Mercado Europeu das Licenças        de Carbono       A Análise do Mercado Europeu                               1º Ano GSC...
Agenda1.    Introdução2.    O aparecimento das licenças de Carbono3.    Comércio Europeu de Licenças de Emissão4.    O fun...
1. IntroduçãoA definição inicial do mercadointernacional das licenças de carbonocomeçou a ser discutida em meados de1996, ...
2. O aparecimento das licenças de              CarbonoA proposta da União Europeia para a partilha deobrigações dentro da ...
3. Comércio Europeu de Licenças de             Emissão  Em 2005 surge o primeiro sistema de comércio internacional para as...
3. Comércio Europeu de Licenças de         Emissão (cont.)  Em Janeiro de 2008 este sistema comercial foi expandido, aplic...
4. O funcionamento do Mercado CELE  O CELE é um sistema “cap and trade”, define os limites dos níveis globais de emissões ...
4. O funcionamento do Mercado CELE              (cont.)  No período de negociação, os Estados-Membros tiveram de elaborar ...
5. Volume de Licenças negociado    Fonte: Comissão Europeia, The EU Emissions Trading Scheme 2009, Banco Mundial          ...
6. Preço das Licenças de Emissão de              Carbono     Preço da Tonelada/CO2 entre Abril de 2008 e Abril de 2010    ...
7. Impacto da recessão económicaDiminuição da produção;Diminuição do valor negociado;Menor procura;Redução do preço;Expect...
8. Países                 Emissões por País entre 2008 e 2009Fonte: European Environment Agency
9. Enquadramento de Portugal no           MercadoEmissão de 36.413 milhões de toneladas dedióxido de carbono em 2005;Plano...
9. Enquadramento de Portugal no             MercadoDefinição de estratégias:  Programa Nacional para as Alterações  Climát...
10. ConclusãoCriação de um novo mercado activo;É o maior mercado mundial para a negociação deCO2 (90%);Força politicas de ...
11. Questões?
12. BibliografiaComissão Europeia, The EU Emissions Trading Scheme 2009, World Bank.Janeiro de 2011 <www.worldbank.org/>Co...
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Mercado Europeu das licenças de carbono

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  • Neste momento abrange cerca de 10.000 instalações em sectores energético e industrial, as quais são colectivamente responsáveis por cerca de metade das emissões da União Europeia de CO2 e 40% das emissões totais de gases com efeito de estufa, uma das últimas alterações à directiva RCLE-UE em 2008 definiu uma inclusão do sector da aviação neste sistema a partir de 2012.A Directiva RCLE-EU define que os Estados-Membros devem destinar parte das receitas do RCLE, quer para medidas de mitigação, quer para medidas de adaptação.
  • Mercado Europeu das licenças de carbono

    1. 1. Mercado Europeu das Licenças de Carbono A Análise do Mercado Europeu 1º Ano GSC – 1º Semestre Introdução à Economia Prof. Pedro Barroso
    2. 2. Agenda1. Introdução2. O aparecimento das licenças de Carbono3. Comércio Europeu de Licenças de Emissão4. O funcionamento do Mercado CELE5. Volume de Licenças negociado6. Preço das Licenças de Emissão de Carbono7. Impacto da recessão económica8. Países9. Enquadramento de Portugal no Mercado10. Conclusão11. Questões12. Bibliografia
    3. 3. 1. IntroduçãoA definição inicial do mercadointernacional das licenças de carbonocomeçou a ser discutida em meados de1996, no entanto desde de 2006 que setornou um assunto mais proeminente doque apenas para o meio académico.A proposta oficial de criação de umesquema de comércio internacional deemissões foi delineada no Quadro dasNações Unidas sobre a Mudança doClima – CQNUMC, em Quioto em Janeirode 1997 – Protocolo de Quioto.
    4. 4. 2. O aparecimento das licenças de CarbonoA proposta da União Europeia para a partilha deobrigações dentro da própria comunidade estariatambém em sintonia com a definição do comérciode emissões, no entanto as quotas de cada paísnão poderiam ser negociadas.Num sistema de licenças negociáveis, sãoestabelecidos limites máximos de poluiçãoadmissíveis (cap) e distribuídas entre asempresas/países sob a forma de licenças. Asempresas que mantêm seus níveis de emissõesabaixo do nível atribuído poderão vender oexcedente a outras empresas ou usá-las paraequilibrar as emissões em excesso noutras partesdas suas instalações.
    5. 5. 3. Comércio Europeu de Licenças de Emissão Em 2005 surge o primeiro sistema de comércio internacional para as emissões de CO2 no mundo, o Comércio Europeu de Licenças de Emissão de gases com efeito de estufa (CELE), sendo considerado o sustentáculo da estratégia da União Europeia para combater as alterações climáticas O principal intuito foi criar condições para que os Estados Membros pudessem atingir os seus compromissos para limitar ou reduzir as emissões de gases de efeito estufa de forma economicamente efectiva. A premissa inicial é permitir às empresas envolvidas no mercado a compra e venda de licenças de emissão de CO2 o que representa uma vantagem a nível económico, sendo possível reduzir as emissões ao menor custo.
    6. 6. 3. Comércio Europeu de Licenças de Emissão (cont.) Em Janeiro de 2008 este sistema comercial foi expandido, aplicando-se neste momento aos 27 Estados Membros da EU e aos outros três membros do Espaço Económico Europeu – Noruega, Islândia e Liechtenstein. Neste momento o CELE abrange 10.000 instalações em sectores energético e industrial. As quais são colectivamente responsáveis por cerca de metade das emissões da União Europeia de CO2 e 40% das emissões totais de gases com efeito de estufa, uma das últimas alterações à directiva RCLE-UE em 2008 definiu uma inclusão do sector da aviação neste sistema a partir de 2012. A Directiva RCLE-EU (Regime de Comércio de Licenças de Emissão da União Europeia) define que os Estados-Membros devem destinar parte das receitas do RCLE, quer para medidas de mitigação, quer para medidas de adaptação.
    7. 7. 4. O funcionamento do Mercado CELE O CELE é um sistema “cap and trade”, define os limites dos níveis globais de emissões permitidas mas, dentro desse limite, permite aos intervenientes no sistema comprar e vender licenças de que necessitem. Essas licenças são a "moeda" da negociação comum dentro do sistema. Uma licença confere ao seu detentor o direito de emitir uma tonelada de CO2 ou a quantidade equivalente de outro gás com efeito de estufa. O limite do número total de licenças cria a escassez no mercado. Se os emissores individuais produzem mais emissões do que têm licenças, poderão adquirir licenças adicionais. Os governos podem fixar o nível de emissões escolhendo o número de licenças de emissão, mas o preço das licenças será definido pelo mercado, e é, portanto, incerto.
    8. 8. 4. O funcionamento do Mercado CELE (cont.) No período de negociação, os Estados-Membros tiveram de elaborar planos nacionais de atribuição (PNA) que determinaram o seu nível total de emissões (ETS) e quantas licenças de emissão seriam atribuídas a cada instalação no seu país. No final de cada ano as instalações devem devolver licenças de emissão equivalentes às suas emissões. As empresas que mantenham as suas emissões abaixo do nível das suas licenças podem vender as licenças em excesso. Aqueles que enfrentam dificuldades em manter as suas emissões, de acordo com as suas quotas, deverão optar por tomar medidas para reduzir as emissões : Investir em tecnologias mais eficientes ou usando fontes de energia menos intensas em emissões de carbono, ou comprar as licenças adicionais de que necessitam no mercado, ou ainda uma combinação dos dois.
    9. 9. 5. Volume de Licenças negociado Fonte: Comissão Europeia, The EU Emissions Trading Scheme 2009, Banco Mundial 0.3 Biliões de TonCO2 em 2005 6 Biliões de EUA’s em 2009 equivalente a 118Biliões de USD Mercado mundial vale 144 Biliões/USD
    10. 10. 6. Preço das Licenças de Emissão de Carbono Preço da Tonelada/CO2 entre Abril de 2008 e Abril de 2010 Fonte: Banco Mundial 2010
    11. 11. 7. Impacto da recessão económicaDiminuição da produção;Diminuição do valor negociado;Menor procura;Redução do preço;Expectativa;Menor investimento.
    12. 12. 8. Países Emissões por País entre 2008 e 2009Fonte: European Environment Agency
    13. 13. 9. Enquadramento de Portugal no MercadoEmissão de 36.413 milhões de toneladas dedióxido de carbono em 2005;Plano nacional de alocação de licenças deemissões entre o período de 2005 e 2007previa uma quota média anual de 36.989milhões;Sector dos transportes como uma dasprincipais causas de emissão;Projecto Quioto – Portugal assumiu reduzir asemissões em 27% no periodo entre 2008 e2012.
    14. 14. 9. Enquadramento de Portugal no MercadoDefinição de estratégias: Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC); Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão ( PNALE ); Fundo Português de Carbono Compra de licenças de Emissão à Letónia equivalente a 4 toneladas.
    15. 15. 10. ConclusãoCriação de um novo mercado activo;É o maior mercado mundial para a negociação deCO2 (90%);Força politicas de eficiência em cada pais (PNALEem Portugal);O valor negociado tem aumentadoexponencialmente (6BTonCO2 em 2009);Afectado pela recessão;Novas metas a atingir até 2020 e 2050 (85 a 90%)na redução das emissões.
    16. 16. 11. Questões?
    17. 17. 12. BibliografiaComissão Europeia, The EU Emissions Trading Scheme 2009, World Bank.Janeiro de 2011 <www.worldbank.org/>Committee on Climate Change (CCC). Janeiro de 2011 <www.theccc.org.uk/>Dados das Emissões de Carbono. Janeiro de 2011.<http://mdgs.un.org/unsd/mdg/SeriesDetail.aspx?srid=749>Emissions Trading System, European Commission Climate Action. Janeiro2011 <http://ec.europa.eu/clima/faq/ets/index_en.htm>Emissions Trading, Wikipedia - Janeiro de 2011<http://en.wikipedia.org/wiki/Emissions_tradingCELE>European Environment Agency. Janeiro de 2011<http://dataservice.eea.europa.eu>Szabo, Michael and Chestney, Nina. Global CO2 market up in 2009 as financefalls – Janeiro de 2011<http://www.reuters.com/article/idUSTRE64P22520100526>
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