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Cartilha de instrucoes_tecnicas_de_engenharia_e_arquitetura
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  • 1. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos CARTILHA DE INSTRUÇÕESTÉCNICAS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA 1
  • 2. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosIntroduçãoO objetivo desta CARTILHA DE INSTRUÇÕES TÉCNICAS DE ENGENHARIA EARQUITETURA é orientar os profissionais Arquitetos e Engenheiros dosMunicípios na elaboração de Projetos Básicos de Arquitetura e RelatóriosTécnicos complementares à documentação exigida na Relação deDocumentos para Formalização de Convênios pela Secretaria de Estado deTransportes e Obras Públicas.Definições (Lei nº. 8666/93, art. 6º)I - Obra - toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação,realizada por execução direta ou indireta;II - Serviço - toda atividade destinada a obter determinada utilidade deinteresse para a Administração, tais como: demolição, conserto, instalação,montagem, operação, conservação, reparação, adaptação, manutenção,transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais;VII - Execução direta - a que é feita pelos órgãos e entidades daAdministração, pelos próprios meios;VIII - Execução indireta - a que o órgão ou entidade contrata comterceiros sob qualquer dos seguintes regimes: a) empreitada por preço global - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total; b) empreitada por preço unitário - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas;IX - Projeto Básico - conjunto de elementos necessários e suficientes, comnível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, oucomplexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nasindicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidadetécnica e o adequado tratamento do impacto ambiental doempreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e adefinição dos métodos e do prazo de execução, devendo conter os seguinteselementos: a) desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza; b) soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem; c) identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como suas especificações que 2
  • 3. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; d) informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; e) subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso; f) orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados;X - Projeto Executivo - o conjunto dos elementos necessários e suficientes àexecução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes daAssociação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT;XI - Administração Pública - a administração direta e indireta da União, dosEstados, do Distrito Federal e dos Municípios, abrangendo inclusive asentidades com personalidade jurídica de direito privado sob controle dopoder público e das fundações por ele instituídas ou mantidas.Leis e Normas de Orientação para Desenvolvimento dos ProjetosAs Leis, Normas, Atos e demais documentos a seguir relacionados foramespecialmente considerados na edição desta Orientação Técnica, semprejuízo de outros ordenamentos da legislação nacional. Lei Federal 8.666/93 - Institui normas para licitações e contratos da Administração Pública. Lei Federal 6.496/77 - Institui a Anotação de Responsabilidade Técnica. Lei Federal 5.194/66 - Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo. Resolução 361/91 – CONFEA - Dispõe sobre conceituação de Projeto Básico em Consultoria de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.Para os Projetos de Arquitetura NBR-13532/95 - Elaboração de projetos de edificações – arquitetura. NBR-13531/95 - Elaboração de projetos de edificações – atividades técnicas. NBR 6492/94 - Representação de Projetos de Arquitetura NBR 9050/04 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. 3
  • 4. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosPROJETOS – DesenhosOs desenhos apresentados consistem na representação gráfica do objeto aser executado, elaborada de modo a permitir sua visualização em escalaadequada, demonstrando formas, dimensões, funcionamento eespecificações, perfeitamente definida em plantas, cortes, elevações,esquemas e detalhes, obedecendo às normas técnicas pertinentes.Deverá ser elaborado por profissional ou empresa que atenda às disposiçõesda Lei nº. 5194/66 e do sistema CONFEA/CREA. É obrigatório o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Projeto Básico de Arquitetura apresentado pelo respectivo Responsável Técnico (arquiteto ou engenheiro) junto ao CREA local.CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICAProjetos de Pavimentação e Drenagem Urbana Placa da Obra; Mobilização e desmobilização de equipamentos; Croqui das ruas/vias a serem pavimentadas (extensão e largura); Projeto - corte esquemático mostrando todas as camadas do pavimento, espessuras e dispositivos de drenagem; Memória de cálculo do volume de terraplenagem no caso de abertura de caixa ou rebaixamento do greide; Croqui de localização das jazidas (material de base e agregados); Informar a DMT de aquisição do material betuminoso até a usina e a DMT da usina até a obra; Todos os projetos deverão apresentar, no mínimo, a drenagem superficial (meio fio e sarjeta), salvos os casos: Quando existentes, através de declaração da prefeitura acompanhada de fotos; Quando o serviço for de responsabilidade da prefeitura, deverá constar em planilha, quantificados, com os seguintes dizeres, “a cargo da prefeitura”, e o mesmo deverá ser executado no período da obra; Informar a existência de rede elétrica, rede de água e esgoto; Declaração/laudo técnico do engenheiro quando não for necessário a execução da rede de captação de águas pluviais. Memorial descritivo da obra; Fotos de todas as ruas constantes no projeto; Memória do levantamento de quantidades conforme projeto e planilha; ART de projetos, elaboração da planilha orçamentária e de todos os serviços executados (levantamento topográfico, sondagens e etc.). 4
  • 5. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosProjeto de EdificaçõesProjeto Básico Plantas, Cortes e Fachadas; Levantamento preliminar dos quantitativos de materiais e de serviços para cada tipo de edificação e respectivo orçamento; Memorial descritivo da obra; Memória do levantamento de quantidades conforme projeto e planilha; ART de projetos, elaboração da planilha orçamentária e de todos os serviços executados (levantamento topográfico, sondagens e etc.). Fotos do local da obra.Projeto de Iluminação PúblicaProjeto Básico Levantamento do número de pontos por tipo e potência de lâmpadas existentes no sistema de iluminação públicas local, como subsídio para o cadastramento geoprocessamento, visando a visualização em planta; Apresentação de planilha contendo dados do sistema de iluminação pública local, contendo número de pontos existentes por tipo de lâmpadas e totalizado; Definição dos níveis de iluminação a serem alcançados; Memorial descritivo da obra; Memória do levantamento de quantidades conforme projeto e planilha; ART de projetos, elaboração da planilha orçamentária e de todos os serviços executados (levantamento topográfico, sondagens e etc.). Fotos do local da obra.Projeto de Abastecimento d’águaProjeto Básico Delimitação das Zonas de pressão da área total a ser abastecida e definição do ponto de interligação com a rede existente; Definição preliminar do traçado da rede a ser implantada; Apresentação do Cadastro da rede e do sistema que se pretende aproveitar; Projeto básico dos principais itens dos sistemas, como, adução, elevatórias, reservatórios e rede de distribuição; Apresentação dos parâmetros de cálculo a serem adotados; Pré-dimensionamento dos componentes do sistema projetado; Levantamento preliminar dos quantitativos e orçamento; Memorial descritivo da obra; Memória do levantamento de quantidades conforme projeto e planilha; ART de projetos, elaboração da planilha orçamentária e de todos os serviços executados (levantamento topográfico, sondagens e etc.). Fotos do local da obra. 5
  • 6. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosProjeto de Esgotamento SanitárioProjeto Básico Definição do traçado preliminar das redes; Apresentação do Cadastro da rede e do sistema que se pretende aproveitar; Apresentação do ponto indicado pela concessionária para interligação da rede coletora proposta com a rede pública existente; Definição da necessidade de obras especiais (elevatórias, estação de tratamento, travessias de rios, canais, rodovias, ferrovias, etc.); Apresentação dos parâmetros de cálculo; Pré-dimensionamento e projeto básico dos componentes do sistema; Descrição da concepção básica; Levantamento preliminar dos quantitativos e orçamento; Descrição da destinação fiscal do esgotamento sanitário; Memorial descritivo da obra; Memória do levantamento de quantidades conforme projeto e planilha; ART de projetos, elaboração da planilha orçamentária e de todos os serviços executados (levantamento topográfico, sondagens e etc.). Fotos do local da obra.Obras de artes especiais - Pontes Placa da Obra; Mobilização e desmobilização de equipamentos; Sondagem; Levantamento topográfico; Batimetria; Projeto arquitetetônico, contendo: Planta baixa (disposição das vigas, detalhes de apoio, altura dos pegões, guarda-corpo); Cotas de nível; Cortes (no mínimo dois cortes); Projeto de fundação e estrutura; Memorial descritivo da obra; Memória do levantamento de quantidades conforme projeto e planilha; ART de projetos, elaboração da planilha orçamentária e de todos os serviços executados (levantamento topográfico, sondagens e etc.). Fotos do local da obra.Projeto para estradas vicinais - Encascalhamento Placa da Obra; Mobilização e desmobilização de equipamentos; Croqui de localização dos trechos com seções a cada 100 metros; Croqui de localização das jazidas; Patrolamento da área total do projeto; Espessura média da camada de cascalho de 6 cm, acima desta, apresentar levantamento planialtimétrico das jazidas; 6
  • 7. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Memória de cálculo das distâncias médias de transportes do material de jazida; Memória de cálculo do volume de terraplenagem no caso de abertura de caixa ou rebaixamento do greide; Memorial descritivo da obra; Memória do levantamento de quantidades conforme projeto e planilha; Fotos dos trechos e pontos críticos. ART de projetos, elaboração da planilha orçamentária e de todos os serviços executados (levantamento topográfico, sondagens e etc.).INFORMAÇÕES E FORMATOS DAS PRANCHASCarimboDeverão constar nos carimbos de todas as pranchas que constituem oProjeto Básico: Descrição do objeto e endereço do lote, terreno ou gleba; Título da Prancha (Planta Baixa, Cortes, Fachadas, etc.); Data de elaboração do Projeto (caso haja revisão indicar também a data); Nome completo, número de registro no CREA, endereço completo, telefones e a assinatura do profissional responsável.Além das informações do carimbo, deverão constar em todas as Plantas: Indicação do Norte Magnético (exceto para Planta de Cortes e Planta de Fachadas); Quadro de áreas contendo as metragens quadradas da Área total do Terreno, da Área edificada existente, da Área de Reforma, da Área de Ampliação, da Área de Conclusão, da Área de Construção Nova, da Área do Serviço e da Área de Adaptação, (informar somente as áreas que se aplicam a cada projeto em particular).Planta de SituaçãoA Planta de Situação deverá representar todos os elementos necessáriospara situar o terreno onde a obra será executada. define a implantação daobra no terreno locando e dimensionado em especial, a(s) edificação(ões),acessos, áreas livres e demais elementos arquitetônicos. Indicaafastamentos, recuos, investiduras, área “non aedificandi” e servidões,cotas gerais e níveis de assentamento, áreas totais e/ou parcial, úteis e/ouconstruídas, conforme a necessidade. Deverá apresentar em escala: Vias de acesso ao lote, terreno ou gleba (com seus respectivos nomes); Rios, córregos, lagos ou lagoas (com seus respectivos nomes); Edificações comerciais, institucionais ou industriais (com legenda); Endereçamento da rua do lote, terreno ou gleba; O lote, terreno ou gleba destacado por meio de hachura; Outras informações consideradas essenciais. 7
  • 8. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos PLANTA DE SITUAÇÃO - EXEMPLO (sem escala) A Planta de Situação deverá ser compatível com as dimensões e confrontações constantes no Registro de Imóvel apresentado.PROJETOS DE EDIFICAÇÕESDefinições Reforma: Alteração ou não de ambientes com o intuito de manter o espaço adequado à proposta de uso, porém sem acréscimo de área construída, podendo incluir vedações e/ou as instalações existentes, substituição ou recuperação de materiais de acabamento ou instalações existentes. Ampliação: Acréscimo de área a uma edificação existente, ou mesmo construção de uma nova edificação para ser agregada funcionalmente (fisicamente) a um estabelecimento já existente. Conclusão: Retomada da execução de obra cujos serviços de engenharia foram suspensos, não restando qualquer atividade no canteiro de obras. Construção Nova: Construção de uma edificação desvinculada funcionalmente ou fisicamente de qualquer estabelecimento já existente. 8
  • 9. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosPLANTASPlanta de Locação e CoberturaA Planta de Locação deverá indicar, em escala, a inserção da edificação noseu entorno imediato; ou seja, no lote, terreno ou gleba onde será inseridoo projeto em questão.Considerando que nesta Planta a edificação será vista de cima, a mesmadeverá ser representada por meio da Planta de Cobertura que define(m)sua configuração arquitetônica indicando a localização e dimensionamentofinais (cotas e níveis acabados) de todos os seus elementos.Representa(m), conforme o caso, telhados, lajes, terraços, lanternins,domus, calhas, caixas d’água e equipamentos fixos; (telhado com aindicação do sentido de queda das águas). Caso o telhado esteja entre ositens de Reforma, deverá constar ainda uma legenda que identifique partesdeste a aproveitar, a reformar / adaptar e a substituir.Deverão estar representados (em escala) nessa Planta: Indicação das curvas ou cotas de nível do terreno natural; Dimensões do terreno; Projeção do perímetro externo da edificação; Cotas de afastamento da edificação em relação aos limites do terreno; Porcentagem de inclinação das águas do telhado; Projeção da caixa d água e capacidade de armazenamento da mesma; Tipo(s) de telha(s). PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTURA - EXEMPLO (sem escala)Planta Baixa Atual - somente em caso de Reforma, Ampliação ouConclusãoA Planta Baixa Atual deverá representar, em escala 1/50 ou 1/100, a atualsituação da edificação na qual se pretende instalar o projeto em questão. Pilares e paredes existentes; Esquadrias existentes (portas e janelas); Banheiros existentes, com a disposição das peças; Bancadas, bancos e prateleiras existentes; 9
  • 10. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Pias, sanitários, mictórios e tanques existentes; Outros itens necessários para a compreensão total do estado atual da edificação.Deverão ser indicadas as cotas de nível da edificação e as paredes (e outroselementos) que poderão ser aproveitadas e/ou as que deverão serdemolidas - identificados, por meio de legenda com o uso de cores. PLANTA BAIXA ATUAL - EXEMPLO (sem escala) Com exceção da Planta de Situação e da Planta de Locação e Cobertura, todas as demais deverão ser padronizadas quanto à escala (escolher para todas 1/50 ou 1/100), para facilitar a leitura do Projeto.Em caso de nova EdificaçãoA(s) Planta(s) Baixa(s) deve(m) representar, em escala 1/50 ou 1/100,além das informações usuais, o Layout completo de todos os ambientespropostos.Planta Baixa com Pontos ElétricosEste documento consiste em uma Planta Baixa com a identificação de todosos pontos elétricos, obedecendo às especificações da NBR 5410/04, NBR5413/82 e NBR 5473/86, devendo incluir: Posicionamento das tomadas em conformidade com o lay-out, contendo a indicação da distância até o piso (tomadas baixas, médias e altas) e demanda da potência; 10
  • 11. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Posicionamento dos interruptores identificando o número de teclas e o sistema de funcionamento (simples ou paralelo); Pontos de luz informando o modelo de luminária, bem como o número, tipo e potência das lâmpadas; Localização do quadro de distribuição de energia; Ilustração da entrada de energia com a especificação da forma de alimentação (monofásica, bifásica ou trifásica) e a bitola dos cabos. PLANTA BAIXA COM PONTOS ELÉTRICOS - EXEMPLO (sem escala) Em caso de reforma, apresentar legenda com a identificação dos pontos existentes e dos pontos a serem instalados.Planta Baixa com pontos Hidráulicos e SanitáriosEste documento consiste em uma Planta Baixa com a identificação de todosos pontos hidráulicos e sanitários, obedecendo às especificações da NBR5626/98, NBR 8160/99 e NBR 9814/87, devendo incluir: 11
  • 12. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Localização dos pontos hidráulicos e sanitários conforme lay-out; Indicação do diâmetro das tubulações de água e esgoto de cada ponto; Projeção do reservatório de água e sua capacidade; Destinação do esgoto (rede pública ou fossa séptica). No caso de fossa séptica indicar suas dimensões, ou simplesmente citar o volume. Em caso de reforma, apresentar legenda com a identificação dos pontos existentes e dos pontos a serem instalados. PLANTA BAIXA COM PONTOS HIDRÁULICOS E SANITÁRIOS – EXEMPLO (sem escala)CortesA Prancha de Cortes deverá representar, em escala 1/50 ou 1/100, umaseção transversal e uma longitudinal da edificação tomando por base aPlanta Baixa.Deverão estar representados (em escala) nesta Planta todos os elementosvisualizados (de acordo com o local e a direção do Corte); incluindobancadas, bancos, prateleiras, armários e estantes a serem instalados ou aserem aproveitados. Todos os Cortes deverão apresentar cotas verticais(inclusive do pé-direito) e cotas de piso acabado dos ambientes. Deverãoser indicados nessa Prancha os revestimentos das paredes internas a seremutilizados. 12
  • 13. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos CORTE – EXEMPLO (sem escala)FachadasA Prancha de Fachadas deverá representar em escala 1/50 (ou 1/100) nomínimo duas elevações externas (sem cotas) da edificação tomando porbase a Planta Baixa. Definem a configuração externa da obra indicandotodos os seus elementos, em especial, os acessos. Representam aestrutura, alvenarias, revestimentos externos, esquadrias (com sistema deabertura) e conforme o caso, muros, grades, telhados, marquises, toldos,letreiros e outros componentes arquitetônico significativos. FACHADA – EXEMPLO (sem escala) 13
  • 14. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosPROJETO DE PAVIMENTAÇÃOPAVIMENTAÇÃOÉ a camada constituída por um ou mais materiais que se coloca sobre oterreno natural ou terraplenado, para aumentar sua resistência e servirpara a circulação de pessoas ou veículos. Entre os materiais utilizados napavimentação urbana, industrial ou rodoviária estão os solos com maiorcapacidade de suporte, os materiais rochosos, como pedras britadas oucalçamento, o concreto de cimento Portland e o concreto asfáltico.A pavimentação tem como objetivo adequar o terreno natural de modo afacilitar o deslocamento rápido e seguro de pessoas e veículos.O pavimento tem por finalidade dar resistência ao terreno e minimizar osimpactos causados pelos esforços horizontais, verticais e tangenciais,propiciando, assim, mais conforto e segurança ao usuário.Requisitos Estabilidade; resistência a esforços verticais, horizontais, de rolamento, frenagem e aceleração centrípeta nas curvas; durabilidade; regularidade longitudinal.Definições Pavimento Flexível: São aqueles constituídos por camadas que não trabalham à tração. Normalmente são constituídos de revestimento betuminoso delgado sobre camadas puramente granulares. A capacidade de suporte é função das características de distribuição de cargas por um sistema de camadas superpostas, onde as de melhor qualidade encontram-se mais próximas da carga aplicada. SEÇÃO TRANSVERSAL – PAVIMENTO FLEXÍVEL 14
  • 15. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosPavimento Rígido: São constituídos por camadas que trabalhamessencialmente à tração. Seu dimensionamento é baseado naspropriedades resistentes de placas de concreto de cimento Portland, asquais são apoiadas em uma camada de transição, a sub-base. SEÇÃO TRANSVERSAL – PAVIMENTO RÍGIDOSubleito: Camada compreendida entre a superfície da plataforma deterraplenagem e a superfície paralela, situada no limite inferior da zonade influência das pressões aplicadas na superfície do pavimento.Regularização do subleito: Operação destinada a conformar o leitoestradal, quando necessário, transversal e longitudinalmente,compreendendo corte ou aterros até 20 cm de espessura e de acordocom os pefis tranversais e longitudinais.Poderá ou não existir, dependendo das condições do leito.Reforço do Subleito: Camada granular de pavimentação executadasobre o subleito devidamente compactado e regularizado.Será constituído basicamente por material de empréstimo ou jazida.Os materiais constituintes são solos, mistura de solos, mistura de solos emateriais britados, escória ou produtos totais de britagem.Sub-Base: Camada granular de pavimentação executada sobre osubleito ou reforço do subleito devidamente compactado e regularizado.Os materiais constituintes são solos ou mistura de solos existentes, dequalidade superior.Base: Camada granular de pavimentação executada sobre a sub-base,subleito ou reforço do subleito devidamente compactado e regularizado.Os materiais constituintes são solos ou mistura de solos existentes, dequalidade superior. 15
  • 16. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosRevestimento: É camada, tanto quanto possível impermeável, querecebe diretamente a ação do rolamento dos veículos e destinadaeconômica e simultaneamente: − a melhorar as condições do rolamento quanto à comodidade e segurança; − a resistir aos esforços horizontais que nele atuam, tornando mais durável a superfície de rolamento.Deve ser resistente ao desgaste. Também chamada de capa ou camadade desgaste.Imprimação: consiste na aplicação de camada de material betuminososobre a superfície de base granular concluída, antes da execução de umrevestimento betuminoso qualquer, objetivando conferir a coesãosuperficial, impermeabilizar e permitir condições de aderência entre estae o revestimento a ser executado.Os ligantes betuminosos empregados na imprimação poderão ser de doistipos: asfaltos diluídos CM-30 e CM-70 e alcatrões, tipo AP-2 e AP-6.Pintura de ligação: consiste na aplicação de ligante betuminoso sobrea superfície de base coesiva ou material betuminoso anterior à execuçãode uma camada betuminosa qualquer, objetivando promover condiçõesde aderência entre as camadas.Os ligantes betuminosos empregados na pintura de ligação poderão serdos tipos: emulsão asfáltica RR-1C e RR-2C; emulsões asfálticasmodificadas, quando indicadas no projeto.Tratamento superficial simples (TSS): Camada de revestimento dopavimento constituída de uma aplicação de ligante betuminoso, cobertapor camada de agregado mineral, submetida à compressão.Os materiais constituintes do TSS são o ligante betuminoso (cimentoasfáltico CAP-7 ou CAP 150/200; alcatrões, tipo AP-11 e AP-12 eemulsões asfálticas tipo RR-1C e RR-2C) e o agregado mineral.Tratamento superficial duplo (TSD): Camada de revestimento dopavimento constituída por duas aplicações sucessivas de ligantebetuminoso, coberta por camada de agregado mineral, submetida àcompressão.Os materiais constituintes do TSS são o ligante betuminoso (cimentoasfáltico CAP-7 ou CAP 150/200); alcatrões, tipo AP-11 e AP-12 eemulsões asfálticas tipo RR-1C e RR-2C) e o agregado mineral.O uso de alcatrão ou da emulsão asfáltica somente será permitidoquando forem empregados em todas as camadas do revestimento. 16
  • 17. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosLama asfáltica: consiste na associação de agragado mineral, materialde enchimento (filer), emulsão asfáltica e água, com consistência fluída,uniformemente espalhada sobre uma superfície previamente espalhada. A lama asfáltica pode ser empregada como camada de selamento, impermeabilização e rejuvenecimento de pavimentos.Podem ser empregadas emulsões asfálticas aniônicas de ruptura lenta,tipos LA-1 e LA-2, emulsões asfálticas catiônicas de ruptura lenta, tiposLA-1C, LA-2C e RL-1C e emulsão asfáltica especial LA-E, além doasfaltos modificados emulsionados, quando indicados em projeto.Pré-misturado a frio (PMF): mistura executada à temperaturaambiente em usina apropriada, composta de agregado mineralgraduado, material de enchimento (filer) e emulsão asfáltica, espalhadae comprimido a frio.Podem ser empregados os seguintes ligantes asfálticas: emulsãoasfáltica catiônica de ruptura média, tipos RM-1C e RM-2C; emulsãoasfáltica catiônica de ruptura lenta, tipos RL-1C e ligantes betuminososmodificados emulsionados, quando indicado no projeto.Concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ): mistura executadaa quente em usina apropriada, com características específicas compostade agregado mineral graduado, material de enchimento (filer) e ligantebetuminoso espalhada e comprimida a quente.Podem ser empregados os seguintes ligantes betuminosos: cimentoasfáltico de petrólo, CAP-30/45, CAP-50/60, CAP-85/100, CAP-150/200(classificação por penetração), CAP-7, CAP-20 e CAP-40 (classificaçãopor viscosidade); alcatrões tipos AP-12; podem ser usados, também,ligantes betuminosos modificados quando indicados no projeto.Normalmente os limites para a aplicação do CBUQ devem estar entre107º C e 177º C.Micro revestimento asfáltico a frio com emulsão modificada porpolímero: consiste na associação de agregado, material de enchimento(filler), emulsão asfáltica modificada por polímero do tipo SBS, água,aditivos se necessários, com consistência fluida, uniformementeespalhada sobre uma superfície previamente preparada.O micro revestimento asfáltico a frio com emulsão modificada porpolímero pode ser empregado como camada selante, impermeabilizante,regularizadora e rejuvenescedora ou como camada antiderrapante depavimentos. 17
  • 18. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosNão é permitida a execução dos serviços, objeto desta Especificação, emdias de chuva.Os constituintes do micro revestimento asfáltico a frio são: agregadomiúdo, material enchimento (filer), emulsão asfáltica modificada porpolímero do tipo SBS, aditivos se necessários e água, os quais devemsatisfazer as especificações aprovadas pelo DNER.Alvenaria poliédrica: Os pisos de poliedro são feitos de material pétreogeralmente de origem granito-gnaíssica com várias faces e pontas,extremamente resistentes a choques, à ação da água ou do sol e àsreações químicas, com reduzidos desgastes abrasivos.Nas vias projetadas em poliedros, os seguintes pontos devem serconsiderados: - O assentamento do poliedro deverá ser feito sobre colchão de areiaou pó-de-pedra com 5 cm a ser executado sobre base com espessuramínima de 10 cm, apoiada em sub-base e reforço de sub-leito comespessuras a serem definidas em função das características naturais dosub-leito. - Em trechos de 15 em 15m, uma guia de concreto transversal aogreide deve ser colocada para garantir o incunhamento do pavimento.Calçamento em paralelepípedo: São constituídos por blocosregulares, fabricados por diversos materiais, sendo os mais usuais ogranito, gnaisse ou basalto. São assentados sobre colchão deregularização constituídos de material granular apropriado.Pavimento de peças pré-moldadas de concreto: é constituído porrevestimento em blocos pré-moldados de concreto de cimento Portlandassentes sobre camada de base granular ou cimentada. Pode ou nãoapresentar camada de sub-base granular quando a base for cimentada.As peças pré-moldadas de concreto de cimento Portland devem atenderàs exigências impostas pela especificação NBR 9780 e NBR 9781. PEÇAS EM CONCRETO – BLOQUETE SEXTAVADO PEÇAS EM CONCRETO – PAVIMENTO INTERTRAVADO 18
  • 19. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosDrenagem do Pavimento: Sistema de drenagem constituído por baseou sub-base de materiais permeáveis e drenos ra sos de captação comcaracterísticas adequadas, destinado à condução das águas infiltradaspelo revestimento através de trincas ou pelas bordas do pavimento ouatravés do subleito.A drenagem superficial da rodovia deve ser suficientemente adequadapara escoar a água de forma rápida para fora da plataforma, nãopermitindo o acúmulo de água e, conseqüentemente, a infiltração para ointerior da estrutura do pavimento.Meios-fios: Limitadores físicos da plataforma, com diversas finalidades,entre as quais, destaca-se a função de proteger o bordo da pista dosefeitos da erosão causadas pelo escoamento das águas precipitadassobre a plataforma que, decorrente da declividade transversal tendem averter sobre os taludes dos aterros. Desta forma, os meios-fios têm afunção de interceptar este fluxo, conduzindo os deflúvios para os pontospreviamente escolhidos para lançamento.Sarjetas: Dispositivos de drenagem longitudinal construídoslateralmente às pistas de rolamento e às plataformas dosescalonamentos, destinada a interceptar os deflúvios, que escoando pelotalude ou terrenos marginais podem comprometer a estabilidade dostaludes, a integridade dos pavimentos e a segurança do tráfego, egeralmente tem, por razões de segurança, a forma triangular ouretangular.Momento de transporte: É o produto do volume (ou peso)transportado pela respectiva distância de transporte. Sua unidade é m3 xkm ou t x km, sendo comum para o pagamento de serviços deterraplenagem.Distância média de transporte (DMT): Quando uma obra temtransporte de solo de um corte para um aterro, cada viagem decaminhão tem uma distância de transporte diferente. A distância média de transporte (DMT), nesse caso, deverá ser igual ã distância entre os centros de gravidade dos referidos trechos de cortes e aterros. 19
  • 20. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosPlantasPlanta geralAbrangerá todos os tipos de vias e considerará todos os aspectos relevantesrelativos a cada uma delas. Constará nesta planta o tipo de pavimentaçãoproposto, indicando as áreas dos mesmos. Desenhos Devem ser adotadas as seguintes escalas: - série normal – 1:5000, 1:2000, 1:1000, 1:25, 1:20; - série especial – 1:10, 1:5, 1:2, 1:1. A série especial destina-se à representação de detalhes. A série normal refere-se à apresentação de plantas de localização e seção-tipo transversal.Projeto GeométricoProjeto no qual constam todas as informações para a perfeita execução dasobras. Todos os pontos notáveis são claramente identificados e têm suascoordenadas devidamente indicadas.As concordâncias verticais e horizontais são definidas e implantadasconforme as exigências do cliente em função do uso e restriçõesoperacionais.Compõem o Projeto Geométrico: Planta geral (escalas entre 1:500 e 1:2000); Perfil Longitudinal das Vias (concordância vertical); Lançamento do Sistema Viário (indicação das informações de concordância horizontal e vertical dos principais eixos de locação); Seções transversais tipo contendo, no mínimo, a largura; declividade transversal; posição dos passeios; dimensões das guias, sarjetas e canteiros centrais; Indicação de jazidas e área de bota-fora.Projeto da PavimentaçãoProjeto de Pavimentação apresentam-se as seções típicas dos pavimentos eo zoneamento de utilização, bem como as respectivas áreas de cada tipo depavimento.As especificações técnicas e recomendações construtivas são apresentadasnos próprios desenhos de projeto.Compõem o Projeto de Pavimentação: Projeto de intervenção proposto, com indicação dos tipos de pavimentos Seções transversais-tipo de todas as ruas da área de intervenção contendo: largura da pavimentação, espessura de sub-base e base, 20
  • 21. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos revestimento, meio-fio, sarjeta e outros elementos que favoreçam ou sejam necessários para a compreensão do projeto; Detalhes construtivos de sarjetas, calçadas, rampas, interferências com os demais projetos de saneamento, drenagem, dentre outros. SEÇÃO TRANSVERSAL – EXEMPLO (sem escala)Projeto de TerraplenagemNo Projeto de Terraplenagem estão presentes todas as diretrizes eespecificações para a execução das obras de terra.São apresentadas as seções transversais e longitudinais do movimento deterra, indicação das áreas de corte e aterro, remoção das camadassuperficiais com elevado teor vegetal e as trocas de solo, quandonecessário. Os volumes de cada atividade também são apresentados.Os projetos são todos apresentados com cotas e coordenadas referentesexclusivamente ao movimento de terra. As cotas de piso acabado sãoapresentadas no projeto geométrico.As especificações técnicas e recomendações construtivas são apresentadasnos próprios desenhos de projeto.Na concepção das obras de terra existe a preocupação com a otimização dadrenagem superficial e da rede de coleta de esgotos sanitários, visandodiminuir os custos de implantação desses sistemas.Compõem o Projeto de Terraplenagem: Planta geral (escalas entre 1:500 e 1:2500); Plantas das Articulações (escalas 1:200 ou 1:250); Seções Longitudinais; Seções Transversais e Cálculo dos Volumes.Projeto de DrenagemO projeto apresenta todos os elementos necessários à perfeita execução dasobras, controle de qualidade e previsão dos serviços. Todas assingularidades são identificadas e amarradas ao sistema de coordenadas.Compõem o Projeto de Drenagem: Planta geral (escalas entre 1:500 e 1:2500); Perfil longitudinal ou planta contendo cotas altimétricas para implantação dos elementos de drenagem; Seções transversais tipo dos elementos da drenagem. 21
  • 22. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosProjeto de IluminaçãoCompõem o Projeto de Iluminação Planta localizando e especificando os elementos de iluminação.Projeto de sinalização viária Sinalização Horizontal: Apresentação das marcas viárias com asdevidas amarrações e indicações de cor, forma e padrão de traçado bemcomo dos demais dispositivos auxiliares à sinalização. Sinalização Vertical: Localização da sinalização vertical projetada e daexistente (a permanecer ou retirar) com sua respectivas convenções,egendas e forma de instalação (mastro de madeira, poste de ferro simplesou duplo, braço projetado ou poste de iluminação pública). Deverá constarde: − Regulamentar; − Advertência; − Indicativa.Compõem o Projeto de Sinalização Projeto em planta.Diretrizes GeraisDeverão ser observadas as seguintes diretrizes gerais: Integrar o projeto do pavimento com o projeto geométrico, de terraplenagem, drenagem e demais projetos. Conhecer os materiais disponíveis na região da obra, que poderão ser utilizados na pavimentação. Conhecer as características climáticas da região de implantação da obra, as variações máximas e mínimas de temperatura e os índices pluviométricos médios. Conhecer o tipo e as características do tráfego ou carregamento a que será submetido o pavimento, bem como o crescimento ou sua variação futura. Conhecer as características dos solos do local e da região da obra e verificar a necessidade da realização de sondagens e ensaios geotécnicos complementares.Adotar, sempre que possível, os seguintes critérios de projeto: Compatibilização com os diversos projetos envolvidos. Utilização de materiais e métodos construtivos compatíveis com as características regionais e demais partes da obra. Facilidade de manutenção e possibilidade de expansão de áreas pavimentadas. Padrão de qualidade e vida útil desejada. 22
  • 23. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Escolher o tipo de revestimento em função do volume de tráfego previsto e das características da via. No caso de pequenos volumes, deverão ser utilizados, preferencialmente, tratamentos superficiais. No caso de grandes volumes, recomenda-se o emprego de concreto asfáltico.PROJETO DE OBRAS DE ARTE ESPECIAL – PONTESDenomina-se ponte a obra destinada à transposição de obstáculospermitindo a continuidade do leito normal de uma via, tais como rios,braços de mar, vales profundos, outras vias, etc. Sob o ponto de vistafuncional, os autores costumam dividir as pontes em três partes principais:infraestrutura, mesoestrutura e superestrutura.A infraestrutura ou fundação é a parte da ponte por meio da qual sãotransmitidos ao terreno de implantação da obra, rocha ou solo, os esforçosrecebidos da mesoestrutura. Constituem a infraestrutura os blocos, assapatas, as estacas, os tubulões etc., assim como as peças de ligação deseus diversos elementos entre si, e destes com a mesoestrutura.A mesoestrutura, constituídas pelos pilares, é o elemento que recebe osesforços da superestrutura e os transmite à infraestrutura, em conjuntocom os esforços recebidos diretamente de outras forças solicitantes daponte, tais como pressões do vento e da água em movimento.A superestrutura, composta geralmente de lajes (tabuleiro) e vigasprincipais (longarinas) e secundarias (transversinas), é o elemento desuporte imediato do estrado que constitui a parte útil da obra, sob o pontode vista de sua finalidade, assim sendo, é a parte que recebe diretamenteas cargas do tráfego.Os encontros, considerados por alguns engenheiros como constituintes damesoestrutura, e por outros como fazendo parte da infraestrutura, sãoelementos de características bastante variáveis, cuja função principal éreceber o empuxo dos aterros de acesso e evitar sua transmissão aosdemais elementos da ponte além de evitar o perigo de erosão dessesaterros pelo curso d’água.Os projetos devem estar em conformidade com as normas da ABNTrelacionadas na especificação para elaboração de projetos.Projeto Básico Planta de situação contendo indicações dos obstáculos a serem transpostos, como cursos d’água, as curvas de nível e o alinhamento vertical da nova via de tráfego; Seção longitudinal ao longo do eixo projetado da ponte, com indicação das exigências quanto a gabarito e seção de vazão. Além do perfil longitudinal da via de tráfego a ser construída; Largura da ponte, com indicações da largura das faixas de tráfego, acostamentos, passeios etc; Condições das fundações, sondagens, relatórios geológicos e indicação dos valores característicos das camadas do solo; 23
  • 24. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Condições locais, tais como, vias de acesso para o transporte de equipamentos, materiais e componentes; Condições meteorológicas e ambientais, como cheias, marés, níveis d’água, períodos de seca, temperaturas médias e extremas, períodos de congelamento. A batimetria é a medição da profundidade dos oceanos, lagos e rios e é expressa |cartograficamente por curvas batimétricas que unem pontos da mesma profundidade com equidistâncias verticais, à semelhança das curvas de nível topográfico. Estética e meio ambiente: paisagem livre, terreno plano, suavemente ondulado ou montanhoso. Cidades com prédios antigos de pequenas dimensões ou grandes prédios modernos. A escala do meio ambiente desempenha um importante papel no projeto.URBANIZAÇÃO – PRAÇAS, ÁREA DE ESPORTE E LAZERProjeto Dimensionamento das áreas de praças, esporte e lazer, na escala mínima de 1:200; Planta geral do sistema com a indicação das áreas propostas, esc. 1:1000; Planta de locação , pisos e elementos construtivos na escala mínima 1:200, contendo: − Dados Relativos ao Terreno: − Limites, dimensões e ângulos, da poligonal do terreno; − Norte verdadeiro, norte magnético, da poligonal do terreno; − Ruas do entorno; − Marco cadastral ou referencial; − Demarcação de: − Platôs; − Taludes; − Curvas de níveis remanejadas: − Locação das Áreas Edificadas; − Pisos; − Elementos construtivos; − Equipamentos tais como muros, muretas, contenções e outras que possam vir a ser elementos definidores dos espaços; − Indicação de: − Dimensões; − Acabamentos; 24
  • 25. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos − Cotas de nível; − Sentido e declividade de caimento dos pisos; − Cortes; − Planta de montagem do piso e juntas.; − Locação de: − Sistema de drenagem; − Pontos de luz; − Definição do: − Tipo de drenagem; − Tipo de luminárias; − Paisagismo; − Cortes – Paisagismo – Escala mínima 1:50.MEMORIAL FOTOGRÁFICO O Memorial Fotográfico é destinado à ilustração do estado atual daedificação e/ou terreno e/ou via. As fotos deverão ilustrar: OBRAS DE ENCASCALHAMENTO: fotos dos trechos e pontos críticos,anterior e posterior à execução da obra, tendo como referência um mesmoponto, com identificação do local e data do registro; OBRAS DE PAVIMENTAÇÃO E DRENAGEM DE VIAS PÚBLICAS:fotos dos trechos, anterior e posterior à execução da obra, tendo comoreferência um mesmo ponto, com identificação do local e data do registro; OBRAS DE EDIFICAÇÃO: fotos do local das obras, anterior e posteriorà execução da obra, tendo como referência um mesmo ponto, comidentificação do local e data do registro; OBRAS DE ARTE ESPECIAIS: fotos do local das obras, anterior eposterior à execução da obra, tendo como referência um mesmo ponto, comidentificação do local e data do registro; DEMAIS TIPOS DE OBRAS: fotos do local das obras, anterior eposterior à execução da obra, tendo como referência um mesmo ponto, comidentificação do local e data do registro. Foto 1 Pavimentação Rua das Amoras, no trecho entre a Rua A e Av. C. Data: 08/08/2008 Fase da obra: Assentamento de meio-fios. 25
  • 26. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Foto 2 Pavimentação Rua das Acácias, no trecho compreendido entre a Rua B e a Av. C. Data: 08/08/2008 Fase da Obra: ImprimaçãoMEMORIAL DESCRITIVO DA OBRAO Memorial Descritivo da Obra deve apresentar todas as características doProjeto, com as especificações dos materiais empregados em cada serviço eseus respectivos locais de aplicação, além das referências às NormasTécnicas a serem consultadas para a metodologia de execução dos serviçosda Obra. Este documento deve apresentar todas as características necessá-rias para identificação dos produtos a serem aplicados, como traço deargamassa, resistência característica do concreto, tipo de fôrmas, tipo deaço, material, dimensões e características físicas dos elementos dealvenaria (blocos cerâmicos, blocos de concreto, tijolos maciços, divisórias),classificação, dimensão e cor dos pisos e azulejos, entre outras informaçõespertinentes.Não é permitida a citação de uma marca específica para um determinadoproduto, de modo a não restringir a liberdade de escolha do construtor enão excluir a possibilidade de outras empresas do mercado apresentaremprodutos que atendam às características mínimas solicitadas.Em caso de Construção nova: Entorno Imediato: Descrição sucinta das áreas do entorno, mencionando as características das áreas vizinhas. Infra-Estrutura Básica: Relato da infra-estrutura do local de implantação da edificação, indicando pontos como: − Pavimentação; − Distância da rede de energia; − Abastecimento de água; − Coleta de esgoto; − Elementos de drenagem; − Outros elementos relevantes. Topografia/Tipo de Solo: Identificar dados da topografia do terreno (inclinação, existências de valas, elevações, etc.), tipo de solo.Em caso de Reforma/Ampliação/Conclusão: Entorno Imediato: Descrição sucinta das áreas do entorno, mencionando as características das áreas vizinhas. 26
  • 27. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Funcionalidade Atual: Descrição das atividades que estão sendo ou foram desenvolvidas no espaço a sofrer as intervenções propostas. Sistema Estrutural: Especificação da estrutura da edificação existente, com a identificação do material utilizado (madeira, aço, concreto, etc.) e do sistema estrutural (fundações, pilares, vigas, lajes, estruturas de contenção, etc.). Relato do estado atual dos elementos estruturais e identificação das possíveis patologias que justifiquem reparos, reforços ou demolições. Cobertura: Descrição da estrutura de telhado, tipos de telha, inclinação e elementos componentes como calhas, rufos, algeroz, etc. Forro de teto: Descrição do tipo do forro de teto existente, suas características e estado de conservação. Paredes e Painéis: Relato do tipo de alvenaria existente, espessura da parede, material de vedação, tipo de revestimento, estado de conservação e características relevantes das paredes da edificação existente. Esquadrias: Identificação das esquadrias instaladas no prédio atual, citando o material, ferragens, pintura e estado de conservação de todos estes elementos. Instalações: Descrição de todas as instalações que compõem a edificação existente. Identificação da forma de alimentação de energia, abastecimento e reserva de água e destino do esgoto e águas servidas. Apresentar fotos dos seguintes elementos: − Medição de energia; − Caixa de passagem elétrica e telefônica; − Quadro de distribuição (inclusive disjuntores); − Pontos de elétricos e telefônicos (tomadas e pontos de luz); − Caixa de gordura; − Caixa de inspeção; − Fossa séptica; − Hidrômetro. Louças e Metais: Descrição das peças de louças e metais presentes no prédio atual, mencionando suas características e estado de conservação.Em caso de Infra-estrutura (pavimentação nova e recapeamento): Tipo de pavimentação; Existência e interferências da rede de energia; Existência e interferências da rede de abastecimento de água; Existência e interferências da rede de esgoto; Elementos de drenagem; Outros elementos relevantesNa descrição de cada item é necessário identificar o que será aproveitado,reformado / adaptado ou substituído. 27
  • 28. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA - EDIFICAÇÃOEste Memorial Descritivo refere-se aos procedimentos básicos que devem ser tomados para aexecução das obras civis referente à Construção da nova sede da Prefeitura Municipal comárea de 100 m2. Todos os procedimentos de execução deverão obedecer às normas técnicasvigentes e ao projeto executivo.IIO-001 - INSTALAÇÕES INICIAIS DA OBRAIIO-PLA-005 - FORNECIMENTO E COLOCAÇÃO DE PLACA DE OBRA EM CHAPAGALVANIZADA (3,00 X 1,50 M) - GOVERNO DO ESTADODeverá ser colocada uma placa conforme padrões da SETOP.LOC-001 - LOCAÇÃO DA OBRALOC-OBR-005 - LOCAÇÃO DA OBRA (GABARITO)A obra deverá ser locada conforme implantação do projeto de arquitetura e confirmado pelosprojetos complementares. A marcação dos eixos deverá ser indicada nos gabaritos e ospontos das estacas indicadas através de piquetes, sendo diferenciado para cada tipo deestaca. A locação dos piquetes deverá ser realizada topograficamenteFUN-001 - FUNDAÇÃO PROFUNDAFUN-TRA-015 - PERFURAÇÃO DE ESTACA BROCA A TRADO MANUAL D = 250 MMA fundação das paredes novas e da área a ser ampliada será executada em estacas brocas atrado manual D = 250 mm. Os serviços só poderão ser iniciados após a verificação dalocação das estacas.FUN-CON-045 - CONCRETO ESTRUTURAL VIRADO EM OBRA FCK >= 20,0 MPA,BRITA 1 E 2O concreto utilizado nas brocas deve ter fck = 20 MPa e o preparo, controle e recebimentodo concreto deve ser obedecido o disposto na NBR 12655/1996.No controle tecnológico de materiais componentes do concreto deve ser obedecido o dispostona NBR 12654/1992.EST-001 – ESTRUTURA DE CONCRETOAs estruturas da área ampliada e paredes novas serão compostas de colunas e vigas emconcreto armado. O concreto utilizado deverá ter fck = 20 MPa e aço CA 50 A.Nas salas de aula e sanitários serão executadas lajes pré-fabricadas. Está inclusos neste itemas vigas, lajotas e armadura, capeamento em concreto e escoramento.Deverá ser executado rigorosamente em conformidade com as Normas da ABNT.EST-FOR-015 - FORMA E DESFORMA DE COMPENSADO RESINADO ESPESSURA12MM, EXCLUSIVE ESCORAMENTO (3X)As formas devem ser dimensionadas de modo que não possam sofrer deformaçõesprejudiciais, quer sob a ação dos fatores ambientais, quer sob carga, especialmente a doconcreto fresco, considerando nesta o efeito do adensamento sobre o empuxo do concreto.EST-FOR-045 - CIMBRAMENTO DE MADEIRAO escoramento deve ser projetado de modo a não sofrer, sob a ação de seu peso, do pesoda estrutura e das cargas acidentais que possam atuar durante a execução da obra,deformações prejudiciais à forma da estrutura ou que possam causar esforços no concretona fase de endurecimento. 28
  • 29. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos MEMORIAL DESCRITIVO DA OBRA – PAVIMENTAÇÃO01- GENERALIDADESRua das Amoras, no trecho compreendido entre a Rua A e a Av. C, com área a pavimentarde 750 m2 e Rua das Acácias, no trecho compreendido entre a Av. C e a Rua B, com áreaa pavimentar de 1.500 m2.A obra está constituída com 7,50 m de largura média de leito, em área com material de CBRmaior que 10%. Serão executadas sarjetas laterais e meio-fios.OBR-VIA-145 - EXECUÇÃO DE BASE DE SOLO ESTABILIZADOGRANULOMETRICAMENTE SEM MISTURA COM PROCTOR INTERMEDIÁRIO,INCLUINDO ESCAVAÇÃO, CARGA, DESCARGA, ESPALHAMENTO E COMPACTAÇÃO DOMATERIAL; EXCLUSIVE AQUISIÇÃO DO MATERIALSão designadas bases de cascalho com espessura de 15 cm, proveniente da jazida“Cascalheira” com distância média de transporte de 30 km. O espalhamento commotoniveladora será feito logo após o material ser colocado na pista com caminhão, emcamadas ou leiras, após o espalhamento o cascalho umedecido deverá ser compactado, pormeio de rolos de pneus, vibratórios ou outros equipamentos que atendam as necessidadesdo teste CBR, compatível com as normas do DER.OBR-VIA-160 - EXECUÇÃO DE IMPRIMAÇÃO COM MATERIAL BETUMINOSO,INCLUINDO FORNECIMENTO E TRANSPORTE DO MATERIAL BETUMINOSO DENTRODO CANTEIRO DE OBRASImprimação é uma pintura de material betuminoso aplicada sobre a superfície da baseexcluída antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer, com objetivo depromover condições da aderência entre a base e o revestimento e impermeabilizar a base.A área a ser imprimada deve se encontrar ligeiramente umedecida. A imprimação serárealizada com caminhão espargidor, devidamente calibrado para execução dos serviços, otráfego sobre áreas imprimidas só deve ser permitido depois de decorridas no mínimo 24horas de sua aplicação e quando estiver convenientemente curado. A imprimação seráexecutada com CM –30 na taxa de 1,5 kg / m².OBR-VIA-180 - EXECUÇÃO DE CONCRETO BETUMINOSO USINADO A QUENTE(CBUQ) COM MATERIAL BETUMINOSO, INCLUINDO FORNECIMENTO DOSAGREGADOS E TRANSPORTE DO MATERIAL BETUMINOSO DENTRO DO CANTEIRODE OBRASO revestimento asfáltico deverá ser constituído de uma camada final de 0,03 m de preparode Concreto Betuminoso Usinado a Quente (C.B.U.Q.).O espalhamento da massa asfáltica deverá ser feito com vibro-acabadora ecompactado com equipamento adequado (rolo pneumático e rolo metálico – liso). Orevestimento asfáltico só poderá ser iniciado 24 horas depois de imprimada a base.Obs.: Material betuminoso - DMT = 180 km Agregados - DMT = 15 km Massa asfáltica - DMT = 70 kmURB-MFC-005 - MEIO-FIO DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO TIPO A (12 X 16,7 X 35)CMOs meio-fio serão de concreto fck=20 Mpa, tipo pré-moldado ou executado no local, nasdimensões de 16,7 cm na base, 35 cm de altura e 12 cm no topo, conforme indicado noprojeto. A aresta superior deve ser chanfreada.DRE-SAR-005 - SARJETA TIPO 1 - 50 X 5 CM, I =3 %, PADRÃO DEOP-MGA sarjeta será conforme projeto, largura 50 cm e espessura de 5 cm não sendo permitidolargura e espessura inferior. A escavação será manual e compactado toda área da sarjeta.Após o termino do serviço, proceder a uma limpeza geral, retirando todo material excedente,bem como entulhos e terra provenientes da escavação. Os trechos deverão apresentartotalmente limpos. 29
  • 30. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosMemória de Cálculo da Planilha OrçamentáriaA Memória de Cálculo é o o levantamentos realizados junto aos Projetos daObra para a obtenção dos quantitativos dos serviços a serem consideradosna Planilha Orçamentária.Este documento deve informar todas as estimativas e consideraçõesnecessárias à definição da medida dos materiais, equipamentos e serviços aserem mencionados na Planilha Orçamentária, especificando as dimensões,os parâmetros de cálculo e considerações em geral, adotados na obtençãodos valores dos quantitativos do Orçamento.Levantamento do quantitativo dos serviços de revestimento e pisos paraconstrução de 02 banheiros conforme figura a seguir:I.S Masculino = I.S. FemininoDimensões: 3,20 x 2,10 mPé direito: 2,80 mJ01 – 0,60 x 0,60 mP01 – 0,60 x 2,10 mHall de acessoDimensões: 1,20 x 0,80 mPé direito: 2,80 mJ01 – 0,60 x 0,60 m 30
  • 31. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Levantamento de revestimento Massa A Altura Perímetro Desc. Chapisco Emboço Reboco Pintura Azulejo Rodapé Cômodo B (m) Corrida (m) (m) (m) (m2) (m2) (m2) (m2) (m2) (m2) (m) (m2) Hall 1,20 0,80 2,80 4,00 * 11,20* 11,20* 11,20* 11,20* 2,60*Hall - teto 1,20 0,80 2,80 0,96 0,96 0,96 0,96 I.S.Masculino 3,20 2,10 2,80 10,60 29,68 29,68 29,68 I.S.Feminino 3,20 2,10 2,80 10,60 29,68 29,68 29,68 Total 7,60 5,00 8,40 25,20 71,52 59,36 12,16 12,16 12,16 59,36 2,60Hall (*)Perímetro = (A + B) x 2 = (1,20 m + 0,80 m) x 2 = 4,00 m2Chapico = perímetro x altura (pé direito) = 4,00 m x 2,80 m = 11,20 m2Reboco = perímetro x altura (pé direito) = 4,00 m x 2,80 m = 11,20 m2Pintura = perímetro x altura (pé direito) = 4,00 m x 2,80 m = 11,20 m2Rodapé = perímetro – descontos = 4,00 m – 0,60 m – 0,80 m = 2,60 m Levantamento de pisos Piso Forro Área Contrapiso ImpermeabilizaçãoCômodo A (m) B (m) PVC (m2) Cimentado Cerâmica (m2) (m2) (m2) (m2) (m2) Hall 1,20 0,80 0,96 0,96* 0,96* I.S.Masculino 3,20 2,10 6,72 6,72 6,72 6,72 I.S.Feminino 3,20 2,10 6,72 6,72 6,72 6,72 Total 7,60 5,00 14,40 0,96 13,44 14,40 13,44Hall (*)Contrapiso = 1,20 m x 0,80 m = 0,96 m2Piso cimentado = 1,20 m x 0,80 m = 0,96 m2DicasA seguir são mostrados alguns indicadores úteis para levantamentosexpeditos de construções. Embora cada edificação tenha um projetoparticular, a relação entre os quantitativos dos principais serviços obedece aum comportamento geral. Vão na alvenaria < 2 m2 → não se desconta a abertura Vão na alvenaria ≥ 2 m2 → desconta-se o que exceder a 2 m2 A análise é feita vão por vão, e não pela soma dos vãos. Ex.: se forem duas janelas desconta-se o que exceder a 2 m2 em cada uma delas. 31
  • 32. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Volume de remoção de entulho = volume de demolição x 2 — CONFERINDO SEUS LEVANTAMENTOS: A área de pisos levantada, deverá estar bem próxima de sua Área Construída, a menos da área de garagens ou outras sem revestimento, e acrescentando-se eventuais áreas externas revestidas.Define-se espessura média como espessura que o volume de concreto dopavimento atingiria se fosse distribuído regularmente pela área dopavimento. Volume de concreto: Refere-se apenas à superestrutura (engloba pilares, vigas, lajes e escadas), não inclui concreto de fundações e quadras. Indicador: espessura média Estrutura abaixo de 10 pavimentos → entre 12 e 16 cm Estrutura acima de 10 pavimentos → entre 16 e 20 cm Volume de concreto = área construída x espessura média Peso de armação: em função do volume de concreto Indicador: taxa de aço. Estrutura abaixo de 10 pavimentos → entre 83 e 88 kg por m3 de concreto Estrutura acima de 10 pavimentos → entre 88 e 100 kg por m3 de concreto Peso de armação = volume de concreto x taxa de aço Área de forma: em função do volume de concreto Indicador: Taxa de forma Entre 12 e 14 m2 por m3 de concreto Área de forma = volume de concreto x taxa de forma A designação metro linear deve ser evitada – o metro é pura e simplesmente uma unidade linear! Também e errado usar a unidade ml para designar o metro l inear – ml é mililitro! 32
  • 33. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosPlanilha(s) Orçamentária(s) da ObraA Planilha Orçamentária permite a avaliação dos custos da Obra. Estesvalores são obtidos através do levantamento das quantidades de materiais,custo de equipamentos e mão-de-obra, que por sua vez compõem os preçosunitários dos serviços.Para sua elaboração, algumas recomendações devem ser seguidas: Conhecer as características do local de execução da Obra; Avaliar as principais características e condições de execução dos serviços; Ter em mãos todos os projeto relativos aos serviços a serem exe- cutados.Consulta a Planilha Preço SETOPO Preço SETOP é a planilha referencial de preços para as obras de edificaçãodo Estado de Minas Gerais.São 2.100 ítens de composições de custos unitários, com preçosregionalizados e atualizados, para garantir melhores condições de execução emaior resultado econômico das obras.A consulta à planilha Preço SETOP pode ser realizada (clicando no mapa deregiões ou selecionando o nome do município) tanto pelas prefeituras, órgãosda Administração Estadual Direta ou Indireta ou por setores da iniciativaprivada.INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DA PLANILHA: Os preços unitários da planilha são referenciais, limites máximos ecorrespondem ao custo de cada serviço; Estão incluídos nos custos de cada serviço: material + mão-de-obra +encargos sociais; Os custos referentes às instalações de obras, mobilização edesmobilização de equipamentos e pessoal, administração local, taxas,equipamentos e ferramentas, equipamentos de proteção individual, despesascom pessoal, despesas de apoio, consumos e segurança do trabalho podem: ser considerados como custo direto da obra, nesse caso deverão ser detalhados e quantificados em planilha e; para o cálculo do LDI – Lucro e Despesas Indiretas, poderão ser utilizadas as tabelas; ser considerados como custo indireto da obra, nesse caso irão compor o cálculo da taxa de LDI – Lucro e Despesas Indiretas, em conjunto com as tabelas anexas; O cálculo do LDI – Lucro e Despesas Indiretas poderá ser alterado deacordo com a peculiaridade de cada obra. A taxa de LDI poderá ser acrescida no valor do custo de cada serviço oudestacado no final da planilha. No primeiro caso, o valor deverá ser informadono cabeçalho da planilha. 33
  • 34. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosA Planilha Orçamentária deverá apresentar os preços de mercado praticadosna região na data de apresentação do Projeto, utilizados pela Secretaria deEstado de Transportes e Obras Públicas – Preço SETOP.A taxa de LDI (Lucros e Despesas Indiretas) deverá ser obrigatoriamenteinformada na Planilha Orçamentária e seu valor poderá ser incluído nospreços unitários dos serviços especificados, ou acrescido ao valor total nofinal do orçamento. É fornecido pela SETOP um Modelo de Planilha Orçamentária (Anexo II).A Planilha Orçamentária deverá apresentar as seguintes informações:FOLHA N.º: indicar o número de folhas conforme quantidade de planilhaspreenchidas.DATA: indicar a data de emissão do documento.OBRA: descrição breve do objeto do convênio.VALIDADE: prazo de validade da proposta emitida (preenchimentofacultativo).LOCAL: informar o nome do município e/ou distrito onde será executada aobra/objeto do convênio.ITEM: indicar a sequência dos serviços (01, 01.01, 01.02, 02, 02.01..),‘*’ CÓDIGO: indicar o código dos serviços de obra civil a seremexecutados.‘*’ DESCRIÇÃO: informar a descrição técnica dos serviços de obra civil aserem executados.QUANTIDADE: informar o somatório total por item de serviços de obracivil.‘*’ UNIDADE: indicar a unidade referencial de medida (m, m², m³, Kg,etc.) dos serviços de obra civil. Não se aceita como unidade de medição a identificação de “verba” ‘*’ PREÇO UNITÁRIO: indicar o preço unitário por item de serviço de obracivil. 34
  • 35. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos Todos os elementos abaixo indicados com ‘*’ (asterisco) deverão ser informados em conformidade com o apresentado no Preço SETOP - PLANILHA REFERENCIAL DE PREÇOS PARA OBRAS DE EDIFICAÇÃO, disponível na Internet no sítio (site) eletrônico da SETOP: www.transportes.mg.gov.br. FOLHA N.º: ANEXO II DATA: PLANILHA ORÇAMENTÁRIA DE CUSTOSOBRA: LOCAL: VALIDADE:Item Código Descrição dos serviços Unidade Quantidade Preço Preço Unitário Total 1. IIO-001 INSTALAÇÕES INICIAIS DA OBRA 1.1 IIO-BAR-046 BARRACÃO DE OBRA M2 10,00 X 225,06 = 2.250,60 + 1.2 IIO-PLA-005 FORN. E COLOC. DE UN 1,00 X 623,80 = 623,80 PLACA DE OBRA EM CHAPA GALVANIZADA (3,00 X 1,50 M) - GOVERNO DO ESTADO = Sub-total 2.874,40 REF. : Planilha de Preços SETOP PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – EXEMPLOE, lembrarmos que uma planilha de preço nada mais é quePreço do serviço = Quantidade X Preço UnitárioMultiplicados e somados tantas vezes quantos forem os serviçosque foram quantificados. Observações: O valor final (total) da Planilha Orçamentária deve ser compatível ao apresentado no Plano de Trabalho.É obrigatório o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica(ART) da Planilha Orçamentária apresentada pelo respectivo ResponsávelTécnico (arquiteto ou engenheiro) junto ao CREA local. No caso doprofissional responsável pela elaboração da Planilha Orçamentária ser o 35
  • 36. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custosmesmo responsável pelo Projeto Básico de Arquitetura, poderá ser emitidaART única desde que sejam incluídos os dois serviços técnicos na“Classificação da ART”.Cronograma Físico-financeiro da ObraO Cronograma Físico-Financeiro deve apresentar a previsão de gastosmensais com cada uma das etapas da Obra, de forma a possibilitar umaanálise da evolução física e financeira da mesma. Este Cronograma deveconter o percentual mensal de execução dos serviços, e a aplicação dosrecursos de cada item relativos ao valor total da Obra, de forma compatívelà Planilha Orçamentária apresentada. É fornecido pela SETOP um modelo de Cronograma Físico-Financeiro (Anexo III) para o preenchimento por parte do Proponente. Este Cronograma deve ser adaptado à realidade de cada Obra.O Cronograma Físico-Financeiro deverá apresentar as seguintesinformações:CONVENENTE: informar o nome da pessoa ou instituição solicitante doconvênio/obra.OBRA: descrever sucintamente o objeto do convênio.VALOR DO CONVÊNIO: informar o valor total do convênio (valor daemenda/SETOP + valor da contrapartida).ETAPAS: relacionar descritivamente as etapas da obra/serviço conformeitens macro da Planilha Orçamentária de Custos (Anexo II).MÊS “XX”: no campo “Físico %” deverá ser informado o percentual de cadaetapa a ser executado mês a mês. No campo “Financeiro” deverá serinformado o valor (em R$) referente à porcentagem do serviço a serexecutado mês a mês. 36
  • 37. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e Custos ANEXO III CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO VALOR DO CONVÊNIO: R$CONVENENTE:OBRA: FÍSICO / ETAPAS MÊS 1 MÊS 2 MÊS 3MÊS 4MÊS 5 TOTAL FINANCEIROTRABALHOS EM Físico % 60 40 100 TERRA Financeiro R$3.600,00 R$2.400,00 R$6.000,00 FUNDAÇÃO Físico % SUPERFICIAL FinanceiroESTRUTURA DE Físico % CONCRETO FinanceiroALVENARIAS E Físico % DIVISÕES Financeiro CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO – EXEMPLOOrientações Gerais A análise dos Projetos Básicos de Arquitetura e Relatórios Técnicos por parte da SETOP não exime o Proponente à aprovação dos Projetos nas instâncias locais competentes (Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros, Concessionárias de Energia, Água, Gás, etc). É imprescindível que sejam elaborados os Projetos Executivos de Arquitetura e Complementares de Engenharia (Estrutural, Fundações, Instalações Elétricas, Instalações Hidro-Sanitárias, Combate a incêndio, Instalações Telefônicas, etc.) para a execução da Obra. Os Projetos Executivos poderão ser desenvolvidos concomitantemente com a execução das Obras e Serviços. Atentamos para o fato de que a Obra só poderá ser iniciada após o registro das ART’s de todos os Projetos e de Execução (da Obra) no CREA Estadual. A SETOP disponibiliza, para prefeituras e órgãos estaduais, modelos básicos de projetos de arquitetura que podem ser utilizados como referência em obras do Estado. Cada projeto é acompanhado da planilha referencial de quantitativos. 37
  • 38. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas Subsecretaria de Obras Públicas Superintendência de Projetos e CustosConsulta aos Projetos PadrãoOs Projetos Padrão são modelos referenciais de projetos para diversastipologias de edificações institucionais e visam gerar modelo/referênciae homogeneizar especificações, acabamentos e formas de execuçãonas obras do Estado.Estão disponíveis os seguintes projetos: Capela Velório - foram desenvolvidos quatro módulos deedificações compostos por 01 salão (Módulo 04), 02 salões (Módulos01 e 02) e 04 salões (Módulo 03); Quadra Poliesportiva - o projeto para quadra poliesportiva temdimensão padrão de 36,0x20,0m e possui módulos compostos apenaspela quadra (Módulo 01), quadra + alambrado de fundos (Módulo02A) e quadra + alambrado completo (Módulo 02B); quadra +alambrado de fundos (Módulo 02A) e quadra + alambrado completo(Módulo 02B), quadra + alambrado + arquibancada (Módulo 03) equadra + alambrado + arquibancada + vestiário e palco (Módulo 04).Há também um módulo independente apenas com o vestiário (MóduloVestiário); Creche - para o projeto das creches foram desenvolvidos módulosconforme o tipo de uso sendo 01 módulo administrativo, 01 módulo desalas de aula, 02 módulo de berçário (com uma ou duas salas) e ummódulo de serviços. A implantação e interligação destes módulos irávariar de acordo com o terreno e necessidade de cada projetoespecífico. Pavimentação - no caso da pavimentação o projeto é composto decortes esquemáticos dos componentes e dimensões mínimas emáximas das camadas para diferentes tipos de pavimentação alémdos tipos de rampa de acessibilidade conforme norma NBR 9050. Sanitário Público - o projeto de sanitário público foi dividido em 03módulos distintos, todos com mínimo de 02 sanitários (um masculinoe um feminino). O módulo 01 contém sanitário de uso geral. O módulo02 apresenta o sanitário adaptado aos portadores de necessidadesespeciais e segue a norma NBR 9050. No módulo 03 foi feita a uniãodos módulos anteriores. Quadra oficial - o projeto das quadras oficiais tem por objetivoampliar o leque de modelos de quadras que, neste caso, atendem asnormas das confererações brasileiras para cada uma das modalidadesatendidas. São elas: vôlei, basquete, handebol e futebol de salão. Hátambém um modelo que contempla todas as modalidades acimacitadas. Neste caso estamos disponibilizando tanto o modelo simplesquanto o modelo com alambrado.A consulta aos projetos pode ser realizada, pelas prefeituras e pelosórgãos estaduais da Administração Direta e Indireta, através davisualização dos anexos a seguir ou pessoalmente na unidade deatendimento listada abaixo. 38