Aula - Arquitetura e TI - 2007 - FIT
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Aula - Arquitetura e TI - 2007 - FIT

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  • 1. Arquitetura de Computadores Tópicos e Introdução Prof. Sergio.Jr
  • 2. Ementa
    • Organização global dos sistemas de software
    • Relacionamento entre subsistemas e componentes
    • Estilos arquiteturais
    • Requisitos arquiteturais
    • Análise arquitetural
    • Projeto arquitetural
    • Arquiteturas de domínio específico
    • Arquiteturas de interface com o usuário
    • Avaliação arquitetural do sistema de informações e do sistema de telecomunicações
    Prof. Sergio.Jr
  • 3. Bibliografia Básica
    • ROSS, Jeanne; WEILL, Peter; ROBERTSON, David. Arquitetura de TI como Estratégia Empresarial. Makron Books, 2007
    • STALLINGS, W. Arquitetura e organização de computadores. Rio de Janeiro: Prentice Hall, 2002.
    • MERTEN, U.; DAUM, B. Arquitetura de sistemas com XML. Campus, 2002.
    Prof. Sergio.Jr
  • 4. Bibliografia Complementar
    • CORDEIRO, B. Tecnologia de redes. Rio de Janeiro: Book Express, 2001.
    • DIMARZIO, J. F. Projeto e arquitetura de redes. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
    • HEURING, V. P.; MURDOCCA, M. J. Introdução à arquitetura de computadores. Rio de Janeiro: Campus,2001.
    • MENDES, A. Arquitetura de software: desenvolvimento baseado na arquitetura. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
    • WEBER, R. F. Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 2000
    Prof. Sergio.Jr
  • 5. Conceitos de TI Prof. Sergio.Jr
  • 6. TI
    • Tudo aquilo que pode ser utilizado para obter, armazenar, tratar, comunicar e disponibilizar a informação
    Prof. Sergio.Jr
  • 7. Arquitetura de Computadores
    • Teoria por detrás de um computador
    • Forma física como todas as suas peças estão montadas de forma a lhe dar vida
    • Estrutura e organização de hardware
    • Função do computador: processar dados
    Prof. Sergio.Jr Entrada Processamento Saída
  • 8. Componentes de TI
    • Hardware e periféricos
    • Software e periféricos
    • Sistemas de Telecomunicações
    • Gestão de Dados e Informações
    • PESSOAS
    Prof. Sergio.Jr
  • 9. Hardware e Periféricos Prof. Sergio.Jr
  • 10. Hardware e Periféricos (I)
    • “ São subconjuntos integrados de dispositivos físicos, posicionados por mecanismos de processamento que utilizam eletrônica digital, usados para entrar, processar, armazenar e sair com dados e informações.”
    • ABREU e REZENDE, 2003, p.77
    Prof. Sergio.Jr
  • 11. Hardware e Periféricos (II)
    • Computadores
      • RAM (Random Access Memory)
      • ROM (Read-only memory)
      • Processador
      • HD (Hard-Disk) ou outros meios de armazenamento (fitas, discos, CD’s, etc.)
      • Tipos:
        • Mainframes
        • PC’s
        • Notebooks
        • Palmtops
        • etc
    Prof. Sergio.Jr
  • 12. Hardware e Periféricos (III)
    • Computadores
      • Velocidade medida em milhões ciclos de máquina por segundo (clock)
      • Multiprocessamento: co-processamento ou processamento paralelo
    Prof. Sergio.Jr
  • 13. Hardware e Periféricos (IV)
    • Periféricos : dispositivos que trabalham em conjunto com o computador, podendo ser de entrada, saída ou ambos
    • Dispositivos de Entrada:
      • Teclado
      • Mouse
      • Scanner
    Prof. Sergio.Jr
  • 14. Hardware e Periféricos (V)
    • Dispositivos de Saída:
      • Monitor
      • Impressora
      • Caixas de Som
    • Dispositivos de Entrada e Saída:
      • Câmera Digital
      • Modem
      • Placa de Rede
      • Placas de Som
    Prof. Sergio.Jr
  • 15. Que peças compõe o hardware do computador?
    • Um computador, independente do sistema operacional que utilize, tem uma forma básica de um conjunto de peças que o farão funcionar
    Prof. Sergio.Jr
  • 16. Arquitetura Básica (externa) Hardware Prof. Sergio.Jr Teclado: Periférico de entrada. Através dele o usuário pode digitar e dar comandos ao computador. Caixa de som: Periférico de saída. O computador emitirá sons e áudio através deste periférico Monitor: Periférico de saída. É através dele que o usuário poderá ver a interface gráfica produzida pelo computador. Atenção! O monitor NÃO é o computador, mas uma parte dele. Mouse: Periférico de Entrada. É um dispositivo que permite a você selecionar qualquer coisa na tela do PC. Gabinete: Dentro dele que se encontram realmente os componentes mais importante e caros do computador como processador, placa-mãe, disco rígido e memória RAM.
  • 17. Processador
    • Pessoas costumam confundir Monitor com computador
    • Muitas pessoas também, erroneamente, costumam chamar o computador de CPU
      • CPU ou UCP (em português) significa Unidade Central de Processamento
      • Processador
    Prof. Sergio.Jr
  • 18. Processador
    • Responsável por fazer todos os cálculos do computador
    • O cérebro do computador
    • Exemplos
      • Pentium 3
      • Pentium Duo Core
      • Duron
      • Celeron
      • Athlon
    Prof. Sergio.Jr
  • 19. Processador Prof. Sergio.Jr
  • 20. Placa Mãe
    • A Placa mãe é o dispositivo onde se encaixam todos os outros componentes do computador
    • Interliga todas as partes do computador
    • Afeta a velocidade no processamento e troca dos dados entre o Processador e a Memória
    Prof. Sergio.Jr
  • 21. Placa Mãe Prof. Sergio.Jr
  • 22. Memória
    • Dispositivos que permitem a um computador guardar dados, temporariamente ou permanentemente
    • Vamos classificá-las em 2 tipos:
      • Memória Primária
      • Memória Secundária
    Prof. Sergio.Jr
  • 23. Integração de Componetes Prof. Sergio.Jr
  • 24. Software e Periféricos Prof. Sergio.Jr
  • 25. Software e Periféricos (I)
    • São os conjuntos de instruções a serem executadas pelo hardware
    • Sistemas Operacionais
    • Softwares de Redes
    • Aplicativos
    • Utilitários
    • Softwares de automação
    Prof. Sergio.Jr
  • 26. Software e Periféricos (II)
    • Sistemas Operacionais (Softwares de Base)
      • Administração geral do computador
      • Gerenciamento e alocação de recursos
      • Proprietários ou genéricos
      • Exemplos
        • MS-DOS
        • Windows
        • OS/2 Warp
        • Unix
        • Linux
    Prof. Sergio.Jr
  • 27. Software e Periféricos (III)
    • Softwares de Rede
      • Gerenciam e permitem a comunicação entre computadores, através de dispositivos de comunicação
      • Atualmente, estão cada vez mais integrados aos SO’s
    Prof. Sergio.Jr
  • 28. Software e Periféricos (IV)
    • Aplicativos
      • Conjunto de comandos que visam resolver determinados problemas ou executar determinadas tarefas específicas
      • Normalmente tratam dos negócios da empresa
      • Desenvolvidos com códigos pré organizados: Linguagens de Programação
    Prof. Sergio.Jr
  • 29. Software e Periféricos (V)
    • Linguagens de Programação
      • Esquemas de códigos pré organizados que, combinados, geram as instruções para execução do hardware: Código Fonte
      • Tipos
        • Baixo Nível: Assembly
        • Tradicionais: RPG, COBOL, C
        • Visuais: Visual Basic, Visual C, Delphi
        • Inteligência Artificial
        • Orientadas a Objetos: C++, Smalltalk, Prolog
    Prof. Sergio.Jr
  • 30. Software e Periféricos (VI)
    • Softwares de Automação de Escritório (Office’s): visam automatizar tarefas de escritório
      • Editores de Texto
      • Planilhas Eletrônicas
      • Softwares de Apresentação
      • Bancos de Dados
      • Correios Eletrônicos
    Prof. Sergio.Jr
  • 31. Software e Periféricos (VII)
    • Softwares Utilitários: Complementam serviços dos softwares de automação de escritório e aplicativos
      • Cópia e Backup
      • Antivírus
      • Compactadores
      • Desfragmentadores de disco
      • Browsers
    Prof. Sergio.Jr
  • 32. Software e Periféricos (VIII)
    • Softwares de Automação
    • Industrial: interface e controle de tecnologias de produção
      • Controladores eletrônicos, Pneumáticos, Sensores,etc.
    • Comercial: interface e controle de tecnologias de vendas
      • Máquinas registradoras, PDV’s, Leitores de código de barra, etc.
    • Serviços: interface e controle de serviços
      • Controle de imagens, telemarketing, agências bancárias, arquitetura e engenharia, etc.
    Prof. Sergio.Jr
  • 33. Software e Periféricos (IX)
    • Outros
    • Computação Gráfica
    • Multimídia ou Hipermídia
    • Realidade Virtual
    • Tutoriais
    • Educativos
    • Sistemas Especialistas e IA
    Prof. Sergio.Jr
  • 34. Telecomunicações Prof. Sergio.Jr
  • 35. Sistemas de Telecomunicações (I)
    • Transmissões eletrônicas de sinal para comunicação.
    • Comunicação de dados são um subconjunto de telecomunicações
    Prof. Sergio.Jr
  • 36. Sistemas de Telecomunicações (II)
    • Teleprocessamento: o terminal (computador) transmite sinais digitais ou binários ao modem, que o converte em sinais analógicos
      • Modem’s
      • Linhas de comutação (privativas)
      • Telefones
      • Satélites
    Prof. Sergio.Jr
  • 37. Sistemas de Telecomunicações (III) – Recursos Necessários
    • Computadores e dispositivos de recepção/envio de dados
    • Canais de comunicação
    • Processadores de comunicação
    • Softwares de telecomunicação
    Prof. Sergio.Jr
  • 38. Sistemas de Telecomunicações (IV)
    • Modem: MOdulador-DEModulador
      • Síncrono ou assíncrono
      • Simplex, Half-duplex ou Full-duplex
    Prof. Sergio.Jr Analógico Digital
  • 39. Sistemas de Telecomunicações (V) - Redes
    • Conexão entre vários computadores e periféricos
    • Tipos:
      • Locais (LAN – Local Area Network) ou Remotas (WAN – Wide Area Network)
      • Cliente-servidor ou Ponto-a-Ponto
      • Via cabo ou Wireless
    • Protocolos de comunicação: são padrões de comunicação que realizam a interpretação de dados em uma rede
    Prof. Sergio.Jr
  • 40. Sistemas de Telecomunicações (VI) - Redes
    • Cabos físicos
      • Par trançado
      • Coaxial
      • Fibra ótica
    • Comunicação sem fio
      • Microondas
      • Satélite
      • Rádio
      • Celular
      • Infravermelho
    Prof. Sergio.Jr
  • 41. Sistemas de Telecomunicações (VII) - Aplicações
    • Transferência e troca de arquivos, textos e dados
    • Conexão remota
    • Correio Eletrônico
    • Serviços de mensagens, voz, fax
    • Videoconferência
    • Redes privadas de correios
    • EDI (Eletronic Data Interchange) – troca de dados entre empresas
    • Internet
    Prof. Sergio.Jr
  • 42. Vulnerabilidade de Telecom Prof. Sergio.Jr
  • 43. Desafios
    • Avanços tecnológicos em telecomunicações e softwares
    • Invasões
    • Vírus
    • Perdas de dados
    Prof. Sergio.Jr
  • 44. Comunicação e Convergência Prof. Sergio.Jr
  • 45. Convergência
    • Processo inevitável
    • Ligado à nova economia
      • Windows
      • Tecnologia: Advento da Internet
    • Nova revolução nas comunicações
    • Números de telefones virtuais
    Prof. Sergio.Jr
  • 46. Comunicação e Convergência
    • Trabalho remoto – Wireless LAN
    • Telefone-TV em teste nos EUA
    • Internet sem fio
    • Telefonia sem fio a custos mais baixos – caso Embratel
    • “ Os telefones serão realmente necessários?”
      • Desktop e Handheld multimidia
      • O Advento do iPhone
    Prof. Sergio.Jr
  • 47. Vantagens da Convergência
    • Evita redundâncias
    • Interação real-time a baixo custo
    • Facilidade de administração
    • Melhor qualidade de comunicação de voz
    • Infra-estrutura independente – redução de custos de implantação
    Prof. Sergio.Jr
  • 48. Desvantagens da Convergência
    • A Ameaça dos Vírus
    • Impacto sobre a Manutenção
    • Dependência
    Prof. Sergio.Jr
  • 49. Arquitetura de TI como Estratégia Empresarial Prof. Sergio.Jr
  • 50. Vantagens de Boas Arquiteturas de TI
    • Maior lucratividade
    • Menor tempo de entrega
    • Satisfação da Alta Administração 80% superior, em média
    • Custos 25% menores
    Prof. Sergio.Jr
  • 51. Alguns Problemas Relacionados à Estrutura de TI
    • Respostas diferente para as mesmas perguntas dos clientes
    • Mudanças que dependam de TI podem ser custosas e demoradas
    • TI como gargalo de processos
    • Dificuldade de acesso à informação
    • Redigitação e análises executadas em outros softwares
    • Baixa percepção de valor dos serviços de TI
    Prof. Sergio.Jr
  • 52. Abordagens Tradicionais em TI Prof. Sergio.Jr
  • 53. Alicerce de Execução
    • “ Infra-estrutura de TI e Processos de Negócio digitalizados que automatizam as capacidades centrais de uma empresa”
    • Ross, Weill e Robertson, 2008, p. 3
    Prof. Sergio.Jr
  • 54. Evolução da Estrutura Prof. Sergio.Jr Capacidades distintas de negócio Transações Básicas (Vendas, Contas a pagar, etc) Serviços básicos de Infra-Estrutura (compras, suporte, telecom, etc)
  • 55. Problema de Alinhamento Negócio - TI Prof. Sergio.Jr
  • 56. Importância do Alicerce de Execução
    • Crescente complexidade pode aumentar a rigidez das operações
      • Sistemas legados e “remendados”
      • Plataformas diferentes
      • Custos maiores e dificuldades de implantação/integração
    Prof. Sergio.Jr
  • 57. Importância do Alicerce de Execução
    • Agilidade nos Negócios
      • Necessidade estratégica
      • Ciclos tecnológicos e de produtos menores
    Prof. Sergio.Jr
  • 58. Importância do Alicerce de Execução
    • Ambientes políticos e regulação
      • Mudanças bruscas de regulamentações governamentais
        • SOX
        • Basiléia
      • Melhoria das possibilidades de disponibilização da informação
    Prof. Sergio.Jr
  • 59. Importância do Alicerce de Execução
    • Custos
      • Custos de implementação menores que custos de manutenção
      • Investimentos em inteligência podem gerar maiores receitas
      • Custos de manutenção decrescente com aumento de eficiência crescente
    Prof. Sergio.Jr
  • 60. Construindo o Alicerce
    • Modelo Operacional
      • Padronização de Processos
      • Integração de Processos
    • Arquitetura Empresarial
      • Lógica organizacional
      • Impacta Processos de Negócio e Infra-Estrutura Tecnológica
      • Visão de Longo Prazo
    • Modelo de Envolvimento da TI
      • Governança de TI para garantir a consecução de objetivos
      • Alinhamento entre objetivos de negócio e objetivos de TI
    Prof. Sergio.Jr
  • 61. Dois conceitos chave
    • Modelo de Operação (Operation Model): nível necessário de integração e padronização dos processos de negócio para fornecer bens e serviços aos clientes
    • Arquitetura de TI (Enterprise Architecture): a lógica organizacional para processos de negócio e capacidades da infra-estrutura de TI refletindo requisitos de integração e padronização do Modelo de Operação da firma
    Prof. Sergio.Jr
  • 62. Criando e Explorando o Alicerce de Execução Prof. Sergio.Jr Fonte: http://www.imd.ch/book/eas/about.htm
  • 63. Arquitetura de TI como Estratégia Empresarial Modelo de Operação Prof. Sergio.Jr
  • 64. Modelo de Operação
    • Decisão crítica para a empresa
    • Deve proporcionar a rápida implantação da Estratégia
    • Permite que TI se torne pró-ativa (ao invés de reativa)
    • Duas dimensões
      • Padronização
      • Integração
    Prof. Sergio.Jr
  • 65. Modelo de Operação Padronização
    • Padronização : forma exata de execução
      • Eficiência
      • Previsibilidade
      • Diminuição da Variabilidade
      • Permite comparação entre processos
      • Limitam inovação local
    Prof. Sergio.Jr
  • 66. Modelo de Operação Integração
    • Integração : associa esforços de unidades organizacionais por meio de dados compartilhados
      • Eficiência
      • Coordenação
      • Transparência
      • Agilidade
      • Necessita desenvolvimento de formatos e definições padronizados
    Prof. Sergio.Jr
  • 67. Modelos de Operação Prof. Sergio.Jr Integração de Processos Padronização de Processos Baixa Alta Alta Coordenação Acesso a dados centrais através de interfaces padronizadas Unificação Processos padronizados e sistemas globais Baixa Diversificação Economias de escala sem limitar independência Replicação Infra-estrutura padrão em unidades independentes
  • 68. Modelos de Operação Coordenação
    • Compartilhamento de dados de clientes, produtos ou fornecedores
    • Impacto nas transações de outras unidades comerciais
    • Unidades comerciais ou seções operacionalmente únicas
    • Administração de negócios autônoma
    • Controle de Projeto de processos pelas unidades
    • Projetos consensuais de TI
    Prof. Sergio.Jr
  • 69. Modelos de Operação Unificação
    • Clientes e fornecedores podem ser locais ou globais
    • Processos de negócio globalmente integrados
    • Unidades comerciais com operações similares ou sobrepostas
    • Administração centralizada com uso de matrizes
    • Detentores de processos de alto nível projetam processos padronizados
    • Bancos de Dados centrais
    • Decisões de TI centrais
    Prof. Sergio.Jr
  • 70. Modelos de Operação Diversificação
    • Poucos ou nenhum cliente ou fornecedor compartilhados
    • Transações independentes
    • Unidades comerciais com operação independente
    • Administração autônoma
    • Controle de projetos/processos feito nas unidades comerciais
    • Poucos padrões de dados
    • Decisões de TI descentralizadas
    Prof. Sergio.Jr
  • 71. Modelos de Operação Replicação
    • Poucos ou nenhum cliente compartilhados
    • Transações independentes, mas agregadas em alto nível
    • Unidades comerciais operacionalmente similares
    • Líderes de unidades com pouco poder sobre processos
    • Controle centralizado de processos
    • Definições padronizadas de dados, porém a posse dos dados costuma ser local
    • TI centralizada
    Prof. Sergio.Jr
  • 72. Como avaliar?
    • Em que medida a conclusão das transações de uma UN depende da disponibilidade, precisão e atemporalidade de dados de outras UN’s?
      • Requisitos de Integração
    • Em que medida a empresa se beneficia quando as UN’s executam serviços da mesma maneira?
      • Requisitos de Padronização
    Prof. Sergio.Jr
  • 73. Formas de Crescimento Prof. Sergio.Jr Integração de Processos Padronização de Processos Baixa Alta Alta
    • Coordenação
    • Orgânico : Inovação em produtos facilmente disponibilizada
    • Aquisição: Aquisição de novos produtos, mas sem integração de dados
    • Unificação
    • Orgânico : Economias de Escala; ampliação incremental da linha de produtos
    • Aquisição : deve trocar a infra-estrutura
    Baixa
    • Diversificação
    • Orgânico : Pequenas unidades comerciais alimentando principais negócios
    • Aquisição : oportunidades ilimitadas
    • Replicação
    • Orgânico : melhores práticas e inovações estendidas globalmente
    • Aquisição : concorrentes, com troca de infra-estrutura
  • 74. Arquitetura Empresarial
    • Lógica organizacional para processos de negócio e capacidades da infra-estrutura de TI refletindo requisitos de integração e padronização do Modelo de Operação da firma
    • Cada Modelo de Operação ressalta um elemento diferente da Arquitetura Empresarial
    Prof. Sergio.Jr
  • 75. Arquitetura Empresarial Elementos Centrais
    • Processos Centrais de Negócio
      • Conjunto estável de capacidades gerais necessárias de uma empresa
    • Dados Compartilhados
    • Tecnologias de Automação e Vinculação
      • Middleware
      • Software (ERP, etc)
    • Principais Clientes
    Prof. Sergio.Jr
  • 76. Diagrama Central Unificação Prof. Sergio.Jr Clientes-chave Processos Centrais Dados Compartilhados Tecnologias de Vinculação e Automação Processos Processos Processos Processos Processos Tipos de Clientes Tipos de Clientes Tipos de Clientes Tipos de Clientes Dados
  • 77. Diagrama Central Unificação
    • Ambiente altamente padronizado e integrado
    • Processos-padrão oferecendo acesso a dados compartilhados
    • Produtos e serviços oferecidos a partir de uma estrutura central
    Prof. Sergio.Jr
  • 78. Diagrama Central Unificação – Delta Airlines Prof. Sergio.Jr
  • 79. Diagrama Central Diversificação Prof. Sergio.Jr Tecnologias Compartilhadas Processos Compartilhados Dados específicos das UN’s Clientes específicos por UN Processos Processos Processos Processos Processos
  • 80. Diagrama Central Diversificação
    • Baixa Integração
    • Baixa Padronização
    • Plataforma tecnológica comum
    • Em alguns casos, ausência de Arquitetura
    Prof. Sergio.Jr
  • 81. Diagrama Central Diversificação – Carlson’s Prof. Sergio.Jr
  • 82. Diagrama Central Coordenação Prof. Sergio.Jr Clientes Compartilhadas Dados Compartilhados Tecnologia de Integração Processos Vinculados Processos Processos Processos Processos Processos Tipos de Clientes Tipos de Clientes Tipos de Clientes Tipos de Clientes Dados
  • 83. Diagrama Central Coordenação
    • Partilha de dados essenciais
    • “ Face comum” à clientela
    • Integração de produtos e processos, sem imposição de padronização
    Prof. Sergio.Jr
  • 84. Diagrama Central Coordenação - MetLife Prof. Sergio.Jr
  • 85. Diagrama Central Replicação Prof. Sergio.Jr Processos Compartilhadas Tecnologias de Vinculação e Automação Dados específicos por UN’s Clientes Específicos Processos Processos Processos Processos
  • 86. Diagrama Central Replicação
    • Processos-chave padronizados
    • Suporte tecnológico
    • Dados não costumam ser compartilhados
    • Permite rápida expansão e escalabilidade
    Prof. Sergio.Jr
  • 87. Diagrama Central Replicação – Ing Direct Prof. Sergio.Jr
  • 88. Construindo o Diagrama Central
    • Deve envolver a Alta Administração e a gestão de TI
    • Visão mais simples de uma organização complexa: essência
    • Meta: digitalizar o núcleo
      • Previsível
      • Reutilizável
      • Confiável
    • Evitar detalhes demais
    Prof. Sergio.Jr
  • 89. Maturidade da Arquitetura
    • Quatro estágios
      • Silos de Negócio
      • Tecnologia Padronizada
      • Núcleo Otimizado
      • Modularidade de Negócios
    Prof. Sergio.Jr
  • 90. Maturidade da Arquitetura Prof. Sergio.Jr
  • 91. Maturidade da Arquitetura Estágio 1: Silos de Negócio
    • Investimentos em TI concentrados na oferta de soluções para problemas/oportunidades locais
    • Poucos padrões tecnológicos
    • Automatização de processos específicos de negócio
    • Foco em redução de custos
    • Liberdade para soluções locais
    • Legados de sistemas sem comunicação
    • Cerca de 12% das empresas pesquisadas
    Prof. Sergio.Jr
  • 92. Maturidade da Arquitetura Estágio 2: Tecnologia Padronizada
    • Criação de infra-estrutura compartilhada
    • Redução do número de plataformas
    • Criação de padrões tecnológicos
    • Automatizar processos de negócio
    • Custos 15% mais baixos em TI
    • Cerca de 48% das empresas pesquisadas
    Prof. Sergio.Jr
  • 93. Maturidade da Arquitetura Estágio 3: Núcleo Otimizado
    • Visão empresarial de dados e aplicações (contrastando com a visão local)
    • Eliminação da redundância de dados
      • Confiabilidade
    • Papel de TI: promover realização dos objetivos empresariais
    • Gerencias locais tendem a perder poder: riscos políticos
    • Custos 25% menores com TI
    • Cerca de 34% das empresas pesquisadas
    Prof. Sergio.Jr
  • 94. Maturidade da Arquitetura Estágio 4: Modularidade dos Negócios
    • Agilidade estratégica por meio de módulos customizados e reutilizáveis
    • Vínculos entre módulos de processos de negócio
    • Definições conjuntas dos processos padronizados; necessários; e locais
    • Arquitetura modular possibilita inovação local
    • Acoplagem de novos módulos
    • Custos 20% mais elevados
    • Cerca de 6% das empresas pesquisadas
    Prof. Sergio.Jr
  • 95. Estágios de Maturidade Prof. Sergio.Jr
  • 96. Quadro de Características Prof. Sergio.Jr Silos de Negócio Tecnologia Padronizada Núcleo Otimizado Modularidade dos Negócios Capacidades de TI Aplicações locais Plataformas técnicas comuns Processos ou dados compartilhados Módulos acopláveis de processos de negócio Objetivos de Negócio ROI de iniciativas locais Redução de custos de TI Custos e qualidade de processos Agilidade estratégica Prioridade de Custeio Aplicações Individuais Serviços de infra compartilhados Aplicações da Empresa Componentes de processos reutilizáveis Principal capacidade administrativa Gestão de Mudança através da TI Atualização de padrões; serviços comuns Definição e medição de processos centrais Administração de processos de negócio reutilizáveis Quem define aplicações? Líderes de Negócio locais Líderes locais e de TI Alta administração e líderes de processos Líderes de TI e de negócio Questões de Governança de TI Mensurar e comunicar valor Estabelecer responsabilidades locais e globais Alinhar prioridades de projetos com objetivos da estrutura Definir, atribuir e custear módulos de negócio Implicações Estratégicas Otimização local Eficiência de TI Eficiência operacional do negócio Agilidade estratégica
  • 97. Valor de TI Prof. Sergio.Jr
  • 98. Flexibilidade Prof. Sergio.Jr
  • 99. Benefícios da Arquitetura
    • Mapeia processos, dados e tecnologias importantes
    • Permite atingir níveis de integração e padronização desejados
    • Principais benefícios
      • Custos de TI
      • Receptividade de TI
      • Administração de Risco
      • Satisfação da Administração
      • Resultados de Negócios Estratégicos
    Prof. Sergio.Jr
  • 100. Custos Reduzidos de TI
    • Sistemas “quebra-galho” tornando-se custosos
    • Arquitetura Empresarial introduz disciplina
    • Redução de custos unitários de operações
    • Redução de custos de manutenção
    • Máximo impacto de custos no Estágio 2
      • Capacidades compartilhadas reduzindo custos
    Prof. Sergio.Jr
  • 101. Maior Responsividade
    • Líderes de TI tem menos opções tecnológicas
      • Menor tempo gasto em tomadas de decisão acerca de tecnologias
    • Estágio 3 – Modularidade de Negócios
      • Maior aumento dos índices de responsividade
    Prof. Sergio.Jr
  • 102. Benefícios da Maturidade Prof. Sergio.Jr
  • 103. Administração de Risco
    • Limpar Infra-estrutura de TI torna o ambiente mais administrável
    • Redução de três tipos de riscos
      • Comercial
      • Tolerância a desastres
      • Redução de brechas de segurança
    • Facilidade de implantação de sistemas de administração de riscos
    Prof. Sergio.Jr
  • 104. Satisfação da Administração
    • Medida subjetiva, mas importante
    • O desconforto gerado pela mudança tende a ser compensado pelos ganhos operacionais
    • Aumenta comprometimento da empresa com a melhoria
    • Aumento de confiança
    Prof. Sergio.Jr
  • 105. Resultados Estratégicos
    • Excelência Operacional
      • Processos enxutos e confiáveis
    • Proximidade com Cliente
      • Compartilhamento e uso de dados
    • Liderança em produtos
      • Possibilidades de criação de novos produtos sem entraves tecnológicos
    • Agilidade Estratégica
      • Respostas rápidas às variações de mercado e aproveitamento de oportunidades
    Prof. Sergio.Jr
  • 106. Arquitetura de TI como Estratégia Empresarial Práticas Administrativas Prof. Sergio.Jr
  • 107. Práticas Administrativas
    • Práticas administrativas devem ser iniciadas de acordo com o estágio de maturidade em que a empresa se encontra
    • Não há razão para adotar práticas de estágios mais avançados
    • Cada nova prática deve fazer parte da forma de agir da empresa nos estágios seguintes
    Prof. Sergio.Jr
  • 108. Práticas Administrativas Prof. Sergio.Jr
  • 109. Práticas Administrativas Silos de Negócio
    • Argumentos comerciais
      • Análises de Custo/Benefício
    • Padronização de Metodologias de Projeto
    Prof. Sergio.Jr
  • 110. Práticas Administrativas Tecnologia Padronizada
    • Comitê diretivo de TI
      • Para determinação de prioridades
    • Custeio centralizado de aplicações comerciais
      • Suportando padrões gerais da empresa
    • Renovação Arquitetônica
      • Aposentando tecnologias em obsolescência
    Prof. Sergio.Jr Práticas de Custeio
  • 111. Práticas Administrativas Tecnologia Padronizada
    • Processo formal de observância arquitetônica
    • Arquitetos nas equipes de projeto
      • Responsáveis pelos padrões técnicos
    • Processo de exceções à Arquitetura
      • Avaliando exceções que agreguem valor
    • Equipe de Padrões centralizada
    Prof. Sergio.Jr Ambiente Padronizado
  • 112. Práticas Administrativas Núcleo Otimizado
    • Processos Gerais da Empresa
    • Declaração de Princípios que orientem a Arquitetura Empresarial
      • Em conformidade com a Estratégia Empresarial, definindo como será utilizada a TI (orientação de custos, clientes, etc)
    • Liderança Comercial nas equipes de projeto
      • Com gerentes de alto nível envolvidos
    • Supervisão da Arquitetura por altos executivos
    • Gerentes de Programas de TI
      • Mapear integração e evitar redundância
    Prof. Sergio.Jr
  • 113. Práticas Administrativas Modularidade de Negócios
    • Diagrama Central
      • Em uma única página, claro e objetivo
    • Avaliação Pós-Implementação
      • Formalizado, disseminando aprendizado de cada projeto
    • Processo formal de Pesquisa e Adoção de Tecnologia
    • Equipe de Arquitetura Empresarial
      • Em período integral
    Prof. Sergio.Jr
  • 114. Arquitetura de TI como Estratégia Empresarial Modelo de Envolvimento (Engagment Model) Prof. Sergio.Jr
  • 115. Modelo de Envolvimento de TI Prof. Sergio.Jr
  • 116. Modelo de Envolvimento de TI
    • “ Sistema de mecanismos de governança que asseguram que os projetos de negócios e TI atinjam objetivos locais e globais”
    • Três aspectos
      • Governança de TI
      • Gestão de Projetos
      • Mecanismos de vinculação
    Prof. Sergio.Jr
  • 117. Modelo de Envolvimento de TI Prof. Sergio.Jr Alinhamento Coordenação Estratégia e Operações da Empresa Estratégia e Operações da UN Plano de Projeto Arquitetura Empresarial Arquitetura da UN Arquitetura de TI em Projetos Governança de TI Mecanismos de Vinculação Gestão de Projetos TI Negócios
  • 118. Modelo de Envolvimento de TI Prof. Sergio.Jr Alinhamento Coordenação Estratégia e Operações da Empresa Estratégia e Operações da UN Plano de Projeto Arquitetura Empresarial Arquitetura da UN Arquitetura de TI em Projetos Governança de TI Mecanismos de Vinculação Gestão de Projetos TI Negócios
  • 119. Governança de TI
    • “ Framework de direitos decisórios e responsabilidades para estimular comportamentos desejáveis do uso da TI”
    • Reflete princípios da Governança Corporativa
    • Cinco grandes áreas decisórias
      • Princípios de TI
      • Arquitetura Empresarial
      • Infra-Estrutura de TI
      • Necessidade de Aplicações Comerciais
      • Priorização de Investimentos
    Prof. Sergio.Jr
  • 120. Governança de TI
    • Princípios de TI
      • De que forma o modelo operacional se traduz em princípios de TI para orientar a tomada de decisões?
      • Qual o papel de TI no Modelo Operacional?
      • Quais são os comportamentos desejáveis em termos de TI?
      • Como a TI será custeada: empresa ou UN’s?
    Prof. Sergio.Jr
  • 121. Governança de TI
    • Arquitetura Empresarial
      • Quais os processos de negócio centrais da empresa? Como eles se relacionam?
      • Que informações determinam os processos centrais? Como elas devem ser integradas?
      • Que capacidades técnicas devem ser padronizadas em toda a empresa para dar suporta a eficiências em TI e promover a integração e padronização dos processos?
      • Que atividades devem ser padronizadas por toda a empresa para dar suporte à integração de dados?
      • Que escolhas tecnológicas orientarão a abordagem da empresa e iniciativas de TI?
    Prof. Sergio.Jr
  • 122. Governança de TI
    • Infra-Estrutura de TI
      • Que serviços de infra-estrutura são mais críticos para concretizar o modelo operacional da empresa?
      • Que serviços devem ser implementados na empresa como um todo?
      • Quais os requisitos de nível de serviço?
      • Como devem ser precificados?
      • Qual o planejamento de atualizações tecnológicas?
      • Quais serviços devem ser terceirizados?
    Prof. Sergio.Jr
  • 123. Governança de TI
    • Necessidade de Aplicações Comerciais
      • Quais as oportunidades de mercado e de processos de negócio para novas aplicações comerciais?
      • Como as necessidades comerciais podem ser atendidas dentro dos padrões arquitetônicos?
      • Quando uma necessidade de negócio justifica uma exceção?
      • Quem será o detentor de cada projeto e garantirá geração de valor?
      • Que experimentos estratégicos devem ser levados adiante? Como avaliar sucesso?
    Prof. Sergio.Jr
  • 124. Governança de TI
    • Investimentos e priorização de TI
      • Que mudanças ou melhorias de processos são estrategicamente mais importantes para a empresa?
      • O portifólio de TI é consistente com os objetivos da empresa?
      • Qual a importância relativa de investimentos na empresa como um todo versus investimento nas UN’s?
      • Qual o balanço correto entre projetos originados pelo topo e pela base para equilibrar padronização e inovação?
    Prof. Sergio.Jr
  • 125. Modelo de Envolvimento de TI Prof. Sergio.Jr Alinhamento Coordenação Estratégia e Operações da Empresa Estratégia e Operações da UN Plano de Projeto Arquitetura Empresarial Arquitetura da UN Arquitetura de TI em Projetos Governança de TI Mecanismos de Vinculação Gestão de Projetos TI Negócios
  • 126. Gestão de Projetos
    • Passos processuais bem definidos
    • Checkpoints
    • Métricas e indicadores de desempenho
    • Padronização de etapas de um projeto
    Prof. Sergio.Jr
  • 127. Modelo de Envolvimento de TI Prof. Sergio.Jr Alinhamento Coordenação Estratégia e Operações da Empresa Estratégia e Operações da UN Plano de Projeto Arquitetura Empresarial Arquitetura da UN Arquitetura de TI em Projetos Governança de TI Mecanismos de Vinculação Gestão de Projetos TI Negócios
  • 128. Mecanismos de Vinculação
    • Conectam a Governança de TI e os Projetos de Negócio
    • Três tipos
      • Vinculação Arquitetônica
      • Vinculação de Negócio
      • Vinculação de Alinhamento
    Prof. Sergio.Jr
  • 129. Modelo de Envolvimento de TI Prof. Sergio.Jr Alinhamento Coordenação Estratégia e Operações da Empresa Estratégia e Operações da UN Plano de Projeto Arquitetura Empresarial Arquitetura da UN Arquitetura de TI em Projetos Governança de TI Mecanismos de Vinculação Gestão de Projetos TI Negócios Vinculação Arquitetônica Vinculação de Negócios Vinculação de Alinhamento
  • 130. Mecanismos de Vinculação
    • Vinculação Arquitetônica
      • Equipes de Projeto incluindo Arquiteto Empresarial
      • Gestão de Exceções
      • Custeio e continuidade do projeto atreladas à observância da Arquitetura
    Prof. Sergio.Jr
  • 131. Mecanismos de Vinculação
    • Vinculação de Alinhamento
      • Gerentes de relacionamento entre TI e Negócios
      • Escritórios de Gestão de Projetos
      • Treinamento de Gerentes de Projeto
    Prof. Sergio.Jr
  • 132. Mecanismos de Vinculação
    • Vinculação de Negócios
      • Priorização
      • Patrocinadores comerciais dos projetos
      • Exames regulares de projetos
      • Exame pós-implementação (validando metas empresariais)
      • Bônus e incentivos vinculados às metas
      • Owners de processos
    Prof. Sergio.Jr
  • 133. Arquitetura de TI como Estratégia Empresarial Terceirização Prof. Sergio.Jr
  • 134. Razões para terceirização
    • Redução de Custos
    • Capacidade Variável
    • Mitigação de Riscos
    • Reengenharia de processos
    • Foco em Capacidades Centrais ( Core Competences )
    Prof. Sergio.Jr
  • 135. Razões para terceirização Prof. Sergio.Jr
  • 136. Formas de Terceirização
    • Parcerias Estratégicas
    • Co-sourcing
    • Relacionamento Transacional
    Prof. Sergio.Jr
  • 137. Formas de Terceirização
    • Parcerias Estratégicas
      • Conjunto integrado de serviços operacionais
      • Integração de serviços agrega maior valor do que os serviços individuais
      • Permite que as empresas se concentrem em suas capacidades centrais
      • Modelo mais arriscado de terceirização
      • Normalmente utilizada no Estágio 2 – Tecnologia Padronizada
    Prof. Sergio.Jr
  • 138. Formas de Terceirização
    • Co-Sourcing
      • Responsabilidade compartilhada, com atribuições claras
      • Normalmente, focada em projetos
      • Acesso a perícia técnica sob demanda
      • Maior valor no Estágio 3 – Núcleo Otimizado
    Prof. Sergio.Jr
  • 139. Formas de Terceirização
    • Relacionamento Transacional
      • Out-tasking
      • Terceirização de serviços específicos
      • Uma boa opção no Estágio 4 – Modularidade de Negócios
    Prof. Sergio.Jr
  • 140. Quadro Resumo Prof. Sergio.Jr Parceria Estratégica Co-Sourcing Transação O que terceirizar Ampla responsabilidade pelas atividades operacionais Administração e implementação de projetos Processos repetíveis e estritamente definidos Indicadores Impacto nos lucros Sucesso nos projetos Qualidade e custo por transação Relacionamento Fornecedor/cliente Prestação de contas negociada Gestão conjunta Distanciada Expectativa do Cliente Economia de custos; capacidade variável; foco nas competências Economias de custo; acesso a perícia Processos de classe mundial; capacidade variável; foco em competências Ofertas do Fornecedor Ampla gama de serviços especializados; economias de escala Arbitragem de mão de obra; perícia em projetos e tecnologias específicas Componentes padronizados; melhores práticas; economias de escala Sucesso do cliente 50% 63% 90% Sucesso do fornecedor 50% 75% 90%
  • 141. Terceirização por Estágio Prof. Sergio.Jr Silos de Negócio Tecnologia Padronizada Núcleo Otimizado Modularidade de Negócios O que terceirizar
    • Processos facilmente isolados
    • Processos facilmente isolados
    • Administração de Infra de TI
    • Processos facilmente isolados
    • Administração de Infra de TI
    • Gestão de projeto de implementações
    • Processos facilmente isolados
    • Administração de Infra de TI
    • Gestão de projeto de implementações
    • Design e operação de processos com TI
    Relacionamento ideal Terceirização transacional com enfoque estrito Parceria estratégica Co-Sourcing Terceirização transacional Objetivos de terceirização Economias de custo Disciplina de gestão de TI; Redução de Riscos; Foco administrativo Transferência de TI/know-how Reengenharia de processos Capacidade variável Risco partilhado Agilidade estratégica Processos de classe mundial Capacidade Variável Foco administrativo Custo-eficiencia
  • 142. Arquitetura de TI como Estratégia Empresarial Crescimento Lucrativo Prof. Sergio.Jr
  • 143. Crescimento Lucrativo Unificação
    • Aproveitamento de infra-estrutura padronizada
    • Foco nos negócios
    • Dados integrados para atendimento ao cliente
    • Capacidade de alteração de processos limitada
    Prof. Sergio.Jr
  • 144. Crescimento Lucrativo Replicação
    • Processos padronizados, suportados pela TI para ampliar negócios ou serviços
    • Automação reduz custos de iniciação em novos mercados
    Prof. Sergio.Jr
  • 145. Crescimento Lucrativo Coordenação
    • Compartilhamento de dados entre negócios únicos
    • Novos negócios e produtos não limitados por processos padronizados
    • Autonomia local estimulando inovação
    Prof. Sergio.Jr
  • 146. Crescimento Lucrativo Diversificação
    • Infra-estrutura de TI compartilhada entre diversos negócios diferentes
    • Muitas empresas com esse modelo não amadurecem além do Estágio 2 – Tecnologia Padronizada
    Prof. Sergio.Jr
  • 147. Crescimento Lucrativo Fusões e Aquisições
    • Aproveitamento de um alicerce maduro
      • Arranca e troca
      • Portal Padronizado (visando integração de dados)
    • Sinergias
      • Busca melhores práticas das empresas adquiridas
      • Caminha em direção à Diversificação
    Prof. Sergio.Jr
  • 148. Construindo o Alicerce de Execução Quadro Resumo Prof. Sergio.Jr
  • 149. Passos para a construção do Alicerce de Execução
    • Analisar o alicerce existente
    • Definir o modelo operacional (Integração e Padronização)
    • Projetar a Arquitetura Empresarial
    • Definir prioridades
    • Projetar e implementar o Modelo de Envolvimento de TI (Governança de TI; Mecanismos de Vinculação e modelo de Gestão de Projetos)
    • Explorar o Alicerce buscando crescimento
    Prof. Sergio.Jr
  • 150. 10 Princípios da Liderança
    • Comprometimento com o Alicerce
    • Iniciar a mudança pelo topo e remover barreiras
    • Fortalecer o Núcleo
    • Usar a Arquitetura como bússola
    • Não pular estágios
    • Implementar o Alicerce de um projeto por vez
    • Terceirzar serviços necessários
    • Investir na criatividade do pessoal
    • Alinhe a empresa
    • Capacite os funcionários
    Prof. Sergio.Jr
  • 151. Alicerce de Execução Exercícios Prof. Sergio.Jr
  • 152. Definindo níveis de Integração e Padronização I
    • Cenário : Empresa do setor alimentício, com negócios em laticínios, cereais e água mineral
      • Definir e justificar os níveis de Integração e Padronização que você espera
      • Definir o Modelo de Operação
      • Montar Diagrama Central para o negócio
      • Projetar formas de crescimento para a empresa
    Prof. Sergio.Jr
  • 153. Definindo níveis de Integração e Padronização II
    • Cenário : Holding de serviços de tecnologia, com unidades de consultoria, treinamento e faculdade
      • Definir e justificar os níveis de Integração e Padronização que você espera
      • Definir o Modelo de Operação
      • Montar Diagrama Central para o negócio
      • Projetar formas de crescimento para a empresa
    Prof. Sergio.Jr
  • 154. Definindo níveis de Integração e Padronização III
    • Cenário : Grande varejista, com negócios em hipermercados, industrialização de alimentos, têxtil e produtos de limpeza
      • Definir e justificar os níveis de Integração e Padronização que você espera
      • Definir o Modelo de Operação
      • Montar Diagrama Central para o negócio
      • Projetar formas de crescimento para a empresa
    Prof. Sergio.Jr
  • 155. Arquitetura de TI O Arquiteto Prof. Sergio.Jr
  • 156. Quem é?
    • Conceito ainda em formação
    • O Arquiteto de TI é o responsável pelo alinhamento entre TI e negócios
    • Necessidade habilidades gerenciais e de negócio aliadas a um forte conhecimento técnico
    • Experiência
    Prof. Sergio.Jr
  • 157. Objetivos Específicos
    • Obter melhor ajuste entre objetivos de negócio e de TI (Abordagem Sociotécnica)
    • Avaliar adequação das soluções
    • Evitar Arquitetura “POG” ¹
    • POG – Programação Orientada a “Gambiarras”
    Prof. Sergio.Jr
  • 158. Abordagem Sociotécnica Prof. Sergio.Jr TECNOLOGIA ORGANIZAÇÃO Alternativas Alternativas Design final TECNOLOGIA Design final ORGANIZAÇÃO Abreu e Rezende, 2003, p. 31
  • 159. Habilidades Necessárias (IASA) Prof. Sergio.Jr Fonte: http://www.iasahome.org/web/home/skillset
  • 160. Habilidades Necessárias (IASA)
    • Estratégia de Negócio e Tecnologia
    • Design da Arquitetura
    • Gestão de Pessoas
    • Atributos de Qualidade
    • Arquitetura de Software e outros aspectos de TI
    • Infraestrutura
    Prof. Sergio.Jr
  • 161. Habilidades Necessárias (TI em Debate – Levantamento no LinkedIn http://blog.sucessosi.com.br/2007/04/20/habilidades-de-um-arquiteto/ )
    • Liderança Estratégica
    • Capacidade de Comunicação
    • Trabalho em Equipe
    • Capacidade de Análise e Decisão
    • “ Senso de Humor”
      • Clima de confiança e saudável
    • Pensamento inovador
    Prof. Sergio.Jr
  • 162. Outras habilidades
    • Experiência nas tecnologias utilizadas pela empresa
    • Visão geral de todas as implementações de aplicações da empresa (não confunda isso com saber todas as regras de negócio);
    • Dominar pelo menos uma ferramenta de desenvolvimento e conhecer as principais linguagens de programação utilizadas pela empresa
    • Conhecimento de negócio do Banco de Dados
    Prof. Sergio.Jr
  • 163. Outras habilidades
    • Conhecimento dos padrões de desenvolvimento e flexibilidade para escolher
    • Tirar o melhor proveito do software/metodologia que a empresa tem
    • Saber dar justificativas técnicas para técnicos e justificativas de negócio para área administrativa
    • Atualização constante
    Prof. Sergio.Jr
  • 164. Demanda de Mercado
    • Serviços de TI, Software e Internet: 69%
      • Serviços de TI: 40%
      • Software: 15%
      • Internet 14%
    • Serviços Financeiros, Telecomunicações e Seguros: ~10%
    Prof. Sergio.Jr
  • 165. Demanda de Mercado Prof. Sergio.Jr
  • 166. Aspectos Chave da Arquitetura Empresarial
    • Construir capacidades, não soluções
    • Não pule estágios, eles são importantes para o aprendizado organizacional
    • Internalize aprendizado em gestão e práticas de governança
    • Envolva a alta administração. Se necessário, insista!
    Prof. Sergio.Jr
  • 167. Arquitetura e TI Outras arquiteturas Prof. Sergio.Jr
  • 168. Outros Modelos
    • Outros modelos de Arquitetura de Software comumente usados
      • Sistemas monolíticos
      • Cliente-servidor
      • 3 camadas
      • N-camadas
      • Arquitetura distribuída
      • Arquitetura de Plug-in
      • Componentizada
      • Orientada a Serviço
    Prof. Sergio.Jr
  • 169. Arquitetura e TI SOA – Service-Oriented Architecture Prof. Sergio.Jr
  • 170. Conceito
    • Modelo de Arquitetura de Software
    • Funcionalidades implementadas pelas aplicações devem ser disponibilizadas na forma de serviços
      • Reutilização
    • Baseada em computação distribuída
    • “ Mais do que uma tecnologia, SOA também influencia regras e processos de negócios”
    • Gartner Group
    Prof. Sergio.Jr
  • 171. Integração entre Negócios e TI
    • Desafios de Negócio
      • Aumento da velocidade das mudanças
      • Melhoria da eficiência de negócio e performance
      • Proteger ativos críticos de negócio
    • Obrigações de TI
      • Respostas rápidas de TI e facilidade de adaptação
      • Alinhamento com negócios e eficiência de custos
      • Prover um ambiente de integração seguro e gerenciável
    Prof. Sergio.Jr
  • 172. Alinhamento
    • Requerimentos para alinhar TI e Negócios
      • Facilidade de utilização: “Quero isso”
        • Ao contrário de “Conecte-se no SAP e retire um relatório para ser enviado ao CRM, que analisará com apoio do SAD e enviará uma transação ao DB2 no Mainframe via CICS...”
      • Definição dos Serviços
        • Foco em processos, não em aplicações
      • Arquitetura de suporte a Serviços
    Prof. Sergio.Jr
  • 173. Conceito de Serviço
    • Serviço é uma função de um sistema computacional
    • É independente dos demais serviços
    • A comunicação entre serviços pode ser realizada através de um Web Service (por exemplo, SOAP)
    Prof. Sergio.Jr
  • 174. Problemas de uma Arquitetura mal planejada
    • Chamadas aos serviços feitos de forma independente
      • Dificuldades de acesso em cada sistema devem ser solucionadas de forma individual
      • Upgrades podem gerar retrabalhos na aplicação principal
      • Cada nova aplicação desenvolvida deve refazer os mesmos passos
      • Novos sistemas fonte gerarão alteração em todas as aplicações
    Prof. Sergio.Jr Análise de Crédito (SAP) Análise de Crédito (MicroSiga) Aplicação de Análise de Crédito
  • 175. Problemas de uma Arquitetura mal planejada Prof. Sergio.Jr Análise de Crédito (SAP) Análise de Crédito (MicroSiga) Aplicação de Análise de Crédito Análise de Crédito (DataSul)
  • 176. Composição de Serviço Prof. Sergio.Jr Análise de Crédito (SAP) Análise de Crédito (MicroSiga) Aplicação de Análise de Crédito Análise de Crédito (DataSul) Arquitetura de Serviço Facilidade de inclusão de novos serviços
  • 177. Camadas de uma estrutura SOA Prof. Sergio.Jr Fonte: TI em Debate
  • 178. Implementação Planejamento
    • Pode ser aplicada em qualquer tamanho de empresa
    • Mapear processos
      • BPM
    • Definir padrões de governança
    • Pode ficar a cargo de uma equipe ou uma pessoa, de acordo com o tamanho da empresa
    • Compreender necessidades de negócio
    Prof. Sergio.Jr
  • 179. Fracassos Prof. Sergio.Jr Governança de SOA fracassa na maior parte das empresas, diz estudo.
  • 180. SOA e ITIL Prof. Sergio.Jr SOA e ITIL: projetos em linha, resultados à vista Como aproveitar a conexão ITIL-SOA
  • 181.
    • SOA – Strategy? Technology? Or just another business opportunity
    • http://www.scribd.com/doc/2364402/SOAIntroduction
    • http://blog.sucessosi.com.br/2007/06/01/5-perguntas-necessarias-antes-de-investir-em-soa/
    • http://www.pcs.usp.br/~pcs5002/oasis/soa-rm-csbr.pdf
    • http://blog.sucessosi.com.br/2007/05/03/saiba-como-soa-aumenta-os-riscos-em-seguranca/
    • http://blog.sucessosi.com.br/2007/08/15/mercado-soa-deve-atingir-us-177-bi-em-2011-aponta-pesquisa/ FALAR
    • http://blog.sucessosi.com.br/2007/05/10/o-outro-lado-da-soa/
    Prof. Sergio.Jr Alinhamento TI - Empresa. Onde estão os conflitos? (1)
  • 182. SOA
    • http://blog.sucessosi.com.br/2007/10/31/soa-passo-a-passo-rumo-ao-sucesso/
    • http://blog.sucessosi.com.br/2007/06/01/5-perguntas-necessarias-antes-de-investir-em-soa/
    • http://blog.sucessosi.com.br/2007/09/04/existe-efetiva-ligacao-entre-alinhamento-ao-negocio-soa-e-arquitetura-corporativa/
    Prof. Sergio.Jr
  • 183. Referências Internet
    • http://www.imd.ch/book/eas/about.htm
    • http://colab.cim3.net/file/work/caf/meetings/Jeanne_Ross_01_08_2007_EA.pdf
    • http://www.ies.aust.com/ten/ten38.htm
    • http://www.boaglio.com/index.php/2008/03/28/o-que-as-empresas-esperam-de-um-arquiteto-de-ti/
    Prof. Sergio.Jr
  • 184. Material a Trabalhar
    • http://pt.sun.com/sunnews/events/2006/javapt/pdf/SOA_JavaPT06_20061017.pdf (já baixado)
    • http://www2.fiap.com.br/fiap/download_site/laminas/Arquitetura%20de%20TI.pdf (já baixado)
    • http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&id_conteudo=425
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Service-oriented_architecture
    • http://blog.marcomendes.com/2007/07/17/sites-de-arquitetura-de-ti-para-arquitetos/ (HOT)
    • http://cio.uol.com.br/tecnologia/2007/03/12/idgnoticia.2007-03-12.7930004209/
    • http://www.linhadecodigo.com.br/livros.asp?id=589 HOT
    • http://200.156.26.18/np2tec/ensino/cursos-de-extensao-1/arquitetura-de-tecnologia-da-informacao
    • http://blog.mhavila.com.br/category/arquitetura/
    • http://www.leoborges.com.br/blog/skill-necessario-para-arquitetos-de-ti (HOT)
    • http://www.ti-intelligence.com.br/detailNoticias.asp?id=37&idG=1 CASO ABN REAL
    • http://www.ccuec.unicamp.br/treinamento_int2004/webpro/arquitetura_informacao/arquitetura_informacao_ai_definicao.html
    • http://www.ibm.com/br/services/sas/
    • http://www.microsoft.com/brasil/msdn/Tecnologias/arquitetura/MSArcSeriesMCSIntro_US.mspx (HOT HOT)
    • http://www.microsoft.com/brasil/msdn/arquitetura/Journal/metodo_arquitetural_perspectiva.mspx (HOT)
    • http://www.timaster.com.br/revista/artigos/main_artigo.asp?codigo=1205
    • http://info.abril.com.br/corporate/noticias/gartner/conteudo_68505.shtml
    • http://www.funiversa.org.br/pos_graduacao/arquitetura_servicos.asp
    Prof. Sergio.Jr