Árvore dos problemas

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Apoio à realização de projectos

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  • 1. Metodologia de Planeamento de Projectos por Objectivos Autor da Bateria de slides/transparências: Rui Pena – Bee-Consulting Dezembro de 2004 Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu
  • 2. Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu 1ª sessão Segundo o Guia de Utilização Ver PROGRAMA DE FORMAÇÃO no Dossier Dinâmico ( http://www.arvoredeproblemas.com ) COLECÇÃO Nº 1: A andragogia no processo de intervenção organizacional/social.
  • 3. Objectivos Pedagógicos I
    • Reconhecer a importância da componente andragógica no processo de intervenção organizacional/social;
    • Diferenciar saberes técnico-científicos/formais de saberes práticos/informais;
    • Identificar os princípios da andragogia facilitadores da aprendizagem ;
    • Distinguir a Consultoria Formativa de outros modelos de intervenção clássicos.
  • 4. Princípios da Andragogia
    • Funcionalidade percebida;
    • Contextualização;
    • Motivação intrínseca;
    • Estruturação;
    • Explicitação dos objectivos;
    • Envolvimento nas actividades;
  • 5. Princípios da Andragogia (cont.)
    • Pedagogia do sucesso;
    • Feedback construtivo;
    • Interacção e prática;
    • Empatia;
    • Desenvolvimento da auto-eficácia.
  • 6. A Consultoria Formativa
    • Implica o envolvimento dos elementos detentores de saberes práticos nas actividades.
      • CONSULTOR = facilitador
      • CONSULTOR  instrutor
  • 7. A Consultoria Formativa
    • Implica o trabalho conjunto com os elementos envolvidos, em função de:
      • Da resolução de PROBLEMAS CONCRETOS;
      • RESULTADOS PRETENDIDOS;
      • Através de MEDIDAS a implementar .
      • CONSULTOR = facilitador
      • CONSULTOR  instrutor
  • 8. A Consultoria Formativa
    • Implica o aproveitamento das experiências dos diversos actores envolvidos:
      • Porque têm uma história pessoal, e profissional, “RICA”;
      • Porque têm saberes informais/práticos, que representam uma mais-valia para a intervenção;
      • Porque têm (sempre) papéis de responsabilidade que pretendem executar adequadamente.
      • CONSULTOR = facilitador
      • CONSULTOR  instrutor
  • 9. A Consultoria Formativa
    • Implica que seja clara a UTILIDADE da intervenção:
      • As medidas de cariz técnico-científico não têm uma UTILIDADE OBJECTIVA para não especialistas;
      • Por essa razão deverão ser estabelecidos RESULTADOS ESPERADOS.
      • CONSULTOR = facilitador
      • CONSULTOR  instrutor
  • 10. A Consultoria Formativa
    • Implica que seja um processo motivante:
      • O adulto gosta pouco de ser “obrigado”;
      • Por essa razão deve sentir que tem algo a ganhar.
      • CONSULTOR = facilitador
      • CONSULTOR  instrutor
  • 11. Princípios da MPPO
    • Princípio da participação;
    • A situação grupal torna os indivíduos mais criativos;
    • Orientação para objectivos;
    • Diagnóstico antes do Planeamento;
    • As técnicas de visualização possibilitam a visão partilhada do projecto;
    • O planeamento e a implementação não podem estar separados;
    • O contexto de intervenção é um sistema complexo.
  • 12. Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu 2ª sessão Segundo o Guia de Utilização Ver PROGRAMA DE FORMAÇÃO no Dossier Dinâmico ( http://www.arvoredeproblemas.com ) COLECÇÃO Nº 2: A MPPO como metodologia de intervenção organizacional/social.
  • 13. Objectivos Pedagógicos II
    • Identificar a MPPO como modelo facilitador da criação de espaços de troca de saberes;
    • Identificar os diferentes níveis de informação constantes nos outputs da MPPO;
    • Identificar a relação entre os outputs da MPPO.
  • 14. História da MPPO
    • Logical Framework Approach (LFA);
        • (instrumento de planeamento e gestão de projectos - início dos anos 70)
    • Objective-oriented project planning (OOPP) ;
        • (“Ciclo de Projectos”+“Árvore de Problemas”+LFA – anos 70/80)
    • Zielorientierte Projektplanung (ZOPP) ;
        • (aprofunda a “análise de objectivos e medidas” – anos 90)
  • 15. História da MPPO em Portugal
    • Aplicação da OOPP em ORGANIZAÇÕES ;
        • (a AEP foi pioneira + António Batista - fez um filme pedagógico para a
        • Seg. Social + MAPA = Método Aplicado de Planeamento e Avaliação )
    • MPPO – Metodologia de Planemaento de Projectos por Objectivos ;
        • (aprofunda a “análise de problemas, objectivos, medidas” +
        • aprofundamento da questão da participação – no seguimento dos
        • trabalhos feitos na AEP)
  • 16. O Ciclo de Projecto PLANEAMENTO DIAGNÓSTICO AVALIAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO
  • 17. O Ciclo de Projecto 1. Listagem de problemas 2. Árvore de Problemas 3. Quadro de Medidas 4. Matriz de Planeamento de Projecto diagnóstico planeamento implementação avaliação
  • 18. Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu 3ª sessão Segundo o Guia de Utilização Ver PROGRAMA DE FORMAÇÃO no Dossier Dinâmico ( http://www.arvoredeproblemas.com ) COLECÇÃO Nº 3: O diagnóstico segundo a MPPO.
  • 19. Objectivos Pedagógicos III
    • Escolher ferramentas de levantamento de problemas em função da especificidade do campo de intervenção;
    • Identificar o procedimento para efectuar o levantamento de problemas;
    • Distinguir “problema” de “objectivo”;
    • Identificar regras e critérios da definição dos “problemas”;
  • 20. Objectivos Pedagógicos III
    • Distinguir “problemas” de “medidas”;
    • Identificar as características do diagnóstico segundo a MPPO;
    • Identificar o procedimento de elaboração do diagnóstico;
    • Identificar os diferentes níveis de informação constantes do diagnóstico.
  • 21. 1. Diagnóstico
    • Definir o CAMPO DE INTERVENÇÃO;
    • Convocar actores-chave do campo de intervenção;
    • Auscultar os actores-chave;
    • Elaborar uma LISTA DE PROBLEMAS;
    • Construir uma “ÁRVORE DE PROBLEMAS”;
    • Validar a “ÁRVORE DE PROBLEMAS” junto dos actores-chave.
  • 22. 1. Diagnóstico Que problemas/ “ aspectos a melhorar” existem neste campo de Intervenção ? Muitos…, mas não sei se este é o melhor local para falar deles...
  • 23. Levantamento de problemas
    • Deve ser criado um espaço-tempo de abertura, honestidade e cooperação:
        • Sem preconceitos;
        • Sem conflitos;
        • Sem censura.
    • As ferramentas a utilizar devem privilegiar a INFORMALIDADE.
  • 24. Ferramentas de Levantamento de Problemas Reunião informal Reunião estruturada Entrevista informal Entrevista estruturada
  • 25. Tratamento da Listagem de Problemas
    • Depois de ter a lista...
          • analise-a cuidadosamente
    O que é problema e o que não é problema?
    • LISTA DE PROBLEMAS
    • Fdaddad
    • Sasdbakdb
    • Asdbakbdk
    • Asdjabkdjb
    • Asdjbkb
    • Sdadsadasd
    • dsadasdad
    • Asdadasda
    • Asdsadsad
  • 26. NOÇÕES CHAVE
    • PROBLEMA
        • “ Situação vivida no Campo de Intervenção da qual é perspectivada uma
        • melhoria possível e desejada”
    • OBJECTIVO
        • “ Situação desejada para o Campo de Intervenção, susceptível de ser
        • datada e mensurável”
    • MEDIDA
        • “ Meio a ser utilizado, que se traduz em ACÇÕES concretas, para
        • conseguir a passagem da situação PROBLEMA para a situação
        • OBJECTIVO”
  • 27. Análise de Problemas MELHORIA A OBTER SITUAÇÃO ACTUAL SITUAÇÃO DESEJADA
  • 28. Análise de Problemas MEDIDAS MELHORIA A OBTER ATRAVÉS DE… PROBLEMA OBJECTIVO
  • 29. Análise de Problemas
    • O problema é concreto?
    Os problemas têm de ser concretos. suposições juízos de valor Se há a suspeita de que alguém rouba dinheiro da caixa, não é problema . S e há dados contabilísticos nesse sentido, o problema é: “ Desfasamento de entradas e saídas de caixa ”
  • 30. Análise de Problemas
    • O problema é sustentado?
    Os problemas têm de ser sustentados. 0,01% de utentes insatisfeitos
  • 31. Análise de Problemas
    • O problema está na negativa?
    Têm de estar na negativa. Lubrificação dos equipamentos “ Má lubrificação dos equipamentos”
  • 32. Análise de Problemas
    • O problema está formulado de forma sintética?
    Têm que ser sintéticos. Alguns horários com muitos utentes e outros sem nenhuns Horários sobre-lotados
  • 33. Análise de Problemas
    • Depois de ter a lista reformulada...
          • apresente-a às pessoas que colaboraram consigo
          • na sua listagem
    Concorda com a lista de problemas?
    • LISTA DE PROBLEMAS
    • Fdaddad
    • Sasdbakdb
    • Asdbakbdk
    • Asdjabkdjb
    • Asdjbkb
    • Sdadsadasd
    • dsadasdad
    • Asdadasda
    • Asdsadsad
  • 34. DEFINIÇÕES
    • “ Árvore de Problemas”
        • “ Desenho da estrutura de relações de causalidade entre situações
        • PROBLEMA de um determinado campo de intervenção ”
    • “ Árvore de Objectivos”
        • “ Desenho da estrutura de relações de resolubilidade entre situações
        • OBJECTIVO de um determinado campo de intervenção”
  • 35. 1. Diagnóstico Vou estabelecer relações de causalidade entre problemas
  • 36. Construção da Árvore de Problemas
    • Coloque cada problema num post-it
    1 problema = 1 post-it Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação
  • 37. Construção da Árvore de Problemas
    • NOTA INTRODUTÓRIA:
    • Procurámos arranjar um exemplo pouco complexo para poder ser utilizado com fins pedagógicos.
    • Trata-se de um exemplo cujo CAMPO DE INTERVENÇÃO é uma Sala de Formação de um centro de formação.
    • Trata-se de um exemplo fictício.
  • 38. Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação
  • 39. Qual o problema que resulta da existência de todos os outros?
  • 40. A Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação
  • 41. Quais os problemas que contribuem DIRECTAMENTE para a existência do problema central?
  • 42. A Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação B C
  • 43. A Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação B C
  • 44. Problemas Terminais Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação Problema Central Problema de 1º nível Problema de 2º nível Problemas Terminais
  • 45. Está errado! Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação Perturbação da formação devido ao barulho Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Excesso de barulho exterior Falta de manutenção do ar condicionado
  • 46. Está errado! Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação Perturbação da formação devido ao barulho Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Excesso de barulho exterior Cadeiras sem suporte de braços
  • 47. Está errado! Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Baixa funcionalidade da sala de formação Más condições físicas da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação
  • 48. Como proceder… Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Baixa funcionalidade da sala de formação Más condições físicas da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação SITUAÇÃO REAL Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Baixa funcionalidade da sala de formação Más condições físicas da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação SITUAÇÃO CORRECTA
  • 49. SÍNTESE
    • Coloque cada problema num post-it;
    • Encontre o problema central;
    • Encontre os problemas que contribuem directamente para o problema central;
    • Encontre as “causas das causas”;
    • Valide a árvore.
  • 50. Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu 5ª sessão Segundo o Guia de Utilização Ver PROGRAMA DE FORMAÇÃO no Dossier Dinâmico ( http://www.arvoredeproblemas.com ) COLECÇÃO Nº 4: O Quadro de medidas como ferramenta de planeamento da MPPO.
  • 51. Objectivos Pedagógicos V
    • Identificar o valor da definição de objectivos para o planeamento de intervenções;
    • Identificar o procedimento de pesquisa das medidas a desenvolver na intervenção;
    • Construir um referencial para o relacionamento das medidas com a resolução dos problemas.
  • 52. Árvore de Objectivos Redução do barulho exterior Optimização da utilização da luz da sala Melhoria das condições físicas da sala de formação Melhoria da arrumação da mesa do formador Melhoria da funcionalidade da sala de formação Melhoria da satisfação com as condições da sala de formação Redução dos cheiros desagradáveis Melhoria da temperatura ambiente (Verão e Inverno) Melhoria da facilidade de deslocação dos formandos na sala
  • 53. Redução do barulho exterior Optimização da utilização da luz da sala Melhoria das condições físicas da sala de formação Melhoria da arrumação da mesa do formador Melhoria da funcionalidade da sala de formação Melhoria da satisfação com as condições da sala de formação Redução dos cheiros desagradáveis Melhoria da temperatura ambiente (Verão e Inverno) Melhoria da facilidade de deslocação dos formandos na sala Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação
  • 54. Redução do barulho exterior Optimização da utilização da luz da sala Melhoria das condições físicas da sala de formação Melhoria da arrumação da mesa do formador Melhoria da funcionalidade da sala de formação Melhoria da satisfação com as condições da sala de formação Redução dos cheiros desagradáveis Melhoria da temperatura ambiente (Verão e Inverno) Melhoria da facilidade de deslocação dos formandos na sala Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação Melhoria da satisfação com as condições da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação
  • 55. Construção do Quadro de Medidas
  • 56. Construção do Quadro de Medidas Excesso de barulho exterior Dificuldades na utilização da luz da sala (interruptor no exterior) Más condições físicas da sala de formação Mesa do formador desarrumada Baixa funcionalidade da sala de formação Satisfação aquém do possível com as condições da sala de formação Cheiros desagradáveis (alcatifa) Temperatura desadequada (Verão e Inverno) Dificuldades de deslocação dos formandos na sala de formação
  • 57. Pesquisa de MEDIDAS
    • Peça ajuda às pessoas que colaboraram consigo na listagem de problemas…
    Que medidas podemos arranjar para este “quadro”?...
  • 58. Tipos de MEDIDAS
      • Medidas técnicas;
      • Medidas de organização;
      • Medidas voltadas para o desenvolvimento de competências.
  • 59. Construção do Quadro de Medidas
  • 60. SÍNTESE
    • Transcreva os problemas terminais para o Quadro de Medidas;
    • Encontre medidas para a resolução dos problemas terminais;
    • Determine o contributo de cada medida para a resolução dos problemas;
    • Discuta e valide o quadro de medidas.
  • 61. Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu 7ª sessão Segundo o Guia de Utilização Ver PROGRAMA DE FORMAÇÃO no Dossier Dinâmico ( http://www.arvoredeproblemas.com ) COLECÇÃO Nº 5: Matriz de Planeamento de Projectos como ferramenta de planeamento da MPPO.
  • 62. Objectivos Pedagógicos VII
    • Preencher e utilizar a “Matriz de Planeamento de Projectos”.
  • 63. Matriz de Planeamento de Projecto Medidas/Actividades: Orçamento/Custos das Medidas: Resultados: Objectivo: Finalidade: Indicadores objectivamente verificáveis: Meios/Fontes de verificação: Pressupostos: Hierarquia de OBJECTIVOS
  • 64.  
  • 65. Linha das Actividades
  • 66. Linha das Actividades
  • 67. Razões para a orçamentação
    • Informar terceiros dos custos que estão associados ao projecto;
    • Ponderar a eficiência financeira de cada uma das medidas.
  • 68. Fontes para a orçamentação
    • Orçamentos de fornecedores;
    • Facturas pró-forma;
    • Catálogos;
    • Estimativa feita por actores conhecedores do mercado.
  • 69. Campo dos RESULTADOS
  • 70. INDICADORES DOS RESULTADOS
  • 71.  
  • 72. LINHA DOS RESULTADOS
  • 73. Campo do OBJECTIVO
  • 74. LINHA DO OBJECTIVO
  • 75. LINHA DO OBJECTIVO
  • 76. Campo da FINALIDADE Análise Envolvente
  • 77. INDICADORES DOS RESULTADOS
  • 78. INDICADORES DOS RESULTADOS
  • 79. PRESSUPOSTOS
    • Situações externas, que não são passíveis de controlar e que têm influência no projecto.
  • 80. Tipo de PRESSUPOSTOS
    • Pressupostos do Projecto;
    • Pressupostos dos Resultados;
    • Pressupostos do Objectivo;
    • Pressupostos da Finalidade.
  • 81. PRESSUPOSTOS do projecto
  • 82. Campos dos PRESSUPOSTOS
  • 83. SÍNTESE
    • Preencha as medidas a desenvolver;
    • Orçamente cada uma das medidas;
    • Apresente os meios de verificação do cálculo dos custos;
    • Estabeleça os resultados esperados com a implementação das medidas;
    • Defina indicadores quantificáveis e limitados no tempo para os resultados;
    • Identifique os meios de verificação do alcance dos resultados;
  • 84. SÍNTESE (cont.)
    • Defina o objectivo último do projecto
    • Estabeleça indicadores de alcance do objectivo último do projecto;
    • Determine os meios de verificação do alcance do objectivo;
    • Defina a finalidade do projecto
    • Estabeleça indicadores de alcance da finalidade do projecto;
    • Determine os meios de verificação do alcance da finalidade;
    • Estabeleça os pressupostos do projecto.
  • 85. Medidas/Actividades: Orçamento/Custos das Medidas: Resultados: Objectivo: Finalidade: Indicadores verificáveis: Meios/Fontes de verificação: Pressupostos: Hierarquia de OBJECTIVOS 1. Colocação de novo piso na sala de formação. 2. Colocação de vidros duplos nas janelas da sala. 3. Estb/to do Plano de Manutenção do ar condicionado. 4. Colocação de interruptor da luz no interior da sala. 5. Estudo de redefinição de LAY-OUT da sala. 6. Estudo sobre o nº adequado de pessoas p/ a sala. 7. Estb/to e implementação de proc. utilização da sala. 8. Aquisição de armário para material pedagógico. 9. Aquisição de móvel para transporte de equipa/tos. 1. …………………………… 1500 € 2. …………………………… 2000 € 3. …………………………… 200 €/ano 4. …………………………… 400 € 5. …………………………… custos internos 6. …………………………… custos internos 7. …………………………… custos internos 8. …………………………… 250 € 9. …………………………… 300 € TOTAL …………………… 4650 € 1. Orçamento (AENXO 1) 2. Orçamento (AENXO 2) 3. Orçamento (AENXO 3) 4. Orçamento (AENXO 4) 5. -- 6. -- 7. -- 8. Factura pró-forma (AENXO 5) 9. Factura pró-forma (AENXO 6) 1. 2. 3. 4. 5. Colaboração do Pessoal 6. Colaboração do Pessoal 7. Colaboração do Pessoal 8. 9. 1 - Redução dos cheiros desagradáveis na sala, a partir de 31.12.20XX 2;3 - Melhoria da temperatura ambiente (Verão e Inverno) , a partir de 30.11.20XX 3 - Redução do barulho exterior, a partir de 30.11.20XX 4; 5; 6;7;8;9 - Melhoria da funcionalidade da sala de formação, a partir de 30.11.20XX 1 - -- 2;3 – Resultados da reacção à formação 3 - Resultados da reacção à formação 4; 5; 6; 7; 8; 9 - -- -- Melhoria do índice de satisfação com as condições da sala de formação em 80%, a partir das acções a iniciar em Jan. de 20XX+1 Aumento da satisfação com as condições da sala em 80% Relatórios das Acções de Formação Relatório anual de actividades formativas Manutenção da qualidade da formação em termos pedagógicos Melhoria da Satisfação dos clientes com os serviços de formação Aumentar a satisfação dos clientes 5% Inquérito anual de satisfação dos clientes Leitura da Matriz
  • 86. Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu 8ª sessão Segundo o Guia de Utilização Ver PROGRAMA DE FORMAÇÃO no Dossier Dinâmico ( http://www.arvoredeproblemas.com ) COLECÇÃO Nº 6: Ferramentas auxiliares da MPPO.
  • 87. Objectivos Pedagógicos VIII
    • Utilizar o Diagrama de Gantt como ferramenta de acompanhamento de uma intervenção;
    • Utilizar o “Quadro de Actividades por Medida” como ferramenta de acompanhamento de uma intervenção;
    • Identificar os diferentes níveis de informação constantes na “Matriz de Planeamento de Projectos”;
    • Efectuar a avaliação da intervenção a partir dos outputs da MPPO.
  • 88. Leitura da Matriz Medidas/Actividades: Orçamento/Custos das Medidas: Resultados: Objectivo: Finalidade: Indicadores verificáveis: Meios/Fontes de verificação: Pressupostos: Hierarquia de OBJECTIVOS 1. Colocação de novo piso na sala de formação. 2. Colocação de vidros duplos nas janelas da sala. 3. Estb/to do Plano de Manutenção do ar condicionado. 4. Colocação de interruptor da luz no interior da sala. 5. Estudo de redefinição de LAY-OUT da sala. 6. Estudo sobre o nº adequado de pessoas p/ a sala. 7. Estb/to e implementação de proc. utilização da sala. 8. Aquisição de armário para material pedagógico. 9. Aquisição de móvel para transporte de equipa/tos. 1. …………………………… 1500 € 2. …………………………… 2000 € 3. …………………………… 200 €/ano 4. …………………………… 400 € 5. …………………………… custos internos 6. …………………………… custos internos 7. …………………………… custos internos 8. …………………………… 250 € 9. …………………………… 300 € TOTAL …………………… 4650 € 1. Orçamento (AENXO 1) 2. Orçamento (AENXO 2) 3. Orçamento (AENXO 3) 4. Orçamento (AENXO 4) 5. -- 6. -- 7. -- 8. Factura pró-forma (AENXO 5) 9. Factura pró-forma (AENXO 6) 1. 2. 3. 4. 5. Colaboração do Pessoal 6. Colaboração do Pessoal 7. Colaboração do Pessoal 8. 9. 1 - Redução dos cheiros desagradáveis na sala, a partir de 31.12.20XX 2;3 - Melhoria da temperatura ambiente (Verão e Inverno) , a partir de 30.11.20XX 3 - Redução do barulho exterior, a partir de 30.11.20XX 4; 5; 6;7;8;9 - Melhoria da funcionalidade da sala de formação, a partir de 30.11.20XX 1 - -- 2;3 – Resultados da reacção à formação 3 - Resultados da reacção à formação 4; 5; 6; 7; 8; 9 - -- -- Melhoria do índice de satisfação com as condições da sala de formação em 80%, a partir das acções a iniciar em Jan. de 20XX+1 Aumento da satisfação com as condições da sala em 80% Relatórios das Acções de Formação Relatório anual de actividades formativas Manutenção da qualidade da formação em termos pedagógicos Melhoria da Satisfação dos clientes com os serviços de formação Aumentar a satisfação dos clientes 5% Inquérito anual de satisfação dos clientes
  • 89. Quadro de Actividades por Medida
    • Para cada medida/actividade (ou acção a desenvolver) é apresentado:
    • O resultado;
    • O orçamento;
    • Os intervenientes;
    • O tempo necessário para participação dos intervenientes;
    • O timing da execução.
  • 90. QUADRO DE ACTIVIDADES POR MEDIDA As MEDIDAS são aqui sistematizadas nas diversas ACÇÕES para a sua concretização…
  • 91. QUADRO DE ACTIVIDADES POR MEDIDA É apresentado o PROBLEMA que é suposto resolver com um conjunto de ACÇÕES…
  • 92. QUADRO DE ACTIVIDADES POR MEDIDA São apresentados os NOMES dos intervenientes/ responsáveis pelas diversas ACÇÕES…
  • 93. QUADRO DE ACTIVIDADES POR MEDIDA É apresentado o “TEMPO” que vai ser necessário disponibilizar pelos intervenientes/ responsáveis para executar as ACÇÕES…
  • 94. QUADRO DE ACTIVIDADES POR MEDIDA São apresentados os custos das actividades…
  • 95. QUADRO DE ACTIVIDADES POR MEDIDA … e por fim a data para a sua realização…
  • 96. Diagrama de GANTT
    • “ Põe em perspectiva, no tempo, as diferentes acções do projecto.”
    • (Maders, 2001)
  • 97. Diagrama de Gantt 1. Colocação de novo piso na sala de formação. MEDIDAS 20XX 1.1 Elaboração de Caderno de Encargos 1.2 Contactos com fornecedores … 2. Colocação de vidros duplos nas janelas da s. 1.1 Elaboração de Caderno de Encargos 1.2 Contactos com fornecedores … 2. Esta/to do Plano de Man. do ar condicionado. 1.1 Análise das necessidades de man. do a-c. 1.2 Elaboração de Caderno de Encargos … Set. Out. Nov. Dez.
  • 98. MPPO FIM
  • 99. Projecto Co-financiado por: Governo da República Portuguesa União Europeia Fundo Social Europeu BIBLIOGRAFIA BELET, D., Mudar os comportamentos de gestão pela formação: para uma Andragogia da Gestão , Cadernos FORCE, AEP, 1991 BELET, D., Função consultoria e apoio à gestão empresarial: o apoio dos consultores aos dirigentes de PME , Cadernos FORCE, AEP, 1994 BUCKLEY, R., CAPLE, J., Formação Individual e Coaching , Col. Formador Prático, Ed. Monitor, 1998 LEITE, J., O Perfil do Consultor PME , Cadernos PME nº 2, AEP, 1999 MADERS, H-P., e outros, A gestão de um projecto de organização – guia metodológico para a direcção de um projecto organizativo , Edições CETOP, Col. Pensar a Gestão, 2001 MUCHIELLI, R., O Trabalho em Equipe , Ed. Martins Fontes Editora, 1975 Pena, R., Casos de Sucesso – Cadernos Temáticos PRONACI, AEP, Porto, 2003 Pena, R., Metodologia da Árvore de Problemas - Ficha Técnica PRONACI, AEP, Porto, 2000 Pena, R., Modelo de intervenção do Programa FORMAÇÃO PME , AEP, Porto, 2002 Pena, R., MPPO – A Árvore de Objectivos e alguns exemplos de boas práticas - Ficha Técnica PRONACI, AEP, Porto, 2002 Pena, R. e col., Manual do formando – MPPO , Ed. Bee-Consulting, Porto, 2005 Endereços Electrónicos ( Internet ) www.arvoredeproblemas.com www.gtz.de/ (pesquisar “ZOOP”) http:// www. gopp .org/ - GOPP Moderators Association