PHP: Linguagem + Mysql + MVC + AJAX

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PHP: Linguagem + Mysql + MVC + AJAX

  1. 1. PHP Linguagem + MySQL + MVC + AJAX + Session Prof: Sérgio Souza Costa
  2. 2. Sobre mim Sérgio Souza Costa Professor - UFMA Doutor em Computação Aplicada (INPE) prof.sergio.costa@gmail.com https://sites.google.com/site/profsergiocosta/home https://twitter.com/profsergiocosta http://gplus.to/sergiosouzacosta http://www.slideshare.net/skosta/presentations?order=popular
  3. 3. Roteiro Linguagens e framework PHP e um simples MVC A linguagem PHP PHP + MySQL PHP + MySQL + MVC PHP + MySQL + MVC + AJAX Controle de sessão e cookies
  4. 4. Linguagens são compostas por sintaxe, semântica e pragmática. Em computação ele deve ser universal e implementável.
  5. 5. Linguagens são compostas por sintaxe, semântica e pragmática. Em computação ele deve ser universal e implementável. Framework é um conjunto de objetos que colaboram com o objetivo de atender um conjunto de responsabilidades para uma aplicação específica ou um domínio de aplicação (Erick Gamma, 1995)
  6. 6. Linguagens Framework JAVA J2EE (JSF, STRUTS...) RUBY ON RAILS PHP Zend, CakePHP... C#, Visual Basic ... .NET Haskell SNAP,Happstack Django, ZopePython Perl Catalyst CppCMSC++
  7. 7. Frameworks ● Disciplina ● Simplificação ● Agilidade / Rapidez ● Padrões de desenvolvimento / Design Pattern ● Organização ● Menos código ● Conjunto de utilitários
  8. 8. PHP é a tecnologia base: Facebook Yahoo Wikipedia Apple Nasa IBM
  9. 9. Server side Client side
  10. 10. PHP Guia rápido http://www.php.net/manual/pt_BR/
  11. 11. Ciclo de vida
  12. 12. PHP (um acrônimo recursivo para PHP: Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de script open source de uso geral, muito utilizada e especialmente guarnecida para o desenvolvimento de aplicações Web embútivel dentro do HTML.
  13. 13. PHP (um acrônimo recursivo para PHP: Hypertext Preprocessor) é uma linguagem de script open source de uso geral, muito utilizada e especialmente guarnecida para o desenvolvimento de aplicações Web embútivel dentro do HTML. O código PHP é delimitado pelas tags <?php .... ?> Ou <?= expressao ?>
  14. 14. Imprimir HTML tags em PHP = bad style
  15. 15. <!DOCTYPE html> <html> <head> <meta charset="utf-8" /> <title></title> </head> <body> <p> <?= "Ola Mundo" ?> </p> </body> </html> PHP expression block: good way Formato: <?= expression ?> ola.php
  16. 16. PHP Frameworks MVC Objeto relacional Testes PHPUnitCakePHP Zend Simphony2 CakePHP PROPEL Doctrine Code igneter lime
  17. 17. Antes de vermos detalhes da LINGUAGEM, veremos um exemplo simples de um MVC sem o auxilio de frameworks. Baixem o arquivo.
  18. 18. Model View Controler Simplificado, pressuposto -> cliente através da Web. Exemplo usado de: http://php-html.net/tutorials/model-view-controller-in-php/
  19. 19. <?php include_once("controller/Controller.php"); $controller = new Controller(); $controller->invoke(); ?> Index.php
  20. 20. class Controller { public $model; public function __construct() { $this->model = new Model(); } public function invoke() { if (!isset($_GET['book'])) { // no special book is requested, we'll show a list of all available books $books = $this->model->getBookList(); include 'view/booklist.php'; } else{ // show the requested book $book = $this->model->getBook($_GET['book']); include 'view/viewbook.php'; } } } controller.php MODEL View 1 View 2
  21. 21. class Book { public $title; public $author; public $description; public function __construct($title, $author, $description) { $this->title = $title; $this->author = $author; $this->description = $description; } } book.php
  22. 22. class Model { public function getBookList() { return array( "Jungle Book" => new Book("Jungle Book", "R. Kipling", "A classic book."), "Moonwalker" => new Book("Moonwalker", "J. Walker", ""), "PHP for Dummies" => new Book("PHP for Dummies", "Some Smart Guy", "") ); } public function getBook($title) { $allBooks = $this->getBookList(); return $allBooks[$title]; } } Simulando um banco Simulando um “select” model.php
  23. 23. …. <tr><td>Title</td><td>Author</td><td>Description</td></tr> <?php foreach ($books as $title => $book) { ?> <tr> <td><a href="index.php?book=<?=$book->title?>"><?=$book->title?></a></td> <td><?=$book->author?></td> <td><?=$book->description?></td> </tr> <?php } ?>…. booklist.php <html> <head></head> <body> <p> Title: <?= $book->title ?> </p> <p> Author: <?= $book->author ?> </p> <p> Description: <?= $book->description ?> </p> </body> </html> viewbook.php Baixem e experimente estes códigos.
  24. 24. PHP - Linguagem
  25. 25. Imperativa Dinâmica Orientada a objeto Estilo funcional
  26. 26. Variáveis As variáveis no PHP são representadas por um cifrão ($) seguido pelo nome da variável. Os nomes de variável no PHP fazem distinção entre maiúsculas e minúsculas. Um nome de variável válido se inicia com uma letra ou sublinhado, seguido de qualquer número de letras, algarismos ou sublinhados.
  27. 27. <?php $var = 'Bob'; $Var = 'Joe'; // case sensitive, $var e diferente de $Var echo "$var, $Var"; // exibe "Bob, Joe" $4site = 'not yet'; // inválido; começa com um número $_4site = 'not yet'; // válido; começa com um sublinhado $täyte = 'mansikka'; // válido; 'ä' é um caracter ASCII (extendido) 228 $var = 10; // dinamico $var += 5; // soma o valor de $var a 5 e atribui a $var $var /= 2; // divide o valor de $var por 2 e atribui a $var ?> Variáveis e atribuição
  28. 28. <?php define("CONSTANTE", "Alô Mundo."); define("SALARIOMINIMO", 1000); define("DIRETORIOHOME", "/home"); ?> Constante Constantes são valores que são declarados e não podem ser alterados durante a sua execução. Para definir uma constante utilizamos a função define
  29. 29. Valores e tipos Primitivos boolean integer Float string Compostos: array Object Especiais resource NULL
  30. 30. Booleanos Este é o tipo mais simples. Um booleano expressa um valor verdade. Ele pode ser TRUE ou FALSE. Para especificar um literal booleano, use as palavras-chave TRUE ou FALSE. Ambas são case-insensitive. <?php $variavel = True; // atribui o valor True para $variavel ?>
  31. 31. Ponto flutuante Números de ponto flutuante (também conhecidos como "floats", "doubles" ou "números reais") podem ser especificados utilizando qualquer uma das seguintes sintaxes: <?php $a = 1.234; $b = 1.2e3; $c = 7E-10; ?>
  32. 32. String Uma string é uma série de caracteres. PHP não impõe limite de tamanho de uma string; o único limite é o de memória disponível do computador no qual o PHP está sendo executado. <?php echo 'isto é uma string comum'; echo 'Você pode incluir novas linhas em strings, dessa maneira que estará tudo bem'; ?>
  33. 33. Array Um array no PHP é um mapa ordenado. Um mapa é um tipo que relaciona valores para chaves. <?php $arr = array("foo" => "bar", 12 => true); echo $arr["foo"]; // bar echo $arr[12]; // 1 ?> array( chave => valor , ... ) // chave pode ser tanto string ou um integer // valor pode ser qualquer coisa
  34. 34. Objeto Um Objeto pode ser criado com o construtor de linguagem new <?php class foo { function do_foo() { echo "Doing foo."; } } $bar = new foo; $bar->do_foo(); ?>
  35. 35. Objeto Um Objeto pode ser criado com o construtor de linguagem new <?php class foo { function do_foo() { echo "Doing foo."; } } $bar = new foo; $bar->do_foo(); ?> Veremos sobre classes em PHP mais a frente
  36. 36. Resources Um recurso é uma variável especial, que mantém uma referência a um recurso externo. Recursos são criados e usados por funções especiais. <?php $result = mysql_connect("localhost", "username", "pass"); ?>
  37. 37. Null Valor especial NULL representa que a variável não tem valor. NULL é o único valor possível do tipo NULL. A variável é considerada null se: 1. ela foi assimilada com a constante NULL. 2. ela não recebeu nenhum valor ainda. 3. ela foi apagada com unset().
  38. 38. Type casting A conversão de tipos no PHP funciona como no C: o nome de um tipo desejado é escrito entre parênteses antes da variável em que se deseja a moldagem. (int), (integer) - molde para inteiro (bool), (boolean) - converte para booleano (float), (double), (real) - converte para número de ponto flutuante (string) - converte para string (array) - converte para array (object) - converte para objeto (unset) - converte para NULL (PHP 5)
  39. 39. Recebendo dados de uma requisição Para receber os dados de uma requisição, usamos variáveis pré-definidas pelo PHP ($_POST ou $_GET), conforme o método de envio utilizado no formulário. <?php //neste caso temos no formulário um campo chamado nome e método de envio POST $nome = $_POST['nome']; //neste caso temos no formulário um campo chamado nome e método de envio GET $nome = $_GET['nome']; $nome = $_REQUEST['nome']; // contem ambos ?>
  40. 40. Respondendo uma requisição Uma resposta do servidor será em geral um texto, estruturado no formato HTML, XML, JSON, texto puro e etc <?php $nome = $_REQUEST['nome']; echo "respondendo ao ". $nome; ?>
  41. 41. Operadores unários Operadores Descrição ++$a Pré-incremento. Incrementa $a em um e, então, retorna $a; $a++ Pós-incremento. Retorna $a e, então, incrementa $a em um. --$a Pré-decremento. Decrementa $a em um e, então, retorna $a; $a-- Pós-incremento. Retorna $a e, então, decrementa $a em um.
  42. 42. Operadores aritméticos Operadores Descrição + Adição - Subtração * Multiplicação / Divisão % Módulo (resto da divisão)
  43. 43. Operadores relacionais Operadores Descrição == Igual. Resulta verdadeiro (TRUE) se expressões forem iguais === Idêntico. Resulta verdadeiro (TRUE) se as expressões forem iguais e do mesmo tipo de dados. != ou <> Diferente. Resulta verdadeiro se as variáveis forem diferentes. < Menor que. > Maior que. <= Menor ou igual. >= Maior ou igual.
  44. 44. Operadores Descrição ($a and $b) E: Verdadeiro (TRUE) se tanto $a quanto $b forem verdadeiros ($a or $b) OU: Verdadeiro (TRUE) se $a ou $b forem verdadeiros ($a xor $b) XOR: Verdadeiro (TRUE) se $a ou $b forem verdadeiros, de forma exclusiva. (! $a) NOT: Verdadeiro (TRUE) se $a for false. ($a && $b) E: Verdadeiro (TRUE) se tanto $a quanto $b forem verdadeiros ($a || $b) OU: Verdadeiro (TRUE) se $a ou $b forem verdadeiros Operadores lógicos
  45. 45. <?php if ($a > $b) { echo "a is bigger than b"; } elseif ($a == $b) { echo "a is equal to b"; } else { echo "a is smaller than b"; } ?> $i = 1; while ($i <= 10) { echo $i++; } for ($i = 1; $i <= 10; $i++) { echo $i; } foreach ($arr as $key => $value) { echo "Key: $key; Value: $value<br />n"; } switch ($i) { case 0: echo "i equals 0"; case 1: echo "i equals 1"; case 2: echo "i equals 2"; } Controle de fluxo Seleção Iteração
  46. 46. “Incluindo” arquivos Include, inclui e avalia o arquivo informado. Se o arquivo não existir produzirá uma mensagem de advertência (warning). include_once, garante que será avaliado apenas uma vês. require, similar ao include, porem produz uma mensagem de Fatal Error caso o arquivo não exista. require_once, garante que será avaliado apenas uma vês.
  47. 47. PHP Orientado a objetos
  48. 48. # construi um objeto $name = new ClassName(parameters); # acessando um atribtuo $name->fieldName # chamando um método $name->methodName(parameters); $zip = new ZipArchive(); $zip->open("moviefiles.zip"); $zip->extractTo("images/"); $zip->close(); Estilo orientado a objeto
  49. 49. class ClassName { # atributos da classe public $name; # atributos públicos private $name; # atributos privados # construtor da classe public function __construct(parameters) { statement(s); } # métodos – comportamento de cada objeto public function name(parameters) { statements; } } Sintaxe para declaração de classe
  50. 50. class ClassName { # atributos da classe public $name; # atributos públicos private $name; # atributos privados # construtor da classe public function __construct(parameters) { statement(s); } # métodos – comportamento de cada objeto public function name(parameters) { statements; } } Sintaxe para declaração de classe
  51. 51. <?php class Point { public $x; public $y; # equivalent of a Java constructor public function __construct($x, $y) { $this->x = $x; $this->y = $y; } public function distance($p) { $dx = $this->x - $p->x; $dy = $this->y - $p->y; return sqrt($dx * $dx + $dy * $dy); } # equivalent of Java's toString method public function __toString() { return "(" . $this->x . ", " . $this->y . ")"; } } $p1 = new Point (2,4); echo $p1; ?> Exemplo
  52. 52. class ClassName extends ClassName { ... } class Point3D extends Point { public $z; public function __construct($x, $y, $z) { parent::__construct($x, $y); $this->z = $z; } } $p2 = new Point3D (4,5,6); Herança
  53. 53. interface InterfaceName { public function name(parameters); public function name(parameters); ... } class ClassName implements InterfaceName{ ... abstract class ClassName { abstract public function name(parameters); ... } Interface Classe abstrata
  54. 54. interface InterfaceName { public function name(parameters); public function name(parameters); ... } class ClassName implements InterfaceName{ ... abstract class ClassName { abstract public function name(parameters); ... } Interface Classe abstrata Possui similaridades, porem classes abstratas podem possuir atribtutos e construtores. Ambas nao são instanciaveis
  55. 55. Integrando com o banco de dados PHP + MySQL Baixem o arquivo.
  56. 56. MySQL Criem um banco chamado "bib", com uma tabela chamada "books", com três atributos (title, author and description) Pode usar este código sql para inserção.
  57. 57. <body> <p> livros </p> <table> <?php $mysqli = new mysqli("localhost", "root", "", "bib"); $result = $mysqli->query("SELECT * FROM books"); while ($row = $result->fetch_object()) { ?> <tr> <td><?=$row->title ?></td> <td><?=$row->author ?></td> <td><?=$row->description ?></td> <?php } ?> </ul> </body> Acessando MySQL book.php Click aqui para ver o resultado
  58. 58. Voltando ao simples MVC .... Só mudaremos o Model.php, o restante se mantêm PHP + MVC + MySQL Baixem o arquivo. Click aqui para ver o resultado
  59. 59. public function __construct(){ $this->mysqli = new mysqli("localhost", "root", "", "bib"); } public function getBookList(){ $result = $this->mysqli->query("SELECT * FROM books"); $result_array ; while ($row = $result->fetch_object()) { $result_array[$row->title] = new Book ($row->title, $row->author, $row->description); } return $result_array; } Usando o MySQL Incluir um construtor, que inicializa um objeto para conexao com o banco Array de objetos é montado a partir do resultado da consulta ao banco.
  60. 60. PHP + MVC + MySQL + AJAX Baixem o arquivo.
  61. 61. PHP + MVC + MySQL + AJAX Usando o mesmo banco e projeto, podemos usar apenas uma view. Ao clicar em um livro, fazemos uma requisição, que retornará o objeto no formato JSON. O conteúdo irá variar de acordo com a seleção. Click aqui para ver o resultado
  62. 62. PHP + MVC + MySQL + AJAX <?php require_once("../model/Model.php"); $model = new Model(); $book = $model->getBook($_REQUEST['book']); echo (json_encode ($book)); ?> Incluimos um script, "bookdetail.php", que será responsável por receber a solicitação e encaminhar a resposta. requisição o titulo do livroresposta JSON
  63. 63. $(".title").click( function () { $.getJSON( "view/bookdetails.php", {book:$.trim($(this).text())}, function (response) { var $book_detail = $("<div/>") $.each (response, function (i, item) { $("<p/>",{ text: (i + " : " + item) }).appendTo($book_detail) ; }); // each $("#viewbook").html($book_detail) }) }) }) PHP + MVC + MySQL + AJAX Requisição com parametros Resposta, de JSON já convertida para objeto JavaScript Associado ao click do texto
  64. 64. Interagindo com o cliente ● Requisição e métodos ● Resposta ● Formulário para envio dados ● Upload de arquivos ○ Salvando em arquivo ○ Salvando em banco de dados ● Cookie ● Session
  65. 65. Interação Cliente/Servidor
  66. 66. Interação Cliente/Servidor
  67. 67. Requisição HTTP ● O recurso a ser solicitado (URL) ● O método HTTP (get, post, put ...) ● Os parâmetros a serem enviados como argumentos ao método.
  68. 68. Uniform Resource Locator (URL)
  69. 69. Query strings e parâmetros URL?name=value&name=value... http://example.com/student_login.php?username=stepp&sid=1234567 ● Query string: um conjunto de parametros passdos do browser para o servidor web ● Passado como pares nome/valor no fim da URL ● Neste exemplo, paramtror username tem o valor stepp, e sid tem valor 1234567 ● Código PHP no servidor pode utilizar estes parametros
  70. 70. Método (GET)
  71. 71. Método (POST)
  72. 72. Get vs Post Get passa os parâmetros para o servidor como uma "query string" Post embute os parametros dentro da requisção HTTP, não na URL Vantagens do post : Get é limitado pelo tamanho da URL, aproximadamente 100-200 caracteres Informação é mais privada (não é visualizada na barra de endereço) Desvantagens do post : não pode ser adicionado como favoritos navegador não pode voltar sem perder dados (o famoso POSTDATA error)
  73. 73. Get vs Post Get passa os parâmetros para o servidor como uma "query string" Post embute os parametros dentro da requisção HTTP, não na URL Vantagens do post : Get é limitado pelo tamanho da URL, aproximadamente 100-200 caracteres Informação é mais privada (não é visualizada na barra de endereço) Desvantagens do post : não pode ser adicionado como favoritos navegador não pode voltar sem perder dados (o famoso POSTDATA error) Em ambos métodos os dados ficam acessíveis, segurança só através do protocolo HTTPS. Dados como senhas, cartao de crédito só usando HTTPS. Basta configurar seu servidor WEB.
  74. 74. Interação Cliente/Servidor
  75. 75. Resposta HTTP
  76. 76. Frame 93: 131 bytes on wire (1048 bits), 131 bytes captured (1048 bits) Ethernet II, Src: Cisco_a6:49:bf (00:26:99:a6:49:bf), Dst: Sony_1c:b8:6d (00:1d:ba:1c:b8:6d) Internet Protocol, Src: 200.131.128.6 (200.131.128.6), Dst: 200.131.132.208 (200.131.132.208) Transmission Control Protocol, Src Port: http (80), Dst Port: 35782 (35782), Seq: 10137, Ack: 394, Len: 65 [Reassembled TCP Segments (10201 bytes): #79(1448), #81(1448), #83(1448), #85(1448), #87(1448), #89(1448), #91(1448), #93(65)] Hypertext Transfer Protocol HTTP/1.1 200 OKrn Date: Thu, 17 May 2012 13:21:43 GMTrn Server: Apachern X-Powered-By: PHP/5.2.0-8+etch16rn Expires: Sun, 19 Nov 1978 05:00:00 GMTrn Last-Modified: Thu, 17 May 2012 13:21:43 GMTrn Cache-Control: store, no-cache, must-revalidatern Cache-Control: post-check=0, pre-check=0rn Vary: Accept-Encodingrn Content-Encoding: gziprn Content-Length: 9753rn Keep-Alive: timeout=2, max=100rn Connection: Keep-Alivern Content-Type: text/html; charset=utf-8rn rn Content-encoded entity body (gzip): 9753 bytes -> 40621 bytes Line-based text data: text/html Resposta
  77. 77. GET / HTTP/1.1[CRLF] Host: www.unifei.edu.br[CRLF] Connection: close[CRLF] User-Agent: Web-sniffer/1.0.37 (+http://web-sniffer.net/) [CRLF] Accept-Encoding: gzip[CRLF] Accept-Charset: ISO-8859-1,UTF-8;q=0.7,*;q=0.7 [CRLF] Cache-Control: no-cache[CRLF] Accept-Language: de,en;q=0.7,en-us;q=0.3[CRLF] Referer: http://web-sniffer.net/[CRLF] Name Value Status: HTTP/1.1 200 OK Date: Thu, 17 May 2012 16:04:29 GMT Server: Apache X-Powered-By: PHP/5.2.0-8+etch16 Set-Cookie: SESS74b6f83f5b7c7d694dc8d5ea132badb9=aab49f44f8990953c218b980400287 e6; expires=Sat, 09 Jun 2012 19:37:50 GMT; path=/; domain=.unifei.edu.br Expires: Sun, 19 Nov 1978 05:00:00 GMT Last-Modified: Thu, 17 May 2012 16:04:30 GMT Cache-Control: store, no-cache, must-revalidate Cache-Control: post-check=0, pre-check=0 Vary: Accept-Encoding Content-Encoding: gzip Content-Length: 9739 Connection: close Content-Type: text/html; charset=utf-8 http://web-sniffer.net/ Requisição Resposta
  78. 78. Formulários HTML ● Um formulário HTML é um grupo de elemento UI que aceitam informações do cliente e envia ao servidor ● Exemplos (buttons, checkboxes, text fields, etc.)
  79. 79. Formulários HTML <form action="web app URL" method="get or post"> <fieldset> form controls </fieldset> </form> ● atributo action indica a URL do servidor que irá processar os dados do formulário. ● atributo method expecifica os métodos HTTP GET or POST.
  80. 80. Formulários HTML: Exemplo <form action="http://foo.com/app.php" method="get"> <fieldset> <legend>Pessoal:</legend> <label>Nome: <input type="text" name="nome" /></label> <label>Email: <input type="text" name = "email"/></label> <label>Data de nascimento: <input type="text" name="dt_nasc" /></label> <input type="submit" /> </fieldset> </form>
  81. 81. Formulários HTML: Exemplo <form action="http://foo.com/app.php" method="get"> <fieldset> <legend>Pessoal:</legend> <label>Nome: <input type="text" name="nome" /></label> <label>Email: <input type="text" name = "email"/></label> <label>Data de nascimento: <input type="text" name="dt_nasc" /></label> <input type="submit" /> </fieldset> </form> http://www.foo.com/app.php?nome=sergio&email=skosta%40gmail.com&dt_nasc=05%2F01 O atributo name especifica o nome do parametro que será passado ao servidor Se o usuário digitar "sergio" como nome, "skosta@gmail.com" as email, e 05/01 como data de nascimento?, quando clicar no submit, o browser ira fazer a seguinte requisição:
  82. 82. Atividade ● Modifiquem o código anterior, de modo que mostre as informações recebidas, nome e imagem.
  83. 83. Enviando e gravando arquivos - BLOB ● Ao invés de armazenar no sistema de arquivos, os bancos de dados atuais permitem armazenar qualquer arquivo exm um campo do tipo BLOB (Binart large object). ● Um BLOB é um objeto binario grande que pode guardar um montante variado de dados. ● No MySQL, os quatro tipos BLOB diferem apenas no tamanho maximo dos valores que eles podem guardar. ○ TINYBLOB, 255 bytes ○ BLOB, 64 KB ○ MEDIUMBLOB, 16 MB ○ LONGBLOB, 4GB
  84. 84. Enviando e gravando arquivos - BLOB create database aula_blob; uses database aula_blob; create table users (user varchar(60), avatar mediumblob, type varchar(50)); Criem o seguinte banco de dados e tabela
  85. 85. Enviando e gravando arquivos - BLOB <form action="saving_bd.php" method="post" enctype="multipart/form-data" > <label>User Name <input type="text" name="username" /></label><br /> <label>Upload an image as your avatar: <input type="file" name="avatar" /></label> <br /> <input type="submit" /> </form> Modifiquem o action do “upload_file.php” upload_file.php
  86. 86. <?php $mysqli = new mysqli("localhost", "root", "root", "aula"); $username = $_REQUEST["username"]; $file_name = $_FILES["avatar"]["tmp_name"]; $size = $_FILES["avatar"]['size']; $tipo = $_FILES['avatar']['type']; if (is_uploaded_file($file_name)) { $fp = fopen($file_name, "rb"); $avatar = fread($fp, $size); $avatar = addslashes($avatar); fclose($fp); $qry = "INSERT INTO users VALUES ('$username', '$avatar', '$tipo')"; if($mysqli->query($qry)) print "O arquivo foi gravado na base de dados."; else print "Não foi possível gravar o arquivo na base de dados."; } ?> Enviando e gravando arquivos - BLOB saving_bd.php
  87. 87. Carregando imagem do blob <?php $mysqli = new mysqli("localhost", "root", "root", "aula"); $username = $_REQUEST['username']; $qry = "SELECT type, avatar FROM users WHERE user='$username'"; $res = $mysqli->query($qry); $row = $res->fetch_object (); $tipo = $row->type; $conteudo = $row->avatar; header("Content-type: $tipo"); print $conteudo; ?>
  88. 88. Enviando e gravando arquivos - BLOB load_image.php?username=sergio <html> <body> <img src="load_image.php?username=skosta" alt="avatar"> </body> </html> Ou
  89. 89. Atividade 1 Adaptem a solução anterior, de modo a gravar o arquivo diretamente no sistema de arquivo e guardar apenas um link para este. 2. Analisem criticamente o algoritmo das duas soluções, identificando os pontos fracos e fortes de ambas.
  90. 90. Mantendo “estado” cliente/servidor ● HTTP é um protocolo stateless; ele apenas permite um cliente requisitar/receber um recurso de um dado servidor . ● Cookies e sessions existem para contornar este problema, como veremos. Eventuamente precisamos manter alguns dados do cliente entre requições, saber que ainda se trata da mesma “sessão”.
  91. 91. Cookies Cookie, são dados no fomato (chave, valor) que podem ser enviado (header) para o cliente e que serão transmitidos entre todas as futuras conexões, enquanto ele existir. ● Autenticação ● Rastreamento de usuário ● Manter preferencias do usuário, carrinhos de compra, etc.
  92. 92. Cookies Quando o cliente requisita uma pagina, o servidor pode responder enviando alguns cookie(s). Se o cliente recebeu algum cookie de um servidor, estes seram enviados de volta nas futuras requisições.
  93. 93. Cookie – Mitos e Fatos Mitos: ● Cookies são similares a worms/viruses e podem apagar dados do computador do usuario. ● Cookies são formas de spyware e podem roubar informações pessoais do usuário ● Cookies geram popups espam. ● Cookies são somente usados para propaganda. Fatos: ● Cookies are somente dados, não código de programa. ● Cookies não podem apagar ou ler informações do usuário ● Cookies são usualmente anonymous (não contem informações pessoais). ● Cookies PODEM ser usado para rastrear seus habitos particulares em uma visita particular em um site.
  94. 94. Cookies persistência ● Session cookie : temporário cookie armazenado na memória do browser, é perdida com o fechamento do browser. ○ Não pode ser usado para manter informações do usuário ○ Seguro, por que nenhum programa é capaz de altera-lo ● Persistent cookie : é armazenado em um arquivo do computador. ○ Pode ser usado para manter informações do usuario. ○ Menos seguro, um usuário ou programa pode abrir o arquivo, ver e alterar os seus valores.
  95. 95. Cookies <?php setcookie ("nome", "sergio"); echo "te mandei um cookie (nome, sergio)" ?> Em um dado contexto, um cookie pode ser enviado.
  96. 96. Cookies <?php setcookie ("nome", "sergio"); echo "te mandei um cookie (nome, sergio)" ?> Em um dado contexto, um cookie pode ser enviado. <?php echo $_COOKIE['nome']." voce por aqui :)"; ?> Acessado em outro contexto.
  97. 97. Cookies <?php $expire=time()+60*60*24*30; setcookie("user", "Alex Porter", $expire); ?> O cookie pode ter um tempo pre- definido para expirar, um mês neste exemplo.
  98. 98. Removendo Cookies Se o servidor desejar remover um persistent cookie, ele deve definir seu valor novamente, com um timeout presente. setcookie (“name”, “”, time() )
  99. 99. function setCookie(c_name,value,exdays) ... } function getCookie(c_name) { .... } No Java Script os cookies podem ser criados e acessados pelo atributo document.cookie, que é uma string composta pelo conjunto de cookies separados por ponto e virgula: document.cookie = “username=sergio;password=123” Se quiser saber quais cookies existente, basta: console.log (document.cookie) Cookies no cliente cookies.js
  100. 100. Atividade - Cookie ● Versão 1: Usando apenas cookies, façam um simples aplicativo de “coisas a fazer”. Botão adicionar insere a atividade de texto a lista e o remover tudo apaga. ○ A última entrada precisa ser mantida entre as requisições. ○ Pode ser feito apenas com código no cliente. Ao clicar em uma tarefa, ele passa a cor para um cinza claro, e texto tachado (text-decoration:line- through). Por hora, não precisa salvar este estado. Remove as tarefas da lista e apaga o cookie
  101. 101. Session ● Session (sessão): um conceito abstrato que representa uma série de requisições e respostas HTTP entre um cliente e um servidor específico. O protocolo HTTP não suporta o conceito de sessão, porém no PHP é possível. ● Sessions vs. cookies: ○ Um cookie é um dado armazenado no cliente ○ A sessão é armazenado no servido (somente 1 sessão por cliente) ● Sessions frequentemente utilizam cookies. O único cook que o cliente armazena é o session ID. ● Em uma requisição o cliente envia o session ID, e o servidor utiliza esta informação para pegar os dados de sessão.
  102. 102. Session ● Cliente faz uma requisição ao servidor . ● Servidor armazena os dados da sessão e envia um identificador daquela sessão para o cliente. ● Cliente envia o identificador da sessão nas futuras requisições. ● Servidor usa este identificador para identificar os dados daquela sessão.
  103. 103. Session Hash
  104. 104. Variáveis de sessão <?php session_start(); $_SESSION['nome'] = "sergio"; echo $_SESSION['nome']; ?> sessao1.php Crio uma variavel de sessão sempre deverá ser chamada para tratar as variaveis de sessões
  105. 105. Variáveis de sessão: Criando e acessando <?php session_start(); $_SESSION['nome'] = "sergio"; echo $_SESSION['nome']; ?> <?php session_start(); echo $_SESSION['nome']; ?> sessao1.php sessao2.php sempre deverá ser chamada para tratar as variaveis de sessões acessando uma variável criada em outro contexto
  106. 106. <?php session_start(); session_destroy(); ?> Variáveis de sessão: Destruindo
  107. 107. <?php session_start(); if ($_SESSION["authuser"] != 1) { echo "acesso negado"; exit(); } ?> <html> <head> <title></title> </head> <body> <p>Bom dia <?=$_SESSION["username"]?> !!</p> </body> </html> Verificando autenticação salvem como sessao3.php e acessem-o
  108. 108. <?php session_start(); $_SESSION["authuser"] = 1; $_SESSION["username"] = "Sergio"; echo "criado sessao"; ?> Verificando autenticação salvem como sessao4.php e acessem-o e depois tentem novamente acessar o sessao3.php
  109. 109. Sessão – Time out ● Como o HTTP é stateless, é dificil para o servidor saber quando uma sessão termina ● Idealmente, usuario explicitamente finalizaria, mais em muitos casos isto não acontece. ● Abordagens ○ Client deleta cookie de sessão com o fechamento do browser. ○ Servidor automaticamente apaga as sessões depois de um tempo. ○ Sessões antigas consomem recursos e podem causar problemas de segurança. ○ Pode ser ajustado no arquivo de configuração
  110. 110. Sessão – Time out A variável "session.gc_maxlifetime" define o tempo de uma sessão, que por padrão é 1440 segundos, ou seja 24 minutos. Podemos modificar estes valores através das funções ini_set. <?php session_start (); echo ini_get ("session.gc_maxlifetime"); ini_set ("session.gc_maxlifetime", "3600"); echo ini_get ("session.gc_maxlifetime"); ?>
  111. 111. Sessão ● Experimentem os exemplos simples de sessão: Baixem aqui.
  112. 112. Mantenham a cabeça aberta, não tenham preconceitos Prendam se a conceitos, não a linguagens e frameworks
  113. 113. Mantenham a cabeça aberta, não tenham preconceitos Prendam se a conceitos, não a linguagens e frameworks Aprender novas linguagens é uma boa forma de treinar e se prepararem para aprender.
  114. 114. PHP deve ser considerada em projetos de aplicações Web, principalmente em pequenos projetos e em protótipos. Conclusão Dependendo das necessidades, existem diversos frameworks completos, para persistência, MVC e testes de unidade. Similarmente ao Java, possuem um conjunto de regras, arquivos de onfiguração .... A agilidade do PHP, é o fato dela ser uma linguagem interpretada, tornando o processo de "implantação" muito mais fácil. PHP é uma linguagem leve, ágil, muito utilizada na web, e com muitos recursos que permite desenvolver software de qualidade. Contudo, mesmo em grandes projetos PHP continua sendo usado, por exemplo, Facebook.

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