“A review of recent papers on online discussion in teaching and learning in higher education”

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Trabalho desenvolvido por Luís Rodrigues, Maria de Lurdes Martins, Rosalina Simão Nunes, Teresa Fernandes, no âmbito da uc de Concepção e Avaliação em e-Learning (mpel3, Universidade Aberta), Actividade 4 - Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online

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“A review of recent papers on online discussion in teaching and learning in higher education”

  1. 1. A REVIEW OF RECENT PAPERS ON ONLINEDISCUSSION IN TEACHING AND LEARNING INHIGHER EDUCATION<br />Trabalho elaborado por: <br />Luís Rodrigues, Maria de Lurdes Martins, Rosalina Simão Nunes, Teresa Fernandes<br />UMA LEITURA<br />Michael Hammond<br />Centre for New Technologies Research in Education<br />InstituteofEducation<br />UniversityofWarwick<br />Concepção e Avaliação em e-Learning<br />Actividade 4 - Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online<br />
  2. 2.
  3. 3. Amostra e critérios de selecção<br />
  4. 4. Critérios para identificar artigos relevantes nos sete periódicos<br />
  5. 5. Categorização dos artigos<br />Cada artigo foi categorizada atendendo à Revista onde estava publicado, a área disciplinar, país no qual estudo foi realizado, e o software utilizado. Embora ainda fortemente influenciado pelas iniciativas  de formação de professores norte-americanos e britânicos, a amostra abrangeu diversas áreas de estudo (Tabela 1) e foram baseadas em diferentes países (Tabela 2).<br />Tabela 2<br />Tabela 1<br />
  6. 6. Temas e questões essenciais<br /><ul><li> Como é que, afinal, os  fóruns suportam a aprendizagem?
  7. 7. Quão forte são alegações?
  8. 8. Quais são os principais benefícios relatados?
  9. 9. Quais são as condições fundamentais que no âmbito da de discussão online assíncrona,  contribuem para o aprendizado do aluno?
  10. 10. Quais são as limitações dos alunos?</li></li></ul><li>Desenho Curricular<br />Foram identificados três tipos de actividades de discussão on-line:<br />
  11. 11. Desenho Curricular<br />Foram identificados três tipos de actividades de discussão on-line:<br />
  12. 12. Pressupostos Teóricos sobre Ensino e Aprendizagem<br />
  13. 13. Pesquisa educacional<br />Distinção entre aprendizagem cooperativa e colaborativa<br />Teoria do construtivismo social<br />Noção de comunidade e de aprendizagem<br />Aprendizagem de conversação<br />
  14. 14. Análise dos Média<br />
  15. 15. Psicologia Social<br />
  16. 16. Alegações feitas para discussão assíncrona online com estudos de caso<br />
  17. 17. Condições ideais para discussão assíncrona onLINee<br />
  18. 18. O apoio do instrutor<br />
  19. 19. Comportamento e atitudes dos alunos<br />
  20. 20.  Estilos de aprendizagem e a sua influência na participação e atitudes.<br />Confiança<br />Estilo de aprendizagem<br />Cultura<br />auto-estima<br />Competência<br />linguística<br />
  21. 21. Influência da hierarquia baseada no género e os moderadores têm um papel na identificação e abordagem dos impedimentos baseados no género.<br />
  22. 22. Software<br />Será a comunicação baseada em texto adequada para muitos tipos de aprendizagem? <br />
  23. 23. Aspectos a ponderar…<br />
  24. 24. cONCLUSÕES<br />Estes documentos dão indicações úteis sobre a natureza e as alegações de discussão on-line assíncrona, bem como as condições em que os alunos estão mais propensos a se envolver com os outros.<br />
  25. 25. consenso sobre as condições em que os alunos se envolvem mais com a discussão online assíncrona<br /><ul><li>Promover a avaliação pelos pares formativos;
  26. 26. Fornecer avaliação sumativa do processo de crédito e de participação;
  27. 27. Proporcionar a avaliação sumativa dos produtos do grupo; fazer trabalho em grupo e aprendizagem baseada em problemas explícitos de aprendizagem;
  28. 28. Exigir um nível mínimo de participação, definir as tarefas formais (por exemplo, discussão de casos, leituras, ou eventos compartilhados papéis);
  29. 29. Construir o processo na análise de trabalho em grupo;
  30. 30. Ajustar a carga de trabalho para dar tempo para discussão;
  31. 31. Tornar a aprendizagem conceitual e de raciocínio de ordem superior, explícita e adequada aos resultados da aprendizagem.</li></ul>Designers de currículo<br />
  32. 32. Instrutores<br /><ul><li>Ter por base a experiência passada, mas apreciar as características originais do ambiente online;
  33. 33. Incentivar a crítica e a divergência;
  34. 34. Desaparecer conforme o caso;
  35. 35. Ter uma função administrativa (por exemplo, avisar os alunos de um regime de avaliação);
  36. 36. Ter um papel pastoral (por exemplo, identificar e apoiar os não participantes);
  37. 37. Estar ciente do seu papel pedagógico (por exemplo, responder se for o caso);
  38. 38. Sugerir actividades e funções para gerar debate e assumir a responsabilidade pelo acompanhamento da natureza e âmbito de discussão e de processos de grupo.</li></li></ul><li>Alunos<br /><ul><li>Ter conhecimento, experiência e compreensão dos benefícios do trabalho em grupo;
  39. 39. Ser confiável e ter algum nível de proficiência em TIC;
  40. 40. Ter acesso às TIC;
  41. 41. Estar pronto para a crítica autoridade do professor;
  42. 42. Encontrar o estilo preferido de aprendizagem que se adapte à comunicação baseada de texto;
  43. 43. Ter proactivamente escolhido para participar, estar confiante na contribuição para os fóruns e criticar construtivamente outros pontos de vista;
  44. 44. Ser proficiente e escritor fluente na língua do fórum;
  45. 45. Estar ciente de lacunas de informação e ansioso por ultrapassá-la.</li></li></ul><li>Software<br /><ul><li>Permitir o armazenamento permanente e segmentação de mensagens;
  46. 46. O acesso às mensagens deve ser robusto e confiável;
  47. 47. Ser intuitivo e fácil de usar;
  48. 48. Oferecer uma boa representação visual;
  49. 49. Permitir que os arquivos sejam facilmente acoplado e baixados.</li></li></ul><li>Futuras pesquisas<br /><ul><li> Necessidade de desenvolver modelos de currículo.
  50. 50. Esclarecer e tomar uma postura mais crítica em relação à interacção entre os alunos.
  51. 51. A transferência de abordagens de outras configurações.
  52. 52. Maior sensibilização dos limites dos designers do curso e instrutores quando se tenta gerar discussão.</li>

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