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Psicologia das Organizações
 

Psicologia das Organizações

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Trabalho realizado para a disciplina de psicologia B; Colégio Nossa senhora da Boavista, Vila Real; 07/08; docente: sérgio Morais

Trabalho realizado para a disciplina de psicologia B; Colégio Nossa senhora da Boavista, Vila Real; 07/08; docente: sérgio Morais
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    Psicologia das Organizações Psicologia das Organizações Presentation Transcript

    • Psicologia social e das Organizações
    • O DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA SOCIAL E DAS ORGANIZAÇÕES (Introdução) A Psicologia Social e das Organizações existe no ISCTE desde o seu início em 1972, sob a designação da área de Psicossociologia e Recursos Humanos. Com o crescimento desta área, constitui-se em 1991 a Secção Autónoma de Psicologia Social e das Organizações, tendo passado a Departamento em Setembro de 1999. O Departamento de Psicologia Social e das Organizações é uma unidade do ISCTE que visa desenvolver actividades de ensino e de investigação no domínio científico da psicologia, com especial ênfase na Psicologia Social e das Organizações. É composto por todos os docentes e investigadores do ISCTE que trabalham neste domínio científico. Além da investigação, o Departamento de Psicologia Social e das Organizações coordena cursos em Psicologia que se enquadram no “modelo de Bolonha” em três ciclos: a licenciatura em Psicologia (3 anos), os Mestrados em Psicologia Social e das Organizações, em Comportamento Organizacional, e em Intervenção Comunitária e Protecção de Menores (2 anos), e o Doutoramento em Psicologia (3 anos). O Departamento participa em duas redes europeias de estudos pós-graduados: o Diploma de Estudos Europeus Avançados em Psicologia Social (DEEAPS) e o Doutoramento Europeu em Representações Sociais e Comunicação. Desde 1996, mais de 700 alunos já frequentaram a Licenciatura, tendo concluído o seu curso cerca de 300 alunos. Os estudantes do primeiro curso de Licenciatura em Psicologia Social e das Organizações (4 anos) terminaram a sua formação no ano lectivo 1998/1999. O Departamento foi também responsável por 8 cursos de Mestrado e pela atribuição de 60 graus de Mestre e 11 de Doutor em Psicologia Social e Organizacional.
    • QUAL É O PAPEL DO PSICÓLOGO NAS ORGANIZAÇÕES?
      • A importância de entendermos bem os conceitos de Psicólogo, Organizações e Empresas é porque estamos a sair de uma era onde se acreditava que esses conceitos não poderiam estar correlacionados, pois o psicólogo tradicionalmente, nos cursos, foi preparado para "trabalhar com os indivíduos ou pequenos grupos em consultórios, clínicas e hospitais psiquiátricos." – O psicólogo era visto como aquele que vai cuidar das pessoas e não vai ver o lado dos negócios, vai cuidar das emoções e esquecer os resultados... numa era onde os afectos foram destituídos das relações de trabalho, e consequentemente das organizações.
      • Há aproximadamente 20 anos, os psicólogos que já actuavam em empresas eram vistos como se fossem os "prostitutos da psicologia", como se só pudessem estar nesta área porque eram melhor remunerados, o mercado era mais promissor, enfim, por interesses meramente financeiros.
      • Na época, as recentes teorias de administração levavam à valorização da contratação das pessoas certas para os lugares certos, abrindo então o primeiro espaço para os psicólogos dentro das organizações. Ainda existem pessoas, mesmo profissionais da área, que ainda acreditam que o espaço do psicólogo nas empresas continua sendo o de seleccionador de pessoas, ou no máximo, aquela pessoas que ouve os problemas do funcionário, já que os chefes não têm tempo e não sabem como lidar com certas situações...
      • No entanto, os tempos já mudaram e o terceiro milénio aponta para muitas perspectivas de actuação, pois todos os gurus da gestão de empresas, reconhecem que a gestão de pessoas é o principal desafio para o sucesso das organizações, e para gerir gente, é preciso ter nas suas equipas, pessoas preparadas para lidar com os aspectos emocionais e mentais do SER HUMANO - os psicólogos.
    • Algumas Perguntas ás quais os psicólogos tentam responder…
      • Como promover integração, se não entendermos o que isto significa e como as pessoas funcionam, para poderem se integrar ?
      • Como desenvolver pessoas se não entendermos como funciona o desenvolvimento humano em todas as suas dimensões: física, mental, emocional, social, psicossexual, espiritual?
      • Como gerar retorno de investimento, bons resultados, se não tivermos pessoas a trabalhar felizes e que encontrem na sua actividade profissional a fonte da sua auto-realização ?
      • Como gerar resultados sem motivação ? Como motivar sem satisfazer as necessidades humanas?
      • Todos estes questionamentos nos levam a crer, que ter "um profissional de psicologia" hoje nas organizações, é imprescindível. Mas para isto é preciso que ele perceba, que mesmo utilizando o referencial teórico que ele aprendeu no curso de psicologia, ele precisará conhecer também como funcionam as organizações, os negócios, a empresa. É preciso perceber que, para trabalhar a relação do homem com seu próprio trabalho, com as pessoas, com a empresa, para de seguida adequar as suas ferramentas...
    • São muitos os papéis que devemos assumir, mas penso que todos podem ser resumidos em um: FACILITADOR.
      • Da gestão das mudanças, pelas quais a organização tem e terá sempre de passar,
      • do relacionamento interpessoal, buscando mediar os conflitos e levar as pessoas a perceberem que podem encontrar soluções condensadas de ganha-ganha.
      • Do desenvolvimento pessoal e profissional, identificando, estimulando, direccionando, criando possibilidades para que as pessoas percebam, em que aspectos podem melhorar...
      • Da integração, ajudando e preparando as lideranças para saberem lidar com as PESSOAS, pois cada líder, deve ser um GESTOR DE RECURSOS HUMANOS, pois ele tem de estar próximo da sua equipa, desenvolvendo as pessoas, potencializando os talentos.
      • Da satisfação pessoal, procurando através de pesquisas de clima e intervenções compatíveis, contribuir para que a organização seja um ambiente propicio a satisfação das necessidades individuais, procurando colocar as pessoas em actividades que correspondam ao seu perfil e às suas expectativas,
      • Do ajustamento/integração do indivíduo a cultura organizacional
      • Temos, sem dúvida, muitas oportunidades de actuação, muitas actividades por desenvolver, no sentido de facilitar o desenvolvimento pleno das potencialidades do SERES HUMANOS, que fazem parte de uma organização. É preciso colocar todo nosso conhecimento, habilidades, e atitudes de "cientistas do comportamento humano" a serviço das pessoas, contribuindo desta forma para empresas mais humanas, onde o lucro seja uma consequência natural do trabalho bem feito, porque é feito por pessoas felizes !
      O facilitador
    • Saídas Profissionais
      • O ensino dispensado na Área de Psicologia do Trabalho e das Organizações cobre um conjunto de matérias que ultrapassa as fronteiras da Psicologias do Trabalho e das Organizações num sentido estrito, para abarcar o domínio da Psicologia Social, aplicada às diferentes facetas da actividade colectiva humana. Este ensino tem por objectivo proporcionar uma formação específica para o desempenho de numerosas funções, tanto no terreno empresarial dos mercados, produtos, serviços e publicidade, como no dos comportamentos e atitudes implicados noutros domínios de actividade, como o meio ambiente ou a saúde.
      • No terreno empresarial, o ensino dispensado aos alunos tem por objectivo conferir-lhes as competências necessárias para o desempenho das principais tarefas nas seguintes áreas das empresas:
      • Área organizacional: Diagnóstico organizacional Análise de funções Satisfação dos colaboradores Ergonomia e organização da produção
      • Área de recursos humanos: Recrutamento e selecção Diagnóstico da formação Desenvolvimento e planificação da formação Sistemas de remuneração e carreira
      • Área comercial: Marketing Estudos do consumidor Identificação de grupos-alvo Desenvolvimento de produtos Campanhas de publicidade Comunicação interna
      • Esta formação desemboca sobre um vasto leque de saídas profissionais, quer nos domínios tradicionais de intervenção do psicólogo nas empresas, quer em domínios emergentes de investigação aplicada nas Administrações Públicas, nos Institutos Autónomos de Investigação e nos Gabinetes de Estudos. Tudo indica que este leque de saídas profissionais tende a alargar-se e a oferta de emprego no sector a aumentar.
      • Avaliador
      • Consultor
      • Assessor
      • Catalisador
      • etc...
    • Conclusão
      • Se até há bem pouco tempo no nosso País, estava apenas associado ao Psicólogo uma imagem demasiado reducionista conotada com os aspectos clínicos e mentais dos sujeitos, ou nas Organizações apenas com o papel de Recrutar e Seleccionar (ou ainda hoje de Técnico de Recursos humanos muitas vezes confundido com a Gestão de Recursos Humanos na parte administrativa), agora com a perspectiva da ordem dos psicólogos ser definitivamente criada e pela evolução gradual de mentalidades no aspecto cultural, temos vindo a assistir, ainda que de forma ténue, à desmistificação do conceito e do papel do Psicólogo.
      • Sendo o Psicólogo um profundo conhecedor dos comportamentos humanos, este poderá ter ao nível das organizações, sem dúvida, vários papeis associados:
      • Trabalho realizado por: Luís Chaves
      • 12º Ano
      • Nº 7