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  • 1. A IMPLEMENTAÇÃO DE PROJECTOS DE OUTSOURCING E O CONTROLO INTERNO Trabalho de fim de curso Nuno Miguel Carvalho Saraiva
  • 2. Objectivo
    • Perante a crescente tendência das empresas para se focarem no seu core business , e tendo em conta e exigibilidade de um elevado nível de controlo interno como garantia de bom funcionamento das organizações; concluir que de que modo poderão ser cedidas para outsourcing as tarefas administrativo-financeiras e qual o seu efeito no controlo interno.
  • 3. Metodologia
    • Revisão bibliográfica sobre outsourcing e análise das suas vantagens e desvantagens.
    • Revisão bibliográfica sobre controlo interno.
    • Detecção de incompatibilidades e consequências do outsourcing no controlo interno, tendo em conta as leituras efectuadas e o ambiente laboral do aluno.
  • 4. ESTRUTURA DO TRABALHO
    • Conceito de Outsourcing.
    • Vantagens e desvantagens do Outsourcing.
    • O Controlo Interno.
    • Controlo Interno deficitário.
    • O Controlo Interno e a auditoria
    • Outsourcing de tarefas administrativo-financeiras
    • Afectação de áreas críticas a empresas de outsourcing
    • Conclusão
  • 5. Conceito de Outsourcing e BPO
    • Acto de transferir trabalho de uma entidade para outra. Já existia o conceito de sourcing – delegar, acto de redistribuir tarefas. O termo outsourcing surge porque se começou precisamente e deixar que essas tarefas fossem executadas por entidades exteriores à companhia. (Greaver II 1999)
    • Medida tomada pelas organizações desde o final do Século XX que visa concentrar esforços nas actividades que verdadeiramente são o negócio da empresa, delegando em terceiros todas as actividades acessórias. (Corbett 2004)
    • O BPO abandona a visão tradicional da execução de tarefas e passa a ser responsável pela execução da totalidade dos processos que foram contratados. (Click, 2005)
  • 6. Vantagens e desvantagens do Outsourcing
    • Benefícios organizacionais
    • Benefícios na performance
    • Benefícios Financeiros
    • Benefícios Económicos
    • Benefícios dos empregados
    • Desvantagens
      • Perda de controlo
      • Viabilidade e fiabilidade do fornecedor
      • Confidencialidade
      • Capacidades e conhecimentos técnicos
      • Flexibilidade e Continuidade limitadas
      • Perda de know-how
      • Perda de espírito de equipa
  • 7. Objectivos do controlo interno
    • Assegurar a coerência e integridade dos sistemas de informação.
    • Assegurar a conformidade com as políticas, planos e procedimentos emanados da administração.
    • Assegurar a salvaguarda dos activos.
    • Assegurar a veracidade, coerência e integridade dos registos contabilísticos.
  • 8. O Controlo Interno e a auditoria
    • Auditores fazem uma avaliação do risco de auditoria para concluir acerca do nível de materialidade do trabalho a efectuar.
    • O controlo interno da empresa é fundamental para a análise do risco por parte do auditor. (Baptista da Costa, 2000)
      • Um bom controlo interno evidencia um risco de auditoria baixo enquanto que um controlo interno deficitário indica que o risco de auditoria é alto.
    • A inexistência de controlo pode implicar uma escusa de opinião por parte do ROC
    • É impreterível para uma empresa obter a certificação legal de contas a manutenção dum verdadeiro controlo interno de modo possuir e transmitir demonstrações financeiras fiáveis e de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites.
  • 9. Auditoria Interna
    • Vantagens (Bragg 2006):
      • Conhecimentos e técnicas ampla
      • Elevada qualidade de pessoal
      • Gestão do trabalho
      • Conhecimento das melhores práticas
      • Custos variáveis
      • Rápida implementação
      • Custos de viagem
      • Redução de tempos mortos
      • Inexistência de custos de contratação e formação
      • Independência
    • Desvantagens (Bragg, 2006):
      • Custo
      • Treino
      • Experiência e conhecimento do negócio
      • Responsabilidade
      • Isenção (nomeadamente para com o departamento que contrata o outsourcing)
  • 10. Afectação de áreas críticas a empresas de outsourcing
    • Fornecedores (negociação de contratos, recepção de mercadorias valiosas e ajustamentos da conta corrente)
    • Impostos (planeamento de políticas fiscais)
    • Vendas (políticas de preços, mix de produtos, margens e custo alvo)
    • Clientes (contratos de fornecimento que impliquem capacidade de produção, armazenamento, disponibilidade financeira, garantia de fornecimento de matérias, etc.)
    • Esclarecimento de clientes (questões complexas, ou que gerem conflito)
    • Activos (política de activos a adquirir, política de capitalização, reavaliações, testes de imparidade e respectivos ajustamentos, sua custódia e inventariação)
  • 11. Afectação de áreas críticas a empresas de outsourcing
    • Contabilidade geral – TOC – (políticas contabilísticas, procedimentos gerais de contabilidade, definição e coerência dos códigos de contas, elaboração das demonstrações financeiras, revisão de reconciliações)
    • Bancos (negociação de taxas e comissões bancárias, a definição e gestão de assinaturas e níveis de autorização e a aprovação de pagamentos e de financiamento).
    • Inventários (procedimentos, apuramento dos desvios)
  • 12. Conclusão
    • O outsourcing é uma ferramenta traz inúmeras vantagens às empresas.
    • Ao optar pela implementação de projectos de outsourcing em áreas que possam interferir com o controlo interno , o órgão de gestão da empresa tem que assegurar que a empresa trabalha de forma eficiente e eficaz e estão garantidas a salvaguarda dos activos e o cumprimento das normas e da Lei.
    • O controlo interno é um sistema complexo que por vezes é composto por pormenores e processos adquiridos com a experiência e as sinergias do trabalho em equipa e com ramificações – algumas não visíveis – entre os vários órgãos da empresa.
    • A passagem dessas tarefas para terceiros, pode, se não tomadas as devidas precauções, ter implicações no controlo interno.
  • 13. Conclusão
    • Assim, competências non-core com influência em áreas estratégicas da empresa ficam normalmente a cargo de pessoal da empresa.
    • Todas as competências non-core podem ser executadas em outsourcing desde que mensurados com precisão os impactos negativos que a empresa pode sofrer caso a parceria não corra bem.
    • Os gestores são os responsáveis por garantir a continuidade da empresa, e por isso, qualquer competência de controlo ou decisão, que possa trazer implicações nesta, mesmo não sendo core deve permanecer na estrutura interna da organização.
  • 14. Obrigado.