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    Aula De Pedagogia Aula De Pedagogia Presentation Transcript

      • É a disciplina pedagógica de caráter prático e normativo que tem por objeto específico a técnica do ensino, isto é, a técnica de incentivar e orientar eficazmente os alunos na sua aprendizagem.
      •  
    •  
      • Já é do domínio público, o fato de ser o homem um conjunto de aspectos biopsicossiais. É sabido também que as três características estão permanentemente presentes durante toda a existência humana.
      • i. Biológicos
      • a) Definidos por herança .
      • Sabe-se que ao nascer o homem trás consigo toda uma carga genética , oriundo de seus antepassados mais distantes. Não apenas pai e mãe transmitem fatores hereditários que vão determinar aspectos físicos e psicológicos do ser, mas os ascendentes mais longínquos estarão contribuindo para a formação do indivíduo.
      •  
      • As três Leis Básicas da Aprendizagem:
      • 1ª A Lei da Disposição Mental – mente pronta
      • 2ª A Lei do Efeito – aprende com o que lhe causa prazer
      • 3ª A Lei do Exercício ou da Repetição – a repetição de um ato é que forma o hábito
      • O ensino chega à mente:
      • 1. Percepção; 2. Idéia; 3. Juízo; 4. Raciocínio.
      •  
      • b) Influência da instrução.
      • Não apenas é necessário que a criança receba uma alimentação equilibrada e nutritiva a parti de seu nascimento, par que tenha condições biológicas favoráveis ao seu desenvolvimento, mas essa necessidade se faz presente bem antes do nascimento, pois a gestação é responsável diretamente pela formação do ser e é nesta ocasião que a futura mãe sadia, que recebe uma alimentação própria para o seu estado, passará para o ser que está gerando os componentes necessários para a sua formação ideal.
      • Sociais
      •   a) A família – “célula mater. ”de todo o controle social a harmonia familiar contribui grandemente para que o aluno encontre o equilíbrio necessário para a aprendizagem.
      • Quando ocorrem os problemas no âmbito familiar, acarretarão certamente modificações no comportamento do educando, alterando sua vida escolar e afetando negativamente a aprendizagem.
      • Ë evidente que o professor, no seu convívio dia a dia com o aluno perceberá essas alterações.
      • Caberá, então que com a sua sensibilidade o professor procure minimizar a situação oferecendo ao educando oportunidades de atingir a aprendizagem desejada, oferecendo atividades de reforço e atenção um pouco maior.
      • Não poderia ser dito que este resolveria todos os problemas e o aluno voltaria a sua plenitude dentro do processo.
      • Valerá, porém a tentativa, uma vez que não poderá o professor se manter passivo, continuando a sua atividade de rotina, esperando que tudo se resolva e aí, sim, o aluno voltará normalmente a participar do processo.
      • Pode ser dito, ainda, que este atendimento oportuno por parte do professor, tem conseguido, em grande número de casos, suplantar todos os níveis de expectativa e conseguir que o plano realize todo o processo de aprendizagem superando as previsões de um fracasso total ou quase dado a seus problemas familiares.
    • b) O meio ambiente – chamamos de meio ambiente, todos os outros fatores sociais que existem no universo do educando. Um sem número de elementos, que vão desde o seu grupo de amigos até a participação no grupo religioso, poderão influenciar interferindo na aprendizagem do aluno. b) Afetividade – para que se entenda a estrutura do que se denomina afetividade, é preciso saber que ela engloba três graus dos aspectos: os sentimentos , as emoções e as paixões .  
    • Os sentimentos - são estados afetivos complexos estáveis. Simpatia, orgulho, amor, vergonha são sentimentos. Os sentimentos se dividem em três grupos: A- interindividuais (relação entre pessoas) B- sociais (ligados entre grupos) C- ideais (relacionado com o sistema de valores- estéticos e religiosos.
    • As emoções – são igualmente estados afetivos que surgem bruscamente se apresentarão em forma de crise mais ou menos passageira. No elenco de emoções vemos o medo, a ira, a angustia, o desespero. As paixões - se apresentam em grandes dimensões, levando o indivíduo à uma dimensão irreal do fato. Deturpando situações. Comumente diz que a paixão “cega” os indivíduos. Cabe ser dito que trabalhando o professor com seres das mais variadas origens e classes sociais, não poderá deixar de atentar para o fato de que a afetividade terá papel importante não apenas na aprendizagem, mas em todo o fenômeno educativo.
      • d) Diferenças individuais
      •  
      • Jamais poderá o professor ver em seus alunos, indivíduos mais ou menos parecidos que podem ser tratados da mesma maneira, para que se atinja as metas desejadas.
      • Cada ser é um ser. Mais, o indivíduo muda a cada momento, dependendo de fatores internos e externos que determinam seu comportamento, suas reações.
      • Em princípio, precisa ser atentado o fato de que quatro grandes e importantes características distinguem o indivíduo.
    • 1. Fatores que influenciam na aprendizagem
      • Pedagógicos
      • a) Professor/aluno
      • Em nossos dias, não é mais possível se ver o professor como aquele que ensina. Seu papel, é bem diferente, e os objetivos de seu trabalho estão definidos dentro de uma estrutura muito mais voltada proporcionar ao aluno situações e oportunidades de participação ativa em experiências que o levarão a um desenvolvimento integral.
      • O professor precisa estar alerta para que paralelamente ao adquirir conhecimentos e habilidades, o educando esteja formando hábitos e atitudes que o levam a uma vida plena, sadia e produtiva.
      • A escola busca levar o aluno à uma auto-realização, mas não pode esquecer da importância do seu ajustamento ao grupo, aceitando plena e conscientemente valores e padrões que o norteiam.
      • Não é certamente, tarefa das mais fáceis, para o professor, ver alcançando o seu objetivo.
      •  
      • b)Técnicas de Planejamento e Recursos
      • O trabalho do professor precisa estar bem orientado pelos valores e padrões dominantes na sociedade para tal deve o mestre buscar diretrizes na filosofia educacional que melhor se adaptem a este posicionamento.
      • Conhecer técnicas de planejamento a longo ou curto prazo, assim como os modernos recursos do ensino, se torna indispensável para a garantia de um trabalho docente bem sucedido.
    •  
    • A avaliação busca medir e interpretar conhecimento, habilidade e atitudes dos alunos. Este processo deve ser desenvolver por todo o período que ocorre o ensino, e não apenas na sua conclusão. Precisa ser global, enquanto mede o educando como um todo e a aprendizagem como a culminância do processo. A característica de continuidade, é no sentido de que se constate as dificuldades e desvios que podem ocorrer no processo e que precisam ser sanados de imediato para que as dúvidas não se acumulem comprometendo toda a aprendizagem.   2. Avaliação da Aprendizagem
    • 2. Avaliação da Aprendiza gem
    • 2. Avaliação da Aprendizagem
      • Longe vai o tempo em que o processo educativo estava voltado pura e simplesmente para o fato de passar informações que deveriam ser memorizadas em seus mínimos detalhes, para que pudessem ser novamente transmitidas às novas gerações. O processo educativo buscou sempre atingir um objetivo. Este objetivo é que foi mudando à medida que filósofos, educadores e demais especialistas envolvidos, de uma ou outra forma, na Educação foram buscando melhores caminhos para que ocorresse uma aprendizagem real e formativa.
      3. O Processo Educativo .
    • 3. O Processo Educativo .
      • Importantes contribuições do processo educativo emanaram-se psicólogos e pedagogos que empenhados em comprovar a maneira que se processa a aprendizagem têm defendido suas idéias através de teorias que procuram explicar determinadas situações e cada passo de todo o processo ensino aprendizagem.
      • Estas teorias são resultados de pesquisas de especialistas voltados para o campo da Educação. Convém lembrar que os pedagogos não estão ausentes e nem tão pouco se afastam da política educacional.
    • 4. Problemas na Aprendizagem .
      • Diferentes tipos de alunos.
      •   Ampliando nossa visão de aprendizagem.
      • Cada pessoa tem um estilo de aprendizagem. O estilo preferido da pessoa nada tem a ver com QI, contexto socioeconômico ou nível de produtividade. Não importa, por exemplo, se Janete possui potencial para obter graus 10 ou 6 na escola. Se lhe são dadas oportunidades para mostrar que pode contribuir dentro de seu estilo preferido, provavelmente ela alcançará pleno êxito no uso de suas potencialidades.
    • 4. Problemas na Aprendizagem.
      • O estilo de cada pessoa contém chaves para desenvolver habilidades naturais do mais alto nível. Se Jante for bem sucedida em seu estilo preferido, ela estará disposta a tentar atividades que ocorrem fora de seu ponto forte. Por outro lado, se Janete nunca é ensinada em suas contribuições não têm valor. Ela pode desesperar-se, ou, até mesmo cair fora.
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • A. Visão geral dos quatros estilos de aprendizagem.
      • A educadora Bernice McCarthy identifica quatro estilos básicos: Interativo , Analítico , Pragmático e Dinâmico . Nenhum deste se encaixará perfeitamente em um aluno. (Assim como Deus não usou somente quatro tipos de narizes em nossos rostos, ele não criou somente quatro padrões mentais). Todos nós somos mistura dos quatro estilos, mas a maioria sentirá que há um em que se enquadra melhor. Para alguns alunos, um estilo será tão predominante que eles não aprenderão se este for deixado de fora dos nossos planos de ensino.
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • i) Aprendiz Interativo – Aprendizes Interativos são pessoas sensíveis que se envolvem com outras e aprendem melhor em contexto que possibilitam o desenvolvimento de relacionamento interpessoais. Estes alunos curiosos e inquiridores aprendem ouvindo e compartilhando idéias. Eles vêem o quadro geral de forma panorâmica com mais facilidades que pequenos detalhes. Eles aprendem usando os sentidos, a sensibilidades e a observação. Conseguem ver todos os lados das questões apresentadas.
      •  
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • ii) Aprendiz Analítico - Aprendizes analíticos adquirem conhecimento observando e ouvindo. Eles esperam que o professor seja o principal fornecedor das informações, enquanto eles ficam sentados e avaliam com cuidado a informação que é apresentada. Estes são os alunos que aprendem pelo método tradicional e, por isso, muitas vezes eles são considerados os melhores aprendizes. Eles são planejadores estratégicos, e visam a perfeição, respostas corretas, o grau máximo na escola e na vida. Estes alunos querem primeiro obter todos os dados para, depois, tomar uma decisão.
      •  
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • iii) Aprendiz Pragmático - Aprendizes Pragmáticos gostam de brincar com idéias para ver se elas são racionais funcionais. Estes alunos testam a teoria no mundo real para aplicar o que aprenderam. Eles amam ver o trabalho realizado. São pessoas que põem mãos à obra. Usando suas próprias idéias, podem analisar problemas e esclarecê-los ou solucioná-los. Alunos pragmáticos, como nome já diz, sobressaem quando lidam com o que é prático e de importância imediata para eles. Aprendem melhor quando aprender é combinado com fazer.
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • iv) Aprendiz Dinâmico - Aprendizes Dinâmicos também gostam da ação como parte do processo de aprendizagem, porém, melhor que elaborar planos baseados em sua conclusão racional, os aprendizes sobressaem seguindo a intuição e percebendo novas direções e possibilidades. Eles assumem riscos e se dão bem em situações que requerem flexibilidade e mudança, e encontram verdadeiro prazer em começar algo novo ou deixar sua marca pessoal de originalidade em uma idéia.
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Resumo dos quatro tipos de aprendizes:
      • Aprendizes interativos
      • Falam dando uma visão panorâmica;
      • Aprendem ouvindo e compartilhando idéias;
      • Respondem as perguntas “por quê” e “por que não”;
      • São sociáveis, amigáveis, sensíveis;
      • Tem empatia;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Observam com perspicácia a natureza humana;
      • Gostam de ouvir e de falar;
      • Trabalham melhor em um ambiente barulhento;
      • Não gostam de leituras longas, memorizar e trabalhar sozinhos;
      • São pessoas idealizadoras;
      • Estão em sintonia com seus sentimentos;
      • Vêem os fatos em ralação as pessoas;
      • Aprendem falando;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Gostam do sentimento de “meu grupo”;
      • Sentem-se mais espertas quando mais falam;
      • Gostam de teatro, simulação, mímica;
      • Não gostam de situações do tipo perder/ganhar;
      • Valorizam mais as pessoas que os produtos, mais amizades que as notas;
      • Gostam de um ambiente de trabalho colorido;
      • Definem-se em termos de amizade.
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Aprendizes analíticos
      • Gostam de informações apresentadas de forma lógica e seqüencial;
      • Valorizam fatos, números e o que é teórico;
      • Debatem para provar pela lógica a posição ou resposta correta;
      • Valorizam pessoas talentosas e sábias;
      • Colocam alvos de longo prazo e avaliam suas conseqüências;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • São interessadas em idéias;
      • Consideram-se intelectuais;
      • Valorizam a teoria;
      • Pensam em termos de respostas corretas e incorretas;
      • Valorizam estarem certos;
      • Gosta de ouvir e fazer anotações;
      • Gostam de ouvir professores que trazem informações;
      • Preferem um ambiente silencioso para aprender;
      • Aprende pela metodologia tradicional;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Detestam situações e métodos em que ninguém ganha;
      • Definem a si mesmos pelo quanto são espertos;
      • Gostam de ler a bíblia para tirar conceitos e princípios;
      • Precisam de competição;
      • São impessoais;
      • Preferem trabalhar sozinhos.
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Aprendizes pragmáticos
      •   Movimentam-se durante o processo de aprendizagem;
      • Valorizam a ação, o desenvolvimento dos produtos, o “como”;
      • São realistas e práticos;
      • Lidam com seqüências lógicas;
      • São orientados para alvos;
      • Encaram habilidades como conhecimento;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Valorizam gerentes de treinamento;
      • Preferem trabalhar sozinhos;
      • São impessoais;
      • Não gostam de ler;
      • Valorizam o pensamento estratégico;
      • Restringem o julgamento e as coisas concretas;
      • Avalim o sucesso pelo funcionamento dos projetos;
      • Não gostam que lhes forneçam as respostas;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • São excelentes em resolver problemas;
      • Gostam de ler sobre “como”;
      • Vêem o cristianismo em termos de ação;
      • Lêem a bíblia para obter informações práticas;
      • Não gostam de ficar sentados, quietos para aprender;
      • Ensinam e aprender com demonstrações;
      • Podem ser versáteis em mecânica e computadores.
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Aprendizes dinâmicos
      •   Lideram;
      • Tem atitudes e comportamento experimental;
      • Cultivam um senso de humor bem desenvolvido;
      • Requerem flexibilidade;
      • Gastam muito tempo para fazerem uma tarefa;
      • Precisam ter alternativas;
      • Gostam de salas de aula voltadas para os alunos;
      • São curiosos e perspicazes;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • Gostam de professores que facilitam e estimulam a criatividade;
      • São voltados para o futuro;
      • Querem tomar atitudes diferentes ou quebrar as regras;
      • Tomam decisões baseados em intuições;
      • Gostam de pessoas;
      • Comunicam-se com grande habilidade;
      • Gostam de representar, ou de qualquer forma de arte que lhes permita firmar a individualidade;
    • 4. Problemas na Aprendizagem
      • São imprevisíveis e dispostos a encarar mudanças;
      • Valorizam a criatividade;
      • Possuem uma forte intuição;
      • Conseguem ver várias maneiras de abordar uma situação ou problema;
      • Trabalham para fazer as coisas melhores ou diferentes.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • A criatividade depende de um processo de cinco etapas. Saber o que acontece nestas etapas pode nos impedir de cometer erros que limitem nossa criatividade ou de ficar frustrados porque as coisas não estão acontecendo do jeito que pensávamos em quanto suávamos e nos esforçávamos para atinguir a meta proposta.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • O processo em cinco passos
      • 1º Preparação:
      •   É construir a base necessária para ser um bom professor.
      • Aprendermos como estudar a bíblia.
      • Preparação é o período quando observamos outros professores mais preparados que nos fornece idéias que podem ser acrescidas às nossas.
      • A preparação não é tão fácil quanto parece. A verdadeira preparação não virá durante as horas em que você está se preparando conscientemente para ensinar.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • A genuína preparação acontecerá enquanto você se expõe a todos os aspectos diferentes da vida e se dá conta de como estas coisas podem ser úteis no ensino.
      • A preparação te ajudará em um crescimento múltiplo de idéias, como: aconselhar, ouvir, produzir arte dramática, contar histórias, lidar com dinâmica de grupo, orientar trabalhos em grupos, e fazer uma organização funcionar.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • Cada habilidade pode ser parte do trabalho preliminar que trnasformará um professor em excelente professor .
      • O bom professor é a pessoa que se preocupa o bastante para trabalhar com afinco a fim de multiplicar a habilidade natural que Deus lhe deu.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • 2º Incubação
      •   Esta é a ocasião depois da preparação , quando você deixa as idéias se assentarem por um tempo em sua cabeça.
      • A mente está assimilando as novas concepções e processando-as, talvez mudando um pedacinho aqui, outro ali, talvez acrescentando algo que você não pensou conscientemente.
      • Quando chegar a hora de finalizar o planejamento, os resultados serão melhores e mais criativos do que teriam sido se tivesse trabalhado nele de uma só vez.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • 2º Incubação
      •   Esta é a ocasião depois da preparação , quando você deixa as idéias se assentarem por um tempo em sua cabeça.
      • A mente está assimilando as novas concepções e processando-as, talvez mudando um pedacinho aqui, outro ali, talvez acrescentando algo que você não pensou conscientemente.
      • Quando chegar a hora de finalizar o planejamento, os resultados serão melhores e mais criativos do que teriam sido se tivesse trabalhado nele de uma só vez.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • Na prática, isto pode significar ler toda a lição na tarde de domingo em preparação para a manhã de domingo da semana seguinte. Você saberá o que a matéria sugere, terá em mente o esboço básico da lição.
      • Ao estudá-la novamente, por inteiro, e reunir o plano final, pode ser que você tenha novas idéias surgindo aparentemente do nada.você deu tempo para que o Espírito Santo trabalhasse em sua mente e isso acontecesse.
      •  
    • 5.O professor e o processo criativo
      • 3º Iluminação
      •   O terceiro passo é a fase do eureca!! Depois de permitir que seus planos e idéias trabalhem em um nível inconsciente, algo muito especial pode acontecer. Na criatividade original, esta fase é absolutamente imperativa. De repente você sabe a solução. Uma luz se acende ou a iluminação pode vir em fragmentos ao longo da semana.
      •  
    • 5.O professor e o processo criativo
      • 4º Elaboração
      •   Agora o processo está mais encorpado. Você tem uma idéia e está ansioso para ver exatamente como funciona. O próximo passo é escrever ou delinear a idéia completa. Mas primeiro, uma palavra de advertência. Às vezes você pode ficar tão empolgado com uma idéia que a defende com todas as forças. O professor criativo precisa mostrar-se tolerante com a diversidade. A idéia não deve ser forçada em um molde preconcebido. Pode acontecer que alguém a incorpore e desenvolva de maneira completamente diferente.
      •  
    • 5.O professor e o processo criativo
      • 5º Verificação
      •   Neste momento, antes que alguém mais veja o que você planejou, reveja e avalie. É o período de autoteste, o qual provavelmente exigirá um polimento. Tive uma professora criativa na tarefa de escrever que era enfática na expressão: “Mate seus queridos”. Ela queria dizer que, às vezes, nos falta tanta autocrítica por estarmos tão apaixonados por nosso trabalho, que pulamos esta fase.
    • 5.O professor e o processo criativo
      • Por exemplo, você e sua equipe estão planejando um culto de adoração dirigido pela mocidade da igreja. Você esboçou o culto, tudo está planejado mas não pule a verificação. Com os planos em mãos, você precisa revisar quem vai fazer parte da experiência do culto. O que o grupo quer que aconteça? O culto planejado cumprirá as metas? Uma equipe criativa precisa responder essas perguntas com honestidade. Pouco importa quão maravilhosa seja a idéia, se ela não atingir as metas, deve ser descartada e o processo iniciado novamente. Um esquete pode ser muito bem elaborado por dois alunos, mas se não causar impacto no culto, deve ser dispensado. Livre-se de irrelevâncias e excessos.
    • 6.Que são recursos didáticos
      • São meios didáticos que servem para estruturar conceitos necessários à compreensão do que está sendo estudado. Isto é, são recursos auxiliares do ensino que facilitam a assimilação da mensagem que se pretende comunicar. Segundo o educador Leslie Briggs, “ recursos são meios físicos utilizados com o fim de apresentar estímulos ao educando ”. Uma das finalidades dos recursos é o desenvolvimento da atitude criadora do aluno, colocando sua imaginação em desenvolvimento e fornecendo-lhe material de informação.
      •  
    • 7. Importância e finalidade dos recursos
      • O processo de aprendizagem é essencialmente dinâmico. Os recursos devem ser significativos para os alunos: sua finalidade não é ilustrar uma apresentação oral do professor, e sim ajudar o aluno a pensar e sentir uma realidade.
      • Os recursos devem ser essencialmente ao aluno e nunca devem ser utilizados para demonstração de erudição do professor.
      •  
    • 9. Objetivos do emprego dos recursos audiovisuais
          • Enriquecem a experiência sensorial, base da aprendizagem. Tudo deve passar previamente pelos sentidos;
          • Facilitam a aquisição e a fixação da aprendizagem;
          • Tem forte poder motivador, constituindo-se em uma das mais importantes fontes de incentivação;
          • Estimulam a imaginação e a capacidade de abstração do aluno se usados sem excesso;
    • 9. Objetivos do emprego dos recursos audiovisuais
          • Economizam tempo, já que longas explicações são substituídas, com vantagem pela observação de um espécime, por exemplo;
          • Estimulam as atividades discentes se usados dinamicamente e como ponto de partida para tais atividades;
          • Enriquecem o vocabulário dos alunos se o professor sabe tecer comentários apropriados sobre o que os alunos viram ou ouviram.
    • 10.Sugestões de recursos audiovisuai s
      • A) Cavalete ou suporte para figuras
      • Com apenas um cabide, um par de ganchos e alguns ilhoses o professor pode montar um recurso funcional para sua lição bíblica.
      • Recorte os visuais e cole em pranchas de 25 x 30 cm. Coloque uma tira para reforçar a parte de cima e fixe os ilhoses. Prenda as pranchas no cabide e está pronto seu recurso visual. (Pgs 20 a 29)
      •  
      • Fale de Maneira Gentil.
      •   A gentileza é uma qualidade que abre portas e estabelece canais adequados à comunicação. Pessoas que seriam capazes de resistir a fúria de um leão, que têm a fama de “nunca levar desaforos para casa”, são literalmente desarmadas por uma palavra gentil.
      • O professor gentil em pouco tempo ganha o carinho e a afeição de seus alunos, abrindo largo caminho para a sua tarefa de transmitir ensinamentos.
      •  
      • Fale de Maneira Firme
      • O professor não deve ser débil nas suas colocações. Falar de maneira firme é falar com a segurança tranqüila de quem se preparou para ensinar, e o faz de maneira segura e decidida.
      •  
      • Fale a Iguais
      • Falar a pessoas iguais significa falar às pessoas, colocando-se no nível delas. Já foi há muito, o tempo em que o professor colocava-se numa posição de “cátedra” e ministrava suas aulas num plano completamente superior, considerando-se “autoridade máxima” no assunto a tratando seus alunos como simples aprendizes.
      • Fale com Moderação
      • Em Provérbios 10.19, encontramos este sábio conselho: “ Na multidão de palavras não falta transgressão, mas o que modera os seus lábios é prudente ”.
      • A moderação é uma qualidade que deve ser cultivada em todas as áreas onde o ser humano desenvolve seus papéis. É uma qualidade de valor inestimável no lar, no trabalho, no estudo ou no lazer. Possuir moderação significa também possuir equilíbrio, e daí a sua importância.
      • Fale com o Coração
      • O professor pode conhecer métodos, estar profundamente familiarizado com a matéria e ainda assim não realizar bem o seu trabalho, se não tiver amor por aquilo que faz. Se tiver amor, entretanto, este será sentido pelos alunos, pois eles o perceberão em cada palavra do professor.
      •  
      • Fale de Maneira Audível
      •   O professor precisa acostumar-se a modular a sua voz, a fim de torná-la audível a todos os alunos. Classes maiores exigirão um volume maior de voz. Classes menores, um volume menor.
      • Uma boa maneira de se verificar a adequação do volume de voz é perguntar se todos estão ouvindo de maneira confortável, isto é, sem precisar de nenhum esforço. É importante lembrar que, falar de maneira audível, não significa falar alto demais, pois isso seria contraproducente e irritaria as pessoas.
      • Fale de Maneira Clara
      • Falar de maneira clara significa pronunciar bem todas as palavras. Existem pessoas que falam aos arrancos, engolem sílabas ou cometem erros de pronúncia, tais como:
      • Cardeneta , ao invés de caderneta
      • Areoporto, ao invés de aeroporto
      • Mortandela , ao invés de mortadela
      • Salchicha , ao invés de salsicha
      • Fale de Maneira Clara
      • Oitcho , ao invés de oito
      • Venja , ao invés de veja
      • Espelto , ao invés de esperto
      • Craro , ao invés de claro
      • Zuízo , ao invés de juízo
      • Saldo , ao invés de saúdo, etc.
      • Fale com Ritmo Adequado
      •   Existem pessoas que falam tão devagar que facilmente há alguém dormindo antes que transcorram cinco minutos. lembram uma pesada carreta vencendo uma íngreme subida, com a primeira marcha engatada.
      • Fale com Ênfase
      •   Falar com ênfase é pronunciar com energia, com vitalidade. Cada palavra possui a sua sílaba mais forte, que deve ser enfatizada. Do mesmo modo, cada oração possui uma ou mais palavras importantes, que também devem ser enfatizadas, na linguagem falada.
      • A língua portuguesa é , por natureza, melódica.
      • Por isso mesmo, é importante para o professor aproveitar bem essa característica de nossa língua, visando a obter um melhor efeito, em sua comunicação.
      • Existem pessoas que falam de maneira tão linear que aquilo que dizem fica quase sem expressão. Para que a comunicação seja expressiva, é preciso variar a voz para cima ou para baixo, conforme a ênfase que cada palavra ou expressão exigir.
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      • A questão não é a falta de tempo e sim de planejamento. Quando não há planejamento da aula, não importa o tempo a ela reservado, tudo sairá atabalhoadamente dando a impressão de que está faltando algo. Quando existe planejamento, mesmo que o tempo seja curto, haverá produtividade e satisfação na aula dada. O problema não é o tempo, reafirmo, mas o planejamento.
      • Como preparar-se adequadamente para ensinar as Escrituras.
      • Planejar uma aula é uma coisa, preparar-se para administrá-la é outra. Um planejamento, por melhor que seja, não significará nada se não for executado por alguém preparado para tal. Tão grave quanto não ter um planejamento adequado para uma aula, é não estar devidamente preparado para ministrá-la.
      • Para um professor bem preparado, com uma aula bem planejada, não existe assunto difícil. No decorrer de sua preparação, as dúvidas vão se desfazendo, as dificuldades vão se resolvendo e a luz da Palavra de Deus vai iluminando o ser humano humilde em submissão ao Pai, chamado professor.
      • Muitos dos que estão alistados na sublime categoria de professor da Escola Dominical deixam para a última hora o preparo da lição e o seu próprio para o ensino. Erram por subestimar a função que abraçaram e por superestimar a própria capacidade intelectual. Quando termina uma aula o professor já deve estar envolvido com o preparo da próxima. Jamais o professor deve deixar os dias passarem e acumular trabalho para a véspera da aula.
      • Os que deixam tudo para cima da hora, além de nunca realizarem um trabalho sério e relevante, podem ser surpreendidos com imprevistos que o empurrarão para a sala de aula sem qualquer preparo prévio. O professor previdente e organizado, administrará seu tempo semanal de modo a conduzir bem seu preparo para a aula, o que assegurará a eficácia de sua atuação em classe.
      • Os seguintes aspectos devem ser levados em conta quando refletimos sobre o preparo adequado
      • 1º Aspecto:
      •   Preparo espiritual
      •   Este é o primeiro aspecto a ser considerado. Na Escola Dominical, o mais importante não é tanto a destreza acadêmica, conquanto necessária, mas sim o preparo espiritual. A piedade e devoção do professor precisam encabeçar a lista de suas virtudes.
      • 2º Aspecto
      •   Preparo bíblico
      • Espiritualmente preparado, o professor vai buscar o preparo bíblico adequado à aula que pretende ministrar. Não deve se contentar com uma ligeira leitura do texto da revista ou de um comentário bíblico, mas aventurar-se por um mergulho profundo nas Escrituras. 
      • No preparo de uma aula para a Escola Dominical, o professor precisa levar em conta os seguintes passos:
      • Ler várias vezes o texto bíblico
      • Usar o material de consulta disponível
      • “ Bombardear” o texto com perguntas
      • Fazer um esboço detalhado do texto
      • Alistar as lições mais importantes do seu texto
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