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Era vargas – 1934 1937 - Governo Constitucional
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Era vargas – 1934 1937 - Governo Constitucional

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Esta aula destina-se aos alunos e alunas do Terceiro Ano do Colégio Militar de Brasília, mas qualquer pessoa pode utilizar o material, basta entrar em contato e citar a fonte.

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  • 1. ERA VARGAS – 1930-1945 1. Governo Provisório 2. Governo Constitucional 3. Estado Novo 1
  • 2. GOVERNO CONSTITUCIONAL: DA DEMOCRACIA À DITADURA• O retorno à Democracia foi marcado pelo acirramento ideológico.• Tententes presentes nos diferentes campos politicos. JUAREZ TAVORA FILINTO MULLER CARLOS PRESTES 2
  • 3. ALIANÇA NACIONAL LIBERTADORA• No segundo semestre de 1934, um pequeno número de intelectuais e militares fundou a ANL no Rio de Janeiro. O primeiro manifesto público foi lido na Câmara Federal em janeiro de 1935.• Em 5 de julho, a ANL promoveu manifestações públicas em comemoração do aniversário dos levantes tenentistas de 1922 e 1924.• Contra a vontade de muitos dirigentes aliancistas, foi lido um manifesto de Luís Carlos Prestes propondo a derrubada do governo e exigindo "todo o poder à ANL". 3
  • 4. ALIANÇA NACIONAL LIBERTADORA• Não pagamento da dívida externa e denúncia dos tratados comerciais prejudiciais à nação.• Nacionalização dos serviços públicos e das empresas privadas.• Expansão dos direitos trabalhistas.• Reforma Agrária e proteção aos pequenos e médios proprietários.• Abolição de qualquer discriminação racial, de nacionalidade ou religiosa.• Garantia das liberdades democráticas e a constituição de um governo popular 4
  • 5. INTENTONA COMUNISTA• Vargas aproveitou a grande repercussão do manifesto para, com base na Lei de Segurança Nacional, de abril daquele ano, colocar a ANL na ilegalidade.• A Intentona aconteceu em Natal, Recife e Rio de Janeiro entre os dias 23 e 27 de novembro de 1935. Foi convocado pelo PCB em nome da ANL. 5
  • 6. AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA• Plínio Salgado era escritor e jornalista famoso vinculado à corrente modernista dos verde-amarelos. Em 1930, viajou à Itália e encontrou Mussolini, impressionando-se com suas políticas.• De volta ao Brasil, fundou o jornal A Razão, e em seus editoriais formulou as bases políticas nacionalistas e antiliberais da AIB. 6
  • 7. AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA• “Deus, Pátria e Família”.• Partido Único.• Estado Forte.• Corporativismo.• Antissocialismo e Anti-Liberalismo.• Formação de Consciência de Massa.• Eugenia pela prática dos esportes e exercícios físicos.• Combate ao Comunismo Por Uma Educação Sistematizada.• Assistência Social. 7
  • 8. A AIB foi fundada em outubro de 1932, articulandovários grupos e intelectuais fascistas ou detendência autoritária. Em 1936, o total de seusmembros era estimado entre 600 mil e um milhão. 8
  • 9. ANL E AIB – LUTAS POLÍTICAS COMUNISMO X INTEGRALISMO OLGA MIGUEL REALE OLIMPIO MOURÃO FILHO INTENTONA EM RECIFE. 9
  • 10. ANL X AIB – LUTAS POLÍTICAS 10
  • 11. GETÚLIO E AS ELEIÇÕES• Mesmo sem ser candidato, muitos acreditavam que Getúlio Vargas não tinha intenção de deixar o poder.• Apesar do estado de guerra, decretado em março de 1936, a 100 Leste campanha política corria 50 Oeste Norte 0 1° Trim 2° Trim 3° Trim 4° Trim normalmente.• Em setembro de 1937, o governo divulgou o Plano Cohen.• Em 10 de novembro, começava o Estado Novo. 11
  • 12. SÍNTESE DO PLANO COHEN• Apresentado em setembro em uma reunião de alto comando de Estado, com a presença do general Eurico Dutra, ministro da Guerra; do general Góes Monteiro, chefe do Estado-Maior do Exército; e Filinto Müller, chefe de Polícia do Distrito Federal. Previa:• A mobilização dos trabalhadores em uma greve geral que levaria a um levante popular com saques ao comércio, à indústria e às fazendas.• Incêndio dos edifícios públicos e assassinatos das autoridades civis, religiosas e militares.• Tomada de poder pelos comunistas.• Mesmo forjado, foi a justificativa perfeita para o golpe de estado de 1937. Segundo o general Góes Monteiro, o plano fora entregue ao Estado-Maior do Exército pelo capitão Olímpio Mourão Filho, então chefe do serviço secreto da Ação Integralista Brasileira (AIB) . Mais tarde, Plínio Salgado admitiu estar ciente da fraude, também. 12