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Projeto de exploração de uma pedreira de argila
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Projeto de exploração de uma pedreira de argila

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  1. Projeto de exploração de umapedreira de argila<br />UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ<br />SETOR DE CIÊNCIAS DA TERRA<br />DEPARTAMENTO DE GEOMÁTICA<br />CURITIBA 2011<br />IVÁN SÁNCHEZ PABLOS<br />
  2. ANTECEDENTES<br /><ul><li>Trabalho realizado dentro do cenário de colaboração
  3. Curso Engenharia Cartográfica – UFPR
  4. Curso Engenharia Minas – Universidade Vigo
  5. OBJETIVOS
  6. Troca de conhecimentos técnicos
  7. Aplicação em campo
  8. Inovações tecnológicas </li></li></ul><li>INTRODUÇÃO<br /><ul><li>Projeto exploração – Conhecimentos técnicos envolvidos
  9. Geologia – localizar e gerir recurso mineral
  10. Engenharia Cartográfica – material de apoio (representação cartográfica)
  11. Engenharia de Minas – aproveitamento dos recursos minerais</li></li></ul><li>OBJETIVOS<br /><ul><li>ESTUDO GEOLÓGICO
  12. Caracterização mineral
  13. ESTUDO CARTOGRÁFICO
  14. Levantamento topográfico
  15. ESTUDO GEOTÉCNICO
  16. Estabilidade de taludes
  17. ESTUDO MINEIRO
  18. Desenho da exploração e planejamento trabalhos</li></li></ul><li>ESTRUTURA DO TRABALHO<br /><ul><li>Primeira fase
  19. Coleta de informações (localização, geologia...)
  20. Segunda fase
  21. Trabalho em campo – levantamento topográfico
  22. Terceira fase
  23. Escritório – elaboração material apoio
  24. Quarta fase
  25. Relatório de técnicas mineiras</li></li></ul><li>LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA<br />Ganchinho – Bairro de Umbará – Curitiba<br />
  26. ESTUDO GEOLÓGICO (I)<br /><ul><li>“Atlas geológico do Estado do Paraná” - MINEROPAR</li></ul>LOCALIZAÇÃO<br />PEDREIRA<br />
  27. ESTUDO GEOLÓGICO (II)<br /><ul><li>LitologiaCenozóico – Formação Guabirotuba
  28. Sedimentos inconsolidados de origem continental
  29. Período Quaternário (há 1,8 milhões anos)
  30. Regiões de Curitiba e Tijucas do Sul
  31. Depositada após sucessivas fases erosivas que desenvolveram a superfície do Alto Iguaçú, seguida por uma fase erosiva de clima úmido que dissecou esta superfície. Posteriormente iniciou-se a deposição em ambiente semi-árido, com chuvas torrenciais formando depósitos tipo playa-lake, constituídos por argilitos, arcósios, depósitos rudáceos e margas. (Atlas Geológico do Estado do Paraná – MINEROPAR).</li></li></ul><li>ESTUDO GEOLÓGICO (III)<br /><ul><li>Recurso mineral – ARGILA
  32. Rocha sedimentar
  33. Granulometria fina, aspecto terroso e plasticidade.
  34. Uso industrial
  35. Cerâmica vermelha (tijolos, telhas...) – 750-1000ºC
  36. Argila industrial (azulejos, refratários...) – 1100-1450ºC</li></li></ul><li>ESTUDO CARTOGRÁFICO (I)<br /><ul><li>LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
  37. FUNDAMENTOS TEÓRICOS
  38. Primeira etapa – Estabelecimento de apoio topográfico (pontos de apoio á poligonal)
  39. Segunda etapa – Levantamento de detalhes (pontos do levantamento topográfico)</li></li></ul><li>ESTUDO CARTOGRÁFICO (II)<br /><ul><li>FUNDAMENTOS TEÓRICOS – PRIMEIRA ETAPA
  40. Pontos de apoio à poligonal
  41. Levantamento por GPS, modelo Leica 900 CS
  42. Método posicionamento relativo estático
  43. Dois ou mais receptores rastreiam simultaneamente os satélites visíveis, por um período de tempo que varia de acordo com o comprimento da linha de base e a precisão requerida, conforme Tabela. (Norma Técnica para Georreferenciamento de Imóveis Rurais – INCRA)</li></li></ul><li>
  44. ESTUDO CARTOGRÁFICO (III)<br /><ul><li>FUNDAMENTOS TEÓRICOS – SEGUNDA ETAPA
  45. Pontos do levantamento topográfico
  46. Levantamento por estação total, modelo Leica TC-407
  47. Método de irradiação por poligonal aberta</li></li></ul><li>ESTUDO CARTOGRÁFICO (IV)<br /><ul><li>TRABALHO DE CAMPO</li></li></ul><li>ESTUDO CARTOGRÁFICO (V)<br />
  48. ESTUDO CARTOGRÁFICO (VI)<br /><ul><li>RESULTADO</li></li></ul><li>ESTUDO GEOTÉCNICO (I)<br /><ul><li>CARACTERIZAÇÃO GEOTÉCNICA
  49. Classificação do material
  50. Solo de material argiloso (alta plasticidade)
  51. Solo coesivo
  52. Resistência ao esforço cortante
  53. Análise de estabilidade de taludes
  54. Solo coesivo com ruptura circular – MÉTODO DE TAYLOR
  55. Ábaco de Taylor</li></li></ul><li>ESTUDO GEOTÉCNICO (II)<br />ÁBACO DE TAYLOR<br />
  56. ESTUDO GEOTÉCNICO (III)<br /><ul><li>DETERMINAÇÃO TALUDES EXPLORAÇÃO
  57. Método de Taylor
  58. Ns: Fator de estabilidade</li></ul>Ns = = = 6,4<br /><ul><li>γ: Peso específico do terreno (no Paraná 1,7-2,3 g/cm3); γ=2 g/cm3
  59. Hc: Altura crítica do talude; Hc=8 m.
  60. c: Coesão (solos argilosos 0,25-1,5 kg/cm2); c=0,25 kg/cm2
  61. Φ: Ângulo de fricção interno (argilas plásticas 0º - brita e areias 45º); Φ=15º
  62. β: Ângulo crítico de inclinação</li></li></ul><li>ESTUDO GEOTÉCNICO (IV)<br /><ul><li>RESULTADO
  63. Ns = 6,4
  64. Φ = 15º
  65. βc ~ 75º</li></li></ul><li>ESTUDO MINEIRO (I)<br /><ul><li>DESENHO DA EXPLORAÇÃO
  66. Informação geológica
  67. Informação topográfica
  68. Informação geotécnica
  69. Norma mineira
  70. Desenhar exploração com menor número de bancos</li></li></ul><li>ESTUDO MINEIRO (II)<br /><ul><li>RESULTADO
  71. Único banco
  72. Altura = 8 metros
  73. Ângulo = 60º</li></li></ul><li>ESTUDO MINEIRO (III)<br /><ul><li>CUBAGEM
  74. Volume de reservas
  75. Método dos perfis
  76. Perfis transversais cada 10 metros
  77. Estado inicial
  78. Estado final</li></li></ul><li>ESTUDO MINEIRO (IV)<br />
  79. ESTUDO MINEIRO (V)<br /><ul><li>RESULTADO
  80. Reservas mineral = 2975,30 toneladas
  81. Produção num único ano de exploração</li></li></ul><li>ESTUDO MINEIRO (VI)<br /><ul><li>PROCESO PRODUTIVO
  82. Um banco de altura 8 m. e ângulo 60º
  83. Elaboração frente arranque
  84. Carga
  85. Transporte à olaria</li></li></ul><li>ESTUDO MINEIRO (VII)<br /><ul><li>MAQUINARIA
  86. Retro-escavadeira
  87. Pala carregadora
  88. Caminhão
  89. MÃO DE OBRA
  90. Chefe de produção
  91. Motorista
  92. Maquinista</li></li></ul><li>CONCLUSÕES<br /><ul><li>Interação entre os setores Ciências da Terra
  93. Importância estudo cartográfico
  94. Objetivos
  95. Avançar na colaboração
  96. Inovações tecnológicas
  97. Melhora dos sistemas de exploração</li>

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