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Lisboetas por um ano: maturidade, responsabilidade e jogo de cintura

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Artigo publicado na Revista Iniciação – edição Vol. 3, nº1, Ano 2014
Publicação Científica do Centro Universitário Senac - ISSN 2179-474X

Acesse a edição na íntegra!

http://www1.sp.senac.br/hotsites/blogs/revistainiciacao/?page_id=13

Resumo

Após longos processos burocráticos, decepções e surpresas recebemos a
notícia de que estava tudo certo, bastava arrumarmos as malas que o avião estava
partindo rumo a Lisboa, Portugal. Havíamos conseguido! Lisboa superou nossas
expectativas já nos primeiros dias e durante o nosso período de estadia não poderia
ser diferente. A maturidade, a responsabilidade e o jogo de cintura foram os pilares
de toda a nossa vida lisboeta, tanto nos estudos como na convivência social. Foi um
ano repleto de experiências novas, conquistas e aprendizados que levaremos para a
vida toda.

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Lisboetas por um ano: maturidade, responsabilidade e jogo de cintura

  1. 1. Iniciação - Revista de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística Edição Temática: Comunicação, Arquitetura e Design Vol. 3 no 1 - janeiro de 2014, São Paulo: Centro Universitário Senac ISSN 2179474 X © 2014 todos os direitos reservados - reprodução total ou parcial permitida, desde que citada a fonte portal de revistas científicas do Centro Universitário Senac: http://www.revistas.sp.senac.br e-mail: revistaic@sp.senac.br Lisboetas por um ano: maturidade, responsabilidade e jogo de cintura. Liboetas for one year: maturity, responsibility and adaptability Isadora Zuanazzi, Verônica Coachman, Wesley Vargas Centro Universitário Senac Departamento de Humanas - Bacharelado em Design com Habilitação em Design Industrial isadora.zuanazzi@gmail.com, veronicavidigal@coachman.com.br, wesleyvargas91@gmail.com Resumo. Após longos processos burocráticos, decepções e surpresas recebemos a notícia de que estava tudo certo, bastava arrumarmos as malas que o avião estava partindo rumo a Lisboa, Portugal. Havíamos conseguido! Lisboa superou nossas expectativas já nos primeiros dias e durante o nosso período de estadia não poderia ser diferente. A maturidade, a responsabilidade e o jogo de cintura foram os pilares de toda a nossa vida lisboeta, tanto nos estudos como na convivência social. Foi um ano repleto de experiências novas, conquistas e aprendizados que levaremos para a vida toda. Palavras-chave: ciência sem fronteiras, intercâmbio, Lisboa, revista científica. Abstract. After many bureaucratic processes, disappointments and surprises, we received the news that everything was fine. We just had to organize our bags as the plane was leaving towards Lisbon, Portugal. We did it! Lisbon already surpassed all of our expectations during the first days, and it could not be any different throughout the whole period we would spend there. The maturity, the responsibility and adaptability were essential foundations for our life in Lisbon, both in the academic aspect as in the social coexistence part. It was a year full of new experiences, conquers and knowledge that we will keep for the rest of our lives. Key words: science without borders, exchange, Lisbon, scientific magazine.
  2. 2. Iniciação - Revista de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística - Vol. 3 no 1 - janeiro de 2014 Edição Temática: Comunicação, Arquitetura e Design 2 1. Preparativos Em meados do nosso programa de Iniciação Científica, experiência essa que aconselhamos para todos os alunos que queiram ampliar seus conhecimentos pessoais e profissionais, ficamos cientes da possível oportunidade de participar de um programa de intercâmbio acadêmico no exterior, através da Profª Drª Myrna de Arruda Nascimento. Sem muitas informações a respeito, já que se tratava do programa Ciência Sem Fronteiras, e este havia acabado de começar, aceitamos o desafio. A partir daí, começou uma correria burocrática, entre papéis, comprovantes, relatórios, consulados. Cada um de nós escolheu um país para estudar e tudo parecia estar encaminhado como deveria. Porém, muito perto de possivelmente completarmos todos os requisitos do programa, veio a decepcionante notícia de que não conseguiríamos viajar devido a questões internas com as universidades que escolhemos. Não podíamos acreditar que tanto esforço havia sido perdido, mas é claro, ele não foi. Em Agosto de 2012 fomos avisados de que haviam oportunidades para Lisboa (Portugal) e no mesmo mês, contrariando todos os pessimismos, elas eram nossas! Foi nesse momento em que percebemos que todas as histórias sobre as experiências de intercâmbio iam finalmente acontecer conosco. Naquele momento só havia a notícia ecoando em nossas cabeças e uma sensação muito boa de recompensa, já que conseguir a bolsa não foi nada fácil. 2. Vida em Lisboa Os primeiros 2 dias em Lisboa pareciam férias. Era verão, pelo menos 35º, e o sol deixava a cidade ainda mais amarelada, e linda. Foi amor a primeira vista, Lisboa já havia superado qualquer expectativa. Miguel Monteiro fala de uma maneira no mínimo precisa sobre a relação da cidade com a Luz, o Céu e o rio Tejo em seu site Arca de Darwin. A cor dos edifícios de Lisboa, além das tintas que lhe dão vida, resulta de um diálogo permanente com o sol, com o azul de um céu varrido pelo vento, e com o enorme espelho que é o Tejo. Isto, claro, nas colinas, porque o resto da cidade é uma mistura incaracterística, onde até cabem os devaneios arquitectónicos de Tomás Taveira. (Monteiro, Miguel, 2012) Figura 1. As cores dos edifícios de Lisboa
  3. 3. Iniciação - Revista de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística - Vol. 3 no 1 - janeiro de 2014 Edição Temática: Comunicação, Arquitetura e Design 3 A vida real começou a bater em nossa porta assim que começaram as burocracias (podemos dizer que já estávamos acostumados) e a dificuldade em achar um apartamento que estivesse dentro do nosso orçamento e minimamente habitável. Nos pareceu impossível quando chegamos na 2ª semana de busca. Mas enfim achamos o lugar ideal e bem perto do centro, o que faria a locomoção bem mais fácil. Mal sabíamos que ele haveria de se tornar O Apê Mais Giro de Lisboa! (Giro: Gíria portuguesa que significa muito legal, muito bom.) Foi neste apartamento que nós, enfim, nos deparamos com as maravilhas e “surpresas” de se morar sozinho. A liberdade é, sem dúvida alguma, um ponto bastante entusiasmante quando se mora sozinho, mas ela vem de mãos dadas com a responsabilidade que por sua vez pede como pré-requisito uma certa maturidade pra quem quer desfrutá-la. Se policiar quanto ao pagamento das contas de água, luz, internet e aluguel; manter a dispensa em dia para não ter que abusar dos fast-foods; e principalmente se esforçar quanto aos estudos, afinal seria um ano em Lisboa, morando sozinho. Ou seja, um ano que nos cobraria muita coisa e que ficaria para sempre gravado em nós e no nosso histórico acadêmico. 3. A Universidade Nossa vida acadêmica no exterior também havia começado. E a Universidade Técnica de Lisboa, tanto quanto viagens e novos amigos, foi uma das coisas que mais nos surpreendeu. Nossas matérias foram previamente definidas por nossa faculdade e futuramente validadas aqui no Brasil e nosso período de estudos era, na maioria dos dias, integral. Ficamos mais íntimos e com um olhar mas aprofundados sobre assuntos que já conhecíamos, e também enriquecemos nossa base acadêmica com milhares de outras informações e curiosidades. Nos arriscamos a fazer coisas que não conhecíamos e pudemos conviver com professores que não nos abandonaram nessa empreitada. Figura 2. Chafariz do Miradouro de São Pedro de Alcântara, em Príncipe Real, Lisboa   Figura 3. Cerimônia da Benção das Fitas – Formatura dos universitários portugueses
  4. 4. Iniciação - Revista de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística - Vol. 3 no 1 - janeiro de 2014 Edição Temática: Comunicação, Arquitetura e Design 4 A maturidade, a responsabilidade e o jogo de cintura foram os pilares de toda a nossa vida lisboeta. Fosse na Universidade ou em nosso convívio social, afinal éramos 3 conhecidos aqui no Brasil que nunca tinham morado completamente sozinhos, e por conta própria, e ainda mais fora do nosso país. Todos esses fatores se tornaram uma grande teia que nos melhoraram como indivíduos, melhoraram nosso convívio em sociedade e sem dúvida nosso aprendizado. Essa foi sem dúvida a nossa bagagem mais pesada mas que nunca excederá o limite permitido.
  5. 5. Iniciação - Revista de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística - Vol. 3 no 1 - janeiro de 2014 Edição Temática: Comunicação, Arquitetura e Design 5 Referências Monteiro, Miguel. Arca de Darwin. Disponível em: <http://www.arcadedarwin.com/2012/12/28/a-cor-de-lisboa/>. Acesso em: 15 Out. 1013, 18:30 Banco de Imagens Figura 1 – Acervo pessoal Figura 2 – Acervo pessoal Figura 3 – Acervo pessoal

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