ResíDuos SóLidos

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  • 1. ENGENHEIRO FLORESTAL: LÉO LINCE DO CARMO ALMEIDA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
  • 2. Resíduos Sólidos
    • São resíduos nos estados sólidos e semi-sólidos, resultantes de atividades da comunidade, de origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e varrição.
    • O lixo além de apresentar uma composição heterogênea, é variável em função do clima, estações do ano, hábitos da população, entre outros
  • 3. CON$UMO PRODUÇÃO GERAÇÃO DE LIXO
  • 4. Panorama da Coleta de Lixo no Brasil Fonte: Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio (IBGE, 2002) 96,5 Centro-Oeste 98,3 Sul 98,4 Sudeste 89,4 Nordeste 87,5 Norte 95,0 Brasil Lixo coletado (%) Brasil e grandes regiões
  • 5. Panorama da Destinação Final dos Resíduos Coletados Fonte: Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio (IBGE, 2002) 55,6 44,4 Centro-Oeste 53,4 46,6 Sul 57,5 42,5 Sudeste 63,4 36,6 Nordeste 86,6 13,4 Norte 59,6 40,4 Brasil Sem destinação adequada (%) Com destinação adequada (%) Brasil e grandes regiões
  • 6. Tipos de resíduos
    • Resíduo domiciliar: restos de comida, papéis, papelões, plásticos, metais, vidros, latas, papel higiênico.
    • Resíduo comercial ou Industrial: Hotéis e Restaurantes, supermercados lojas e outros
    • Resíduo Público: Varrição, capina, ruas praças, entulhos e outros
    • Resíduo de fontes especiais: cinzas, cerâmica, borracha, lixo hospitalar e radiativo.
    • Resíduo Agrícola: adubo, defensivos agrícolas, restos de colheita e outros .
  • 7. Gerenciamento dos Resíduos Sólidos
    • Refere-se aos aspectos tecnológicos e operacionais da questão, envolvendo fatores administrativos, gerenciais, econômicos, ambientais, de desempenho: produtividade e qualidade.
    • Relaciona-se à prevenção, reutilização, acondicionamento, coleta, transporte, tratamento, recuperação e destinação final dos resíduos sólidos.
  • 8. Estratégia para o Gerenciamento dos Resíduos Sólidos
  • 9. ADOTE OS 5 Rs
    • REPENSAR hábitos (pense antes de comprar);
    • REDUZIR a produção de lixo;
    • REUSAR materiais (utilize até que sature);
    • REAPROVEITAR materiais (utilizar para outra finalidade);
    • RECICLAR (produção de novo material).
  • 10. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
    • CLASSE I: PERIGOSOS
    • CLASSE II: NÃO-PERIGOSOS
      • CLASSE II A: NÃO-INERTES
      • CLASSE II B: INERTES.
  • 11. CLASSIFICAÇÃO DOS RESIDUOS Lâmpadas com vapor de mercúrio após o uso F044 Pós e fibras de amianto F041 Resíduos patogênicos. D004 Resíduos reativos. D003 Resíduos corrosivos. D002 Resíduos inflamáveis (resinas, etc) D001 Relação de resíduos classe I (Exemplos) Código do resíduo perigoso
  • 12. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Bagaço de cana A024 Resíduos de materiais têxteis A010 Resíduos de borracha A008 Resíduos de papel e papelão A006 Sucata de metais ferrosos A002 Resíduos de restaurante (restos de alimento) A001 Relação de resíduos classe II(a, b) (Exemplos) Código do resíduo não perigoso
  • 13.
          • TEMPO DE DEGRADAÇÃO
    Reciclar Indeterminado Vidro Evitar o consumo, reciclar, reutilizar Cerca de 450 anos Plástico PET Reciclar Mais de 100 anos Plástico maleável (saco de lixo) Usar em aterro 6 meses Palito de fósforo Reutilizar 13 anos Madeira pintada Reutilizar Mais de 6 meses Madeira Usar em aterro Indeterminado Louças Evitar o consumo e reutilizar Indeterminado Isopor Evitar o consumo 5 anos Filtro de cigarro Reciclar 30 anos Corda de náilon Evitar o consumo 5 anos Chiclete Usar em aterro Indeterminado Cerâmica Reciclar Indeterminado Borracha Reciclar 200 a 500 anos Alumínio Reciclar 10 anos Aço SOLUÇÃO ADEQUADA TEMPO DE DEGRADAÇÃO MATERIAL
  • 14. ENFERMIDADES RELACIONADAS COM OS RESÍDUOS SÓLIDOS, TRANSMITIDAS POR MACROVETORES E RESERVATÓRIOS Toxoplasmose Urina e fezes Cão e Gato Teníase e Cisticercose Ingestão de carne contaminada Gado e Porco Febre tifóide, Cólera e Giardíase Asas, patas, corpo e fezes Barata Malária, Febre amarela, Dengue e e Leishmaniose Picada Mosquito Febre tifóide, Cólera, Amebíase, Desinteria, Giardíase e Ascaridíase Asas, patas, corpo, fezes e saliva Mosca Leptospirose, Peste bubônica e Tifo murino Mordida, urina, fezes e picada Rato e pulga Enfermidades Forma de Transmissão Vetores
  • 15. DISPOSIÇÃO
    • Lixão
    • Aterro Controlado
    • Aterro Sanitário
    • Incineração
    • Usina de Triagem e Compostagem de Lixo
  • 16.
    • Uma lixeira é um local a céu aberto onde são depositados os RSU sem qualquer controle.
    • Os impactos ambientais são:
    • - poluição visual e olfativa;
    • - poluição dos lençóis de água subterrâneos e linhas de água superficiais devido aos lixiviantes resultantes do processo de degradação dos RSU (chorume);
    • - poluição atmosférica resultante da queima dos RSU (CO, HC, dioxinas…);
    • - proliferação de vetores;
    • - presença de pessoas e animais sem qualquer tipo de proteção.
    Lixão
  • 17. POLUIÇÃO CONTAMINAÇÃO DOENÇAS V E T O R E S
  • 18. SEM LIXÕES
  • 19. C A T A D O R E S Má distribuição de renda Trabalho infantil Insalubridade
  • 20. Aterro Controlado
    • Utiliza alguns princípios de engenharia, cobrindo os resíduos com camada de material inerte na conclusão de cada jornada de trabalho.
    • Principais impactos:
    • Minimização da poluição visual
    • • Desconsidera a formação de líquidos e gases
    • • Não reduz a poluição do solo, água e atmosférica (não há impermeabilização ou sistemas de drenagem)
  • 21. Valas para deposito do lixo Compactação do solo
  • 22.  
  • 23. Aterros sanitários
    • Um aterro sanitário é um local onde se faz a deposição de RS de uma forma controlada, havendo igualmente um controle sistemático das águas lixiviantes e dos gases produzidos , e uma monitorização do impacto ambiental em que o aterro está ativo e após o seu encerramento .
  • 24. Como funciona um aterro sanitário? 1. Solo impermeabilizado 2. Lixo compactado 3. Camada de terra cobrindo o lixo compactado 4. Canaletas para o escoamento de chorume 5. Lagoa de chorume 6. Chaminés com filtros para liberação de gases 7. Possível uso da área após desativação do aterro
  • 25. Aterro Sanitário Guarita da entrada do aterro sanitário Drenos para o chorume
  • 26. Aterro Sanitário Construção do aterro Impermeabilização da área (Lona de Polietileno)
  • 27. INCINERAÇÃO
    • É O PROCESSO DE DESTINAÇÃO FINAL QUE, POR MEIO DE QUEIMA CONTROLADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS, REDUZ EM ATÉ 90% O PESO E O VOLUMES INICIAIS.
    • EMISSÃO DE GASES – PODENDO CONTER PORCENTAGENS DE POLUENTES TÓXICOS.
    • ELEVADO CUSTO
  • 28. Usinas de Triagem e Compostagem baias de recicláveis.
    • pátio de compostagem
  • 29. COLETA SELETIVA
    • Símbolo Internacional da Reciclagem
    • (Fonte:http://www. pt.wikipedia.org/wiki/Coleta_seletiva)
  • 30. O que é a coleta seletiva?
    • É o recolhimento dos materiais que são passíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora.
    • RECICLAGEM : É a atividade de transformar materiais já usados em novos produtos que podem ser comercializados. Exemplo : papéis velhos retornam às indústrias e são transformados em novas folhas, poupando várias árvores de serem derrubadas.
  • 31. COLETA SELETIVA
    • .
    Metálico ou marron: lixo orgânico ou comum Verde: vidro Amarelo: metal Vermelho: Plástico Azul: papel
  • 32. Implantando a coleta seletiva
    • A coleta seletiva e a reciclagem de resíduos são soluções desejáveis.
    • Fundamento da coleta seletiva: separação.
    • 1º passo: realizar campanha informativa junto à população.
    • 2º passo: Distribuir à população recipientes adequados à separação e ao armazenamento dos resíduos recicláveis nas residências (normalmente sacos de papel ou plástico).
  • 33. Implantando a coleta seletiva
    • 3º passo: Instalar postos de entrega voluntária (PEV) em locais estratégicos.
    • 4º passo: Elaborar um plano de coleta: definir equipamentos e periodicidade de coleta dos resíduos.
    • 5º passo: Instalar um centro de triagem para a limpeza e separação dos resíduos e o acondicionamento para a venda do material a ser reciclado.
    • 6º passo: Implantar programas especiais para reciclagem de entulho (resíduos da construção civil)
  • 34. Principais formas de coleta seletiva
    • Porta a Porta – Veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal de lixo. Os moradores colocam os recicláveis nas calçadas, acondicionados em contêineres distintos;
    • PEV (Postos de Entrega Voluntária) - Utiliza contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos físicos no município, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis;
  • 35. Principais formas de coleta seletiva
    • Postos de Troca – Troca do material a ser reciclado por algum bem.
    • PICs - Outra modalidade de coleta é a PICs, Programa Interno de Coleta Seletiva, que é realizado em instituições públicas e privadas, em parceria com associações de catadores
  • 36. Materiais recicláveis não permitidos Metal Clipes, esponjas de aço, grampos e embalagens de marmita. Papel Vidro Espelhos, vidros planos, lâmpadas, tubos de TV e de vídeo. Carbonos, fotografias, papéis de fax, papel-toalha e papel higiênico usados, etiquetas adesivas, fitas adesivas, papéis plastificados, metalizados ou parafinados, guardanapos e lenços de papel.
  • 37. O processo de reciclar materiais está baseado nestas três condições: Reduzir Reduzir consiste em diminuir a quantidade do lixo produzido, desperdiçar menos, consumir só o necessário, sem exageros. Reutilizar Reutilizar é dar nova utilidade a materiais que na maioria das vezes consideramos inúteis e são jogados no lixo. Existem inúmeras formas de reutilizar os materiais como por exemplo: o caso das embalagens de comestíveis, que após vazias passam a servir de recipientes para fins diversos Reciclar Entrega voluntária dos materiais às cooperativas de catadores ou empresa municipal de recolhimento, para estes serem destinados às indústrias recicladoras e posterior transformação em novos materiais.
  • 38. Composição de material reciclável presente no lixo urbano comum Fonte: Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro/Comlurb Latas de alumínio - menos de 1% dos resíduos urbanos Plásticos - 15% PET - 1,4% Vidros - 3% Papel - 24% Papel ondulado - 4,1% Pneus - 0,5% Compostos orgânicos - 60%
  • 39. Saiba mais sobre coleta seletiva e solidária nestes sites Empresas Municipais de Limpeza Urbana - São Paulo/SP - LIMPURB http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/limpurb - Rio de Janeiro/RJ - COMLURB http://www.rio.rj.gov.br/comlurb/ - Porto Alegre/RS - DMLU http://www2.portoalegre.rs.gov.br/dmlu/ - Belo Horizonte/MG - SLU http://www.pbh.gov.br
  • 40. Organizações Não governamentais
    • - Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem http://www.cempre.org.br
    • - Web-Resol: Instituto para a Democratização de Informações sobre Saneamento Básico e Meio Ambiente http://www.resol.com.br
    • - Ecomarapendi http://www.ecomarapendi.org.br
    • - Movimento Nacional dos Catadores de Material Reciclável http://www.movimentodoscatadores.org.br
    • Fórum Nacional Lixo & Cidadania http://www.lixoecidadania.org.br
    • Programa de domingo na Bandeirante Reciclagem - 8.30h
  • 41. Todos nós produzimos lixo, logo fazemos parte desse problema. No entanto, podemos também fazer parte da solução.
  • 42. DICAS PARA DEIXAR O NOSSO MUNICÍPIO MAIS LIMPO
    • Ponha lixo para fora, em sacos plásticos, nos dias e horários de coleta,. Não esqueça de embrulhar o material cortante.
    • Não jogue lixo em lotes vagos, ruas, canaletas e rede de esgoto.
    • Ao construir ou reformar,não deixe material de construção espalhado no passeio e leve entulho aos locais apropriados;
    • Queimar lixo polui o meio ambiente faz mal a saúde e é proibido por lei.
    • Manter os lotes vagos limpos,murados e com passeio.
  • 43. Embelezamento de propriedades, residências e escolas
    • O embelezamento de uma propriedade, residência e escola pode significar maior bem estar e melhor qualidade de vida.
    • Para obter uma boa aparência, são necessários algumas mudanças em relação a apresentação do local, tais como:
      • Um bom jardim;
      • Plantio de árvores e flores de várias espécies, tanto para embelezar como também para produção de mel e atração da avifauna;
  • 44. Embelezamento de propriedades, residências e escolas
      • Plantio de plantas medicinais, assim podendo ser utilizado na pelas pessoas da propriedade, residência e escola e como forma de renda extra.
      • Plantas ornamentais, melhorando o aspecto visual da propriedade, residência e escola. Este deve ser conciliado com o gosto das pessoas que ali convivem.
      • Tornar a propriedade, residência e escola confortável e aconchegante, através de uma boa organização, pintura e manutenção periódica.
  • 45. Educar é impregnar de sentido as práticas cotidianas. Gutiérrez & Prado, 2002
  • 46.  
  • 47. OBRIGADO
    • A NATUREZA É INEXORÁVEL, E VINGAR-SE-Á COMPLETAMENTE DE UMA VIOLAÇÃO DE SUAS LEIS.
    • Mahatma Gandhi
    • [email_address]
    • [email_address]
    • 00 62 32018729
    • 00 62 32018755