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IV - ARGUMENTOS A FAVOR DO EVOLUCIONISMO
 

IV - ARGUMENTOS A FAVOR DO EVOLUCIONISMO

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    IV - ARGUMENTOS A FAVOR DO EVOLUCIONISMO IV - ARGUMENTOS A FAVOR DO EVOLUCIONISMO Presentation Transcript

    • Unidade 7Evolução biológica IV – ARGUMENTOS A FAVOR DO EVOLUCIONISMO
    • Argumentos2 Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos anatómicos4  Os argumentos anatómicos baseiam-se em estudos de anatomia comparada, a qual realça as semelhanças e as diferenças das estruturas anatómicas dos indivíduos.  A apoiar este argumento encontram-se:  órgãos homólogos;  órgãos análogos;  órgãos vestigiais. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas5 Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas6  Estruturas que, devido a uma origem embrionária idêntica, apresentam o mesmo plano de organização interna, mas que podem possuir forma e função diferentes. Sugerem ancestralidade comum. Ex: braço do Homem, pata do cavalo, asa do morcego, a nadadeira da uma baleia, etc. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas7 Armadura bucal de alguns insectos Cérebro dos vertebrados Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas8 Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas9  A existência de órgãos homólogos permite-nos concluir que existiu uma EVOLUÇÃO DIVERGENTE. Indivíduos de um grupo ancestral comum colonizam diferentes habitats Atuação de pressões selectivas distintas Para cada meio são seleccionados os indivíduos que apresentam caraterísticas vantajosas nesse meio. Estruturas homólogas Profª Sandra Nascimento
    • Evolução divergente10  Radiação Adaptativa – várias espécies foram formadas a partir de um ancestral comum, devido ao fato de terem ocupado habitats/nichos ecológicos diferentes. Ocorre fenómenos de evolução divergente.  Ex: radiação adaptativa dos mamíferos. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas11  As estruturas homólogas possibilitam a construção de Séries filogenéticas que traduzem a evolução dessas estruturas nos vários organismos.  Séries filogenéticas progressivas – os órgãos homólogos apresentam um desenvolvimento e complexidade crescente ao longo da série. Ex: Sistema nervoso dos vertebrados; coração dos vertebrados. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas12 Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas homólogas13  Séries filogenéticas regressivas – os órgãos homólogos apresentam um grau de desenvolvimento cada vez menor, o que leva a admitir que a evolução se terá dado de um órgãos mais complexo para um mais simples.  Ex: Evolução dos membros do cavalo; perda dos membros nas serpentes; “atrofia” das asas das aves corredoras. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas análogas14  Estruturas que não apresentam qualquer tipo de organização interna semelhante;  Têm uma origem embrionária diferente no entanto, a sua forma e função são semelhantes.  Ex: as asas de um insecto e de uma ave; a cauda da baleia e a barbatana caudal dos peixes; os caules e folhas dos cactos e das eufórbias. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas análogas15 Asa de insecto Asa de ave Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas análogas16  A existência de órgãos análogos permite-nos concluir que existiu uma EVOLUÇÃO CONVERGENTE. Indivíduos de diferentes grupos (sem ancestral comum) colonizam habitats/nichos ecológicos semelhantes Atuação de pressões selectivas idênticas A selecção natural favorece os indivíduos que apresentam estruturas que, apesar de anatomicamente diferentes, desempenham funções semelhantes em ambientes semelhantes. A forma hidrodinâmica do corpo desenvolveu-se independentemente em diferentes espécies de vertebrados em função da sua adaptação ao modo de vida aquático. (golfinho, ictiossauro – réptil extinto, peixe ósseo, pinguim) Estruturas análogas Sandra Nascimento Profª
    • Estruturas análogas17 Patas escavadoras da toupeira e do ralo Os cactos e as eufórbias separaram-se filogenéticamente há muitos milhares de anos. Os cactos evoluíram nos desertos da América e algumas eufórbias nas regiões da Ásia e da África. Apesar de pertencerem a famílias diferentes, apresentam alguns aspectos morfológicos idênticos (folhas reduzida a espinhos, caules carnudos…) que lhes permitem sobreviver nos desertos. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas análogas18 Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos anatómicos19 Estruturas homólogas Apresentam origem embriológica semelhante, normalmente com aspectos diferentes e podem ter funções diferentes. Descendem, por evolução divergente, de um ancestral comum. Estruturas análogas Apresentam origem embriológica diferente, com funções semelhantes em ambientes semelhantes, mas não evidenciam parentesco. Surgem por evolução convergente e ilustram o efeito adaptativo da selecção natural. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas vestigiais20  Órgãos atrofiados e não funcionais em alguns seres vivos mas são desenvolvidos e funcionais em outros organismos.  Indicam ancestralidade comum.  Ex: apêndice cecal, músculo que move a orelha e dente do siso nos seres humanos. Nos animais herbívoros, o ceco encontra-se mais desenvolvido do que nos carnívoros.Órgãos vestigiais – vestígios Neste local, existem bactérias que degradamde órgãos que já foram mais a celulose, importante componente dosdesenvolvidos no passado. vegetais. Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas vestigiais21  Constituem um argumento a favor do evolucionismo, na medida em que a sua redução transmite-nos a ideia de que os seres sofrem alterações.  Revela a ação de uma evolução no sentido regressivo, privilegiando indivíduos com estruturas cada vez menores.  Ex: dentes em algumas espécies de baleias, osso pélvico na baleia, dedos laterais nos cavalos, ossos das patas em cobras, etc Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas vestigiais22 Profª Sandra Nascimento
    • Estruturas vestigiais23 Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos paleontológicos25  Os fósseis, ao revelarem espécies inexistentes actualmente, contrariam a ideia da sua imutabilidade e apoiam o evolucionismo Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos paleontológicos26  A descoberta de séries completas de fósseis ilustram modificações graduais sofridas ao longo do tempo (amonites, elefantes, cavalos,…) e ajudam a construir árvores filogenéticas. Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos paleontológicos27 Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos paleontológicas28  Formas Intermédias / Formas Sintéticas / Fósseis de Transição  correspondem a fósseis de indivíduos que apresentavam características de duas ou mais classes atualmente distintas;  permite concluir que essas classes tiveram um ancestral comum e que sofreram um processo de evolução divergente. Archaepteryx possuía características de ave (penas e bico) e de réptil (cauda e dentes) Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos paleontológicos29 Icthyostega possuía características de peixe Pteridospérmicas (barbatana dorsal) e de vertebrado terrestre (patas e pulmões) (fetos com sementes) eram plantas que possuíam características das actuais pteridófitas (folhas semelhantes a fetos) e das gimnospérmicas (sementes) Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos embriológicos31  O estudo comparado de embriões revela semelhanças nas primeiras fases de desenvolvimento e estruturas comuns em embriões de diferentes grupos.  Em todos os vertebrados, desde os peixes aos mamíferos, os embriões são muito semelhantes nas primeiras etapas do desenvolvimento e vão-se distanciando pouco a pouco nas fases seguintes.  Todos os embriões apresentam cabeça globosa, fossetas branquiais e cauda. Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos embriológicos32  Quanto mais longas forem as fases de desenvolvimento embrionário em comum entre dois organismos, filogeneticamente mais próximos estão os indivíduos, isto é, são mais aparentados.  Os organismos mais complexos demoram mais tempo para adquirir a forma definitiva. Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos biogeográficos34  As espécies tendem a ser tanto mais semelhantes quanto maior é a sua proximidade geográfica.  Quanto mais isoladas maiores são as diferenças entre si. Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos biogeográficos35 Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos biogeográficos36 Há 200 M.a a Austrália esteve ligada à África e à América. Depois da separação dos continentes, os mamíferos evoluíram independentemente. Na Austrália, os mamíferos marsupiais resistiram e diversificaram-se, o que não sucedeu noutros continentes onde sofreram uma grande competição, que conduziu quase ao seu desaparecimento. Profª Sandra Nascimento
    • Teoria celular38  Todos os organismos são constituídos por células sendo a célula a sua unidade estrutural e funcional, com vias metabólicas idênticas em seres vivos muito diferentes.  Conclusão: sendo todos os seres vivos constituídos por células, que apresentam a mesma morfologia e fisiologia, então devem ter uma origem comum. Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos bioquímicos40  Consideram-se fortes argumentos a favor de uma origem comum para todos os seres vivos os seguintes fatos:  a constituição de todos os organismos pelo mesmo tipo de biomoléculas (prótidos, lípidos, glícidos, ácidos nucleicos, água, etc);  a intervenção do DNA e do RNA no mecanismo global de produção de proteínas;  a universalidade do código genético que coordena a síntese proteica;  a energia biológica (ATP) é a mesma para todos os organismos;  as reacções químicas são activadas por enzimas em qualquer organismo; Profª Sandra Nascimento
    • Argumentos bioquímicos41  Os estudos efectuados mais frequentemente são:  Análise de proteínas (insulina, hemoglobina, etc);  Hibridação do DNA  Estudos sorológicos Profª Sandra Nascimento
    • Análise de proteínas42  Análise comparativa entre biomoléculas (material genético e proteínas) de seres vivos de diferentes espécies.  Quanto maior a semelhança, maior o grau de parentesco.  Proteínas  Quanto maior o nº de aminoácidos diferentes, mais afastados filogeneticamente são os seres. Profª Sandra Nascimento
    • Análise de proteínas43 Profª Sandra Nascimento
    • Hibridação do DNA44  DNA Quanto menor for a diferença entre duas cadeias de DNA, isto é, maior o grau de hibridação do DNA (emparelhamento entre as bases), mais próximos estão os seres em termos Profª Sandra Nascimento
    • Estudos sorológicos45  Ex: Injectando soro humano (antigénio) em ratos, estes produzem anticorpos contra esse soro (anticorpos A). Juntando depois novamente o soro humano com os anticorpos A produzidos, haverá precipitação de 100% das proteínas contidas no soro humano. Misturando anticorpos A com outros soros de outros seres vivos, em função do grau de precipitação assim se estabelecerá maior ou menor co-relação de parentesco dessas espécies com o homem. Profª Sandra Nascimento
    • FIM