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A transformação do relevo.

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  • Professor : o relevo e a hidrografia são interdependentes – as formas da crosta terrestre determinam as nascentes e os cursos dos rios; estes transformam o relevo continuamente, desgastando as formas e dando origem a outras. Convide os alunos à leitura das imagens para avaliar o grau de conhecimento da classe sobre os assuntos que serão tratados nesta unidade. Essas fotos complementam a atividade do próximo slide .
  • Professor : observem as imagens das dunas e dos rios Colorado e Aquidauana, e peça aos alunos que respondam às questões 1 e 2. 1 . Descreva cada uma das imagens, levando em consideração a irregularidade do relevo. As dunas não mostram grandes irregularidades no relevo nem a presença de água. O rio Colorado apresenta quedas-d’água, pois seu leito encontra-se em um relevo com grandes irregularidades. O rio Aquidauana é sinuoso, mas não possui corredeiras ou quedas-d’água por ter seu curso em um relevo plano. 2. Como são formados e transformados os relevos das imagens? As forças externas e internas do planeta agem conjuntamente construindo e modificando o relevo.
  • Professor : essa imagem, que não se encontra no caderno impresso, serve para ilustrar que as forças internas são resultantes da ação do magma; na superfície terrestre, o movimento do magma pode ser observado nos dobramentos, falhas, vulcanismo, abalos sísmicos. As forças externas resultam de forças originárias na litosfera, que esculpem as rochas, como a água das chuvas, dos mares e dos rios, o gelo e o vento.
  • Professor : o dobramento é a consequência de forças horizontais que ocorrem em rochas maleáveis; as formas de relevo resultantes são as cordilheiras. Na formação do Himalaia, duas placas tectônicas chocaram-se, a extremidade de uma delas foi “engolida” pelo manto e a da outra sofreu dobramento. A foto que não se encontra no caderno impresso, serve para mostrar a forma do Himalaia e suas altas montanhas.
  • Professor : as falhas resultam de forças internas que ocorrem em rochas mais resistentes desde o início da formação da crosta terrestre. Há escarpas e vales que se originam dessa forma, como a serra do Mar. A foto, que não se encontra no caderno impresso, mostra parte do relevo desse local.
  • Professor : ao entrarem em erupção, os vulcões expelem lava, esta se solidifica e se transforma em rochas, podendo originar novas áreas emersas. Os vulcões atuam, portanto, como agentes internos do relevo.
  • Professor : essa imagem, que não se encontra no caderno impresso, mostra que os terremotos contribuem para a formação e a transformação do relevo, pois, dependendo da intensidade, podem soerguer terrenos ou provocar seu afundamento parcial.
  • Professor : o escoamento superficial das águas da chuva carrega partículas de rocha das regiões mais altas para as mais baixas. Em áreas sem cobertura vegetal, esse processo se intensifica, podendo provocar deslizamentos, voçorocas (conjunto de sulcos profundos no solo) e perdas de nutrientes da terra.
  • Professor : as ondas do mar podem fragmentar paredes rochosas, transformando-as em areia que se deposita nas regiões costeiras, formando as praias. Os sedimentos podem também dar origem a restingas, lagoas costeiras e recifes.
  • Professor : a água dos rios carrega os sedimentos, que se acumulam nas porções mais baixas do relevo, formando as planícies e os deltas. A ação erosiva da água dos rios pode escavar o leito formando vales.
  • Professor : o deslizamento do gelo acumulado em altas montanhas, o movimento das geleiras e o degelo modificam o relevo, pois carregam sedimentos de um ponto elevado e os depositam em áreas mais baixas.
  • Professor : quando atua com regularidade, o vento pode destruir ou modelar formas de relevo.
  • Professor : para obter materiais e realizar obras, os seres humanos modificam o relevo, aterrando planícies e destruindo morros, entre outras ações.
  • Professor : peça aos alunos que observem a imagem e respondam às questões 1 e 2. 1 . Indique as formas de relevo que aparecem na ilustração. Da esquerda para a direita: planalto, escarpa, depressão, montanha, serra e planície 2 . Quais agentes externos podem atuar no processo de modelagem desse relevo? As águas das chuvas e dos rios, os agentes orgânicos, o vento e o gelo
  • Professor : peça aos alunos que observem as imagens deste e dos próximos dois slides e respondam se o agente transformador do relevo é externo ou interno. A : agente externo
  • Professor : B : agente interno e externo; C : agente externo
  • Professor : D : agente interno e externo; E : agente externo
  • Professor : F : agente interno; G : agente interno
  • Professor : a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor : montanhas antigas são mais baixas e seus cumes são arredondados. Montanhas recentes geralmente formam cadeias montanhosas ou cordilheiras, apresentando cumes pontiagudos e altitudes elevadas. Na América do Sul, a maior e mais alta cordilheira é a dos Andes. No mundo, a cordilheira do Himalaia possui o ponto mais elevado: o monte Everest, com 8.848 m.
  • Professor : os planaltos são superfícies irregulares onde predomina a ação de agentes de erosão, como a água da chuva, os rios, os ventos e o gelo. Chapadas : formas com escarpas e topo plano. Morros : elevações de forma arredondada. No Brasil, especificamente na região Sudeste, conjuntos de morros de topos bastante arredondados são conhecidos como “mares de morros”. Serras : conjuntos de montanhas ou morros com desníveis acentuados.
  • Professor : as planícies são terrenos relativamente planos, formados pela deposição de sedimentos que podem ter origem fluvial, marinha ou lacustre.
  • Professor : as áreas continentais que estão abaixo do nível do mar são chamadas de “depressões absolutas”. Quando estão rebaixadas em relação aos terrenos vizinhos, mas acima do nível do mar, são chamadas de “depressões relativas”.
  • Professor : por ser muito antigo e bastante desgastado pela ação dos agentes externos e pela pequena participação dos agentes internos, o relevo brasileiro apresenta altitudes médias inferiores a 1.000 m. Obs .: a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor : o Projeto Radambrasil foi um mapeamento completo do Brasil, realizado entre 1970 e 1985.
  • Professor : a maior parte dos planaltos brasileiros são áreas que sofrem muito desgaste graças à ação dos agentes externos. Os mais extensos são os planaltos e chapadas da bacia do Paraná, o planalto e chapadas da bacia do Parnaíba e os planaltos e serras do Atlântico Leste-Sudeste.
  • Professor : todas as depressões brasileiras são relativas. Elas se formaram em razão do desgaste dos planaltos.
  • Professor : a planície do rio Amazonas é resultado do acúmulo de sedimentos trazidos pelo rio principal e seus afluentes. As planícies litorâneas do Nordeste e do Sudeste do Brasil recebem sedimentos do oceano Atlântico e dos rios que vêm do interior e lançam suas águas no oceano.
  • Professor : peça aos alunos que observem a imagem e respondam à questão 1. Obs .: a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador. 1 . Liste os tipos de relevo que o paralelo 10º atravessa de oeste para leste. Depressão da Amazônia Ocidental, planaltos residuais Sul-Amazônicos, depressão Sul-Amazônica, planície do rio Araguaia, planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba, depressão Sertaneja e do São Francisco.
  • Professor : os seres humanos utilizam as águas dos rios para diversos fins, como o abastecimento de residências, escolas, hospitais etc., na fabricação de diversos produtos, em áreas agrícolas, para a irrigação e na higiene e no tratamento dos animais.
  • Professor : para que a água seja utilizada na produção de energia elétrica são construídas barragens, geralmente nos rios de planalto, que formam grandes lagos artificiais. Do reservatório, a água desce por tubos até a turbina que faz funcionar um gerador, este produz a energia elétrica que vai para um transformador e, depois, para as linhas de transmissão, de onde são levadas para residências, indústrias, lojas etc.
  • Professor : a opção pela hidroeletrecidade relaciona-se, entre outros, à baixa emissão de poluentes e à elevada capacidade de produção de energia, mas é importante observar os impactos negativos gerados na construção das usinas. Peça aos alunos que pesquisem sobre os modelos de produção de energia e, em seguida, sugira o debate “Qual o melhor modelo energético para o Brasil?” Obs .: a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor : o transporte fluvial de mercadorias e pessoas é, em comparação com os transportes terrestre e aéreo, o que causa menor impacto ambiental e apresenta o menor custo por tonelada transportada.
  • Professor : na descida (em direção à foz), a embarcação entra na eclusa e a válvula de dreno é aberta; quando a água alcança o nível do rio abaixo, a porta da eclusa é aberta e a embarcação pode seguir viagem. Na subida (em direção à nascente), a válvula de enchimento é aberta; quando a água alcança o nível do rio acima, a porta da eclusa é aberta e a embarcação pode seguir viagem.
  • Professor : a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor : a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor : a bacia Amazônica é a maior bacia hidrográfica do mundo. Além do Brasil, ela abrange territórios do Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador, Bolívia e Guiana Francesa. O principal rio é o Amazonas (extensão de 6.868 km). Da nascente, na cordilheira dos Andes (Peru), até sua foz, recebe quatro nomes: Ucaiali, Marañón, Solimões e Amazonas.
  • Professor : essa bacia é formada pelo rio Paraná e seus afluentes, como o Tietê, o Paranapanema, o Peixe e o Iguaçu. Das dezenas de hidrelétricas construídas nessa bacia, a principal é a de Itaipu. Nessa região há uma importante reserva de água subterrânea chamada aquífero Guarani. Além disso, a bacia do Paraná é parte principal da bacia Platina, formada por três rios principais: Paraná, Paraguai e Uruguai.
  • Professor : essa imagem, que não se encontra no caderno impresso, serve para ilustrar que os rios dessa bacia estão em terceiro lugar em potencial hidrelétrico do Brasil.
  • Professor : essa imagem, que não se encontra no caderno impresso, mostra uma paisagem no rio Uruguai. Esse rio marca a divisa entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e, também, entre o Brasil e a Argentina e o Uruguai e a Argentina.
  • Professor : o principal rio dessa bacia, o São Francisco, tem muitas quedas-d’água, aproveitadas para gerar energia elétrica. Suas águas são utilizadas para a irrigação de plantações e, no trecho mais plano do seu curso, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA), o rio é navegável. Essa imagem, que não se encontra no caderno impresso, mostra que o Velho Chico também possui um grande potencial turístico.
  • Professor : essa imagem, que não se encontra no caderno impresso, mostra uma plantação de uvas que é irrigada pelas águas do rio São Francisco.
  • Professor : essa imagem, que não se encontra no caderno impresso, mostra a foz do rio Parnaíba.
  • Professor : peça aos alunos que observem a tabela respondam às questões de 1 a 3. 1 . Qual é a bacia que possui maior potencial hidrelétrico? A bacia Amazônica 2 . Qual é a bacia que possui maior produção de energia elétrica? A bacia do Paraná 3 . Explique as razões dessa diferença. A bacia do Paraná é a primeira em produção de energia, pois está na região mais industrializada e urbanizada do país. A bacia Amazônica, embora seja a de maior potencial, tem a segunda menor produção porque está em uma região de florestas e de baixa industrialização. A construção de barragens em rios de planície é muito cara e causa um grande impacto ambiental e social.
  • Professor : peça aos alunos que observem o mapa e respondam à questão 1. Obs .: a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador. 1 . Observe a localização do aquífero Guarani no mapa e, comparando-o com o mapa de bacias hidrográficas brasileiras ( slide 40), enumere as bacias abrangidas pela área do aquífero. As bacias do Paraná, Uruguai e outras bacias secundárias
  • Professor : localize no mapa com os alunos as nascentes dos principais rios brasileiros e mostre que o rio Amazonas não nasce no Brasil; os rios Araguaia, Paraná e Uruguai nascem na bacia do Paraná etc. Obs .: a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor : peça aos alunos que observem os mapas e respondam às questões de 1 a 3. Obs .: a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador. 1 . Todas as nascentes dos principais rios localizam-se em planaltos? Sim 2 . Quais são as bacias que se localizam inteiramente em planaltos? A bacia do rio Paraná 3 . Quais bacias são mais propícias à navegação? Quais são favoráveis à produção de energia elétrica? Mais propícias à navegação: a bacia Amazônica e a do Araguaia Mais propícias à produção de energia elétrica: a do Paraná e a do São Francisco
  • Professor : estimule os alunos a compreenderem a explicação do personagem. A tirinha faz parte de uma história em que a dupla de gauleses vai parar entre os godos, um dos povos da Antiguidade, que habitavam a região da atual Alemanha. Asterix indica um elemento essencial para localização de qualquer objeto na superfície da Terra: a referência . Ele afirma que os godos do oeste habitavam o leste em relação a eles, gauleses.
  • Professor : com base no mapa, mostre aos alunos a localização dos povos citados na tirinha do Asterix. Utilize essa imagem também na comparação com o mapa da divisão política atual da Europa, no próximo slide . Obs .: a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador.
  • Professor : peça aos alunos que comparem os mapas da divisão política atual da Europa e do Império Romano ( slide anterior), e respondam às questões de 1 a 5. Obs. : a escala indicada se refere ao mapa impresso no caderno e pode variar em função das configurações do computador. 1 . A qual(is) país(es) corresponde a área denominada Gália? França 2 . Quais são os países que correspondem às regiões dos godos, visigodos e ostrogodos? Alemanha, Polônia, Áustria, República Tcheca, Eslováquia e Ucrânia 3 . Qual a posição desses povos em relação à Gália? Estão a leste da Gália. 4 . Essa direção corresponde à descrição de Asterix? Sim, pois ele disse que os godos do oeste estavam a leste da Gália, ou seja, a Gália está a oeste dessas regiões. 5 . A informação de Asterix fornece a localização exata dos povos mencionados? Não, ela só fornece a direção, que pode indicar uma vasta área da Europa Oriental.
  • Professor : com base na imagem, proponha aos alunos a seguinte situação: uma moça está no ponto P e terá que socorrer um rapaz que se encontra no ponto B. Ao consultar sua bússola, a moça verifica que a agulha aponta a direção do ponto A. Em seguida peça que respondam às questões 1 e 2. 1 . Qual é a direção do ponto A? A direção A encontra-se ao norte de moça. 2 . Qual a direção que a moça deverá tomar para chegar ao rapaz? Nordeste
  • Professor : comparando esta imagem com a do slide anterior, motive os alunos a perceberem que com as quadrículas é mais fácil localizar os elementos do mapa. Em seguida, peça que respondam às questões de 1 a 4. 1 . Em qual quadrícula a moça se encontra? Na quadrícula C5. 2 . Em qual quadrícula se encontra o rapaz? Na quadrícula H2. 3 . Se a moça tivesse que levá-lo ao hospital que fica na cidade, que direção deveria tomar? Sudeste. 4 . Onde se localiza a cidade? Na quadrícula J7.
  • Professor : o sistema de coordenadas é utilizado para dar, com precisão, uma localização a partir de dois eixos de referência que se cruzam: um eixo horizontal e outro vertical. Em um globo terrestre ou em um mapa, as linhas verticais da rede de coordenadas são denominadas meridianos e as linhas horizontais são chamadas de paralelos .
  • Professor : com base na imagem, proponha aos alunos as questões de 1 a 3: 1 . A ilustração mostra diferentes formas do relevo terrestre: escarpa, depressão, serra, planalto, cordilheira e planície. Quais são as características de cada uma delas? 2 . Na ilustração é possível observar alguns agentes formadores do relevo, como a água ou o movimento de placas tectônicas. Recorde os conceitos de agentes externos e agentes internos. Você sabe quais as razões para o Brasil apresentar altitudes modestas? 3 . Observe na ilustração os rios, a geleira e as nuvens. Como acontece o ciclo da água? Recorde quais são as bacias hidrográficas brasileiras.

Relevo Presentation Transcript

  • 1. GEOGRAFIA 6o ANO – UNIDADE 4RELEVO E HIDROGRAFIA ILJA MAŠÍK/SHUTTERSTOCKSlides Capítulo 1: Capítulo 1: O processo de formação e transformação do relevo O processo de formação e transformação do relevo Capítulo 2: Capítulo 2: As principais formas de relevo terrestre As principais formas de relevo Capítulo 3: Capítulo 3: As bacias hidrográficas do Brasil As bacias hidrográficas do Brasil Atividades integradas Atividades Alfabetização cartográfica Alfabetização Inforresumo InforresumoCADERNO 2 X SAIR SAIR
  • 2. JOEL W. ROGERS/CORBIS/LATINSTOCKRelevo e hidrografia PHOTODISC/CID O vento modifica o relevo das dunas. O rio Colorado corta o Grand Canyon (EUA).O que você já sabe X SAIR SAIR
  • 3. Relevo e hidrografia ARAQUÉM ALCÂNTARA/SAMBAPHOTO Rio Aquidauana, Pantanal (MS)O que você já sabe X SAIR SAIR
  • 4. 1 O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 5. JULIENGRONDIN/SHUTTERSTOCKForças formadoras e transformadoras internas (ou estruturais) externas (ou esculturais)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 6. Agentes internos: dobramentos Montanhas do Himalaia, Auli (Índia) TOCK ERS V/SHUTT Esquema da SIYAKO formação do Himalaia IVAN RO Tibete Serra Kun-Lun Himalaia China Índia1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 7. Agentes internos: falhas A serra do Mar é um exemplo de estrutura originada por falhamento A / TYB MEYER CLAUS st en hor ab gr Taubaté O afundamento de blocos de rochas falhadas Ubatuba originou o vale do Paraíba (SP).1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 8. CHARLES O‘REAR/CORBIS/LATINSTOCKAgentes internos: vulcões Ilhas formadas após a explosão do vulcão Cracatoa (Indonésia) em 18831. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 9. Agentes internos: CIDterremotos Terremoto em Kobe (Japão, 1995). Vias férreas com deformações que mostram a natureza ondular da propagação sísmica. Esse terremoto causou muitos estragos,apesar dos grandes cuidados antissísmicos nas infraestruturas do Japão.1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 10. Agentes externos: água das chuvas ZAIDA SIQUEIRA/OLHAR IMAGEM Voçoroca em Tangará da Serra (MT)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 11. RICARDO CAVALCANTI/KINOAgentes externos: água dos mares Praia de Torres (RS)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 12. Agentes externos: água dos rios JOÃO KEHL NASADelta do rio Parnaíba (PI) Cânion do Itaimbezinho (entre SC e RS)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 13. PHOTODISC/CIDAgentes externos: gelo Geleira em Prince William Sound, Alasca (EUA)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 14. Agentes externos: vento COREL STOCK PHOTO/CID PHOTODISC/CID Deserto do Saara (África) Monument Valley, Arizona (EUA)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 15. Agentes externos: ações provocadaspelos seres humanos DELFIM MARTINS/OLHAR IMAGEM CHARLES O‘REAR/CORBIS/LATINSTOCK Pedreira em Cuiabá (MT) Extração de minério de ferro em Thabazimbi (África do Sul)1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 16. Aplique seu conhecimento1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 17. Leia as fotos A PHOTODISC/CID1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 18. Leia as fotos JUCA MARTINS/OLHAR IMAGEMB FRANCESC MUNTADA/CORBIS/LATINSTOCK C 1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 19. Leia as fotos MARCOS VICENTI/FOLHA IMAGEM EPHOTODISC/CID D 1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 20. Leia as fotos FCOREL STOCK PHOTO/CID BETTMANN/CORBIS/LATINSTOCK G 1. O processo de formação e transformação do relevo X SAIR SAIR
  • 21. 2 As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 22. Relevo e altitudeA altitude é um dos elementos que auxilia a caracterizar as principaisformas de relevo (montanhas, planaltos, planícies e depressões).2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 23. Montanhas ALISON WRIGHT/CORBIS/LATINSTOCKO Everest, na Ásia, é o pico mais alto da Terra.2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 24. Planaltos IZARI Serra da Bocaina (SP) S LU V CARLO Chapada Diamantina (BA) Escarpa Mar de morros com o vale do Paraíba (SP) ao fundo JACEK/KINO2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 25. Planícies YANN ARTHUS-BERTRAND/CORBIS/LATINSTOCK Planície do rio Ganges, Varanasi (Índia)2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 26. Depressões ATLANTIDE PHOTOTRAVEL/CORBIS/LATINSTOCKPodem ser: absolutas relativas O mar Morto é um lago de águas salgadas em uma depressão absoluta. Perfil de relevo: região Nordeste do Brasil, sentido oeste-leste. A depressão Sertaneja, uma depressão relativa, localiza-se a oeste do planalto da Borborema (PE).2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 27. O relevo brasileiro Planaltos: 11 unidades Depressões: 11 unidades Planícies: 6 unidades2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 28. Classificação do relevo brasileiro Até a primeira metade do século XX, as classificações do relevo brasileiro baseavam-se na estrutura geológica. Aziz Ab’Sáber: propôs uma classificação fundamentada nos tipos de rocha e na influência causada sobre elas pelos agentes externos, principalmente o clima. Jurandyr Ross: em 1989 apresentou outra classificação com base nos estudos de Aziz Ab’Sáber e em imagens de radar do Projeto Radambrasil.2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 29. HAROLDO PALO JR./KINOOs planaltos brasileiros Paredão do Eco, chapada dos Guimarães (MT)2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 30. As depressões brasileiras JACEK/KINO Trecho da depressão periférica da borda leste da bacia do Paraná, rodovia Luiz de Queiroz, Piracicaba (SP).2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 31. As planícies brasileiras WERNER RUDHART/KINOPlanície do rio Amazonas2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 32. Leia o mapa2. As principais formas de relevo terrestre X SAIR SAIR
  • 33. 3 As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 34. A importância dos rios PHOTODISC/CID3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 35. HAROLDO PALO JR./KINO Hidroeletricidade Hidrelétrica de Paulo Afonso IV (BA)Funcionamento de uma hidrelétrica 3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 36. Brasil: usinas hidrelétricas3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 37. MAURÍCIO SIMONETTI/PULSAR IMAGENSNavegação Eclusa Nova Avanhandava, na Hidrovia Tietê-Paraná (SP)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 38. Funcionamento de uma eclusa Descida (em direção à foz)Subida (em direção à nascente) 3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 39. Eclusas no BrasilNorte: Tucuruí (PA)Nordeste: Sobradinho(BA); Boa Esperança (PI)Sudeste: Barra Bonita(SP); Bariri (SP); Ibitinga(SP); Promissão (SP);Nova Avanhandava (SP);Três Irmãos (SP); IlhaSolteira (SP); Jupiá (SP)Sul: Amarópolis (RS);Anel de Dom Marco (RS);Bom Retiro (RS);Fandango (RS);Itaipu (PR); PortoPrimavera (PR)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 40. Bacias hidrográficas do Brasil3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 41. JUCA MARTINS/OLHAR IMAGEMBacia Amazônica O rio Amazonas recebe esse nome depois do encontro das águas do rio Solimões com o rio Negro.3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 42. RICARDO AZOURY/PULSARBacia do Paraná Hidrelétrica Itaipu Binacional3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 43. LALO DE ALMEIDA/SAMBAPHOTOBacia do Tocantins-Araguaia Usina de Tucuruí (PA)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 44. ANDREW GIBSON/OTHER IMAGESBacia do Uruguai O principal rio dessa bacia é o Uruguai, formado pela união dos rios Canoas e Pelotas.3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 45. OPÇÃO BRASILBacia do São Francisco Cânion do Xingó, Canindé do São Francisco (SE)3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 46. A transposição do São Francisco O São Francisco, o Velho EPITÁCIO PESSOA/AE Chico, é um importante rio perene que atravessa a região Nordeste. A transposição prevê a construção de dois canais que desviarão parte das águas para áreas mais secas. A possibilidade de redução do volume de água do rio pode tornar-se um grande Irrigação com as águas do rio São Francisco problema ambiental.3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 47. Bacias hidrográficas secundárias Norte-Nordeste EDI VASCONCELOS/AE Leste Sul-Sudeste Na bacia do Norte-Nordeste está o único delta em mar aberto do continente americano, o delta do Parnaíba (PI).3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 48. Leia a tabela3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 49. Amplie seuconhecimento3. As bacias hidrográficas do Brasil X SAIR SAIR
  • 50. Aplique seuconhecimentoAtividades integradas X SAIR SAIR
  • 51. Leia o mapaAtividades integradas X SAIR SAIR
  • 52. Sistema de orientaçãoObserve a tirinha abaixo.Você conseguiu entender a explicação de Asterix? 2005 KING FEATURES/IPRESSAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  • 53. Leia o mapaMapa do Império RomanoAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  • 54. Leia o mapaAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  • 55. Leia a imagemAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  • 56. Leia a imagemAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  • 57. Coordenadas geográficas MeridianosParalelos Alfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  • 58. Coordenadas geográficas POLO NORTE Latitude: varia de 0º a 90º, para o norte ou para o sul. Longitude: varia de 0º a 180º, a leste ou a oeste. POLO SULAlfabetização cartográfica X SAIR SAIR
  • 59. Relevo e hidrografia Acumulo de água na atmosfera Precipitação Acúmulo de água Precipitação em forma de gelo e neve Condensação Cordilheira Cordilheira Acúmulo de Acúmulo de água doce água doce Escarpa Escoamento da Escoamento da Nascente Nascente água pela água pela superfície superfície Neve derretida Depressão Depressão Planalto Planalto Infi ltação de Infiltação de água no solo água no solo Evaporação Evaporação Evaporação Evaporação Planície Serra Transpiração Transpiração Evaporação Evaporação Infi ltação de Infiltação de água no solo água no solo Inforresumo X SAIR SAIR
  • 60. TOM TILL/ INTERNATIONAL STOCK/IMAGESTATE/LATINSTOCKSEQUÊNCIA DIDÁTICAAdaptação: Bianca SantanaEdição: Kelly Mayumi IshidaRevisão técnica: Professora Jarimar Aparecida JesusRevisão: Lara Milani (coord.), Alexandre Sansone, André Annes Araujo, Débora Baroudi, Fabio Pagotto, FláviaYacubian, Greice Furini, Letícia Scarp, Luiza Delamare, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares, Valéria C. BorsanelliDiagramação: Adailton Brito de Souza, Alexandre Zanoni, Anderson Messias, Guilherme Kroll (assistente editorial),Keila Grandis, Valdei Prazeres, Vicente Valenti JuniorVÍDEOPalavra do editorProdução: Estúdio Moderna ProduçõesEdição: 3D Logic© 2010, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNOTodos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida,de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia,fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedadeintelectual e os direitos de edição.GRUPO SANTILLANA FIMRua Padre Adelino, 758 − BelenzinhoSão Paulo − SP − Brasil − CEP 03303-904Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2602-5510Fax: (11) 2790-1501www.sistemauno.com.br0800 55 16 11 X SAIR SAIR