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Tecnologia e Governo Eletrônico

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O que tecnologia tem a ver com governo eletrônico? Menos do que se imagina ou mais do que se precisa? Apresentação realizada em mesa redonda sobre governo eletrônico no 5o encontro íbero-americano de …

O que tecnologia tem a ver com governo eletrônico? Menos do que se imagina ou mais do que se precisa? Apresentação realizada em mesa redonda sobre governo eletrônico no 5o encontro íbero-americano de governo eletrônico.

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  • 1. Florianópolis. Santa Catarina. 14 de outubro de 2008.Mesa Redonda: Tecnologias no governo eletrônicoO que tecnologia tem a ver comgoverno eletrônico? R: Menos do que se imagina ou mais do que se precisa? Roberto Pacheco Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento – UFSC – pacheco@egc.ufsc.br
  • 2. Afinal, precisamos de e- government ou de e-democracy? Escolhendo a pergunta certa "Somos todos prisioneiros, mas alguns de nós estão em celas com janelas, e outros sem." (Khalil Gibran)
  • 3. Governo eletrônico: o que é O que é governo eletrônico?  Construto em fase de refinamento e consolidação conceitual  Não há definição unívoca e compreensiva de governo eletrônico  As definições têm consenso na presença da Tecnologia, mas variam quanto à missão: melhorar o governo ou atender as necessidades do cidadão? Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  • 4. Governo eletrônico: o que caracteriza Forte entrega de serviços e informações Exige diferentes Fenômeno soluções e Internacional padrões de desenvolvimento E-Gov Convergência de É um esforço integração, contínuo de sofisticação e transformação maturidade É baseado em SI e em TICs (mas não é limitado a eles) Baseado em Grant; Chau, 2005 Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  • 5. Governo eletrônico: o que é “(...) o assim chamado ‘Governo- eletrônico’ hoje está essencialmente parado no estado de ‘Administração- eletrônica’". M. G. Fugini; P. Maggiolini; B. Pagamici. Por que é difícil fazer o verdadeiro "Governo- eletrônico" . Revista Produção. Vol.15 no.3 São Paulo Sept./Dec. 2005
  • 6. Democracia eletrônica  O conceito e-democracy surge no pós-internet e está ligado à aplicação das TICs em benefício da sociedade (e não somente do governo).
  • 7. Governo eletrônico: escala de maturidadeAlto Níveis de Convergência Maturidade Sofisticação e-gov Temática 5–Identificação em e-Gov pró-ativa das necessidades Integração 4 - Acesso transparente Interoperabilidade aos serviços e informações Transações básicas 3 – Acesso à varios Presença serviços sem necessidade na Web 2 – Serviços de novos logins isolados Holmes (2001)Baixo 1 – Publicação de Informação Baixo Benefícios Alto
  • 8. # 1Direito àInformaçãode interesseparticular
  • 9. # 2Direito aserviçospúblicoseletrônicos
  • 10. # 3Direito aoprópriotempo
  • 11. Direito de# ser ouvido4
  • 12. Direito ao# 5 Controle Social do Governo
  • 13. # 6Direito àparticipaçãona GestãoPública
  • 14. O que o cidadão espera do governo  Processos desonerosos, facilitados, racionais e integradoswww.cognetics.com/services/design_services/im...  Transparência  Accountability Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  • 15. O que o cidadão espera do governo  Provedor de informação útil ao cidadão  Criador de oportunidades profissionais, culturais e sociais  Promotor da Sociedade do Conhecimentohttp://datamining.typepad.com/data_mining/images/vizster.png Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  • 16. O que quer a sociedade da tecnologia...  ubiqüidade, convergência, usabilidade, – expectativas com relação à interação e oferta de informações e serviços do governo. i.a.cnn.net/.../story.cruise.afp.jpg www.girardin.org/.../wp-content/cbob_youwon2.png www.fujitsu.com/img/SOL/ftxs/pervasivelarge.jpg www.ewh.ieee.org/.../news4/Pervasive_World.gif Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento. (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  • 17. A que distância estamos de ter nas TICs os elementoscriadores de uma democracia eletrônica? “(...) meu otimismo, contudo, não promete que a internet resolverá, em um passe de mágica, todos os problemas culturais e sociais do planeta” Pierre Levy. 1999.
  • 18. O Que o cidadão encontra hoje?
  • 19. Como os projetos e-Gov têm começado?• “Queremos que o nosso • “Além de obter as informações cadastro seja atualizado que necessitamos, tecnologicamente” gostaríamos de fazê-lo com racionalidade, considerando• “Precisamos atualizar nosso dados de outros órgãos formulário à luz das novas públicos” normas” • “Precisamos tomar esta• “É só tornar o preenchimento oportunidade também para do usuário obrigatório. Se não prestar serviços adicionais ao preencher não ... (ganha cidadão que vai usar nosso bolsa, perde o CPF...)” Portal”• “Queremos construir a nossa • “Vamos precisar padronizar as plataforma para não informações para que os dependermos de terceiros demais órgãos de governo quando for necessário mudar” possam utilizá-las”
  • 20. De onde vêm esta demanda por mudança?• “Queremos que o nosso • “Além de obter as informações cadastro seja atualizado que necessitamos, tecnologicamente” gostaríamos de fazê-lo com racionalidade, considerando• “Precisamos atualizar nosso dados de outros órgãos formulário à luz das novas públicos” normas” • “Precisamos tomar esta• “É só tornar o preenchimento oportunidade também para do usuário obrigatório. Se não prestar serviços adicionais ao preencher não ... (ganha cidadão que vai usar nosso bolsa, perde o CPF...)” Portal”• “Queremos construir a nossa • “Vamos precisar padronizar as plataforma para não informações para que os dependermos de terceiros demais órgãos de governo quando for necessário mudar” possam utilizá-las”
  • 21. O que é necessário para fazer um projeto e-Democracy ? Metodologia e Arquitetura e-Gov
  • 22. Arquitetura conceitual paraa construção de plataformas e-gov Pressupostos de um projeto e-gov:  Gestores públicos conscientes  Que e-democracy exige colocar o Estado antes do Governo  Que as TICs permitem transcender o backoffice  Do papel do Estado na sociedade do conhecimento  Apesar da “desinclusão”, as demandas por e- democracy serão crescentes e o Estado pode ser reativo ou pró-ativo (ex: Singapura)
  • 23. Arquitetura conceitual paraa construção de plataformas e-gov Pressupostos de um projeto e-gov:  Projetos e-Gov devem ter:  Visão centrada no cidadão (atendendo as demandas do governo)  Padronização de conteúdo (cooperação)  Arquitetura tecnológica de múltiplas plataformas  Perspectiva Internacional  Plano de sustentabilidade
  • 24. Metodologia para e-gov: nossa experiência Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  • 25. Arquitetura e-Gov Text generation SISTEMAS DE Wiki CONHECIMENTO Folksonomy Knowledge maps Web services PORTAIS (Serviços) Sites CoP Redes WEB 2.0 e 3.0 Multiplataf. Sociais Sofware Livre SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FormuláriosOntologias XML SGBD CONTEÚDO PADRONIZADO Cadastros Aplicações de arquitetura conceitual em plataformas e-gov: da gestão da informação pública à construção da sociedade do conhecimento (PACHECO, KERN, STEIL, 2007)
  • 26. Sistema Nacional de Informações para Gestão em C&T Ciência &tecnologia Sistema Nacional de Informações para Gestão da Inovação Inovação Sistema Nacional de Informações do Ensino Superior EnsinoSuperior Realizados com base na Projetos Arquitetura
  • 27. Tecnologia Qual é o papel da tecnologianesta caminhada até a sociedade do conhecimento?
  • 28. Interoperabilidade:Os portais devem se falar... • Projetos e-Gov devem ter uma camada de serviços abertos à interoperabilidade com outros portais públicos e, preferencialmente, privados.
  • 29. Redes Sociais:Prospectar e conectar redes Social Network Analysis • Projetos e-Gov devem promover e conhecer a sociologia dos atores sociais em seu domínio – Ex: na Ciência e na Tecnologia: Quem são os autores? Quem trabalha com quem? Que conhecimentos multidisciplinares estão deixando de ser explorados na universidade? Quem deveria estar trabalhando com quem?
  • 30. Redes Sociais Bioetanol, Hidrólise EnzimáticaExemplo e Fermentação Alcoólica – 100%
  • 31. CoPs: Comunidades VirtuaisPor que elas não ocorrem em sites públicos? • Projetos e-gov devem ser plurais e devem promover múltiplas identidades
  • 32. CoPs:ComunidadesVirtuaisExemplo Atores deinovação do País poderão criar suas própriascomunidades de inovação
  • 33. Desafios (alguns)
  • 34. Desafios • A cada nova possibilidade tecnológica, governo e sociedade se deparam novamente com questões fundamentais em e-Gov: – Onde está o limite entre o que o Estado pode fazer e onde começa a privacidade do cidadão? – Qual é o papel prioritário do eGov: melhorar o governo ou servir a sociedade de forma mais ampla? – Por quais mecanismos a sociedade vai garantir seus direitos nestas e em outras questões?
  • 35. Desafios• As Tecnologias que viabilizam governo eletrônico serão sempre meio para um fim que não deve ser definidos por elas mesmas e sim.... ( ) pelo Governo ( ) pelo Estado ( ) “para o Povo” ( ) com a Sociedade• O grau com que as TICs servem ao e-Gov é proporcional ao senso de necessidade e cobrança da sociedade (países desenvolvidos) ou à vontade do governo em aplicá-las (países em desenvolvimento?
  • 36. Conclusões
  • 37. Conclusões • As novas tecnologias não mudam – A demanda por visão do gestor público – A demanda de visão sistêmica do projetista eGov – A necessidade de acompanhar o ciclo de vida das tecnologias e da colocá-lo a serviço da democracia eletrônica – A “pressa” em encontrarmos soluções inclusivas que não percam as possibilidades das novas tecnologias – A necessidade de educação digital
  • 38. Conclusões • As novas tecnologias mudam – As possibilidades de entregar serviços ao cidadão – A presença ubíqua, móvel, convergente dos serviços públicos – O nível de consciência dos “cidadãos digitais” para: • O crescimento do gap digital • A distância entre o que ele deseja e o que ele recebe dos serviços públicos
  • 39. Florianópolis. Santa Catarina. 14 de outubro de 2008. Mesa Redonda: Novas Tecnologias e inclusão digitalO que tecnologia tem a ver com governoeletrônico: menos do que se imagina ou mais do que seprecisa? MUITO OBRIGADO! Roberto Pacheco Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento – UFSC pacheco@egc.ufsc.br
  • 40. Agenda• Afinal, precisamos de eGov ou é e-Democracy?• A que distância estamos de ter nas TICs os elementos criadores de uma democracia eletrônica?• O que é necessário para fazer um projeto e-Democracy ?• Qual é o papel da Tecnologia?• Quais são os desafios para os projetos?• Conclusões

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