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Entrevista Ministro
 

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Entrevista do Ministro das Comunicações sobre a Tv Digital

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    Entrevista Ministro Entrevista Ministro Presentation Transcript

    • TV Digital começa em São Paulo capital. Para os esclarecimentos sobre essa novidade, o Espaço Aberto apresenta o ministro das Comunicações, Hélio Costa.
    • Ministro, começa em São Paulo. E depois? E o resto do Brasil?
      • Hélio Costa: O cronograma mostra que começamos em São Paulo no dia 02/12, depois chegamos à Grande São Paulo imediatamente. Porque, afinal de contas, as transmissões feitas em São Paulo devem chegar até um raio de aproximadamente 50 km. Posteriormente, no começo do ano que vem, no máximo até maio, devemos chegar a Brasília, Rio e Belo Horizonte. Na virada do segundo semestre do ano
      • que vem, vamos a algumas capitais do Sul e algumas do Norte. Quando chegarmos em 2009, aí já estamos em todas as capitais e com o sistema aberto para toda e qualquer cidade do Brasil. A nossa previsão é de que, em três anos, nós podemos cobrir todo o território nacional, muito embora o sistema tenha sido preparado para
      • permanecer com o analógico ligado. Ou seja, a televisão que você vê hoje na sua casa, do jeito que recebe a imagem no momento, ela fica ligada até 2016. Até lá, temos os dois sistemas funcionando. Só em 2016 é que pára o sistema analógico e começa a funcionar somente o sistema digital. Mas é importante ressaltar que, nesse momento, você não tem que comprar um televisor para receber TV Digital, mesmo
      • estando no estado de São Paulo, onde começa a transmissão. Porque o simples uso de um conversor que vem ao lado da televisão transforma qualquer aparelho - mesmo um com 20 anos de uso - numa recepção digital. A transmissão é feita pelo conversor, que joga a imagem para dentro de qualquer televisor. Se você quer todos os benefícios desse momento da TV Digital, ou seja, imagem de alta resolução, som estéreo e, eventualmente, ainda esse ano, em alguns lugares, principalmente
      • São Paulo, nós começamos com a interatividade, então você vai precisar, além do conversor, de um televisor que tenha no mínimo 720 linhas. Porque é o numero de linhas de um televisor que determina a qualidade da imagem que você vai receber. Hoje os televisores no Brasil todos têm em média 480 linhas. São os televisores comuns, que estão praticamente em 90% dos lares brasileiros.
    • Além do trocadilho, o topo de linha é o HD?
      • Sem dúvidas.
      O LCD, plasma, já estão abaixo disso...? Todos eles podem ter 1.080 linhas. Só que, no momento, tem apenas uma ou duas marcas vendendo televisores com 1.080 linhas. O importante é que a TV Digital, a transmissão que é feita pela televisão, ela começa com 720 linhas. Abaixo disso, você não está recebendo a TV Digital full, total, em HD.
    • Então tem uma imagem melhor, mas o monitor não dá conta de mostrar uma imagem melhor...
      • Isso ficou muito claro, especificado no Decreto 5820, que institui a TV Digital no Brasil, assinado pelo presidente Lula. Nós queríamos deixar muito bem claro que ninguém teria que, forçosamente, comprar televisor para ver a televisão. Evidentemente que o conversor veio pra isso. Você coloca o conversor na sua televisão e ela vai funcionar.
    • Se não colocar no conversor, vai continuar recebendo...
      • Isso, vai continuar analogicamente. Em São Paulo, principalmente, nós começamos por lá, a deficiência da imagem analógica é muito grande. Nós temos uma pesquisa do Instituto Mackenzie, dentro dos estudos da TV Digital, mostrando que 85% de todas as imagens geradas em São Paulo, na cidade de São Paulo, são deficientes. Elas vêm distorcidas, com fantasmas, o som é prejudicado. E, na TV Digital, você começa com 100% de qualidade da imagem, 100% de qualidade do som, e eventualmente ainda vai poder fazer a interatividade, que é para nós a grande ferramenta que vai ser utilizada para educação à distância, no mercado que se faz pela televisão, mercado eletrônico, que vai ajudar a desenvolver projetos de cultura.
    • Agora quando a interatividade?
      • A interatividade tem três estágios. Há uma cobrança muito grande que eu vejo na imprensa, de modo geral, sobre a interatividade na TV Digital. Ora, ela é um segundo passo na implantação da TV Digital. Nos Estados Unidos, por exemplo, onde as transmissões da TV Digital começaram há três anos, ainda não temos interatividade. Ela está em estudos na realidade, está sendo implantada lentamente em pouquíssimas cidades nos Estados Unidos. Na Europa, praticamente não existe interatividade.
    • A gente pode até se aproveitar do que deu certo e não deu certo...
      • Fizemos um estudo muito grande com todos os técnicos que participaram da elaboração do sistema. O sistema foi escolhido exatamente porque é o único que atende à demanda brasileira. Os sistemas europeu e americano são sistemas feitos para transmissão da TV Digital a cabo. Então é muito mais simples você transmitir com cabo. Quando você tem um sistema de televisão como o nosso, que cobre 98% do território nacional com televisão aberta e gratuita, não se paga para ver televisão. Na Europa, para ver televisão aberta, você paga 120 Euros por ano.
      Claro, dos erros americanos e europeus. Estamos cobrando uma coisa que nem os americanos têm, nem os europeus, muito menos os japoneses AG - Quanto ao preço da caixinha. Falava-se em menos de R$ 200,estão vendendo por no mínimo R$ 500, vai até R$ 1200.
    • Aqui são os anunciantes que pagam...
      • Aqui são os anunciantes que pagam. Então é um sistema diferente. Precisamos ter um sistema robusto, capaz de transmitir uma imagem em qualquer situação. E a pior situação que nós encontramos para testar o modelo foi São Paulo. Se conseguíssemos vencer as barreiras de São Paulo, venceríamos certamente qualquer outra barreira no país. O único sistema que venceu essas barreiras dos edifícios em São Paulo foi o sistema de modulação japonês. E, principalmente, porque ele nos dá a condição técnica de transmitir a imagem da televisão para o celular no sistema aberto, gratuito, conforme determina o decreto assinado pelo presidente Lula. Porque senão você ficaria preso a sistemas de telefonia: para ver televisão no celular, tem que pagar a companhia telefônica.
    • Inclusive televisão para ônibus...
      • Até 300 km/h, em qualquer veículo, seja ônibus ou carro, você consegue pegar perfeita a imagem da TV Digital no celular. Agora a caixinha conversora, esse conversor tão importante e necessário na implantação da TV Digital, custa no Japão 64 dólares. Ou seja, R$ 120. Nos Estados Unidos, custa R$ 100. Na Europa, custa R$80, R$ 90. Por que razão custa R$ 1000 no Brasil ou pelo menos estão lançando a R$ 1000 no Brasil? É uma pergunta que temos que fazer aos fabricantes.
      Não tem como você decidir comprar uma caixinha por R$ 1100 se você compra um televisor a R$ 400. Então tem alguma coisa errada aí. O primeiro erro é: estamos com todos os benefícios fiscais concentrados na Zona Franca de Manaus. Você não consegue fazer essa caixinha em Santa Rita do Sapucaí, em São Paulo, no Paraná, porque você vai pagar tanto imposto que não tem como competir. Tudo bem, que se faça lá então. Estamos com uma média de 6 por 1 na importação dos componentes eletrônicos. Então você importa um componente da caixinha, você tem 6 vezes o valor do componente para compor essa caixinha. Alguma coisa tem que ser feita. O governo já está estudando uma maneira de facilitar a importação desses produtos pagando um pouco menos taxas de importação. Nós podemos até seguir o modelo vitorioso do ano passado, do Computador Popular, que custava R$ 1700 e, de repente, com desonerações, está custando em torno de R$ 650. Popularizou-se o computador. Nós queremos a mesma coisa para a caixinha. O preço é superior a um aparelho de televisão...
    • Tem que ser uma antena UHF?
      • A antena é uma antena especial que vem com a caixinha conversora normalmente. É muito simples. Esta antena é normalmente já fabricada no Brasil . Sai por exemplo de Santa Rita do Sapucaí a venda por cerca de R$ 30 e normalmente já está embutido o preço da antena na caixinha, senão não funciona. É uma coisa muito simples, parece aquelas antigas antenas de UHF que a gente colocava muito discretamente em cima da televisão. Não é o rabichozinho como nós vimos durante muitos anos e que ainda existe muito no Brasil. Mas uma anteninha um pouco mais moderna, simples, e que vai funcionar perfeitamente. Eu vi em alguns testes a simplicidade dessa antena ser reduzida a um clipe. Durante uma transmissão que foi feita há cerca de dois meses, numa demonstração em São Paulo, tirou-se a antena, substituiu-se por um clipe de papel e funcionou da mesma forma. Para você ter uma idéia da robustez do sistema, da força com que essa imagem vai chegar.
    • O senhor falou das barreiras em São Paulo. As barreiras topográficas do Rio de Janeiro não são maiores?
      • Elas são maiores, mas não necessariamente na mesma situação de São Paulo. O Rio de Janeiro tem montanhas muito acessíveis à transmissão para dentro da cidade. Então você tem hoje no sistema analógico, em um ponto do Rio de Janeiro praticamente, a concentração de todas essas antenas jogando para dentro da cidade. A única dificuldade no Rio é quando você está localizado na Barra da Tijuca e você tem a Pedra da Gávea, que constitui uma barreira quase intransponível. O que você faz? Bota um repetidor na Pedra da Gávea para jogar para dentro da região. Em São Paulo é diferente. Já no sistema analógico tivemos uma grande dificuldade, tivemos que criar três pontos de transmissão na cidade de São Paulo. Então tem no norte, no meio e no sul exatamente porque não conseguimos, de uma única localização, atender a cidade inteira. No Rio, vai ser bem mais fácil fazer a transmissão digital.
    • Agora, as pessoas que vão comprar televisor já estão pensando no futuro. Elas querem tv com entrada de HD. Esse aparelho tem que ter entrada própria, parece que a sigla é HDMI...
      • É, o HDMI é uma composição do áudio que você vai extrair da televisão. O HDMI abre sua televisão para cinco canais de áudio e faz uma composição com a imagem digital. Todos os televisores modernos já vêm com essa entrada. Para os antigos, o que vai acontecer? Você vai sair de um canal da televisão onde se coloca hoje o cabo coaxial, normal, de uma antena comum, e dali você vai fazer a ligação com a caixinha conversora. Os mais modernos já virão com essa entrada HDMI.
    • As pessoas podem esperar que – aquelas que têm uma recepção ruim com seu televisor analógico – que quando tiverem a caixinha ainda que seja antigo, vai haver uma perfeição de imagem, em termos de interferência?
      • Com absoluta certeza, Alexandre. Ao contrário da analógica, que é transmitida por ondas, a TV Digital é um procedimento muito mais simples, muito embora complexo. É uma transmissão de zeros e uns. Então não existe imagem mais ou menos. É um sistema binário. Ou você recebe a imagem absolutamente perfeita ou não recebe nada. Se não recebe nada, tem alguma coisa errada. Tem que mexer na antena, fazer alguma ligação que não foi feita. Porque, se chegar a imagem, ela chega com absoluta perfeição. O som estéreo e cinco canais.
    • Eu cobri o lançamento da TV a cores, na Festa da Uva, em Caxias do Sul, em 1972. Na época, eu estava no Jornal do Brasil. A mudança que deu para notar é que houve um início lento e depois explodiu. A ponto das pessoas porem uma antena fora de casa com uma fitinha colorida para mostrar: olha, aqui tem televisão preto e branco. Que analogia o senhor faz daquela transformação na televisão e hoje, com a TV Digital?
      • Eu acho que naquela época ficou muito mais difícil. Eu me lembro e vivi naquela época, como você...Para comprar um televisor a cores em 1972, você pagava em torno de mil dólares. Era muito caro. A decisão era a seguinte: ou eu compro outro carro, uso o equivalente a mil dólares para melhorar meu carro, ou compro a tv a cores. Hoje não. Hoje você vai fazer essa conversão comprando a caixinha. Por isso é tão importante popularizar a caixinha. Porque todo mundo já tem televisão. Tendo a caixinha, você tem TV Digital. Ela começa – estou contando com os R$ 499, o primeiro que realmente vê a capacidade que tem mercado brasileiro de botar 60 milhões de caixinhas para vender nos próximos anos no país - e é evidente que esse preço vai cair. Ao mesmo tempo, vejo que aqueles que, dentro de um ano ou dois, quiserem fazer um upgrade , melhorar seu televisor, aí já vai comprar um televisor com a própria caixinha, com tantas linhas suficientes para TV Digital. É mais ou menos o mesmo procedimento. Vamos levar uns três anos para a popularização da TV Digital. Só que ela tem uma diferença marcante para todos nós. A gente ainda não tem a idéia do que ela pode oferecer como instrumento de cultura, comércio, educação. Só no instante em que você vê o aproveitamento da interatividade é que se dá conta da ferramenta extraordinária que você tem.
    • O senhor fala novamente da interatividade. O senhor não está criando uma expectativa de alguma coisa que ainda vai demorar?
      • É...sobre a demora, é o seguinte: estamos neste momento preparando um grande projeto nacional que vai, em três anos, no máximo, cobrir o Brasil inteiro com internet de alta velocidade. Estamos fazendo negociações com as companhias telefônicas para a substituição de algumas obrigações da Lei Geral de Telecomunicações; estamos conversando com setores do próprio governo para a utilização de fibras ópticas que existem cortando o Brasil inteiro. Estamos com um projeto de, no máximo em três anos, colocar internet de alta velocidade em todas as cidades brasileiras.
    • Isso vai ser bom para a economia, para a educação principalmente...aumenta o conhecimento...
      • Isso. E através desse sistema de internet, é que você vai fazer a internet popularizada. Porque ela começa, e pode começar semana que vem em São Paulo, com o fio do telefone fixo. Na caixinha que estão comprando em São Paulo para ver a televisão, tem uma entrada de um cabo telefônico. Com aquele cabo telefônico, você já tem algum comando, alguma interatividade, a exemplo do que a Globo News faz na tv a cabo. Com a tv a cabo, você tem comandos no seu controle remoto, vendo Globo News, você acessa informações, você tem uma participação um pouquinho maior do que simplesmente ficar sentando vendo o Alexandre Garcia. Você pode participar um pouco do programa. As caixinhas conversoras já vêm com essa entrada do telefone fixo. Porque eventualmente, possivelmente no ano vem, você já começa com a primeira etapa da interatividade através da linha telefônica. E lá na frente com sistema de internet de alta velocidade, você vai poder chegar praticamente ao Brasil inteiro fazendo sim a interatividade. Agora, conforme eu disse, não se pode cobrar do Sistema Brasileiro de TV Digital a interatividade amanhã em São Paulo. Porque é uma segunda etapa. Estamos lançando o projeto de amanhã para domingo. Na segunda-feira, já temos televisão funcionando, todas as redes estarão funcionando a partir daquele instante, às 20h de domingo. Agora a interatividade é o segundo passo. Vai demorar um pouquinho mais, mas virá. Porque é absolutamente importante. Queremos fazer da internet e da TV Digital um instrumento da educação à distância. Aonde a universidade não pôde chegar até agora, vai chegar através da TV Digital, com a internet como apoio para a interatividade. Só isso é o bastante para se dizer o que a TV Digital significa para o Brasil.
    • Significa liberdade e cidadania...e a televisão já está plantada nas periferias, já está nas favelas...
      • É importante ressaltar aqui que temos alguns projetos importantes que estão relacionados com a implantação da TV Digital. O projeto piloto foi feito na cidade histórica de Tiradentes, em Minas Gerais, com aproximadamente 7 mil habitantes. Hoje você chega em Tiradentes, leva seu laptop, senta naquela pracinha maravilhosa, bota o computador no joelho, abriu, ligou, está ligado na internet de alta velocidade. Em Belo Horizonte, estamos também fazendo a mesma coisa e em várias cidades do Brasil. Estou citando Belo Horizonte porque é um projeto que começa a funcionar em março, onde toda a cidade estará interligada à internet de alta velocidade, inclusive nas vilas e favelas de Belo Horizonte. Nós queremos chegar à população mais carente, que realmente não tem como pagar para o acesso à internet, muito menos pagar pelo cabo na televisão a cabo, que custa R$ 70, R$ 100. É um projeto revolucionário, que, em etapas, vai atender a toda a demanda da comunicação, da cultura, da educação. Mas, sobretudo, ainda vem com alguns componentes importantes, que é o fato de que o Decreto 5820 que institui a TV Digital, traz também uma inovação, que é a criação das redes públicas de televisão. O debate da rede pública talvez tenha perdido um pouco o foco, porque o mais importante dos canais da rede pública é o Canal da Cidadania. Cada cidade do Brasil vai ter o seu canal de televisão para se ver na tv. Ou seja, se eu sou de uma cidade de 3 mil habitantes, em qualquer lugar do território nacional, eu vou ter um canal de televisão em que vou poder ver os problemas da cidade mostrados na televisão, discutidos, resolvidos. Este é o Canal da Cidadania. Lamentavelmente, ficamos sempre em cima dos canais que possivelmente vão atender à Rede Brasil de Televisão
    • Ministro, o nosso tempo está se esgotando. Esse lançamento de domingo coroa anos de planejamento...
      • É verdade. Nós começamos há praticamente dois anos atrás. O ministro Miro Teixeira deu o primeiro empurrão da TV Digital, o ministro Eunício Oliveira continuou, e coube a nós, com os recursos que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva colocou no projeto, de quase R$ 64 milhões, conduzir o processo das pesquisas, conforme eu disse, envolvendo todas as principais universidades brasileiras, todos os institutos de pesquisa, engenheiros, cientistas, técnicos, que chegaram a este modelo que está hoje sendo vendido para a América Latina. Nosso secretário de telecomunicações está no Chile esta semana levando o projeto brasileiro de TV Digital. Eu ncontrei recentemente a ministra da Colômbia que também está interessada em vir aqui ver o nosso projeto. Porque é um projeto popular que atende a televisão aberta, e é um projeto gratuito. As pessoas não têm que pagar para ver a televisão. Ou seja, aquilo que a gente sempre reclamou, que só a classe alta tem direito à televisão de alta definição na tv a cabo, com a TV Digital todo mundo vai ter acesso a boa televisão.
      • Muito obrigado, ministro Hélio Costa. O Espaço Aberto volta na próxima semana com outro tema de interesse nacional. De Brasília, Alexandre Garcia.