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DEMENCIAS E ALZHEIMER DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
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DEMENCIAS E ALZHEIMER DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

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O QUE SÃO DEMENCIAS, CAUSAS DE DEMENCIA, ALZHEIMER, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

O QUE SÃO DEMENCIAS, CAUSAS DE DEMENCIA, ALZHEIMER, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

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  • 10/13/11
  • 10/13/11
  • 10/13/11
  • 10/13/11
  • Transcript

    • 1. DEMÊNCIAS ESTADO CONFUSIONAL CRÔNICO
    • 2. A DEFINIÇÃO DE DEMÊNCIA – “INSUFICIÊNCIA IRREVERSÍVEL DO CÉREBRO CAUSANDO COMPROMETIMENTO COGNITIVO”
    • 3. COGNIÇÃO • Funções mentais Atenção Iniciativa Memória Linguagem Cálculo Praxia Funções executivas Capacidade Visuoespacial Orientação tempo e espaço
    • 4. DEFINIÇÃO PRÁTICA • Deterioração progressiva e anormal de pelo menos duas áreas das funções cognitivas, comprometendo a vida diária do paciente, não sendo causada por doença do humor ou delirium.
    • 5. OS SINTOMAS...
    • 6. INCIDÊNCIA • < 1 % das pessoas abaixo de 65 anos • 10-15 % das pessoas acima de 65 anos • 4-20 % entre 65 e 75 anos • 15-30 % entre 75 e 85 anos • >35 % acima da idade de 85 anos
    • 7. PERDA DE MEMÓRIA... “A queixa de perda de memória deste idoso está relacionada a um esquecimento normal que acompanha o envelhecimento, depressão, ou às primeiras manifestações da Doença de Alzheimer (DA) ou outra forma de demência?”
    • 8. GRAUS DO DECLINIO COGNITIVO • Normal, declínio cognitivo associado à idade • Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) • Demência
    • 9. Continuum Cognitivo Comprometimento Cognitivo Leve -CCL Normal Doença de Alzheimer - DA
    • 10. CCL Vs DEMÊNCIA CCL: • Déficit de memória isolado que não afeta as aivds. • Ausência de outros déficits cognitivos. • 10 a 30% das pessoas com CCL desenvolvem demência entre 1-2 anos. • 25% dos sujeitos com CCL não desenvolverão demência em 10 anos.
    • 11. TRATAMENTO DO CCL • Não existe tratamento eficaz. • O importante é tratar os fatores de risco do declínio cognitivo : Hipertensão, diabetes, outras anormalidades metabólicas, déficits vitamínicos, isolamento, depressão e abuso do álcool. • Medidas preventivas com Ainh, Gingko e vitamina E não são eficazes.
    • 12. 10% Doença de Alzheimer -VascularDoença de Alzheimer (DA) 53% 8% Demência vascular 8% Demência Fronto- temporal 6% Outras 5% DCL10% DA + DCL DEMÊNCIAS
    • 13. DIGA A CAUSA DA DEMÊNCIA • Uma mulher de 84 anos com FA mostra declínio cognitivo em degraus, agora apresenta dificuldade para caminhar • Piloto com 66 anos não consegue nomear uma flor, mas ainda consegue pilotar com pequena dificuldade. Ele parece se isolar, e esta entristecido. • Homem de 78 anos, professor, não consegue nomear a escola que ensinou por 20 anos. Agora ele tem se perdido pelas ruas próximas a sua casa • 60 anos de idade, mulher, desenvolveu confusão mental aguda após um transplante de córnea • Mulher de 68 anos de idade, fez gastrectomia parcial há 10 anos atrás esta confusa, e isolada
    • 14. ALGUMAS SURPRESAS… • Depressão • Iatrogênica (anticolinérgicos, sedativos, narcóticos, bloqueadores H2 , polifarmácia) • Hipotireoidismo • Deficiência de B12 • Neurosífilis • Demência alcoólica • Hidrocefalia de pressão normal • Hematoma subdural
    • 15. O DIAGNÓSTICO • História e exame clínico • Testagem cognitiva • Exames complementares: • Sangue (função renal e hepática, B12, Hemograma, Folato, TSH, VDRL, cálcio, electrólitos, medicamentos) • Imagem (TC ou RNM)
    • 16. EXAME FÍSICO • Exame Neurológico completo – Déficits motores e sensitivos – Sinais de parkinsonismo • Facie marmórea, pill rolling tremor de repouso, rigidez, roda denteada, festinação, micrografia • Exame Geral – Hipertensão e doença cardíaca – Tireóide e doença metabólica
    • 17. TESTAGEM COGNITIVA • Testes de Triagem – Mini Exame do Estado Mental (MEEM) Escore 30/30. “Normal”- escores variam com idade e anos de educação. – Teste do relógio
    • 18. MEEM • Orientação no tempo e espaço: 5 pontos cada • Registro: 3 pontos • Cálculo ou soletrar ao contrário: 5 pontos • Recordação de curto prazo: 3 pontos • Linguagem: 5 pontos • Praxias: 3 pontos • Visuoespacial: 1 ponto
    • 19. MEEM • Não testam funções executivas e frontais • Testagem pobre da habilidade visuoespacial • Escores estandartizados para idade e anos de educação • O teste de triagem para demência mais utilizado • Leva de 15 a 20 minutos para ser aplicado
    • 20. Interpretação do MEEM • <24 altamente escolarizado: possível Demência • <18 ensino fundamental : possível Demência • <14 Analfabeto : possível Demência
    • 21. MEEM E PROGRESSÃO DA DEMÊNCIA • Comprometimento Cognitivo Leve (pré-clinico)    MMSE: 26–30 • Demência Leve ( 1–3 anos apartir do início dos sintomas)     MMSE: 22–28 • Demência Moderada ( 2–8 anos)    MMSE: 10–21 • Demência Severa (6–12 anos)    MMSE: 0–9
    • 22. TESTE DO RELÓGIO • Testa funções executivas • Testa habilidade visuoespacial • Dificuldades na avaliação • Leva poucos minutos para aplicação
    • 23. DESENHO DO RELÓGIO • Colocar os números na posição correta • Colocar os ponteiros na posição indicada
    • 24. QUANDO INDICAR AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA? • Quando o diagnóstico diferencial é complexo, por exemplo diferenciar depressão de demência • Comprometimentos “muito leves” • Pode auxiliar na determinação da “competencia” • Pode ter utilidade no “manejo” e nas orientações para os familiares
    • 25. TIPOS DE DEMÊNCIA • Doença de Alzheimer (DA) • Demência de Corpos de Lewy (DCL) • Vascular • Mista • Demência Fronto-temporal
    • 26. DOENÇA DE ALZHEIMER
    • 27. Déficits proeminentes de memória, frequentemente a queixa principal , seguidas de déficits de iniciativa e visuoespacial Dificuldade de encontrar palavras , compreensão, fala vazia. Dificuldade de julgamento, abstração, funções executivas (não consegue avaliar riscos) A DOENÇA DE ALZHEIMER
    • 28. ESTÁGIOS...
    • 29. Placas senis Fusos neurofibrilares
    • 30. CURSO CLÍNICO DA DA • Deterioração cognitiva progride e afeta todas as áreas da cognição • Aivds pioram progressivamente (dirigir, telefonar, fazer o banco) • Nas fases moderadas a severas o paciente não realiza Avds. • No estágio final a doença compromete todas as funções cerebrais
    • 31. NEUROIMAGEM
    • 32. NEUROIMAGEM • Inicia com atrofia hipocampal e do córtex entorrinal. • Associada ao genótipo ApoE4 em idosos. • Associada com a presenilina 1 e 2 nos adultos jovens.
    • 33. DIFERENCIANDO DA DE DFT • DA: Memória, linguagem, visuoespacial, indiferença, paranóia, agitação • Demência Fronto-temporal: alteração de personalidade, Disfunção executiva, hiperoralidade, preserva tarefas visuoespaciais
    • 34. DIFERENCIANDO DCL DE VASCULAR • DCL: Alucinações visuais, Delírios, parkinsonismo, Flutuações dos sintomas, sensibilidade a antipsicóticos • Vascular: início abrupto, deterioração em degraus, afasia proeminente, sintomas motores
    • 35. TRATAMENTO • Corrigir anormalidades bioquímicas (TSH, B12, Folato) • Inibidores de acetilcolinesterase – Alta disponibilidade de acetilcolina na fenda sináptica – Agentes modificadores de doença, não curam! • Donepezila. Uma dose diária • Rivastigmina. Duas vezes ao dia • Galantamina. Duas vezes ao dia
    • 36. MEMANTINA • Aprovada pelo FDA Para as formas moderadas a severas de D.A. • ANTAGONISTA NMDA • Terapia combinada
    • 37. OUTRAS OPÇÕES… • Vit E 2000 u/dia: Antioxidante. Risco de sangramento. Sem eficácia comprovada na cognição. • Anti-inflamatórios: sem eficácia comprovada. • Ginko Biloba: sem eficácia.
    • 38. Controle Comportamental
    • 39. O que são SCPD? Sintomas comportamentais e psicológicos da Demência (SCPD) são definidos pela International Psychogeriatric Association (IPA) como: Sintomas comportamentais : agitação , agressão física, gritar , vagância , comportamentos culturalmente inapropriados , desinibição sexual Sintomas Psicológicos :Humor Depressivo , alucinações e Delírios www.ipa-online.org
    • 40. CAUSAS DE SCPD • Físicas – medicamentos (especialmente delirium) – Comprometimento visual / auditivo – Fadiga – Dor – constipação/ Infecção do trato urinário OBS: Devido a dificuldade de comunicação, as queixas são difíceis de serem relatadas
    • 41. CAUSAS DE SCPD • Ambiental – Modificação / ou ambiente novo – Muita / pouca estimulação – Falta de pontos para orientação – Pouca luminosidade – Ambiente restritivo/ sem áreas para circular – Temperatura / muito quente ou frio
    • 42. Controle Comportamental • Técnicas de modificação comportamental • Ambientoterapia
    • 43. O melhor número de medicamentos para se usar é ZERO (ou as vezes um)
    • 44. OS CINCO ESTÁGIOS DO ENFRENTAMENTO DA DOENÇA DE ALZHEIMER Susan Mahler & Paul Teusink Helping Families Cope With Alzheimer's Disease: Hosp Community Psychiatry 35:152-156, February 1984
    • 45. A NEGAÇÃO A negação é uma recusa inconsciente para aceitar fatos, informações, realidades, relativos à situação da DA.
    • 46. O SUPERCUIDADO Os familiares podem se envolver em tentativas heróicas para reverter o processo da DA. UM FUROR CUIDANDIS! Envolvimento de apenas um membro da família, que se sobrecarrega e vive apenas para cuidar
    • 47. A RAIVA Indignação contra o destino ( porque isto está acontecendo comigo) Raiva contra o profissional que dá o diagnóstico
    • 48. A CULPA Sente-se impotente perante a nova realidade Não valorizou os sintomas, achando que poderia ter mudado o curso da doença Raiva + culpa = depressão
    • 49. A ACEITAÇÃO Passar pelos estágios anteriores Conhecer o máximo possível sobre a doença Procurar grupos de auto-ajuda da ABRAz Ter um profissional de confiança Aprender a delegar o cuidado
    • 50. Os cuidados são prestados na maior parte por membros da família (mulher) Os membros da família geralmente trabalham como cuidadores para uma média de 47horas por semana. O FAMILIAR CUIDADOR
    • 51. ESTRESSE NA FAMÍLIA...
    • 52. SINTOMAS DE ESTRESSE NO CUIDADOR Depressão Isolamento Impaciência Irritabilidade Fadiga Perda de propósito ou sentido da vida Baixa auto-estima
    • 53. CAUSAS DE ESTRESSE NOCAUSAS DE ESTRESSE NO CUIDADORCUIDADOR Inversão de papéis Expectativas irrealistas (para o cuidador ou outros) Perda de controle Isolamento Demandas financeiras A Negação
    • 54. COMO ENFRENTAR O ESTRESSECOMO ENFRENTAR O ESTRESSE Exercite-se regularmente Relaxe (passar tempo com a família) Coma alimentos saudáveis Identifique as emoções negativas Buscar apoio da família, dos amigos, de um grupo de apoio
    • 55. A EXPERIÊNCIA DEA EXPERIÊNCIA DE CONTARMOS OCONTARMOS O DIAGNÓSTICO DADIAGNÓSTICO DA DOENÇA DE ALZHEIMERDOENÇA DE ALZHEIMER
    • 56. CONTANDO O DIAGNÓSTICO DE DA Diversos estudos com médicos demonstram: 36-56% contaram o diagnóstico de DA ao paciente. 75% disseram como seria a progressão da DA. 20% contaram apenas para o cuidador. Clafferty RA, Brown KW, McCabe E. BMJ 1998; 317:603
    • 57. O CASO DE CONTAR Organizar benefícios. Planejar o futuro Procuração. Testamento. Serviços de suporte. Instituição de longa permanência. Educação.
    • 58. O CASO DE NÃO CONTAR Depressão. Suicídio. Não existência de cura. Perda da carteira de motorista, emprego, seguro saúde. O paciente pode não compreender o diagnóstico.
    • 59. A EXPERIÊNCIA DO FAMILIAR TRISTEZA “Fiquei entristecida por ela...pois eu pude ver como isso a afeta … e estouestou tristetriste por perceber que essa doença irá envolver a minha vida também.” ACEITAÇÃO “Bem, isso é um fato que tenho detenho de aceitaraceitar.. Eu posso enfrentar esta doença!”
    • 60. SE ALGUÉM DE MINHA FAMÍLIA TIVER ALZHEIMER, EU VOU TER TAMBÉM? Se os seus pais desenvolveram Alzheimer na velhice, sua chance de desenvolver é um pouco maior que uma pessoa sem Alzheimer na família. Existem alguns casos mais raros em que a doença de Alzheimer ocorre dentro das famílias.
    • 61. 10 FORMAS DE AJUDAR A UMA FAMÍLIA QUE CONVIVE COM A DA 1 Mostre que você se importa! 2 Trate o portador de Alzheimer com respeito e dignidade 3 Faça diferença em pequenas coisas 4 Seja específico ao oferecer ajuda
    • 62. 10 FORMAS DE AJUDAR A UMA FAMÍLIA QUE CONVIVE COM A DA 5 Eduque-se sobre a doença de Alzheimer 6 Inclua todos os membros da família em atividades 7 Seja um bom ouvinte
    • 63. 10 FORMAS DE AJUDAR A UMA FAMÍLIA QUE CONVIVE COM A DA 8 Encoraje a todos um estilo de vida saudável 9 Permita a família algum tempo para si próprios 10 Mantenha todos os membros da família envolvidos no cuidado
    • 64. O ENFRENTAMENTO...
    • 65. GRUPOS DE APOIO À FAMÍLIA www.abraz.com.br 0800 55 1906 abraz@abraz.org.br
    • 66. MUITO OBRIGADO PELA SUA ATENÇÃO!!!
    • 67. GERIPAR@HOTMAIL.COMGERIPAR@HOTMAIL.COM RUBENS DE FRAGA JÚNIOR
    • 68. MUITO OBRIGADO PELA SUA ATENÇÃO!!!
    • 69. RUBENS DE FRAGA JÚNIOR GERIPAR@HOTMAIL.COMGERIPAR@HOTMAIL.COM

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