EAD: a chave para uma educação mais inclusiva e de qualidade no Brasil
Inclusão de diretriz sobre educação a distância no ...
Universo EAD – Quais as principais tecnologias a serem adotadas como apoio às metodologias de
ensino?
Luciano Sathler – Ho...
acesso à internet, celular e convive com a expansão de canais de TV. As pessoas aprendem de forma
diferente em tempos de c...
EAD cresce e aparece no Brasil
Cursos a distância somam 5,8 milhões de matrículas em 2012

A educação a distância vai bem,...
O aumento no número de matrículas também apontou uma mudança no perfil dos estudantes que apostam na
educação a distância....
Mercado de trabalho estável, aproveite!
O início do ano pode ser um bom momento para buscar novas oportunidades profission...
Ela explica que informações pessoais muito detalhadas, como RG, CPF, Carteira de Trabalho, número de
filhos, entre outras,...
Cursos de graduação e pós-graduação a distância do Senac têm matrículas abertas até
fevereiro
Instituição homenageada em c...
Boletim Universo EAD Novembro/Dezembro 2013 - Educação a Distância
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Boletim Universo EAD Novembro/Dezembro 2013 - Educação a Distância

630 views
504 views

Published on

O seu informativo sobre tecnologias aplicadas à educação do Senac São Paulo.

Para mais informações, acesse http://j.mp/IVPdMb

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
630
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3
Actions
Shares
0
Downloads
6
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Boletim Universo EAD Novembro/Dezembro 2013 - Educação a Distância

  1. 1. EAD: a chave para uma educação mais inclusiva e de qualidade no Brasil Inclusão de diretriz sobre educação a distância no Plano Nacional de Educação pode colaborar com o cumprimento das metas de matrículas nos níveis médio, técnico e superior A educação a distância (EAD) cresce mais do que a presencial no Brasil. Somente no último ano, a modalidade teve um aumento de 12,2% nas matrículas de graduação, enquanto a educação presencial cresceu apenas 3,1%, segundo dados do Censo da Educação Superior de 2012, divulgado pelo MEC. Pensando na EAD como o alicerce de um futuro sistema de ensino mais inclusivo e de qualidade, a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) apresentou uma proposta à Comissão de Educação, Cultura e Esporte sobre o projeto de lei da Câmara (PLC 103/2012) relacionado ao Plano Nacional de Educação (PNE). Doutor e mestre em administração, Luciano Sathler é diretor da Abed e participou da audiência pública em que o assunto foi abordado no Senado Federal, em outubro. Segundo Sathler, a proposta da Abed contempla a inclusão no PNE de uma diretriz, uma meta e dez estratégias relacionadas à EAD e à inovação educacional, para que seja possível garantir o cumprimento das propostas previstas, especialmente às relacionadas à elevação de matrículas na educação de níveis médio, técnico e superior. Para tanto, ele diz que é preciso garantir melhorias na infraestrutura, ampliar os esforços na formação de docentes, permitir maior criatividade no desenvolvimento das metodologias didáticas e selecionar adequadamente as tecnologias a serem adotadas nas salas de aulas. Leia nossa entrevista sobre os desafios e as perspectivas da EAD no país! Universo EAD – Em linhas gerais, qual é a proposta da Abed com relação à promoção da EAD no Brasil? Luciano Sathler – Basicamente, a Abed defende a expansão da EAD com qualidade no Brasil. Isso implica, também, na realização de pesquisas que colaborem com o desenvolvimento da área e ajudem a difundir as melhores práticas na modalidade. Além disso, também acreditamos na EAD como uma ferramenta de apoio ao ensino presencial. Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 2
  2. 2. Universo EAD – Quais as principais tecnologias a serem adotadas como apoio às metodologias de ensino? Luciano Sathler – Hoje em dia, você precisa incluir as redes sociais para promover o máximo de interação possível, trabalhar com tecnologias de disponibilização e organização de conteúdo, como os ambientes virtuais de aprendizagem, e garantir o acesso das pessoas à internet. Além disso, é preciso adotar tecnologias relacionadas à mobilidade, incluindo equipamentos, como celulares e tablets, e softwares que permitam o uso dessas funcionalidades. Universo EAD – Como a EAD pode colaborar com os processos de inclusão? Luciano Sathler – A primeira colaboração é referente à democratização do acesso à educação. A Unesco tem a proposta de dobrar a população universitária no mundo. Aqui, nossa meta é mais que triplicar a taxa bruta de matrículas no ensino superior. Porém, uma pesquisa da mesma organização aponta que há uma carência no mundo de 8,5 milhões de professores para a educação básica. No Brasil, estima-se a carência de 175 mil professores de física, química e matemática. Ou seja, temos uma crescente necessidade de profissionais com mais formação e não será possível atingir essas metas sem o apoio da EAD. Universo EAD – E os docentes estão sendo preparados para essa mudança? Luciano Sathler – Ainda são tímidas iniciativas. Para isso, em primeiro lugar, é preciso prover melhor infraestrutura e inserir tecnologia nas salas de aula, não apenas nos laboratórios. Também é necessário que os gestores, sejam de órgãos públicos ou instituições privadas, priorizem a valorização do docente que incorpora a tecnologia para mudar estratégias de ensino. Por fim, todo o sistema de ensino precisa garantir, criar e promover um programa permanente de formação para os docentes. Universo EAD – Ainda há algum tipo de preconceito com relação à EAD? Luciano Sathler – Sim, em várias partes do país ainda há preconceito. Porém, onde muitas vezes a EAD é a única opção ou a de maior qualidade, percebe-se mais rapidamente a importância da modalidade. Nos grandes centros urbanos, onde há maior concentração populacional, esse preconceito também tende a diminuir rapidamente diante do aumento de bons resultados alcançados por profissionais formados em cursos a distância. Universo EAD – Quais níveis de ensino podem ser beneficiados com a ampliação da oferta de EAD? Luciano Sathler – Hoje, os mais beneficiados são, principalmente, os níveis superior e técnico, além da educação de jovens e adultos (EJA). Porém, no que chamamos de modelo híbrido, as metodologias estão sendo incorporadas à modalidade presencial e, assim, também beneficiam a educação básica para crianças e adolescentes. Universo EAD – Em sua opinião, quais as principais vantagens que a EAD pode oferecer a esses alunos? Luciano Sathler – Sempre passa pela questão da flexibilidade de tempo e de espaço. O aluno pode estudar no melhor momento para ele e onde preferir. Outra vantagem é a personalização das relações de ensino e aprendizagem. Quando o aluno está no ambiente virtual, ele encontra um corpo de tutores e docentes para dialogar durante a semana, fora do horário tradicional das aulas. Na EAD, há alunos que conseguem se manifestar mais do que em aulas presenciais e têm suas dúvidas atendidas de forma individualizada. Universo EAD – Como podemos garantir que haja benefícios efetivos da EAD, se muitos estudantes têm dificuldade de aprendizado? Luciano Sathler – Boa parte do déficit de desempenho dos estudantes tem a ver com um sistema não adequado de ensino. O modelo tradicional de aulas não atende mais aos alunos, pois a ampla maioria tem Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 3
  3. 3. acesso à internet, celular e convive com a expansão de canais de TV. As pessoas aprendem de forma diferente em tempos de convergência digital. Universo EAD – A taxa de evasão entre os alunos do ensino médio ainda é bastante elevada no país. É possível que a oferta de cursos – ou de um percentual de aulas – a distância ajude a mudar esse cenário? Por quê? Luciano Sathler – O modelo em que o professor fala, o aluno escuta e depois é cobrado com uma prova está falido. Por isso, o nível de atenção e interesse desses alunos nas escolas tradicionais está tão baixo. O aluno de hoje não vê sentido em decorar coisas, pois a informação ficou fácil demais de ser acessada. O lado ruim é que diminui a disponibilidade dos estudantes para aprender conceitos mais abstratos, como a matemática, por exemplo. Assim, é preciso encontrar novos métodos que ensinem a partir de aplicações práticas, nas quais eles vejam mais sentido em se dedicarem aos estudos. Mudar as metodologias e incorporar tecnologias, certamente, pode colaborar para reverter essa evasão. Universo EAD – Qual é a visão da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal com relação à proposta de expansão da EAD no país? Luciano Sathler – No dia da audiência pública, os senadores presentes se manifestaram fortemente a favor da expansão da EAD no país. E a proposta que foi encaminhada pela Abed à comissão é para incluirmos uma diretriz no PNE para promover a EAD e adotar tecnologias da informação e de comunicação que ajudem a renovar as práticas pedagógicas. Também solicitamos a inclusão da Meta 21 ao PNE, descrevendo dez estratégias para alcançá-la. Universo EAD – Qual é a previsão da Abed com relação ao avanço da proposta junto à Comissão de Educação, Cultura e Esporte? Luciano Sathler – A expectativa é que entusiastas, pesquisadores, professores, mantenedores e gestores de órgãos públicos de ensino possam colaborar com esse avanço. O ideal é que se manifestem a favor e, se possível, mantenham contato com senadores e deputados para explicar o quanto a EAD merece destaque no PNE. Universo EAD – Podemos esperar que a EAD faça parte do cotidiano de cada vez mais cidadãos? Em um cenário realista, quando isso deverá ocorrer? Luciano Sathler – Nós acreditamos na educação aberta, flexível e a distância como uma tendência inexorável para a sociedade. Hoje, as pessoas precisam estudar e se atualizar de maneira permanente. E isso as leva a optar, prioritariamente, por essa modalidade. Além disso, a democratização do acesso à educação de qualidade já está ocorrendo e tende a crescer. Universo EAD – Quais são suas considerações finais sobre nossa entrevista? Luciano Sathler – Na realidade, a EAD toca em um assunto muito maior, que é a inovação educacional. Temos um sistema educacional que está estruturado para atender a uma sociedade industrial. Porém, estamos vivendo na sociedade da informação, na qual a convergência digital é um dos principais fatores que determina a possibilidade de desenvolvimento de países, empresas e pessoas. Ainda que haja modelos de EAD que sejam uma réplica empobrecida do modelo tradicional, a inovação educacional é o grande tema que dá sustento à modalidade. Por isso, precisamos inovar para ampliar uma oferta educacional que seja realmente de boa qualidade! Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 4
  4. 4. EAD cresce e aparece no Brasil Cursos a distância somam 5,8 milhões de matrículas em 2012 A educação a distância vai bem, obrigado; cresce e atrai cada vez mais alunos, inclusive entre os mais jovens. Esse pode ser um rápido resumo do Censo EAD.BR 2012, divulgado pela Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) no fim de setembro. Comparando os novos dados aos resultados de 2011, o censo apontou um crescimento de 52,5% nas matrículas durante o período, alcançando a marca de quase 5,8 milhões de inscritos. Desse total, 74,4% das matrículas foram realizadas em cursos livres, 19,8% nos autorizados e 5,8% em disciplinas de cursos presenciais que podem ser realizadas a distância. Ao mesmo tempo em que aumentaram as matrículas, a evasão caiu entre 2011 e 2012. Dentre as principais causas de desistência apontadas, destacaram-se a falta de tempo para estudar e participar do curso (23,4%), a falta de adaptação à metodologia (18,3%) e o aumento de tarefas no trabalho (15%). Outro dado apresentado pelo Censo EAD.BR 2012 foi a concentração dos cursos reconhecidos e autorizados no nível superior: 53% das ofertas eram referentes a cursos de pós-graduação e 26% de graduação. O estudo foi realizado com uma amostra de 231 instituições. Destas, 44,8% são privadas – com ou sem fins lucrativos – e 23,3% são públicas (16,2% federais e 7,1% estaduais). As instituições sem foco exclusivo na área educacional correspondem a 11,5%, seguidas de 10,3% das que compõem o Sistema S (Senac, Senai, Senar, Sesc, Sescoop, Sesi e Sest). A maior parte das instituições que participou da pesquisa é da região Sudeste (46,4%), seguida pela região Sul (20,6%). Segundo a Abed, todas as regiões do Brasil tiveram representação no estudo, mas o destaque ficou para a região Norte (7%), que tem aumentado a participação nos últimos três anos. O Sudeste do país também concentra a maioria das ofertas de cursos reconhecidos (49%) e livres (62%). A região Sul é a segunda em volume, enquanto a região Centro-oeste é a segunda em relação à oferta de cursos livres. Novo perfil de alunos Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 5
  5. 5. O aumento no número de matrículas também apontou uma mudança no perfil dos estudantes que apostam na educação a distância. Hoje, a ampliação da oferta de cursos nessa modalidade já começa a atrair um público mais jovem. Em 2011, a média de idade dos alunos que optava pela EAD era de 33 anos – faixa etária já bem mais jovem que a média de 40 anos, apurada em meados da década passada. O estudo aponta que, em 2012, a maior parte dos estudantes tinha entre 18 e 30 anos – tanto nos cursos autorizados (50%) como nos livres (59%). E, nesse novo cenário, os alunos com idade entre 31 e 40 anos passaram a ser maioria apenas nos cursos corporativos. A mudança do perfil não para por aí. O Censo EAD.BR 2012 também detectou que as mulheres com até 30 anos são maioria, representando 51% das matrículas nos cursos autorizados e livres. Mesmo em minoria, o número de homens cresceu entre 2011 e 2012, saltando de 43% dos alunos de cursos autorizados e livres e 52% nos corporativos para 45% e 56%, respectivamente. Com a mudança do perfil, os cursos a distância passam a atender alunos que buscam um diploma de curso superior ou querem atualizar os conhecimentos profissionais. Na prática, são estudantes que não começaram a graduação logo após o ensino médio, já trabalham e não têm condições de frequentar diariamente uma faculdade. Enfim, são alunos que veem o diploma como uma alternativa em busca da ascensão profissional e, mesmo diante de dificuldades, desejam se aprimorar. De acordo com Luciano Sathler, diretor da Abed, a modalidade favorece a democratização do acesso à educação. E, dentre as principais vantagens desses cursos, destaca-se a flexibilidade de tempo e de espaço. “O aluno pode estudar no momento que for melhor e onde preferir, com a vantagem de que, no ambiente virtual, ele encontra um corpo de tutores e docentes para dialogar fora das aulas.” Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 6
  6. 6. Mercado de trabalho estável, aproveite! O início do ano pode ser um bom momento para buscar novas oportunidades profissionais; contudo, para prosperar, é preciso se preparar O mercado de trabalho formal, embora com algumas oscilações, tem mostrado tendências de estabilidade no Brasil, segundo o Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em outubro pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a geração de empregos formais durante 2013 já totalizava um saldo anual superior à marca de 1,3 milhão de vagas. Mas como aproveitar o momento de estabilidade para aprimorar o currículo e buscar avanços na carreira profissional diante de tanta correria? Para João Vianney, especialista em psicologia da comunicação e consultor de projetos para educação a distância, tal modalidade é uma excelente alternativa de apoio aos processos de inclusão social no Brasil, especialmente com a oferta de novos cursos de graduação. “O país precisa de mais pessoas estudando para melhorar os níveis de competitividade da economia. E, no campo pessoal, as pesquisas do IBGE mostram que, ao concluir um curso superior, a renda média obtida aumenta em até 120%. Estudar, portanto, é um caminho virtuoso para as pessoas.” Assim, a educação a distância cresce no Brasil e se torna uma alternativa viável, ágil e de qualidade para quem deseja ingressar no mercado de trabalho, mudar de carreira ou buscar uma promoção. Porém, incrementar o currículo com novos cursos não é a única maneira de avançar no mercado de trabalho. Segundo Marcelo Cuellar, gerente da consultoria de recrutamento Michael Page, uma boa maneira de ampliar a rede de contatos profissionais é participar ativamente de redes sociais, postando projetos e informações de acordo com os temas relacionados a pessoas de seu interesse, especialmente no LinkedIn. Como apresentar um bom currículo? Ferramenta obrigatória na hora de uma apresentação profissional, um bom currículo tem de ser eficiente e vendedor. Segundo Vânia Cozzolino, diretora da consultoria de recrutamento e seleção Talent Group, a metade da primeira página do currículo é como uma propaganda exibida em horário nobre. “Nesse espaço, cite suas principais conquistas e melhores habilidades. Essa tática faz com que o recrutador veja de cara as informações mais importantes.” Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 7
  7. 7. Ela explica que informações pessoais muito detalhadas, como RG, CPF, Carteira de Trabalho, número de filhos, entre outras, são totalmente dispensáveis. Basta incluir nome, telefones residencial e celular para contato, endereço (pode ser apenas bairro, cidade e estado) e um e-mail profissional ─ ou seja, nada de gatinho@querovc.com.br, por exemplo. Manter a ortografia e a gramática impecáveis é fundamental, pois erros podem ser fatais no processo de seleção. Além do frequente “gerundismo”, é preciso ter cuidado com as concordâncias nominais e verbais. A utilização de parágrafos curtos, com cerca de duas linhas, também é indicada. “Seja claro quanto ao objetivo do seu currículo”, reforça Vânia. Ela explica que nada adianta relatar uma grande experiência na área financeira, se o candidato busca vaga no setor de saúde de uma empresa. Assim como não é preciso incluir o primeiro emprego como office-boy, se a pessoa busca um cargo na gerência de sistemas. Na hora de relatar experiências de trabalho, é preciso descrevê-las em ordem cronológica, apresentando-as da atual para a mais antiga. E o ideal é fazer com que esse histórico profissional evidencie a experiência relacionada à área desejada. Inclua os resultados alcançados com objetividade, expondo dados quantitativos e, principalmente, reais. NUNCA! A mais importante das dicas é bem simples: NUNCA MINTA! Ser honesto é fundamental e bons recrutadores costumam checar informações como cursos, certificações, idiomas e atividades realizadas. Exageros na formatação e no layout, incluindo a utilização de cores, letras desenhadas e imagens, também comprometem negativamente a avaliação. E se você não busca uma vaga de modelo, não é preciso anexar foto. Jamais coloque a pretensão salarial nem os benefícios desejados no currículo. Também não acrescente hobbies ou atividades de lazer que não sejam relacionados ao trabalho desejado, tampouco viagens feitas durante as férias. Contatos de referência também são dispensáveis, pois podem ser solicitados durante a entrevista. E, caso solicitem, telefone para a pessoa indicada e informe que ela poderá ser procurada para dar referências sobre você. Aproveite a temporada Segundo Vânia, os recrutadores analisam os currículos recebidos de acordo com as vagas em aberto. Por isso, mesmo que o candidato já tenha enviado o seu currículo a uma empresa, ela recomenda mandar novamente, caso surja interesse em uma vaga diferente da pleiteada anteriormente. Muitas empresas têm um bom volume de contratações nos primeiros meses do ano. Por isso, é preciso estar bem preparado para buscar novas oportunidades. Saiba mais sobre os cursos a distância que o Senac oferece em todo o país e aprimore-se! Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 8
  8. 8. Cursos de graduação e pós-graduação a distância do Senac têm matrículas abertas até fevereiro Instituição homenageada em congresso internacional de educação a distância totaliza mais de 100 opções de cursos na modalidade. Dentre esses, há 15 opções de pós-graduação (em 25 Estados e no Distrito Federal) e 10 de graduação. As matrículas vão, respectivamente, até 28 e 4 de fevereiro O Centro Universitário Senac está com inscrições abertas para cursos a distância de nível superior. Até 4 de fevereiro, poderão ser feitas as matrículas para uma das 10 opções de graduação, relacionadas às áreas de comércio, gestão, informática e educação. Com inscrições que vão até 28 de fevereiro, a pós-graduação a distância totaliza 15 títulos para estudantes de todo o país, incluindo opções ligadas à educação, gestão, produção de alimentos e ao meio ambiente. Responsável pela maior rede de educação a distância do Brasil, o Senac já conta com 226 polos de atividades presenciais – necessários para encontros, apresentações e avaliações de nível superior. Dessa forma, estudantes de 25 Estados e do Distrito Federal têm acesso a cursos de pós-graduação de qualidade, ministrados a distância. Senac é destaque em congresso internacional Com o tema Bons Profissionais Fazem Bons Programas de EAD: como estamos?, a 19ª edição do Congresso Internacional Abed de Educação a Distância foi realizada no mês de setembro, em Salvador (BA). Além de instituições de ensino, o congresso reuniu docentes, estudantes, pesquisadores, especialistas em design e tecnologia. O Senac Nacional foi homenageado durante a cerimônia de abertura do evento – que é considerado o mais importante da modalidade no Brasil e é promovido pela Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed). “A distinção representa uma 'chancela' de qualidade do que fazemos nesse formato de ensino, como também reafirma a seriedade e o comprometimento de nosso trabalho”, comentou Anna Beatriz Waehneldt, diretora de educação profissional do Departamento Nacional do Senac. Com diversas opções de formação, o Senac tem se destacado na oferta de cursos a distância, em variados níveis e áreas, seja na capacitação formal, de especialização ou livre. Atualmente, nessa modalidade, a instituição oferece mais de 100 opções de cursos, incluindo títulos livres, técnicos, graduações, pós-graduações e extensões universitárias. Boletim Universo EAD – Novembro/Dezembro 2013 - ano IX nº 81 Página 9

×