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Manutenção de equipamentos Vinculado a variação do INCC-M (FGV)
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Metodologia do Índice de preços dos insumos utilizados na pecuária brasileira

  1. 1. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 1 METODOLOGIA DO ÍNDICE DE PREÇOS DOS INSUMOS UTILIZADOS NA PRODUÇÃO PECUÁRIA BRASILEIRA CEPEA/ESALQ-USP Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada CNA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil
  2. 2. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 2 Introdução A seguir, estão listados e descritos todos os procedimentos executados, desde a coleta de informações necessárias à pesquisa até os métodos empregados na produção do Índice de preços dos insumos pecuários CEPEA/CNA. 1) Determinação das regiões de coleta das informações Inicialmente, a unidade da federação escolhida para a elaboração do Índice é dividida em mesorregiões. Elas são criadas para agregar os municípios que tenham sistemas de produção (cria, recria, engorda, cria-recria, recria-engorda, cria-recria-engorda) e/ou tecnologias semelhantes. A definição dos municípios escolhidos para a pesquisa, dentro de cada mesorregião, é determinada conjuntamente pelo Cepea e pelas Federações de Agricultura, e seus sindicatos rurais, aproveitando o alto grau de conhecimento dos profissionais que compõem os departamentos técnicos dessas organizações. Durante o processo de seleção, consideram-se os dados referentes ao tamanho efetivo do rebanho, a diversidade das tecnologias empregadas e os sistemas de produção predominantes. 2) Definição das propriedades e sistemas típicos de produção A obtenção precisa dos dados de cada propriedade e de seu sistema de produção é uma tarefa bastante complexa e impraticável do ponto de vista dos custos envolvidos. Mesmo o uso de amostras representativas, seria muito alto em razão da diversidade de situações encontradas no mundo real. Existe grande heterogeneidade quando se trata de propriedades caracterizadas pela área física, tamanho do rebanho, sistema de produção, nível de tecnificação, existência de outras atividades na propriedade e forma de gerenciamento. Para contornar essa questão e, ao mesmo tempo, aproximar a análise da realidade, torna-se necessária a definição de uma propriedade que melhor represente as existentes na região. Essas propriedades, que serão chamadas de “típicas”, geralmente, possuem tamanhos médios e sistemas de produção não muito tecnificados e nem arcaicos, situando-se dentro de padrões modais do universo considerado. Resulta dessa maneira, um conjunto de informações consistentes e úteis, obtidos dentro dos limites orçamentários. 3) Painel Embora seja difícil caracterizar uma única propriedade e um sistema de produção representativo do município em estudo, o método denominado Painel busca, através da experiência local dos produtores, caracterizar a propriedade que seja mais comumente encontrada na região. Em algumas áreas, a impossibilidade de determinar essa tipicidade
  3. 3. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 3 faz com que mais de uma propriedade ou sistema de produção representados sejam estabelecidos. A execução do Painel segue quatro etapas principais: Etapa 1. Levantamento de coeficientes técnicos de produção e de informações regionais Após a definição dos municípios onde serão coletadas as informações, inicia-se a primeira etapa para a obtenção de dados sobre esta área. Fontes governamentais, sindicatos rurais e serviços privados de assistência técnica são consultados de forma a subsidiar uma prévia estimativa do que será encontrado naquela região. Através de entrevistas com os técnicos envolvidos com a agropecuária local, obtêm-se informações de extrema valia para a melhor compreensão dos sistemas produtivos e dos fatores que determinam a sua produtividade. Esse levantamento local visa também a itens como: o processo de colonização, o desenvolvimento tecnológico, a interação da pecuária com outras atividades, os fatores edafoclimáticos e a comercialização de produtos agropecuários. Esses aspectos têm a finalidade de complementar o trabalho, facilitando a compreensão do sistema socioeconômico local. Etapa 2. Preparo de planilhas eletrônicas As informações obtidas na Etapa 1, referentes aos processos operacionais que determinam os custos de produção e a produtividade, proporcionam a elaboração de planilhas eletrônicas destinadas a facilitar o funcionamento da etapa 3. As planilhas são desenvolvidas para o cálculo do custo de produção, utilizando os recursos do aplicativo Microsoft - Excel 2002. O desenvolvimento de formulários e comandos para aumentar a velocidade de processamento das informações dentro da planilha é uma ação necessária, pois o processo de validação dos dados durante a realização do Painel é bastante dinâmico e, portanto, não pode despender muito tempo. Etapa 3. Realização do Painel O Painel é um procedimento de obtenção de informações menos oneroso que o levantamento censitário ou amostral de unidades agrícolas. Outra vantagem é que proporciona uma maior agilidade e versatilidade na atualização dos dados, sem comprometer a qualidade dos mesmos. Contudo, não permite extrair inferências estatísticas, devido ao reduzido tamanho amostral. A técnica consiste em uma reunião com um grupo formado por um ou mais pesquisadores, um técnico regional e oito pecuaristas, em média – pode variar de cinco a dez produtores. As reuniões são marcadas com antecedência, utilizando-se de contatos em sindicatos regionais.
  4. 4. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 4 Os temas e os números, determinados previamente em entrevistas com os técnicos locais, são debatidos com os produtores rurais. Para que todos os participantes interajam, utiliza-se um computador portátil e um aparelho destinado a projetar a planilha previamente elaborada (etapa 2). Cada coeficiente técnico (quantidade de insumos), preço e freqüência de uso é apresentado ao grupo que discute e aperfeiçoa as informações. Ao final desse debate, pode-se dizer que toda a caracterização da propriedade típica da região tem o aval dos produtores rurais. Com isso, os índices de produtividade, custos de implantação, custos fixos e variáveis, ou seja, todos os números resultantes do painel tendem a ser bastante próximos da realidade regional. Vale destacar que os índices e custos declarados por cada participante não estarão relacionados com as suas respectivas propriedades, mas sim, com uma única, declarada no início do painel como aquela que representa melhor o tamanho e o sistema de produção da maioria das propriedades locais. Esta metodologia de levantamento de dados é uma adaptação de sistemas de levantamento e acompanhamento de custos feitos em outros países, como nos EUA e Alemanha. No Brasil o CEPEA usou esse tipo de metodologia para outros trabalhos de pesquisa de reconhecido rigor técnico como o Banco Mundial. 4) Análise de Sensibilidade Após obter o custo de produção, através dos painéis, de uma propriedade considerada típica da região, realiza-se a análise de sensibilidade. Esse procedimento tem como objetivo determinar quais os insumos cujas variações de preços proporcionam maior impacto sobre o custo de produção de cada região. Essa operação se dá a partir da execução de simulações dos preços de todos os itens que foram mencionados durante os painéis e que determinam os centros de custos da atividade pecuária das regiões estudadas. Após a simulação, cria-se uma lista em ordem decrescente, sendo que os itens que causaram os maiores impactos no custo da propriedade regional típica terão acompanhamento especial, através de coleta de preços específicos da região correspondente. Os itens cujas variações de preços não causaram expressivo impacto sobre os custos totais de produção, por sua vez, são atrelados às variações dos indicadores econômicos nacionais, determinados pela FGV e/ou IBGE (Anexo 2). 5) Coleta de preços Os preços dos insumos são coletados mensalmente, sendo que aqueles que têm maior impacto são observados de forma regionalizada e os que têm menor influência no custo são submetidos às variações dos principais indicadores econômicos (Anexo 2). Através de pesquisas telefônicas em revendas de produtos agropecuários, são captadas as variações dos preços dos produtos em cada município onde fora realizado o painel. São obtidas também
  5. 5. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 5 as explicações para tais mudanças de preços, que serão essenciais para o entendimento das variações regionais dos custos. Em geral, para os dez estados analisados até o momento, são contatadas cerca de 300 empresas que fornecem dados, mensalmente, para determinar as variações dos preços dos itens utilizados na análise - esses números tendem a aumentar à medida que novas regiões sejam agregadas à pesquisa. 6) Alocação das variações dos preços As variações dos preços nominais dos insumos alimentam o sistema de processamento de informações CEPEA/CNA, recalculando os custos de produção, especificamente, o Custo Operacional Efetivo (COE) e o Custo Operacional Total (COT) das diferentes regiões. Salienta-se que a estrutura formada pelos centros de custo permanece inalterada, prevalecendo as informações originais obtidas no painel. Assim, os coeficientes técnicos e as quantidades dos insumos utilizados se mantêm fixos. A variação do índice reflete, portanto, o impacto que houve sobre o custo de produção (COE e COT) com base no aumento dos preços nominais dos diferentes insumos que compõem a produção pecuária de corte (Anexo 2), em relação ao mês anterior. O índice utilizado para determinar a variação baseia-se no índice de preços de Laspeyres dado por: ∑ ∑ = i ii i iti qp qp LaspeyresInd 0,0, 0,, . . . Sendo: pi,t = preço de um determinado insumo “i” no período “t” (onde uma unidade “t” refere- se ao período de um mês) pi,0 = preço de um determinado insumo “i” no período 0 (onde 0 refere-se ao mês anterior no caso “t – 1” , para determinar a variação mensal, ou no mês base, para determinar a variação acumulada. Ç OBS: neste ano - 2003 - o mês base não é o mesmo, para todas as regiões, pois alguns painéis foram realizados em épocas diferentes, entretanto, no próximo ano o mês base será o mês de dezembro. qi,0 = quantidade do insumo “i” utilizada na época de levantamento do painel. Nessa análise, portanto, qi, permanece constante, ou seja, presume-se que a tecnologia empregada nos sistemas produtivos é constante.
  6. 6. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 6 A metodologia utilizada nesse índice determina que a cesta de produtos estabelecida fique constante ao longo do tempo. Isso é justificável para um certo período de tempo, entretanto, a cesta de produtos deve ser atualizada devido a mudanças de hábitos e sistemas tecnológicos. No caso da atividade pecuária, utilizar-se-á como critério, para a atualização das estruturas de custo de produção, o período de um a dois anos, buscando obter a avaliação do avanço tecnológico da atividade e as mudanças geradas nos custos de produção. Quanto a sazonalidade da utilização de insumos, ela não é levada em conta, pois, em todos os meses, obtém-se o custo anual despendido pela propriedade-padrão de cada região. Portanto, a variação mensal do custo está relacionada com a mudança dos preços, apenas. Exemplificando, a vacina da febre aftosa é utilizada, na prática, em maio e novembro, mas para o cálculo da variação mensal do custo, a vacina é considerada em todos os meses do ano. Geralmente, no respectivo mês da campanha e naquele que a antecede, o preço da vacina tende a ser maior e isso é refletido no índice de variação do custo. Portanto, a variação do custo não exprime o fluxo de caixa mensal das propriedades consideradas e sim a variação dos preços da cesta de insumos que o produtor necessita ao longo de um ano para efetivar sua produção. 7) Ponderação das mesorregiões A ponderação das mesorregiões possibilita a obtenção de um índice de variação único para o estado, a partir das variações mensais obtidas em cada município. A ponderação considera o tamanho do plantel de cada mesorregião pré-estabelecida com base nos dados do rebanho bovino efetivo total da Pesquisa Pecuária Municipal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – PPM / IBGE. Ressalta-se que as mesorregiões definidas oficialmente pelo IBGE nem sempre coincidem com aquelas regiões definidas nesse trabalho, já que a prioridade neste trabalho é agregar os municípios que têm maior semelhança tecnológica na atividade pecuária de corte. Dessa forma, a média aritmética da variação do índice dos municípios de uma região é multiplicada pelo peso ponderado de sua respectiva área. A soma dos percentuais ponderados – referentes à variação dos preços dos insumos - de cada mesorregião gera, então, o índice estadual. Os índices estaduais são publicados individualmente e de forma agregada, compondo o índice nacional cujo cálculo advém do uso da média ponderada entre os estados. No Anexo 3, são apresentados os estados, os municípios e suas respectivas ponderações que embasam os cálculos.
  7. 7. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 7 Anexo -1 Cálculo do custo de produção A grande variabilidade de métodos empregados nos cálculos de custos de produção dificulta a comparação dos diversos estudos que se relacionam com esse tema, por isso são apresentados os principais cálculos dos itens que compõem os custos. Custo Operacional Efetivo (COE) Refere-se a todos os gastos assumidos pela propriedade ao longo de um ano e que serão consumidos neste mesmo intervalo de tempo. Divide-se este item em custos variáveis – custos que variam conforme a quantidade produzida (ex: vacinas que variam conforme o número de animais) e custos fixos (ex: impostos, como o ITR, ou a contribuição sindical). No caso da utilização de máquinas e implementos em operações como a reforma de pastagem, os valores da hora-máquina e hora- implemento são determinados da seguinte forma: Cálculo da Hora-máquina Leva em consideração o custo de manutenção e o de combustível. O valor empregado para calcular a manutenção é dado por 50% do valor de depreciação linear por hora. Entretanto, a depreciação em si não é incluída no custo da hora-máquina. Formulação algébrica HM = ( ( ViM * ( 1 – PVrM ) / VuM ) * TxmM ) + ( HP * 0,12 * D ) Onde: HM - Hora-Máquina ViM - Valor inicial PVrM - Percentual do valor residual = 20% (mas pode ser modificado na célula “I186”) VuM - Vida útil da máquina em horas = 13100 (mas pode ser modificado na célula “I188”) TxmM - Taxa de manutenção sobre o valor da depreciação por hora = 50% (mas pode ser modificado na célula “I187”) HP - HP (cavalos vapor) da máquina D - Preço do óleo diesel O valor 0,12 é o consumo médio de óleo diesel em litros por cv. Para obter este valor, é preciso considerar um fator para motores diesel, de 0,163 LkW-1 h-1 , e que 1 cv equivale a 0,735 kW. A fórmula torna-se: ⎟ ⎠ ⎞ ⎜ ⎝ ⎛ = HP Kw Kw L LHP 34,1 **163,012,0 . Valores extraídos de: MOLIN, J.P.; MILAN, M. Trator implemento: dimensionamento, capacidade operacional e custo. In.: GONÇALVES, J.L. de M.; STAPE, J.L. (Editores) Conservação e cultivo de solos para plantações florestais. Piracicaba : IPEF, 2002. 498p.
  8. 8. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 8 Cálculo da hora Implemento Leva em consideração o custo da manutenção, dado por 50% do valor de depreciação linear por hora. A depreciação em si não é levada em consideração neste cálculo. Formulação algébrica HI = ( ( ViI* ( 1 – PvrI ) / VuI ) * TxmI ) Onde: HI - Hora-Implemento ViI - Valor inicial PvrI - Percentual do valor residual = 20% (mas pode ser modificado na célula “I213”) VuI - Vida útil da máquina em horas = 4000 (mas pode ser modificado na célula “I214”) TxI - Taxa de manutenção sobre o valor da depreciação por hora = 50% (mas pode ser modificado na célula “I215”) Custo Operacional Total Refere-se a soma do COE com o valor das depreciações de construções, benfeitorias, máquinas e implementos. O custo de formação das pastagens também é incluído, no caso de regiões onde o processo de desmatamento e ocupação da terra ainda é um evento comum. Cálculo das depreciações A depreciação das máquinas e dos implementos utilizados nesta planilha é igual aos cálculos das depreciações de construções, benfeitorias e equipamentos. Todos levam em consideração a depreciação linear, utilizando apenas o valor unitário, o valor residual e o tempo de vida útil em anos, de cada bem.
  9. 9. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br 9 Anexo 2 - Relação de diferentes itens que compõem o custo de produção da pecuária de corte e os respectivos vínculos que determinam a variação mensal do custo de produção. Item Vinculo Álcool Varia de acordo com o preço do produto - Valor Regional Casas e galpões Varia de acordo com o preço do tijolo, cimento, areia, pedra, madeira e ferragens – Valor Regional Cerca convencional Varia de acordo com o preço do arame liso, farpado e mourões - Valor Regional Cesta básica para os funcionários Varia de acordo com o IGP-M Contabilidade Varia de acordo com o salário mínimo Controle parasitário (ivermectina, abamectina, cipermetrina, levamisol, etc.) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Curral (Brete, mang, ser, bal) Varia de acordo com o preço do brete e de alguns outros itens que compõem o curral - Valor Regional Defensivos agrícolas (herbicidas, fungicidas, inseticidas, etc.) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região, no caso de alguns produtos a variação é proporcional a taxa de cambio com o dólar) - Valor Regional Diesel Varia de acordo com o preço do produto - Valor Regional Elementos para correção do solo (calcáreo) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Energia elétrica Varia conforme as determinações legais e concedida pela ANEEL para os diferentes estados Fertilizantes (adubos de diferentes formulações) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região, no caso de alguns produtos a variação é proporcional a taxa de cambio com o dólar. Gasolina Varia de acordo com o preço do produto - Valor Regional Geradores, transfomadores, fiação, instalação, rede elétrica Vinculado a variação do INCC-M (FGV) Implementos Varia de acordo com o preço de um ou dois tipos de implementos - Valor Regional Impostos / Contribuições / Taxas - Fixos (ITR, CNA, Sindicato Rural, etc.) Varia conforme rejustes legais concedidos, no caso da contribuição sindical pode variar conforme o salário mínimo Impostos / Contribuições / Taxas - Variáveis (Funrural, GTA, Fundepec, Fundersul, etc.) Varia conforme rejustes legais concedidos Insumos na reprodução animal (sêmem, produtos para inseminação artificial e controle de cio, nitrogênio, etc.) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Insumos relacionados a lida com o gado (arreios, selaria, etc.) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Manutenção de aceros Varia de acordo com o preço da hora máquina de trator - Valor Regional Manutenção de cercas Varia de acordo com o preço do arame liso, farpado e mourões - Valor Regional Manutenção de construções Vinculado a variação do INCC-M (FGV)
  10. 10. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br10 Manutenção de equipamentos Vinculado a variação do INCC-M (FGV) Manutenção de Implementos Varia de acordo com o preço de um ou dois tipos de implementos - Valor Regional Manutenção de Máquinas Varia de acordo com o preço de lubrificantes - Valor Regional Mão-de-obra Varia de acordo com o salário mínimo Materiais para escritório Varia de acordo com o IGP-M Poços, reservatórios, bebedouros, encanamentos, bombas, roda d'água Vinculado a variação do INCC-M (FGV) Represas Varia de acordo com o preço da hora máquina de trator - Valor Regional Sementes de forrageiras (capim braquiária decumbes, braquiária brizanta, tanzânia, andropógon, etc.) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Sementes de produtos agrícolas (soja, arroz,milho, sorgo, etc.) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Serviços tercerizados com uso apenas de mão-de-obra (trabalho braçal) Varia de acordo com o preço de mercado para execução do serviço ou com a variação do salário mínimo - Valor Regional Serviços tercerizados com uso de máquinas e implementos agrícolas Varia de acordo com o preço de mercado para execução do serviço - Valor Regional Suplementação Alimentar (sal mineral proteinado com diferentes formulações) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Suplementação Mineral (sal mineral com diferentes formulações) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Telefone Varia conforme rejustes legais concedidos Terra A variação local do preço da terra não é abordada Tratores e utilitários Varia de acordo com o preço de um ou dois tipos de máquinas - Valor Regional Vacinas (febre aftosa, brucelose, carbúnculo, raiva, botulismo, etc.) Varia de acordo com o preço do produto cuja marca seja a mais utilizada na região - Valor Regional Valor da @ do Boi Gordo Levantamento de preco realizado nas respectivas regiões Valor do Bezerro Levantamento de preco realizado nas respectivas regiões Siglas Significado ANEEL Agência Nacional da Energia Elétrica FGV Fundação Getúlio Vargas GTA Guia de Transporte Animal IBGE Instituto Brasileiro de Geografia Estatística IGP_M Índice Geral dos Preços - Mercado INCC-M Índice Nacional de Custos - Mercado ITR Imposto Territorial Rural
  11. 11. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br11 Anexo –3 Tabela 1. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Goiás Mesorregião* Ponderação Cidade 1 10% Porangatu 2 11% Nova Crixás 2 11% São Miguel do Araguaia 3 13% Catalão 3 13% Rio Verde 3 13% Jataí 4 10% Ceres 4 10% Uruaçu 5 10% Niquelândia *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números Tabela 2. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual – Minas Gerais Mesorregião* Ponderação Cidade 1 24,0% Montes Claros 2 16,0% Governador Valadares 3 30,0% Uberaba 3 30,0% Uberlândia *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números Tabela 3. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Mato Grosso do Sul Mesorregião* Ponderação Cidade 1 7% Brasilândia 1 3% Chapadão do Sul (Cria recria engorda) 1 3% Chapadão do Sul 1 7% Nova Andradina 1 7% Paranaíba 1 7% Ribas do Rio Pardo 2 11% Camapuã 2 11% São Gabriel do Oeste 3 12% Bonito 3 12% Miranda 4 7% Amambaí 4 7% Dourados 4 7% Naviraí *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números
  12. 12. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br12 Tabela 4. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Mato Grosso Mesorregião* Ponderação Cidade 1 37% Alta Floresta 2 18% Pontes e Lacerda 3 24% Cáceres 4 21% Barra do Garças *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números Tabela 5. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Pará Mesorregião* Ponderação Cidade 1 33% Paragominas 2 33% Redenção 2 33% Santana do Araguaia *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números Tabela 6. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Paraná Mesorregião* Ponderação Cidade 1 25,0% Guarapuava 2 30,0% Paranavai 2 30,0% Umuarama 3 15,0% Santo Antonio da Platina *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números Tabela 7. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Rondônia Mesorregião* Ponderação Cidade 1 100% Ji – Paraná *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números Tabela 8. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Rio Grande do Sul Mesorregião* Ponderação Cidade 1 25% Santa Maria 2 13% Alegrete (Cria Recria Engorda) 2 13% Alegrete (Engorda) 3 13% Bagé (Cria Recria Engorda) 3 13% Bagé (Recria Engorda) 3 13% Lavras do Sul (Cria) 3 13% Lavras do Sul (Cria - desmama precoce) *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números
  13. 13. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br13 Tabela 9. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - São Paulo Mesorregião* Ponderação Cidade 1 16,1% Tupã (Recria Engorda) 1 16,1% Tupã (Cria) 1 37,8% Andradina 2 10% Assis 3 20% Angatuba *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números Tabela 10. Ponderações de cada município para cálculo do índice estadual - Tocantins Mesorregião* Ponderação Cidade 1 17% Araguaína 17% Colinas 3 33% Paraíso 4 33% Alvorada *- Usar a Tabela 11 para decodificar os números
  14. 14. www.cepea.esalq.usp.br * cepea@esalq.usp.br14 Tabela 11. Índice de mesorregiões Número Mesorregiões - GO 1 Norte - GO 2 Noroeste - GO 3 Sul - GO 4 Centro - GO 5 Leste - GO Número Mesorregiões - MG 1 Norte - MG 2 Leste - MG 3 Oeste - MG Número Mesorregiões - MT 1 Norte - MT 2 Oeste - MT 3 Sudoeste - MT 4 Centro-sudeste - MT Número Mesorregiões - MS 1 Leste - MS 2 Centro Norte - MS 3 Oeste - MS 4 Sul - MS Número Mesorregiões - PA 1 Nordeste - PA 2 Sudeste - PA Número Mesorregiões - PR 1 Centro-sul - PR 2 Noroeste - PR 3 Nordeste - PR Número Mesorregiões - RS 1 Centro - RS 2 Sudoeste - RS 3 Sudeste - RS Número Mesorregiões - RO 1 Centro - RO Número Mesorregiões - SP 1 Sudoeste - SP 2 Oeste - SP 3 Sudeste –SP Número Mesorregiões - TO 1 Norte –TO 2 Centro – TO 3 Sul - TO

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