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IV - MEIOSE
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IV - MEIOSE

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Transcript

  • 1. U6 - REPRODUÇÃO ES JOSÉ AFONSO 09/10 PROFª SANDRA NASCIMENTO
  • 2. O Homem que possui 46 cromossomas nas células somáticas (todas as células não sexuais) e possui gâmetas (células sexuais) com 23 cromossomas, cada um deles com origem num cromossoma de cada par de cromossomas homólogos, mantendo, desta forma, uma informação genética semelhante.
  • 3. Caso não ocorresse a meiose para formar estes gâmetas, no momento da fecundação (junção do gâmeta feminino com o masculino), em vez de um ovo com 46 cromossomas formar-se-ia um ovo com 92 cromossomas, aumentando este número sempre que ocorresse fecundação.
  • 4. Os descendentes possuem caracteres comuns entre si e também com os progenitores, de acordo com a espécie a que pertencem, mas apresentam também diferenças significativas em consequência, nomeadamente, dos fenómenos de fecundação e meiose que ocorrem.
  • 5. - Manutenção do no de cromossomas da espécie. - Aumento da variabilidade genética (células formadas são geneticamente diferentes entre si e da célula progenitora). - Ocorre em células diplóides. Cada célula diplóide dá origem a 4 células haplóides - Processo de formação de gâmetas e esporos. - Ocorrem duas divisões celulares.
  • 6. É subdividida em duas partes: Divisão I – Reducional - reduz o número de cromossomas de 2n para n. DIVISÃO II – Equacional - consiste numa mitose nas duas células haplóides resultantes da primeira divisão.
  • 7. DIVISÃO II Separação dos cromossomas homólogos DIVISÃO I Duplicação do DNA Separação dos cromatídios irmãos
  • 8. Duplicação do DNA Divisão 1 Separação dos cromossomos homólogos. Divisão 2 Separação dos cromatidios irmãos.
  • 9. DIVISÃO REDUCIONAL •Profase I •Metafase I •Anafase I •Telofase I n 2n n Diplóide Haplóides
  • 10. DIVISÃO EQUACIONAL (semelhante à mitose) Profase II n Metafase II n Anafase II n Telofase II n n n Haplóides Haplóides
  • 11. Inclui as subfases G1, S e G2. A célula diplóide replica o seu DNA (período s)
  • 12. cromatina nucléolo núcleo Fraca espiralização da cromatina; Os cromossomas apresentam-se finos e longos.
  • 13. Cromossomas Sinapse Nucléolo Núcleo Os cromossomas homólogos emparelham, originando as díadas cromossómicas ou bivalentes; Sinapse - justaposição dos cromossomas gene a gene.
  • 14. Cromossomas Pontos de Pontos de quiasma quiasma Nucléolo Núcleo Espiralização da cromatina (cromossomas curtos e grossos). Os cromatídeos passam a ser visíveis e os bivalentes passam a chamar-se tétradas cromatídicas (cada bivalente é constituído por 4 cromatídios e dois centrómeros); Formação de pontos de quiasma (pontos de cruzamento entre cromossomas homólogos) e ocorrência de crossing-over.
  • 15. CROSSING-OVER O crossing-over corresponde à troca de segmentos entre cromatídios de cromossomas homólogos. Este fenómeno é um dos responsáveis pela variabilidade genética.
  • 16. Quatro cromatídeos (2 cromossomas) Pontos de quiasma Cromossomas homólogos Núcleo Afastamento dos homólogos, evidenciando-se o crossing-over; Desaparecimento do núcleolo e membrana nuclear; Início da formação do fuso acromático.
  • 17. Não ocorre alteração no número de cromossomas, nem no teor de DNA.
  • 18. Completa-se o desenvolvimento do fuso acromático; Ligação dos cromossomas homólogos às fibrilas com os pontos de quiasma no plano equatorial e os centrómeros voltados para os pólos – formação da placa equatorial. Disposição aleatória dos cromossomas homólogos de cada bivalente na placa equatorial.
  • 19. Não ocorre alteração nem no número de cromossomas, nem na quantidade de DNA.
  • 20. Segregação dos homólogos / ascensão polar dos cromossomas homólogos (redução cromossómica); Rompimento dos pontos de quiasma ainda existentes; Migração aleatória dos cromossomas para os pólos.
  • 21. o número de cromossomas é reduzido para metade, assim como a quantidade de DNA.
  • 22. Cromossomas-filhos atingem os pólos; Desaparecimento do fuso acromático; Reorganização da membrana nuclear; Descondensação dos cromossomas; Reaparecimento dos nucléolos.
  • 23. Cada núcleo com metade do número de cromossomas do núcleo diplóide inicial. Da divisão I resultam dois núcleos haplóides, tendo cada cromossoma dois cromatídeos. Não ocorre alteração no número de cromossomas, nem no teor de DNA.
  • 24. Citocinese Células animais- formação de um anel contráctil e estrangulamento do citoplasma. Células vegetais- formação de parede e membrana celular a partir da fusão de vesículas do Complexo de Golgi. Interfase Estado transitório no qual não há replicação de DNA (não há fase S)
  • 25. DIVISÃO I ( Reducional )
  • 26. Reaparecimento dos cromossomas e desaparecimento do invólucro nuclear e nucléolos; Formação do fuso acromático; Ligação dos centrómeros às fibrilas do fuso acromático. Não ocorre alteração no nº de cromossomas, nem na quantidade de DNA.
  • 27. Os cromossomas dispõem-se no plano equatorial da célula formando duas placas equatoriais. Não há alteração na quantidade de DNA, nem no nº de cromossomas.
  • 28. Rompimento/clivagem dos centrómeros – ascensão dos cromossomas-filhos; Os cromossomas-filhos são geneticamente diferentes devido aos fenómenos de crossing-over. Cada cromossoma filho é formado por um cromatídio. Há redução da quantidade de DNA para metade, não existindo alteração no nº de cromossomas.
  • 29. Reaparecimento da membrana nuclear e nucléolos; Descondensação da cromatina. Não ocorre alteração nem na quantidade de DNA, nem no nº de cromossomas. No final da telofase II formam-se 4 núcleos haplóides cada um com um cromossoma de cada par de homólogos.
  • 30. Quatro células-filhas haplóides, com um cromossoma de cada par de homólogos.
  • 31. DIVISÃO II ( Equacional )
  • 32. Como varia a quantidade de DNA durante a meiose
  • 33. INTERFASE (FASE S) – a célula diplóide replica o DNA que passa de 2Q para 4Q. ANAFASE I – redução de 4Q para 2Q aquando da separação de cromossomas homólogos. ANAFASE II – redução de 2Q para Q aquando da separação dos cromatídeos
  • 34. MITOSE MEIOSE Ocorre apenas uma divisão. Ocorrem duas divisões sucessivas. Formam-se 2 células geneti- Formam-se 4 células geneti- camente iguais. camente diferentes. As células-filhas possuem o As células-filhas possuem metade do mesmo nº de cromossomas da nº de cromossomas da célula-mãe. célula-mãe. Ocorre em células somáticas. Ocorre em células germinativas (para a produção de gâmetas ou esporos). Uma célula produzida por Uma célula produzida por meiose mitose, em geral, pode sofrer não pode sofrer meiose. nova mitose.
  • 35. MITOSE MEIOSE Não há emparelhamento de cromos- Há emparelhamento dos homólogos, com somas homólogos, nem crossing-over. possibilidade de crossing-over (profase I). Não há formação de tétradas Há formação de tétradas cromatídicas e cromatídicas, nem de quiasmas. quiasmas. Na metafase, os cromossomas Na metafase I, os cromossomas homólogos colocam-se na zona equatorial cujo dispõem-se na zona equatorial, cujo plano é plano é definido pelos centrómeros. definido pelos pontos de quiasma. A metafase II é equivalente à da mitose. Na anafase os centrómeros dividem- Na anafase I ocorre a separação dos se e ascendem aos pólos cromossomas cromossomas homólogos, cada um com um cromatídeo. constituído por 2 cromatídeos. A anafase II é equivalente à da mitose.
  • 36. MITOSE MEIOSE
  • 37. FIM

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