Filmes nacionais

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  • 1. 1- DIREITOS DA CIDADANIA (Brasil, 1989). Produção: CETA-IBASE/CECIP/ FASE. 22 min. Partindo dos direitos garantidos na Constituição, habitação, escola, saúde, segurança, minorias etc., o programa mostra, através de entrevistas, o que o povo sabe sobre seus direitos e se eles estão sendo respeitados. 2- PRA FRENTE BRASIL. (Brasil, 1983). Direção: Roberto Farias. Elenco: Antônio Fagundes, Reginaldo Faria. 104 min. O Brasil de 1970, dividido entre a Copa do Mundo e a repressão política e a tortura contra os que se opunham à Ditadura Militar instaurada em 1964. 3- BARRA 68, SEM PERDER A TERNURA (Brasil, 2000). Direção: Vladimir Carvalho. 80 min. O filme retrata as repetidas agressões sofridas pela UnB, desde o golpe militar de 64 até os acontecimentos de 1968, quando cerca de 500 estudantes foram detidos numa quadra de esportes no campus. 4- O QUE É ISSO, COMPANHEIRO? (Brasil, 1997). Direção: Bruno Barreto. Elenco: Alan Arkin, Fernanda Torres, Pedro Cardoso, Luiz Fernando Guimarães, Cláudia Abreu. 105 min. Em 1964, um golpe militar derruba o governo democrático brasileiro e, após alguns anos de manifestações políticas, é promulgado, em dezembro de 1968, o Ato Inconstitucional n° 5, que acabava com a liberdade de imprensa e os direitos civis. _ este p 5- INTERVALO CLANDESTINO (Brasil, 2005). Direção: Erik Rocha. 95 min. Documentário realizado durante as eleições gerais de 2002 no Brasil, capta o estado de espírito do povo brasileiro diante da realidade social, política e econômica da época. 6- QUILOMBO (Brasil, 1984). Direção: Cacá Diegues. Elenco: Antonio Pompeo, Zezé Motta, Vera Fischer, Maurício do Valle, Grande Otelo, Toni Tomado. 119 min. História do Quilombo de Palmares, sob o comando de Ganga Zumba e de Zumbi, até a sua destruição, no fim do século XVII. 7- VISTA A MINHA PELE (Brasil, 2003). Direção: Joel Zito Araújo. lS min. Divertida paródia da realidade brasileira: numa história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. 8- ALGUÉM FALOU DE RACISMO? (Brasil, 2003). Direção: Claudius Ceccon e Daniel Caetano. 23 min. Uma discussão em sala de aula revela a existência disfarçada do preconceito "sem querer", mas que fere do mesmo jeito. A partir daí, um grupo de jovens começa a descobrir as origens de um racismo do qual eles são vítimas e também, sem perceber, os 9- HISTÓRIA DOS QUILOMBOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. A VERDADE QUE A HISTÓRIA NÃO CONTA (Brasil, 2002). Direção: Antônio Pitanga. A história dos descendentes de escravos africanos, contada por eles mesmos. É uma grande colagem de depoimentos que nos mostra quem são estas pessoas e como vivem os remanescentes das 11 comunidades quilombolas do estado do Rio de Janeiro 10- BATUQUE NA COZINHA (Brasil, 2004). Direção: Anna Azevedo. 19 min. Documentário sobre a tradição das "tias" no samba do Rio de Janeiro, através das lembranças de três representantes: Tia Eunice, Tia Doca e Tia Surica, as três pastoras da Escola de Samba Portela.
  • 2. 11- ACORDA, RAIMUNDO ... ACORDA (Brasil, 1990). Direção: Alfredo Alves. Elenco: Paulo Betti, Eliane Giardini, José Mayer. 16 min. Sátira sobre as relações de opressão entre homens e mulheres. 12- DISCRIMINAÇÃO NÃO É LEGAL (Brasil, 2000). Direção: Daniel Caetano. 20 min. O vídeo apresenta três esquetes, representados por alunos e educadores da Rede Pública de Ensino, cujo conteúdo é comentado por especialistas em educação e representantes de instituições do movimento negro. 13- FUNK RIO (Brasil, 1994). Direção: Sérgio Goldenberg. 46 min. Documentário sobre o universo do funk carioca, através de quatro jovens que moram no subúrbio, suas ligações com a marginalidade, a música e a dança. 14- AGANJU (Brasil, 1990). Direção: Luiz Augusto Tigu. 6 min. Reportagem sobre o grupo afro Aganju, de Queimados (Nova Iguaçu), que busca preservar e divulgar a tradição afro-brasileira através da dança. O grupo conta os preconceitos enfrentados e apresenta a coreografia chamada "Os orixás". 15- PIERRE "FATUMBI" VERGER· MENSAGEIRO ENTRE DOIS MUNDOS (Brasil, 2000). Direção: Lula Buarque de Holanda. 82 min. Documentário sobre a vida do fotógrafo e etnógrafo francês Pierre Verger. Após viajar ao redor do mundo como fotógrafo, Verger radicou-se em Salvador, BA, em 1946, onde passou a estudar as relações e as influências culturais mútuas entre o Brasi 16- ANGOLA (Brasil,1999). Direção: Roberto Berliner. 55 min. Documentário de um diretor brasileiro sobre a diversidade da sociedade angolana na década de 1990. Começando com uma breve história da guerra de independência de Angola, o documentário nos dá um panorama geral sócio econômico angolano, através d 17- PIXOTE, A LEI DO MAIS FRACO (Brasil, 1981). Direção: Hector Babenco. Elenco: Man1ia Pera, Jardel Filho e Rubens de Falco. 127 min. História de um grupo de meninos de rua de São Paulo que acaba se envolvendo com o tráfico de drogas e sofrendo forte repressão policial. 18- CIDADE DE DEUS (Brasil, 2002). Direção: Femando Meirelles. Elenco: Matheus Nachtergaele, Alexandre Rodrigues, Leandro Firmino da Hora. 135 min. Conta a história de dois meninos - Buscapé e Dadinho/Zé Pequeno - durante a ocupação do conjunto habitacional Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Enquanto o primeiro consegue resistir ao apelo de se tomar bandido e vira fotógrafo, o outro se transformar. 19- NOTÍCIAS DE UMA GUERRA PARTICULAR (Brasil, 1998). Direção: João Moreira Salles. 53 min. Documentário mostrando a realidade do tráfico de drogas numa favela do Rio de Janeiro. 20- CARANDIRU (Brasil, 2002). Direção: Hector Babenco. Elenco: Luiz Carlos Vasconcelos, Milton Gonçalves, Ailton Graça, Rodrigo Santoro, Caio Blat, Wagner Moura. 146 min. Filme baseado na realidade vivida pelos presos na Casa de Detenção de São Paulo, conhecida como Carandiru, e a chacina ocorrida 02 de outubro de 1992, que matou 11 O pessoas. 21- FALCÃO - MENINOS DO TRÁFICO (Brasil, 2006). Direção: MV Bill e Celso Athayde. 125 min. Documentário produzido com base em entrevistas em diversas comunidades pobres do Brasil, entre 1998 e 2006, feitas pelo rapper
  • 3. MV Bill e pelo seu empresário Celso Athayde, retratando a vida de jovens de favelas brasileiras que trabalham no tráfico de d 22- OS TRÊS PORQUINHOS (Brasil, 2006). Direção: Cláudio Roberto. 4 min. Uma explicação sobre a estrutura perversa do tráfico de drogas através da alegoria de uma antiga história infantil Pode ser assistido em http://www.portacurtas.com.br/filme_abre_pop.asp?cod =4906&exib=2636 23- DOMÉSTICAS: Drama de trabalhadoras domésticas na cidade de São Paulo, mostradas a partir do cotidiano de Cida, Roxane, Quitéria, Raimunda e Créo. Uma quer se casar; a outra é casada, mas sonha com um marido melhor; uma sonha em ser artista de novela e outra acredita que tem por missão na Terra servir a Deus e à sua patroa. Todas têm sonhos distintos, mas vivem a mesma realidade: trabalhar como empregada doméstica. Conduzido com humor (e uma trilha musical dos hits populares do Brasil brega dos anos 1970). Do mesmo modo, ao retratar Zé Pequeno (em Cidade de Deus), Meirelles tratou sua sina de bandido quase como destino. É baseado na peça de teatro de Renata Melo 24- CENTRAL DO BRASIL Mulher (Fernanda Montenegro) que escreve cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, ajuda menino (Vinícius de Oliveira), após sua mãe ser atropelada, a tentar encontrar o pai que nunca conheceu, no interior do Nordeste. 25- O QUE É ISSO, COMPANHEIRO? Em 1964, um golpe militar derruba o governo democrático brasileiro e, após alguns anos de manifestações políticas, é promulgado em dezembro de 1968 o Ato Constitucional nº 5, que nada mais era que o golpe dentro do golpe, pois acabava com a liberdade de imprensa e os direitos civis. Neste período vários estudantes abraçam a luta armada, entrando na clandestinidade, e em 1969 militantes do MR-8 elaboram um plano para seqüestrar o embaixador dos Estados Unidos (Alan Arkin) para trocá-lo por prisioneiros políticos, que eram torturados nos porões da ditadura. 26- OLGA O filme retrata uma grande história de amor, em todos os sentidos: a luta; os ideais; o marido; a maternidade. Da infância burguesa na Alemanha à morte numa das câmaras de gás de Hitler, as imagens retratam a alma de uma revolucionária que descobriu o amor e a crueldade no Brasil, onde Olga Benario casou-se com Luís Carlos Prestes, engravidou e foi entregue por Getúlio Vargas aos nazistas. 27- CONTRA TODOS Em um bairro da periferia de São Paulo vivem Teodoro, sua filha adolescente Soninha e sua segunda mulher, Cláudia. O dia-a-dia dessa família classe média baixa está assentado sobre mentiras. Por trás da fachada de homem religioso, Teodoro ganha a vida como matador, bate na revoltada Soninha e tem uma relação extraconjugal com Terezinha, sua companheira de culto. 28- PRO DIA NASCER FELIZ As adversas situações que o adolescente brasileiro enfrenta dentro da escola. Meninos e meninos, ricos e pobres em situações
  • 4. que revelam precariedade, preconceito, violência e esperança. Em três estados brasileiros, em classes sociais distintas, adolescentes falam da vida na escola, seus projetos e inquietações numa fase crucial de sua formação. Professores também expõem seu cotidiano profissional, ajudando a pintar um quadro complexo das desigualdades e da violência no país a partir da realidade escolar. Prêmio especial do júri no Festival de Gramado 2006. 29- ABRIL DESPEDAÇADO Abril 1910 - Na geografia desértica do sertão brasileiro, uma camisa manchada de sangue balança com o vento. Tonho (Rodrigo Santoro), filho do meio da família Breves, é impelido pelo pai (José Dumont) a vingar a morte do seu irmão mais velho, vítima de uma luta ancestral entre famílias pela posse da terra. Se cumprir sua missão, Tonho sabe que sua vida ficará partida em dois: os 20 anos que ele já viveu, e o pouco tempo que lhe restará para viver. Ele será então perseguido por um membro da família rival, como dita o código da vingança da região. Angustiado pela perspectiva da morte e instigado pelo seu irmão menor, Pacu (Ravi Ramos Lacerda), Tonho começa a questionar a lógica da violência e da traição. É quando dois artistas de um pequeno circo itinerante cruzam o seu caminho. 30- SE EU FOSSE VOCÊ Cláudio, 50 anos, publicitário bem sucedido, dono da própria agência, e Helena, 40 anos, professora de música, coordenadora de um coral infantil, são casados há muitos anos e já caíram na rotina. É indiscutível que se amam, mas que casal não tem uma briguinha de vez em quando? Porém um dia, uma dessas briguinhas vira uma brigona, e percebem em pânico que foram atingidos por um fenômeno inexplicável: eles trocam, literalmente, de corpos. A consciência de Cláudio havia migrado para o corpo de Helena, e vice- versa. Portanto, Cláudio passa a ter um corpo de mulher: o de Helena; e Helena, um corpo de homem: o de Cláudio. Apavorados, decidem manter uma aparência de normalidade até conseguirem reverter aquela incrível e insustentável situação. Para isso, cada um é obrigado a assumir, em todos os sentidos e conseqüências, a vida do outro. Coincidentemente, ambos estão passando por um momento especial em suas vidas. Cláudio está coordenando uma campanha publicitária fundamental para estabelecer seu futuro profissional e Helena tem uma apresentação importante com seu coral em apenas alguns dias. A isto, somam-se outras dificuldades, como as intervenções da mãe de Helena, bisbilhotando a vida do casal; as pressões do sócio majoritário da agência, ameaçando vendê-la e com isso deixando Cláudio em maus lençóis; as solicitações da filha adolescente e da vida doméstica; a difícil adaptação a um corpo de outro sexo; as situações sociais totalmente novas para cada um; a tensão de serem descobertos, etc. Mas logo eles percebem que a única maneira de sobreviver a tantos desafios é se unirem e tentar sair desta situação. É o que decidem fazer. E à medida que vão suplantando os obstáculos, vão aprendendo mais sobre o outro e sobre si próprios. Desenvolvendo uma linda história de amor, com todas as situações de uma agradável comédia.
  • 5. 31- SE EU FOSSE VOCÊ – 2 Alguns anos se passam desde a primeira troca, e o casal volta a ter conflitos corriqueiros. Mas dessa vez, as briguinhas levam a algo mais sério - tão sério que o casal resolve se separar. Para piorar a situação, acabam de descobrir que a filha, Bia, agora com 18 anos, vai se casar - e que vão ser avós... Porém, mais uma vez, o destino intervém na vida do casal antes que seja tarde demais. Quando vão formalizar sua separação, trocam novamente de corpos. Já acostumados com o fenômeno, resolvem sumir durante quatro dias - o tempo que levou para destrocarem na primeira vez. Mas dessa vez, chega o quarto dia e nada acontece. Será por que passaram os quatro dias separados? Ou será que ainda têm alguma lição a aprender? Qualquer que seja a razão, não destrocou e bate o desespero - como voltar ao normal e poder continuar com suas vidas independentes um do outro? E tudo isso com a organização de um casamento nas mãos. Muito contrariados, os pais tem que conviver juntos, um no corpo do outro, para organizar a grande festa de casamento da filha junto com os ricos sogros, o genro estudante de botânica, e todos os amigos e colegas de trabalho e suas devidas confusões.