Painel 1 (XI ENEE) - O Livro Branco de Defesa Nacional e a Base Industrial de Defesa no Brasil (General de Divisão Aderico Visconte Pardi Mattioli)
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Like this? Share it with your network

Share

Painel 1 (XI ENEE) - O Livro Branco de Defesa Nacional e a Base Industrial de Defesa no Brasil (General de Divisão Aderico Visconte Pardi Mattioli)

  • 950 views
Uploaded on

General de Divisão Aderico Visconte Pardi Mattioli, diretor do Departamento de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa

General de Divisão Aderico Visconte Pardi Mattioli, diretor do Departamento de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa

  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
    Be the first to like this
No Downloads

Views

Total Views
950
On Slideshare
950
From Embeds
0
Number of Embeds
0

Actions

Shares
Downloads
37
Comments
0
Likes
0

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. 1 / 34
  • 2. TEMA LIVRO BRANCO DE DEFESA =>BASE INDUSTRIAL DE DEFESA 2 / 34
  • 3. OBJETIVO Apresentar Aspectos Relevantes Para aBase Industrial de Defesa 3 / 34
  • 4. ROTEIRO1. INTRODUÇÃO2. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação3. PRODUTOS DE DEFESA Demandas Perfil4. ASPECTOS RELEVANTES5. CONCLUSÃO 4 / 34
  • 5. INTRODUÇÃO DEC Nº 6703 18 Dez 08... marco para a Defesa Nacional 5 / 34
  • 6. INTRODUÇÃO 6 / 34
  • 7. ROTEIRO1. INTRODUÇÃO2. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação3. PRODUTOS DE DEFESA Demandas Perfil4. ASPECTOS RELEVANTES5. CONCLUSÃO 7 / 34
  • 8. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação LC Nº 136 de 25 Ago 10 DEC Nº DEC Nº Decreto Nº 7.364 de 6703 670318 Dez 08 23 Nov 1018 Dez 08 Ativação a partir de 17 Fev 2011 Secretaria de Produtos de Defesa SEPROD 8 / 34
  • 9. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação 7. Estabelecer-se-á, no Ministério da Defesa, uma Secretaria de Produtos de Defesa. O Secretário será nomeado pelo Presidente da República, por indicação do Ministro da Defesa. Caberá ao Secretário executar as diretrizes fixadas pelo Ministro da Defesa e, com base nelas, formular e dirigir a política de compras de produtos de defesa, inclusive armamentos, munições, meios de transporte e de comunicações, fardamentos e materiais de uso individual e coletivo, empregados nas atividades operacionais. O Ministro da Defesa delegará aos órgãos das três Forças poderes para executarem a política formulada pela Secretaria quanto a encomendas e compras de produtos específicos de sua área, sujeita tal execução à avaliação permanente pelo Ministério.END - Dec Nº 6703 18/12/2008 9 / 34
  • 10. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação O objetivo será implementar, no mais breve período, uma política centralizada de compras produtos de defesa capaz de: (a)otimizar o dispêndio de recursos; (b) assegurar que as compras obedeçam às diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa e de sua elaboração, ao longo do tempo; e (c) garantir, nas decisões de compra, a primazia do compromisso com o desenvolvimento das capacitações tecnológicas nacionais em produtos de defesa.END - Dec Nº 6703 18/12/2008 10 / 34
  • 11. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS Compete ao Ministério da Defesa, além das demais competências previstas em Lei,... formular a política e as diretrizes referentes aos produtos de defesa empregados nas atividades operacionais, inclusive armamento, munições, meios de transportes e de comunicações, fardamentos e materiais de uso individual e coletivo, admitindo delegações às Forças.Lei Complementar Nº 136 de 25 Ago 2010 11 / 34
  • 12. ROTEIRO1. INTRODUÇÃO2. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação Estrutura e competências3. PRODUTOS DE DEFESA Demandas Perfil4. ASPECTOS RELEVANTES5. CONCLUSÃO 12 / 34
  • 13. DEMANDAS DE PRODUTOS DE DEFESA CAPACITAÇÃO OPERACIONAL DE DEFESA Era do Conhecimento Transformação Adaptação Modernização Ruptura Era Industrial 13 / 34
  • 14. ROTEIRO1. INTRODUÇÃO2. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação Estrutura e competências3. PRODUTOS DE DEFESA Demandas Perfil4. ASPECTOS RELEVANTES5. CONCLUSÃO 14 / 34
  • 15. PERFIL DOS PRODUTOS DE DEFESA Ciclo de Vida CAPACITAÇÃO OPERACIONAL Priorização Desenvolvimento Requisitos Diretriz Estratégica eDemandas Operacionais de Operação Desativação e Aquisição Conjuntos Orçamentária Obtenção CAPACITAÇÃO PRODUTIVA 15 / 34
  • 16. PERFIL DOS PRODUTOS DE DEFESA Alto Valor Agregado Segmento US$/kg Mineração (ferro) 0,02 Agrícola 0,30 Aço, celulose, etc. 0,3 - 0,8 Automotivo 10 Eletrônico (áudio e vídeo) 100 Defesa (foguetes) 200Aeronáutico (aviões comerciais) 1.000Defesa (mísseis) / Tel. Celulares 2.000Aeronáutica (aviões militares) 2.000 - 8.000 Espaço (satélites) 50.000 16 / 34
  • 17. PERFIL DOS PRODUTOS DE DEFESA Fomentador de Desenvolvimento COMÉRCIO EXTERIOR Alta Tecnologia Média-Alta Tecnologia Média-Baixa Tecnologia Baixa TecnologiaAeroespacial / Defesa Automobilística Plásticos e Borracha Papel Tecnologia da Informação Maquinário Elétrico Naval Têxtil e Vestuário Eletro-Eletrônica Produtos Químicos Outros Manufaturados Alimentos, Bebidas e Fumo Farmacêutica Outros Equip. de Transporte Metais ferrosos e não-ferrosos Móveis e Madeira Instrumentos Científicos Maquinário não Elétrico Prod. Minerais não-ferrosos Metalúrgica Refino de PetróleoA Base Industrial de Defesa é uma alternativa real e imediata paraajudar o País a alterar esse quadro. 17 / 34
  • 18. PERFIL DOSPRODUTOS DE DEFESA PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS 18 / 34
  • 19. ROTEIRO1. INTRODUÇÃO2. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação Estrutura e competências3. PRODUTOS DE DEFESA Demandas Perfil4. ASPECTOS RELEVANTES5. CONCLUSÃO 19 / 34
  • 20. ASPECTOS RELEVANTES Estratégia de Atuação Capacitação Operacional Capacitação Produtiva Tropa IndústriaEquipada e CapacitadaAdestrada Mobilizável 20 / 34
  • 21. ASPECTOS RELEVANTES Estratégia de AtuaçãoCapacitação CapacitaçãoTecnológica Comercial Sistemas Capacitação de Industrial Inteligências 21 / 34
  • 22. ASPECTOS RELEVANTES Estratégia de AtuaçãoDemandas Demandas Federais Estaduais Demandas Demandas Municipais Públicas 22 / 34
  • 23. ASPECTOS RELEVANTES Estratégia de AtuaçãoProdutos de Produtos de Defesa Uso Civil Capacitação Produtos de Produtiva Segurança Dual 23 / 34
  • 24. ASPECTOS RELEVANTES Estratégia de AtuaçãoDemandas DemandasNacionais Nacionaisde Defesa “Civis” Demandas Escala de de Exportação Produção 24 / 34
  • 25. ASPECTOS RELEVANTES Fortalecimento da Base Industrial Nacional (Metas Progressivas)R$(Bi)6.01.2 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 25 / 34
  • 26. ASPECTOS RELEVANTES Determinação de Prioridades 26 / 34
  • 27. ASPECTOS RELEVANTES ( Parcerias ) 27 / 34
  • 28. ASPECTOS RELEVANTES ( Parcerias ) 28 / 34
  • 29. ASPECTOS RELEVANTES Evolução da Legislação MEDIDA PROVISÓRIA Nº 544 ( 29 DE SETEMBRO DE 2011 ) Estabelece normas especiais para ascompras, as contratações de produtos, desistemas de defesa, e de desenvolvimento de produtos e de sistemas de defesa, e dispõe sobre regras de incentivo à área estratégica de defesa e dá outras providências. 29 / 34
  • 30. ASPECTOS RELEVANTES Evolução da Legislação POLÍTICA NACIONAL DA INDÚSTRIA DE DEFESA ( Em elaboração ) 30 / 34
  • 31. ASPECTOS RELEVANTES Ligações Institucionais (Matriciais) 31 / 34 31 / 77
  • 32. ASPECTOS RELEVANTES FEDERAÇÕES Gestão Multidisciplinar DAS INDÚSTRIASEMCFA ASSOCIAÇÕES COMISSÃO MISTA DA FÓRUM DA INDÚSTRIA DE INDÚSTRIA DEFESA DE DEFESA EMPRESAS CMID FIDSEPRODE COMITÊ MB TÉCNICO DA INDÚSTRIA DE GRUPO DE ASSESSORIA DEFESA ESPECIAL EB CTID GAE FAB MINISTÉRIOS INSTITUIÇÕES NOTÓRIO SABER 32 / 34
  • 33. ROTEIRO1. INTRODUÇÃO2. SECRETARIA DE PRODUTOS DE DEFESA Criação Estrutura e competências3. PRODUTOS DE DEFESA Demandas Perfil4. ASPECTOS RELEVANTES5. CONCLUSÃO 33 / 34
  • 34. 34 / 34