Implementação dos Novos Programas de Português
(...) em rigor, a escola, que tão mal ensina a escrever, não ensina, de todo, a falar . A aprendizagem elementar da fala e...
Plano  da replicação <ul><li>Linhas de acção  </li></ul><ul><li>Enquadramento teórico do Modo oral </li></ul><ul><li>Traba...
«…o oral tem sido o parente pobre do ensino da língua. Reagindo a esta situação, os programas de Língua Materna de vários ...
  A pedagogia do oral é um produto tardio na cultura escolar: <ul><li>-  Até aos anos 60 do séc. XX  não fazia parte dos p...
Mas... <ul><li>Não basta falar para aprender a comunicar; </li></ul><ul><li>É necessário comunicar e ao mesmo tempo reflec...
Contudo... <ul><li>•  “ As  práticas do oral na sala de aula  continuam a ser hesitantes e em muitos casos desprovidas de ...
O oral não é concebido como objecto de estudo Os factores são diversos (Figueiredo, O.: 2005): <ul><li>A  dificuldade  em ...
O oral não é concebido como objecto de estudo Os factores são diversos (Figueiredo, O.: 2005): <ul><li>•  A ausência de ma...
Oral na sala de aula <ul><li>«Instaurar uma verdadeira  pedagogia oral em sala de aula de Língua Materna  é definir um dos...
1.Que oral ensinar?  <ul><li>As Competências do modo oral:  </li></ul><ul><li>compreensão  de discursos produzidos em dife...
1.Que oral ensinar?
Que oral ensinar? <ul><li>«O português oral, na sala de aula, (deve ser)entendido não só como língua de trabalho, mas como...
2.Como ensinar o oral? <ul><li>a) Devem ser proporcionadas aos alunos oportunidades para se  aprender a escutar , para que...
Importância da planificação das actividades  <ul><li>Qualquer actividade do oral a desenvolver exige sempre tempo de  prep...
Planificação de actividades <ul><li>•  Estruturação de actividades em 3 fases: </li></ul><ul><li>•  Pré-escuta/visionament...
Recursos   <ul><li>“ São evidentes as vantagens em  utilizar os recursos das TIC, para trazer para dentro da aula uma gran...
3.Deve ser autónomo ou integrado noutras actividades? <ul><li>3.  A língua que se ensina na aula de língua materna é a lín...
Articulado com as outras competências <ul><li>•  O trabalho na sala de aula deve promover um desenvolvimento  integrado de...
 
<ul><li>“  De todas as habilidades linguísticas, escutar é a que desperta menos interesse na vida quotidiana.” Cassany  et...
O QUE É ESCUTAR? Escutar  é compreender a mensagem, e para fazê-lo devemos por em marcha um processo cognitivo de construç...
Características mais relevantes <ul><li>Escutamos com um objectivo determinado (obter informação, receber uma  resposta , ...
<ul><li>Para além do discurso verbal, existem outros  estímulos sensoriais  (ruídos, odores, aspecto visual, tacto, etc.) ...
<ul><li>PROCEDIMENTOS  CONCEITOS ATITUDES </li></ul><ul><li>Reconhecer   TEXTO - Cultura oral </li></ul><ul><li>Selecciona...
FPP – Compreensão do Oral  Filomena Morais e Gabriela Rodrigues <ul><li>Decálogo do ouvinte perfeito </li></ul><ul><li>Ado...
Escutar com sucesso <ul><li>Escutar  com sucesso significa: </li></ul><ul><li>apreender o essencial da mensagem; </li></ul...
Modelo de Compreens ão Oral <ul><li>contexto  O TEXTO ORAL  situaç ão de </li></ul><ul><li>- propósitos  QUE   comunicação...
Compreensão do Oral  <ul><li>Introduzir o tema do texto que se vai escutar e apresentar a situação. Poderá relacionar-se c...
Exercícios de Compreensão do Oral <ul><li>1.  Jogos  mnemotécnicos  5.  Escolher opções </li></ul><ul><li>Escutar e desenh...
Orientações de Gestão – 1º Ciclo <ul><li>No domínio da  compreensão do ora l as crianças deverão desenvolver habilidades d...
Resultados Esperados 1º ciclo - Compreensão do oral <ul><li>1º e 2º anos </li></ul><ul><li>•  Saber  escutar  para  reprod...
2º ciclo – orientações de gestão <ul><li>As competências do  modo oral  e do modo escrito, realizadas no eixo da produção ...
Resultados Esperados Compreensão oral - 2º ciclo <ul><li>•  Saber escutar  para reter informação essencial, discursos brev...
Orientações de gestão Comunicação oral  – 3º Ciclo <ul><li>« Escuta guiada de documentos orais de diferentes tipos , repre...
Resultados esperados Compreensão oral 3º ciclo <ul><li>•  Saber escutar , visando  diferentes finalidades , discursos form...
Actividades do CNEB <ul><li>Audição orientada de registos diversificados de extensão e grau de formalidade crescentes. </l...
Representação dos princípios e pressupostos  do Programa nas competências do oral
Representação dos princípios e pressupostos  do  Programa nas competências do oral
Representação dos princípios e pressupostos  do  Programa nas competências do oral
 
 
ORAL <ul><li>«Descurar o desenvolvimento da competência oral será condenar os que chegam à escola com marcas sociais, cult...
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2ª ReplicaçãO Modo Oral 1

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2ª ReplicaçãO Modo Oral 1

  1. 1. Implementação dos Novos Programas de Português
  2. 2. (...) em rigor, a escola, que tão mal ensina a escrever, não ensina, de todo, a falar . A aprendizagem elementar da fala e o desenvolvimento da língua estão entregues às famílias (...) a escola, ao não intervir no processo de edificação da fala demite-se de uma responsabilidade que deveria ser a primeira a reinvidicar e, pelo contrário, vai receber o influxo negativo dos surtos degenerativos externos, assim «oficializando», indirectamente, o vicioso e o errado contra o exacto e o harmonioso.” José Saramago, 1998, Cadernos de Lanzarote, DiárioV, Lisboa, Caminho, p.198
  3. 3. Plano da replicação <ul><li>Linhas de acção </li></ul><ul><li>Enquadramento teórico do Modo oral </li></ul><ul><li>Trabalho em pequeno grupo </li></ul><ul><li>Reflexão inter e intra grupos com vista a partilha de práticas e de experiências. </li></ul><ul><li>Sistematização das competências do modo oral </li></ul>
  4. 4. «…o oral tem sido o parente pobre do ensino da língua. Reagindo a esta situação, os programas de Língua Materna de vários países chamam para a necessidade de serem realizadas actividades que tornem os alunos melhores ouvintes e melhores falantes. » Maria José. Ferraz, 2007 , Ensino da língua Materna, Lisboa, Caminho, p.29
  5. 5. A pedagogia do oral é um produto tardio na cultura escolar: <ul><li>- Até aos anos 60 do séc. XX não fazia parte dos planos de estudo: </li></ul><ul><li>• Aprender a falar = Aprender a pensar. </li></ul><ul><li>• A língua como representação e não como comunicação. </li></ul><ul><li>- A partir da década de 60/70, por influência da linguística estrutural, é dado algum relevo ao oral. </li></ul><ul><li>- Metodologia de ensino: </li></ul><ul><li>• Momentos de liberdade; </li></ul><ul><li>• Momentos de estruturação. </li></ul>
  6. 6. Mas... <ul><li>Não basta falar para aprender a comunicar; </li></ul><ul><li>É necessário comunicar e ao mesmo tempo reflectir e analisar a comunicação. </li></ul><ul><li>• Os Programas de Português dão instruções nesta via e reclamam a necessidade de se trabalhar o oral em contextos variados onde os alunos tomem a palavra, de forma a adquirirem competências comunicativas . </li></ul>
  7. 7. Contudo... <ul><li>• “ As práticas do oral na sala de aula continuam a ser hesitantes e em muitos casos desprovidas de intervenção didáctica eficaz.” (Figueiredo, O.: 2005); </li></ul><ul><li>• “ O professor ocupa com o seu próprio discurso 60% dos tempos de fala contra 40% dos tempos de fala distribuídos por todos os alunos (...)”. (Marchand, F.: 1971); </li></ul><ul><li>• O oral está ainda muito ligado à escrita . </li></ul>
  8. 8. O oral não é concebido como objecto de estudo Os factores são diversos (Figueiredo, O.: 2005): <ul><li>A dificuldade em objectivar e avaliar os desempenhos dos alunos , nomeadamente porque há ainda a dificuldade em ver no oral um objecto com traços duráveis, susceptíveis de avaliação; </li></ul><ul><li>• O desconforto dos professores diante do ensino e da avaliação da comunicação oral; </li></ul>
  9. 9. O oral não é concebido como objecto de estudo Os factores são diversos (Figueiredo, O.: 2005): <ul><li>• A ausência de material didáctico; </li></ul><ul><li>• A utilização de métodos de ensino intuitivos; </li></ul><ul><li>• A falta de precisão de definição de objectivos; </li></ul><ul><li>• A confusão entre o oral escolar (discurso pedagógico-didáctico) e o oral em situação escolar (actividades planeadas para pôr em prática comunicação e reflectir sobre ela). </li></ul>
  10. 10. Oral na sala de aula <ul><li>«Instaurar uma verdadeira pedagogia oral em sala de aula de Língua Materna é definir um dos seus objectos de ensino , proporcionando o domínio dos géneros formais e públicos do oral , não se descurando a aproximação ao uso do Português padrão.» Ferraz, Maria José, 2007( p. 30) </li></ul><ul><li>As competências específicas implicadas nas actividades linguísticas que se processam no modo oral são a compreensão do oral e a expressão oral ; Novos Programas(p . 15) </li></ul>
  11. 11. 1.Que oral ensinar? <ul><li>As Competências do modo oral: </li></ul><ul><li>compreensão de discursos produzidos em diferentes variedades do Português, incluindo o Português padrão e a compreensão dos géneros públicos e formais do oral, a adquirir progressivamente ; </li></ul><ul><li>expressão oral em português padrão e o domínio progressivo da produção de géneros públicos e formais do oral. </li></ul>
  12. 12. 1.Que oral ensinar?
  13. 13. Que oral ensinar? <ul><li>«O português oral, na sala de aula, (deve ser)entendido não só como língua de trabalho, mas como um domínio rigorosamente programado de conteúdos.” programa(pág. 109) </li></ul>
  14. 14. 2.Como ensinar o oral? <ul><li>a) Devem ser proporcionadas aos alunos oportunidades para se aprender a escutar , para que ele seja capaz de identificar as intenções comunicativas de quem fala de modo que os outros entendam, para adequar o discurso a qualquer situação de comunicação. </li></ul><ul><li>b) Fazendo ouvir. </li></ul><ul><li>c) Fazendo falar. </li></ul><ul><li>d) Avaliando as produções. </li></ul>
  15. 15. Importância da planificação das actividades <ul><li>Qualquer actividade do oral a desenvolver exige sempre tempo de preparação , de execução e de reflexão sobre os resultados obtidos. </li></ul>
  16. 16. Planificação de actividades <ul><li>• Estruturação de actividades em 3 fases: </li></ul><ul><li>• Pré-escuta/visionamento; </li></ul><ul><li>• Escuta; </li></ul><ul><li>• Pós-escuta. </li></ul><ul><li>• Planificação; </li></ul><ul><li>• Execução; </li></ul><ul><li>• Revisão. </li></ul>
  17. 17. Recursos <ul><li>“ São evidentes as vantagens em utilizar os recursos das TIC, para trazer para dentro da aula uma grande variedade de discursos e de textos orais e multimodais .” (pág. 109) </li></ul><ul><li>Os métodos, estratégias e recursos podem e devem ser variados. </li></ul>
  18. 18. 3.Deve ser autónomo ou integrado noutras actividades? <ul><li>3. A língua que se ensina na aula de língua materna é a língua que se fala, parece que todas as ocasiões podem ser favoráveis à aprendizagem do oral. Todavia, para uma aprendizagem específica , as actividades a criar proporcionarão actividades específicas . </li></ul>
  19. 19. Articulado com as outras competências <ul><li>• O trabalho na sala de aula deve promover um desenvolvimento integrado de todas as competências , o que significa que as “actividades planificadas com o objectivo de desenvolver uma competência específica devem coexistir com actividades onde as diferentes competências são trabalhadas de forma integrada.” (pág. 68) </li></ul>
  20. 21. <ul><li>“ De todas as habilidades linguísticas, escutar é a que desperta menos interesse na vida quotidiana.” Cassany et al. (1998, p.100) </li></ul>FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues
  21. 22. O QUE É ESCUTAR? Escutar é compreender a mensagem, e para fazê-lo devemos por em marcha um processo cognitivo de construção de significado e de interpretação de um discurso pronunciado oralmente. FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues
  22. 23. Características mais relevantes <ul><li>Escutamos com um objectivo determinado (obter informação, receber uma resposta , entender algo ) e com expectativas concretas sobre o que vamos ouvir (tema, tipo de linguagem, estilo, etc.). </li></ul><ul><li>Na maioria das ocasiões , em que escutamos, podemos ver quem fala. Esta co-presença permite o Feedback (imediato), a ruptura do discurso, e o aproveitamento das pistas contextuais. Também nos brinda com informação não verbal. </li></ul><ul><li>Mesmo que escutemos, é-nos, constantemente, exigido que respondamos ou que ofereçamos feedback ou retroalimentação à pessoa que fala. Quem fala precisa de saber se seguimos as suas intervenções ou se é necessário parar ou repetir algo. A nossa resposta pode ser verbal ou não verbal (olhar, gestos, vocalizações : mmmmmm, ssssim, ah….). Na comunicação oral , o intercâmbio de papéis entre emissor e receptor é constante. </li></ul>FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues
  23. 24. <ul><li>Para além do discurso verbal, existem outros estímulos sensoriais (ruídos, odores, aspecto visual, tacto, etc.) que nos dão informação que utilizamos para interpretar o texto. Numa exposição oral podem existir esquemas, diagramas, códigos não verbais,.. </li></ul><ul><li>Finalmente, o tipo de linguagem que se utiliza na comunicação quotidiana é bastante diferente da escrita e da oralidade utilizado em contextos mais formais (escola, trabalho, conferências, etc.). Só na comunicação espontânea (não preparada) encontramos ocorrências do tipo: frases inacabadas, pausas, mudanças de ritmo e de entoação, repetições, etc…. um elevado grau de redundância e também de ruído (qualquer aspecto que estorve a compreensão: ruído ambiental, erros do emissor, falta de atenção do receptor, etc.). </li></ul>FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues <ul><ul><li>Como consequência destas respostas contínuas, das alterações no discurso (pausas, gestos, alterações de ritmo, entoação, etc.), o discurso pronunciado fracciona-se em fragmentos breves que se escutam em separado. Quer dizer, não escutamos uma exposição de dez minutos, mas sim de vinte ou mais fragmentos de trinta segundos. </li></ul></ul>
  24. 25. <ul><li>PROCEDIMENTOS CONCEITOS ATITUDES </li></ul><ul><li>Reconhecer TEXTO - Cultura oral </li></ul><ul><li>Seleccionar - Adequação - Eu, receptor </li></ul><ul><li>Interpretar - Coerência - Diálogos e conversas </li></ul><ul><li>Inferir - Coesão - Debates </li></ul><ul><li>Antecipar - Gramática </li></ul><ul><li>Reter - Apresentação </li></ul><ul><li> - Estilística </li></ul>Os Procedimentos constituem as diversas estratégias comunicativas que utilizamos para decifrar mensagens orais. Os Conceitos são os mesmos que em outras competências, ou seja: o sistema da língua, regras gramaticais e textuais que veiculam o discurso. A coluna das Atitudes aponta para valores , opiniões subjacentes a normas de comportamento que se relacionam com o acto de escutar. FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues
  25. 26. FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues <ul><li>Decálogo do ouvinte perfeito </li></ul><ul><li>Adoptar uma atitude activa. Ter curiosidade. </li></ul><ul><li>Olhar o orador. </li></ul><ul><li>Ser objectivo. Escutar o que diz o outro. </li></ul><ul><li>Articular-se com o orador. Compreender a sua mensagem e os seus pontos de vista. </li></ul><ul><li>Descobrir em primeiro lugar a ideia principal. </li></ul><ul><li>Descobrir também os objectivos e os propósitos do orador. </li></ul><ul><li>Valorizar a mensagem escutada. </li></ul><ul><li>Valorizar a intervenção do orador </li></ul><ul><li>Reagir à mensagem. </li></ul><ul><li>Falar quando o orador tiver terminado. </li></ul><ul><li>Cassany et al. (1998, p. 103) </li></ul>
  26. 27. Escutar com sucesso <ul><li>Escutar com sucesso significa: </li></ul><ul><li>apreender o essencial da mensagem; </li></ul><ul><li>compreendê-la e interpretá-la; </li></ul><ul><li>Identificar pormenores relevantes; </li></ul><ul><li>Inferir o sentido de palavras desconhecidas; </li></ul><ul><li>fazer um juízo sobre o rigor da comunicação. </li></ul>
  27. 28. Modelo de Compreens ão Oral <ul><li>contexto O TEXTO ORAL situaç ão de </li></ul><ul><li>- propósitos QUE comunicação </li></ul><ul><li>tema SE PRONUNCIA </li></ul>PROCESSOS DE COMPREENS ÃO reconhecer antecipar seleccionar inferir interpretar reter MEM ÓRIA DE CURTO PRAZO <ul><li>MEM ÓRIA DE LONGO PRAZO </li></ul><ul><li>Conhecimentos de gramática: morfosintaxe, fonologia, etc… </li></ul><ul><li>Dicionário </li></ul><ul><li>Conhecimentos do mundo </li></ul>FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues
  28. 29. Compreensão do Oral <ul><li>Introduzir o tema do texto que se vai escutar e apresentar a situação. Poderá relacionar-se com os interesses dos alunos, para motivá-los. Este aspecto é importante porque permite a antecipação. </li></ul><ul><li>Apresentar de forma concreta e clara a tarefa que o aluno deve realizar. Por exemplo: entender uma ideia principal, uma determinada informação, contar o número de vezes que aparece uma palavra, inferir informação sobre o falante,…. Especificar como se deve dar a resposta: escrevendo, fazendo um desenho, …. </li></ul><ul><li>Escutar o discurso oral: fazer o discurso, ler em voz alta, por o magnetofone, o vídeo,…. Os alunos trabalham individualmente. </li></ul><ul><li>Pedir aos alunos que comparem as suas respostas a pares ou em pequenos grupos. </li></ul><ul><li>Escutar novamente o discurso. </li></ul><ul><li>Comparar as respostas, a pares, em pequeno grupo, em grande grupo. Acabar a actividade verificando se estão correctas, voltando a escutar o discurso oral detendo-se nos pontos importantes. </li></ul><ul><li>* Os passos de três a seis podem repetir-se duas ou três vezes. Trata-se de enfatizar o processo de compreensão, no trabalho progressivo de reelaboração do significado. </li></ul>FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues
  29. 30. Exercícios de Compreensão do Oral <ul><li>1. Jogos mnemotécnicos 5. Escolher opções </li></ul><ul><li>Escutar e desenhar 6. Identificar erros </li></ul><ul><li>Completar quadros 7. Aprendizagem cooperativa </li></ul><ul><li>Transferir informação </li></ul>FPP – Compreensão do Oral Filomena Morais e Gabriela Rodrigues Recursos Magnetofone e vídeo Televisão Computador e Internet … .
  30. 31. Orientações de Gestão – 1º Ciclo <ul><li>No domínio da compreensão do ora l as crianças deverão desenvolver habilidades de escuta para serem capazes de extrair informação dos textos ouvidos . É fundamental a realização de actividades que ensinem os alunos a escutar, a reter e a registar a informação pertinente a partir de discursos com diferentes graus de formalidade e complexidade. </li></ul><ul><li>A aprendizagem sistemática de vocabulário é indispensável para compreender os discursos ouvidos. É preciso promover o alargamento do vocabulário do aluno para que ele compreenda os discursos da escola, se integre plenamente na vida do grupo a que agora pertence e na comunidade de que faz parte. (pág. 69) </li></ul>
  31. 32. Resultados Esperados 1º ciclo - Compreensão do oral <ul><li>1º e 2º anos </li></ul><ul><li>• Saber escutar para reproduzir pequenas mensagens e para cumprir ordens e pedidos. </li></ul><ul><li>• Prestar atenção a breves discursos sobre assuntos que lhe são familiares, retendo o essencial da mensagem. </li></ul><ul><li>• Compreender o essencial de histórias contadas, de poemas e de textos da tradição oral. </li></ul><ul><li>3º e 4º anos </li></ul><ul><li>• Saber escutar , para organizar e reter informação essencial, discursos breves em português padrão com algum grau de formalidade. </li></ul><ul><li>• Distinguir entre facto e opinião , informação implícita e explícita, o que é essencial do que é acessório. </li></ul>
  32. 33. 2º ciclo – orientações de gestão <ul><li>As competências do modo oral e do modo escrito, realizadas no eixo da produção ou no da recepção , são igualmente importantes . Sendo assim, o professor </li></ul><ul><li>deve tentar o desenvolvimento equilibrado de todas elas, sabendo, contudo, que o tempo a dedicar à escrita deve ser mais generoso, por ser esta uma competência cujos desempenhos implicam uma grande complexidade. p.108 </li></ul>
  33. 34. Resultados Esperados Compreensão oral - 2º ciclo <ul><li>• Saber escutar para reter informação essencial, discursos breves, em português padrão, com algum grau de formalidade. </li></ul><ul><li>• Interpretar a informação ouvida , distinguindo o facto da opinião, o essencial do acessório, a informação explícita da informação implícita. </li></ul><ul><li>• Compreender os diferentes argumentos que fundamentam uma opinião . </li></ul>
  34. 35. Orientações de gestão Comunicação oral – 3º Ciclo <ul><li>« Escuta guiada de documentos orais de diferentes tipos , representativos de situações de interlocução autênticas e apresentando usos diversificados da língua, quer em português padrão quer noutras variedades; </li></ul><ul><li>Exercícios de comparação entre diferentes formas de utilizar a língua oral em contexto, confrontando os recursos verbais e não verbais utilizados e os efeitos produzidos; </li></ul><ul><li>Envolvimento em actividades diversificadas de comunicação oral , que permitam ao aluno desempenhar vários papéis, quer em termos do treino da escuta, quer no campo da expressão oral;» (p.146) </li></ul>
  35. 36. Resultados esperados Compreensão oral 3º ciclo <ul><li>• Saber escutar , visando diferentes finalidades , discursos formais em diferentes variedades do Português , cuja complexidade e duração exijam atenção por períodos prolongados . </li></ul><ul><li>• Interpretar criticamente a informação ouvida, analisando as estratégias e os recursos verbais e não verbais utilizados. </li></ul><ul><li>• Compreender o essencial da mensagem , apreendendo o fio condutor da intervenção e retendo dados que permitam intervir construtivamente em situações de diálogo ou realizar tarefas específicas. </li></ul>
  36. 37. Actividades do CNEB <ul><li>Audição orientada de registos diversificados de extensão e grau de formalidade crescentes. </li></ul><ul><li>Audição orientada de registos de diferentes variedades do Português. </li></ul><ul><li>Actividades de planeamento e de produção de diferentes tipos de discurso oral, com grau crescente de formalidade. </li></ul><ul><li>Actividades que propiciem a participação eficaz e adequada em diversas situações e interacção (debates, exposições, entrevistas, sínteses…) </li></ul>
  37. 38. Representação dos princípios e pressupostos do Programa nas competências do oral
  38. 39. Representação dos princípios e pressupostos do Programa nas competências do oral
  39. 40. Representação dos princípios e pressupostos do Programa nas competências do oral
  40. 43. ORAL <ul><li>«Descurar o desenvolvimento da competência oral será condenar os que chegam à escola com marcas sociais, culturais, geográficas da sua origem, a permanecerem diferentes dos que tiveram histórias de vida que lhes permitiram contacto com formas de expressão socialmente mais aceites. Será esquecer que o saber circula por meio da palavra dita, e que ela ajuda na construção do pensamento.» Ferraz, (p. 30) </li></ul>

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