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• 1 em 10 RN: VPP para respirar
• 1 em 100 RN: INTOT/MC
• 1 em 1000 RN: INTOT/MC/Drogas...
O Preparo para a Assistência
• Consiste em, pelo menos, três tópicos:
• 1) Identificação de FR:
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O Preparo para a Assistência
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• 2) Preparo do material:
• Para mais detalhes, aces...
O Preparo para a Assistência
• Consiste em, pelo menos,
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• Não deve realizar imediatamente a aspiração de VAS,
pois não  incidência de SAM, VM...
Ventilação com pressão positiva
Medidas iniciais de
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Ventilação com pressão positiva
Medidas iniciais de
estabilização
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Ventilação com balão e cânula traqueal
- Ventilação com Máscara
ineficaz ou prolongada
- Aplicação de MCE e/ou
Adrenalina
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Massagem Cardíaca
Massagem
Cardíaca30 segundos de
VPP com O2
suplementar
FC < 60
Técnica:
Dois
polegares
Dois
dedos
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Medicações
Adrenalina/Exp
ansor de
volume, ou
ambos
45-60 segundos
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FC < 60
- Via preferencial:
- Endovenosa
Veia um...
Considerações finais
• A reanimação ao nascimento é uma das oito
intervenções estratégicas para diminuir a mortalidade
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Reanimação Neonatal

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Apresentação realizada para estágio em Pediatria pela Universidade do Estado do Amazonas. Baseado no Manual de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância, fase Neonatal, e Programa de Reanimação Neonatal, cujas diretrizes foram atualizadas em abril de 2013. Objetiva mostrar de maneira didática e simples os principais pontos referentes a este procedimento vital para combate da mortalidade infantil.

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  1. 1. Importância de Reanimação Neonatal • 1 em 10 RN: VPP para respirar • 1 em 100 RN: INTOT/MC • 1 em 1000 RN: INTOT/MC/Drogas • Falha em iniciar e manter ventilação é a emergência mais comum na sala de parto Quanto MENOR a IG e/ou PN > Risco para Reanimação Quanto MAIOR a IG e/ou PN < Risco para Reanima ção Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  2. 2. O Preparo para a Assistência • Consiste em, pelo menos, três tópicos: • 1) Identificação de FR: Fatores Antenatais Fatores Perinatais• Idade < 16 anos e > 35 anos • DM • DHEG • Infecção Materna • Alo-imunização ou anemia fetal • Ausência de cuidado pré-natal • Gestação múltipla • RPMO • Polidrâmnio ou Oligodrâmnio • Hidropsia fetal, etc • Parto cesáreo • Apresentação não cefálica • TPP • Parto taquitócico • Corioamnionite • RPMO > 18 horas • TP > 24 horas • Sofrimento fetal agudo • PP • DPP, etc Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  3. 3. O Preparo para a Assistência • Consiste em, pelo menos, três tópicos: • 2) Preparo do material: • Para mais detalhes, acesse o PRN da SBP, disponível na Internet. Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  4. 4. O Preparo para a Assistência • Consiste em, pelo menos, três tópicos: • 3) Equipe treinada: • Pelo menos, um membro da equipe com habilidade em manobras de reanimação. Em casos especiais, um número maior pode ser solicitado. Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  5. 5. Avaliando a necessidade de reanimação NASCIMENT O 1. O neonato é a termo? 2. O líquido amniótico está livre de mecônio e sinais de infecção? 3. Está respirando/chorando? 4. Bom tônus muscular?Sim, para TODAS Recepcionar em campo aquecido; Posicionar o RN em tórax/abdome materno, próximo ao nível da placenta; Cobrir com o 2º campo aquecido e descartar anterior; + determinar FC ( > 100 bpm? ) Ausculta do precórdio com este Palpação da base do cordão um Evitam hipotermia Clampeamento tardio:  Anemia Fisiológica do la  Fototerapia (hiperbilirr Contato pele-pele: hipotermia Iniciar amamentação na 1ª hora de vida Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  6. 6. Avaliando a necessidade de reanimação NASCIMENT O 1. O neonato é a termo? 2. O líquido amniótico está livre de mecônio e sinais de infecção? 3. Está respirando/chorando? 4. Bom tônus muscular? Há de se determinar, para indicar reanimação: • Coloração de pele/mucosas? • Índice de APGAR? Valores de SatO2 pré-ductais desejáveis, segundo a idade Minutos de vida Saturação O2 pré- ductal Até 5 70-80% 5 - 10 80-90% >10 85-95% 0 1 2 FC Ausente < 100 >100 Esforço respiratório Ausente Lento, irregular Bom, choro forte Tônus muscular Hipotônico Alguma flexão de extremidades Ativo Irritabilidade reflexa Sem resposta Careta Tosse, espirro Cor Cianose Cianose de Rosado Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  7. 7. Avaliando a necessidade de reanimação NASCIMENT O 1. O neonato é a termo? 2. O líquido amniótico está livre de mecônio e sinais de infecção? 3. Está respirando/chorando? 4. Bom tônus muscular?Não, para ≥ 1 Categorias de ação em sequência: A) Medidas iniciais de estabilização B) Ventilação C) Compressões cardíacas D) Administrar Adrenalina e/ou (30 segundos para executar) 1. Aquecer (RN sob fonte de calor): T 36,5 – 37,0 Pré-aquecer a sala de parto: 26,0° Se RN < 1,5 kg: saco de polietileno de 30 x 50 com 2. Posicionar a cabeça Manter VA Pérvias 3. Aspirar VA (SN) Se RN tiver obstrução a respiração espontânea, e necessitar de VPP. BOCA -> NARINAS. 4. Secar Desprezar campos úmidos 5. Reposicionar a cabeça Frequência Cardíaca RespiraçãoFC > 100? Respiração rítmica, regular?Cuidados de rotina da sala de parto FC < 100? Respiração irregular ou apneia?VPP Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  8. 8. Avaliando o RN com líquido meconial • Não deve realizar imediatamente a aspiração de VAS, pois não  incidência de SAM, VM e/ou hospitalização • Sua conduta deverá ser orientada pela vitalidade ao nascer FC > 100? Respiração rítmica, regular? Bom tônus muscular? Medidas gerais de estabilização + Aspirar o excesso de secreções da boca  nariz com sonda de aspiração n. 10 FC < 100? Respiração irregular/Apneia? Tônus flácido? Medidas gerais de estabilização + Aspiração traqueal sob visualização direta (1 vez) através de cânula traqueal associada a dispositivo de vácuo Manual AIDPI neonatal / Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde. – 3ª. ed. – Brasília, 2012
  9. 9. Ventilação com pressão positiva Medidas iniciais de estabilização V P P FC < 100? Respiração irregular? Apneia? Até 60 segundos (Golden Minute) Monitorar SatO2 + - Monitorar oferta de O2 - Posição: palma da mão D Valores de SatO2 pré-ductais desejáveis, segundo a idade Minutos de vida Saturação O2 pré- ductal Até 5 70-80% 5 - 10 80-90% >10 85-95% OXIGÊNIOSUPLEMENTAR RN > 34 Inicialmente Ar ambiente Sem melhora e/ou não atinge valores necessários Mistura O2 / Blender a 40% Aumenta titulação Blender e/ou oxímetro indisponíveis 1. Ar ambiente 2. Sem melhora em 30 segundos, VPP com O2 a 100% RN < 34 Inicialmente Mistura O2 / Blender a 40% Sem melhora e/ou não atinge os valores necessários Aumenta titulação
  10. 10. Ventilação com pressão positiva Medidas iniciais de estabilização V P P FC < 100? Respiração irregular? Apneia? Até 60 segundos (Golden Minute) Monitorar SatO2 + - Monitorar oferta de O2 - Posição: palma da mão D Técnica balão- máscara - Selecionar o tamanho adequado da máscara Cobrir a boca, queixo e nariz - VA Pérvia? Aspirar novamente. AIDIPI - Posicionar-se corretamente - FR: 40 – 60 movimentos/minuto - Qual o sinal que a ventilação está sendo útil?  FC (> 100) Melhora tônus muscular Respiração espontânea, rítmica Após 30 segundos de VPP (FC < 100, Respiração irregular?) - Corrigir técnica -  oferta de O2 - Considerar INTOT Manual AIDPI neonatal / Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde. – 3ª. ed. – Brasília, 2012
  11. 11. Ventilação com balão e cânula traqueal - Ventilação com Máscara ineficaz ou prolongada - Aplicação de MCE e/ou Adrenalina - Hérnia diafragmática Abdome escavado INT OT - Cada tentativa de INTOT: 30 segundos - Retornar à VPP, se insucesso, para estabilizar - Confirmar posição da cânula * Condutas de prática: Inspeção do tórax, ausculta das regiões axilares e gástricas, condensação em cânula traqueal, FC * Capnografia: Ideal.  ΔT. Risco menor de lesão hipóxica. Falha: - Após 30 segundos de VPP com balão e cânula traqueal, RN FC < 100 e respiração irregular Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  12. 12. Massagem Cardíaca Massagem Cardíaca30 segundos de VPP com O2 suplementar FC < 60 Técnica: Dois polegares Dois dedos Complicações: fratura de costelas, pneumotórax, hemotórax, e laceração de fígado. Relação sincrônica 3 massagens : 1 ventilação45 – 60 segundos Reavaliar FC < 60 > 60 1. Verificar técnica 2. VA Pérvias 3. Adrenalina 1. Interromper MCE FC > 100, Resp. regular 2. O2 inalatório por cateter nasal guiado por oximetria Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  13. 13. Medicações Adrenalina/Exp ansor de volume, ou ambos 45-60 segundos de MCE FC < 60 - Via preferencial: - Endovenosa Veia umbilical Cuidado com embolia gasosa - Via alternativa: - Endotraqueal Para adrenalina 0,05-0,1 mg/kg Aplicar somente 1 vez Absorção lentaAdrenalina: EV = 0,01 – 0,03 mg/kg (diluição 1:10.000) Se necessário, FC < 60, repetir 3 – 5 minutos Expansores de volume: Suspeita de hipovolemia e/ou perda aguda grave Repor com solução cristaloide isotônica ou sangue total 10 ml/kg – administração lentaRepetir, se FC < 60 Quando interromper? 10 minutos de assistolia Obs: Naloxone – antagonista de opióide Mãe com história de uso de narcóticos – uso agudo de opiáceos Reanimação Neonatal em Sala de Parto. SBP, Abril de 2013.
  14. 14. Considerações finais • A reanimação ao nascimento é uma das oito intervenções estratégicas para diminuir a mortalidade infantil em nível mundial • Mais importante do que um protocolo rígido, é a experiência e a prática com a educação e o treinamento continuado dos profissionais de saúde que participam do cuidado ao RN, além da conscientização da comunidade para a importância da assistência nesse período crítico de transição para o ambiente extrauterino Obrigado!
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