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Pr10 peninha

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percurso pedestre

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    Pr10 peninha Pr10 peninha Presentation Transcript

    • percurso pedestre daO percurso desenvolve-se na Serra de Sintra emterritório classificado como Parque Natural, em áreaclassificada como Património Mundial – PaisagemCultural e incluído no Sítio de Importância ComunitáriaSintra - Cascais, no âmbito da Rede Natura 2000.O penedo da Peninha, de onde se avista umavastíssima paisagem que vai do Cabo Espichel, a sul,às Berlengas, a norte, é encimado por uma ermida eevidencia sinais de permanência e influência humanasdesde o Neolítico.Entidadepromotora:Patrocínio:Apoio:Percursopedestrehomologadopor:Ministério do Ambiente,do Ordenamento do Território,e do Desenvolvimento RegionalPara informações sobre outros percursos disponíveis, contacte:Parque Natural de Sintra-CascaisSede: Rua Fernando Formigal de Morais, 1 2710-546 SINTRATel.: 21 924 72 00 Fax.: 21 924 72 27 e-mail: pnsc@icnb.pt url: portal.icnb.ptPosto de Turismo do Cabo da Roca - 21 928 00 81Posto de Turismo de Sintra - 21 923 11 57 | Divisão de Desporto (CM de Sintra) - 21 922 67 20FICHA TÉCNICA | TEXTO Manuela Marcelino FOTOGRAFIAS José Romão, Luís Roma Castro,Manuel Dória, Manuela Marcelino, Nadine Pires, arquivo ICNBDESIGN GRÁFICO Tânia SalsinhaEste PR Percurso Pedestre de Pequena Rota foi traçado pelo PNSC em colaboração com aCâmara Municipal de Sintra e marcado segundo as normas da Federação de Campismo eMontanhismo de Portugal.Ponto de partida e de chegada Terreiro de estacionamentoda PeninhaLocalização Concelhos de Sintra e CascaisExtensão aproximada 4,5 kmDuração aproximada 1h e 40 minGrau de dificuldade MédioMotivos de interesse Geologia, Flora, Fauna,Arqueologia e HistóriaMelhor época Primavera, quando grande parteda vegetação está em florTipo de circuito CircularEstruturas de apoio Sede do PNSC. Painéis informativos na Peninhae Pedras IrmãsAcesso de carro Partindo de Sintra pela EN 247 no sentido deColares, seguir em direcção ao Cabo da Roca; passar o Pé da Serrae avançar até poucos metros antes do desvio para a Azóia, onde setoma à esquerda o caminho da PeninhaLigações PR3 - CSC Rota das AldeiasMaterial Aconselhado Mapa. Bússola. Binóculos. Máquina fotográfica.Guias de campo de fauna e flora. Caderno de notas. Roupa ecalçado confortável. Água e alimentos são sempre indispensáveis.Peninhaparque naturalsintra-cascaisPR10S N Tinformação geralcódigo de condutaContacte as entidades sempre que detecte alguma irregularidadeNº Nacional de Incêndios 117Nº Nacional de Socorro 112Respeite as indicaçõesEntradacondicionadaParque deestacionamentoDeitar o lixono lixoNão apanhar plantasou incomodar animaisNão sair do trilhoProibída a circulaçãode veículosnão autorizadosProibídoacamparNão fazerlumeNão utilizararmas de fogoProibída a recolha de amostrasgeológicasFIG.01 FIG.02FIG.03 FIG.04FIG.05 FIG.06FIG.07 FIG.08FIG.09 FIG.10FIG.11 FIG.12Alvará DGT 59/2007
    • o que pode encontrarPONTO DE INÍCIO O percurso inicia-se no terreiro deestacionamento que dá acesso ao Santuário da Peninha. No topo de umamontoado caótico de grandes blocos arredondados, frequentementeenvoltos em nevoeiros, foi construída a capela. Este “caos de blocos” foiesculpido, pela erosão, na rocha sienítica do núcleo magmático da serra deSintra, hoje a descoberto.FLORAvioletas Viola odoratacravo-romano Armeriapseudarmeria cocleária--menor Jonopsidium acauleO caminho ladeia a ermida de S. Saturninogilbardeira Ruscus aculeatus dedaleira Digitalis purpureafeto-de-folha-de-hera Asplenium hemionitiserva-das-sete-sangrias Litodora prostatacarvalho-negral Quercus pyrenaicaPode-se visitar o AdrenunesAs características da vegetação envolvente - prados e matosforam determinadas pelos fortes ventos, pela utilização agro-pastorilancestral e pelos fogos sucessivos . São frequentes espécies mediterânicase ocidental-mediterrânicas como o zambujeiro Olea europaea var. sylvestris,as , o tojo Ulex sp., o trovisco-fêmea Daphnegnidium, ou as estevas Cistus sp. Território de plantas ameaçadas e comárea de distribuição muito limitada, como oou o cravo de Sintra Dianthus cintranus, aou a cravinha Silene longicilia.e atravessa um pequenocupressal de cedro do Buçaco Cupressus lusitanica, árvore originária daAmérica Central, evidenciando tentativas de reflorestação da serra. Descendosempre um carreiro, onde mal entra o sol, a densidade de espéciesarbustivas aumenta, revelando uma maior disponibilidade em água. Surgema , aou a salsaparrilha-bastarda Smilax aspera, plantas que integravam o cobertovegetal original. O ,relíquia da floresta sub-topical húmida, anterior às glaciações, ainda aquiconsegue sobreviver, tal como o feto-dos-carvalhos Davallia canariensis.Depois de sair do cupressal, o caminho continua por entre vegetação natural,rica em espécies aromáticas e medicinais: o pilriteiro Crataegus monogyna, a, o medronheiro Arbutusunedo, o sabugueiro Sambucus nigra, a silva Rubus ulmifolius, a madressilvaLonicera implexa, a erva-roberta Geranium purpureum, a erva-doceFoeniculum vulgare. Em alguns locais observa-se a regeneração de carvalhos- o , sobreiro Quercus suber, ocarvalho-cerquinho Quercus faginea sempre ameaçada por plantasoriginárias de outros locais: as acácias - Acacia melanoxylon e A. longifolia-, a árvore-do-incenso Pittosporum undullatum ou a háquia Hakea sp..antes de avançar pelocaminho que acompanha, pelo lado norte, a mata de cedros.,(excepto de Janeiro a Junho, paranão perturbar a nidificação de aves ameaçadas)3ADRENUNES A disposição dos penedoslembra um monumento megalítico de tipoanta. Para oeste avistará o farol do Caboda Roca e a Pedra da Ursa, para sueste aPeninha, a nordeste o vale da Adraga emais ao longe o casario da Praia dasMaçãs. A vegetação, rica em plantasaromáticas e medicinais encontra-se ameaçada pelo pitósporo, aacácia ou o chorão Carpobrotus edulis. Esta área é território de caça deaves de rapinas, nomeadamente da águia de Bonelli.Chegados ao parque de merendas das Pedras Irmãs podemos ver otrovisco-láureola Daphne laureola, único local onde, em Portugal, encontracondições para crescer ou a primula Primula vulgaris. A erva-da-fortunaTradescantia sp., espécie invasora, e a hera Hedera helix cobrem o solodas zonas ensombradas, até perto do local de início do percurso.FAUNA A fauna selvagem não é abundante nem fácil de observar, maspoderá deparar-se com o peneireiro-comum Falco tinnunculus, o rabirruivo-preto Phoenicurus ochrurus, a águia-de-asa-redonda Buteo buteo, alagartixa-do-mato Psammodromus algirus, o ,a ou coelhos-bravosOryctolagus cuniculus. Por entre o arvoredo podem ouvir-se o chapim-azulParus caeruleus ou o pisco-de-peito-ruivo Erithacus rubecula.Mais difíceis de observar são a genetaGeneta geneta ou a raposa Vulpesvulpes embora frequentes. Espécies raras e ameaçadas em Portugal são a, a cobra-de-capuzMacroprotodon cuccullatus ou a .sardão Lacerta lepidasalamandra Salamandra salamandraáguia de Bonelli Hieraaetus fasciatusvíbora-cornuda Vipera latasteiFIG.01FIG.02FIG.03FIG.04 FIG.05FIG.06FIG.07FIG.08FIG.09FIG.10FIG.11FIG.12100-150150-200200-250250-300300-350350-400400-450450-500Sinalização ao longodo percursoAltimetria (m)PR10 SNTPercurso da PeninhaEstrada asfaltadaCaminhoCarreteiroCaminho de pé postoLinha de águaSinal geodésicoLigaçõesPr3 CSC - Rota das AldeiasCapela da PeninhaErmida de S. Saturnino3 AdrenunesPontos de InteressePonto de partida/chegadaEstacionamento junto aoacesso à PeninhaCaminho certo Caminho erradoVirar à esquerda Virar à direitaParque deestacionamentoEntradacondicionadaParque demerendasPanorâmicaPonto devoo livreAzulejariaPonto de interessegeológicoVestígios deescavaçõesarqueológicasIgreja(acesso a veículos autorizados)