVADA FECUNDIDADE<br />Superior a 4 filhos/mulher<br />A RENOVAÇÃO DE GERAÇÕES ESTÁ ASSEGURADA<br />EXCESSO DE POPULAÇÃO JOVEM<br />Que não é acompanhado pelo aumento das infra-estruturas básicas (escolas, hospitais, habitações, emprego, etc)<br />
  • 34. EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO<br />
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 38. Período designado por REGIME DEMOGRÁFICO PRIMITIVO.<br />
  • 39.
  • 40. Período da  REVOLUÇÃO DEMOGRÁFICA.<br />
  • 41. PERIODO  EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA.<br />
  • 42. A Estrutura Etária da População<br />
  • 43. ESTRUTURA ETÁRIA DA POPULAÇÃO<br />“COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO POR IDADES”<br />Grupos etários:<br />Classes Etárias: Conjunto da população com idades entre intervalos de cinco anos.<br />
  • 44.
  • 45. Como construir uma pirâmide de idades?<br />
  • 46. 1- Traçar dois eixos verticais paralelos, separados por 2 cm. Estes eixos corresponderão às classes etárias, sendo divididas em segmentos de 0,5 cm para cada escalão.<br />2- Traçar dois eixos horizontais, que partem da base dos eixos verticais já traçados; no eixo horizontal da esquerda estão representados os homens e no da direita as mulheres.<br /> Os valores podem ser quantitativos ou em percentagem, sendo preferível utilizar em percentagem para melhor se compararem populações com diferentes dimensões.<br />
  • 47. 3- Representa os valores em barras horizontais, de acordo com o quadro representado.<br />Nota:A pirâmide de Idades deve ser acompanhada por um título, onde será referido o espaço geográfico e o período de tempo.<br />
  • 48. PIRÂMIDES ETÁRIAS<br />“GRÁFICO DE BARRAS QUE REPRESENTA A POPULAÇÃO POR CLASSES ETÁRIAS E POR SEXOS”<br />TIPOS DE PIRÂMIDES ETÁRIAS<br />ENVELHECIDA<br />JOVEM<br />CARACTERÍSTICAS <br /><ul><li> Base estreita e topo alargado;
  • 49. Baixa taxa de Natalidade e Mortalidade;
  • 50. Fraco Índice de Fecundidade;
  • 51. Esperança Média de Vida elevada;
  • 52. Existência de classes ocas.</li></ul>CARACTERÍSTICAS <br /><ul><li> Base larga e topo estreito;
  • 53. Alta taxa de Natalidade;
  • 54. Alta taxa de Mortalidade;
  • 55. Grande Índice de Fecundidade;
  • 56. Esperança Média de Vida Baixa.</li></li></ul><li>
  • 57. PORTUGAL<br />No período de 2001 a 2009, Portugal cresceu a um ritmo fraco e decrescente.<br />O crescimento resulta quase exclusivamente do saldo migratório; o saldo<br />natural diminuto, torna-se, em média, negativo nos últimos três anos. A queda<br />da fecundidade agrava-se, permanecendo a níveis muito inferiores aos<br />necessários para renovar as gerações; a longevidade aumenta e os<br />respectivos efeitos na composição etária da população marcam o processo<br />do envelhecimento demográfico. A substancial redução do número de<br />casamentos e o forte acréscimo tanto dos nascimentos com coabitação dos<br />pais como dos divórcios e da idade média ao casamento confirmam os<br />novos modelos familiares no país<br />
  • 58. A estrutura etária da população portuguesa reflecte envelhecimento populacional;Nos próximos 25 anos o número de idosos poderá ultrapassar o dobro do número de jovens<br />
  • 59. POLITICAS DEMOGRÁFICAS], política antinatalista<br />países em vias de desenvolvimento<br />[taxa de natalidade elevada e taxa de mortalidade relativamente baixa<br /> crescimento verdadeiramente explosivo da sua população, o que constitui uma das principais causas do atraso económico destes países, além de ser gerador da fome, da miséria e de conflitos<br />sociais.<br />
  • 60. política natalista<br />Nos países desenvolvidos, <br />incentivando o aumento da taxa de natalidade, com vista a evitar a estagnação ou retrocesso demográfico<br />
  • 61.
  • 62. Esta análise é dramática e tem que ser invertida aumentando as políticas de apoio à maternidade em Portugal, como de resto já está a ser feito em outros países europeus. O que podemos fazer para aumentar a taxa de natalidade?* Generalização da rede pré-escolar pública a todas as crianças;* Aumento do subsídio de nascimento;* Penalização das empresas que despeçam trabalhadoras grávidas;* Incentivo às empresas com boas práticas no apoio as trabalhadoras;* Apoios às famílias numerosas;* Compatibilizar os horários escolares com os horários laborais;* Assistência médica sem taxas moderadoras para grávidas e crianças.<br />

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