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Aulas - Tecnologia I - 2009 - Prof. Sergio.Jr

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  1. 1. INFORMÁTICA II Tópicos e Introdução Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  2. 2. Ementa <ul><li>A informática e seu aspecto estratégico para as organizações </li></ul><ul><li>Entender o que é ser um empreendedor </li></ul><ul><li>Desenvolver a habilidade de defesa de seus projetos </li></ul><ul><li>Informática como fator crítico de sucesso </li></ul><ul><li>Estudo e análise da Administração de Informática </li></ul><ul><li>Conceitos de Computação </li></ul><ul><li>Elementos de Sistemas </li></ul><ul><li>Sistemas de Atualização de Investimentos e de Automação </li></ul><ul><li>Construção de planilhas eletrônicas </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  3. 3. Bibliografia Básica <ul><li>CAMARA, F. Informática corporativa: conceitos, termos e siglas . Florianópolis: Visual Books, 2001 </li></ul><ul><li>Haberknorn, E. Gestão Empresarial com ERP. Ed. Microsiga Intelligence 2005 </li></ul><ul><li>Haberknorn, E. Teoria do ERP – Enterprise Resource Planning. Ed. Microsiga Intelligence 1995 </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  4. 4. Bibliografia Complementar <ul><li>PEREIRA, A. Vendendo Software. Ed. Novatec, 2004. </li></ul><ul><li>LAURINDO, F. J. B. Tecnologia da Informação – Eficácia nas Organizações. Ed. Futura 2002 </li></ul><ul><li>WEINBERG, G. M. Consultoria o Segredo do Sucesso . Mc Graw Hill, 1990. </li></ul><ul><li>GOLDRATT, E. M. A Meta – um processo de melhoria contínua. Ed. Jeff Cox, 2003 </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  5. 5. Tecnologia de Informação <ul><li>Tudo aquilo que pode ser utilizado para obter, armazenar, tratar, comunicar e disponibilizar a informação </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  6. 6. TI E ESTRATÉGIA McFarlan’s Grid Prof. Sergio.Jr
  7. 7. Papéis da TI na Estratégia Empresarial <ul><li>Support </li></ul><ul><ul><li>Atividades de suporte a tarefas </li></ul></ul><ul><ul><li>Rotinas automatizadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Ex.: Automação de Escritório </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  8. 8. Papéis da TI na Estratégia Empresarial <ul><li>Enabler </li></ul><ul><ul><li>Habilitador das estratégias definidas </li></ul></ul><ul><ul><li>Forte uso de tecnologia </li></ul></ul><ul><ul><li>Ex.: e-Commerce </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  9. 9. Papéis da TI na Estratégia Empresarial <ul><li>Driver </li></ul><ul><ul><li>Tecnologia direcionando a Estratégia </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso intensivo de TI, altamente integrada à operação </li></ul></ul><ul><ul><li>Ex.: Zoho, Submarino.com, Amazon </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  10. 10. Alinhamento TI x Negócio I <ul><li>Varia de quatro formas diferentes </li></ul><ul><ul><li>Suporte </li></ul></ul><ul><ul><li>Fábrica </li></ul></ul><ul><ul><li>Transição </li></ul></ul><ul><ul><li>Estratégico </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  11. 11. McFarlan’s Grid Prof. Sergio.Jr Norlan e McFarlan (2005) Impacto Futuro Defensivo Ofensivo http://profsergiojr.wordpress.com
  12. 12. McFarlan’s Grid Fábrica <ul><li>Quando os sistemas caem, perde-se negócios </li></ul><ul><li>A maior parte dos negócios principais é feito através de S.I. </li></ul><ul><li>Investimentos em TI focados em manutenção dos negócios </li></ul><ul><li>Ex.: Companhias aéreas </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr Norlan e McFarlan (2005)
  13. 13. McFarlan’s Grid Suporte <ul><li>A interrupção dos serviços não gera grandes dramas para o negócio </li></ul><ul><li>Sistemas lentos não geram grandes impactos (normalmente, são mesmo lentos) </li></ul><ul><li>O trabalho pode ser facilmente revertido para o “modo manual” </li></ul><ul><li>Investimentos em TI focados em manutenção </li></ul><ul><li>Ex.: Manufaturas tradicionais </li></ul>Prof. Sergio.Jr Norlan e McFarlan (2005) http://profsergiojr.wordpress.com
  14. 14. McFarlan’s Grid Transição <ul><li>Há a expectativa por novos sistemas, mas ainda estão em um horizonte futuro </li></ul><ul><li>TI promete redução de custos e transformações de negócios </li></ul><ul><li>Os níveis de investimentos em TI se elevam </li></ul><ul><li>Ex.: e-Commerce </li></ul>Prof. Sergio.Jr Norlan e McFarlan (2005) http://profsergiojr.wordpress.com
  15. 15. McFarlan’s Grid Estratégico <ul><li>A importância da TI para a operação atual é extremamente alta </li></ul><ul><ul><li>Impactos do tempo de resposta imediatos </li></ul></ul><ul><ul><li>Quedas dos serviços geram grandes perdas </li></ul></ul><ul><li>Custos e mudanças futuras fortemente influenciadas pela TI </li></ul><ul><li>Ex.: Bancos, seguradoras </li></ul>Prof. Sergio.Jr Norlan e McFarlan (2005) http://profsergiojr.wordpress.com
  16. 16. TI E ESTRATÉGIA Estratégias Genéricas de Porter Prof. Sergio.Jr
  17. 17. Estratégia Competitiva <ul><li>“ Ações ofensivas ou defensivas para criar uma posição defensável em uma indústria, para enfrentar com sucesso as cinco forças competitivas e, assim, obter um retorno sobre o investimento maior para a empresa ” </li></ul><ul><li>Porter, 1991, p. 49 </li></ul>Prof. Sergio.Jr
  18. 18. 5 Forças de Mercado Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com Fornecedores Concorrentes Novos Entrantes Substitutos Clientes
  19. 19. 5 Forças de Mercado <ul><li>Quanto maiores as forças, menor a atratividade do mercado </li></ul><ul><li>Forças muito fracas podem indicar um mercado monopolista, onde os ganhos da empresa são superiores </li></ul><ul><li>Atenção : a unidade de análise das 5 Forças de Mercado é o setor , não a empresa </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  20. 20. Estratégias Competitivas Genéricas <ul><li>Liderança em custo </li></ul><ul><li>Diferenciação </li></ul><ul><li>Nicho ou Enfoque </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  21. 21. Estratégias Competitivas Genéricas <ul><li>Liderança em custo </li></ul><ul><ul><li>Foco em processos </li></ul></ul><ul><ul><li>Low cost, low fare </li></ul></ul><ul><ul><li>Ganhos de escala </li></ul></ul><ul><ul><li>Curva de experiência </li></ul></ul><ul><ul><li>Minimização de custos </li></ul></ul><ul><ul><li>Acesso favorável a recursos </li></ul></ul><ul><ul><li>Vantagem de negociação </li></ul></ul><ul><ul><li>Guerra de preços </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  22. 22. Estratégias Competitivas Genéricas <ul><li>Diferenciação </li></ul><ul><ul><li>Foco em produto </li></ul></ul><ul><ul><li>Pode reduzir a parcela de mercado potencial </li></ul></ul><ul><ul><li>Preço Premium </li></ul></ul><ul><ul><li>Sentimento de exclusividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualidade de produto </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr
  23. 23. Estratégias Competitivas Genéricas <ul><li>Nicho </li></ul><ul><ul><li>Foco em mercado </li></ul></ul><ul><ul><li>Atendimento de demandas muito específicas </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Buracos de mercado” </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Alvo estratégico estreito </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concentração de esforços </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Alta redução da parcela de mercado potencial </li></ul></ul><ul><ul><li>Interessante para empresas pequenas e médias </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  24. 24. Estratégias Competitivas Genéricas <ul><li>O perigo do meio termo </li></ul><ul><ul><li>Não atende a ninguém satisfatoriamente </li></ul></ul><ul><ul><li>Estratégia pobre </li></ul></ul><ul><ul><li>Alto risco de fracasso </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  25. 25. Vantagem Competitiva <ul><li>Tem sua fonte nas várias atividades da empresa, que contribuem para a sua construção </li></ul><ul><li>Cadeia de Valor </li></ul><ul><li>Características: </li></ul><ul><ul><li>Valiosa para o cliente </li></ul></ul><ul><ul><li>Rara </li></ul></ul><ul><ul><li>Difícil de imitar </li></ul></ul><ul><ul><li>Difícil de substituir </li></ul></ul><ul><li>Porter, 1996; Barney, 1991 </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  26. 26. TI e Vantagem Competitiva <ul><li>É uma VC se tiver papel significativo na determinação de posição de custo, diferenciação ou nicho </li></ul><ul><li>Pode influenciar outros aspectos que criem VC </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  27. 27. Cadeia de Valor http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr Coordenação Administrativa e Serviços de Apoio Administração de Recursos Humanos Desenvolvimento Tecnológico Compra de Recursos Logística Interna Operações Logística Externa Marketing e Vendas Atendimento ao Cliente Vantagem Competitiva
  28. 28. TI e Cadeia de Valor <ul><li>Logística (interna e externa) : SCM, gestão de materiais por computadores, comunicação </li></ul><ul><li>Operações : Controle de processos, controle de produção, melhoria de qualidade de produto </li></ul><ul><li>Marketing e Vendas : Multimídias, Análise de mercados (CRM, SIG, DM, etc.), B2B, B2C </li></ul><ul><li>Serviços : Comunicação, Análise de mercados, melhoria de qualidade de serviço </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  29. 29. TI e as 5 Forças de Mercado <ul><li>Fornecedores e Clientes : SCM, portais de compra, de venda </li></ul><ul><li>Substitutos : avanços tecnológicos que substituam um produto existente </li></ul><ul><li>Novos entrantes : TI como barreira de entrada </li></ul><ul><li>Concorrentes : avanços em custos, diferenciação e posicionamento através de tecnologias de análise de mercado </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  30. 30. TI e First Movers I <ul><li>First Mover (Primeiro a mover-se): É o pioneiro na adoção ou desenvolvimento de uma tecnologia (Ex.: MP3) ou modelo de gestão (Ex.: Toyota) </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  31. 31. TI e First Movers II <ul><li>Vantagens </li></ul><ul><ul><li>Definição de regras e padrões </li></ul></ul><ul><ul><li>Reputação </li></ul></ul><ul><ul><li>Posição privilegiada no mercado </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos de mudança (clientes) </li></ul></ul><ul><ul><li>Acesso a canais </li></ul></ul><ul><ul><li>Curva de aprendizagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Lucros iniciais </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  32. 32. TI e First Movers III <ul><li>Desvantagens </li></ul><ul><ul><li>Custos do Pioneirismo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Desenvolvimento </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aprovações legais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Treinamentos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de complementos </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Incerteza da demanda </li></ul></ul><ul><ul><li>Descontinuidades tecnológicas </li></ul></ul><ul><ul><li>Imitação </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  33. 33. Fast Follower <ul><li>A despeito da vantagem do pioneirismo, muitas vezes essa vantagem não se sustenta por muito tempo. Isso acontece quando há Fast Followers no mercado </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  34. 34. Fast Follower <ul><li>Razões para o sucesso </li></ul><ul><ul><li>Modelos de negócio mais adequados (Google, Ad Sense, Dell) </li></ul></ul><ul><ul><li>Posição privilegiada de mercado (IE, MS Word) </li></ul></ul><ul><ul><li>Timing (iTunes, Flickr) </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhores escolhas tecnológicas (VHS, Blue-Ray) </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhor gestão </li></ul></ul><ul><li>Como evitar os Fast Followers </li></ul><ul><ul><li>Inovar sempre </li></ul></ul><ul><ul><li>Construir um bom time de gestores tão logo possível </li></ul></ul><ul><ul><li>Talentos comerciais são tão valiosos quanto talentos técnicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Agir rapidamente no surgimento de novas tecnologias ou modelos de negócio </li></ul></ul><ul><ul><li>Quando fizer sentido, imitar também pode ser uma saída </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  35. 35. TI NAS ORGANIZAÇÕES Prof. Sergio.Jr
  36. 36. Abordagem Sociotécnica I <ul><li>Administradores devem entender as tecnologias </li></ul><ul><li>Técnicos devem compreender os objetivos organizacionais e o impacto de TI sobre as pessoas </li></ul><ul><li>Tecnologia e organização devem ir se ajustando até alcançar harmonia </li></ul><ul><li>Laudon e Laudon, 1999 </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  37. 37. Abordagem Sociotécnica II http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr Fonte: Abreu e Rezende, 2003, p. 31 TECNOLOGIA ORGANIZAÇÃO Alternativas Alternativas Design final TECNOLOGIA Design final ORGANIZAÇÃO
  38. 38. TI nas Organizações I <ul><li>A complexidade do negócio e suas necessidades de tratamento, tornam clara a necessidade de utilização da tecnologia da informação para que as organizações consigam dar um tratamento satisfatório às suas informações e, conseqüentemente, para que seus administradores tenham a possibilidade de utilizá-las corretamente em seu trabalho. </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  39. 39. TI nas Organizações II <ul><li>Prover uma vantagem competitiva, permitindo respostas rápidas às mudanças de mercado </li></ul><ul><li>Informação necessária, acurada e no tempo para permitir melhor tomada de decisão </li></ul><ul><li>Reduzir custos </li></ul><ul><li>Acesso a mercados que requerem tecnologia específica </li></ul><ul><li>Flexibilidade </li></ul><ul><li>Prover uma plataforma tecnológica que permita que outros sistemas de negócio sejam produzidos </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  40. 40. TI nas Organizações III Razões para o Investimento <ul><li>Maior rapidez nas operações </li></ul><ul><li>redução de custos </li></ul><ul><li>Aumento da continuidade (resposta rápida) </li></ul><ul><li>Controle (precisão, acuidade, previsibilidade, consistência, certeza) </li></ul><ul><li>Compreensibilidade (visibilidade, análise, síntese) das funções produtivas </li></ul><ul><li>Zuboff (1994) </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  41. 41. TI nas Organizações IV Problemas apontados <ul><li>Os investimentos em TI não são relacionados com a estratégia de negócios </li></ul><ul><li>O retorno financeiro dos investimentos em TI é inadequado </li></ul><ul><li>A tecnologia é empregada cegamente, sem objetivos definidos </li></ul><ul><li>As relações entre os usuários e especialistas de soluções de TI não é boa </li></ul><ul><li>Os projetistas de sistemas não consideram as preferências e os hábitos de trabalho dos usuários </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  42. 42. TI Aplicada... <ul><li>Sobre Produtos </li></ul><ul><ul><li>Novos produtos </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhoria de qualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Mudanças de características </li></ul></ul><ul><ul><li>Normalmente, estratégias de nicho ou diferenciação </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  43. 43. TI Aplicada... <ul><li>Sobre Processos </li></ul><ul><ul><li>Impacto sobre curvas de aprendizagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Processos otimizados </li></ul></ul><ul><ul><li>Velocidade de produção </li></ul></ul><ul><ul><li>Normalmente, estratégias de liderança em custo </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  44. 44. Cenário de TI I <ul><li>Disseminação do uso da Tecnologia da Informação </li></ul><ul><ul><li>Popularização </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Maior Qualificação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Incorporação da tecnologia pela sociedade </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Redução de custos (ganhos de escala) </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento de capacidades </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Velocidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Processamento </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Armazenamento </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Trabalho em rede </li></ul></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  45. 45. Cenário de TI II <ul><li>Conectividade </li></ul><ul><ul><li>Ferramentas de trabalho em grupo </li></ul></ul><ul><ul><li>Integração de sistemas </li></ul></ul><ul><ul><li>Transações digitais </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Compras </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sistema bancário/financeiro </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Serviços </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Interatividade com usuários </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  46. 46. Cenário de TI III <ul><li>Convergência tecnológica </li></ul><ul><ul><li>Internet </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Intercomunicações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interatividade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Processamento remoto </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Digitalização e disponibilização de informações </li></ul></ul><ul><ul><li>Integração </li></ul></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  47. 47. Cenário de TI IV http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr Côrtes (2007) - Adm. de Sistemas de Informação
  48. 48. Cenário de TI V http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  49. 49. Cenário de TI VI Primeira Geração Segunda Geração Terceira Geração Quarta Geração Quinta Geração Programas escritos pelo usuário Linguagens de Máquina Programas em Pacotes Linguagens Simbólicas Sistemas Operacionais Linguagens de Alto Nível Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Linguagens de Quarta Geração Pacotes para Microcomputador Linguagem Natural e Linguagem Orientada a Objetos Pacotes Multiuso Interface Gráfica Capacidade para Uso em Redes e Ajuda Especializada Tendência: Rumo a pacotes de aplicativos fáceis de utilizar, para múltiplas finalidades, com capacidade para uso em redes para produtividade e colaboração Tendência: Rumo a linguagens e ferramentas visuais e de conversação http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  50. 50. GESTÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES Prof. Sergio.Jr
  51. 51. Gestão de Dados e Informações (I) <ul><li>Dados : Fluxos de fatos brutos que representam eventos, como transações comerciais </li></ul><ul><li>Informações : Conjuntos de dados significativos e úteis a seres humanos em processos como o se tomada de decisões </li></ul><ul><li>Conhecimento : Informação interiorizada e contextualizadas para gerar valor </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  52. 52. Gestão de Dados e Informações (II) Prof. Sergio.Jr Menor parte do conhecimento Dados combinados Informação interiorizada e aplicada http://profsergiojr.wordpress.com Dados Informação Conhecimento
  53. 53. Gestão de Dados e Informações (III) Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com Relatório Mensal Vendas - Região Oeste 1200 100 Oeste Charles Mann 79154 Sapatos Vendedor : Charles Mann Emp No. 79154 Item Quant. Preço Sapatos 1200 100
  54. 54. Gestão de Dados e Informações (IV) Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  55. 55. Gestão de Dados e Informações (V) <ul><li>Caractere > Campo > Registro > Arquivo (Tabela) > Banco de Dados </li></ul><ul><li>Tipos </li></ul><ul><ul><li>Hierárquico </li></ul></ul><ul><ul><li>Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Relacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Distribuídos </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  56. 56. Gestão de Dados e Informações (VI) <ul><li>SGBD – Sistema Gerenciador de Banco de Dados </li></ul><ul><ul><li>Oracle </li></ul></ul><ul><ul><li>Sybase </li></ul></ul><ul><ul><li>Progress </li></ul></ul><ul><ul><li>SQL Server </li></ul></ul><ul><ul><li>DB2 </li></ul></ul><ul><li>Data Warehouse (DW) </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  57. 57. Gestão de Dados e Informações (VII) Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  58. 58. Gestão de Dados e Informações (VIII) <ul><li>Controle de Acesso: permitir ou não o acesso a sistemas e informações </li></ul><ul><ul><li>Normalmente, realizado pelo SO </li></ul></ul><ul><li>Nível de Acesso: estabelece alçadas de acesso a sistemas e informações </li></ul><ul><ul><li>Normalmente, realizado pelo próprio sistema de informação </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  59. 59. Gestão de Dados e Informações (IX) Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  60. 60. Gestão de Dados e Informações (X) <ul><li>No mercado moderno, informação é recurso estratégico à medida em que facilita e melhora a decisão estratégica </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  61. 61. REDES E INTERNET Prof. Sergio.Jr
  62. 62. Redes e Internet Evolução Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  63. 63. Redes e Internet Tipologias Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  64. 64. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Sergio.Jr
  65. 65. Categorias de Sistemas (TI) <ul><li>Sistemas Operacionais (compiladores, utilitários, etc) </li></ul><ul><li>Sistemas de Banco de Dados (hierárquicos, relacionais, OO, espacial) </li></ul><ul><li>Sistemas Estruturados (Transacionais sob medida ou Pacote) </li></ul><ul><li>Sistemas de Computador Pessoal (aplicativos desktop - planilhas, editores) </li></ul><ul><li>Sistemas ERP </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  66. 66. Categorias de Sistemas (TI) <ul><li>Sistemas EIS e de Extração de Informação (DW e DM) </li></ul><ul><li>Sistemas Web </li></ul><ul><li>Sistemas de Inteligência Artificial (sistemas especialistas) </li></ul><ul><li>Sistemas Científico e de Engenharia (CAD) </li></ul><ul><li>Sistema Embutido (reside na memória - controle de microondas, automóveis) </li></ul><ul><li>Sistema de Tempo Real (controle inteligente de tráfego) </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  67. 67. A EMPRESA DIGITAL Prof. Sergio.Jr
  68. 68. Empresa Digital - Usos <ul><li>Comunicar e colaborar </li></ul><ul><li>Accessar informações </li></ul><ul><li>Participar de discussões </li></ul><ul><li>Fornecer informações </li></ul><ul><li>Divertir-se </li></ul><ul><li>Realizar transações de negócios </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  69. 69. Empresa Digital Desenho Organizacional <ul><li>Organizaçoes achatadas </li></ul><ul><li>Separação do trabalho do local de trabalho </li></ul><ul><li>Reorganização de fluxos de trabalho </li></ul><ul><li>Flexibilidade crescente </li></ul><ul><li>Redefinição das fronteiras organizacionais </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  70. 70. Empresa Digital Desenho Organizacional Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  71. 71. Empresa Digital <ul><li>E-commerce </li></ul><ul><ul><li>B2C – Business to Consumer </li></ul></ul><ul><li>E-business </li></ul><ul><ul><li>B2B – Business to Business </li></ul></ul><ul><li>E-Market </li></ul><ul><ul><li>C2C – Consumer to Consumer </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  72. 72. Empresa Digital <ul><li>E-Gov – Serviços públicos pela Internet </li></ul><ul><ul><li>G2G – Government to Government </li></ul></ul><ul><ul><li>G2B – Government to Business </li></ul></ul><ul><ul><li>G2C – Government to Consumer </li></ul></ul><ul><li>Outros modelos </li></ul><ul><ul><li>B2E – Business to Employee </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Requisições internas, Comunicação oficial, Ofertas para funcionários </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>B2C2 – Business to Communities </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Baseado em conceitos de Web 2.0, relacionando empresas a comunidades </li></ul></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  73. 73. Empresa Digital Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  74. 74. BI E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Prof. Sergio.Jr
  75. 75. Inteligência Artificial (I) <ul><li>Inteligência </li></ul><ul><ul><li>Latim: inter (entre) + legere (escolher) </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacidade humana de escolher entre alternativas </li></ul></ul><ul><li>Artificial </li></ul><ul><ul><li>Latim: artificiale (não natural) </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  76. 76. Inteligência Artificial (II) <ul><li>Inteligência Artificial </li></ul><ul><ul><li>Tipo de inteligência construída pelo homem a fim de dotar máquinas a realizar o trabalho de simulação da inteligência humana </li></ul></ul><ul><ul><li>Ramo da computação preocupada com a automação do comportamento inteligente </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  77. 77. Inteligência Artificial (III) Abordagens <ul><li>Cognitiva (John McCarthy, Marvin Minsky, Newell e Simon) </li></ul><ul><ul><li>Ênfase aos processos cognitivos, forma de raciocínio do ser humano </li></ul></ul><ul><ul><li>Busca encontrar explicação para comportamentos inteligentes </li></ul></ul><ul><li>Conexionista (McCulloch, Pitss, Heldo, Hopfield, etc.) </li></ul><ul><ul><li>Biológica ou Ascendente </li></ul></ul><ul><ul><li>Ênfase ao modelo de funcionamento do cérebro, neurônios e conexões (Redes Neurais) </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  78. 78. Inteligência Artificial (IV) <ul><li>Computação Evolutiva </li></ul><ul><ul><li>Algoritmo Genético </li></ul></ul><ul><ul><li>Programação Evolutiva </li></ul></ul><ul><li>Lógica Fuzzy </li></ul><ul><li>Sistemas Baseados em Regras </li></ul><ul><li>RBC – Raciocínio Baseado em Casos </li></ul><ul><li>Redes Neurais </li></ul><ul><li>Agentes Inteligentes e Sistemas Multiagentes </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  79. 79. Inteligência Artificial (V) <ul><li>Heurística </li></ul><ul><ul><li>Do grego heuriskein (descobrir) </li></ul></ul><ul><ul><li>Procedimento para resolver problemas através de um enfoque intuitivo, no qual a estrutura do problema é interpretada e explorada inteligentemente </li></ul></ul><ul><ul><li>Proporciona um meio de solucionar um problema complexo para o qual não há uma abordagem mais direta disponível </li></ul></ul><ul><ul><li>Técnicas para decisão entre várias alternativas </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  80. 80. Sistemas Especialistas baseados em IA (I) <ul><li>Sistemas que reproduzem o conhecimento de um especialista </li></ul><ul><li>Está baseado no conhecimento do especialista humano, de forma que necessita do mesmo para a sua construção </li></ul><ul><li>Separa o conhecimento específico da metodologia de resolução de problemas </li></ul><ul><li>Toma decisões lógicas na ausência ou imprecisão de informações </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  81. 81. Sistemas Especialistas baseados em IA (II) <ul><li>Capacidade de “aprender” </li></ul><ul><li>Não necessitam recodificação em caso de novas regras, ao contrário dos sistemas tradicionais </li></ul><ul><li>Proporciona velocidade na resolução de problemas </li></ul><ul><li>Nunca atingirá a capacidade cognitiva do especialista humano, mas é uma boa ferramenta na ausência do mesmo </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  82. 82. Sistemas Especialistas Classificação (I) <ul><li>Interpretação : observam fatos, fazendo análise de dados e buscando determinar relações e significados </li></ul><ul><li>Diagnóstico : detectam falhas advindas da interpretação de dados. Possuem um sistema próprio de interpretação de dados. </li></ul><ul><li>Monitoramento : Verifica comportamentos em limites pré-estabelecidos </li></ul><ul><li>Predição : A partir de dados presentes e passados, busca criar previsões de cenários futuros, tendências. </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  83. 83. Sistemas Especialistas Classificação (II) <ul><li>Planejamento : o sistema prepara um programa de iniciativas a serem adotadas para se atingir determinado objetivo </li></ul><ul><li>Depuração : possui mecanismos para fornecer soluções para mau funcionamento provocado por distorções de dados, validando cada etapa do processo </li></ul><ul><li>Reparo : desenvolve e executa planos de reparos automáticos, verificados na etapa de diagnóstico </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  84. 84. Sistemas Especialistas Classificação (III) <ul><li>Instrução : verifica e corrige comportamento de aprendizado de estudantes. Normalmente, possui subsistemas de diagnóstico e reparo. Propõe problemas a serem resolvidos e vai aumentando o nível à medida que o treinando consegue resolve-los </li></ul><ul><li>Controle : governa o comportamento geral de outros sistemas (de computação ou não). É, portanto, o mais complexo </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  85. 85. Estrutura de um Sistema Especialista Prof. Sergio.Jr Base de Conhecimento Máquina de Inferência Subsistema de Aquisição de conhecimento Subsistema de Explicação Interface http://profsergiojr.wordpress.com
  86. 86. IA – Algoritmos Genéticos (I) <ul><li>Métodos Adaptativos usados para resolver problemas de busca e otimização </li></ul><ul><li>Inspirados no processo genético e evolutivo dos organismos vivos </li></ul><ul><li>Em campos onde não existam bons algoritmos específicos, podem proporcionar boas soluções </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  87. 87. IA – Algoritmos Genéticos (II) <ul><li>Trabalham com populações de indivíduos, cada qual representando uma possível solução para o problema </li></ul><ul><li>A partir dessa população inicial, são gerados novos indivíduos mais adaptados à solução do problema. Cada repetição desse processo cria uma nova geração de soluções </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  88. 88. IA – Algoritmos Genéticos (III) <ul><li>Principais técnicas </li></ul><ul><ul><li>Cruzamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Cruzamento por pontos </li></ul></ul><ul><ul><li>Mutação </li></ul></ul><ul><li>Exemplos de Aplicações </li></ul><ul><ul><li>Agendamento de horários </li></ul></ul><ul><ul><li>Definição de estratégia de jogos </li></ul></ul><ul><ul><li>Otimização de rotas </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  89. 89. IA Raciocínio Baseado em Casos <ul><li>Busca soluções para um problema através da comparação do problema com experiências passadas semelhantes, adaptando a solução se necessário e sugerindo a melhor alternativa </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  90. 90. IA Raciocínio Baseado em Casos Prof. Sergio.Jr Problema Soluções iniciais Soluções iniciais Soluções iniciais Soluções iniciais Soluções iniciais Soluções iniciais Soluções iniciais Base de Casos Solução Confirmada Solução Proposta http://profsergiojr.wordpress.com
  91. 91. IA – Redes Neurais (I) <ul><li>Sistemas que podem adquirir, armazenar e utilizar conhecimento </li></ul><ul><li>Partes Interconectadas – Várias unidades de processamento </li></ul><ul><li>Imitam as habilidades do sistema nervoso biológico </li></ul><ul><li>Pode aprender com o ambiente </li></ul><ul><li>Busca resolver problemas de aproximação, predição, classificação, categorização e otimização </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  92. 92. IA – Redes Neurais (II) <ul><li>Principais aplicações </li></ul><ul><ul><li>Reconhecimento de caracteres </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconhecimento de voz </li></ul></ul><ul><ul><li>Predição séries temporais </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  93. 93. IA – Agentes Inteligentes (I) <ul><li>Personagens computacionais que atuam de acordo com um script pré-definido </li></ul><ul><li>Podem atuar isoladamente ou em grupo (Sistema Multiagentes) </li></ul><ul><li>Sistema Multiagentes: Simulação social </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  94. 94. IA – Agentes Inteligentes (II) <ul><li>Características dos agentes: </li></ul><ul><ul><li>Autonomia de decisão </li></ul></ul><ul><ul><li>Autonomia de execução </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivos próprios </li></ul></ul><ul><ul><li>Reatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Adaptabilidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Mobilidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Personalidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Interatividade com usuário </li></ul></ul><ul><ul><li>Ambiente de atuação </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunicabilidade </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  95. 95. IA – Agentes Inteligentes (III) <ul><li>Exemplos de aplicações </li></ul><ul><ul><li>Comércio eletrônico e pesquisas de preço </li></ul></ul><ul><ul><li>Pesquisas na internet </li></ul></ul><ul><ul><li>Personalização de interfaces </li></ul></ul><ul><ul><li>Ajuda On-line </li></ul></ul><ul><ul><li>Tarefas em geral </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  96. 96. BI – Business Intelligence (I) <ul><li>Administração de dados </li></ul><ul><li>Inteligência de Negócios </li></ul><ul><li>Inteligência Competitiva </li></ul><ul><li>Início na década de 70 </li></ul><ul><li>Conjunto de sistemas diversos focados na análise de negócios </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  97. 97. BI – Business Intelligence (II) <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Extrair e integrar fontes de dados diversas </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizar histórico e experiências </li></ul></ul><ul><ul><li>Analisar dados contextualizados </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso de hipóteses </li></ul></ul><ul><ul><li>Causa e efeito </li></ul></ul><ul><ul><li>Gerar conhecimento útil a partir de informações relevantes e dados precisos </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  98. 98. BI – Business Intelligence (III) <ul><li>Ferramentas </li></ul><ul><ul><li>DBM </li></ul></ul><ul><ul><li>CRM </li></ul></ul><ul><ul><li>DM, DW </li></ul></ul><ul><ul><li>Data Mining </li></ul></ul><ul><ul><li>Webhouse </li></ul></ul><ul><ul><li>SIG </li></ul></ul><ul><ul><li>SAD </li></ul></ul><ul><ul><li>Front End </li></ul></ul><ul><ul><li>Etc </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  99. 99. BI – Business Intelligence (IV) <ul><li>Exemplos de uso </li></ul><ul><ul><li>Avaliação de custos: Qual o custo de criação de uma nova linha de produtos </li></ul></ul><ul><ul><li>Fidelização: Por que perdemos os clientes mais lucrativos? </li></ul></ul><ul><ul><li>Desempenho: Qual o resultado esperado para tal decisão? </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualidade: Qual a qualidade percebida dos nossos produtos e por quê? </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  100. 100. CARREIRAS EM TECNOLOGIA E GESTÃO Prof. Sergio.Jr
  101. 101. <ul><li>http://blog.sucessosi.com.br/2007/07/14/novas-carreiras-profissionais/ </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  102. 102. ESTUDOS DE VIABILIDADE Prof. Sergio.Jr
  103. 103. Estudo de Viabilidade (I) <ul><li>Viabilidade Técnica </li></ul><ul><li>Viabilidade Econômica </li></ul><ul><li>Viabilidade Política </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  104. 104. Estudo de Viabilidade (II) <ul><li>Qual é o objetivo do projeto? </li></ul><ul><li>Quais os problemas-chave encontrados? </li></ul><ul><li>Haverá interligação com outras aplicações? Há compatibilidade? </li></ul><ul><li>Os impactos na organização foram avaliados? </li></ul><ul><li>Prevê mudanças organizacionais? Quais? Por quê? </li></ul><ul><li>Existem modelos de documentos com volumes e periodicidade? </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  105. 105. Estudo de Viabilidade (III) <ul><li>Foi considerada a possibilidade de uso de pacotes? </li></ul><ul><li>O projeto envolve técnicas e/ou recursos especiais? </li></ul><ul><li>A demanda de equipamentos de hardware e software e prazos de disponibilidade foram avaliados? A capacidade técnico-empresarial dos fornecedores foi verificada? </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  106. 106. Estudo de Viabilidade (IV) <ul><li>Que argumentos sustentam a alternativa de solução indicada? </li></ul><ul><li>A solução indicada é técnica e economicamente viável? </li></ul><ul><li>Todos as necessidades levantadas pelo usuário serão atendidas pela solução? </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  107. 107. Viabilidade Técnica Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  108. 108. Viabilidade Econômica Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  109. 109. Viabilidade Política Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  110. 110. Seleção Técnica <ul><li>Condicionantes: </li></ul><ul><ul><li>Tecnologia disponível </li></ul></ul><ul><ul><li>Econômicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Política governamental </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacidade técnico-operacional </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  111. 111. Tecnologia Disponível (I) <ul><li>Requisitos Funcionais </li></ul><ul><ul><li>Descrição funcional </li></ul></ul><ul><ul><li>Tipo de aplicação </li></ul></ul><ul><ul><li>Interface homem/máquina </li></ul></ul><ul><li>Requisitos Operacionais </li></ul><ul><ul><li>Modalidade de operação </li></ul></ul><ul><ul><li>Desempenho </li></ul></ul><ul><ul><li>Total de usuários </li></ul></ul><ul><ul><li>Forma de utilização (monousuário, multiusuário, Cliente/Server, ambiente web) </li></ul></ul><ul><ul><li>Compatibilidade </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  112. 112. Tecnologia Disponível (II) <ul><li>Requisitos de Configuração </li></ul><ul><ul><li>Processador </li></ul></ul><ul><ul><li>Descrição dos componentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Memória real </li></ul></ul><ul><ul><li>Meios de entrada </li></ul></ul><ul><ul><li>Meios de saída </li></ul></ul><ul><ul><li>Dispositivos de armazenamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Periféricos </li></ul></ul><ul><ul><li>Modularidade </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  113. 113. Fatores Econômicos <ul><li>Modalidade de aquisição </li></ul><ul><li>Condições de pagamento </li></ul><ul><li>Cronograma de pagamento </li></ul><ul><li>condições de entrega (total ou fracionada) </li></ul><ul><li>Prazo de entrega </li></ul><ul><li>Prazo de testes e instalação </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  114. 114. Capacidade Técnico-Operacional (I) <ul><li>Suporte </li></ul><ul><ul><li>Manutenção preventiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Manutenção corretiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Suporte local </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacidade de atendimento (telefônico, virtual, presencial ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Disponibilidade técnica </li></ul></ul><ul><ul><li>Garantias (equipamentos, instalação, etc) </li></ul></ul><ul><ul><li>Legislação </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo de atuação no mercado </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  115. 115. Capacidade Técnico-Operacional (II) <ul><li>Capacitação </li></ul><ul><ul><li>Qualidade treinamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Quantidade de horas </li></ul></ul><ul><ul><li>Número de participantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Conteúdo programático </li></ul></ul><ul><ul><li>Material didático </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  116. 116. Um Projeto de Tecnologia Bem Sucedido <ul><li>No prazo e orçamento previstos </li></ul><ul><li>Dentro das especificações técnicas e qualidade previstas </li></ul><ul><li>Cliente/usuário satisfeito com o produto/serviço recebido </li></ul><ul><li>Produto/serviço obtido é usado em sua totalidade </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  117. 117. Fatores Críticos de Sucesso (I) <ul><li>Gerência competente: o principal fator para o sucesso de um projeto é possuir um único líder que seja experiente, treinado, respeitado e tendo o tempo necessário disponível </li></ul><ul><li>Equipe competente: pessoas experientes, treinadas e com tempo disponível </li></ul><ul><li>Planejamento e controle adequado: um planejamento de qualidade, tanto do projeto como do produto sendo desenvolvido, é fundamental. O controle (acompanhamento) do projeto deve ser feito com rigor </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  118. 118. Fatores Críticos de Sucesso (II) <ul><li>Inexistência ou neutralização de itens de alto risco: minimizar as situações que podem ocasionar o fracasso total do projeto </li></ul><ul><li>Atenção especial às ferramentas gerenciais mais estratégicas: projetos diferentes devem ser executados de forma diferente e, para cada um, existe uma estratégia gerencial mais adequada </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  119. 119. Fatores Críticos de Sucesso (III) Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  120. 120. Riscos (I) <ul><li>Risco Baixo : Expectativa de atrasos e excesso de gastos normais. Prejuízo baixo ou insignificante. Nenhum risco para a carreira/imagem do líder do projeto </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  121. 121. Riscos (II) <ul><li>Risco Médio : Expectativa de atraso ou excesso de gastos fora dos planos. Prejuízo considerável para a empresa e para a carreira/imagem do líder do projeto. Risco do líder do projeto ser destituído do cargo. </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  122. 122. Riscos (III) <ul><li>Risco Alto : Expectativa de atrasos e excessos de gastos inaceitáveis. Chance do projeto ser abortado. Carreira e imagem do líder do projeto seriamente afetada. </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  123. 123. DESAFIOS GERENCIAIS Prof. Sergio.Jr
  124. 124. Vulnerabilidade de Telecom Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  125. 125. Desafios <ul><li>Avanços tecnológicos em telecomunicações e softwares </li></ul><ul><li>Invasões </li></ul><ul><li>Vírus </li></ul><ul><li>Perdas de dados </li></ul><ul><li>Acesso e capacitação </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  126. 126. Bibliografia <ul><li>BARNEY, Jay. Firm Resources And Sustained Competitive Advantage. Journal of Management , vol. 17, no. 1, p. 99-120, 1991. </li></ul><ul><li>GUIA para a escolha de software de gestão empresarial ERP – Enterprise Resource Planning . ABC71 Soluções em Informática. 2ª Ed. São Paulo, abr., 1998. </li></ul><ul><li>LAUDON, Keneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de Informação . Rio de Janeiro: LTC, 1999. </li></ul><ul><li>PORTER, Michael E., Estratégia Competitiva: Técnicas para análise de indústrias e da concorrência . Rio de Janeiro: Campus, 1991. </li></ul><ul><li>PORTER, Michael E., Vantagem Competitiva: Criando e sustentando um desempenho superior . Rio de Janeiro: Campus, 1996. </li></ul><ul><li>REZENDE, Denis A. Engenharia de Software e sistemas de informação . Rio de Janeiro: Brasport, 1999. </li></ul><ul><li>REZENDE, Denis A.; ABREU, Aline França de. Tecnologia da Informação aplicada a Sistemas de Informação Empresariais . São Paulo: Atlas, 2003. </li></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  127. 127. <ul><li>Trabalho Final </li></ul>Ipsis Literis http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  128. 128. Ipsis Literis <ul><li>Etapas do Trabalho </li></ul><ul><ul><li>Resenha do livro </li></ul></ul><ul><ul><li>Analisar o ambiente tecnológico do livro </li></ul></ul><ul><ul><li>Analisar o subtema proposto </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>No livro </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Atualmente </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Fazer propostas futuras sobre o subtema (aplicações mercadológicas) </li></ul></ul>Prof. Sergio.Jr http://profsergiojr.wordpress.com
  129. 129. Ipsis Literis <ul><li>Presa </li></ul><ul><li>Autor: Michael Crichton </li></ul><ul><li>Subtema: Nanotecnologia e IA </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  130. 130. Ipsis Literis <ul><li>O Portal do Escorpião </li></ul><ul><li>Autor: D. Clarck </li></ul><ul><li>Subtema: Segurança da Informação </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  131. 131. Ipsis Literis <ul><li>O Guia do Mochileiro das Galáxias </li></ul><ul><li>Autor: Adam Douglas </li></ul><ul><li>Subtema: Convergência Tecnológica </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  132. 132. Ipsis Literis <ul><li>1984 </li></ul><ul><li>Autor: George Orwell </li></ul><ul><li>Subtema: TI e Governos </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  133. 133. Ipsis Literis <ul><li>Fortaleza Digital </li></ul><ul><li>Autor: Don Brown </li></ul><ul><li>Subtema: Segurança </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
  134. 134. Ipsis Literis <ul><li>Eu, Robo </li></ul><ul><li>Autor: Isaac Asimov </li></ul><ul><li>Subtema: Robótica e IA </li></ul>http://profsergiojr.wordpress.com Prof. Sergio.Jr
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