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Se existe classe que mereça uma                      vigilância esclarecida,           benévola e ativa é a dos doidos.   ...
Um pouco de história...• Casos de perturbações mentais estão registrados por toda a   História e são, desde as épocas mais...
Um pouco de história...- O famoso pintor Vincent Van Gogh (1853-1890),sofria de crises de instabilidade de seu humor.Diver...
Diversas Denominações...- Possuídos por espíritos.- Mania ou furor insano. (Século V. AC- Euclides, Sófocles)- Sofrimento ...
O que é loucura?• Designa-se por louco aquele  indivíduo cuja maneira de ser é  “diferente” em comparação com uma  outra m...
• Nem sempre a loucura foi vista como uma doença ou um problema de integração social.• Assim como a conceituação de loucur...
A doença mental na Pré-História• O homem primitivo atribuía todas as  doenças à ação de forças externas, forças  sobrenatu...
Antiguidade• Na Grécia e Roma antigas não existiam    procedimentos ou espaços sociais destinados    aos “loucos”.•   Os r...
Antiguidade (cont.)• Na Grécia de 860 a.C. os sacerdotes    recomendavam que os loucos fossem tratados    com bondade e qu...
Idade Média• Nessa época a loucura era vista com grande    tolerância. Acreditava-se que o mundo era todo    organizado de...
Idade Média (cont.)• Desfrutavam de relativa liberdade de ir e  vir.• Doente mentais mais graves ou  agressivos eram acorr...
Idade Média (cont.)• Muitas vezes eram submetidos a rituais religiosos de exorcismo.
Idade Moderna• Retomada de princípios racionalistas na  observação e descrição das doenças  mentais, em oposição ao mistic...
Idade Moderna (cont.)• Pobres e loucos eram vistos como    desocupados, como não trabalhavam, não    produziam riquezas, e...
Idade Contemporânea• Final do século XVIII, denúncias contra as    internações de doentes mentais junto aos    marginais e...
Idade Contemporânea (cont.)• Em 1793, o médico francês Philippe Pinel    quebrou as correntes que prendiam os    alienados...
Idade Contemporânea (cont.)• Século XX: Freud revela a concepção    do homem como um todo mente-    corpo e o papel da his...
1952: sintetizada em laboratório o primeiro neuroléptico do mundo, a clorpromazina.Progressos:- Atitude positiva em rela...
A Psiquiatria no Brasil• No Brasil, o primeiro manicômio foi fundado por D. Pedro II em 1852, no Rio de Janeiro.
Primeiros hospícios públicos para               alienados no BrasilProvíncia/Estado  Ano    Estabelecimento (município)Rio...
A Psiquiatria no Brasil• Local de confinamento da população crescente de desocupados e loucos que vagavam pelas velhas e g...
A Psiquiatria no Brasil• -Nas cidades interioranas, os manicômios  só surgiram quando o desenvolvimento e  a urbanização l...
A Psiquiatria no Brasil• No Brasil, o atendimento aos loucos era tarefa da Irmandade da Misericórdia e esteve nas mãos da ...
Diversas Denominações...A partir de 1890, o Hospício Pedro II passa a ser chamado de HospícioNacional dos Alienados. No sé...
A Psiquiatria no Brasil• ERA DO TEMOR                  1950-1970:                  - Falta de leitos nos hospícios        ...
A Psiquiatria no Brasil• - Os hospitais de luxo “cinco estrelas”, são    em sua essência iguais aos hospitais para    pobr...
A Psiquiatria no Brasil• Tudo é organizado pensando não no  doente, mas na manutenção da ordem  interna e na obtenção de l...
A Psiquiatria no Brasil• À partir de 1964, o governo começou a  contratar incisivamente os hospitais  psiquiátricos partic...
A História da Psiquiatria1960: Franco Basaglia (Itália) questiona a existência dos hospitais psiquiátricos.1978: Aprovad...
A Psiquiatria no Brasil1990: Reforma Psiquiátrica Brasileira- Movimentos dos profissionais e famílias- Impasses, tensões,...
A Psiquiatria no Brasil1992: Movimentos sociais aprovam em vários estados    brasileiros as primeiras leis que determinam...
DESINSTITUCIONALIZAÇÃODeslocar o centro da atenção da instituição para a comunidade, distrito e território.Desinstitucio...
DOENÇA MENTAL  • É o estado que surge quando as  pessoas não conseguem desenvolver     ou manter-se em funcionamento   har...
SAÚDE MENTAL    • É o estado de funcionamento       harmônico que as pessoas desenvolvem e mantêm, para viver em sociedade...
Critérios definidores de saúdemental• Atitudes positivas em relação a si    próprio•   Crescimento, desenvolvimento e auto...
COMO ANDA A SUA SAÚDE      MENTAL???
Porta do Hospício“Nem todos que estão são e nem     todos que são estão”.
Balada do LoucoDizem que sou louco por pensarassimSe eu sou muito louco por eu ser felizMas louco é quem me dizE não é fel...
"De perto  ninguém é   normal“.Caetano Veloso
Referência Bibliográfica• FOUCAULT, M. História da Loucura. São    Paulo: Perspectiva, 1978.•   FUREGATO, A.R.F. Relações ...
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História da psiquiatria aula 1

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  1. 1. Se existe classe que mereça uma vigilância esclarecida, benévola e ativa é a dos doidos. Sigaud, 1835História da Psiquiatria Profª. Esp. Shirley Kellen Ferreira
  2. 2. Um pouco de história...• Casos de perturbações mentais estão registrados por toda a História e são, desde as épocas mais remotas, citados por historiadores, poetas, pintores, escultores e médicos.• Algumas figuras históricas conhecidas:- Os Imperadores Romanos Calígula e Nero, os reis franceses Clóvis II e Carlos VI, este último chamado de Carlos, o Louco, o qual acreditava ser feito de vidro e que inseria pequenas hastes de ferro em suas roupas a fim de prevenir que se partisse em pedaços. Eduard Einsten, filho do renomado físico Albert Einstein,  o lendário bailarino ucraniano Vaslav Nijinsky, e o prêmio Nobel de Economia Jonh Forbes Nash Jr.,  sofriam de Esquizofrenia.
  3. 3. Um pouco de história...- O famoso pintor Vincent Van Gogh (1853-1890),sofria de crises de instabilidade de seu humor.Diversos historiadores afirmam que Van Gogh sofria"ataques epilépticos" o que para alguns seria o resultadodo uso frequente de bebidas contendo absinto (Artemisia absinthium), substância que era utilizada para modificar a atividade cerebral e assim "estimular" atividades artísticas.- Houve diversas tentativas de estabelecer um diagnóstico para a doença de Van Gogh. Atualmente, o mais aceito é o Transtorno do Humor Bipolar, levando-se em consideração os estados depressivos, alternados de episódios eufóricos (ou maníacos) que lhe faziam mergulhar em um estado de humor de grande energia e paixão. Van Gogh cometeu suicídio aos 37 anos de idade.
  4. 4. Diversas Denominações...- Possuídos por espíritos.- Mania ou furor insano. (Século V. AC- Euclides, Sófocles)- Sofrimento da alma. Perda das Faculdades Mentais.- Louco, lunático, lelé, maniático, tança, vesano, demente.- Alienado, insano (Pinel, Esquirol. Atendimento asilar).- No Brasil colonial e durante parte do Império, a ordemjurídica era determinada pelas Ordenações do Reino e nelas aloucura possuía várias denominações: "desassisados","sandeus", "mentecaptos" ou "furiosos"; eram ali contempladosainda os "desmemoriados" e os "pródigos"
  5. 5. O que é loucura?• Designa-se por louco aquele indivíduo cuja maneira de ser é “diferente” em comparação com uma outra maneira de ser considerada pela sociedade como “normal”.• Porém com as diferenças: culturais, sociais, éticas, filosóficas, religiosas existentes, como se poderia definir o que é um indivíduo normal?
  6. 6. • Nem sempre a loucura foi vista como uma doença ou um problema de integração social.• Assim como a conceituação de loucura, os cuidados dedicados as pessoas com transtorno de comportamento variaram no decorrer dos tempos, sempre influenciados por crenças, costumes, religião.
  7. 7. A doença mental na Pré-História• O homem primitivo atribuía todas as doenças à ação de forças externas, forças sobrenaturais, maus espíritos, bruxos, demônios, deuses.• Acredita-se que nessa época as pessoas com distúrbios de comportamento eram atendidas em rituais tribais, para corrigir tal distúrbio. E em casos de insucesso, o indivíduo era abandonado à própria sorte.
  8. 8. Antiguidade• Na Grécia e Roma antigas não existiam procedimentos ou espaços sociais destinados aos “loucos”.• Os ricos permaneciam em suas residências e os pobres circulavam pelas ruas, onde recebiam caridade pública ou realizavam pequenos serviços.• A sociedade atribuía as crises de agitação a forças sobrenaturais, decorrentes de possessões demoníacas.• O indivíduo louco era visto como um problema familiar e não social.
  9. 9. Antiguidade (cont.)• Na Grécia de 860 a.C. os sacerdotes recomendavam que os loucos fossem tratados com bondade e que lhes fossem proporcionadas atividade físicas.• Nessa mesma época, médicos, estudiosos tinham grande consideração pelos doentes, estes podiam desfrutar de ar fresco, água pura, luz solar. Mestres, alunos e doentes faziam caminhadas, encenações teatrais para melhorar o “humor”.• No entanto os paciente que não reagiam ao tratamento eram submetidos à inanição e a flagelação.
  10. 10. Idade Média• Nessa época a loucura era vista com grande tolerância. Acreditava-se que o mundo era todo organizado de acordo com os desígnios de Deus.• Os loucos e os miseráveis eram considerados parte da sociedade e alvo de caridade.• Os doente mentais eram chamados de lunáticos (do latim luna=lua), pois acreditava-se que a mente das pessoas era influenciada pelas fase da lua. Eram também considerados pecadores.
  11. 11. Idade Média (cont.)• Desfrutavam de relativa liberdade de ir e vir.• Doente mentais mais graves ou agressivos eram acorrentados, escorraçados, submetidos a jejuns prolongados sob a alegação de estarem possuídos pelo “demônio”.
  12. 12. Idade Média (cont.)• Muitas vezes eram submetidos a rituais religiosos de exorcismo.
  13. 13. Idade Moderna• Retomada de princípios racionalistas na observação e descrição das doenças mentais, em oposição ao misticismo religioso.• Nessa fase com o início do mercantilismo, formação de cidades e concentração da população, começaram a surgir os problemas sociais e sanitários, ocorrendo aumento do número de mendigos.
  14. 14. Idade Moderna (cont.)• Pobres e loucos eram vistos como desocupados, como não trabalhavam, não produziam riquezas, eram considerados marginais , improdutivos.• Os mendigos eram expulso das cidades, os doente mentais e mendigos sem família eram condenados ao isolamento.• Nessa época surgem os Hospitais Gerais (instalados nos antigos leprosários), onde eram internados não só os loucos, mas toda população marginalizada na época.
  15. 15. Idade Contemporânea• Final do século XVIII, denúncias contra as internações de doentes mentais junto aos marginais e contra as torturas a que eram submetidos.• Abordagem mais humanística ao doente mental.• Construção de asilos, porém permaneciam sob formas de violência, com ameaças e privações.• A loucura passa a ser considerada uma doença, que exigia condições e tratamentos específicos.
  16. 16. Idade Contemporânea (cont.)• Em 1793, o médico francês Philippe Pinel quebrou as correntes que prendiam os alienados ou insanos.• Nessa época avança a descrição das doenças mentais.• Século XX, postura mais humanista no tratamento dos doente s mentais, os asilos onde os doentes eram aprisionados foram substituídos pelos Hospitais Psiquiátricos.
  17. 17. Idade Contemporânea (cont.)• Século XX: Freud revela a concepção do homem como um todo mente- corpo e o papel da história pessoal no desenvolvimento dos transtornos emocionais.- Compreender a loucura não- como defeito biológico.
  18. 18. 1952: sintetizada em laboratório o primeiro neuroléptico do mundo, a clorpromazina.Progressos:- Atitude positiva em relação à doença mental- Doentes crônicos melhoram- O tratamento em casa tornou-se possível- Expandem-se tratamentos psicoterápicos- Hildegard Peplau – teoria do relacionamento terapêutico enfermeiro-paciente.- Enfoque da assistência física (higiene, limpeza) para centrar-se nas relações interpessoais (ambiente terapêutico).
  19. 19. A Psiquiatria no Brasil• No Brasil, o primeiro manicômio foi fundado por D. Pedro II em 1852, no Rio de Janeiro.
  20. 20. Primeiros hospícios públicos para alienados no BrasilProvíncia/Estado Ano Estabelecimento (município)Rio de Janeiro 1852 Hospício de Pedro II (Rio de Janeiro) 1878 Enfermaria de Alienados anexa ao Hospital São João Batista (Niterói) 1890 Colônias de São Bento e Conde de Mesquita (Ilha do Governador)São Paulo 1852 Hospício Provisório de Alienados de São Paulo (Rua São João) 1864 Hospício de Alienados de São Paulo (Chácara da Tabatingüera) 1895 Hospício-colônia provisório de Sorocaba 1898 Hospício-colônia de Juqueri (atual Franco da Rocha)Pernambuco 1864 Hospício de Alienados de Recife-Olinda (da Visitação de Santa Isabel) 1883 Hospício da Tamarineira (Recife)Pará 1873 Hospício Provisório de Alienados (Belém, próximo ao Hospício dos Lázaros). 1892 Hospício do Marco da Légua (Belém)Bahia 1874 Asilo de Alienados São João de Deus (Salvador)Rio Grande do Sul 1884 Hospício de Alienados São Pedro (Porto Alegre)Ceará 1886 Asilo de Alienados São Vicente de Paula (Fortaleza)Alagoas 1891 Asilo de Santa Leopoldina (Maceió)Paraíba 1890 Asilo de Alienados do Hospital Santa Ana (João Pessoa)Amazonas 1894 Hospício Eduardo Ribeiro (Manaus)Minas Gerais 1903 Hospício de BarbacenaParaná 1903 Hospício Nossa Senhora da Luz (Curitiba)Maranhão 1905 Hospício de Alienados (São Luis do Maranhão)
  21. 21. A Psiquiatria no Brasil• Local de confinamento da população crescente de desocupados e loucos que vagavam pelas velhas e grandes fazendas e recentes cidades.• À partir desse momento vários outros hospícios foram sendo fundados ( grandes centros).
  22. 22. A Psiquiatria no Brasil• -Nas cidades interioranas, os manicômios só surgiram quando o desenvolvimento e a urbanização lá chegaram.• - Manicômios eram construídos em locais afastados.• - Características dos manicômios brasileiros – freqüentados em sua maioria pela população mais pobre.
  23. 23. A Psiquiatria no Brasil• No Brasil, o atendimento aos loucos era tarefa da Irmandade da Misericórdia e esteve nas mãos da Santa Casa até a proclamação da República em 1889. A partir de 1890, o Hospício Pedro II passa a ser chamado de Hospício Nacional dos Alienados
  24. 24. Diversas Denominações...A partir de 1890, o Hospício Pedro II passa a ser chamado de HospícioNacional dos Alienados. No século XX, surgem novos nomes:Hospício passa a ser chamado de Hospital.Alienado agora é doente mental, depois será psicopata.O asilado passa a ser interno.Nos ambulatórios ele é egresso, quando oriundo da hospitalização. Torna-se paciente do ambulatório.No consultório ele é paciente, cliente, analisando ou está em terapia.Na perícia é o caso ou o periciando.No serviço público ele é usuário. O mesmo vale para os planos de saúde.Para alguns, ele passa a ser visto como consumidor.Assim, a loucura recebe os nomes de alienação mental, insanidade, depoisdoença mental, transtorno mental e ultimamente, sofrimento psíquico.
  25. 25. A Psiquiatria no Brasil• ERA DO TEMOR 1950-1970: - Falta de leitos nos hospícios - Expansão de leitos privados - Estado patrocinando a loucura
  26. 26. A Psiquiatria no Brasil• - Os hospitais de luxo “cinco estrelas”, são em sua essência iguais aos hospitais para pobres, porque têm a função de excluir ou invalidar os doentes, afastando-os da sociedade.• - Infra-estrutura – péssimas• - Higiene – banhos coletivos• - Medicação – distribuída sem critério• - ECT - castigo
  27. 27. A Psiquiatria no Brasil• Tudo é organizado pensando não no doente, mas na manutenção da ordem interna e na obtenção de lucro (hospitais privados).• Internações – superior ao número de leitos.• Ociosidade dos internos.
  28. 28. A Psiquiatria no Brasil• À partir de 1964, o governo começou a contratar incisivamente os hospitais psiquiátricos particulares para atender aos hospitais públicos.• Como o governo pagava pouco pelas diárias, os hospitais reduziram seus custos e pioraram definitivamente as condições de hospedagem e cuidados.
  29. 29. A História da Psiquiatria1960: Franco Basaglia (Itália) questiona a existência dos hospitais psiquiátricos.1978: Aprovado lei proibindo a criação de novos hospícios e sua substituição por pensões protegidas, lares abrigados, hospital-dia, leitos psiquiátricos em hospital geral.1987: Primeiro CAPS no Brasil em SP e NAPS em Santos (24 hs).
  30. 30. A Psiquiatria no Brasil1990: Reforma Psiquiátrica Brasileira- Movimentos dos profissionais e famílias- Impasses, tensões, conflitos e desafios- Lei proibindo a criação de novos hospitais psiquiátricos e enfatizando o tratamento ambulatorial e a reinserção social do doente junto da família e comunidade e sua reabilitação social, profissional e cívica. DESINTITUCIONALIZAÇÃO
  31. 31. A Psiquiatria no Brasil1992: Movimentos sociais aprovam em vários estados brasileiros as primeiras leis que determinam a substituição progressiva dos leitos psiquiátricos por uma rede integrada de atenção à saúde mental.2001: Lei 10.216 que redireciona a assistência em saúde mental, privilegiando o oferecimento de tratamento em serviços de base comunitária.- Proteção e direitos dos doentes mentais- Rede de atenção diária (CAPS)- Financiamento do MS para serviços abertos e substitutivos dos hospícios.
  32. 32. DESINSTITUCIONALIZAÇÃODeslocar o centro da atenção da instituição para a comunidade, distrito e território.Desinstitucionalização = DesosopitalizaçãoOferecer espaço para que os doente sejam atendidos fora do hospitalIncentivo à desinstitucionalizaçãoAmpliação de serviços ambulatoriaisIncorporação da saúde mental na ESFRedução de leitos psiquiátricosCAPSResidências Terapêuticas
  33. 33. DOENÇA MENTAL • É o estado que surge quando as pessoas não conseguem desenvolver ou manter-se em funcionamento harmônico para viver com seu grupo cultural ou em sociedade, não conseguindo transformar suas possibilidades em realidade.
  34. 34. SAÚDE MENTAL • É o estado de funcionamento harmônico que as pessoas desenvolvem e mantêm, para viver em sociedade, em constante interação com seus semelhantes e meio ambiente.
  35. 35. Critérios definidores de saúdemental• Atitudes positivas em relação a si próprio• Crescimento, desenvolvimento e auto- realização• Integração e resposta emocional• Autonomia e autodeterminação• Percepção da realidade• Domínio ambiental e competência social
  36. 36. COMO ANDA A SUA SAÚDE MENTAL???
  37. 37. Porta do Hospício“Nem todos que estão são e nem todos que são estão”.
  38. 38. Balada do LoucoDizem que sou louco por pensarassimSe eu sou muito louco por eu ser felizMas louco é quem me dizE não é feliz, não é felizSe eles são bonitos, sou Alain DelonSe eles são famosos, sou Napoleão Se eles têm três carros, eu posso voar Se eles rezam muito, eu já estou no céuMas louco é quem me diz Mas louco é quem me dizE não é feliz, não é feliz E não é feliz, não é felizEu juro que é melhor Eu juro que é melhorNão ser o normal Não ser o normal Se eu posso pensar que Deus sou euSe eu posso pensar que Deus sou eu Sim sou muito louco, não vou me curar Já não sou o único que encontrou a paz Mas louco é quem me diz E não é feliz, eu sou feliz
  39. 39. "De perto ninguém é normal“.Caetano Veloso
  40. 40. Referência Bibliográfica• FOUCAULT, M. História da Loucura. São Paulo: Perspectiva, 1978.• FUREGATO, A.R.F. Relações interpessoais terapêuticas na enfermagem. Ribeirão Preto, Scala, 1999.• KUPSTAS, M. (org.) Saúde em Debate. (Coleção Debate na Escola) 1ª ed. São Paulo: Moderno, 1997.• http://www.polbr.med.br/ano06/wal0306.php
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