Your SlideShare is downloading. ×
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
 Patrícia Santos, 4º B
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Patrícia Santos, 4º B

1,454

Published on

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,454
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
5
Actions
Shares
0
Downloads
1
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Agrupamento de escolas D. Dinis E. B. 1/JI Maria Lamas
  • 2. Concelho de Odivelas: Heráldica, brasão e bandeira Patrícia Raquel Penedo dos Santos
  • 3. Conceitos Heráldica - A heráldica refere-se à ciência e arte de descrever os brasões de armas ou escudos. As origens da heráldica remontam aos tempos em que era imperativo distinguir os participantes das batalhas e dos torneios, assim como descrever os serviços por eles prestados e que eram pintados nos seus escudos Ao acto de desenhar um brasão dá-se o nome de brasonar. Brasão - Um brasão de armas ou, simplesmente, brasão, na tradição europeia medieval, é um desenho especificamente criado, obedecendo às leis da heráldica, com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, clãs, corporações, cidades, regiões e nações. O desenho de um brasão é normalmente colocado num suporte em forma de escudo que representa a arma de defesa usada pelos guerreiros medievais. No entanto, o desenho pode ser representado sobre outros suportes, como bandeiras, vestuário, elementos arquitectónicos, mobiliário, objectos pessoais, etc..
  • 4. Dados cronológicos: A 30 de Julho de 2008, nos termos da lei nº 53/91 de 7 de Agosto foi emitido o parecer da Comissão de Heráldica da Associação de Arqueólogos Portugueses. Os símbolos heráldicos foram estabelecidos pela Assembleia Municipal em 4 de Dezembro de 2008. Publicado em Diário da República 2ª Série nº 54 de 18 de Março de 2009
  • 5. Brasão Escudo de prata, urso rompante de negro, armado e lampejado de vermelho tendo brocante banda enxaquetada de prata e vermelho de duas tiras: campanha diminuta de três tiras onduladas de azul e prata. Coroa mural de prata de cinco torres. Listel branco com a legenda a negro: “Município de Odivelas”.
  • 6. Simbologia • Urso Rompante – Por referência à lenda da fundação do Mosteiro de S. Dinis e S. Bernardo. • Banda enxaquetada – Referência à Ordem de Cister, profundamente ligada ao Mosteiro de S. Dinis e S. Bernardo. • Campanha diminuta de três tiras onduladas – Por referência às linhas de água que unem e atravessam o território do concelho.
  • 7. Lenda do Mosteiro de S. Dinis e S. Bernardo Andando El-Rei D. Dinis à caça no distrito de Beja , no sítio de Belmonte, perdeu-se dos companheiros e foi atacado por um corpulento urso que o derrubou do cavalo e o segurou entre as patas. O rei vendo que o animal lhe tiraria a vida, pediu a protecção de S. Luís, bispo de Tolosa e prometeu construir um mosteiro se o Santo bispo o salvasse daquele perigo. S. Luís logo lhe apareceu, dizendo-lhe que matasse a fera com o punhal que tinha à cintura, o que o rei fez de imediato. Para agradecer a protecção do Santo , mandou edificar em Odivelas o Mosteiro de S. Dinis.
  • 8. Ordem de Cister Remonta à fundação da Abadia de Cister em Borgonha, França em 1098. Estabeleceu-se pela primeira vez em Portugal em Tarouca no ano de 1144. Além do papel religioso, desempenhou um papel social até a Revolução Francesa, a ordem exerce grande influência no plano intelectual e económico, assim como no campo das artes e da espiritualidade, devendo seu considerável desenvolvimento a Bernardo de Claraval(1090-1153), homem de excepcional carisma. Sua influência e prestígio pessoal tornaram-no o mais célebre dos cistercienses. No caso português foi dos mais importantes mentores do ideal de cavalaria e espiritualidade lusa no reinado de D. Afonso Henriques. Além de Bernardo de Claraval, o pensamento de Joaquim de Fiore, um cisterciense calabrês e filósofo milenarista, teve profundo impacto em Portugal, estando na origem do culto ao Divino Espírito Santo, ainda hoje bem presente nos Açores e nas zonas de expansão açoriana nas Américas, e influindo no pensamento do padre António Vieira(o Quinto Império) e dando uma base filosófica ao sebastianismo. O Mosteiro de Alcobaça é um exemplo de mosteiro cisterciense.
  • 9. Bandeira Bandeira gironada de oito peças de branco e azul. Cordão de borlar de prata e azul. Haste e lança de ouro.
  • 10. Bibliografia http://www.cm-odivelas.pt/Concelho/Brasao/Anexos/brasao.pdf http://www.cm-odivelas.pt/Concelho/LendasPersonagens/index.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Odivelas_bandeira-1.jpg http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%A3o http://pt.wikipedia.org/wiki/Her%C3%A1ldica http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_S%C3%A3o_Dinis http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_de_Cister http://livingviajes.com/los-monasterios-de-batalha-y-alcobaca-bellezas-de-portugal/ A pesquisa nos sites consultados decorreu no dia 21 de Novembro de 2010 entre as 17.30h e as 18h.

×