Engenharia, Gestão e Mídia do Conhecimento - Aula 3/3

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Introdução à Engenharia do Conhecimento - Aula da disciplina EGC6003 do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina - Brasil

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Engenharia, Gestão e Mídia do Conhecimento - Aula 3/3

  1. 1. Introdução à Engenharia e Gestão do Conhecimento Aula 9 Prof. Roberto Pacheco Roberto C. dos Santos Pacheco [email_address] Professor UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento Florianópolis, 25 de Maio de 2006 – Sapiens Park Neri dos Santos [email_address] Professor Parte II: Engenharia do Conhecimento: Introdução à Engenharia do Conhecimento Francisco Antonio Pereira Fialho [email_address] Professor
  2. 2. PROGRAMAÇÃO DA DISCIPLINA Roberto C. dos Santos Pacheco [email_address] Professor GESTÃO DO CONHECIMENTO SOCIEDADE DO CONHECIMENTO ECONOMIA DO CONHECIMENTO ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ENGENHARIA DO CONHECIMENTO ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGENCIA ARTIFICIAL METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO EC, GESTÃO E MÍDIA MÍDIA E CONHECIMENTO ESCOLA DO FUTURO ORGANIZAÇÕES DO FUTURO MÍDIAS DO FUTURO Neri dos Santos [email_address] Professor Francisco A. P. Fialho [email_address] Professor
  3. 3. ENCONTRO DE HOJE GESTÃO DO CONHECIMENTO SOCIEDADE DO CONHECIMENTO ECONOMIA DO CONHECIMENTO ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ENGENHARIA DO CONHECIMENTO ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGENCIA ARTIFICIAL METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO EC, GESTÃO E MÍDIA MÍDIA E CONHECIMENTO ESCOLA DO FUTURO ORGANIZAÇÕES DO FUTURO MÍDIAS DO FUTURO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento Florianópolis, Abril de 2006
  4. 4. O que vimos nos outros encontros da Engenharia do Conhecimento ? ENGENHARIA DO CONHECIMENTO ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGENCIA ARTIFICIAL METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO EC, GESTÃO E MÍDIA REVISÃO DOS ENCONTROS ANTERIORES
  5. 5. I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL A codificação de conhecimento é, desde a década de 50, preocupação da área de Inteligência Artificial, que cunhou o termo Engenharia do Conhecimento para o processo de aquisição e codificação de conhecimento
  6. 6. A IA desenvolveu diferentes paradigmas e diversas ferramentas para permitir que computadores emulem o ser humano: <ul><li>dedução e lógica ( sistemas especialistas ) </li></ul><ul><li>indução e aprendizagem ( redes neurais ) </li></ul><ul><li>evolução ( algoritmos genéticos ) </li></ul><ul><li>raciocínio analógico ( RBC ) </li></ul><ul><li>tratamento de incerteza ( fuzzy sets ) </li></ul><ul><li>cooperação e sociedade ( agentes ) </li></ul>I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
  7. 7. <ul><li>A moderna Engenharia do Conhecimento, ao contrário de sua primeira geração, não está centrada na codificação como extração direta de conhecimento de especialistas e sim como um processo de modelagem e representação de conhecimento explícito. </li></ul><ul><li>A relação com a IA se dá apenas no nível de projeto e desenvolvimento da solução de conhecimento proposta. </li></ul>I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
  8. 8. <ul><li>A engenharia do conhecimento reconhece o valor do conhecimento como elemento gerador de riqueza das organizações. </li></ul><ul><li>Coloca-se como instrumento à disposição da Gestão do Conhecimento para prover sistemas capazes de efetivar a codificação e preservação do conhecimento organizacional, conforme diretrizes da GC. </li></ul>I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
  9. 9. Como tal, a nova engenharia do conhecimento tem como objetivos: (a) fornecer ferramentas para a gestão do conhecimento organizacional; (b) apoiar o trabalhador do conhecimento; (c) construir melhores sistemas de conhecimento I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
  10. 10. COMO É A NOVA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO
  11. 11. <ul><li>Nossa área no EGC/UFSC tem gênese na área de Inteligência Aplicada do PPGEP/UFSC, criada em 1991. </li></ul><ul><li>Mais de 10% das teses e dissertações do PPGEP/UFSC no período de 1995 a 2004 contém termos relacionados à Engenharia do Conhecimento </li></ul><ul><li>Já são mais de 100 mestres e doutores formados pela área de Inteligência Aplicada. </li></ul>I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
  12. 12. <ul><li>O primeiro objetivo da EC do EGC é posicionar nossas pesquisas e nossos desenvolvimentos na Nova Engenharia do Conhecimento </li></ul><ul><li>Isso significa reconhecer a EC como uma abordagem centrada na modelagem do conhecimento visando sua codificação em processo estratégicos a organizações e à sociedade. </li></ul>I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
  13. 13. <ul><li>Com isso, nossos mestres e doutores serão: </li></ul><ul><li>modeladores de conhecimento </li></ul><ul><li>gestores de projetos de sistemas de conhecimento </li></ul><ul><li>inovadores na criação e aperfeiçoamento de metodologias e ferramentas da engenharia do conhecimento </li></ul><ul><li>Professores nas áreas de modelagem e codificação de conhecimento como instrumentos de apoio à gestão e à mídia. </li></ul>I. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
  14. 14. Metodologias refletem visões de mundo, teorias, métodos, ferramentas e sua aplicabilidade. II. METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO
  15. 15. <ul><li>EC é uma atividade de modelagem </li></ul><ul><li>O importante é a estrutura conceitual do conhecimento e não a sua programação </li></ul><ul><li>Conhecimento tem estrutura interna estável, analisável e tipificável </li></ul><ul><li>EC deve ter uma abordagem espiral para tratar conhecimento </li></ul>II. METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO
  16. 16. <ul><li>Ferramentas e metodologias distintas estão à disposição do engenheiro de conhecimento para codificar e modelar conhecimento. </li></ul><ul><ul><li>Protégé é uma plataforma de software livre para definição de ontologias </li></ul></ul><ul><ul><li>VITAL provê referência metodológica e ferramental para desenvolvimento de grandes aplicações de sistemas de conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>MIKE é um framework para elucidar, interpretar, formalizar e implementar conhecimento visando o desenvolvimento de sistemas baseados em conhecimento. </li></ul></ul>II. METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO
  17. 17. CommonKADS é uma metodologia que inclui a compreensão do contexto organizacional, da tarefa, dos responsáveis, do modelo de conhecimento e de comunicação necessários a um projeto de sistemas de conhecimento. II. METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO
  18. 18. III. ENCONTRO DE HOJE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento Florianópolis, Maio de 2006 VISÃO GERAL DE INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS POSSIBILIDADES ENTRE ENGENHARIA E GESTÃO POSSIBILIDADES ENTRE ENGENHARIA E MÍDIA A PROPOSTA DO EGC OBJETO DE PESQUISA DO EGC RELAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO DO EGC
  19. 19. A PROPOSTA DO EGC <ul><li>O Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento tem como principal objetivo a formação de docentes, pesquisadores e profissionais para atuarem no ensino, pesquisa e desenvolvimento em </li></ul><ul><ul><li>codificação, gestão e disseminação dos conhecimentos (explícitos e tácitos) em organizações, públicas e privadas, e na sociedade em geral. </li></ul></ul>
  20. 20. A PROPOSTA DO EGC Mais especificamente, o EGC terá como objetivo a pesquisa de novos modelos, métodos e técnicas de engenharia, de gestão e de disseminação do conhecimento, para as organizações
  21. 21. O OBJETO DE PESQUISA DO EGC (c) Codificação (g) Gestão (d) Disseminação O objeto de pesquisa do Programa é o processo de criação, codificação, gestão e disseminação de conhecimento.
  22. 22. O OBJETO DE PESQUISA DO EGC (c) Codificação (g) Gestão (d) Disseminação Esse objeto está inserido em um ambiente constituído de espaço semântico, mecanismos de comunicação, atores e lógica de relação entre esses elementos.
  23. 23. O OBJETO DE PESQUISA DO EGC (c) Codificação (g) Gestão (d) Disseminação Nesse ambiente o objetivo do Programa consiste em pesquisar, conceber, desenvolver e aplicar modelos, técnicas e instrumentos no ciclo de atividades do processo que caracteriza seu objeto de pesquisa.
  24. 24. A INTERAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DO EGC Em um dos planos está a relação entre a área de Engenharia do Conhecimento com as áreas de Mídia e Gestão. Nesse cenário, a Engenharia do Conhecimento, centrada na codificação e descoberta de conhecimento, provê metodologia e ferramentas para os processos de gestão e disseminação do mesmo. Nas áreas de Mídia e de Gestão a Engenharia encontra objetos de pesquisa para a concepção e aplicação de novos instrumentos.
  25. 25. A INTERAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DO EGC Em outro plano, ocorre a interação entre as áreas de Mídia e Gestão. A área de Mídia e Conhecimento oferece à Gestão do Conhecimento metodologias e ferramentas de compartilhamento e disseminação, tornando a comunicação mais efetiva no processo de gestão. No sentido inverso, é na área de Gestão que os integrantes do Programa ligados à área de Mídia encontrarão elementos de pesquisa. .
  26. 26. A INTERAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DO EGC Finalmente, a área de Gestão do Conhecimento oportuniza às outras duas áreas novas abordagens, dada sua visão de organização como uma estrutura de conhecimento Isto permite à Engenharia e à Mídia novas bases cognitivas para concepção e desenvolvimento de suas pesquisas.
  27. 27. Engenharia do Conhecimento Gestão do Conhecimento Mídia e Conhecimento Inter-relação entre as Áreas de Concentração Suporte tecnológico à construção de ferramentas de disseminação de conhecimento Suporte de método e mídia ao compartilhamento de conhecimento Suporte tecnológico à criação e ao compartilhamento de conhecimento Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
  28. 28. Engenharia do Conhecimento Gestão do Conhecimento ENGENHARIA E GESTÃO Suporte tecnológico à criação e ao compartilhamento de conhecimento Estratégia de Conhecimento à Engenharia
  29. 29. Headlines EC para GC (Schreiber. et al, 2002) <ul><li>EC é uma atividade construtiva e colaborativa em que a MODELAGEM é o aspecto central </li></ul><ul><li>Conhecimento é um ativo chave para as organizações para as organizações, mas tem natureza de ser tácito e privado </li></ul><ul><li>Conhecimento que nos interessa não é o que sabemos e sim o que fazemos. </li></ul>
  30. 30. Headlines EC para GC (Schreiber. et al, 2002) <ul><li>GC é um processo do exterior para o interior, focado em processo e valor </li></ul><ul><li>Não existem “ hamburgers de conhecimento” . O conhecimento está continuamente atrelado a pessoas e não é transferível como objeto físico </li></ul><ul><li>Mecanismos de Troca de conhecimento : </li></ul><ul><ul><li>Compartilhamento = Comunicação + (Re) criação do Conhecimento </li></ul></ul>
  31. 31. Headlines EC para GC (Schreiber. et al, 2002) <ul><li>EC é uma Metodologia que tem como produto principal sistemas de conhecimento </li></ul><ul><li>GC é, assim, uma área que se beneficia tanto dos Sistemas do Conhecimento como da própria Metodologia da EC </li></ul><ul><li>Como GC se beneficia da EC: </li></ul><ul><ul><li>A EC identifica áreas de possível aplicação para a GC </li></ul></ul><ul><ul><li>A EC destaca áreas gargalos de conhecimento (via MODELO DE TAREFA e MODELO DE AGENTES) </li></ul></ul>
  32. 32. Headlines EC para GC (Schreiber. et al, 2002) <ul><li>O processo de Modelagem da EC tem ênfase conceitual em atividades intensivas em conhecimento e isso facilita o processo de elucidar as tarefas de interesse estratégico à GC. </li></ul><ul><li>EC produziu muitas estruturas recorrentes de trabalho centrado no conhecimento. </li></ul><ul><li>Com isso, há uma variedade de BIBLIOTECAS DE MODELOS DE TAREFAS, COMPONENTES DE SOFTWARE. </li></ul>
  33. 33. Objetivos da Gestão do Conhecimento K.M. Not reinvent the wheel Provide Relevant Information Integrate External Information & Knowledge Facilitate Individual Contribution Reduce Silos of Information Sell Knowledge Integrate Divisions and Companies Improve Innovation Processes Internal and External Benchmark Accelerate Learning Map Individual Competencies Protect Intellectual Capital FIS, University of Toronto, April 25, 2005 p. 18
  34. 34. Gerenciar conhecimento envolve diferentes níveis de ação Strategic IT Organizational Development Succession planning Community of Practices Yellow pages of experts Search engines Taxonomy Innovation Processes Lessons Learned & Best Practices E-Learning Idea Management Coaching & mentoring ‘ Story telling ’ New knowledge & Innovation Codification Organization Sharing Dissemination Protection Memory of Projects Client & Supply-chain Portals List not complete Enterprise Memory Benchmarking Competitive Intelligence Mapping of competences Knowledge Protection Corporate Communications Corporate Portals & Content Management Document Management Career planning Knowledgebases Mapping of processes Competence Centers M & A Hiring Best Practices Blogs e Wikis Climate Surveys Security Policies FIS, University of Toronto, April 25, 2005 p. 19
  35. 35. Definição Operacional para GC “ KM means focused attention on and constant improvement of the key processes , people issues and technology involved with the creation, identification, organization, dissemination, protection and usage of strategic knowledge in order to improve the firm’s results and benefit employees’ on-going learning.” FIS, University of Toronto, April 25, 2005 p. 20
  36. 36. Práticas da Gestão do Conhecimento What’s consolidated <ul><li>Corporate Universities </li></ul><ul><li>E-learning </li></ul><ul><li>Competence Mapping </li></ul><ul><li>Portals & Content Management </li></ul><ul><li>Communities of Practice </li></ul><ul><li>Yellow Pages </li></ul><ul><li>Lessons Learned & After Action Review </li></ul><ul><li>Benchmarking </li></ul><ul><li>Competitive intelligence </li></ul>What’s emerging & hot <ul><li>Idea Management </li></ul><ul><li>Automated Agents </li></ul><ul><li>Innovation Networks & Knowledge markets </li></ul><ul><li>Knowledge Protection </li></ul><ul><li>Intellectual Capital Measurement </li></ul><ul><li>Project Management & KM </li></ul><ul><li>Storytelling </li></ul><ul><li>Social Network analysis </li></ul><ul><li>Collaborative commerce </li></ul>FIS, University of Toronto, April 25, 2005 p. 32
  37. 37. Contribuições da EC à GC Não Reinventar a Roda <ul><li>Modelagem do Conhecimento: Taxonomias, representação do conhecimento, </li></ul><ul><li>Codificação. Bibliotecas de conhecimento, ontologias </li></ul>Fornecer Informação Relevante <ul><li>TI/SI: datawarehouse; SAD; EIS </li></ul><ul><li>EC: Identificação de conhecimento estratégico; identificação de grau de relevância do conhecimento; KDD; indexação e buscas semânticas </li></ul>
  38. 38. Contribuições da EC à GC Integrar Informação Externa & Conhecimento <ul><li>TI: Interoperabilidade, Web Services; XML; </li></ul><ul><li>EC: Web semântica; Comunicação </li></ul>Reduzir os silos de informação <ul><li>TI: PSI; PESI; Datawarehouse </li></ul><ul><li>EC: Uso estratégico de conhecimento; Metodologias de EC </li></ul>Integrar as divisões da organização Benchmark Interno e externo
  39. 39. Contribuições da EC à GC <ul><li>EC: Taxonomias, representação do conhecimento, modelagem do conhecimento, bibliotecas de conhecimento, ontologias; Objetos de Conhecimento; Tutoring </li></ul><ul><li>TI/SI: Sistemas de Mapeamento de Competências; métricas </li></ul><ul><li>EC: Ontologia de competências; Taxonomia de processos e funções organizacionais; KDD de competências ( hidden competences ) </li></ul>Facilitar a contribuição individual Mapear competências individuais Acelerar Aprendizagem
  40. 40. Contribuições da EC à GC <ul><li>TI: Bibliotecas digitais de propriedade intelectual; auditoria eletrônica </li></ul><ul><li>EC: Sistemas de conhecimento em PI; Gestão da PI; Inovação </li></ul><ul><li>TI: Interoperabilidade; XML; padronização </li></ul><ul><li>EC: Bibliotecas de conhecimento; ontologias; RBC; KBS; etc. </li></ul>Proteger Capital Intelectual Vender Conhecimento Melhorar processos inovação
  41. 41. Contribuições da EC à GC – Áreas de aplicação <ul><li>Permitem que colaboradores encontrem documentos relevantes às tarefas que desempenham. </li></ul><ul><li>São sistemas capazes de recuperar informação de múltiplas fontes de dados, tanto na intranet da organização como na internet. </li></ul>SISTEMAS DE GESTÃO DE DOCUMENTOS <ul><li>A Engenharia do conhecimento tem uma série de contribuições à recuperação de documentos, incluindo vetorização, análise semântica de documentos, visualização gráfica de conhecimento oculto, etc. </li></ul>
  42. 42. Contribuições da EC à GC – Áreas de aplicação <ul><li>Promovem a disseminação de conhecimento dentro de uma comunidade de prática. </li></ul><ul><li>Colaboradores se inscrevem em fóruns de seu interesse, trocando perguntas e respostas, lições aprendidas, anúncios ou mesmo “fofocas” da organização. </li></ul>SISTEMAS DE DISCUSSÃO EM FÓRUNS <ul><li>Conteúdo gerado em fóruns é, para a Engenharia do Conhecimento, fonte de informação para aplicação das ferramentas de extração do conhecimento. </li></ul>
  43. 43. Contribuições da EC à GC – Áreas de aplicação <ul><li>Permitem que uma organização “saiba quem sabe o que” </li></ul><ul><li>São bases de dados com CVs estruturados ou Résumés ou, no caso mais especializado, bases de competências, que permitem comparar necessidades de conhecimento com experiências das pessoas na base. </li></ul>SISTEMAS DE GESTÃO DE CAPACIDADES <ul><li>A gestão por competências é, para a Engenharia do Conhecimento, uma das principais áreas da GC onde se evidencia aplicações de sistemas de conhecimento, de formulação e representação de conhecimento (dimensão “C” do método CHAI). </li></ul>
  44. 44. Contribuições da EC à GC – Áreas de aplicação <ul><li>Permite os colaboradores da organização registrem experiências profissionais, que são armazenadas de forma estruturada </li></ul>SISTEMAS COM BASES DE CONHECIMENTO COM LIÇÕES APRENDIDAS <ul><li>Para a EC as bases de conhecimento de lições aprendidas são estruturas fonte para métodos de recuperação especializados (incluindo fuzzy queries), sistemas de raciocínio baseado em casos ou fontes de conhecimento para sistemas especialistas </li></ul>
  45. 45. Exemplo: Análise semântica automática Nesse grafo estão os clusters de pesquisa para a palavra “conhecimento”, tomados todos os currículos brasileiros da Plataforma Lattes. Segundo o grafo, conhecimento é estudado em “teoria do conhecimento”, “construção do conhecimento”, “gestão do conhecimento”, “tecnologia” e “inteligência artificial”. A única conexão entre o cluster de IA e o da gestão se dá pela “representação do conhecimento”. O termo “Engenharia do conhecimento” não surge como ponte entre essas duas áreas (justamente o objetivo da área de EC do EGC)
  46. 46. Exemplo de Interoperabilidade
  47. 47. Exemplo de Mapa de Conhecimento
  48. 48. Leitura Complementar “ We believe that current knowledge management practice significantly under-utilizes knowledge engineering technology, despite recent efforts to promote its use” <ul><li>Propõe EC para os processos de aquisição de conhecimento capturarem conhecimento estruturado de forma sistemática </li></ul><ul><li>Propõe EC para aplicação de tecnologias de representação do conhecimento na preservação das relações semânticas que escapam a repositórios de dados convencionais (bases de dados estruturadas) </li></ul>
  49. 49. Engenharia do Conhecimento Mídia e Conhecimento ENGENHARIA E MÍDIA Suporte tecnológico à construção de ferramentas de disseminação de conhecimento Áreas e desafios de aplicação e metodologias e ferramentas aplicáveis a gestão de mídias e de comunicação
  50. 50. Áreas de Cooperação EC-MC (Exemplos) <ul><li>MC para ajudar a EC na modelagem da Comunicação </li></ul><ul><li>EC para ajudar a MC na concepção e desenvolvimento de ferramentas para as diferentes áreas de aplicação da MC. </li></ul><ul><li>EC para ajudar a verificar formalmente soluções que a MC oferece à GC </li></ul>
  51. 51. 1. MC apoiando a EC na modelagem <ul><li>Engenharia do Conhecimento necessita de elementos metodológicos para modelar e implementar mecanismos de Comunicação. </li></ul>COMUNICAÇÃO Contexto Conceito Artefato Modelo da Organização Modelo da Tarefa Modelo do Agente Modelo do Conhecimento Modelo de Comunicação Modelo de Projeto
  52. 52. 1. MC apoiando a EC na modelagem <ul><li>EC explicita a necessidade de que o mecanismo de troca de informação entre atores de conhecimento seja modelado e construído; </li></ul><ul><li>EC supõe modelos de comunicação incluindo elementos como plano, interações, protocolo, mensagens e mecanismos de validação das transações entre agentes de conhecimento </li></ul>(Schreiber. et al, 2002, Chapter 9 pg. 215)
  53. 53. 1. MC apoiando a EC na modelagem <ul><li>Situação Atual </li></ul><ul><ul><li>Os modelos concebidos por engenheiros do conhecimento são limitados em termos conceituais e não representam todo o espectro de pesquisas da área de mídia e conhecimento. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os modelos de comunicação da EC não incluem, por exemplo, o impacto da Mídia e do domínio da aplicação </li></ul></ul><ul><ul><li>A MC pode contribuir com metodologia, conceitos (visão de mundo) e pode permitir à EC ampliar o potencial de seus sistemas de conhecimento </li></ul></ul>(Schreiber. et al, 2002, Chapter 9 pg. 215)
  54. 54. 2. EC apoiando o desenvolvimento da MC <ul><li>Engenharia do Conhecimento pode contribuir na concepção e desenvolvimento de soluções em M&C. Exemplos: </li></ul><ul><ul><li>APRENDIZAGEM </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concepção e construção de ambientes de aprendizagem (ex: Sistemas Tutoriais Inteligentes) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Agentes inteligentes em ambientes de aprendizagem </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>RBC para modelagem de casos e aplicação dos mesmos em dinâmicas de aprendizagem </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sistemas de conhecimento para análise de taxonomia de conteúdos e suporte ao cumprimento de grades curriculares </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sistemas de recuperação e tratamento de informação para produção de notícias e notas organizacionais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sistemas de conhecimento para acompanhamento, memória e divulgação de reuniões (memória organizacional) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sistemas de conhecimento para análise de redes sociais e apoio à formulação de políticas institucionais de comunicação </li></ul></ul></ul>
  55. 55. EC para verificação formal de soluções MC <ul><li>Engenharia do Conhecimento pode contribuir com a concepção e introdução de soluções em M&C melhor contextualizadas no universo de uma organização (ou mesmo validadas formalmente). </li></ul><ul><ul><li>Exemplo: uso de ontologia para verificação formal de atendimento do grau com que soluções EaD atendem requisitos da Gestão do Conhecimento. </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Neto, F. M. M. Uma Estratégia para Elicitação de Requisitos, Verificação de Propriedades e Integração Efetiva de Sistemas de Gestão do Conhecimento e Aprendizagem Colaborativa no Contexto Organizacional . Tese de Doutorado. Programa de PG em Engenharia Elétrica – Universidade Federal de Campina Grande, 2005. </li></ul></ul></ul></ul>
  56. 56. REFLEXÕES DA DISCIPLINA (EC) ENGENHARIA DO CONHECIMENTO ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E INTELIGENCIA ARTIFICIAL METODOLOGIAS DA ENGENHARIA DO CONHECIMENTO EC, GESTÃO E MÍDIA Roberto C. dos Santos Pacheco [email_address] Professor
  57. 57. Reflexões para sua pesquisa no EGC <ul><li>Por que a visão do contexto organizacional é tão essencial ao Engenheiro do Conhecimento? </li></ul><ul><ul><li>Por que é perigoso confundir engenharia do conhecimento com tecnologias do conhecimento? Como se deu a evolução de paradigmas nesta área? </li></ul></ul><ul><li>Qual é a relação entre o trabalho do Engenheiro do Conhecimento e do Gestor Organizacional de Conhecimento? </li></ul><ul><ul><li>Quais são os elementos conceituais estudados em Gestão do Conhecimento que têm relação com o projeto de um sistema de conhecimento e, portanto, com o trabalho do engenheiro do conhecimento? </li></ul></ul><ul><li>Qual é a relação entre o trabalho do Engenheiro do Conhecimento e do Profissional de Mídia e Conhecimento? </li></ul><ul><ul><li>Quais são os elementos conceituais estudados em Mídia e Conhecimento que têm relação com o projeto de um sistema de conhecimento e, portanto, com o trabalho do engenheiro do conhecimento? </li></ul></ul><ul><ul><li>Como o engenheiro do conhecimento pode contribuir para soluções mais efetivas da MC? </li></ul></ul>
  58. 58. Reflexões para sua pesquisa no EGC <ul><li>Como a Análise do Contexto organizacional se relaciona com as áreas da Administração que procuram compreender as organizações? </li></ul><ul><ul><li>administração de processos, controle de qualidade, reengenheria, planejamento estratégico, modelos de gestão, etc.) </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual é o impacto dessas abstrações nas diferentes etapas da visão do Contexto Organizacional que se realiza em um projeto de sistemas de conhecimento? </li></ul></ul><ul><li>Como a Análise do Contexto organizacional se relaciona com áreas da Modelagem de Informação e, particularmente, com Sistemas de Informação? </li></ul><ul><ul><li>engenharia de software, modelagem de sistemas, planejamento de sistemas, visão estratégica da informação </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual é o impacto dessas abstrações na diferentes etapas da visão do Contexto Organizacional que se realiza em um projeto de sistemas de conhecimento? </li></ul></ul>
  59. 59. Our KM View (at EGC-UFSC) – To be finished… Organizational learning Social Capital Cognitive change Behavioral Change Knowledge Engineering <ul><li>Why : Strategic Use of Knowledge. Increase intangible assets. </li></ul><ul><li>What is needed: KM policy, resources. </li></ul><ul><li>What : tacit and explicit </li></ul><ul><li>Where : people, intensive knowledge processes, repositories, source diversity. </li></ul><ul><li>How to : modeling (plan, agents, tasks; communication; design), codifying, managing and disseminating. </li></ul><ul><li>What to achieve: organizational memory, services, management strategies, learning, innovation, chain value, etc. </li></ul><ul><li>Why: no connectivity means no social capital. </li></ul><ul><li>Where: within and outside the organization </li></ul><ul><li>What is needed: source diversity, infrastructure, organizational policies </li></ul><ul><li>How to: modeling, communication plan. </li></ul><ul><li>Instruments: communities of practice </li></ul><ul><li>Why: KM is a people oriented process </li></ul><ul><li>Goals : organizational learning; knowledge assets </li></ul><ul><li>Where: staff, partners, providers and clients </li></ul><ul><li>What (internal) competency management, e-learning, tele-working </li></ul><ul><li>Obstacles: cognitive dissonance, lack of leadership </li></ul><ul><li>What is needed: Strategic IS Planning, Information System Architecture, TIC Infrastructure </li></ul><ul><li>Interoperability and standards </li></ul>Pacheco e Steil, 2006 TIC Networking People Knowledge
  60. 60. The End... [email_address] Muito Obrigado !! Esperamos que a Introdução à Engenharia, Gestão e à Mídia tenham deixado um mapa para você construir seu próprio caminho no EGC e, sobretudo, em sua vida profissional!!

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