IV - OSMORREGULAÇÃO
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IV - OSMORREGULAÇÃO

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IV - OSMORREGULAÇÃO Presentation Transcript

  • 1. ES JOSÉ AFONSO 10/11 PROFª SANDRA NASCIMENTO UNIDADE 4 – Regulação nervosa e hormonal em III - OSMORREGULAÇÃO animais
  • 2. Osmorregulação2  Conjunto de mecanismos pelos quais são controladas as concentrações de sais e água e, portanto, os valores da pressão osmótica do meio interno/ fluidos corporais. Profª: Sandra Nascimento
  • 3. Osmorregulação3  Animais osmoconformantes – animais marinhos cujos fluidos corporais estão em equilíbrio osmótico com a água do mar, isto é, a concentração dos fluidos corporais varia de acordo com a concentração da água do mar que os rodeia.  Animais osmorreguladores – são animais que têm a capacidade de controlar a pressão osmótica do meio interno face às variações de composição do meio externo. Estes animais podem ser, desde os peixes até aos mamíferos (grande parte dos animais vertebrados). Profª: Sandra Nascimento
  • 4. Osmorregulação4  O sistema excretor dos organismos para além da sua função osmorreguladora, desempenha também a função de excreção – processo através do qual são libertados os produtos resultantes do catabolismo, muitos dos quais são tóxicos – excreções. Profª: Sandra Nascimento
  • 5. Osmorregulação – animais simples5  Os organismos mais simples realizam directamente as suas trocas com o meio envolvente. Profª: Sandra Nascimento
  • 6. Osmorregulação – Água doce6  Os animais que vivem em água doce têm fluidos corporais mais concentrados que o meio (que é hipotónico). Perca Profª: Sandra Nascimento
  • 7. Osmorregulação – Água doce7 Profª: Sandra Nascimento
  • 8. Osmorregulação – Água doce8 Glomérulo Reabsorção desenvolvido -> tendência: ganhar activa de NaCl água e perder sais Não bebe H2O Urina diluída Absorção activa de H2O H2O NaCl pelas brânquias Profª: Sandra Nascimento
  • 9. Osmorregulação – Água salgada9  Os animais que vivem num ambiente marinho têm fluidos corporais menos concentrados que o meio (que é hipertónico). Profª: Sandra Nascimento
  • 10. Osmorregulação – Água salgada10 Profª: Sandra Nascimento
  • 11. Osmorregulação – Água salgada11 -> tendência: perder Glomérulo água; ganhar sais reduzido Secreção Ingestão de água activa de sais salgada minerais Eliminação de sal Pouca urina e pelas brânquias concentrada ( ureia + (activo) sais minerais ) Profª: Sandra Nascimento
  • 12. Osmorregulação – aves marinhas12  As aves marinhas e alguns répteis ingerem água salgada juntamente com os alimentos. Possuem na cabeça, glândulas especiais, através das quais excretam activamente o excesso de sais – as GLÂNDULAS DO SAL. Profª: Sandra Nascimento
  • 13. Osmorregulação – aves marinhas13 Glândula Escassez de de sal água e excesso de sal (alimento) Excreção Profª: Sandra Nascimento
  • 14. Osmorregulação – aves marinhas14 Profª: Sandra Nascimento
  • 15. Osmorregulação – Répteis15  A tartaruga marinha é outro dos seres que excreta o excesso de sal através de glândulas situadas no canto dos olhos. Profª: Sandra Nascimento
  • 16. Osmorregulação – ambiente terrestre16  No ambiente terrestre, o importante é arranjar mecanismos para economizar água  ocorre a produção de urina hipertónica (devido à existência de ansas de Henle compridas).  O camelo, p.ex., produz urina 8 vezes mais concentrada que o plasma. Profª: Sandra Nascimento
  • 17. Osmorregulação – ambiente terrestre17  O rato-canguru possui ansas de Henle muito desenvolvidas de forma a reabsorver a maior quantidade de água possível. Produz urina muito hipertónica. Consegue sobreviver sem beber água, utilizando apenas a que está contida nos alimentos e a que resulta do metabolismo celular. Profª: Sandra Nascimento
  • 18. Órgão excretores e osmorreguladores18 Células – flama  Planária Metanefrídeos  Minhoca Túbulos de Malpighi  Insectos Rins  Vertebrados Profª: Sandra Nascimento
  • 19. Planária19 Estruturas excretoras: células-flama; Fluido que banha as células filtrado nas células-flama (células com cílios)  canais excretores  poros excretores  exterior. Profª: Sandra Nascimento
  • 20. Minhoca20 Orgãos excretores: metanefrídeos; Fluído que banha as células  nefróstoma  fluido desloca-se pelo túbulo, sendo reabsorvidas substâncias úteis para os capilares que o envolvem  bexiga  poro excretor  urina diluída excretada para o exterior. Profª: Sandra Nascimento
  • 21. Insectos21 Orgãos excretores nos insectos: Túbulos de Malpighi; Hemolinfa que banha as células sofre filtração ao atravessar as paredes do túbulo de Malpighi  recto (absorção de água e sais minerais)  ânus  exterior. Profª: Sandra Nascimento
  • 22. Sistema urinário humano22  Orgãos de excreção e osmorregulação nos vertebrados – rins  estes fazem parte de um sistema de órgãos denominado aparelho urinário. Constituição: ✎ 1 par de rins - excreção; ✎ 1 par de ureteres – condução da urina ✎ Bexiga – armazenamento da urina ✎ Uretra – eliminação da urina ✎ Orifício urinário Profª: Sandra Nascimento
  • 23. Rins23 Cápsula renal Profª: Sandra Nascimento
  • 24. Rins24 Córtex renal Glomérulo de Malpighi (Aspecto granuloso) Tubo proximal Glomérulo de Malpighi Bacinete Medula Medula renal renal (aspecto Córtex renal estriado) Ureter tubo colector Profª: Sandra Nascimento
  • 25. Cápsula de Bowman Tubo contornado proximal Glomérulo de Malpighi Tubo contornado distal Arteríola eferente Arteríola aferente Ramo da artéria renal Ansa de Henle (porção ascendente) Ansa de Henle (porção descendente) Ramo da veia renal Tubo colector Para o ureter Ansa de Henle Capilares peritubulares25 Profª: Sandra Nascimento
  • 26. Nefrónio26 O nefrónio é a unidade estrutural e funcional do rim. Cada rim humano tem cerca de um milhão de nefrónios. O nefrónio é constituído por uma porção tubular – o tubo urinífero, associado a vasos sanguíneos. Sequência de estruturas que formam o tubo urinífero: Cápsula de Bowman  Tubo ou Túbulo Contornado proximal  Ansa de Henle (porção descendente + porção ascendente)  Tubo ou Túbulo Contornado Distal. Cada tubo urinífero termina num Tubo Colector que recebe o conteúdo de vários tubos uriníferos e abre no bacinete. Profª: Sandra Nascimento
  • 27. Nefrónio27 Sequência da porção vascular do nefrónio: Artéria Renal ramifica-se  Arteríola Aferente  a arteríola capilariza-se e enovela-se formando  Glomérulo de Malpighi (que fica no interior da cápsula de Bowman)  capilares do glomérulo reuném-se  Arteríola Eferente (menor diâmetro que a arteríola aferente)  origina uma rede de capilares que envolve o tubo urinífero – Capilares Peritubulares  Vénula  Veia Renal. Profª: Sandra Nascimento
  • 28. Formação da urina28  Engloba três etapas: Filtração, Reabsorção e Secreção. Cápsula de Glomérulo de Bowman Malpighi Filtração Reabsorção Secreção URINA Tubo urinífero Profª: Sandra Nascimento
  • 29. Formação da urina29 Filtração – os fluidos corporais são filtrados selectivamente através de membranas. Este processo está condicionado pelo tamanho das moléculas. Podem ser filtradas substâncias tóxicas (ureia) mas também moléculas úteis. Reabsorção – regresso ao meio interno, das quantidades adequadas, de substâncias anteriormente filtradas, mas que são úteis ao organismo. Secreção – segregação de substâncias do sangue para zonas dos órgãos excretores, já consideradas meio externo. Profª: Sandra Nascimento
  • 30. Formação da urina30 A arteríola aferente tem um diâmetro maior que a arteríola eferente,o que provoca um aumento da pressão sanguínea (grande velocidade do sangue) ao nível do Glomérulo de Malpighi. Saída de plasma e de algumas moléculas dos capilares sanguíneos do glomérulo para a cápsula de Bowman. Profª: Sandra Nascimento
  • 31. Formação da urina31  O plasma e as moléculas de menores dimensões atravessam os poros dos capilares do glomérulo de Malpighi e os poros da parede da cápsula de Bowman – filtragem por pressão – formando o filtrado glomerular. Profª: Sandra Nascimento
  • 32. Filtrado glomerular32 Sangue Arteríola aferente Cápsula de Bowman Mistura de água, sais minerais, ureia, ácido úrico, glicose, Proteínas aminoácidos, vitaminas, etc., Moléculas de nas concentrações que se menores encontram no plasma. dimensões Tubo urinífero Moléculas grandes, como as proteínas e as células sanguíneas, não são filtradas devido às suas dimensões. Sangue Arteríola eferente Profª: Sandra Nascimento
  • 33. Formação da urina33 Tubo contornado proximal – reabsorção de glicose, aminoácidos (difusão), Na+ e Cl- (transporte activo) para o meio interno e outros nutrientes; ocorre também reabsorção de água por osmose.Região descendente da Ansa de Henle – permeável à água maspouco ou mesmo impermeável aos sais minerais; a água éreabsorvida por osmose  urina torna-se mais concentrada(hipertónica) Profª: Sandra Nascimento
  • 34. Formação da urina34 Lado ascendente da Ansa de Henle – impermeável á água e permeável a sais  reabsorção de Na+ e Cl- por difusão e depois por transporte activo  [urina] diminui. Ocorre também reabsorção de água e sais no tubo contornado distal. Profª: Sandra Nascimento
  • 35. Formação da urina35 Tubo Colector – região muito permeável à água e impermeável a sais minerais  água reabsorvida  urina aumenta a sua concentração. Saída também de alguma ureia para o fluido intersticial. Profª: Sandra Nascimento
  • 36. Formação da urina36 Potássio Secreção – ocorre no tubo contornado distal e Amónia no tubo colector . Há passagem de amónia, H+ e K+ para o tubo colector, formando-se a urina, que é recolhida no bacinete. Urina Profª: Sandra Nascimento
  • 37. 1,2 L de sangue / min passam pelos rins,  1800 L por dia. Destes  180 L de água deixam o sangue para fazer parte do filtrado, mas são produzidos 1-2L de urina/dia. 178 L são REABSORVIDOS37 Profª: Sandra Nascimento
  • 38. 38 Profª: Sandra Nascimento
  • 39. Formação da urina39 Profª: Sandra Nascimento
  • 40. Regulação do equilíbrio hídrico40 Adulto Saudável • Taxa de excreção de água na urina é em média 1,5L mas pode variar entre 500 ml até vários litros. O volume e a composição da urina variam com: • Estado de saúde; • Quantidades de alimentos e líquidos ingeridos; • Temperatura do ambiente; • Actividade do organismo; • Etc... Profª: Sandra Nascimento
  • 41. Osmorregulação41  O volume de água do meio interno é regulado pelo sistema neuro-hormonal. O hipotálamo segrega a hormona antidiurética (ADH) ou vasopressina e esta é armazenada na hipófise.  A hormona antidiurética (ADH) actua nas membranas das células dos tubos uriníferos, conferindo-lhes um aumento da permeabilidade à água, o que permite a sua reabsorção. Profª: Sandra Nascimento
  • 42. Desidratação Valor normal da pressão osmótica no sangue Diminuição da quantidade de água no sangue Diminuição da pressão osmótica Aumento da pressão osmótica Produção de menor quantidade no sangue de urina e hipertónica Sensibilização dos Aumenta a reabsorção de água osmorreceptores do hipotálamo para o sangue Hipotálamo produz ADH que é ADH actua nos tubos uriníferos armazenada na hipófise Lado posterior da Hipófise liberta ADH42 Profª: Sandra Nascimento
  • 43. Retroacção negativa43 Profª: Sandra Nascimento
  • 44. Beber líquidos em excesso Valor normal da pressão osmótica no sangue Aumento da quantidade de água no sangue Aumento da pressão osmótica Diminuição da pressão osmótica no Produção de grande quantidade de sangue urina e hipotónica Sensibilização dos osmorreceptores Diminui a reabsorção de água para o do hipotálamo sangue Hipotálamo não produz ADH ADH não actua nos tubos uriníferos Lado posterior da Hipófise não liberta ADH44 Profª: Sandra Nascimento
  • 45. 45 Profª: Sandra Nascimento