Cuidados na alimentação da pessoa Idosa<br />
Trabalho realizado por:<br />Adelina Rocha<br />Carla Martins<br />Carla Monteiro<br />Conceição Pimenta<br />Sandra Andre...
Introdução<br />Este trabalho foi proposto no modulo U.F.C.D. xv , pelo Sr. enfermeiro Filipe Moreira .Para nos dar a conh...
Tendo como objectivos específicos:<br />Ser capaz de auxiliar nas refeições dos doentes dependentes, semi-dependentes e in...
Índice:<br />1º-Auxiliar nas refeições<br />2º-Cuidados de higienização de espaços e cuidados de higienização do cuidador ...
1º-Auxiliar nas refeições<br />O auxílio nas refeições passa por ter em conta quais as restrições físicas e patológicas  d...
1.1.1-A alimentação nos: -Utentes independentes<br />Os utentes independentes são aqueles que ainda são capazes de realiza...
1.1.2-A alimentação nos:- Utentes semi-dependentes<br />Classifica-se de utentes semi-dependentes quando o doente apresent...
1.1.3-A alimentação nos:- Utentes dependentes<br />Classifica-se de utente dependente quando este é incapaz de se alimenta...
1.2- A alimentação nos: Idosos acamados<br />Nos doentes acamados a alimentação segue um padrão de normas e cuidados espec...
Os pratos coloridos e cheirosos com uma temperatura adequada vão facilitar o estimulo no paciente para que este se aliment...
1.3-  A alimentação por sonda nasogástrica<br />A alimentação por sonda nasogástrica é  usada em várias situações, de conv...
1.2-Como alimentar o utente por sonda nasogástrica<br />O doente deve de estar sentado  ou quase sentado ( posição semi-fo...
  . Deve deixar o doente 30 minutos após dar a alimentação sentado. Dar água depois da alimentação (para hidratar e lavar ...
2-Colaboração na preparação e confecção das refeições <br />    Aqui vamos falar do conceito de colaborar , preparar e con...
2.1-Contaminação dos alimentos<br />È a presença não intencional de qualquer material estranho nos alimentos, de origem qu...
A contaminação dos alimentos pode ser causada por : <br />- manipuladores de alimentos;<br />-utensílios e equipamentos;<b...
Contaminação química<br />Pode ser devido a produtos químicos associados às características das próprias matérias-primas, ...
Contaminação física<br />Pode ser devida a objectos presentes nas matérias-primas, a objectos introduzidos nos produtos al...
Contaminação biológica<br />Pode ser devida a bactérias, fungos, vírus, parasitas e toxinas microbianas. Dos três tipos de...
A temperatura óptima de crescimento dos microrganismos causadores de problemas na saúde no homem, situa-se nos 36-37ºC. Qu...
contaminação  através dos manipuladores de alimentos<br />como ocorre ?<br />Através de:<br />Farda suja<br />Cabelo<br />...
como se evita?<br />Vestindo fardamento limpo e completo.<br />Lavando as mãos e antebraços, e escovando as unhas frequent...
Contaminação através de  equipamentos e utensílios<br />como ocorre?<br />Através de:<br />Utensílios sujos<br />Tábuas de...
como se evita?<br />Lavando e desinfectando todos os utensílios antes e após a sua utilização<br />Mantendo todo o materia...
Contaminação através do cruzamento de alimentos  <br />como ocorre?<br />Através de:<br />Contacto de alimentos sujos com ...
como se evita?<br />Impedindo o contacto ou proximidade de alimentos sujos com outros alimentos crus ou cozinhados<br />Im...
Contaminação através do lixo <br />como ocorre?<br />Por proximidade ou contacto entre lixos e alimentos<br /> como se evi...
Contaminação através de infestações<br />como ocorre?<br />Por infestações veiculas por embalagens (cartão, madeira, etc.)...
como se evita?<br />Efectuando a desinfestação periódica das instalações<br />Controlando as matérias-primas no momento da...
Cuidados do manipulador de alimentos<br />Não comer, beber, mascar, fumar ou cuspir nas zonas de preparação e armazenament...
Não espirrar, tossir, falar ou soprar sobre matérias-primas, produtos ou qualquer tipo de material<br />Manter os locais d...
2.2-Limpeza e desinfecção<br /> Um bom programa de higienização é essencialmente constituído por duas fases: a primeira co...
    Na  higienização de espaços de confecção e preparação  de alimentos devemos de ter em conta que na cozinha ( local de ...
As prateleiras, armários e bancadas de preparação das cozinhas devem ser de material liso, resistente, lavável e impermeáv...
Habitualmente nas cozinhas com copas integradas sugere-se a existência de um lavatório apenas para a lavagem das mãos, com...
2.3-Recepção de matérias primas<br />Na recepção de matérias-primas deve ser dada prioridade à entrada de produtos sensíve...
2.4- Acondicionamento<br />armazenamento refrigerado<br />A cadeia de frio não deve ser interrompida. As temperaturas das ...
armazenamento à Temperatura Ambiente<br />Os produtos devem estar armazenados consoante a sua família e de acordo com os s...
Qualquer produto com prazo de validade expirado, alterado ou contaminado, deve ser identificado e isolado dos restantes. E...
2.5  Preparação e confecção de refeições<br />Antes do início da preparação dos alimentos, os manipuladores devem confirma...
Lavar bem o arroz, o feijão e o grão; <br />Descascar o tomate, rejeitando-se  os podres e os que apresentam fissuras; <br...
algumas regras na confecção dos alimentos<br />Todos os alimentos devem ser bem cozinhados, nomeadamente carnes e peixes<b...
Os alimentos devem ser descongelados com antecedência, no frigorífico ou no microondas<br />Os condimentos devem ser adici...
Doenças e restrições dietéticas e condicionantes físicas da pessoa Idosa <br />Uma alimentação saudável tem que ser comple...
 3.1-Doença de Alzheimer:<br />È uma doença degenerativa do foro neurológico que afecta a parte da percepção da memória.<b...
3.1.1-Alimentação na Demência de Alzheimer<br />Pode fazer uma dieta geral.<br /> Em fase mais avançada esta doença poderá...
3.2-Doença de Parkinson:<br />È uma doença do foro neurológico que afecta a parte muscular.<br />É a degeneração de um loc...
3.2-Alimentação na doença de Parkinson-<br />Uma dieta mole é o indicado pois o doente apresenta dificuldade de deglutição...
3.3-Disfagia:<br />Caracteriza-se por um sintoma comum de diversas doenças. Pode ser causada por alterações neurológicas, ...
Alimentação na Disfagia (dificuldade em engolir)<br />Dieta líquida, pois este doente tem dificuldade em engolir consiste ...
3.4-Osteoporose:<br />É uma doença em que os ossos perdem cálcio, tornando-se mais frágeis, sofrendo fracturas com mais fr...
Alimentação na Osteoporose<br />Dieta á base de cálcio deve optar por alimentos como o queijo, leite iogurtes e peixe floc...
3.5-OBESIDADE:<br />A obesidade é o resultado da ingestão de uma quantidade de calorias maior do que a utilizada pelo corp...
Alimentação na Obesidade<br /> O doente obeso deve de fazer uma Dieta hipolipídica. – Dieta com quantidades reduzidas de g...
3.6-Diabetes Mellitus:<br />É uma doença provocada pela deficiência ou ausência de produção de insulina, que leva a sintom...
Alimentação na diabetes<br />A alimentação na diabetes deve ser hipoglicemica.<br />- Leite meio gordo, iogurte natural ou...
3.7-Hipertensão Arterial:<br />Designa-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão...
Alimentação na hipertensão arterial:<br />A alimentação para o utente hipertenso deve ser hiposalinica (sem sal) rica em f...
3.8-Colesterol Elevado:<br />Colesterol alto é um dos principais factores de risco para o surgimento de doenças cardiovasc...
Alimentação no colesterol elevado<br />A alimentação no colesterol elevado deve ser hipolipídica, reduzir os lipidos (gord...
3.9-Obstipação:<br />Uma pessoa com Obstipação (prisão de ventre) produz fezes duras que podem ser difíceis de expulsar. T...
Alimentação na obstipação:<br /> <br />Na obstipação a alimentação deve ser:<br />Rica em fibras e vegetais;<br />Pão e bi...
3.10-Insuficiência Cardíaca:<br />A insuficiência cardíaca (insuficiência cardíaca congestiva) é uma doença grave em que a...
Alimentação do doente cardíaco:<br />Deve de optar por uma dieta geral mas com restrições (sal, carnes gordas etc.)<br />L...
3.11-Insuficiência renal:<br />A insuficiência renal é uma alteração da função dos rins na qual estes são incapazes de exc...
Alimentação do doente com Insuficiência renal:<br />Carnes brancas (aves e coelho),carne de porco sem gorduras, carnes ver...
3.12-Subnutrição:<br />A subnutrição pode ser o resultado de uma diminuição da ingestão (desnutrição).<br /> È um desequil...
Alimentação para doentes com subnutrição:<br />Dieta hipercalorica – a base de proteínas, hidratos de carbono,   lipidos e...
4- Conclusão :<br />Com este trabalho chegamos á conclusão que a alimentação interfere no estado de saúde de um modo geral...
5- webgrafia<br />-portal da saúde-www.saude .gov.br<br />-saude do idoso <br /> Dia -24-05-2011 <br />-12.00h<br />-www.s...
Bibliografia<br />Caderno do modulo ufcd XII <br />ENFERMEIRO FILIPE MOREIRA<br />SEBENTA – CONCEITO E” SAÚDE E DE DOENÇA”...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Cuidados na alimentação da pessoa idosa

12,708

Published on

Published in: Technology
1 Comment
3 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
12,708
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
182
Comments
1
Likes
3
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Cuidados na alimentação da pessoa idosa

  1. 1. Cuidados na alimentação da pessoa Idosa<br />
  2. 2. Trabalho realizado por:<br />Adelina Rocha<br />Carla Martins<br />Carla Monteiro<br />Conceição Pimenta<br />Sandra Andreia<br />Sandra Cristina<br />Silvana Costa<br />Sónia Rocha<br />Umbelina Coutinho<br />Data - 26-05-2011<br />
  3. 3. Introdução<br />Este trabalho foi proposto no modulo U.F.C.D. xv , pelo Sr. enfermeiro Filipe Moreira .Para nos dar a conhecer os cuidados a ter com a alimentação da pessoa idosa .<br />Tendo como objectivo geral – Colaborar na preparação e confecção de refeições para a pessoa idosa.<br />
  4. 4. Tendo como objectivos específicos:<br />Ser capaz de auxiliar nas refeições dos doentes dependentes, semi-dependentes e independentes. <br />Ser capaz de auxiliar, na colaboração e na preparação e confecção das refeições <br />Ser capaz de verificar quais as restrições dietéticas e condicionantes físicas da pessoa idosa .<br />
  5. 5. Índice:<br />1º-Auxiliar nas refeições<br />2º-Cuidados de higienização de espaços e cuidados de higienização do cuidador e preparação<br />3º-Restrição dietética para vários tipos de doença<br />4º-Conclusão<br />5º-bibliografia-webgrafia<br />
  6. 6. 1º-Auxiliar nas refeições<br />O auxílio nas refeições passa por ter em conta quais as restrições físicas e patológicas dos doentes e assim poder dar o apoio que estes necessitam dependendo do grau de dependência. <br />
  7. 7. 1.1.1-A alimentação nos: -Utentes independentes<br />Os utentes independentes são aqueles que ainda são capazes de realizar as actividades de vida diária sozinhos , incluindo a alimentação , será apenas necessário fazer a vigilância enquanto estes realizam as refeições tendo em conta alguns passos como:<br />Dar alimentos tendo em conta a sua preferência e gosto.<br />Ter em conta a condição de saúde, oferecendo alimentos adequados<br />Estimular a alimentação saudável, oferecendo alimentos nutritivos.<br />Estimular a hidratação , oferecendo sempre água (Chá, sumos naturais)<br />Dar o tempo necessário para que o utente realize a sua refeição .<br />
  8. 8. 1.1.2-A alimentação nos:- Utentes semi-dependentes<br />Classifica-se de utentes semi-dependentes quando o doente apresenta alguma limitação física que o impossibilita de efectuar as refeições sozinho, ou tem dificuldades em mastigar e engolir, então além de supervisionar é necessário apoiar no que o doente precisa como:<br />Ajudar a cortar os alimentos ou a triturá-los<br />Auxiliar o doente a alimentar-se<br />Estimular a hidratação <br />Dar preferência a pratos coloridos, á temperatura adequada e cheirosos favorecendo assim a alimentação saudável.<br />
  9. 9. 1.1.3-A alimentação nos:- Utentes dependentes<br />Classifica-se de utente dependente quando este é incapaz de se alimentar sozinho devido a limitações físicas graves ou mentais, ou usa sonda nasogástrica, sendo assim é necessário prestar apoio mais personalizado e ter em atenção a qualquer facto que ocorra .<br />Estes doentes podem necessitar de serem alimentados de várias formas como:<br />Dar alimentos á boca.<br />Dar alimentação por sonda nasogástrica<br />Estimular a hidratação<br />Dar preferência a pratos coloridos, á temperatura adequada e cheirosos favorecendo assim a alimentação saudável.<br />
  10. 10. 1.2- A alimentação nos: Idosos acamados<br />Nos doentes acamados a alimentação segue um padrão de normas e cuidados específicos visto estes estarem debilitados e mesmo com restrições físicas. <br />A que ter em conta que o paciente deve de fazer as suas refeições sozinho sempre que possível <br />Deve-se colocar a cama em posição semi-fowler <br />Estimular uma alimentação saudável<br />Oferecer pequenas quantidades de alimentos e ir ao encontro das preferências do doente<br />No caso de existir imobilidade tem de se dar o alimento a boca ou mesmo alimentá-lo por sonda nasogástrica <br />Estimular sempre a hidratação<br />
  11. 11. Os pratos coloridos e cheirosos com uma temperatura adequada vão facilitar o estimulo no paciente para que este se alimente.<br />
  12. 12. 1.3- A alimentação por sonda nasogástrica<br />A alimentação por sonda nasogástrica é usada em várias situações, de convalescença.<br />Um dos objectivos da sonda nasogástrica é administrar alimentos e medicamentos esta é recomendada quando há dificuldade para engolir .<br />Uma sonda nasogástrica é uma sonda de plástico fino que é introduzida suavemente pelo nariz e através da garanta até atingir o estômago ou o intestino delgado. Se a alimentação por sonda for por um longo período esta pode ser colocada directamente no estômago ou no intestino delgado através duma pequena incisão na parede abdominal.<br />
  13. 13. 1.2-Como alimentar o utente por sonda nasogástrica<br />O doente deve de estar sentado ou quase sentado ( posição semi-fowler)<br />O cuidador deve de lavar as mãos<br />A comida deve de estar protegida do ar<br />A comida deve de estar á temperatura ambiente <br />Colocar a seringa ,aspirar<br />
  14. 14. . Deve deixar o doente 30 minutos após dar a alimentação sentado. Dar água depois da alimentação (para hidratar e lavar a sonda).<br />
  15. 15. 2-Colaboração na preparação e confecção das refeições <br /> Aqui vamos falar do conceito de colaborar , preparar e confeccionar as refeições destinadas aos IDOSOS dependentemente da sua condição física.<br />
  16. 16. 2.1-Contaminação dos alimentos<br />È a presença não intencional de qualquer material estranho nos alimentos, de origem química, física ou biológica, que os torna inadequados para consumo humano .<br />
  17. 17. A contaminação dos alimentos pode ser causada por : <br />- manipuladores de alimentos;<br />-utensílios e equipamentos;<br />-cruzamento entre alimentos sujos e limpos, crus e cozinhados;<br />-lixo;<br />-pragas/infestações<br />
  18. 18. Contaminação química<br />Pode ser devido a produtos químicos associados às características das próprias matérias-primas, ou introduzidos/criados durante o processo de manipulação e confecção. <br />Exemplos de perigos químicos:<br />Aditivos alimentares, quando usados em concentrações excessivas (ex.: corantes e conservantes); <br />Pesticidas; <br />Medicamentos veterinários; <br />Toxinas naturais (ex.: cogumelos, peixes exóticos e marisco); <br />Alérgicos (ex.: glúten e lactose); <br />Substâncias naturais vegetais (ex.: solanina da batata); <br />Químicos criados pelo processo (ex.: óleos de fritura) ou introduzidos durante o processo (ex.: produtos de limpeza e desinfecção). <br />
  19. 19. Contaminação física<br />Pode ser devida a objectos presentes nas matérias-primas, a objectos introduzidos nos produtos alimentares durante os processos a que estão sujeitos, ou pelos próprios manipuladores de alimentos. Este tipo de contaminação pode causar asfixia, danos nos dentes e lesões no aparelho digestivo.<br />Os perigos físicos mais frequentes são: vidros, madeiras, metais, pedras, materiais de revestimento ou isolamento, plásticos, objectos de uso pessoal, ossos e espinhas.<br />
  20. 20. Contaminação biológica<br />Pode ser devida a bactérias, fungos, vírus, parasitas e toxinas microbianas. Dos três tipos de contaminação, a biológica é a de maior risco para a inocuidade do alimento. Aqueles microrganismos vivem e desenvolvem-se nos manipuladores, que os podem transmitir aos alimentos, ou ocorrem naturalmente no ambiente onde os alimentos são produzidos. A maior parte é destruída por processamentos térmicos e muitos podem ser controlados por praticas adequadas de armazenamento e manipulação, boas práticas de higiene e fabrico, controlo adequado do tempo e temperatura de confecção.<br />Nem todas as pessoas ficam doentes se ingerirem microrganismos. O aparecimento de doença depende da quantidade de microrganismos ingeridos, do estado imunitário do consumidor, da sua idade e estado nutricional, além de outros factores. Assim, é necessário ter em consideração os grupos mais vulneráveis e de risco, como crianças, idosos, grávidas.<br />
  21. 21. A temperatura óptima de crescimento dos microrganismos causadores de problemas na saúde no homem, situa-se nos 36-37ºC. Qualquer valor acima ou abaixo destas temperaturas afecta o crescimento dos microrganismos, mas não impede o seu desenvolvimento. De facto, os microrganismos crescem em ambientes com temperaturas dos 4ºC aos 63ºC, sendo somente eliminados quando sujeitos à temperatura de ebulição (100ºC), durante 15-30 minutos. Embora a presença de água seja necessária para o desenvolvimento dos microrganismos, a sua falta não os mata, apenas inibe o seu crescimento até que as condições se tornem mais favoráveis.<br />
  22. 22. contaminação através dos manipuladores de alimentos<br />como ocorre ?<br />Através de:<br />Farda suja<br />Cabelo<br />Mãos e unhas sujas<br />Ferimentos<br />Tosse, espirro, infecções da boca e nariz<br />Uso de adornos<br />
  23. 23. como se evita?<br />Vestindo fardamento limpo e completo.<br />Lavando as mãos e antebraços, e escovando as unhas frequentemente.<br />Protegendo o cabelo com touca adequada.<br />Não roendo as unhas e mantendo-as curtas, limpas e sem verniz.<br />Não limpando as mãos ao avental ou fardamento.<br />Mantendo uma higiene pessoal diária e cuidada.<br />Protegendo as feridas, golpes e queimaduras com pensos estanques e de cor viva, e usando luvas ou dedeiras de borracha (protecção dos ferimentos e pensos).<br />Não usando adornos.<br />
  24. 24. Contaminação através de equipamentos e utensílios<br />como ocorre?<br />Através de:<br />Utensílios sujos<br />Tábuas de corte sujas e não desinfectadas<br />Talheres sujos e não desinfectados<br />Equipamentos (incluindo as respectivas peças) sujos e não desinfectados<br />
  25. 25. como se evita?<br />Lavando e desinfectando todos os utensílios antes e após a sua utilização<br />Mantendo todo o material de trabalho em estado impecável de limpeza<br />Usando as tábuas de corte apenas de um lado, lavando-as e desinfectando-as após cada utilização<br />Lavando todos os equipamentos/máquinas após a sua utilização, sendo os planos adequados de higienização<br />Guardando todas as peças, depois de lavadas, ao abrigo de poeiras e outras sujidades<br />Lavando "de novo" todas as peças dos equipamentos antes de cada utilização<br />
  26. 26. Contaminação através do cruzamento de alimentos <br />como ocorre?<br />Através de:<br />Contacto de alimentos sujos com alimentos crus ou cozinhados<br />Contacto entre alimentos crus e cozinhados<br />
  27. 27. como se evita?<br />Impedindo o contacto ou proximidade de alimentos sujos com outros alimentos crus ou cozinhados<br />Impedindo o contacto ou proximidade de alimentos crus e cozinhados<br />Mantendo todos os alimentos bem acondicionados e devidamente protegidos<br />
  28. 28. Contaminação através do lixo <br />como ocorre?<br />Por proximidade ou contacto entre lixos e alimentos<br /> como se evita?<br />Depositando o lixo em sacos próprios no interior de contentores adequados, providos de tampa accionada a pedal, que devem ser mantidos sempre fechados<br />
  29. 29. Contaminação através de infestações<br />como ocorre?<br />Por infestações veiculas por embalagens (cartão, madeira, etc.), sistemas de saneamento, orifícios em paredes e pavimentos, janelas não protegidas, etc.<br />Nota: as pragas de roedores e insectos (ratos, baratas, moscas, mosquitos, etc.) são portadoras de inúmeros microrganismos prejudiciais à saúde)<br />
  30. 30. como se evita?<br />Efectuando a desinfestação periódica das instalações<br />Controlando as matérias-primas no momento da sua recepção<br />Mantendo as janelas fechadas, que devem estar protegidas com redes mosquiteiras de malha fina<br />Garantindo a inexistência de fendas e orifícios em paredes e pavimentos<br />
  31. 31. Cuidados do manipulador de alimentos<br />Não comer, beber, mascar, fumar ou cuspir nas zonas de preparação e armazenamento<br />Não tocar nos cabelos, nariz, olhos ou boca, enquanto se manipulam alimentos <br />Não tomar ou guardar medicamentos na zona de laboração<br />Nas pausas de trabalho não deixar sujos os equipamentos, utensílios e superfícies de trabalho sujos<br />Não mexer em dinheiro<br />Não humedecer os dedos com saliva para facilitar as tarefas, nomeadamente separar toalhetes e folhas de papel vegetal<br />
  32. 32. Não espirrar, tossir, falar ou soprar sobre matérias-primas, produtos ou qualquer tipo de material<br />Manter os locais de trabalho sempre limpos e arrumados<br />Utilizar o fardamento específico somente nos locais de trabalho e durante os períodos de laboração<br />Guardar a roupa e todos os pertences pessoais não utilizados nem necessários para a laboração, nos cacifos existentes nos vestiários<br />È a melhor maneira para que não exista contaminação nos alimentos<br />
  33. 33. 2.2-Limpeza e desinfecção<br /> Um bom programa de higienização é essencialmente constituído por duas fases: a primeira consiste na remoção de todo o tipo de sujidade agarrada às superfícies, equipamentos e utensílios, com eliminação da solução detergente durante o enxaguamento final; a segunda fase consiste na desinfecção. A acção do desinfectante só é eficaz se houver previamente uma limpeza correcta.<br />A limpeza a seco, com varredura, deve ser evitada pois espalha poeiras e microrganismos por superfícies que se encontram higienizadas. Após a limpeza, todas as superfícies devem ser bem secas com panos limpos e de utilização única, de modo a evitar a presença de água que possa favorecer o desenvolvimento e multiplicação de microrganismos.<br />
  34. 34. Na higienização de espaços de confecção e preparação de alimentos devemos de ter em conta que na cozinha ( local de preparação de refeições podendo também destinar-se ao respectivo empratamento e distribuição. ) ou na copa( zonas de apoio e destinam-se ao empratamento (copa limpa) e lavagem de louças e utensílios (copa suja).) São zonas muito propicias a contaminações por isso temos de seguir certas regras como :<br />-<br />
  35. 35. As prateleiras, armários e bancadas de preparação das cozinhas devem ser de material liso, resistente, lavável e impermeável, e os talheres e todos os utensílios para a preparação dos alimentos devem ser de fácil lavagem e ser mantidos em bom estado de higiene e conservação<br />
  36. 36. Habitualmente nas cozinhas com copas integradas sugere-se a existência de um lavatório apenas para a lavagem das mãos, com comando não manual, doseador de sabonete líquido e toalhetes de papel (ou secador eléctrico), localizado na entrada da cozinha, mantendo-se as cubas para a lavagem dos alimentos e pré-lavagem da loiça e dos utensílios.<br />
  37. 37. 2.3-Recepção de matérias primas<br />Na recepção de matérias-primas deve ser dada prioridade à entrada de produtos sensíveis a alterações térmicas. Deve existir um responsável pela recepção, controlo e armazenamento de todas as matérias-primas. Qualquer produto recebido em embalagens degradadas ou muito defeituosas, ou com prazo de validade expirado, deve ser imediatamente rejeitado e registado.<br />congelados. Os produtos congelados devem ser adquiridos/recebidos devidamente embalados e etiquetados. As etiquetas devem mencionar, entre outras informações, a data de congelação e/ou data limite de consumo, o nome do produtor e/ou fornecedor e o peso. Quando o produto é recebido deve-se verificar a sua temperatura e estado de congelação (temperaturas <12ºC); se apresentar qualquer indício de descongelação deve ser rejeitado. Após o controlo da recepção, devem ser armazenados em câmara de conservação de congelados (congelador).<br />
  38. 38. 2.4- Acondicionamento<br />armazenamento refrigerado<br />A cadeia de frio não deve ser interrompida. As temperaturas das câmaras de refrigeração ou de congelação devem ser adequadas aos produtos a que se destinam, e devem ser identificadas de acordo com o grupo alimentar a que se destinam. <br />Os produtos a congelar devem ser congelados somente em arcas próprias - arcas com **** ( quatro estrelas) - e devem ser bem embalados e etiquetados. Todo o ar existente na embalagem deve ser retirado e o produto deve ser identificado por: (1º) nome, (2º) quantidade, (3º) data de entrada e (4º) data limite de congelação.<br />Sempre que for detectado algum produto queimado pelo frio ou com outro tipo de alteração, deve ser isolado dos restantes e identificado para observação.<br />
  39. 39. armazenamento à Temperatura Ambiente<br />Os produtos devem estar armazenados consoante a sua família e de acordo com os seguintes princípios:<br />Devem estar devidamente arrumados e identificados; <br />Devem estar em perfeito estado de conservação e dentro dos prazos de validade; <br />Os rótulos devem estar virados para a frente, de forma a facilitar a sua leitura; <br />Os primeiros produtos a entrar e os que têm o período de validade mais curto devem ser os primeiros a ser utilizados (colocados à frente); <br />Os mais pesados e as garrafas devem ser colocados nas prateleiras inferiores; <br />Nenhum produto alimentar deve estar em contacto directo com o chão; <br />Os produtos de limpeza e de higiene devem estar afastados, o mais possível, dos produtos alimentares.  <br /> <br /> <br />
  40. 40. Qualquer produto com prazo de validade expirado, alterado ou contaminado, deve ser identificado e isolado dos restantes. Estes produtos não podem continuar armazenados, e a detecção de qualquer anomalia deve ser comunicada ao responsável. <br />A identificação e isolamento de um produto impróprio para consumo deve ser feito do seguinte modo:<br />Guardado em local separado dos produtos próprios para consumo; <br />Identificado como “produto não conforme”; <br />Registado em suporte próprio (folha de registo). <br /> <br />
  41. 41. 2.5 Preparação e confecção de refeições<br />Antes do início da preparação dos alimentos, os manipuladores devem confirmar a limpeza adequada de todas as superfícies e utensílios de trabalho.<br />Especificação de alguns cuidados a ter na preparação de alimentos:<br />Rejeitar as folhas exteriores dos vegetais (acumulação de nitratos e outros poluentes); <br />Lavar e desinfectar todos os vegetais e frutas - 1º lavagem em água corrente, 2º deposição em solução desinfectante, 3º nova lavagem em água corrente; <br />Nunca utilizar o agrião em saladas (somente em sopa); <br />
  42. 42. Lavar bem o arroz, o feijão e o grão; <br />Descascar o tomate, rejeitando-se  os podres e os que apresentam fissuras; <br />Lavar bem as batatas e cenouras antes de as descascar; <br />Não utilizar a mesma faca, sem lavagem e desinfecção prévia, para cortar legumes e carne crua; <br />Cortar os alimentos já cozinhados com uma faca limpa e em tábua própria, devidamente lavadas e desinfectadas; <br />A carne deve ser picada e confeccionada o mais rapidamente possível. <br />
  43. 43. algumas regras na confecção dos alimentos<br />Todos os alimentos devem ser bem cozinhados, nomeadamente carnes e peixes<br />Ao abrir os ovos deve-se ter cuidado, abrindo um de cada vez para um recipiente à parte<br />Não deixar escurecer os refogados<br />As partes queimadas dos alimentos devem ser rejeitadas<br />As gorduras não devem atingir temperaturas muito elevadas<br />A temperatura máxima para os óleos de fritura é de 180ºC<br />Os óleos de fritura devem ser substituídos regularmente; quando ficam escuros, deitam fumo ou formam espuma, devem ser rejeitados de imediato<br />O material de barro vidrado não deve ser utilizado na confecção de alimentos<br />
  44. 44. Os alimentos devem ser descongelados com antecedência, no frigorífico ou no microondas<br />Os condimentos devem ser adicionados durante a confecção dos alimentos (nunca depois)<br />Os tempos e temperaturas de confecção devem ser controlados<br />Não utilizar tábuas ou utensílios em madeira, pois podem ter fissuras com restos de comida e bactérias<br />Nunca provar os alimentos com os dedos ou mãos - utilizar uma colher que deve ser lavada de seguida.<br />
  45. 45. Doenças e restrições dietéticas e condicionantes físicas da pessoa Idosa <br />Uma alimentação saudável tem que ser completa, equilibrada e variada.<br />Sabemos que com o aumento da idade as necessidades energéticas vão diminuindo.<br />As alterações fisiológicas acentuam-se:<br />Diminuição do olfacto e do paladar;<br />Falta de dentição, alterações corporais e diminuição da saliva.<br /> Falta de actividade física, que dá origem a imobilidade e ao sedentarismo.<br /> <br /> - Assim sendo temos de ter em conta que estas podem influenciar na alimentação da pessoa Idosa:<br />
  46. 46.  3.1-Doença de Alzheimer:<br />È uma doença degenerativa do foro neurológico que afecta a parte da percepção da memória.<br />É uma doença pouco conhecida mas bastante comum que afecta as células cerebrais.<br />É uma doença que causa diminuição das faculdades intelectuais do adulto.<br />As alterações mais comuns da doença de Alzheimer ocorrem nas proteínas das células nervosas, do córtex cerebral (a camada exterior do cérebro conduzindo a uma acumulação de fibras anormais). <br />
  47. 47. 3.1.1-Alimentação na Demência de Alzheimer<br />Pode fazer uma dieta geral.<br /> Em fase mais avançada esta doença poderá limitar o doente. E este terá de passar a dieta mole, por dificuldades de deglutição e mastigação.<br />Dieta mole: purés, iogurtes pudins sopa passada com carne ou peixe.<br /> <br /> <br />
  48. 48. 3.2-Doença de Parkinson:<br />È uma doença do foro neurológico que afecta a parte muscular.<br />É a degeneração de um local do cérebro chamado “ gânglio da base”, causa de forma progressiva lentidão dos movimentos, tremores, rigidez e alterações de equilíbrio. Atinge ambos os sexos, principalmente após os 60 anos de idade.<br />
  49. 49. 3.2-Alimentação na doença de Parkinson-<br />Uma dieta mole é o indicado pois o doente apresenta dificuldade de deglutição e rigidez muscular (limitação de movimentos, por causa do aumento da tensão normal dos músculos). <br />Dieta mole: purés, iogurtes, pudins, sopa passada com carne ou peixe.<br />
  50. 50. 3.3-Disfagia:<br />Caracteriza-se por um sintoma comum de diversas doenças. Pode ser causada por alterações neurológicas, como o acidente vascular encefálico (A.V.E.), ou outras doenças neurológicas e/ou neuromusculares e também alterações locais obstrutivas, como as doenças tumorais do esófago.<br />Medidas adicionais paralelas ao diagnóstico das causas seriam o de evitar, o máximo possível, as complicações da Disfagia: desidratação, infecções pulmonares e subnutrição.<br />
  51. 51. Alimentação na Disfagia (dificuldade em engolir)<br />Dieta líquida, pois este doente tem dificuldade em engolir consiste em alimentos liquidificados (líquidos):<br />-Sopas liquidas, sumos, batidos, etc. Geralmente administrada por sonda nasogástrica.<br />
  52. 52. 3.4-Osteoporose:<br />É uma doença em que os ossos perdem cálcio, tornando-se mais frágeis, sofrendo fracturas com mais frequência, e de pequena violência.<br />Osteoporose tipo 1: será a mais vulgar que afecta as mulheres na pós-menopausa, ou nos mais jovens cujos ovários tenham sido removidos. <br />Osteoporose tipo 2:Ocorre tanto nos homens como em mulheres geralmente depois dos 75 anos.<br />Os sintomas dessa doença são silenciosos e o processo começa cedo, a fractura é uma das consequências dos ossos doentes, porosos e frágeis.<br />
  53. 53. Alimentação na Osteoporose<br />Dieta á base de cálcio deve optar por alimentos como o queijo, leite iogurtes e peixe flocos de cereais e soja que é um nutriente que fornece cinco vezes mais cálcio do que o leite.<br />Já o excesso de sal, cafeína, açúcar, gorduras, e tabaco aumenta o risco de osteoporose por isso são alimentos e costumes a evitar.<br />
  54. 54. 3.5-OBESIDADE:<br />A obesidade é o resultado da ingestão de uma quantidade de calorias maior do que a utilizada pelo corpo.<br /> A obesidade abdominal foi relacionada com um risco muito mais elevado de doença coronária e com três dos seus principais factores de risco: a hipertensão arterial, a diabetes de início na idade adulta e as concentrações elevadas de gorduras (lípidos) no sangue.<br /> A obesidade pode causar vários problemas ortopédicos, incluindo dor na zona inferior das costas e agravamento da artrose, especialmente nas ancas, joelhos e tornozelos.<br />
  55. 55. Alimentação na Obesidade<br /> O doente obeso deve de fazer uma Dieta hipolipídica. – Dieta com quantidades reduzidas de gordura.<br />Leite, iogurte natural ou magro e queijo branco.<br />Pão integral, cereais com fibras e torradas.<br />Carnes brancas e sem pele.<br />Preferir grelhados, cozidos ou assados sem gordura.<br />Evitar queijos gordos, açucares simples e carnes gordas.<br />
  56. 56. 3.6-Diabetes Mellitus:<br />É uma doença provocada pela deficiência ou ausência de produção de insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crónicas características.<br /> .É o aumento do açúcar no sangue (glicemia).<br />.Nos dias actuais constituí um problema de saúde pública pelo número de pessoas que apresentam a doença, o distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das proteínas e das gorduras e tem consequências tanto quanto surge rapidamente como quando se instala lentamente.<br />Existem dois tipos de Diabetes: Diabetes Mellitus1<br /> Diabetes Mellitus 2<br /> <br />
  57. 57. Alimentação na diabetes<br />A alimentação na diabetes deve ser hipoglicemica.<br />- Leite meio gordo, iogurte natural ou magro e de preferência sem açúcar e queijo fresco.<br />- Manteiga e azeite em quantidades moderadas.<br />-Aumento do consumo de hortaliças e saladas.<br />-Todo tipo de peixe, em especial os gordos (ómega 3).<br />- Carnes: vitelae aves sem pele e sem gordura (entre outros).<br />-Deve de beber 1,5L de água por dia nos intervalos das refeições e não passar mais de 3h sem comer.<br />Deve de evitar alimentos açucarados, leite e queijos gordos carnes gordas de charcutaria e salsicharia entre outros. <br />
  58. 58. 3.7-Hipertensão Arterial:<br />Designa-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão arterial aumentados. Para esta caracterização, consideram-se valores de tensão arterial sistólica, superiores a 90 com frequência, apenas um dos valores surge alterado. Quando os valores da “máxima” estão alterados, diz-se que o doente sofre de hipertensão arterial sistólica; quando apenas os valores da “mínima”se encontram elevados, o doente sofre de hipertensão diastólica.<br />
  59. 59. Alimentação na hipertensão arterial:<br />A alimentação para o utente hipertenso deve ser hiposalinica (sem sal) rica em frutas, vegetais, substituir as gorduras animais por gorduras vegetais como por exemplo óleo de soja ou de girassol, optar por cozidos e grelhados.<br />Deve de evitar enlatados e conservas, fritos, enchidos, bebidas alcoólicas, café, etc. <br />
  60. 60. 3.8-Colesterol Elevado:<br />Colesterol alto é um dos principais factores de risco para o surgimento de doenças cardiovasculares e derrame cerebral. Isso acontece pelo facto do excesso de colesterol se depositar nas paredes dos vasos sanguíneos formando as placas de ateroma, o que também conhecemos como aterosclerose, ou entupimento das artérias. <br />
  61. 61. Alimentação no colesterol elevado<br />A alimentação no colesterol elevado deve ser hipolipídica, reduzir os lipidos (gorduras e óleos).<br />Deve dar preferência:<br />Leite de soja;<br />Leite de vaca, queijo, manteiga mas todos estes devem ser produtos magros;<br />Carnes: aves de caça (frango sem pele, peru ou coelho)<br />Peixe de preferência gordos <br />Reforçar a quantidade de hortícolas e vegetais<br />Feijão, grão, favas, ervilhas;<br />Frutas.<br />Batata, arroz, massa, pão integral ou mistura<br />Chá ou infusão de ervas ou 1,5l de água por dia<br />Pão integral, rico em fibras<br />Aveia, farelo de trigo e de arroz.<br />
  62. 62. 3.9-Obstipação:<br />Uma pessoa com Obstipação (prisão de ventre) produz fezes duras que podem ser difíceis de expulsar. Também pode ter a sensação de que o recto não fica totalmente vazio. A prisão de ventre aguda começa de forma repentina e a pessoa dá-se claramente conta disso. A crónica, por outro lado, pode começar de forma subtil e persistir durante meses ou anos.<br />Muitas vezes a causa da prisão de ventre aguda não é mais do que uma alteração recente na dieta ou uma redução na actividade física (por exemplo, quando uma pessoa fica acamada durante 1 ou 2 dias por estar doente. São causas frequentes da prisão de ventre crónica uma escassa actividade física e uma dieta pobre em fibras. <br />
  63. 63. Alimentação na obstipação:<br /> <br />Na obstipação a alimentação deve ser:<br />Rica em fibras e vegetais;<br />Pão e biscoitos integrais;<br />Leite iogurte e queijo;<br />Sumos de fruta natural, laranja, tangerina, abacaxi e maracujá (com as sementes);<br />Frutas maduras: laranja, mamão, pêra, morango, abacaxi, manga, ameixa, uva e figo;<br />Batidos de leite com fruta e mel;<br />Hortaliças cruas ou cozidas (cenoura, beterraba);<br />Leguminosas secas: feijão, favas, ervilhas e grão-de-bico;<br />Verduras: alface, aipo, agrião, nabo, repolho, couve-de-bruxelas, brócolos, cenoura, beringela e espinafre;<br />Frutos secos: nozes, amêndoa, avelã, amendoim e castanhas.<br />Deve de se evitar arroz branco, farinha de trigo branca, acucar refinado alimentação pouco variada a base de carne.<br />
  64. 64. 3.10-Insuficiência Cardíaca:<br />A insuficiência cardíaca (insuficiência cardíaca congestiva) é uma doença grave em que a quantidade de sangue que o coração bombeia por minuto (débito cardíaco) é insuficiente para satisfazer as necessidades de oxigénio e de nutrientes do organismo.<br />
  65. 65. Alimentação do doente cardíaco:<br />Deve de optar por uma dieta geral mas com restrições (sal, carnes gordas etc.)<br />Leite, iogurte e manteiga, sem sal, todos eles produtos magros.<br />Queijo magro de barra sem sal.<br />Aumento de consumo de hortaliças e saladas.<br />Arroz, massa ou batata.<br />Peixe e carne magras.<br />Carne de ave sem pele.<br />Utilizar para temperar ervas aromáticas, condimentos, alho, cebola, pimenta, limão e vinagre.<br />
  66. 66. 3.11-Insuficiência renal:<br />A insuficiência renal é uma alteração da função dos rins na qual estes são incapazes de excretar as substâncias tóxicas do organismo de forma adequada. As causas da insuficiência renal são diversas; algumas conduzem a uma rápida diminuição da função renal (insuficiência renal aguda), enquanto outras conduzem a uma diminuição gradual dessa função (insuficiência renal crónica).<br />
  67. 67. Alimentação do doente com Insuficiência renal:<br />Carnes brancas (aves e coelho),carne de porco sem gorduras, carnes vermelhas(vitela);<br />Todo tipo de peixe fresco;<br />Fruta cozida ou assada(rejeitar a água de cozer a fruta);<br />Farinha tipo maizena, flocos de arroz ou de mel;<br />Açúcar, mel, compotas, doce, marmelada, gelatina, arroz doce sem ovos, leite creme sem ovos, bolos simples sem chocolate, frutos secos ou cristalizados.<br />Azeite, óleo vegetal e manteiga sem sal.<br />Deve de evitar sal, gorduras e açúcares em excesso <br />
  68. 68. 3.12-Subnutrição:<br />A subnutrição pode ser o resultado de uma diminuição da ingestão (desnutrição).<br /> È um desequilíbrio entre as necessidades corporais e o consumo de nutrientes essenciais.A desnutrição, uma deficiência de nutrientes essenciais, é o resultado de uma ingestão inadequada devido a uma dieta pobre ou a um defeito de absorção no intestino (má absorção); de um gasto anormalmente alto de nutrientes por parte do corpo; ou de uma perda anormal de nutrientes por diarreia, perda de sangue (hemorragia), insuficiência renal ou então suor excessivo.<br />Na velhice, as necessidades nutricionais são menores, mas a capacidade para absorver os nutrientes também está reduzida. Portanto, o risco de desnutrição é maior nestas etapas da vida.<br />
  69. 69. Alimentação para doentes com subnutrição:<br />Dieta hipercalorica – a base de proteínas, hidratos de carbono, lipidos e cálcio. <br />O doente numa primeira fase deve de ingerir alimentos á base de líquidos sumos e sopas proteicas.<br />Numa segunda fase o doente deve de ingerir alimentos de fácil digestão.<br />Boas fontes proteicas, como peixe, carne, cereais, batatas, etc.<br /> <br />
  70. 70. 4- Conclusão :<br />Com este trabalho chegamos á conclusão que a alimentação interfere no estado de saúde de um modo geral.<br />Sendo por vezes até primordial para a recuperação de algumas doenças e prevenção de outras .<br />Uma boa higienização de espaços e cuidados dos manipuladores na preparação de refeições são pontos essenciais para que se obtenha bons resultados nos cuidados relativos á alimentação da pessoa idosa . <br />
  71. 71. 5- webgrafia<br />-portal da saúde-www.saude .gov.br<br />-saude do idoso <br /> Dia -24-05-2011 <br />-12.00h<br />-www.segurançalimentar.com/conteudos<br />Recepção de matérias primas<br />Dia- 19-05-2011<br />-11.00h<br />
  72. 72. Bibliografia<br />Caderno do modulo ufcd XII <br />ENFERMEIRO FILIPE MOREIRA<br />SEBENTA – CONCEITO E” SAÚDE E DE DOENÇA”<br />P.P.G 6-32<br />
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×