SemináRio[1]..

14,329 views
14,028 views

Published on

Published in: Technology, Travel
0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
14,329
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
40
Actions
Shares
0
Downloads
165
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

SemináRio[1]..

  1. 1. Anatomia Fisiológica dos Órgãos Sexuais Masculinos
  2. 2. Espermatogênese e Meiose <ul><li>Processo de formação dos espermatócitos a partir das espermatogônias; </li></ul><ul><li>Ocorre nos túbulos seminíferos; </li></ul><ul><li>Acontece por estímulos dos hormônios gonadotrópicos da glândula hipófise anterior; </li></ul><ul><li>Espermiogênese refere-se ao processo de transformação das espermátides em espermatócitos; </li></ul><ul><li>Meiose é o processo de divisão em que espermatócitos primários se dividem em secundários, que formam espermátides que se tornam espermatozóides. </li></ul>
  3. 3. Espermatozóide <ul><li>Espermatogônia = 23x e 23y; </li></ul><ul><li>Cromossomo x =feminino; </li></ul><ul><li>Cromossomo y = masculino; </li></ul><ul><li>Durante a divisão meiótica, cada espermátide recebe um cromossomo que vai identificá-lo como esperma masculino ou feminino. </li></ul><ul><li>As espermátide se diferenciam rapidamente e se alongam formando espermatozóides; </li></ul><ul><li>Divisão do espermatozóide. </li></ul>
  4. 4. Hormonios que Estimulam a Espermatogênese <ul><li>Testosterona; </li></ul><ul><li>Hormônio Luteinizante (LH); </li></ul><ul><li>Hormônio Folículo-estímulante (FSH); </li></ul><ul><li>Os Estrôgenos; </li></ul><ul><li>Hormônio do Crescimento. </li></ul>
  5. 5. Epidídimo
  6. 6. Epidídimo <ul><li>Pequeno ducto que coleta e armazena os espermatozóides produzidos pelos testículos . Localiza-se atrás do testículo, no saco escrotal, e desemboca na base do ducto deferente, o canal que conduz os espermatozóides até a próstata. </li></ul>
  7. 7. Fisiologia do Espermatozóide Maduro. Os espermatozóides normais móveis e férteis são capazes de apresentar movimentos flagelares através de um meio líquido com velocidades de 1 a 4 mm/min.
  8. 8. Função das vesículas seminais. Cada vesícula seminal é um tubo tortuoso revestido por um epitélio secretório que secreta material mucoso contendo frutose, ácido cítrico e outras substâncias nutritivas em abundância, assim como grandes quantidades de prostaglandinas e fibrinogênio.
  9. 9. Função da Próstata
  10. 10. Função da Próstata <ul><li>A próstata secreta um líquido fino, leitoso, que contém cálcio, íon fosfato, uma enzima de coagulação e uma pró-fibrionolisina. </li></ul>
  11. 11. Sêmen <ul><li>O sêmen que é ejaculado durante o ato sexual masculino é composto de líquido e espermatozóides do canal deferente </li></ul><ul><li>(aproximadamente 10% do total), líquido das vesículas seminais (quase 60%), líquido da próstata (aproximadamente 30%). </li></ul>
  12. 12. CAPACITAÇÃO DO ESPERMATOZÓIDE PARA PENETRAR NO OVÓCITO <ul><li>Mesmo considerados maduros, sua atividade é mantida sob controle por fatores inibitórios múltiplos secretados pelo epitélio do ducto genital, sendo incapazes (inicialmente) de desempenhar sua função fertilizante. </li></ul><ul><li>No contato com o líquido do TGF. Ocorrem várias mudanças que ativam o espermatozóide para os processos finais de fertilização. </li></ul><ul><li>Mudanças que ocorrem de 1 a 10hs após a ejaculação. </li></ul>
  13. 13. CAPACITAÇÃO DO ESPERMAÓZÓIDE PARA PENETRAR NO OVÓCITO <ul><li>Mudanças ocorridas: </li></ul><ul><li>1- Os fatores inibitórios são arrastados pelos líquidos das Trompas de Falópio e uterina; </li></ul><ul><li>2- Enquanto no líquido dos ductos genitais masculinos presença de muito colesterol. Quando depositados na vagina movem-se para cima afastando-se das vesículas de colesterol. Acrossomo se torna fraco; </li></ul><ul><li>3- Aumento na absorção do cálcio pela membrana. Mudando o movimento do flagelo de ondulante e fraco para um chicotear. Os íons cálcio também favorecem a liberação das enzimas pelo acrossomo para facilitar sua entrada no ovócito. </li></ul>
  14. 14. ACROSSOMO <ul><li>Possui grandes quantidades de enzimas proteolíticas e hialuronidase; </li></ul><ul><li>A hialuronidase abre caminhos entre as células granulosas para que o espermatozóide possa atingir o óvulo; </li></ul><ul><li>Enzimas proteolíticas são liberadas quando o espermatozóide atinge a zona pelúcida e a sua membrana anterior liga-se as proteínas receptoras da zona pelúcida. </li></ul>
  15. 15. ATO SEXUAL MASCULINO <ul><li>Estímulo neuronal para o desempenho sexual; </li></ul><ul><li>Elemento psíquico do estímulo sexual masculino; </li></ul><ul><li>Integração do ato sexual masculino na medula espinhal. </li></ul>
  16. 16. ESTÁGIOS DO ATO SEXUAL MASCULINO <ul><li>Ereção peniana – o papel dos nervos parassimpáticos; </li></ul><ul><li>Primeiro EFEITO do estímulo sexual masculino e seu grau é proporcional ao estímulo, seja psíquico ou físico; </li></ul><ul><li>Fibras parassimpáticas liberam óxido nítrico e/ou peptídeo intestinal vasoativo, além da acetilcolina; </li></ul><ul><li>Óxido nítrico- relaxa as artérias do pênis e as fibras musculares lisas no tecido erétil dos corpos cavernosos e corpos esponjosos; </li></ul>
  17. 17. ESTÁGIOS DO ATO SEXUAL MASCULINO <ul><li>Lubrificação – uma função parassimpática. </li></ul><ul><li>induzem a secreção mucosa pelas glândulas uretrais e bulbouretrais; </li></ul><ul><li>Flui através da uretra auxiliando na lubrificação durante o ato sexual; </li></ul><ul><li>Lubrificação maior pelos órgãos sexuais femininos; </li></ul><ul><li>Emissão e ejaculação – função dos nervos simpáticos </li></ul><ul><li>Clímax do ato sexual; </li></ul><ul><li>Centros reflexos da medula espinal emitem impulsos simpáticos </li></ul>
  18. 18. TESTOSTERONA E OUTROS HORMÔNIOS SEXUAIS MASCULINOS
  19. 19. SECREÇÃO, METABOLISMO E QUÍMICA DOS HORMÔNIOS SEXUAIS MASCULINOS <ul><li>Células intersticiais de Leydig são responsáveis pela formação da testosterona. </li></ul><ul><li>São praticamente inexistentes na infância, no entanto, são numerosas no recém-nascido e no homem adulto. </li></ul><ul><li>Secreção de androgênios em outros locais do corpo, além dos testículos. Ex: glândulas adrenais. </li></ul><ul><li>A testosterona secretada é transportada por albumina (fracamente), ou por uma betaglobulina (fortemente) chamada globulina ligada ao hormônio sexual . </li></ul><ul><li>A excreção ocorre normalmente com testosterona que não ficou ligada aos tecidos-alvos ( próstata, genitália externa). </li></ul><ul><li>A testosterona ligada fortemente é convertida em diidrotestosterona nos órgâos-alvos, enquanto a porção livre e degradada e excretada. </li></ul>
  20. 20. FUNÇÕES DA TESTOSTERONA <ul><li>Principal função: Desenvolver características que diferenciam o corpo masculino do feminino. </li></ul><ul><li>Produção: </li></ul><ul><li>Moderada na vida fetal; </li></ul><ul><li>Diminuída na infância; </li></ul><ul><li>Aumentada na vida adulta; </li></ul><ul><li>Diminui até 50% dos valores máximos na vida adulta. </li></ul>
  21. 21. FUNÇÕES DA TESTOSTERONA NO PERÍODO FETAL <ul><li>Promove a formação das características de um corpo masculino. </li></ul><ul><li>Externamente: pênis e escroto; </li></ul><ul><li>Internamente: próstata, vesículas seminais, e ductos genitais masculinos. </li></ul><ul><li>Inibe a formação dos genitais femininos. </li></ul><ul><li>Descida dos testículos para o saco escrotal durante os últimos 2 a 3 meses de gestação. </li></ul>
  22. 22. EFEITO DA TESTOSTERONA SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS CARACTERÍSTICAS SEXUAIS ADULTAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS <ul><li>Características Primárias: aumento do pênis, saco escrotal e testículos. </li></ul><ul><li>Características Secundárias: </li></ul><ul><li>Distribuição dos pêlos corporais, crescimento e abundância: </li></ul><ul><li>Púbis; </li></ul><ul><li>Região abdominal e torácica; </li></ul><ul><li>Face; </li></ul><ul><li>Costas. </li></ul>
  23. 23. EFEITO DA TESTOSTERONA SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS CARACTERÍSTICAS SEXUAIS ADULTAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS <ul><li>Calvície: redução do crescimento de cabelos no topo da cabeça. </li></ul><ul><li>Efeito sobre a voz por hipertrofia da mucosa laríngea e alargamento da laringe. </li></ul><ul><li>Aumenta a espessura a pele do corpo, tornando-o rígido e aumenta a taxa de secreção das glândulas sebáceas = acne. </li></ul><ul><li>Aumento da formação de proteínas e do desenvolvimento muscular. </li></ul>
  24. 24. EFEITO DA TESTOSTERONA SOBRE O DESENVOLVIMENTO DAS CARACTERÍSTICAS SEXUAIS ADULTAS PRIMÁRIAS E SECUNDÁRIAS <ul><li>Na puberdade, os ossos crescem consideravelmente mais espessos e retém sais de cálcio = tamanho e força. </li></ul><ul><li>Aumento do metabolismo basal. Tem efeito direto na produção de hemácias. </li></ul><ul><li>Efeito sobre o equilíbrio hidroeletrolítico. </li></ul>
  25. 25. CONTROLE DA FUNÇÕES SEXUAIS MASCULINAS DOS HORMÔNIOS HIPOTALÂMICOS E DA HIPÓFISE ANTERIOR <ul><li>Hipotálamo = GnRH - hormônio liberador de gonadotrofina / hipófise anterior = hormônios gonadotrópicos – LH (hormônio Luteinizante ) e FSH (hormônio folículo-estimulante). </li></ul><ul><li>produção de testosterona é diretamente proporcional a disponibilidade de LH. </li></ul><ul><li>Inibição da secreção de LH e FSH da hipófise anterior pela testosterona – controle por Feedback negativo . </li></ul><ul><li>Controle das atividades dos túbulos seminíferos por Feedback negativo – o papel do hormônio inibina . </li></ul>
  26. 26. CONTROLE DA FUNÇÕES SEXUAIS MASCULINAS DOS HORMÔNIOS HIPOTALÂMICOS E DA HIPÓFISE ANTERIOR <ul><li>Fatores psicológicos também afetam a secreção de GnRH e a atividade sexual; </li></ul><ul><li>O hCG estimula a secreção de testosterona dos testículos do feto; </li></ul><ul><li>No início da puberdade a secreção de GnRH hipotalâmico supera a inibição infantil; </li></ul><ul><li>Climatério masculino é a redução da função sexual masculina. Sintomas: ondas de calor, sufocação e distúrbios psíquicos. </li></ul>
  27. 27. Fisiologia Feminina antes da Gravidez e Hormônios Femininos
  28. 28. Órgãos Reprodutor Feminino
  29. 29. Anatomia Fisiológica dos Órgãos Sexuais Femininos <ul><li>A reprodução começa com o desenvolvimento dos óvulos nos ovários; </li></ul><ul><li>No meio de cada Ciclo Mensal, um único óvulo é expelido; </li></ul><ul><li>Fertilizado - óvulo implanta-se no útero, onde se desenvolve em um feto; </li></ul><ul><li>Durante a vida fetal, parte externa do ovário está coberta por epitélio germinativo. </li></ul>
  30. 30. SISTEMA HORMONAL FEMININO GnRH FSH E LH Estrogênio E Progesterona Hipotálamo Hipófise anterior Ovário
  31. 31. FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO SISTEMA HORMONAL FEMININO <ul><li>A regulação hormonal se dá por um mecanismo de feedback, em que a produção de hormônios por uma glândula interfere na produção hormonal de outra. </li></ul><ul><li>Os diferentes hormônios são secretados em quantidades acentuadamente diferentes nas diversas fases do ciclo menstrual. </li></ul>
  32. 33. Ciclo Ovariano Mensal <ul><li>Dura em média 28 dias; </li></ul><ul><li>Pode ser curto 20 dias ou longo 45 dias; </li></ul><ul><li>Apenas um óvulo é liberado a cada mês; </li></ul><ul><li>O endométrio uterino se prepara antecipadamente para a receber o óvulo; </li></ul><ul><li>Os ovários contêm milhares de folículos nos quais se encontra o número de óvulos; </li></ul><ul><li>O primeiro Ciclo Menstrual é chamado menarca. </li></ul>
  33. 34. FASE PROLIFERATIVA OU PRÉ-OVULATÓRIA Tem a duração aproximada de 10 a 14 dias. Há um predomínio do estrogênio. FASE LUTEÍNICA OU PÓS-OVULATÓRIA Dura normalmente 14 dias. O folículo rompido transforma-se em corpo lúteo (corpo amarelo). Há um predomínio de progesterona. Ocorre no 14º dia do Ciclo e grande quantidade de LH é secretado na hipófise anterior. FASE OVULATÓRIA
  34. 35. FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO
  35. 36. Hormônios ovarianos Estrogênios e Progestinas <ul><li>Funções: Estrogênios: Crescimento e Proliferação Progestinas: Importantes na Gravidez a Lactação </li></ul><ul><li>Estrogênios estão presentes no plasma da mulher B-estradiol, Estrona e Estriol. </li></ul><ul><li>  Síntese: São sintetizados nos ovários principalmente pelo colesterol proveniente do sangue e em menor quantidade pela AcetilCoA. </li></ul><ul><li>  Transporte: Ligados a albumina plasmática, às globulinas especificas de ligação de estrogênio e transporte. </li></ul>
  36. 37. <ul><li>Hormônios Ovarianos </li></ul><ul><li>Estrogênios e Progestinas </li></ul><ul><li>Sofrem degradação no fígado com formação de glicoronídeos e sulfatos. </li></ul><ul><li>Efeito sobre o Útero e órgãos sexuais externos: </li></ul><ul><li>Na meninice são secretados em pequenas quantidades após a puberdade a secreção é aumentado 20x. </li></ul><ul><li>Crescimento e Proliferação dos órgãos sexuais e de outros tecidos relacionados a reprodução </li></ul>
  37. 38. Hormônios Ovarianos Estrogênio <ul><li>Efeitos sobre a pele: </li></ul><ul><li>Os estrogênios fazem com que a pele adquira uma textura macia e geralmente lisa. </li></ul><ul><li>Efeitos sobre o equilíbrio eletrolítico: </li></ul><ul><li>Causam retenção de água e de sódio </li></ul>
  38. 39. <ul><li>  Hormônios Ovarianos </li></ul><ul><li>Progesterona </li></ul><ul><li>Funções da Progesterona:   </li></ul><ul><li>Principal função consistem em promover alterações secretoras do endométrio uterino preparando o útero para a implantação do ovo fertilizado. </li></ul><ul><li>Efeito sobre as trompas do falópio: </li></ul><ul><li>alterações secretoras no revestimento mucoso. </li></ul><ul><li>Efeito sobre as mamas: </li></ul><ul><li>Preparação para lactação. </li></ul>
  39. 40. Hormônios Ovarianos Progesterona <ul><li>Efeito sobre o esqueleto : </li></ul><ul><li>Provocam aumento da atividade osteoblástica; </li></ul><ul><li>Na puberdade quando a mulher entra em seus anos reprodutivos a velocidade de crescimento fica acelerada. </li></ul><ul><li>Efeito sobre o equilíbrio hidroeletrolítico: </li></ul><ul><li>excreção de água e sódio </li></ul>
  40. 41. CICLO ENDOMETRIAL <ul><li>Fase Proliferativa (estrogênica); </li></ul><ul><li>Fase Secretora (progestacional); </li></ul><ul><li>Menstruação; </li></ul>
  41. 42. <ul><li>Puberdade refere-se ao inicio da vida sexual adulta. </li></ul><ul><li>Caracteriza-se por aumento gradual da secreção de estrogênio, pelos folículos em desenvolvimento, estimulado pelas concentrações crescentes de FSH e de LH da hipófise. </li></ul><ul><li>Menarca refere-se ao início da menstruação. </li></ul><ul><li>Marca o início do primeiro ciclo do sistema, embora, em geral, não ocorra ovulação durante os primeiros ciclos. </li></ul>Puberdade,Menarca e Menopausa
  42. 43. TAXA DE SECREÇÃO TOTAL DE HORMÔNIO DURANTE A VIDA SEXUAL DO HOMEM E DA MULHER
  43. 44. <ul><li>Menopausa – Refere-se ao período durante o qual cessam os ciclos e os níveis dos hormônios ovarianos caem para valores mínimos. </li></ul><ul><li>A cessação dos ciclos resulta da presença de número inadequado de folículos primários no ovário para responder ao efeito estimulante do FSH. </li></ul><ul><li>Conseqüências – a dinâmica secretora de estrogênio durante a primeira parte do ciclo é inapropriada para deflagrar o surto de LH, não ocorrendo a ovulação. Na ausência de inibição, a secreção de LH e de FSH continua em níveis muito elevados durante muitos anos após a menopausa. </li></ul>
  44. 45. SECREÇÃO DO ESTROGÊNIO DURANTE A VIDA SEXUAL DA MULHER
  45. 46. O ATO SEXUAL FEMININO <ul><li>Tanto a estimulação psíquica quanto a estimulação sensorial local são importantes para o desempenho satisfatório do ato sexual feminino. </li></ul><ul><li>O desejo sexual é afetado, em certo grau, pelos níveis de estrogênio e de testosterona na mulher. </li></ul>
  46. 47. <ul><li>O desejo pode ser mais intenso poucos dias antes da ovulação, quando a secreção de estrogênio pelo folículo é máxima. </li></ul><ul><li>A estimulação sexual local na mulher ocorre mais ou menos da mesma maneira que no homem porque a massagem e outros tipos de estimulação da vulva, vagina e outras regiões perineais podem criar sensações sexuais. A glande clitóris é especialmente sensível ao início das sensações sexuais. </li></ul>
  47. 48. FERTILIDADE FEMININA <ul><li>A fertilidade feminina depende do momento apropriado de ocorrência da ovulação, da capacidade dos espermatozóides de alcançarem o óvulo na trompa de falópio dentro de 24 horas após a ovulação, e da capacidade de implantação e de sobrevivência do zigoto no endométrio. </li></ul>

×