Rios portugueses-Recursos hídricos-10ºano
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Rios portugueses-Recursos hídricos-10ºano

on

  • 213 views

 

Statistics

Views

Total Views
213
Views on SlideShare
140
Embed Views
73

Actions

Likes
0
Downloads
1
Comments
0

3 Embeds 73

http://irrml.blogspot.pt 71
https://draft.blogger.com 1
https://www.blogger.com 1

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Rios portugueses-Recursos hídricos-10ºano Rios portugueses-Recursos hídricos-10ºano Presentation Transcript

  • Fases do Ciclo Erosivo do Perfil Longitudinal do rio A - Fase da Juventude B - Fase da Maturidade C - Fase da Velhice
  • Fases do Ciclo Erosivo do Rio - Perfis Transversais
  • Perto da nascente do Rio Homem – Afluente do Rio Cávado FAIAL - Rio Homem
  • Rio Homem – Fase da Juventude Nasce na Sª do Gerês. Inicia o seu percurso de forma selvagem exercendo um forte poder erosivo: as rochas graníticas arredondadas que se vêem resultam da longa batalha entre o rio – um rio “jovem” - e as rochas que lhe servem de leito.
  • Rio Homem – Cascata perto da nascente
  • Rio Cávado - Barragem da Caniçada (Gerês)
  • Rio Homem Rio Cávado Curso inicial dos rios – predomínio do Desgaste
  • “Canhão” do Rio Cávado Com nascente na Sª do Larouco, o Rio Cávado rompe o seu percurso num relevo rejuvenescido com a orogenia alpina, fortemente acidentado, fracturado e falhado.
  • Rio Cávado – curso médio
  • Rio Cávado – curso inferior e na Foz Estuário – é visível a forte sedimentação na fase de velhice do rio À esquerda, o mar; à direita, o Cávado; em segundo plano, a arriba fóssil
  • Confluência do Rio Cávado vista do Oceano
  • Vista aérea do Curso terminal do Rio Cávado Ofir Esposende Foz Fão
  • Rio Minho Norte Litoral Rio Ave Foz do Rio Minho, em Caminha – o rio faz fronteira com Espanha. Na imagem é visível a orientação discordante do relevo acidentado relativamente ao mar. Esta abertura permite a entrada dos ventos húmidos de Oeste. Rio Ave na sua passagem por Vila de Conde onde desagua no Oceano Atlântico. Tal como o vale do Rio Minho, o vale do Rio Ave apresenta uma orientação NNE/SSW, sensivelmente, uma orientação alpina.
  • Rio Vez – afluente do Rio Lima
  • Estuário do Rio Lima Rio Lima em Viana do Castelo, perto da foz: são notórias as “ilhotas” de areia resultantes da forte sedimentação.
  • Rio Sabor – afluente do Rio Douro O rio Sabor é considerado o último rio selvagem de Portugal devido à ausência de barragens ao longo dos mais de 120 km do seu percurso através de Trás-os-Montes, ao isolamento do seu vale e à grande diversidade de habitats naturais e espécies que aí ocorrem. Orientado no sentido Norte-Sul, verdadeiro eixo de Trás-os-Montes, o Sabor é um autêntico corredor ecológico, onde estão representadas algumas das mais ameaçadas espécies de vertebrados nacionais. O seu estatuto de protecção actual (Zona de Protecção Especial para as Aves e Rede Natura 2000) só peca por escasso.Foz
  • Rio Douro – Curso Médio
  • Rio Douro Pinhão Porto/Gaia Estuário - Cabedelo
  • Bacia Hidrográfica do Douro Rio Sousa Rio Sabor Afluente da margem direita do rio Douro, nasce na Sierra de Gamoneda em Espanha, entra em Portugal atravessando a Serra de Montesinho no distrito de Bragança. Desagua a jusante da Barragem do Pocinho Afluente, também, da margem direita do rio Douro, desagua em Foz de Sousa e nasce em Felgueiras. Ao longo do seu percurso rasgou um vale relativamente encaixado num espaço integrado geologicamente no Maciço Antigo Ibérico, onde predominam rochas duras (granitos e xistos).
  • Rio Paiva – águas bravas Curso de água de média dimensão, o rio Paiva é um rio português que nasce na Serra da Nave em Moimenta da Beira e desagua no Douro em Castelo de Paiva, com um comprimento de cerca de 111 km . Foi considerado ainda não há muitos anos o rio menos poluído da Europa, e ainda hoje é local de desova da truta.
  • Aproveitamento das águas fluviais – as BARRAGENS As barragens são construções que visam o aproveitamento dos cursos fluviais para, por exemplo, • reterem grandes quantidades de água • abastecerem de água áreas residenciais, agrícolas ou industriais • produzirem energia • ajudarem à regularização dos caudais. Trata-se de autênticas barreiras artificiais mais largas em baixo devido ao aumento de pressão da água em relação à profundidade. Barragem de Picote – Miranda do Douro
  • A água nestas represas não pode exceder limites de segurança necessários ao funcionamento das barragens, caso das barragens de produção de energia hidroeléctrica. Daí que, tenham de ter a parte inferior reforçada , sendo, por isso, mais larga a parte inferior da parede da barragem do que a parte superior. A acumulação da água a montante das barragens leva à formação de lagos artificiais, normalmente, apelidados de albufeiras. Barragem de Castelo de Bode – Rio Zêzere
  • Nos períodos de excessiva queda pluviométrica pode ser preciso abrir as comportas provocando cheias a jusante da barragem. Em períodos de seca exagerada pode ser posta em causa essa mesma produção por falta de água. O planeamento e gestão dos recursos hídricos ibéricos tem, obrigatoriamente que ser articulado com o planeamento e gestão dos recursos hídricos da parte espanhola das bacias partilhadas entre os dois países. [ no quadro do direito  internacional (com destaque para a Convenção sobre a Protecção e a Utilização dos Cursos de Água Transfronteiriços e Lagos Internacionais – Convenção de Helsínquia)  comunitário (com destaque para a Directiva Quadro da Água)  bilateral (Convénios de 1964 e 1968 e a “Convenção sobre Cooperação para o Aproveitamento Sustentável das Águas das Bacias Hidrográficas Luso-Espanholas”, adiante designada por Convenção de Albufeira) http://cnpgb.inag.pt/gr_barragens/gbportugal/Lista.htm
  • Localização das Barragens
  • Nascente do Rio Leça Início do caudal do rio Curso médio O Rio Leça nasce no Monte de Santa Luzia (concelho de Santo Tirso) e tem a sua foz no oceano Atlântico, junto ao porto de Leixões. Atravessa uma região onde a actividade industrial é intensa, o que, a par da falta de tratamento dos resíduos industriais, muitas vezes, lançados directamente nas suas águas, põe em perigo a qualidade das suas águas tornando-as fortemente poluídas.
  • Rio Vouga Rio com origem na serra da Lapa desagua no oceano Atlântico através de um delta impropriamente designado por "ria de Aveiro". tem no seu curso três secções bem marcadas. Começa por ser um rio de planalto até S. Pedro do Sul; depois, corre entre zonas montanhosas, recebe a água de vários afluentes e passa num vale profundo com meandros encaixados - rio de montanha; finalmente, ao deixar o Maciço Antigo, o Vouga muda de aspeto, corre entre margens largas e baixas, descrevendo meandros com uma forte ação acumuladora - rio de planície
  • Rio Vouga
  • Rio Zêzere - nascente e percurso de montanha Serra da Lousã
  • Nascente do Rio Mondego “Mondeguinho” Nasce a 1425 m de altitude na Sª da Estrela. Após uma fase inicial com uma orientação SW/NE, inicia o seu curso médio com uma orientação NE/SW por entre um vale apertado em rochas graníticas e metamórficas. O troço terminal (cerca de 40 km) é percorrido através de uma planície aluvial, extremamente fértil e onde se localizam alguns dos mais produtivos arrozais da Europa.
  • Mondego - A poucos km da nascente Campos de arroz
  • Rio Mondego junto à sua foz na Figueira da Foz Rio Mondego em Penacova - meandro
  • Rio Alviela – Nascente em pico de cheia
  • Rio Alviela – Maciço Calcário Estremenho A nascente do rio Alviela situa-se na transição entre o Maciço Calcário Estremenho e a Bacia Terciária do Baixo Tejo, paisagem constituída principalmente por arenitos. A sua bacia de alimentação estende-se ao longo de cerca de 180 km2, onde a água percorre verdadeiros labirintos subterrâneos até chegar à nascente. O rio Alviela é alimentado durante todo o ano por uma nascente permanente, mas em períodos de maior precipitação a água é também expelida através de nascentes temporárias, nomeadamente por uma saída temporária de extravasamento situada junto à nascente principal (Olhos de Água) e por uma outra situada junto ao Poço Escuro. Desde 1880 até bem próximo da actualidade, a nascente do Alviela foi uma das principais fontes de abastecimento de água à cidade de Lisboa (através da EPAL), e ainda hoje “abre portas” a um dos maiores reservatórios de água doce do país.
  • Nascente do rio Alviela (em pico de cheia), na Gruta do Alviela, um caso de exsurgência em relevo cársico. O rio é um afluente do rio Tejo. Poço escuro (nascente temporária do rio Alviela)
  • Polje de Mira, Minde – Maciço Calcário Estremenho Quando o entrada de água no sistema é superior ao caudal permitido pelas nascentes, a água eleva-se dentro da rede e inunda esta área deprimida que é o polje, através de 2 ou 3 algares existentes na sua base, formando este mar temporário. Uns tempos depois, com a diminuição da precipitação, este "mar" esvazia pelos mesmos locais por onde inundou. Forma de relevo cársico constituída por uma vasta depressão fechada, de fundo chato. O polje de Mira- Minde é drenado na periferia do maciço pelas nascentes dos rios Lena, Alviela e Almonda só para citar as mais conhecidas.
  • Rio Tejo – O maior da Península, o terceiro em Bacia Hidrográfica Vista do Tejo em Cáceres, Espanha Passagem do rio Tejo em Toledo, Espanha
  • Estuário do Rio Tejo
  • Rio Tejo no seu percurso pelo Ribatejo: Diversidade de solos e climas aliados a explorações vitivinícolas de grande dimensão com baixos custos de produção são as principais características do Ribatejo O rio Tejo está omnipresente na paisagem ribatejana e é um dos responsáveis pelo clima, pelo solo e consequentemente, pela fertilidade da região. No Ribatejo o clima é mediterrânico, contudo sofre a influência do rio, por isso as estações do ano são amenas.
  • Rio Ponsul - reflexo da irregularidade da precipitação, os rios nacionais apresentam um regime periódico O rio Ocreza é um afluente da margem direita do rio Tejo. Nasce na Serra da Gardunha e corre para Sul. Na imagem é notório o trabalho de acumulação resultante da erosão fluvial . Afluentes do Rio Tejo
  • Rio Mira – junto a Vila Nova de Mil Fontes
  • Rio Mira, que nasce na Sª do Caldeirão, vai desaguar no Oceano Atlântico depois de um percurso de orientação S/N Na vista aérea é visível o resultado do assoreamento junto à foz em Vila Nova de Mil Fontes.
  • Rio Sado – passagem em Alcácer do Sal Alcácer do Sal O Rio Sado, tal como o Rio Mira, corre de Sul para Norte
  • Rio Sado - Foz O rio, inteiramente português, tem um caudal relativamente pouco caudaloso devido a vários factores, nomeadamente:  o clima mais árido do Alentejo (nasce na Sª da Vigia) o reduzido desnível entre a altitude da nascente (230m) e a altitude da foz, em Setúbal. Ao fundo, a Sª da Arrábida
  • Rio Guadiana Passagem em Pomerão
  • Rio Guadiana Paisagem da peneplanície (Submeseta Meridional):  despovoada  árida  vegetação mediterrânica Ponte de caminho de ferro.
  • Barragem do Alqueva Foz da Ribeira de Odeleite Na época das chuvas Vista de Mértola
  • Recolha do moliço na “Ria” de Aveiro As áreas cobertas pelo moliço, são de elevada importância biológica: constituem abrigo para juvenis de espécies piscícolas; são uma fonte importante de produção primária e servem como acumuladoras de energia e nutrientes. Além disso, a vegetação submersa estabiliza os sedimentos do fundo, retira energia às correntes de maré e diminui a turbidez da água. Actualmente a recolha do moliço, cinge-se a uma actividade esporádica.
  • Vilarinho da Furna não existe mais; não declinou por abandono dos habitantes,… como pôde, enriquecendo-se o país de electricidade, atirando para as incertezas da vida os seus vizinhos. E, no entanto, estas aldeias comunitárias viviam numa nobre pobreza, onde os habitantes se sentiam efectivamente senhores do que cultivavam e colhiam e geriam em comum os seus interesses colectivos. ... mas porque uma barragem a meteu debaixo de água que submergiu leiras e casas e até o cemitério situado na parte mais alta da aldeia. Nem os mortos escaparam e dos vivos ninguém cuidou; pagas de indemnizações irrisórias, cada um se amanhou
  • Ribeira da Asseca – Algarve Pego do Inferno uma das quedas de água algarvias – a cerca de 7 Km de Tavira