Escolas Teste Software

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    1. ESCOLAS DE TESTE DE SOFTWARE SOFTWARE TESTING SCHOOLS
    2. Arquiteto de Teste na in|metrics Instrutor de Teste de Software na Iterasys Consultor em Automação de Teste na TestAnywhere CSTE – Certified Software Tester / QAI Brasil Graduado em Analise e Desenvolvimento de Sistemas Blog sobre Teste de Software http://sembugs.blogspot.com | 2 Elias Nogueira
    3. | 3 Agenda 1. Motivação 2. Escolas de Testes 3. Comparativo entre as Escolas 4. Referências
    4. Observação! | 4 Esta apresentação é baseada num artigo de Bret Pettichord Famoso Consultor de testes Líder do desenvolvimento da Watir Co-autor de um dos principais livros de testes: Lessons Learned in Software Testing
    5. Motivação
    6. Devemos usar IEEE 829? | 6 Padrão para Documentação de Testes PRESSMAN: SIM! Lisa Crispin: NÃO! James Bach: SIM e NÃO! Qual o papel dos Testes Exploratórios?
    7. Qual o papel dos Testes Exploratórios? | 7 Testes onde o design e a execução ocorrem de forma simultânea: PRESSMAN: Complementar os testes com roteiros! Lisa Crispin: Complementar os testes unitários automatizados (TDD)! James Bach: A mais eficiente técnica de testes! O que devemos usar para projetar os testes?
    8. O que devemos usar para projetar os testes? | 8 PRESSMAN: Apenas os requisitos documentados no SRS! Lisa Crispin: As histórias contadas pelo usuário! James Bach: Qualquer informação sobre o contexto da aplicação! Por que dividir Testes em Escolas?
    9. Por que dividir Testes em Escolas? | 9 Especialistas de testes não concordam entre si Não é por causa de suas personalidades ou experiências Melhorar a base para o estudo Diferenças de valores explicam a preferência por certas políticas de testes Definindo o termo “Escola”
    10. Definindo o termo “Escola” | 10 Definida por Composta por Afinidade Intelectual Hierarquia de Valores Integração Social Técnicas representativas Objetivos em Comum Instituições Organizadoras Escolas de Teste
    11. Escolas de Testes Escola Analítica Escola Convencional Escola da Qualidade Escola Context Driven Escola Ágil
    12. Escola Analítica
    13. Escola Analítica | 13 Muito utilizado em: Indústrias de Telecom Sistemas Críticos Instituições Academia Principais Crenças
    14. Principais Crenças | 14 Software é um artefato lógico Teste é uma ciência baseada em Computação e Matemática Objetivo, rigoroso e compreensivo Técnicas de testes devem ser objetivas “apenas uma resposta certa” Teste é uma atividade técnica Principal Pergunta: Quais técnicas deveremos utilizar? Escola Analítica
    15. Escola Analítica | 15 Implicações Requer especificação precisa e detalhada Testadores verificam se o software está conforme a sua especificação Qualquer outra coisa não é teste! Técnica Exemplo
    16. Técnica Exemplo | 16 Testes Caixa Branca Ou “Structural testing” Diversas métricas de cobertura de código são utilizadas Provê uma medida objetiva dos testes Escola Convencional
    17. Escola Convencional
    18. Escola Convencional | 18 Mais utilizado em Enterprise IT Desenvolvimento para Governo Instituições IEEE Standards Boards Instituições certificadoras de Teste ISTQB, ALATS, QAI, IIST, etc... Principais Crenças
    19. Principais Crenças | 19 Testes devem ser gerenciados Previsível, repetível, planejado Testes deve ser lucrativo Trabalhadores com baixa capacitação precisam de um direcionamento Testes valida o produto Testes medem o progresso do desenvolvimento Principal Questão: Como podemos medir se estamos progredindo? Quando teremos terminado o desenvolvimento? Técnica Exemplo
    20. Técnica de Exemplo | 20 Matriz de Rastreabilidade Ter certeza que todos os requistos foram testados Escola Convencional
    21. Escola Convencional | 21 Implicações Requer fronteiras claras entre testes e outras atividades (start/stop criteria) Incentiva padrões, melhores práticas e certificação Utilização de variações do V-model Atividades de testes ocorrem em paralelo. Escola da Qualidade
    22. Escola da Qualidade
    23. Principais Crenças | 23 Qualidade de Software requer disciplina Testes determina se o processo de desenvolvimento está sendo seguido Cada bug é um problema do PROCESSO! Testadores devem proteger os usuários dos software ruins Principal Pergunta: Estamos seguindo um bom processo? Exemplo
    24. Exemplo | 24 The Gatekeeper O software não está pronto até que o SQA diga que está pronto! Escola da Qualidade
    25. Escola da Qualidade | 25 Implicações Preferem Garantia da Qualidade aos Testes Testes é o ponto de partida para a Melhoria do Processo Pode alienar os desenvolvedores Mais utilizado em Empresas burocráticas Organizações sob estresse Instituições American Society for Quality (ASQ) Software Engineering Institute (CMM) International Standards Organization (ISO) Escola “Context Driven”
    26. Escola “Context Driven”
    27. Context Driven | 27 Mais utilizado em Software Comerciais Market-driven Software Instituições LAWST Workshops Los Altos Workshop on Software Testing StarEast/StarWest Principais Crenças
    28. Principais Crenças | 28 Software é criado por Pessoas. Pessoas definem o contexto. Teste deve encontrar bugs. “A bug is anything that could bug a stakeholder” Teste provê informações para o projeto Teste é uma atividade mental que requer habilidade Teste é multidisciplinar Principal Pergunta: Que teste é o mais valioso agora? Técnica Exemplo
    29. Técnica de Exemplo | 29 Exploratory Testing Execução e Design feitos de forma concorrente Rapid learning Execução baseada em Missão e Estratégias Difícil Gerenciamento Ótimo resultados práticos Eficiência Eficácia Escola “Context Driven”
    30. Escola “Context Driven” | 30 Implicações Preparado para mudanças. Adapta o planejamento dos testes baseado nos resultados. Efetividade das estratégias são verificadas colocando- as em prática Pesquisas de testes requerem estudos empíricos e psicológicos Foco na habilidade ao invés da prática/método
    31. Escola Ágil
    32. Principais Crenças | 32 Software é desenvolvido a partir de uma conversa Testes mostram que uma história está completa Testes devem ser automatizados Principal Pergunta: A história está pronta? Técnica de Exemplo
    33. Técnica de Exemplo | 33 Testes Unitários Usados para Test-Driven Development (TDD) Testes unitários são projetados antes do desenvolvimento Suportado por ferramentas Escola Ágil
    34. Escola Ágil | 34 Implicações Desenvolvedores devem fornecer frameworks para automação dos testes Demora para perceber o valor dos testes exploratórios Mais utilizado em IT Consulting Desenvolvimento por equipe menores Instituições Agile Workshops Comparativo entre Escolas
    35. Comparativo entre as Escolas
    36. Escolas de Testes | 36 Escola da Qualidade Escola Analítica Ênfase no processo, Encara os testes como uma monitoramento dos atividade técnica e rigorosa. desenvolvedores, agindo como o Possui muitos proponentes na gatekeeper academia; Escola Context-Driven Escola Convencional Ênfase nas pessoas, procurando Encara os testes como uma os bugs mais importantes para maneira de medir o progresso os stakeholders com ênfase nos custos e em Escola Ágil padrões repetíveis Usa os testes para provar que o desenvolvimento está completo. Ênfase nos testes automatizados O que é Teste
    37. O que é Teste? | 37 Escola Analítica: Um branch da ciência da computação e matemática Escola Convencional: Um processo gerenciado Escola da Qualidade: Um branch da garantia da qualidade Escola Context-Driven: Um branch do desenvolvimento Escola Ágil: Parte do papel do cliente Teste sem especificação
    38. Testes sem Especificação | 38 A FAVOR CONTRA Escola Context-Driven Escola Analítica Faça o que for possível para Impossível ser útil Escola Convencional Fazem questionamentos e Necessário algum tipo de entrevistas se necessário especificação Descobrem especificações Escola da Qualidade Escola Ágil Porque ela força que os Conversa é mais importante desenvolvedores sigam o do que documentação processo Certificação de Teste
    39. Certificação de Testes | 39 A FAVOR CONTRA Escola Convencional Escola Context-Driven e Torna os testadores mais Ágil fáceis para contratar, treinar Certificações Existentes são e gerenciar baseados em doutrinas ao Escola da Qualidade invés de habilidades Aumenta o Status Escola Analítica Preferem [pós-] graduações às certificações Conclusões
    40. Conclusões | 40 Não existe escola MELHOR do que outra! Cada escola tem o seu contexto Analise o seu, e escolha as práticas de cada uma para montar a sua própria solução!
    41. Perguntas? | 41
    42. Referências | 42 Context Driven School http://www.context-driven-testing.com/ http://www.testinglessons.com/ Lessons Learned in Software Testing Kaner, Bach, and Pettichord Agile School http://www.testing.com/agile/ http://www.qualitytree.com/ Testing Extreme Programming Lisa Crispin and Tip House.
    43. Referências | 43 Standard School http://www.istqb.org http://en.wikipedia.org/wiki/IEEE_829 Foundations of Software Testing: ISTQB Certification Graham, Veenendaal, Evans and Rex Black Analitic School http://en.wikipedia.org/wiki/Model-based_testing Practical Model-Based Testing: A Tools Approach Mark Utting , Bruno Legeard Quality School http://en.wikipedia.org/wiki/Quality_assurance Four Schools of Testing http://www.io.com/~wazmo/papers/four_schools.pdf
    44. Créditos | 44 Rafael de Oliveira Nóbrega Autor original desta apresentação Elias Nogueira elias.nogueira@testanywhere.com.br http://sembugs.blogspot.com

    + Sarah PimentelSarah Pimentel, 3 months ago

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