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Workshop Sequestro de Carbono

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  • 1. Seqüestro de carbono em florestas e sua dinâmica nos solos em região de cerrado e desenvolvimento de um sistema de queima de gases na carbonização para geração de energia, como subsídios à elaboração de projetos de M.D.L. no Estado de M.G. EQUIPE EXECUTORA Dr. Laércio Antônio Gonçalves Jacovine (UFV) Dr. Carlo Pedro Boechat Soares (UFV) Dra. Angélica de Cássia Oliveira Carneiro (UFV) Dra. Maria Tereza Candido Pinto (Bolsista) M.S. Sabina Cerruto Ribeiro (Bolsista) M.S. Marcelo Franco (SECTES) M.S. Ana Paula de Souza Silva (SECTES) Dr. João Herbert Moreira Viana (Embrapa) Dr. Ivanildo Evodio Marriel (Embrapa) Dra. Claudia Maria Branco de Freitas Maia (Embrapa) Dra. Rosana Clara Victoria Higa(Embrapa) Dr. Etelvino Henrique Novotny (Embrapa) Dr. Fabiano de Carvalho Balieiro (Embrapa) Dr. Renato Dedecek (Embrapa)
  • 2.
    • Equipe da SECTES – Marcelo Franco e Ana Paula
      • Pela viabilização da elaboração e aprovação do projeto
    • Equipe EMBRAPA
      • Disposição em participar do projeto e contribuir na elaboração do mesmo
    • Prof. Carlos Pedro e Profa. Angélica Cássia
      • Disposição em contribuir para a elaboração do projeto
    • Bolsistas Sabina e Maria Tereza
      • Auxílio na elaboração do projeto
    Agradecimentos
  • 3. Roteiro
    • Objetivos do projeto
    • Motivações para o desenvolvimento do projeto
    • Principais pesquisas desenvolvidas - DEF/UFV
    • Considerações finais
  • 4.
    • quantificar o estoque e o incremento de carbono em áreas de pastagem, de floresta nativa e de reflorestamento com espécies nativas e exóticas com ênfase no bioma cerrado, incluindo parte aérea, solos e raízes.
    • desenvolver um sistema de queima dos gases da carbonização que possibilite a geração de energia e a diminuição da emissão de GEE.
    • criar de um banco de dados capazes de gerarem informações relativas às atividades de UTMUTF (Uso da Terra, Mudança do Uso da Terra e Florestas) e à elaboração de projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) pelo setor de ferro-gusa no estado de Minas Gerais.
    • disponibilizar informações que norteiem políticas públicas a nível estadual, relacionadas à energia de biomassa, aos gases de efeito estufa e às mudanças climáticas globais.
    Objetivos da pesquisa
  • 5.
    • Projeto se divide em 2 partes:
      • Estocagem e incremento de carbono – solo e floresta
      • Emissão de gases na carbonização
    Seqüestro de carbono em florestas e sua dinâmica nos solos em região de cerrado e desenvolvimento de um sistema de queima de gases na carbonização para geração de energia, como subsídios à elaboração de projetos de M.D.L. no Estado de M.G. Relação com sequestro de carbono e energia de biomassa Relação com projetos para geração de créditos de carbono Minimização das mudanças climáticas Problema mundial, país, estado de MG e toda a sociedade
  • 6. A terra está aquecendo. Há necessidade de agirmos para minimizar este aquecimento. BETUCCI (2004) Motivações da pesquisa FONTE: Instituto do Ambiente
  • 7. O aquecimento está promovendo conseqüências econômicas, sociais e ambientais. Seca na Etiópia – condenam 6 milhões de pessoas à fome Motivações da pesquisa
  • 8. Há evidências que o Brasil já está sendo afetado pelo aquecimento global. A grande seca da Amazônia de 2005, foi resultado do aquecimento global? Motivações da pesquisa Furacão Catarina, 27 de Março de 2004. O primeiro furacão observado no Atlântico Sul! Tornado de Indaiatuba: manifestação do aquecimento global? EMBRAPA (2007)
  • 9. Fonte: Embrapa (2007) Motivações da pesquisa O aquecimento poderá trazer danos à agricultura Brasileira, diminuindo as áreas aptas ao plantio Cultura Área de plantio (milhões de km2) Temp. atual + 5,8 o. C Milho 5,1 4,4 Soja 3,4 1,2 Feijão 5,1 3,9 Arroz 4,7 2,7
  • 10. A cultura do café poderá ser extremamente afetada em MG Fonte:EMBRAPA (2007) Motivações da pesquisa
  • 11. A floresta amazônica poderá ser extremamente afetada Motivações da pesquisa Atual 2100 floresta savana caatinga campos deserto
  • 12. Países reconhecem o problema, realizam vários encontros mundiais e assumem compromissos de diminuir emissões Motivações da pesquisa 1979- I Conferência Mundial sobre o Clima 1990 - II Conferência Mundial do Clima 1992 – Rio de Janeiro (Eco 92 ) - Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC) 1994 – Entrada em vigor da (CQNUMC 1995 – Berlim – 1ª COP 1996- Genebra 1997- Quioto - 3ª COP – Protocolo de Quioto – redução de 5,2% das emissões no período de 2008-2012 1998- Buenos Aires - 4ª COP. 1999- Bonn - 5ª COP 2000 – Haia - 6ª COP 2001– Bonn - 6,5ª COP 2001 – Marrakesh – 7ª COP 2002 – Nova Deli – 8ª COP 2003 – Itália – 9ª COP 2004 – Argentina – 10ª. COP 2005 – Canadá – 11ª. COP 2006 – Quênia – 12ª. COP 2007 – Nairobi – 13ª. COP
  • 13. São estabelecidos mecanismos de flexibilização: - Implementação Conjunta - Certificados Negociáveis de Emissão
    • Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)
    • Brasil pode implantar projetos e receber os créditos de carbono
    • Nas fases para geração dos créditos são necessários informações básicas de redução da emissões ou aumento do estoque de carbono
    Motivações da pesquisa
  • 14. Ciclo do projeto do MDL São necessários informações para subsidiar desde a elaboração do DCP até a emissão das CRE´s Participantes do Projeto (PP) (4) Registro Entidade Operacional Designada (EOD) (2) Validação (1) Concepção do projeto (PIN/ PDD) Participantes do Projeto (PP) (5) Monitoramento Conselho Executivo (3) Aprovação (6) Verificação e Certificação (7) Emissão de CRE Autoridade Nacional Designada (AND) Entidade Operacional Designada (EOD) Conselho Executivo Participantes do Projeto (PP)
  • 15. A pesquisa gera informações sobre redução de emissões e remoção de GEE Garantia de Adicionalidade Motivações da pesquisa DCP Cenário baseline Cenário projeto Redução Remoção
  • 16. Expectativa que projetos de conservação florestal venham a ser sejam elegíveis como projetos de MDL Áreas de cerrrado Motivações da pesquisa
  • 17.
    • Seqüestro de carbono pelas florestas em crescimento – plantio com exóticas e nativas em áreas degradadas
    • Conservação do estoque de carbono na biomassa aérea e nas raízes em florestas nativas
    • As florestas produzem recursos que geram energia renovável em substituição aos combustíveis fósseis
    • A eficiência da produção de carvão vegetal pode ser melhorada
    • Há perdas de energia no processo de carbonização
    As florestas são importantes na estocagem e remoções de CO2 Os desafios para projetos florestais são muitos Existem muitas oportunidades para projetos de energia Motivações da pesquisa
  • 18. Fonte: CBDS (2007) Atividades Reduções reais mensuráveis e certificadas Relevância para o desenvolvimento sustentável Potencial de redução  Setor de energia       Substituição de combustíveis fósseis por combustíveis "limpos" A A A Uso mais eficiente de combustíveis fósseis A A A Recaptura das emissõpes de combustíveis fósseis A A A Processo industriais       Aumento da eficiência de produção A A A Uso de materiais e processos alternativos A A M Setor de agricultura       Melhoria da alimentação de animais B M B Melhoria do gerenciamento dos resíduos vegetais B A B Modificação dos métodos de cultivo de arroz B B M-A Substituição de fertilizantes à base de nitrogênio B A B Eliminação da queima a céu aberto de resíduos agrícolas B M B Mudanças no uso do solo e manejo florestal       Proteção e conservação de florestas B A M Melhoria da eficiência do manejo florestal B M M Reflorestamento e regeneração de florestas B M M-A Melhoria de práticas agroflorestais B M M Resíduos agrícolas       Redução e reciclagem de resíduos A A B-M Captura do metano dos resíduos A M B-M Eliminação da queima a céu aberto de resíduos] A M B-M A = Alta probabilidade de satisfazer os critérios do MDL M = Média probabilidade de satisfazer os critérios do MDL B = Baixa probabilidade de satisfazer os critérios do MDL
  • 19. Oportunidade de gerar receitas ao Brasil/MG
    • Anexo 1
    • Países Industrializados
    • Compram RCEs de países em desenvolvimento
    • RCEs são usados para cumprimento das metas
    • Não Anexo 1
    • Países em Desenvolvimento
    • Implementam projetos
      • Projetos geram RCEs
    RCEs $$$ Motivações da pesquisa
  • 20.
    • 2.942 projetos do MDL em alguma fase no mundo.
    • 265 projetos no Brasil.
    Fonte: MCT (Janeiro/08) Oportunidade e desafio para o Brasil Motivações da pesquisa
  • 21.
    • 849 projetos registrados no mundo.
    • 111 projetos do Brasil.
    Fonte: MCT (Janeiro/08) Oportunidade e desafio para o Brasil Motivações da pesquisa
  • 22.
    • Redução de emissões para o primeiro período de obtenção dos créditos:
    • 4.376 milhões de tCO 2 equivalentes no mundo.
    • 262,56 milhões de tCO 2 equivalentes no Brasil.
    • US$ 5,25 bilhões de receita (US$20.00/tCO 2 )
    Fonte: MCT (Janeiro/08) Oportunidade e desafio para o Brasil Motivações da pesquisa
  • 23. Situação atual dos projetos na AND brasileira Fonte: MCT (Janeiro/08) Oportunidade e desafio para o Brasil Projetos aprovados na CIMGC 174 Projetos aprovados com ressalvas na CIMGC 13 Projetos em revisão na CIMGC 8 Projetos submetidos para a próxima reunião da CIMGC 1 Total de projetos na CIMGC 196 Motivações da pesquisa
  • 24.
    • A predominância das atividades de projetos está no setor energético.
    Número de projetos brasileiros por escopo setorial Fonte: MCT (Janeiro/08) Fonte: MCT (Janeiro/08) Motivações da pesquisa
  • 25.
    • Primeiro projeto florestal registrado - China
    • Metodologia: ARNM0010 – Reforestation of degraded land .
      • Primeira metodologia aprovada (novembro de 2005).
    • O projeto prevê o plantio de 4.000 ha de árvores
    • Linha de base: área degradada.
    • Fugas: emissões de N2O, pelo uso de fertilizantes, e de CO2, devido ao transporte de produtos madeireiros.
    • Duração do projeto: 30 anos (2006 – 2036).
    • Redução de emissões: ≈ 1 megatonelada.
    • Custo do projeto: US$ 21,5 milhões
    Projetos de florestamento/reflorestamento aprovados no CE Motivações da pesquisa
  • 26. Metodologias de F/R aprovadas no CE
    • Larga escala - 10
    Pequena escala – 3 AES Tietê e Plantar Motivações da pesquisa
  • 27. PROJETOS DE ENERGIA DE BIOMASSA E TROCA POR COMBUSTÍVEIS RENOVÁVEIS APROVADOS PELA AND BRASILEIRA
  • 28. ENERGIA DE BIOMASSA
  • 29. PROJETO IRANI DE GERAÇÃO DE ELETRICIDADE DE BIOMASSA
    • Objetivo: construção e operação de uma usina de geração de biomassa de 9,43 MW, com triturador, que gerará a eletricidade exigida pela Celulose Irani (SC) durante o processo de fabricação de papel.
    • Fontes de biomassa: cavacos de madeira e resíduos de biomassa provenientes de plantios da empresa ou comprados de terceiros.
    • Linha de base: resíduos de biomassa depositados no aterro próprio da empresa devido a problemas técnicos.
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 30. PROJETO UTE BARREIRO DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA RENOVÁVEL
    • Objetivo: construção e operação de uma usina termoelétrica de 12.9 MW alimentada a gás de alto-forno e alcatrão de madeira para gerar parte da eletricidade requerida pela Usina Siderúrgica Integrada de Barreiro (MG), da V&M do Brasil S.A.
    • Fontes de energia: gás de alto-forno e alcatrão de madeira como combustíveis.
    • Linha de base: uso de eletricidade proveniente da rede pública, além da queima do gás de alto forno.
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 31. PROJETO DE GERAÇÃO DE ELETRICIDADE À BIOMASSA DA RICKLI
    • Objetivo: construção de uma nova unidade de co-geração de eletricidade de biomassa com capacidade de 5 MW usando resíduos como combustível, suprindo toda demanda da Rickli (PA) e exportando o excesso para rede.
    • Fonte de energia: resíduos de serraria provenientes da empresa ou de terceiros.
    • Linha de base: uso de caldeira para produzir vapor, que usa biomassa como combustível, porém não gera eletricidade.
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 32. PROJETO DE BIOMASSA DE INÁCIO MARTINS
    • Objetivo: instalação de uma usina de geração à biomassa de 11,2 MW na cidade de Inácio Martins (PR) para venda à consumidores livres.
    • Fonte de biomassa: resíduos de serrarias provenientes de terceiros.
    • Linha de base: formação de pilhas de depósitos de resíduos sujeitas à decomposição e liberação de CH 4 .
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 33. PROJETO DE BIOMASSA DE IMBITUVA
    • Objetivo: instalação de uma usina de geração à biomassa na cidade de Imbituva (PR) para venda à consumidores livres.
    • Fonte de biomassa: resíduos de serrarias provenientes de terceiros.
    • Linha de base: formação de pilhas de depósitos de resíduos sujeitas à decomposição e liberação de CH 4 .
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 34. PROJETO BK ENERGIA ITACOATIARA
    • Objetivo: instalação de uma usina termelétrica utilizando resíduos de madeira na cidade de Itacoatiara (AM).
    • Fonte de biomassa: resíduos de madeira de uma empresa de manejo florestal e processamento de madeira, certificada pelo FSC.
    • Linha de base: uso de geradores a diesel e formação de pilhas de depósitos de resíduos sujeitas à decomposição e liberação de CH 4 .
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 35. PROJETO DE REDUÇÃO DE EMISSÕES DE METANO LAGES
    • Objetivo: evitar as emissões de metano provenientes da decomposição anaeróbica de pilhas de resíduos de madeira através de combustão controlada pelo processo de co-geração, o qual gera simultaneamente eletricidade e energia térmica (vapor) a partir dos resíduos de madeira, em SC.
    • Fonte de biomassa: resíduos de madeira provenientes de terceiros.
    • Linha de base: formação de pilhas de depósitos de resíduos sujeitas à decomposição e liberação de CH 4 .
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 36. KOBLITZ - PIRATINI ENERGIA S. A - CENTRAL DE BIOMASSA
    • Objetivo: geração de eletricidade com uma central termelétrica que usa resíduos de madeira, na cidade de Piratini (RS).
    • Fonte de biomassa: resíduos de madeira provenientes de terceiros.
    • Linha de base: formação de pilhas de depósitos de resíduos sujeitas à decomposição e liberação de CH 4 .
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Pequena escala.
  • 37. PROJETO DE TROCA DE COMBUSTÍVEL PARA RESÍDUOS DE BIOMASSA DA CARGILL UBERLÂNDIA
    • Objetivo: instalação de uma caldeira que usa resíduo de biomassa como combustível para a geração de vapor em Uberlândia (MG).
    • Fonte de biomassa: resíduos de biomassa (cavacos de madeira, galhos e copas) provenientes de atividades e operações de colheita de madeira associadas ao setor florestal.
    • Linha de base: resíduos decompostos aerobicamente e uso de caldeiras, alimentadas por combustíveis fósseis, para a geração de vapor.
    • Escopo setorial / escala: Energia de biomassa / Grande escala.
  • 38. TROCA DE COMBUSTÍVEL
  • 39. PROJETO DE BIOMASSA GUARÁ DA BUNGE
    • Objetivo: atualização de dois fornos com grelha fixa para queima de biomassa renovável (lenha de eucalipto) no processo de granulação e secagem de fertilizantes, na planta de Guará (SP).
    • Fonte de biomassa: florestas energéticas de eucalipto do entorno.
    • Linha de base: queima de GLP pelos dois fornos.
    • Escopo setorial / escala: Troca de combustíveis / Pequena escala.
  • 40. PROJETO DE TROCA DE COMBUSTÍVEIS DA RIMA EM BOCAIÚVA
    • Objetivo: substituir óleo combustível fóssil por biomassa renovável na planta da RIMA Industrial (MG).
    • Fontes de biomassa: finos de carvão vegetal, provenientes de reflorestamentos da empresa, que sobram do peneiramento para a produção de Si metálico e ferro ligas.
    • Linha de base: venda de parte dos finos de carvão para indústrias de cimento, cerâmicas e olarias da região.
    • Escopo setorial / escala: Troca de combustíveis / Pequena escala.
  • 41. QUEIMA DE BIOMASSA SÓLIDA PARA GERAÇÃO DE VAPOR DE PROCESSO NA FABRICAÇÃO DE CERVEJAS EM SUBSTITUIÇÃO AO ÓLEO COMBUSTÍVEL BPF 3
    • Objetivo: introduzir fontes renováveis na matriz energética da Filial Águas Claras do Sul da AMBEV (RS).
    • Fontes de biomassa: resíduos de madeira, casca de arroz, sabugo de milho, entre outros, adquiridos de terceiros.
    • Linha de base: uso de óleo combustível BPF 3 para a geração de vapor.
    • Escopo setorial / escala: Troca de combustíveis / Pequena escala.
  • 42. QUEIMA DE BIOMASSA SÓLIDA PARA GERAÇÃO DE VAPOR DE PROCESSO NA FABRICAÇÃO DE CERVEJA, EM SUBSTITUIÇÃO A ÓLEOS COMBUSTÍVEIS EM FILIAIS DA AMBEV
    • Objetivo: introduzir fontes renováveis na matriz energética das Filiais da AMBEV em Agudos (SP) e Teresina (PI).
    • Fontes de biomassa: resíduos de serraria, entre outros, adquiridos de terceiros.
    • Linha de base: uso de óleo combustível BPF 3 e BPF 1 para a geração de vapor.
    • Escopo setorial / escala: Troca de combustíveis / Grande escala.
  • 43. Número de atividades de projeto do MDL no Brasil por estado Fonte: MCT (Janeiro/08) Motivações da pesquisa
  • 44.
    • Tendência de crescimento do número de projetos validados e registrados entre 2004 e 2007.
    Fonte: MCT (Janeiro/08) Motivações da pesquisa
  • 45. Emissões de CO 2 a partir de processos industriais Fonte: UNFCCC Desafio para o Brasil Brasil – indústria limpa Projetos Motivações da pesquisa
  • 46. Emissões de CO 2 a partir de mudanças de uso da terra Brasil – desflorestamento Projetos Desafio para o Brasil Motivações da pesquisa
  • 47. Iniciativas de projetos Extra-Quioto abrem outras oportunidades e surgem outra demandas
    • Bolsa de Chicago
    • Bolsa verde ou Bolsa Floresta ou Bolsa carbono
    • Neutralização de carbono
    • Projeto PROMATA e outros
    Motivações da pesquisa
  • 48. Fonte: CCX Motivações da pesquisa QUEM PARTICIPA? Empresas devem ter sua aprovação previamente autorizada pela Bolsa. Em geral, exige-se que seja uma empresa de larga escala, de tradição no mercado e com uma política de atuação definida face a critérios de sustentabilidade ambiental. Bolsa - Chicago Climate Exchange (CCX)
  • 49.
    • Obrigações dos membros:
    • Reduzir 6% das suas emissões até 2010
    • Aqueles que reduzem suas emissões além da meta podem vender o crédito excedente dentro da bolsa para aqueles que não atingiram as metas.
    Motivações da pesquisa Bolsa - Chicago Climate Exchange (CCX)
  • 50.
    • Fomento Florestal (Aracruz e Suzano)
    • Cerca de 300 produtores rurais
    • Cerca de 65.000 ha
    • Venda apenas da volumetria aérea
    • Sendo negociados 4 a 8 anos de crescimento
    Exemplo: Projeto de geração de créditos de carbono a partir de reflorestamento no Extremo Sul da Bahia Bolsa - Chicago Climate Exchange (CCX) Motivações da pesquisa
  • 51. Bolsa verde - Bolsa Floresta - Bolsa Carbono Iniciativas
    • Compensação financeira ao detentor de áreas com florestas
    • Já é praticada em outros países
      • Costa Rica: Eco-taxa nos combustíveis fósseis para remunerar os proprietários rurais que conservam e restauram a floresta nativa.
      • México: Mercado voluntário de crédito de carbono O projeto SCOLEL TE utiliza a venda de créditos de carbono na bolsa voluntária de Chicago (CCX - Chicago Climate Exchange) para financiar esforços agroflorestais que reduzem as emissões de gases do efeito estufa. Algumas iniciativas no Brasil
    • Projetos em elaboração na Câmara do Deputados de MG e Câmara Federal estabelecendo a bolsa verde
    Motivações da pesquisa
  • 52.
    •   14/09/2007 Governo paga primeira parcela do Bolsa Floresta aos moradores da RDS Uatumã
    •   O governador Eduardo Braga (PMDB/AM) pagou a cem famílias da Reserva de Desenvolvimento Sustentável de São Sebastião do Uatumã (240 km de Manaus), a recompensa financeira de R$ 50,00 , para cada uma delas.
    • O benefício é estabelecido pelo “ Programa Bolsa Floresta”, incluído da Lei Estadual de Mudanças Climáticas, sancionada pelo Governo do Amazonas no dia 5 de junho/07.
    Bolsa verde - Bolsa Floresta - Bolsa Carbono Iniciativas Motivações da pesquisa
  • 53. Bolsa verde - Bolsa Floresta - Bolsa Carbono Iniciativas Motivações da pesquisa
  • 54. Extrema (MG) Prefeitura paga ao produtor que preservar a floresta (13/8/2007)                                                                                      Programa da prefeitura de Extrema (MG), paga a quem manter áreas de reserva na propriedade. Valor recebido varia de R$ 42 a R$ 125 por hectare/ano. Bolsa verde - Bolsa Floresta - Bolsa Carbono Iniciativas Motivações da pesquisa
  • 55. O Projeto atua diretamente em 15 Unidades de Conservação e seus entornos , abrangendo uma área total de 140 mil quilômetros quadrados distribuídos em 429 municípios Essa iniciativa resulta do acordo de Cooperação Financeira Brasil-Alemanha por meio do Banco Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW), agente financiador do Ministério de Cooperação Internacional da Alemanha (BMZ). Primeira fase – fornecimento de insumos e recursos financeiros para cobrir despesas com mão-de-obra Segunda fase do projeto – compensação financeira aos produtores pela estocagem do carbono Bolsa verde - Bolsa Floresta - Bolsa Carbono Iniciativas Motivações da pesquisa
  • 56.
    • Nova proposta – Bolsa Carbono
    • Remuneração ao proprietário da floresta pelo rendimento do capital que poderia ser obtido com a venda dos créditos de carbono.
    • Ex.
      • Estoque - 100 t. CO2/ha estocado na floresta
      • Preço de US$ 5.00/t.CO2 (referência Bolsa de Chicago)
      • Total = US$ 500.00/ha
      • Custo de oportunidade do capital – 10%a.a.
      • Remuneração do produtor – US$ 50.00/ha.ano (representa o custo de oportunidade do capital que poderia ser auferido com venda dos créditos de carbono.
      • De período em período o estoque seria aferido e ajustado, para estabelecer novos valores
      • Haveria investidor interessado neste tipo de negócio? – acreditamos que sim!!!
    Bolsa verde - Bolsa Floresta - Bolsa Carbono Iniciativas Motivações da pesquisa
  • 57. Compensação ou neutralização de carbono Várias iniciativas no Brasil e no mundo Motivações da pesquisa
  • 58. Compensação ou neutralização de carbono Neutralização do carnaval de São Paulo 2007 • 1.200 árvores Fonte:http://www.florestasdofuturo.org.br/paginas/home.php?pg=neutralizacao_parceiros Neutralização de todos os brinquedos do parque • 10.900 árvores por ano, para os próximos 5 anos Fonte:http://www.florestasdofuturo.org.br/paginas/home.php?pg=neutralizacao_parceiros Todos os 960 caminhões da frota portam o selo Carbono Neutro. • Cada caminhão contribui com 12 árvores para neutralizar suas emissões de CO2 durante o ano. • 15.000 ÁRVORES/ANO Fonte:http://www.florestasdofuturo.org.br/paginas/home.php?pg=neutralizacao_parceiros • Para cada caminhão (eletrônico) produzido no ano, 10 árvores são plantadas O caminhão sai da fábrica com o selo (adesivo) “Carbono Neutro”. • 60.000 ÁRVORES -2005/2006 • 100.000 ÁRVORES-2006/2007 Fonte:http://www.florestasdofuturo.org.br/paginas/home.php?pg=neutralizacao_parceiros Motivações da pesquisa
  • 59. Demandas
    • Qual é o estoque e o incremento do carbono no solo e na floresta?
    • O que fazer para minimizar as emissões no processamento da madeira?
    • É preciso que a comunidade científica contribua para o entendimento do balanço de carbono nos processos industriais e na Floresta-solo-atmosfera
    Motivações da pesquisa
  • 60. Principais pesquisas desenvolvidas
  • 61.
    • Quantificação de Biomassa e Análise Econômica do Consórcio Seringueira-Cacau para Geração de Créditos de Carbono
    • COTTA, M.K.; JACOVINE, L.A.G.; VALVERDE, S.R.; PAIVA, H.N.; VIRGENS FILHO, A.C.; SILVA, M.L. Análise econômica do consórcio seringueira-cacau para geração de certificados de emissões reduzidas, Revista Árvore , Viçosa, MG, v.30, n.6, p.969-979, nov./dez. 2006.
    • COTTA, M.K.; JACOVINE, L.A.G.; PAIVA, H.N.; SOARES.C.P.B.; VIRGENS FILHO, A.C.; VALVERDE, S.R.; Quantificação de biomassa e geração de certificados de emissões reduzidas no consórcio seringueira-cacau . Revista Árvore (no prelo).
  • 62. Retirada das Raízes
  • 63. Estoque de Carbono 100 5,22 100 84,65 Total 28 1,45 19 16,24 Subtotal 16 0,83 6 5,15 Laterais 12 0,62 13 11,09 Pivotante         Raízes 72 3,77 81 68,41 Subtotal 40 2,13 56 47,34 Galhos 12 0,62 23 19,22 Tronco 20 1,02 2 1,85 Folhas Parte Aérea Valor Percentual (%) Carbono ton.C/ha Valor Percentual (%) Carbono ton.C/ha Cacau Seringueira Compartimento da Árvore
  • 64. Projeto de Carbono (34 anos): estoque de carbono arbóreo 5,22 Cacau 84,65 Seringueira Estoque de Carbono (ton.C/ha) Compartimento do consórcio 91,54 TOTAL 1,67 Serapilheira
  • 65. Quantificação da biomassa em uma pastagem e em dois estádios sucessionais da mata atlântica e análise econômica da implementação de projetos florestais
  • 66. Contribuição dos créditos de carbono na viabilidade econômica da heveicultura FERNANDES, Tarcísio José Gualberto; SOARES, Carlos Pedro Boechat ; JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves; ALVARENGA, Antonio de Padua ; Quantificação do carbono estocado na parte aérea e raízes de Hevea sp., aos 12 anos de idade, na Zona da Mata Mineira. , Revista Árvore , Viçosa-MG, v.31, n.4, p.657-665, 2007.
  • 67.
    • Estoque de carbono gerado pela heveicultura nos cenários
    1 – Área sem vegetação ou pastagem degradada 2 – Estocagem na biomassa 3 – Estocagem na biomassa e na borracha 4 – Emissão evitada em substituição combustível fóssil 5 - Estocagem na biomassa, na borracha e emissão evitada
  • 68. Quantificação de Biomassa e Análise Econômica da Cultura do Pinhão Manso ( Jatropha curcas L.) para Geração de Créditos de Carbono ELDORADO-MS PLANTAS COM 8 MESES
  • 69. Carbono estocado, em kilogramas por hectare, no primeiro ano da cultura de Jatropha curcas L., Viçosa – MG. Carbono Estocado (Kg.ha -1 ) % Raízes finas 42,66 5,83 Folhas 116,12 15,87 Raiz pivotante 215,96 29,52 Ramos 356,89 48,78 Total 731,63
  • 70. Quantificação de biomassa e geração de créditos de carbono pela cultura de manga
  • 71. Quadro – Incremento Médio Anual de Carbono (IMAc) em ton/ha/ano, em cinco áreas de plantio de manga, na Zona da Mata, MG.
  • 72. - NISHI, M.H.; JACOVINE, L.A.G.; SILVA, M.L.; VALVERDE, S.R.; PAIVA, H.N.; ALVARENGA, A.P. Influência dos créditos de carbono na viabilidade financeira de três projetos florestais , Revista Árvore, Viçosa,MG, v.29, n.2, p.263-270, mar./abr. 2005 - SILVA, R.F.; SOARES, C.P.B.; JACOVINE, L.A.G.; SILVA, M.L.; SILVA, G.F.; LEITE, H.G. Projeção do estoque de carbono e análise da geração de créditos em povoamentos de eucalipto . Dissertação de Mestrado. 2007. - LIMA, A.M.N.; SILVA, I.R.; BARROS, N.F.; NOVAIS, .R.F.; CANTARUTTI, R.B.; JACOVINE, L.A.G.. Modelagem do carbono orgânico do solo no estalecimento de eucalipto em pastagem degrada no Brasil com utilização do modelo “CENTURY”. Qualificação de Doutorado. - LIMA, A.M.N.; SILVA, I.R.; BARROS, N.F.; NOVAIS, .R.F.; CANTARUTTI, R.B.; JACOVINE, L.A.G Calibração e validação do modelo “FulllCAM” para estimativa do ciclo de matéria orgânica em áreas com eucalipto, pastagem e floresta nativa no Brasil . Qualificação de Doutorado . Cont. estudos
  • 73. OLIVEIRA, Marianne Costa; JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves ; Avaliação do potencial de produção de biodiesel da soja e geração de crédito de carbono , Monografia (Ciências Econômicas), UFV, Departamento de Economia, 39 , 2007 , DEE MOREIRA, Lílian Fraga; JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves ; Impactos do mercado de carbono na balança comercial brasileira , Monografia (Ciências econômicas), UFV, Departamento de Economia, 35 , 2007 , DEE – ALVES, Guilherme Porto; JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves ; Viabilidade da implantação de contratos futuros de carbono no Brasil , Monografia (Ciências Econômicas), UFV, Departamento de Economia, 38 , 2006 , DEE ALMEIDA, Priscila Curso; JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves ; Atualidades do Mercado Mundial de Carbono , Monografia de Graduação, Departamento de Engenharia Florestal/UFV, 2004. 25p. , 2004 , DEF FERNANDES, Tarcísio José Gualberto; JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves ; SILVA, Marcio Lopes da; SOARES, Carlos Pedro Boechat ; A mudança climática e o seqüestro de CO2 pelas florestas - uma análise econômica da venda de créditos de carbono , Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2001. 45p. , 2001. Cont. estudos
  • 74. Publicações
    • JACOVINE, L.A.G.; SOARES, C.P.B.; RIBEIRO, S.C.; SILVA, R.F.; PAIXÃO, F.A. SEQÜESTRO DE CARBONO EM POVOAMENTOS FLORESTAIS DE EUCALIPTO E A GERAÇÃO DE CRÉDITOS DE CARBONO . Informe Agropecuário (2008) ( no prelo).
  • 75.
    • JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves; NISHI, Marcos Hiroshi ; SILVA, Marcio Lopes da; VALVERDE, Sebastiao Renato ; ALVARENGA, Antonio de Padua; A seringueira no contexto das negociações sobre mudanças climáticas globais , In:Sequestro de carbono: quantificação em seringais de cultivo e na vegetação natural. Cap. 01, p.1-42, 2006.
    • JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves; COTTA, Michele Karina ; PAIVA, Haroldo Nogueira de; SOARES, Carlos Pedro Boechat ; VIRGENS FILHO, Adonias de Castro; Consórcio seringueira-cacau e geração de créditos de carbono , In: Sequestro de carbono: quantificação em seringais de cultivo e na vegetação natural. Cap. 12, p.257-285. 2006.
    • JACOVINE, Laercio Antônio Gonçalves; FERNANDES, Tarcísio José Gualberto ; SOARES, Carlos Pedro Boechat; SILVA, Marcio Lopes da ; ALVARENGA, Antonio de Padua; A heveicultura e a geração de Reduções Certificadas de Emissões – RCE´s. In: Sequestro de carbono: quantificação em seringais de cultivo e na vegetação natural. Cap.14, p.315-338. 2006.
    Capítulos de livro
  • 76. Pesquisas em desenvolvimento
    • Análise do potencial de contribuição dos créditos de carbono na efetivação da conservação e revegetação das áreas de Mata Atlântica. JACOVINE, L.A.G.; RIBEIRO, S.C. SILVA, M.L.; VALVERDE, S.R.; SOARES, C.P.B.; MARTINS, S.V.; SOUZA, A.L. (Financiamento – CNPq).
    • Avaliação da viabilidade técnica e econômica de três culturas (macaúba, pinhão-manso e mamona) para produção do biodiesel e de alternativas de aproveitamento de resíduos gerados na cadeia produtiva, como forma de garantir e agregar renda ao produtor. JACOVINE, L.A.G.; CARNEIRO, A.C.O.; VITAL, B.R.; SILVA, M.L. (financiamento CNPq).
    • Seqüestro de carbono em arborização urbana . JACOVINE, L.AG.J.; JACOVINE, L.A.G.; SOARES, C.P.B.; GONÇALVES, W.. (Estágio – sem financiamento).
    • Valoração econômica de recursos hídricos e estoque de carbono em nascentes da bacia hidrográfica do rio turvo – MG como base para o estabelecimento de incentivos pela manutenção das áreas de preservação permanente. JACOVINE, L.A.G.; VILAR, M.B.; DIAS, H.C.T.; SOARES, C.P.B.; SILVA, M.L.; VALVERDE, S.R.; SOARES, C.P.B.; MARTINS, S.V.; SOUZA, A.L.; RIBEIRO, S.C. (Dissertação de mestrado – sem financiamento)
    • Quantificação de biomassa e de carbono em floresta nativa. AMARO, M.A.; SOARES, C.P.B.; JACOVINE, L.A.G. (Financiamento CNPq)
  • 77. Grupo de estudo sobre projetos florestais e a geração de créditos de carbono
  • 78.
    • Brasil deverá ter um esforço maior que outros países em desenvolvimento - O desenvolvimento da ciência e tecnologia para o desenvolvimento de energias limpas será o diferencial - Brasil e, especificamente, Minas Gerais, tem condições favoráveis – área disponível, plantios florestais, domínio tecnológico da produção florestal, clima, recursos humanos, etc. - Investimentos em pesquisas para entendimento da relação do carbono no solo-floresta-atmosfera e do potencial para diminuição das emissões de GEE nos processos industriais são necessários - Formação de redes de pesquisa – interação de pesquisadores - respostas mais rápidas, melhor aproveitamento de recursos, etc. - Há muito a ser feito por todos nós!!!!
    Considerações finais
  • 79. Obrigado Laércio Jacovine Departamento de Engenharia Florestal [email_address] 3899-1191