O Conhecimento Geralcom Obstáculo aoConhecimento CientíficoDisciplina: Epistemologia das CiênciasProfessora Orientadora: T...
 Fal sa dout r i na do Ger al . “Todo cientista tem sua filosofia” W. James “Todo filosofo tem sua ciência própria” E...
Todos cor pos caem.Corpos leves → l ugar nat ur al .Corpos pesados → cent r o da Ter r a.Ensinado: todos os corpos, se...
 Em comparação comos conheci ment os f al hos,essas l ei s f or amef i cazes. Lei s ger ai s bl oquei amas i dei as. De...
 No vácuo, todos os corpos caem à mesma vel oci dade. Base r eal de umempi r i smo exat o. Essa forma geral bem constit...
 Lei cl ar a, f echada e compl et a. Na lei geral a zona de desconhecimento não se r esol veempr obl emas pr eci sos. N...
 Casos emque a gener al i dade est a mal col ocada. Tabel as: Regi st r o automático combase nos dadospr oveni ent es do...
 Método indutivo como critérios válidos para a aceitação dequal quer conhecimento. Operação negat i va e const r ut i va....
 Ouso de t abel as baconi anas oferece uma basesólida que si r va par a descr ever o r eal ? Formação quase nat ur al de...
Pr i nci pal er r o: atração pelo particular e atração pel ouni ver sal .Compreensão e extensão.Fontes? Movimentos de c...
Real i st as e nomi nal i st as. Onomi nal i smo é a doutrina que não admite a existência do uni ver sal nemno mundo das...
Considerou todos os diferentes tipos de coagulação.Cer t o Sal t empr opr i edade de Congel ar .Qui l o se t r ansf or ...
Desdém pelo pormenor e desprezo pela precisão  pensamentopré-científico.Tendência de se expl i car o ger al pel o gr an...
 Busca limitar seu campo experimental ao invés demultiplicar as instâncias. De posse de um fenômeno bemdef i ni do dete...
 Para atingir o objetivo critico, é pr eci soescol her concei t os cor r et os e ut ei s obstáculo ao pensament o ger al...
 Especificar, limitar, purificar substâncias e seufenômenos. Fermento especifico e objetivo não o f er ment ouni ver sal...
O conhecimento a que falta precisão, ou melhor, oconhecimento que não é apresentado junto com ascondições de sua determina...
- BACHELARD, G. Aformação do EspíritoCientífico: Contribuiçãopara uma Psicanálise doConheci ment o.Cont r apont o: Ri o de...
Grato pela Atenção .
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Conhecimento geral, epistemologia, Bachelard

  1. 1. O Conhecimento Geralcom Obstáculo aoConhecimento CientíficoDisciplina: Epistemologia das CiênciasProfessora Orientadora: TâniaAcadêmico: Thiago Weslei de Almeida Sousa
  2. 2.  Fal sa dout r i na do Ger al . “Todo cientista tem sua filosofia” W. James “Todo filosofo tem sua ciência própria” E. Mach Generalização apressada e fácil. Teoria verdadeira: sadia e dinâmica.
  3. 3. Todos cor pos caem.Corpos leves → l ugar nat ur al .Corpos pesados → cent r o da Ter r a.Ensinado: todos os corpos, sem exceção.Generalidades mal colocadas, sem ligação com as funçõesmatemáticas.Todos os r ai os l umi nosos se pr opagameml i nhar et a.Todos os seres vivos são mor t ai s.Definições intocáveis.
  4. 4.  Em comparação comos conheci ment os f al hos,essas l ei s f or amef i cazes. Lei s ger ai s bl oquei amas i dei as. Definem palavras e não coi sas. Pesado, r et o e vi da. Quanto mais breve for o processo de identificaçãomai s f r aco pensament o exper i ment al .
  5. 5.  No vácuo, todos os corpos caem à mesma vel oci dade. Base r eal de umempi r i smo exat o. Essa forma geral bem constituída pode ent r avar opensament o.
  6. 6.  Lei cl ar a, f echada e compl et a. Na lei geral a zona de desconhecimento não se r esol veempr obl emas pr eci sos. Noção de velocidade esconde a noção de aceleração.
  7. 7.  Casos emque a gener al i dade est a mal col ocada. Tabel as: Regi st r o automático combase nos dadospr oveni ent es dos sent i dos. Remeter a tabela presença, excluindo perturbações,variações, anomal i as. Tabela serve apenas para generalizar uma intuiçãopar t i cul ar (sondagemt endenci osa). É pr eci so r omper comas pr i mei r as t abel as dal ei empírica.
  8. 8.  Método indutivo como critérios válidos para a aceitação dequal quer conhecimento. Operação negat i va e const r ut i va. À l uz do empi r i smo (experiência dos sentidos) o conhecimentoda realidade se reduz à experiência sensor i al que t emos dosobj et os. A experiência é o critério ou a nor ma da ver dade. Os sentidos do homem são infalíveis e representam a fonte detodo o conhecimento válido, quando guiados pelo métodocientífico.
  9. 9.  Ouso de t abel as baconi anas oferece uma basesólida que si r va par a descr ever o r eal ? Formação quase nat ur al de f al sas t abel as.
  10. 10. Pr i nci pal er r o: atração pelo particular e atração pel ouni ver sal .Compreensão e extensão.Fontes? Movimentos de correção?Para incorporar novas provas experimentais será preciso entãodef or mar os concei t os pr i mi t i vos.União da Experiência com a Razão  I ncor por ar ascondições de aplicação na própria essência da t eor i a.Concei t o ci ent i f i co.
  11. 11. Real i st as e nomi nal i st as. Onomi nal i smo é a doutrina que não admite a existência do uni ver sal nemno mundo das coi sas.Posi t i vi st as e os f or mal i st as. Posi t i vi smo atribuía fatores humanos nas explicações dos diversosassuntos, contrariando o primado da razão, da teologia e da metafísica. For mal i st as buscavam pr ovar que a Matemática est ava l i vr e decontradições.Adept os de f at os e de si nai s.
  12. 12. Considerou todos os diferentes tipos de coagulação.Cer t o Sal t empr opr i edade de Congel ar .Qui l o se t r ansf or mando emsol i dez nos ani mai s.Maneira de compreender anticientífica.
  13. 13. Desdém pelo pormenor e desprezo pela precisão  pensamentopré-científico.Tendência de se expl i car o ger al pel o gr ande. Ex: Oceano eágua.Coagulação explica a formação do ani mal .Idéia de valor. Ação de ver me e si nal de mor t e.
  14. 14.  Busca limitar seu campo experimental ao invés demultiplicar as instâncias. De posse de um fenômeno bemdef i ni do determinar variações. Variáveis matemáticas do fenômeno.
  15. 15.  Para atingir o objetivo critico, é pr eci soescol her concei t os cor r et os e ut ei s obstáculo ao pensament o ger al pr emat ur o. Pensamento pré-científico: não limita seu objeto.Faz uma experiência e generaliza para os maisdiversos domínios.
  16. 16.  Especificar, limitar, purificar substâncias e seufenômenos. Fermento especifico e objetivo não o f er ment ouni ver sal . O que limita o conhecimento é, mui t as vezes, mai si mpor t ant e par a o pr ogr esso do pensament o doque aqui l o que est ende vagament e oconheci ment o
  17. 17. O conhecimento a que falta precisão, ou melhor, oconhecimento que não é apresentado junto com ascondições de sua determinação precisa, não éconhecimento cientifico. O conhecimento geral é quasef at al ment e conheci ment o vago.
  18. 18. - BACHELARD, G. Aformação do EspíritoCientífico: Contribuiçãopara uma Psicanálise doConheci ment o.Cont r apont o: Ri o deJanei r o, 1996.
  19. 19. Grato pela Atenção .

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