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História do Paraná

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Aulas da História do Paraná para o 3º ano do Ensino Médio.

Aulas da História do Paraná para o 3º ano do Ensino Médio.

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  • 1. História doParaná Profª. Simone P. Baldissera
  • 2. Significadoa palavra Paraná tem um significado Tupi e quer dizer:pará: maranã: semelhante, parecido]Paraná: semelhante ao mar, grande como o mar. Profª. Simone P. Baldissera
  • 3. A história do Estado do Paraná remonta há cerca de 9000 anos.As provas materiais dessa história são encontradas em todo o território paranaense nos vários sítios arqueológicos já pesquisados como: os sambaquis no litoral e as pinturas rupestres, nos Campos Gerais. Profª. Simone P. Baldissera
  • 4. Nesses locais encontramos vestígiosmateriais importantes que revelam comoviviam os habitantes desta terra antes da vinda dos primeiros europeus para a América. Profª. Simone P. Baldissera
  • 5. • No século XVI, as terras que hoje fazem parte do estado do Paraná, pertenciam a Capitania de São Vicente.• Nessa época, a região era visitada por exploradores europeus em busca de madeira de lei. Profª. Simone P. Baldissera
  • 6. • Somente no século XVII, em 1660, foi iniciada a colonização, com a fundação da Vila de Paranaguá, por colonos e jesuítas espanhóis.• Curitiba, atual capital do estado, também foi fundada logo no início da colonização das terras paranaenses, tendo sido elevada a vila em 1693. Profª. Simone P. Baldissera
  • 7. • no Paraná, a ocupação européia aconteceu por duas vias: uma espanhola e a outra portuguesa.• O primeiro europeu a percorrer toda a extensão deste território foi o bandeirante Aleixo Garcia. Profª. Simone P. Baldissera
  • 8. • No século XVII, os bandeirantes descobriram ouro no Paraná e para extraí- lo, tentaram escravizar e catequizar os indígenas locais.• O Tratado de Madri, assinado em 1750, deu à Coroa portuguesa a posse do Paraná; que, então, integrava a capitania de São Paulo. Profª. Simone P. Baldissera
  • 9. Profª. Simone P. Baldissera
  • 10. • No século XVII, descobriu-se na região do Paraná uma área aurífera, que provocou o povoamento tanto no litoral quanto no interior.• Com o descobrimento das Minas Gerais, o ouro de Paranaguá perdeu a importância.• As famílias ricas, que possuíam grandes extensões de terra, passaram a se dedicar à criação de gado, que logo abasteceria a população das Minas Gerais. Profª. Simone P. Baldissera
  • 11. Mas apenas no século XIX as terras do centro e do sul do Paraná foram definitivamente ocupadas pelos fazendeiros. Profª. Simone P. Baldissera
  • 12. • Como as grandes criações de gado e de eqüinos estavam localizadas ao sul (no Rio Grande do Sul, Paraguai e Argentina), foi aberto um caminho pelo qual o gado e os eqüinos seriam transportados, que ligava a Vila de Sorocaba (em São Paulo), a Viamão (no Rio Grande do Sul).• A esse caminho deu-se o nome de “Caminho de Viamão”. Profª. Simone P. Baldissera
  • 13. Profª. Simone P. Baldissera
  • 14. • O gado e as mulas eram comprados na grande feira realizada em Viamão, e levados pelos tropeiros até a Vila de Sorocaba pelo Caminho de Viamão.• Com o passar do tempo, as paradas ou os locais de pouso dos tropeiros, foram sendo povoados, dando inicio a novos municípios que atualmente formam um roteiro turístico, chamado de Rota dos Tropeiros. Profª. Simone P. Baldissera
  • 15. O Paraná e a Independência do Brasil• terras do Paraná faziam parte da capitania de São Paulo, a qual devido a sua extensão, foi dividida em duas comarcas. A comarca do sul teve sede em Paranaguá até 1812, quando esta foi transferida para Curitiba.• Em 1811, desejando um governo próprio o governo de Paranaguá enviou uma representação a D. João. O líder desse movimento emancipacionista foi Pedro Joaquim Correia de Sá. Foram feitas várias tentativas junto à Corte, no Rio de Janeiro, mas o movimento fracassou. Profª. Simone P. Baldissera
  • 16. O Paraná e a Independência do Brasil• Em 1821, houve uma nova tentativa de obter a emancipação da comarca, que então se chamava comarca de Curitiba e Paranaguá. Os defensores da emancipação iniciaram um movimento que ficou conhecido como Conjura Separatista Profª. Simone P. Baldissera
  • 17. O Paraná e a Independência do Brasil• Mais uma vez, o movimento não trouxe resultado positivo, embora o ideal da emancipação não tivesse desaparecido.• Nessa luta destacaram-se o tropeiro Francisco de Paula e Silva Gomes e o Coronel Manuel Francisco Correia Júnior.• Como você pode observar, o sete de setembro não alterou a situação política do Paraná. Profª. Simone P. Baldissera
  • 18. História oficial do ParanáEm 1853 a Província de São Paulo foidesmembrada, dando início à história oficial doParaná, embora o Paraná sótenha se tornado um estado em 1859. Profª. Simone P. Baldissera
  • 19. Erva- mate• No fim do século XIX, a erva- mate dominou a economia e criou uma nova fonte de riqueza para os líderes que partilhavam o poder. Profª. Simone P. Baldissera
  • 20. Erva- mate• A erva-mate é uma planta nativa do Paraná. Conhecida e usada pelos índios era e, é até hoje, muito apreciada. Chegou a ser o principal negócio da Província do Paraná através da sua exportação para a Argentina e Uruguai, o que proporcionou altos lucros para nosso estado. Profª. Simone P. Baldissera
  • 21. Erva- mate• Além disso, a comercialização da erva- mate fez com que surgissem novos caminhos como a estrada da Graciosa (1871) e a estrada de ferro Curitiba – Paranaguá (1885).• O porto de Paranaguá ganhou novo impulso com a exportação da erva-mate. Profª. Simone P. Baldissera
  • 22. Profª. Simone P. Baldissera
  • 23. Ciclo da madeira• Esse ciclo aconteceu ao mesmo tempo que o da erva-mate. Teve inicio no litoral, com a exploração do cedro, da peroba e da canela- preta.• Com a construção da estrada da Graciosa e a estrada de ferro Curitiba – Paranaguá, o pinho do Paraná passou a ser exportado para todo o Brasil e até para o exterior. Profª. Simone P. Baldissera
  • 24. Ciclo da madeira• O ciclo da madeira trouxe grande desenvolvimento ao nosso Estado através do aumento do número de estradas, desenvolvimento dos rios Paraná e Iguaçu e do aparecimento de novos cidades como Palmas, Campo Mourão.• Por outro lado a extração da madeira de forma desordenada também provocou um grande desmatamento, que modificou o nosso paisagem e alterou o equilíbrio ecológico da região. Profª. Simone P. Baldissera
  • 25. Profª. Simone P. Baldissera
  • 26. Profª. Simone P. Baldissera
  • 27. O Ciclo do Café• Durante muito tempo, o café foi a atividade econômica mais importante não só para o Paraná como também para o Brasil.• A plantação do café no Paraná teve início em 1920, mas só em 1960 é que nosso Estado liderou a produção de café no país. Profª. Simone P. Baldissera
  • 28. O Ciclo do Café• só com a descoberta da Terra-Roxa, no norte do Paraná, é que a lavoura cafeeira ganhou um grande impulso, principalmente com a vida de agricultura paulista e mineiros.• Essa ocupação ocorreu em três fases. A primeira delas durou de 1860 a 1920, foi ocupado o chamado "norte velho" compreendendo a divisa do nordeste com o Estado de São Paulo indo até a cidade de Cornélio Procópio. Profª. Simone P. Baldissera
  • 29. O Ciclo do Café• Cidades como Jacarezinho, Tomazina, Santo Antônio da Platina foram fundados nesta época.• A Segunda fase, conhecida como "norte velho" (1920 – 1950) fez a ocupação de Cornélio Procópio até o rio Ivaí. Nesse período foram fundado as cidades de londrina, Cambé, Rolândia, Maringá, Apucaran a. Profª. Simone P. Baldissera
  • 30. O Ciclo do Café• Na última fase, denominada "norte novíssimo" (1950 – 1960) foi povoada a região entre os rios Piquerí e Ivaí, com fundação de cidades como Umuarama, Xambre, rondo, Cruzeiro do Oeste.• Com o café surgiram novas indústrias, houve um aumento da imigração, com estrangeiros de várias nacionalidades vindo trabalhar na lavoura além de terem surgido novas estradas, para auxiliar, a transporte da produção. Profª. Simone P. Baldissera
  • 31. Ciclo do CaféProfª. Simone P. Baldissera
  • 32. O Paraná e a república A primeira constituição paranaense foi aprovada em 1891, no governo deGeneroso Marques dos Santos. Profª. Simone P. Baldissera

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