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Conceitos e fundamentos sobre testes de software e garantia da qualidade

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Aprimore seus conhecimentos sobre testes de software e garantia da qualidade com os cursos do IETEC/MG

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  • 1. Testes de Software & Garantia da Qualidade (Conceitos & Fundamentos ) Professor: Rodrigo Zauza Passos
  • 2. Slide: Capacitar o aluno a testar uma solução tecnológica fundamentando-se nas melhores práticas de Testes e de Garantia da Qualidade. :.: Objetivo
  • 3. Slide: :.: A Oratec trabalha com as práticas: Achar falhas Previnir falhas Evitar falhas
  • 4.
    • Qualquer ciclo de produção em TI é sustentado por 3 pilares:
      • Processos: o melhor método é simples de usar e cabe no bolso de quem o usa.
      • Pessoas: devem atuar em suas competências nivelada ao seu perfil pessoal;
      • Ferramentas: são componentes facilitadores e não complicadores.
    • … e ele é amparado pela quadra “Escopo, Prazo, Custo & Qualidade” , mandamento de qualquer bom gerente de área.
    Slide: :.: Variáveis de Contexto Ferramentas Processos Pessoas
  • 5.
    • Aurélio
      • Requisito
        • Condição que se deve satisfazer para que uma coisa fique legal e regular;
        • Exigência imprescindível para a consecução de certo fim;
        • Qualidade, dotes, predicados exigidos para um produto;
      • Requerimento
        • Ato ou efeito de requerer (pedir /solicitar).
    • Para um Analista
      • “ Um requisito é algo que o produto deve fazer ou alguma qualidade que deve apresentar .”
    • Para um Testador:
      • “ Um requisito é algo ( verificável ) que o produto deve fazer ou alguma qualidade ( mensurável ) que deve apresentar e que ( pelo seu risco de comprometer o sucesso do projeto, compen$a ) deve ser testado”.
    :.: Nivelamento de Conceitos (I) Conceito
  • 6. Visões sobre a qualidade de um Software: :.: Nivelamento de Conceitos (II) Usuário Implementador Testador Organização Facilidade de uso, desempenho, confiabilidade dos resultados, etc. Facilidade de manutenção e conformidade em relação aos requisitos de usuários, etc. Software com boa qualidade é aquele que cumpre com os requisitos negociais com o mínimo de falhas possível. Cumprimento de prazo, boa previsão de custo, boa produtividade e rentabilidade. Conceito
  • 7.
      • Existe defeito quando um software ou parte dele:
      • Não funciona, mas os requisitos ou os artefatos indicam que funciona;
      • Faz algo na aplicação em que os requisitos ou os artefatos indicam que não deveria fazer;
      • Faz algo que os requisitos ou os artefatos não indicam;
      • Faz algo que os requisitos ou os artefatos não indicam, porém deveriam indicar;
      • Não funciona adequadamente aos olhos do testador, pois é difícil de entender, de usar ou é lento.
    :.: Nivelamento de Conceitos (III) Defeito=Falha=Anomalia=Bug=Ocorrência Conceito
  • 8. Caso 1 - Disney´s Lion King ( 1994-1995) -A Disney , em 1994 lançou seu primeiro jogo de multimedia para crianças “ Lion King Animated stories”. Era a primeira da Disney , e renomada , fez um enorme campanha de marketing por todo os EUA . Vendas foram absurdamente fantásticas (vendas de natal). Por é m , no dia seguinte , 26 de dezembro de 1994 o departamento de atendimento ao cliente da Disney recebeu uma enxurrada de ligações de clientes indignados e nervosos. O CD não funcionava em muitas das plataformas de PC existentes no mercado. Razão : O software foi desenvolvido em uma única plataforma ( que não refletia as mais comuns do mercado!). Faltou um simples teste de multiplataforma.... :.: Bug Arrasadores (1/4)
  • 9. Caso 2 – Patriot Missile Defense System , 1991 Um programa de defesa americano chamado de “ star wars” incluía o chamado “U.S. Patriot missile”. O primeiro uso foi na guerra do golfo em 1991 para defender dos misseis Scuds do Iraque. Porem , este sistema falhou inúmeras vezes contra vários misseis , incluindo um míssil iraquiano que matou 28 soldados americanos em Dhahran , na Arábia Saudita. Numa analise , encontraram a causa : um bug no sistema de contagem ( pequeno timing error ) culminando num erro de 14 horas de diferença entre os relógios, deixando o sistema de contagem defasado. Custo : No mínimo, 28 vidas. :.: Bug Arrasadores (2/4)
  • 10. Caso 3 – Limite de endereços de computador na WWW Quando o TCP/IP (protocolo de transmissão de pacotes da Internet) foi criado pelos sr. Vint Cerf e Bob Kahn, eles acharam que 4.3 bilhões de endereços eram suficientes. Parece muito, mas com o crescimento exponencial de transações nessa plataforma, pode-se atingir o limite antes do previsto. Um consórcio de organizações governamentais estão se preparando para ampliar este número para mais de 200 trilhões de endereços possíveis. A singela mudança implica mexer com muita gente e muitos computadores espalhados pelo planeta. Será um problema complexo de logística e sincronização dos sistemas. :.: Bug Arrasadores (3/4)
  • 11.
    • Caso 4 – Novo Sistema DDD no Brasil
      • Em julho de 1999, o Brasil experimentou um caos no sistema de telefonia por mais de uma semana, devido a instalação do novo sistema de codificação de DDD. As razões do problema foram:
    • A anatel não checou o resultado dos testes feitos pelas operadoras dentro dos estados. Entre estados nenhum teste foi feito;
    • A troca do Sistema não passou por um teste simulado em nível nacional;
    • As operadoras apenas simularam conexão dos equipamentos em área limitadas;
    • Nem todas as operadoras fizeram investimentos suficientes para suportar a mudança;
    • A campanha publicitária da Anatel enfatizava somente o direito de escolha das operadoras, mas não explicava com clareza as mudanças;
    • Seis centrais da Embratel tiveram erros na programação, fazendo com que as chamadas fossem parar em locais diferentes.
    :.: Bug Arrasadores (4/4)
  • 12.
      • São disciplinas distintas, mas convergentes: meta é a qualidade;
      • Testar significa verificar e validar um ou mais artefatos;
      • Garantir a qualidade significa disciplinar a verificação e validação deles nos ciclos de produção e testes de software ;
      • Missão do time de teste: achar anomalias;
      • Missão do time de QA: não deixar que elas se repitam;
      • Nas tratativas legais, o Analista de QA é quem responde pela qualidade do software, baseando-se nas métricas do time de testadores.
    :.: Nivelamento de Conceitos (IV) Testes de Software ≠ Garantia da Qualidade Vivência
  • 13. Processos Slide:
  • 14. Slide: Processo de Software Processo de Software muito bem definido Garantia da Qualidade Req usuários :.: Processo de Software Gerência eficaz e controle das atividades pessoas procedimentos ferramentas Req. desenvolvedor Req. organização
  • 15. Slide: RAD USDP Na Engenharia de Software, existem várias metodologias de produção ... Contramedidas para a gerência da produção :.: Métodos de Produção XM OMT Booch PMBOK Catalysis Waterfall SSADM W-Model V-Model Focaliza o quê Análise do sistema Fase planejamento Análise de requisitos Focaliza o como Projeto da Arquitetura Codificação Testes Focaliza as mudanças Manutenções A.C.E. Definição Desenvolvimento Manutenção Informações processadas Função e desempenho desejados Riscos mapeados Interfaces estabelecidas Arquitetura da solução Estrutura de dados Padrões de codificação Planejamento dos Testes XP FDD RUP DSDM SCRUM Iconix Cristal EUP
  • 16. Slide: Existem vários modelos e padrões de qualidade: :.: Padrões de Qualidade
  • 17. Slide: Existem vários modelos e padrões de qualidade: A maioria deles avaliam a qualidade do software a partir de 3 aspectos: (1) Operação do Produto; (2) Revisão do Produto; (3) Transição do Produto. Modelo de MCall (1977) :.: Padrões de Qualidade Eficiência Integridade Usabilidade Corretitude Confiabilidade Manutenibilidade Flexibilidade Testabilidade Portabilidade Reusabilidade Interoperabilidade
  • 18. Slide:
    • Testability Maturity Model (TMM)
    • Test Organization Maturity (TOM)
    • Testing Assessment Program (TAP)
    • Evaluation&Test SW-CMM Key Process Area (CMM-I KPA)
    • Metrics-based Testing Maturity Model (MB-TMM)
      • Em desenvolvimento
    :.: Padrões de Qualidade para testes
  • 19. Slide: :.: Um bom modelo de produção Processo Produto Requerimentos Análise Desenho Codificação Testes de Unidade Testes de Sistema Testes de Aceitação Testes de Integração teste teste teste teste doc doc doc doc
  • 20. Slide: A implantação de um processo de formal de Testes no ciclo produtivo otimiza as relações setoriais e garante a cadência do trabalho coorporativo :.: Visão Geral sobre os Testes
  • 21. :.: O Processo de Testes de Software Existem basicamente 2 visões sobre os testes: Vivência Visão Restrita Visão Abrangente
      • Um bom testador é um bom programador;
      • Testar significa mais gastos de recursos e tempo do projeto;
      • O testador só deve achar erros.
      • Um bom testador é aquele que domina as regras negociais do SUT ( System Under Testing );
      • Testar significa investir para gastar menos;
      • Além de achá-los, o testador deve indicar como evitá-los e prevení-los. (QA/QD/QC)
  • 22. :.: O Processo de Testes de Software São premissas dos testes de software: Registrar/monitorar erros Analisar todos os requisitos Produzir métricas Formular indicadores de qualidade
  • 23. Concepção Diagnosticar situação atual Assimilar Conhecimento Definir Estratégias Instrumentalização Instrumentalizar as estratégias definidas Criar, compartilhar e realimentar Expertise Evangelização Monitorar e criar cultura, Divulgar, Negociar, Compartilhar, Justificar, Celebrar, Aperfeiçoar... Analistas /Arquiteto de Testes Analista/Executores de Testes t+1 Analistas e Executores :.: O Processo de Testes de Software Atividades Macro X Responsáveis: t Complexidade Ciclo de Vida
  • 24.
    • Todos os testes devem ser rastreáveis até a sua origem, que são os requisitos negociais;
    • Planeje sempre. Mas seja comedido !
    • Cerca de 60% das falhas ocorrem na concepção do produto;
    • Crie casos de testes genéricos;
    • Testes não têm fim. Eles apenas provocam um “ponto de corte” !
    • Processos inteligentes (e eficientes) são independentes de ferramentas;
    • Antes de executar um esforço de testes defina bem os papéis e responsabilidades;
    :.: O Processo de Testes de Software Dicas úteis: Vivência
  • 25. :.: Nivelamento de Conceitos (V) Artefatos documentais do processo de testes de software:
    • Requisitos: lista contendo todas as necessidades negociais do SUT (funcionais/não funcionais);
    • Plano ou estratégia : documento com o conjunto das atividades do esforço de teste. Aqui se definem os tipos de testes, cronograma, papéis, responsabilidades e infra necessária;
    • Cenário ou roteiro : conjunto de casos de testes que serão executados para cobrir um ou mais processos negociais;
    • Casos de teste : é um conjunto de procedimentos que valida/verifica um ou mais requisitos negociais;
    • Etapas : ações de validação/verificação de um caso de teste.
    Conceito
  • 26. Construa um simples caso de teste cuja meta é: Verificar se um palito de fósforo acende. Tempo estimado: 30 minutos (20/10) :.: Desafio #1
  • 27. :.: O Processo de Testes de Software A estratégia de testes faz parte da Metodologia dos testes !!! Testes de regressão Testes automatizados Estratégia de testes Testes caixa branca Testes exploratórios Testes caixa preta Testes de vulnerabilidades Testes de Carga e Stress Testes Funcionais Testes baseados em cenários Testes negativos Inspeção de Artefatos Doc. Verificação de Diagramas UML Validação de modelos ER Validação/Verificação de requisitos Régua de Avaliação Fornecedores Testes unitários
  • 28. :.: O Processo de Testes de Software Tipos de testes mais comuns:
    • Funcionais: verificam se o SUT está agindo conforme os requisitos negociais projetados inicialmente;
      • Baseados em cenários: é uma boa estratégia para abranger a maior parte dos requisitos negociais do SUT;
      • Testes negativos: são atividades que tentam contradizer a natureza para qual aquela funcionalidade foi projetada;
      • Testes de caixa-preta : valida somente a entrada e a saída de um processo, não importando o que acontece dentro dele;
    • Performance : são atividades que avaliam o desempenho do SUT ou de um componente de acordo com parâmetros balisadores de aceitabilidade (requisitos não funcionais);
    • Load/Stress: é a estratégia utilizada para averiguar a suportabilidade da infraestrutura do SUT (rede, middleware, RDBMS, etc.). O teste de stress nada mais é do que o ponto limite da carga utilizada no esforço do teste e suportada pela infraestrutura;
    • Teste exploratório : sua finalidade é reconhecer as características do protótipo e tentar provocar a ocorrência de anomalias;
    • Teste de vulnerabilidade: com o advento da Internet tornou-se atividade estratégica, pois verifica os limites do SUT com relação às atividades de XSS, Cross-Scripting, sobrecarga de níveis de serviço;
    • Testes automatizados: são viáveis quando os requisitos do SUT são maduros e estáveis;
    • Testes de regressão: aplicável quando um coponente do SUT sofre alteração. Portanto é necessário retestar todas as integrações periféricas daquele componente.
  • 29. :.: O ciclos de produção e de testes de software Slide: Enviar Defeito Fornecedor Ciclo de Reparo de Defeitos Gerenciamento de Testes e Defeitos Gerenciamento do ciclo de produção do software Levantamento de Necessidades Análise dos Requisitos e Artefatos Especificação/Desenho Inspeção e Validação Corrigir e solucionar dúvidas Esclarecimento Reescrever Revalidar Abrir Defeito Retestar Defeito Cancelar Defeito Encerrar Defeito É Defeito ? BUGFix ?
  • 30.
    • Não se pode testar aquilo que não se sabe;
    • Clientes sempre mudam os requisitos;
    • Uso de protótipos não pode ser desculpa para não documentar requisitos;
    • Interfaces gráficas abrangem unicamente requisitos funcionais de alto nível, sem detalhes, sem regras de negócios;
    • Usuários não sabem o que querem até terem algo paupável.
    :.: Melhores práticas de testes (1/9) #1) Requisito é a base do teste
  • 31.
    • É fácil de configurar : customizar uma funcionalidade conforme as necessidades do usuário deve ser uma tarefa fácil para ele;
    • Está em conformidade com os requisitos que o cliente pediu.
    • É eficiente: recursos de infraestrutura atendem a performance da funcionalidade (processador, memória, discos e linhas de comunicação);
    • Seja expandível : recursos que permitam a utilização de objetos e componentes de estrutura funcional para compor os novos requisitos de sistema (isso é ideal para a perfeita manutenção do software);
    • Tenha flexibilidade : procedimento que permite a mudança do software em ambientes diferentes. Ex.: mudança de Banco de Dados;
    • Tenha integridade : que é a habilidade do software proteger a ele mesmo via permissionamento de níveis de acesso.
    #2) Um bom software é aquele que … :.: Melhores práticas de testes (2/9)
  • 32.
    • Tenha interoperabilidade : que é a capacidade de trocar dados com outros softwares;
    • Seja de fácil manutenção : reutilização de componentes, parametrização, orientação a objetos e todas as demais técnicas que organizam e facilitem a vida do programador;
    • Seja gerenciável : que é a habilidade de gerenciar os recursos de alocação, gestão de conteúdo e configuração;
    • Seja seguro : que é a capacidade do software executar uma funcionalidade sem causar condições inseguras;
    • Seja fácil de usar : é a facilidade que o software pode ser aprendido e operado;
    • Seja verificável : é a capacidade de verificar que o software está trabalhando corretamente.
    #2) Um bom software é aquele que … :.: Melhores práticas de testes (2/9)
  • 33.
    • A linguagem escrita não é um meio confiável de especificar requisitos. Podem aparecer requisitos:
      • Vagos
      • Ambíguos
      • Incompletos
      • De difícil compreensão e entendimento
      • Não tão fáceis de se testar
    • DICA: Use alguns desses modelos para incrementar a linguagem escrita:
      • Modelo de dados
      • Modelo de processos
      • Modelo de objetos
      • Tabelas de decisão
      • Casos de uso
    #3) Adote um modelo baseado em requisitos :.: Melhores práticas de testes (3/9)
  • 34.
    • Para cada requisito, identifique os possíveis cenários;
    • Use técnicas como:
      • Classes de equivalência;
      • Gráficos de causa e efeitos;
      • Tabelas de decisão;
      • Árvores de decisão;
      • Análise da integridade relacional;
      • Casos de uso.
    #4) Defina formalmente os casos de testes :.: Melhores práticas de testes (4/9)
  • 35.
    • Testes positivos : é qualquer atividade que aponta a validação de um requisito. Supõe-se que o dado entrado é válido e ele será processado através dos caminhos normais;
    • Testes negativos : é o processo de execução de um programa com a intenção de encontrar erros. Supõe-se que o dado entrado é inválido e ele será processado através da manipulação errada dos caminhos funcionais;
    #5) Execute casos de testes positivos e negativos :.: Melhores práticas de testes (5/9)
  • 36. #6) Crie matriz de rastreabilidade de componentes :.: Melhores práticas de testes (6/9) Requisito #1 Requisito #2 Requisito #... Requisito #n Caso de Teste #1 Passou Passou Não executado Caso de Teste #2 Passou Passou Caso de Teste #3 Falhou Passou Passou Caso de Teste #... Caso de Teste #n
  • 37.
    • Baseie os cenários de teste de regressão em:
      • Análise de impacto
        • Quando um requisito é modificado , quais são os componentes afetados com a mudança ?
        • Quando um componente é modificado , quais os requisitos que devem ser retestados novamente ?
        • Este tipo de análise começa no desenvolvimento com os programadores e continua durante a fase dos testes
      • Análise de risco
    • Ferramentas de Capture/Playback podem ser muito útil (inclusive para automatizar os testes de regressão).
    #7) Execute testes de regressões mais abrangentes :.: Melhores práticas de testes (7/9)
  • 38.
    • Ferramenta de planejamento de testes
    • Gerenciamento de testes
    • Ferramentas de Case Design
    • Ferramentas para testes de cobertura
    • Ferramentas para execução de testes e de capture/replay
    • Ferramentas para análise estática
    • BugTrackers
    #8) Selecione ferramentas para suportar os testes :.: Melhores práticas de testes (8/9)
  • 39.
    • Testes de software é uma disciplina contextual;
    • A prática é a melhor maneira de aprimorar seus conhecimentos;
    • Procure se certificar profissionalmente:
      • CSTE (QAI/USA)
      • CSQA (QAI/USA)
      • CBTS (ALATS/BRZ)
    #9) Aprimore continuamente sua capacitação :.: Melhores práticas de testes (9/9)
  • 40. Em desenvolvimento Em teste Em teste Em homologação Em homologação Em produção :.: Ambientes de produção
  • 41. :.: Ambientes de produção
  • 42.
    • Toda a estrutura é destinada aos analistas de sistema e programadores;
    • É segmentado em produção e testes
    • É facultativo o uso das equipes
    :.: Ambientes de produção
  • 43.
    • Toda a estrutura é destinada à equipe de testadores
    • Testa os requisitos de software
    • Estrutura semelhante ao da produção
    :.: Ambientes de produção
  • 44.
    • Pelos erros ocorridos e métricas coletadas, novos casos serão confeccionados para garantir a qualidade de software
    • Beta testes somente para um grupo de usuários
    :.: Ambientes de produção
  • 45. Slide:
    • Escolha mais de três maneiras para medir a estabilidade do produto será liberado em produção:
      • Padrões de Codificação
      • Fluxo de Falhas/Condição
      • Estabilidade Performática
      • Qualidade dos Testes
      • MNC (Métricas Não Cartesianas)
    :.: Métricas clássicas em testes
  • 46. Slide:
    • Em cada ciclo de testes, consegue-se coletar:
    • As falhas por módulos(local aonde a falha foi detectada);
    • O progresso dos testes;
    • A quantidade de falhas por status, severidade, testador, etc;
    • O bugfix time;
    • A quantidade de falhas em ambientes de pré e pós produção;
    • A densidade de falhas ( #falhas/KLOC )
    • A distribuição de esforço por fases de produção;
    • A evolução da qualidade dos testes;
    • A evolução do tamanho de cada versão;
    :.: Métricas clássicas em testes
  • 47. Slide:
    • São métricas que dependem do contexto da análise.
    • Fatores que atrapalham a qualidade dos testes (falta de metodologia, tempo curto para execução dos testes, documentação rudimentar, infraestrutura, etc.);
    • Percentual de acertos do bugfix;
    • Índice de satisfação do cliente;
    • Evolução dos requisitos por versão;
    :.: Métricas não cartesianas
  • 48.
    • Acredite :
      • Uma métrica é a fotografia de uma situação em um dado momento;
      • Em um processo, existem ferramentas, métodos e pessoas. E para “medir” as pessoas, o conjunto de métricas, com certeza, não serão cartesianas;
      • Por mais caótico que seja a produção de software na corporação, sempre haverá uma maneira de medir a sua eficiência;
      • “ Se me fosse dado seis horas para derrubar uma árvore, as quatro primeiras passaria afiando o machado. (Abraam Lincoln)”
      • Planeje sempre a sua medição.
    Slide: Vivência
  • 49. :.: Métricas recursos de infra
  • 50. Passo Nove :.: Métricas recursos de infra 448.5 MB/hr 324.9 MB/hr 214.0 MB/hr 170.1 MB/hr 123.2 MB/hr 115.7 MB/hr 73.9 MB/hr 31.4 MB/hr 31.0 MB/hr 26.0 MB/hr 18.0 MB/hr SMB CC:Mail IP NFS RPC NetBIOS Session Srvc TCP ISO SQL Server WWW (Web) FTP 10.2 ms 1.5 ms -- 35.5 ms 123.3 ms 90.0 ms -- ms -- ms 4.2 s 189.0 ms 673.4 ms Application List Bytes Application Average Response Time 113 Applications Lock Filter WAN Top Applications SMB 32% All Others 10% NetBIOS Session Srvc 6% TCP 7% Pipe files 8% IP Port 1177 9% CC:Mail 28%
  • 51. Slide: 1. Preparação dos testes Objetivo: preparar todas as informações e artefatos necessários para um efetivo e eficiente processo de testes. Isto inclui levantar as especificações de uso, estabelecer as classe e desenhar um modelo flexível para o processo de testes. :.: O ciclo de testes
  • 52. Slide: 2. Planejando os testes Objetivo: identificar a estratégia e procedimentos que melhor se adaptem à metodologia de desenvolvimento garnatindo a eficiência e eficácia dos testes. Esta etapa está em paralelo ao desenho do sistema e inclui: recursos, responsabilidades e objetivo dos testes; identificação de riscos e prioridades e identificação de entidades que serão ou não testadas. :.: O ciclo de testes
  • 53. Slide: 3. Desenhando os testes Objetivo: definir os casos de teste, dados e procedimentos que estarão em conformidade com os requisitos iniciais. Esta etapa envolve planejamento estratégico próativo que detecte possíveis falhas. A definição dos testes deve primar pela simplicidade e baixo custo de execução. :.: O ciclo de testes
  • 54. Slide: 3. Executando os testes Objetivo: Baseado nos casos de teste definidos na etapa anterior a execução será dinamizada de maneira que se descubra um número maior de falhas. :.: O ciclo de testes
  • 55. Slide: 4. Análise do resultado dos testes Objetivo: Pra aprimorar o processo produtivo, nesta etapa são coletadas analisadas as evidências geradas pela etapa anterior. :.: O ciclo de testes
  • 56.
    • Criar os artefatos documentais para os seguintes softwares:
      • Controle de Estoque;
      • Locadora de DVD;
      • Automoção Comercial (lanchonete);
    • Considerações:
      • Dividam-se em 3 grupos e escolham o System Under Testing (SUT);
      • Se tiver dúvida, pergunte ao Professor sobre os requisitos negociais de cada software;
      • Garanta a rastreabilidade dos artefatos;
    • Tempo estimado: 1h30min
    :.: Desafio #2
  • 57.
    • Interpretação ( do usuário e do analista );
    • Ambiguidade;
    • Inconsistência;
    • Não relevância;
    • Informalidade;
    • Não t estabilidade;
    • Gramatical e morfológica;
    • Sub especificação.
    :.: Anomalias dos Artefatos documentais
  • 58.
    • Que exista um
    • DOCUMENTO ESCRITO (±Formal)
    • com aquilo que deve ser feito e que neste documento exista uma
    • lista identificada de REQUISITOS .
    • (pode ser um anexo)
    • CMM nível 2 é essencialmente sobre Requisitos
    • CMM nivel 3 introduz formalmente Testes de Requisitos (peer-reviews)
    :.: Premissas para se executarem testes Vivência
  • 59. :.: Apresentação da metodologia A360’
    • Criada por Rodrigo Z. Passos em 2006 para ajudar a área de Gestão de Projetos de uma grande siderúrgica. A missão era envolver todos os colaboradores na homologação de artefatos de fornecedores externos, atestando ou não a entrega do produto.
    • A metodologia baseia-se em 3 premissas:
      • No perfil de colaborador envolvido (permite até 4 perfis);
      • No Questionário com n perguntas baseadas na ISO 9126 e configuradas de acordo com o artefato a ser inspecionado (documentos, diagramas, etc.);
      • No parecer técnico final.
    Objetivo lúdico: testar o software antes dele existir ! Vivência
  • 60. :.: Apresentação da metodologia A360’
    • O conceito de qualidade é variável em relação ao perfil do analisador;
    • Uma equipe de testes é mais qualificada para inspecionar a qualidade do que qualquer outro time; mas a etapa de homologação legalmente envolve terceiros;
    • O desafio foi desenvolver uma metodologia que transforma a subjetividade da análise contextual do documento, em métricas objetivas que demonstrem matematicamente a qualidade do artefato inspecionado;
    • Criou-se um questionário-base para todos os colaboradores envolvidos responderem uma escala gradativa de 1 a 7. Cada uma das respostas gera uma média ponderada para a categoria de análise realizada (via ISO9126);
    • Nenhum dos colaboradores pode ter acesso ao questionário de seu colega;
    • O confronto das médias encontradas pelos testadores e demais colaboradores fornece várias perspectivas de análise sobre a qualidade do artefato.
    Fatores motivadores para criação da metodologia Vivência
  • 61. :.: Apresentação da metodologia A360’ Insumo básico - ISO 9126: Portais da Qualidade Vivência Portais da Qualidade Significado Pergunta Chave Funcionabilidade Evidencia o conjunto de funções que atendem às necessidades implícitas e explícitas para a finalidade a que se destina o produto Satisfaz às necessidades ? Confiabilidade Evidencia a capacidade do produto de manter seu desempenho ao longo do tempo e em condições estabelecidas. É imune a falhas ? Usabilidade Evidencia a facilidade para a utilização do produto E fácil de usar ? Eficiência Evidencia o relacionamento entre o nível de desempenho do produto e a quantidade de recursos utlizados, sob condições estabelecidadas.. É rápido e “enxuto” ? Manutenibilidade Evidencia o esforço necessário para realizar modificações no produto. É fácil de modificar ?
  • 62. :.: Apresentação da metodologia A360’
    • Engenharia Conceitual :
      • normalmente é o escopo do projeto acordado entre a área de usuários e demais técnicos;
    • Requistos de Negócio/Funcionais :
      • lista contendo todas as necessidades do software/solução em TI;
    • Especificações Funcionais ou de Caso de Uso
    • Diagramas UML :
      • estado, transição, casos de uso, etc;
    • Diagramas Fluxo de Dados
    • Diagramas de Entidade e Relacionamento
    Tipos de artefatos que podem ser inspecionados: Vivência
  • 63.
    • Inspecionar os artefatos documentais criados anteriormente para:
      • Controle de Estoque;
      • Locadora de DVD;
      • Automoção Comercial (lanchonete);
    • Considerações:
      • Dividam-se novamente em 3 grupos, com composição respectiva diferente da anterior;
      • Use a metodologia A360’;
      • Registre as anomalias encontradas;
    • Tempo estimado: 2h
    :.: Desafio #3
  • 64. Slide: Pessoas
  • 65. Slide:
    • Fique preparado: tudo vai bem até o seu relatório apontar o primeiro problema;
    • Você é apenas um inspetor ! A garantia da qualidade não é a sua responsabilidade.
    • Bugs são altamente relevantes ao ciclo de produção;
    • Mantenha seu senso de humor e aceitação. Não se irrite por estar testando “uma bosta” … Faça seu trabalho e tenha vida normal após o expediente de trabalho.
    • Você só pode testar aquilo que se pode observar;
      • Alguém aqui já testou um sistema de bilhetagem ????
    • Use a disciplina a seu favor: torne-se amiguinho de padrões e processos;
    • Fique esperto: nunca se terá tempo suficiente para se testar um SUT;
    • Não se iluda: não existe Software “Zero-Defect” !
    • Desenvolvedores não são inimigos !!!
    • Sobre o SUT: simplicidade não é sinônimo de facilidade.
    :.: Frases a serem ditas a um testador: Vivência
  • 66. Slide:
    • Já existe carreira profissional de teste
      • Pode ser um Analista de Qualidade/Teste ou Tester;
      • Já existem algumas publicações e obras em português;
      • Os salários dos testadores são geralmente iguais aos de desenvolvedores;
      • Já existe um mercado de “usados e experientes”.
    • Em muitas corporações, ainda é novidade
      • O RH ainda não sabe recrutar profissionais em testes.
    • Falta mão de obra especializada
      • Os bons profissionais estão alocados.
    :.: Situação Atual no mercado
  • 67. Slide:
    • Tem um forte auto-marketing;
    • Sabe automotivar-se;
    • Entende e defende o usuário/cliente;
    • Seleciona talentos na equipe que farão a diferença na hora da entrega do produto de software com qualidade;
    • Estuda o processo negocial, aplica o conhecimento técnico e acredita no seu taco ( pró-atividade)
    :.: Um bom profissional de testes: Vivência
  • 68. Slide:
    • O programa de certificação do Quality Assurance Institute (QAI) é um dos mais aceitos internacionalmente.
    • Existem dois tipos de certificação:
      • CSTE (“produto”): preparação do ambiente de testes; planejamento de testes; test design; execução de testes; automação; ferramentas; elaboração de relatórios; etc.
      • CSQA (“processo”): estrutura de modelos de qualidade; definição de padrões de prática e controle de qualidade; construção, implementação e melhoria dos processos de qualidade; métricas.
    • Outras instituições outorgantes: International Software Testing Institute e American Society for Quality
    :.: Certificação Profissional
  • 69. Slide: :.: Papéis & Responsabilidades Papel Responsabilidades Gerente, Coordenador ou Líder de testes Viabiliza os recursos necessários para um esforço de testes; conduz as atividades e as monitora em conformidade com o planejamento; Realoca recursos ao longo do ciclo. Analistas de Testes Planeja a estratégia e elabora casos de testes, baseando-se nos requisitos de negócio do SUT. Arquiteto de Testes Prepara toda infra estrutura necessária para se executar a estratégia de testes. Instala ferramenta, gera massa de dados, mede performance, etc. Executor de Testes Executa tudo o que está planejado. Figura-chave do ciclo de testes pois as ocorrências encontradas por ele são os indicadores da qualidade do produto inspecionado.
  • 70. Slide: Ferramentas
  • 71. Ferramentas :.: Visão geral de ferramentas em testes Gerenciamento de Dados e Arquivos Depuração e Análise Interativa Gerenciamento de Falhas e Performance Automação dos Testes
  • 72.
    • A Tecnologia deve conter:
    • GUI: Interface com capacidades de capture / playback, planejamento, script, gerenciar e analisar resultados, relatórios e gráficos;
    • Repositório: Armazena o projeto;
    • Carga: Simulação de usuários, volume, performance e stress;
    • Analisador: Monitorar teste;
    • Detector: Detecta e relata erros/problemas;
    • Tracker: Captura defeitos e armazena;
    Slide: :.: Dicas sobre ferramentas Vivência
  • 73.
    • Dicas importantes para gerentes que irão adquirir ferramentas de mercado:
    • Definir requisitos iniciais:
      • Quais são os principais problemas que as ferramentas deverá a ajudá-lo resolver ?
      • Quais são as capacidades que a ferramenta deverá ter para ser eficiente no ambiente de trabalho ?
      • Qual é o impacto da absorção cultural das novas tecnologias defendidas pela ferramenta ?
      • Se as diretrizes estratégicas existem investimentos em testes de automação, qual é o ROI da ferramenta ?
    • Pesquisar muito antes de comprar:
      • Interaja com a comunidade: participe de feiras, congressos, etc;
      • Leia tudo o que puder: web, livros, revistas, jornais, blog;
      • Analise a relação contextual: mudança cultural corporativa X nova ferramenta;
    • Refinar os requisitos:
      • Durante a pesquisa, você irá descobrir novas necessidades em termos ferramentais;
      • Ache uma maneira de convencer o setor de que aquela ferramenta não irá acabar com o emprego dos colaboradores. Apresente contigência, caso isso seja inevitável;
    • Fazer prova de aderência:
      • É a chance que se têm de verificar o quão eficiente a ferramenta será para o ciclo produtivo da corporação
    • Cuidado: Os grandes players são predadores
      • Eles sempre irão dizer que ferramentas “salvarão a lavoura”.
      • Não se enganem: estes só vendem “caixinhas”.
      • Delimite o seu terreno.
    Slide: :.: 5 etapas de avaliação de ferramentas: Vivência
  • 74. Experimentos
  • 75. Slide: :.: Inspeção de Artefatos em TI (1/5) Por Ciclo de Entregas Qualidade Ciclo de Vida Qualidade suficientemente boa Não dá pra testar a Qualidade O artefato foi liberado. O Ciclo de testes começa aqui ! Build / Versão / Release Fim do Ciclo Testes NOK: problemas à vista Testes OK: comportamento esperado Testes não executados: Várias causas. Vivência
  • 76. Slide: :.: Inspeção de Artefatos em TI (2/5) Ritmo mais demorados de testes Qualidade Ciclo de Vida Qualidade suficientemente boa Não dá pra testar a Qualidade O artefato foi liberado. O Ciclo de testes começa aqui ! Build / Versão / Release Fim do Ciclo Testes NOK: problemas à vista Testes OK: comportamento esperado Testes não executados: Várias causas. Vivência
  • 77. Slide: :.: Inspeção de Artefatos em TI (3/5) Ritmo de testes estilo “Pizzaria” Qualidade Ciclo de Vida Qualidade suficientemente boa Não dá pra testar a Qualidade O artefato foi liberado. O Ciclo de testes começa aqui ! Build / Versão / Release Testes NOK: problemas à vista Testes OK: comportamento esperado Testes não executados: Várias causas. Vivência
  • 78. Slide: :.: Inspeção de Artefatos em TI (4/5) Sob pressão forçam a homologação. Qualidade Ciclo de Vida Qualidade suficientemente boa Não dá pra testar a Qualidade O artefato foi liberado. O Ciclo de testes começa aqui ! Fim do Ciclo Testes NOK: problemas à vista Testes OK: comportamento esperado Testes não executados: Várias causas. Build / Versão / Release Vivência
  • 79. Slide: :.: Inspeção de Artefatos em TI (5/5) Está acontecendo algo com quem produz o SUT … Qualidade Ciclo de Vida Qualidade suficientemente boa Não dá pra testar a Qualidade O artefato foi liberado. O Ciclo de testes começa aqui ! Fim do Ciclo Testes NOK: problemas à vista Testes OK: comportamento esperado Testes não executados: Várias causas. Build / Versão / Release Vivência
  • 80. Slide: :.: Finalizando (1/2) Resultados obtidos com os desafios deste curso:
    • Desafio#1 : descoberta da real importância sobre como se deve escrever um artefato documental em TI;
    • Desafio#2 : a partir do conhecimento de domínio público, foram construídos os artefatos documentais para o ciclo de testes de 3 SUTs;
    • Desafio#3 : aplicando a teoria à prática - pelo uso da ferrementa Camaleão® , o aluno populou os ciclos de controle de produção e testou efetivamente os protótipos dos SUTs.
  • 81. Slide:
    • São premissas de uma boa prática de testes de software:
      • O valor de qualquer prática, depende de seu contexto;
      • Existem boas práticas em um contexto, mas não existem melhores práticas;
      • Projetos evoluem ao longo do tempo de maneira raramente antecipada;
      • Pessoas trabalhando em espírito de equipe são o contexto mais importante de qualquer projeto;
    :.: Finalizando (2/2)
  • 82. Slide: http://www. oratec .com.br Dúvidas & Sugestões: rodrigo@ oratec .com.br