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Trabalhando com os pensamentos automáticos

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Resumo do capítulo 5 do livro "Aprendendo a Terapia Cognitivo Comportamental" …

Resumo do capítulo 5 do livro "Aprendendo a Terapia Cognitivo Comportamental"
Autor: Monica Ramirez Basco, Michael E. Thase, Jesse H. Wright
Editora: ARTMED
Ano de Edição: 2008

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  • 1. “Os métodos para descobrir e modificar os pensamentos automáticos desadaptativos encontram–se no cerne da abordagem cognitivo-comportamental.” Identificar Modificar Redução significativa de sintomas!
  • 2. A identificação e a modificação ocorrem juntas como parte de um processo progressivo de desenvolvimento de um estilo de pensamento racional.
  • 3. 1. Reconhecimento das mudanças de humor “Nos estágios iniciais da TCC, os terapeutas precisam ajudar os pacientes a entender o conceito de pensamentos automáticos e a reconhecer algumas dessas cognições.” “Uma boa regra é considerar qualquer mostra de emoção como um sinal de que ocorreram pensamentos automáticos.” “A mudança de humor é um método especialmente útil de descobrir pensamentos automáticos, porque normalmente gera cognições que são emocionalmente carregadas, imediatas e de alta relevância pessoal.”
  • 4. 2. Psicoeducação “Geralmente, dedicamos algum tempo no início da terapia a breves explicações sobre a natureza dos pensamentos automáticos e como eles influenciam a emoção e o comportamento.”
  • 5. 3. Descoberta guiada para pensamentos automáticos 1. Faça questionamentos que estimulem a emoção. - As emoções são sinais de que o tópico é importante para o paciente. 2. Seja específico – O Questionamento deve ser focado em uma situação claramente definida e memorável. 3. Focalize em eventos recentes não no passado distante - O questionamento sobre eventos recentes normalmente tem a vantagem de dar acesso aos pensamentos automáticos que na verdade ocorreram na situação e que podem ser mais passível de mudança. 4. Mantenha-se em uma linha de questionamento e um tópico. – Tente evitar pular de tópico em tópico. É mais importante fazer um trabalho completo, trazendo à tona uma série de pensamentos automáticos em uma única situação do que explorar diversas situações.
  • 6. 3. Descoberta guiada para pensamentos automáticos 4. Mantenha-se em uma linha de questionamento e um tópico. – Se puderem aprender a identificar totalmente seus pensamentos automáticos para um determinado problema , terão maior probabilidade de fazer o mesmo em outras situações. 5. Vá fundo. – Os pacientes geralmente relatam apenas alguns pensamentos automáticos, o terapeuta pode fazer perguntas que ajudem o paciente a contar a história toda. 6. Utilize suas habilidades de empatia. –Coloque-se no lugar do paciente e pense como ele pode estar pensando, assim você conseguirá desenvolver suas habilidades para entender suas cognições que são comuns em vários quadros clínicos, tornandose mais ágil em perceber os pensamentos automáticos.
  • 7. 3. Descoberta guiada para pensamentos automáticos 7. Conte com a formulação de caso para saber que caminho tomar. – A formulação do caso, mesmo em estágio inicial, pode dar uma ajuda inestimável sobre quais questionamentos seguir. O conhecimento de fatores estressores e precipitantes surgirão tópicos importante para discussão. A avaliação dos sintomas, dos pontos fortes, das vulnerabilidades permitirão que o terapeuta personalize as perguntas aos pacientes.
  • 8. 4. Registro de pensamentos • O processo de registro chama atenção do paciente para as cognições importantes; • Frequentemente estimula a indagação sobre a validade dos padrões de pensamento; • O fato de ver os pensamentos escritos, geralmente, dá início ao empenho espontâneo de rever ou corrigir as cognições desadaptavas.
  • 9. 5. Imagens mentais • Quando os pacientes têm dificuldades para elaborar seus pensamentos automáticos, esse exercício, geralmente, produz resultados excelentes. • Essa técnica ajuda os pacientes a reviver eventos importantes em sua imaginação para entrar em contato cm os sentimentos e pensamentos que tiveram. • A capacidade do terapeuta de explicar e estimular a geração de imagens mentais pode fazer uma grande diferença no modo como os pacientes mergulham na experiência.
  • 10. 6. Role-play No role-play o terapeuta faz o papel de uma pessoa na vida do paciente ou o inverso. Está técnica é usada com menos frequência, devido as possíveis implicações na relação terapêutica. Os seguintes questionamentos devem ser feitos antes de aplicar essa técnica: 1. Como o role-play nessa situação com essa figura importante na vida do paciente, afetaria a relação terapêutica? ( Ex. Pai agressivo) 2. O teste da realidade do paciente é forte suficiente para ver essa experiência com uma dramatização e retornar o trabalho depois? 3. Esse role-play tocaria em questões relacionadas de longo tempo ou seria focado em um evento mais restrito?
  • 11. 7. Inventário para pensamentos automáticos O inventário mais extensivamente pesquisado para pensamentos automáticos é Questionário de Pensamentos Automáticos (ATQ). Embora venha sendo usado primordialmente em pesquisas para medir as modificações nos pensamentos automáticos associados ao tratamento, esse questionário também pode ser usado no consultório quando o paciente tiver dificuldades de detectar suas cognições.
  • 12. 1. Questionamento Socrático • Processo de intervenção cognitiva para mudar os pensamentos disfuncionais. • Alguns benefícios são: intensificação da relação terapêutica, estimulação da indagação, melhor entendimento de cognições e comportamentos importantes, promoção do • engajamento ativo do paciente na terapia. Características chaves do Questionamento Socrático: 1. Faça perguntas que revelem oportunidades de mudança. 2. Faça perguntas que tragam resultados – Questionamentos que rompam um padrão de pensamento desadaptativo. Se os questionamentos feitos não produzirem resultados emocionais ou comportamentais revise a formulação do caso e reveja as estratégias. 3. Faça perguntas que envolvam os pacientes no processo de aprendizagem.- Um dos objetivos desta técnica é ajudar os pacientes a se especializarem em “pensar sobre o pensamento”. Incentivá-los a olhar sobre novas perspectivas.
  • 13. 1. Questionamento Socrático 4. Elabore perguntas de forma que seja produtiva para o paciente. - É preciso levar em consideração o nível cognitivo e seus sintomas, onde as perguntas sejam um desafio para que o paciente pense mas que não faça-o se sentir pressionado ou intimidado. Faça perguntas que você acredite que o paciente seja capaz de responder. 5. Evite Fazer perguntas de comando. – Esse deve ser um método que viabilize o aumento da capacidade d paciente de pensar de maneira flexível e criativa. 6. Use pergunta de múltipla escolha.
  • 14. 2. Registro de Mudança de Pensamento • O automonitoramento é feito através dos registros de pensamentos, considerado procedimento de alto impacto por Beck (1979). • O RPD (Registro de pensamentos disfuncionais) incentiva os pacientes a: 1. Reconhecer seus pensamentos automáticos; 2. Aplicar métodos de mudanças de pensamentos (identificar erros, examinar evidencias.) 3. Observar resultados positivos em seus esforços para modificar seus pensamentos.
  • 15. 2. Registro de Mudança de Pensamento SITUAÇÃO Descrever evento, fluxo de pensamentos e sensações fisiológicas. PENSAMENTO AUTOMÁTICO EMOÇÃO Pensamento automático e grau de crença Especificar a emoção e grau da emoção RESPOSTA RACIONAL RESULTADO Identificar erros cognitivos, escrever resposta racional e grau de crença. Grau de emoções subsequentes e descrever as mudanças comportamentais • É sugerido que paciente preencha a RPD como tarefa de casa e traga as sessões; • É necessário observar o grau de crença nos pensamentos automáticos pois os mesmo fornece pistas sobre a maleabilidade ou resistência dessas cognições.
  • 16. 3. Geração de Alternativas Racionais Pensamento Lógico Força do pensamento positivo “O terapeuta deve ajudar ao paciente a enxergar as circunstâncias de forma mais racional possível e depois trabalhar as maneiras adaptativas de lidar com os problemas.”
  • 17. 3. Geração de Alternativas Racionais Desenvolvendo os pensamentos lógicos: 1. Abra a sua mente para as possibilidades 2. Pense com pensava antes. – Tente ajudar os pacientes a entrarem em contato com a maneira como se viam antes de ficarem deprimidos ou ansiosos, acessando assim, os pensamentos adaptativos que foram esquecidos. 3. Faça um branstorm. 4. Aprenda com os outros.
  • 18. 4. Identificação dos erros cognitivos • Normalmente, é explicado rapidamente na sessão de terapia sobre os erros cognitivos, devido ao tempo que pode ser tomado da sessão. Sendo necessário instruir e incentivar o paciente a buscar informações sobre os erros cognitivos. • Para muitos pacientes, identificar e nomear os erros cognitivos são uma das partes mais desafiadoras no desenvolvimento das habilidades na terapia cognitiva. Esses erros no modo de pensar foram repetidos durante muitos anos e se tornaram automáticos no processamento de informações. • O terapeuta precisa chamar atenção repetidas vezes para esse fenômeno. Reconhecer qualquer erro pode ajudar a pensar de maneira mais lógica.
  • 19. 5. Exame das evidências • Essa técnica consiste em elaborar uma lista de evidências a favor e contra a validade de um pensamento automático ou outra cognição, avaliar essas evidências e então, trabalhar na modificação dos pensamentos para que seja consistente com as evidencias recém-descobertas
  • 20. 6. Descatrastofização • Comum em pessoas depressivas e ansiosas; • Essas previsões influenciadas cognitivas, são pelas comumente distorções observadas nestes transtornos. Porém, às vezes o medo tem razão de ser, e deve ser trabalhado a forma de enfrentar a situação.
  • 21. 7. Reatribuição • A atribuição são os significados que as pessoas dão a eventos em sua vida. 1. Interno X Externo: pessoas deprimidas tendem a internalizar a culpa e as nãodeprimidas fazem uma atribuição equilibrada ou externa; 2. Geral X Específico: na depressão as atribuições são devastadoras; 3. Invariável X Variável: Pessoas deprimidas fazem atribuições invariáveis e preveem pouca chance de mudança.
  • 22. 8. Ensaio Cognitivo • Normalmente, é introduzido em uma sessão depois de o paciente já ter feito algum trabalho com outros métodos para modificar os pensamento automáticos, pois estas outras experiências preparam pacienta para “lançar mão de tudo” ao orquestrar uma resposta adaptativa. Passos para o paciente: 1. Pense na situação com antecedência; 2. Identifique possíveis pensamentos automáticos e comportamentos; 3. Modifique os pensamentos automáticos fazendo um RPD; 4. Ensaie o modo mais adaptativo de pensar e se comportar 5. Implemente a nova estratégia.
  • 23. 9. Cartões de enfrentamento • O uso dos cartões pode ser uma maneira produtiva de ajudar ao paciente a praticarem as principais intervenções aprendidas na TCC; • Nos cartões, deve-se escrever instruções que os pacientes gostariam de dar a si mesmos para ajudá-los a enfrentar questões ou situações importantes.
  • 24. Sarah Karenina Psicóloga CRP 15/3785 MBA em Gestão Estratégicas de Pessoas “Nenhuma técnica psicológica funcionará se o amor não funcionar!”

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