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  • 1. FAG - FACULDADE ASSIS GURGACZ EDERSON ZANCHETOSCILOSCÓPIO CONCEITOS E UTILIZAÇÃO CASCAVEL 2010 SUMARIO
  • 2. 1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 42. CARACTERISTICAS DO OSCILOSCOPIO ............................................................ 5 2.1. CLASSIFICAÇÃO ............................................................................................. 53. OSCILOSCOPIO ANALOGICO - ART (Analog Real-Time) .................................... 6 3.1. OSCILOSCOPIO ANALÓGICO COM ARMAZENAMENTO ............................. 84. OSCILOSCOPIO DE AMOSTRAGEM .................................................................... 9 4.1. MÉTODOS DE AMOSTRAGEM ....................................................................... 9 4.1.1. Amostragem em tempo-equivalente (equivalent-time sampling). ............ 10 4.1.2. Amostragem em tempo-real (real-time sampling) .................................... 105. Características dos osciloscópios analógicos e de amostragem .......................... 10 5.1. NUMERO DE CANAIS.................................................................................... 11 5.2. LARGURA DE BANDA ................................................................................... 11 5.3. SENSIBILIDADE VERTICAL .......................................................................... 11 5.4. TEMPO DE SUBIDA ....................................................................................... 12 5.5. FUNÇÃO DOS CONTROLES, CONECTORES E INDICADORES ................ 126. INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO............................................................................ 16 6.1. EFETUANDO MEDIDAS DE TENSÃO ........................................................... 16 6.1.1. Medidas de Tensão AC ............................................................................ 16 6.1.2. Medidas de Tensão DC............................................................................ 17 6.1.3. Medidas de Período ................................................................................. 17 6.1.4. Medição de Frequência ............................................................................ 18 6.1.5. Diferença de Fase ou tempo entre dois sinais ......................................... 19 6.1.6. Medidas de Dois Sinais não Relativos ..................................................... 20 6.1.7. Medidas de Sinais de TV ......................................................................... 21 6.1.8. Modo X-Y ................................................................................................. 21
  • 3. 6.1.9. Controle Externo de Intensidade .............................................................. 22 6.1.10. Operação ADD ....................................................................................... 22 6.1.11. Trigger .................................................................................................... 227. Calibração da Ponta de Prova............................................................................... 24
  • 4. 1. INTRODUÇÃO Com a interatividade dos seres humanos cada vez mais crescente comsistemas de informações e comunicações e a evolução dos equipamentos baseadosem semicondutores, torna-se imprescindível a utilização de equipamentos capazesde nos fornecer de forma visual o comportamento de um sinal em função do tempo. Enquanto o multímetro se limita a apresentar a indicação de um ou maisparâmetros característicos (valor eficaz, valor de pico, frequência) de uma dadagrandeza, quando é necessário uma análise mais aprofundada da grandezamensurada a nível de seu comportamento temporal, torna-se fundamental autilização de um osciloscópio. Na sua forma mais básica, o osciloscópio é uminstrumento de medição que permite analisar visualmente um ou mais sinaiselétricos em tempo – real, permitindo medir e comparar diversos parâmetros destessinais. O osciloscópio é um instrumento de medida eletrônico que cria um gráficobidimensional visível de uma ou mais diferenças de potencial. O eixo horizontal domonitor normalmente representa o tempo, tornando o instrumento útil para mostrarsinais periódicos. O eixo vertical normalmente mostra a tensão. O monitor éconstituído por um "ponto" que periodicamente "varre" a tela da esquerda para adireita.
  • 5. 2. CARACTERISTICAS DO OSCILOSCOPIO O osciloscópio possui uma gama de aplicações, análise de vibrações,análise de redes de comunicação de dados entre outras. Por princípio, oosciloscópio é um instrumento de medição adequado para medir, analisar sinaisperiódicos, porém, os osciloscópios de amostragem permitem analisar sinaistransitórios (não periódicos). Osciloscópio não se limita à medição de grandezas elétricas. Com otransdutor apropriado, o mesmo poderá utilizar-se para visualizar e medir qualquertipo de grandeza física2.1. CLASSIFICAÇÃO Quando se classifica um instrumento de medição como analógico ou digitaldeve-se levar em conta a forma de apresentação do sinal de saída ou a indicação enão o princípio de funcionamento do instrumento, em instrumento de mediçãoanalógico o sinal de saída ou indicação é uma função contínua do valor medido oudo sinal de entrada, já em um instrumento de medição digital o mesmo apresenta osinal de saída ou a indicação sob a forma digital (numérica). Com base no texto apresentado, podemos afirmar que é incorreto distinguirentre osciloscópios “analógicos” e “digitais”, pois ambos os osciloscópios têm umaindicação analógica, ou seja, todos mostram a evolução do sinal de entrada ao longodo tempo. Os osciloscópios normalmente conhecidos como “digitais” devem serreferenciados como “osciloscópios de amostragem”. Estes complementam aindicação analógica com um conjunto de indicações “digitais”.
  • 6. Os osciloscópios podem ser classificados de acordo com diversosparâmetros. Uma característica que permite distingui-los logo de inicio é a tecnologiautilizada: analógica ou digital. Os osciloscópios de tecnologia exclusivamenteanalógica (doravante designados por “osciloscópios analógicos”) funcionamaplicando “quase” que diretamente o sinal medido ao monitor. Nos osciloscópios detecnologia digital, são retiradas amostras do sinal original, amostras estas que sãoconvertidas para um formato digital através da utilização de um conversoranalógico/digital. Esta informação digital é armazenada em uma memória eseguidamente reconstruída e representada no monitor. Estes osciloscópios sãodesignados como “osciloscópios de amostragem”.3. OSCILOSCOPIO ANALOGICO - ART (ANALOG REAL-TIME) O mais simples tipo de osciloscópio consiste em um tubo de raios catódicos,um amplificador vertical, um amplificador horizontal, uma base de tempo, e umafonte de alimentação. Estes são chamados de osciloscópios “analógicos” paraserem distinguidos dos osciloscópios “digitais”. Antes da introdução do tubo de raioscatódicos (CRO) nesta forma atual, o mesmo já vinha sendo utilizado em outrosinstrumentos de medição. O tubo de raios catódicos é uma estrutura de vidro comvácuo no seu interior, similar aos tubos de televisões a preto e branco, que possuemuma face plana coberta com um material fosforescente (o fósforo). Quando ligado, um tubo de raios catódicos (CRT) normalmente mostra umúnico ponto brilhante no centro da tela, porém este ponto pode ser movidoeletrostaticamente ou magneticamente. O CRT de um osciloscópio utiliza a deflexãoeletrostática. Entre o acelerador de elétrons e a tela existem dois pares de placas
  • 7. metálicas opostas chamadas de placas de deflexão. O amplificador vertical gerauma diferença de potencial através de um par de placas, gerando um campo elétricovertical, através do qual o raio de elétrons passa, quando os potenciais das placassão os mesmos, o raio não é defletido. Quando a placa superior é positiva comrelação à inferior, o raio é defletido para cima, quando o campo é invertido, o raio édefletido para baixo. O amplificador horizontal realiza uma função semelhante comos pares de placas de deflexão horizontais, fazendo com que o raio se mova para adireita ou para a esquerda. Este sistema de deflexão é chamado de deflexãoeletrostática. Dependendo de como o operador ajusta a atenuação/amplificação vertical(comando normalmente ‘VOLTS/DIV’), o sinal original é atenuado ou amplificado.Seguidamente, o sinal é aplicado às placas horizontais (ou de deflexão vertical) dotubo de raios catódicos (CRT - Cathode Ray Tube), onde existe um cátodo queemite um feixe de elétrons em alta velocidade em direção ao monitor. Este últimopossui uma camada de fósforo, material que quando atingido pelos elétrons geradois fenômenos: fluorescência e fosforescência. A fluorescência é a característicaque o fósforo tem de se iluminar, quando atingido por elétrons em alta velocidade. Afosforescência é a sua capacidade de manter essa luminosidade durante certotempo. Embora o osciloscópio de raios catódicos permita que os sinais sejamvisualizados na sua forma elementar, não existe um meio de gravar este sinal empapel com o propósito de documentação. Quase que na totalidade dos osciloscópios multi - canais estes não possuemmúltiplos raios de elétrons, eles mostram apenas um ponto por vez, porém alternameste entre os valores de um canal e outro, ou alternam as varreduras (modo ALT) ou
  • 8. várias vezes por varredura (modo CHOP). Muito poucos osciloscópios de raio duploforam construídos, nestes, o acelerador de elétrons forma dois raios de elétrons eexistem dois pares de placas de deflexão vertical e um conjunto comum das placasde deflexão horizontal. Figura 1. Osciloscópio analógicos Modelo. MO-11023.1. OSCILOSCOPIO ANALÓGICO COM ARMAZENAMENTO Um mecanismo extra, disponível em alguns osciloscópios analógicos échamado capacidade de armazenamento, esta permite que a imagem do traço quenormalmente decai em uma fração de segundo permaneça na tela por um tempomaior. Um circuito elétrico então pode ser deliberadamente ativado para armazenare apagar o traço da tela.
  • 9. 4. OSCILOSCOPIO DE AMOSTRAGEM Os osciloscópios de amostragem permitem o armazenamento e posteriorvisualização das formas de onda, nomeadamente de acontecimentos que ocorremapenas uma vez (regimes transitórios). Eles permitem ainda processar a informaçãodigital do sinal ou enviar esses dados para um computador para serem processadose/ou armazenados. Alguns dos blocos que compõem os osciloscópios analógicosencontram-se também nos osciloscópios de amostragem. Contudo, estes últimoscontêm sistemas adicionais para aquisição e processamento de dados antes dedisponibilizá-los no monitor. Dependendo das capacidades do osciloscópio, poderá haver processamentoadicional das amostras, levando a um melhoramento da imagem obtida no monitor. Figura 2. Osciloscópio digital Modelo DS-1052E4.1. MÉTODOS DE AMOSTRAGEM O método de amostragem define como é que um osciloscópio deamostragem efetua a aquisição dos dados. Para sinais de variação lenta (de baixa
  • 10. frequência), não há dificuldade por parte do osciloscópio em adquirir a quantidadede amostras suficiente para construir uma imagem de qualidade. Porém, para sinaisde variação rápida (de alta frequência) e dependendo da frequência de amostragemmáxima de cada osciloscópio, este poderá não adquirir o número suficiente deamostras. Podem então distinguir-se os seguintes métodos de amostragem, emtempo equivalente e em tempo – real.4.1.1. Amostragem em tempo-equivalente (equivalent-time sampling). O osciloscópio adquire amostras em vários ciclos de aquisição, construindouma imagem do sinal ao longo do tempo (há medida que o sinal se vai repetindo).Este modo só pode ser utilizado para analisar sinais periódicos.4.1.2. Amostragem em tempo-real (real-time sampling) O osciloscópio adquire as amostras num único ciclo de aquisição e depoispoderá utilizar interpolação para melhor construir a imagem.5. CARACTERÍSTICAS DOS OSCILOSCÓPIOS ANALÓGICOS E DE AMOSTRAGEM Ambos os modelos de osciloscópios possuem características especificasconforme a forma de funcionamento e ligação, porém os modelos apresentampontos em comum como citado na seqüência.
  • 11. 5.1. NUMERO DE CANAIS O número de canais de entrada define a quantidade de formas de onda quepodem ser visualizadas ao mesmo tempo no monitor de um osciloscópio. Grandeparte dos osciloscópios dispõe de dois canais de entrada, porém existem algunsosciloscópios que dispõem de quatro canais de entrada.5.2. LARGURA DE BANDA Por convenção, a largura de banda de um osciloscópio é a frequência emque a amplitude do sinal desenhado é reduzida para 70.7% (equivale a -3 dB, naescala logarítmica) da amplitude do sinal de entrada. A largura de banda vemnormalmente escrita no painel frontal do osciloscópio.5.3. SENSIBILIDADE VERTICAL A sensibilidade vertical caracteriza o nível de tensão do amplificador vertical.Esta grandeza é normalmente expressa em mV/Div. A tensão menor que umosciloscópio comum pode detectar tipicamente, 1 mV/DIV. É também comum osfabricantes apresentarem nas especificações dos osciloscópios o valor máximo deVolt/DIV suportado. A utilização de pontas de prova atenuadoras ou amplificadorasalarga o leque de amplitudes dos sinais a analisar.
  • 12. 5.4. TEMPO DE SUBIDA O tempo de subida é forma de descrever a frequência útil de utilização deum osciloscópio. O valor desta grandeza é uma medida. Um osciloscópio nãoconsegue desenhar corretamente impulsos com tempos de subida inferiores aotempo de subida (mínimo) especificado no manual do osciloscópio. Valores típicosrondam algumas dezenas de nanosegundos para osciloscópios de baixa gama atéalgumas centenas de picosegundos para osciloscópios de gama elevada.5.5. FUNÇÃO DOS CONTROLES, CONECTORES E INDICADORES a) POWER: Pressione para ligar o instrumento. O LED acenderá. b) INTENSITY: Ajusta a intensidade. Gire o controle no sentido horário para aumentar o brilho do traço. c) FOCUS: Ajuste o foco do CRT até que vire um ponto uniforme. d) TRACE ROTATION: Ajusta o traço para que fique paralelo a escala horizontal. e) PROBE ADJUST: Um sinal de onda quadrada com amplitude de 0.5V e frequência de 1kHz são enviados por este terminal e usado para ajustar a compensação da ponta de prova e checar a calibração do osciloscópio. f) AC, GND, DC: Seleciona o modo do acoplamento de entrada do CH1. g) AC: a parte DC do sinal é separada e a parte AC é observada. DC: o sinal é acoplado diretamente para observar a parte DC do sinal quando a freqüência é muito baixa. GND: a entrada do canal é aterrada, para determinar a posição do traço quando o nível do terminal de entrada for zero.
  • 13. h) CH1 (X): Possui duas funções. Pode ser usado como terminal de entrada do Canal Vertical um, em uso normal, ou como sinal de entrada do Canal Horizontal no modo X-Y.i) VOLTS/DIV: Seleciona o fator de deflexão. É dividido em 11 passos a partir de 5mV/DIV. Selecione o passo apropriado de acordo com a amplitude de tensão do sinal medido.j) VARIABLE: Ajusta o fator de deflexão vertical continuamente. E a faixa não é menor que 2.5 vezes. Gire o ajuste completamente no sentido horário para colocá-lo na posição calibrada (CAL). Então o valor da tensão pode ser lido pela posição da chave VOLTS/DIV e da amplitude exibida.k) x5 MAG: Aperte para aumentar o ganho do canal 1 em 5 vezes.l) POSITION: Ajusta a posição do traço verticalmente.m) MODE: Seleciona o modo de trabalho do vertical.n) CH1: Somente sinais no CH1 são exibidos.o) CH2: Somente sinais no CH2 são exibidos.p) ALT: Permite observar sinais de 2 canais ao mesmo tempo. Os sinais são exibidos alternadamente. Este modo é usado geralmente com alta taxa de varredura.q) CHOP: Os sinais dos dois canais são mostrados no modo chaveado. É usado para observar os sinais ao mesmo tempo em baixa taxa de varredura.r) ADD: Exibe a soma resultante dos sinais dos dois canais. Quando a inversão de polaridade do CH2 for habilitada, os sinais serão subtraídos.s) CH2 Invert: A fase do sinal do CH2 é invertida quando esta chave é ativada.t) AC, GND, DC: Usado no CH2 e a função é a mesma do item f.
  • 14. u) CH2 (Y): Terminal de Entrada do CH2 e é usado como entrada vertical no modo X-Y.v) CH2 POSITION: Ajusta a posição do traço verticalmente.w) CH2 VOLTS/DIV: O mesmo que o item i.x) CH2 VARIABLE: O mesmo que o item j.y) CH2 x5 MAG: O mesmo que o item k.z) CH2 POSITION: Ajusta a posição do traço horizontalmente.aa) SLOPE: Seleciona a rampa positiva ou a rampa negativa para o sinal de trigger.bb) LEVEL: Ajusta o nível de trigger para o sinal medido.cc) SWEEP MODE: Seleciona o modo de varredura. AUTO: O traço da varredura será exibido mesmo quando não houver sinal de trigger; e se houver um, então será necessário ajustar o nível de trigger para obter uma visualização estável. Este modo geralmente é usado para observar sinais com frequência acima de 50Hz. NORM: Nenhum traço será exibido se não houver sinal de trigger. Se houver um e o controle LEVEL estiver na posição apropriada, a varredura será iniciada. Ë utilizado para visualizar sinais com frequência abaixo de 50Hz. LOCK: A forma de onda pode apresentar-se estável no display sem precisar ajustar o nível de trigger (LEVEL).dd) SINGLE: Usado para efetuar uma varredura única. Pressione o RESET, e o circuito estará no modo SINGLE. Quando houver um sinal de trigger, será efetuada uma varredura. Ao pressionar a tecla RESET novamente, uma nova varredura será efetuada, e assim sucessivamente.ee) TRIG’D READY: O indicador aparecerá em dois casos: nos modos que não sejam o SINGLE (simples), significa que o circuito de varredura está
  • 15. gatilhado; e no modo SINGLE, significa que o circuito de varredura está pronto, e se houver um sinal de entrada, ele irá fazer uma única varredura e o indicador será desligado.ff) SEC/DIV: Seleciona a base de tempo apropriada para a frequência do sinal medido. Quando o controle VARIABLE está na posição CAL, o fator de tempo pode ser lido na indicação da chave SEC/DIV.gg) VARIABLE:Ajusta a taxa de varredura continuamente e a faixa não é menor que 2.5 vezes. Gire o controle até o fim no sentido horário para a posição calibrada (CAL).hh) x5 MAG: Pressione esta tecla e a taxa de varredura horizontal será ampliada em 5 vezes.ii) TRIGGER SOURCE: Usado para selecionar diferentes fontes de trigger. CH1: O sinal de trigger provém do CH1 no modo DUAL e do canal exibido no modo SINGLE. CH2: O sinal de trigger provém do CH2 no modo dual e do canal exibido no modo SINGLE. ALT: O sinal de trigger provém alternadamente dos canais CH1 e CH2 no modo ALT para observar dois sinais de canais não relacionados. LINE:O sinal de trigger provém do sinal de alimentação do osciloscópio. EXT: O sinal de trigger provém do terminal de entrada EXT INPUT.jj) GND: O terminal aterrado do instrumento.kk) AC/DC: Modo de acoplamento dos sinais externos de trigger. A chave deve estar na posição DC quando a fonte de trigger EXT for selecionada e a frequência for muito baixa.ll) NORM/TV: Geralmente a chave estará no modo NORM e se sinais de TV forem medidos, deverá ser alterado para a posição TV.
  • 16. mm) EXT INPUT: E o terminal de entrada para sinais externos de trigger. nn) Z INPUT: Terminal de entrada para os sinais de modulação de intensidade. oo) TRIGGER SIGNAL OUTPUT: Saída de sinal do CH1 ou CH2 na proporção de 100mV/DIV, conveniente para frequencímetros externos. pp) POWER PLUG WITH FUSE: Soquete para conexão do cabo de alimentação.6. INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO6.1. EFETUANDO MEDIDAS DE TENSÃO Gire o controle VARIABLE até a posição calibrada, em sentido horário,então leia o valor do fator de deflexão no controle VOLTS/DIV. Desde que existauma parte AC e uma parte DC no sinal medido, a medição deve ser efetuada deacordo com os seguintes passos:6.1.1. Medidas de Tensão AC Se somente a parte AC do sinal for medida, ajuste o modo de acoplamentodo canal em uso para AC. Ajuste a chave VOLTS/DIV para que a forma de ondaseja exibida no centro da tela. Então, ajuste o controle LEVEL (nível) de modo que aforma de onda se apresente estável na tela. Separadamente, ajuste a posição X e aposição Y para efetuar a leitura mais facilmente. Com o valor indicado emVOLTS/DIV e a distância mostrada no eixo vertical, calcule o valor da tensão com aseguinte fórmula:
  • 17. Se a ponta de prova estiver com atenuação x10, multiplique o valorcalculado por 10.6.1.2. Medidas de Tensão DC Se somente a parte DC do sinal for medida, ajuste primeiro o modo deacoplamento do canal em uso para GND, e ajuste a posição Y de modo que suareferência esteja na posição apropriada. Então, ajuste o modo de acoplamento docanal em uso para DC e ajuste o controle LEVEL para sincronizar a forma de onda.6.1.3. Medidas de Período Quando o período de um sinal ou o fator de tempo entre dois pontos émedido, proceda como descrito abaixo. Depois de sincronizar a forma de onda,meça o valor do tempo usando o valor indicado por SEC/DIV e a distância horizontalentre dois pontos ou de um ciclo do sinal. Se somente uma parte do sinal está sendomedido, amplifique utilizando a chave MAG. Ajuste a posição X para mover a formade onda para a posição apropriada para ser observada. Então, divida o valor medidopor 5. Calcule os intervalos de tempo pela seguinte fórmula:
  • 18. Exemplo 1: Na Figura 3, a distância horizontal entre os pontos A e B é de 2DIV, e o fator de tempo de varredura é de 2ms/DIV. A amplificação horizontal é dex1. Então: Figura 3. Sinal de Onda Quadrada para verificação de distância6.1.4. Medição de Frequência Para efetuar a medida de frequência de sinais repetitivos, primeiro meça operíodo do sinal, então faça o seguinte cálculo:
  • 19. Se a frequência do sinal medido for muito alta, mesmo com o ajusteSEC/DIV no máximo, a forma de onda exibida apresentará muitos ciclos. Conte onúmero de ciclos exibidos em 10 DIV no eixo X para maior precisão:6.1.5. Diferença de Fase ou tempo entre dois sinais De acordo com a frequência dos dois sinais relativos, selecione a taxa devarredura apropriada e ajuste o modo vertical para ALT ou CHOP. A fonte de triggeré proveniente de um canal básico. Ajuste o controle LEVEL para estabilizar asformas de onda. Calcule a diferença de tempo com a diferença horizontal entre doispontos nas duas formas de onda: Se a diferença de fase entre dois sinais é medida, primeiro obtenha formasde onda estáveis usando os métodos explicados anteriormente, então ajuste oscontroles VOLTS/DIV e VARIABLE dos dois canais para que a amplitude sejasemelhante. Ajuste os controles SEC/DIV e VARIABLE para que seja obtido um oumais períodos inteiros na horizontal, então o ângulo de fase é:
  • 20. A distância horizontal de um sinal ao outro, o ângulo de fase resulta nadiferença de fase entre os dois sinais. Exemplo. Na Figura 6.6, a distância horizontal entre dois pontos medidos naforma de onda é 1 DIV, determine a diferença de fase utilizando a seguinte fórmula: Figura 4. Diferença de Fase Entre Sinais6.1.6. Medidas de Dois Sinais não Relativos Se dois canais não relativos têm que ser medidos, ajuste o modo vertical e afonte de trigger para ALT e habilite o Canal 1 e o Canal 2, então ajuste o controleLEVEL para obter formas de onda sincronizadas. Observações: a) A base de tempo utilizada não deve ser muito baixa para a função ALT no modo Vertical, pois haverá a alternância da exibição da forma de onda dos dois canais.
  • 21. b) Se não houver sinal de entrada em um dos canais, o sincronismo não será alcançado.6.1.7. Medidas de Sinais de TV Existe um circuito para separação de sinais de sincronismo de TV-V noosciloscópio MO-1225. Se um sinal de TV-V for observado, pressione a tecla deacoplamento TV. Selecione a inclinação de trigger de acordo com o sinal de TVmedido. Ajuste o controle LEVEL para obter uma sincronização estável do sinal deTV-V. Se um sinal de TV-H for medido, faça sua sincronização no modo NORM.6.1.8. Modo X-Y Em alguns casos especiais, a rotação do traço deve ser controlada porsinais externos, ou o eixo X deve ser considerado como o terminal de entrada dosinal medido, como: sinal de varredura EXT ou para observação do Diagrama deLissajous. Operação do Modo X-Y: Gire a chave SEC/DIV no sentido anti-horário atéo final, na posição X-Y. Entre com o sinal do eixo X no canal 1 (X) e faça a leitura dovalor indicado do fator de deflexão pelos VOLTS/DIV do canal. Mas a amplificaçãoda sensibilidade do eixo X é controlada pela amplificação horizontal x5. O sinal doeixo Y é conectado normalmente pelo CH2.
  • 22. 6.1.9. Controle Externo de Intensidade O sinal de modulação de intensidade pode ser conectado através do eixo Zno painel traseiro. O nível negativo aumenta o brilho, e o positivo diminui. Estafunção é usada quando a uma parte da forma de onda medida tem que serdestacada em intensidade.6.1.10. Operação ADD A soma algébrica dos sinais do CH1 e CH2 pode ser visualizada na tela,pressionando as teclas MODE em ADD. O sinal mostrado transformar se nadiferença entre os sinais de CH1 e CH2, se a tecla CH2 INV for pressionada. Paraadições e subtrações precisas, é necessário que as sensibilidades dos canais (CH1e CH2) sejam ajustadas exatamente no mesmo valor através dos controlesVOLTS/DIV. O posicionamento vertical pode ser realizado através de um dos doisknobs POSITION.6.1.11. Trigger Um gatilho ou trigger adequado é essencial para a perfeita operação de umosciloscópio. O usuário de um osciloscópio deve estar bastante familiarizado com osprocedimentos e as funções de gatilho.
  • 23. 6.1.11.1. Funções do TRIGGER SOURCE O próprio sinal amostrado ou um sinal de gatilho (trigger) que tenha umarelação de períodos com o sinal amostrado é necessário para ser aplicado aocircuito de gatilho para se obter um sinal estacionário na tela. As teclas SOURCEsão usadas para selecionar a fonte de (trigger). a) ALT: O sinal aplicado ao terminal de entrada vertical é retirado de um ponto do circuito pré-amplificador e levado ao circuito de gatilho. Neste caso, sendo o sinal de gatilho o próprio sinal medido, uma forma de onda bastante estável poderá ser visualizada na tela do CRT. b) CH 1: O sinal do CH1 é utilizado como referência para o sinal de gatilho. c) CH 2: O sinal do CH2 é utilizado como referência para o sinal de gatilho. d) LINE: Um sinal com frequência igual ao da linha de alimentação AC é utilizada como sinal de gatilho. Este método funcionará quando o sinal a ser medido tiver uma relação com a frequência da linha AC, especialmente para medições de ruídos AC de baixo nível de circuito de áudio, circuitos com tiristores, etc. e) EXT: A varredura é gatilhada por meio de um sinal externo aplicado ao terminal de entrada de gatilho externo. É utilizado um sinal externo, que tem uma relação periódica com o sinal medido. Visto que o sinal medido (sinal de entrada vertical), não é utilizado como sinal de gatilho, a apresentação da forma de onda na tela poderá ser feita independentemente do sinal medido.6.1.11.2. Funções do COUPLING
  • 24. Estas teclas são usadas para selecionar o acoplamento do sinal degatilhamento ao circuito de gatilho, de acordo com as características do sinal a sermedido. TV: Este acoplamento é utilizado para gatilhamento de TV, para observaçãode sinais de vídeo de TV. O sinal de gatilhamento é acoplado em AC, e é levado aocircuito separador de sincronismo de TV através do circuito de gatilho (circuito denível). O circuito separador retira o sinal de sincronismo, o qual é empregado paradisparar a varredura. Assim, o sinal de vídeo poderá ser apresentado na tela comelevada estabilidade.6.1.11.3. Funções de Controle LEVEL A função deste controle é ajustar o nível de gatilhamento e apresentar umaimagem estacionária na tela do CRT. No instante em que o sinal de gatilho cruza onível de gatilhamento ajustado por este controle, a varredura é disparada e aparecea forma de onda na tela. O nível de gatilhamento mudará para a direção positiva(para cima), se este controle for girado no sentido horário; e mudará para direçãonegativa (para baixo), se for girado no sentido anti-horário.7. CALIBRAÇÃO DA PONTA DE PROVA Calibrar a ponta de prova é ajustar o valor de cada componente da rede decompensação, para melhorar a resposta de frequência do instrumento. Os própriosmanuais de fabricante dos osciloscópios costumam esclarecer o procedimento de
  • 25. calibração. É comum existir uma saída no osciloscópio, na qual se dispõe de umaonda quadrada ou retangular, apropriada à calibração, gerada internamente nopróprio aparelho. Liga-se, então, a ponta a ser calibrada a esta saída, visualizando-se oaspecto da onda quadrada ou retangular de calibração, na tela do osciloscópio.Dependendo do aspecto que a onda apresenta na tela, sabe-se que a compensaçãoda ponta de prova está adequada, ou não. A figura ao lado mostra os três casos deaspectos, que a onda retangular poderia apresentar na tela de um osciloscópio. Caso (a): a compensação está correta. Caso (b): Houve sobre compensação, porque aparecem os chamados"overshoots", picos que surgem nas transições rápidas de sinal (onda quadrada).Eles correspondem a um favorecimento das componentes de altas frequências dosinal, em relação às de baixas frequências. O sobre-sinal que surge causa os picosindesejados ("overshoots"). Caso (c): Houve sub-compensação, pelo fato de que as altas frequênciasestão mais atenuadas do que deveriam; as transições rápidas (bordas de ondaquadrada) tornam-se mais lentas, dando surgimento ao aspecto arredondado vistona figura. Nos casos observados nas figuras b e c, normalmente mexe-se numparafuso de ajuste do valor de C, (capacitância da ponta de prova), olhando-se aforma de onda na tela, até se alcançar o aspecto ideal do caso da figura a.
  • 26. Figura 5. Osciloscópio de duplo canal

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