Engenharia do conhecimento: quando os dados falam

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Workshop realizado durante o Fórum de Inovação, Design e Empreendedorismo, realizado em Goiânia pela Federação de Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), Fundação de Desenvolvimento de Tecnolópolis (FUNTEC) e SEBRAE-GO. O objetivo foi apresentar a disciplina de Engenharia do Conhecimento para empresários e estudantes do Setor de TIC de Goiás.

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Engenharia do conhecimento: quando os dados falam

  1. 1. Engenharia do Conhecimento: quando os dados falam... Roberto C S Pacheco UFSC/EGC e Instituto Stela FÓRUM DE INOVAÇÃO, DESIGN E EMPREENDEDORISMO Goiânia, 28/11/2013
  2. 2. Agenda Quem somos Motivação Conceitos Inovação Gestão do conhecimento Engenharia do conhecimento Casos Embraer Itaú Concessionárias de Energia Anvisa Plataforma Aquarius (MCTI) GeracaoTec (SENAI-SC) Oportunidades e Desafios
  3. 3. Cooperação academia e setor de P&D privado sem fins econômicos QUEM SOMOS
  4. 4. EGC/UFSC Doutorado e Mestrado Engenharia do conhecimento Gestão do conhecimento Mídia do conhecimento • Criado em 2004 • 35 Doutores de diversas áreas (Psicologia, Administração, Engenharias, Computação, Semiótica, Educação) • 700 candidatos para 60 ingressantes por ano (30 mestrado and 30 doutorado)
  5. 5. EGC/UFC Áreas de especialidade Conhecimento organizacional Modelo de conhecimento Difusão de conhecimento GC EC Governança corporativa Governança pública Aprendizagem Organizacional Memória Organizacional Inteligência coletiva GC & Liderança GC & Inovação GC & Empreendedorismo Parques tecnológicos Observatórios urbanos Sustentabilidade EC, metodologias e métodos Educação a distância Sistemas de conhecimento Visualização de conhecimento Engenharia de ontologias Design thinking Web semântica Ciência cognitiva Governo eletrônico e semântico Design e usabilidade Linked data Inovação social KDD, Data mining & BI Mídias sociais Representação do conhecimento Inclusão digital Grid computing Comunicação corporativa Experimentação remota Semiótica Smart cities Redes sociais MC
  6. 6. EGC/UFSC Cooperação APPs-UE Questões estratégicas à empresa Formação e investigação conjunta Inserção de egressos Exemplos Plataformas de inovação (PqTs) Imagem e identidade organizacional Aprendizagem e memória organizacional Liderança e gestão do conhecimento Coprodução e gestão estratégica de competências
  7. 7. INSTITUTO STELA Transformamos dados em conhecimento 2012 2008 1995-2002: Grupo Stela/UFSC 2002-hoje: Instituto Stela 2007 Instituto de pesquisa sem fins econômicos P&D in TIC e em Engenharia do conhecimento 60 pesquisadores e colaboradores (20% Drs. e 20% mestres) Referência no País em governo eletrônico (+ 5 milhões de usuários)
  8. 8. INSTITUTO STELA Reconhecimento internacional http://nirpa.org/wp-content/uploads/2010/04/11.-Julia_Lane1.pdf “The Brazilian experience with the Lattes Database is a powerful example of good practice. This provides highquality data on about 1.6 million researchers and about 4,000 institutions. (…) The result is one of the cleanest researcher databases in existence.“ Nature 25/03/2010
  9. 9. INSTITUTO STELA Portfólio Demandas (“Como meus dados viram conhecimento?”) Tecnologia em sistemas de conhecimentos FERRAMENTAS DE SISTEMAS DE CONHECIMENTO SUÍTE DE SISTEMAS DE CONHECIMENTO Ferramentas para levar dados a conhecimento Produtos GESTÃO ESTRATÉGICA DE CURRÍCULOS COPRODUÇÃO Produtos para mercados específicos Projetos GESTÃO DE PROJETOS PÚBLICOS SOLUÇÕES CORPORATIVAS PARA EMPRESAS SOLUÇÕES EM GOVERNO ELETRÔNICO Projetos criados com P&D sob encomenda para público/privado
  10. 10. INSTITUTO STELA Portfólio Demandas (“Como meus dados viram conhecimento?”) Tecnologia em sistemas de conhecimento FERRAMENTAS DE ENGENHARIA DO CONHECIMENTO SUÍTE DE ENGENHARIA DO CONHECIMENTO Produtos GESTÃO ESTRATÉGICA DE CURRÍCULOS COPRODUÇÃO Projetos GESTÃO DE PROJETOS PÚBLICOS SOLUÇÕES CORPORATIVAS PARA EMPRESAS SOLUÇÕES EM GOVERNO ELETRÔNICO
  11. 11. Em que tempos vivemos? MOTIVAÇÃO
  12. 12. O que esperávamos? No final dos anos 1970 John Naisbitt 1982 Megatendências Megatrends O que nos levaria da sociedade industrial para a sociedade da informação. 1. Desenvolvimento ambiental, econômico e social sustentáveis 2. Mudanças demográficas 3. Globalização da economia 4. Desenvolvimento tecnológico: TIC 5. O novo papel do Estado 6. O fenômeno Ásia (China, Índia & Cia.) 7. Customização da produção 8. Gestão empresarial 9.Conhecimento
  13. 13. PAUSA... Vamos ver como estamos de “futurologia”? FAÇA UMA LISTA DOS 10 FATORES QUE VOCÊ CONSIDERARÁ MAIS IMPORTANTE PARA O FUTURO DE SEUS NEGÓCIOS NOS PRÓXIMOS 5 ANOS http://foresightimprovement.com/wp-content/uploads/2012/07/future-prediction.jpg
  14. 14. O que mais impactará seus negócios nos próximos anos? Nossos resultados.... Meio ambiente Educação Big data Mobilidade Coprodução Biotecnologia ... http://foresightimprovement.com/wp-content/uploads/2012/07/future-prediction.jpg Comparando com o que inovadores acharam.... (ver próximo slide)
  15. 15. O que está mais adiante? Visão de inovadores 2011, enquete com 100 inovadores http://www.slideshare.net/boermeef/10-top-innovation-trends-by-100-innovators
  16. 16. O que está mais adiante? Visão da GC Carla O’Dell Cindy Hubert 2011 Carla O’Dell and Cindy Hubert (APQC) Um dos principais fatores organizacionais que afetarão performance e competitividade estará na maturidade da gestão do conhecimento empresarial. http://www.slideshare.net/SIKM/trends-in-knowledge-management-16604522
  17. 17. Por que? Era da convergência A convergência de mídias está nos levando a uma “renascença digital”, com impactos sociais, políticos, econômicos, legais, produtivos e culturais. Henry Jenkis - 2006
  18. 18. Que disciplinas oferecem abordagens adequadas a esses novos tempos? CONCEITOS
  19. 19. Conceitos TICS Gestão da informação Engenharia do Conhecimento Gestão do conhecimento Inovação Gestão do conhecimento
  20. 20. INOVAÇÃO O que é (OCDE): múltiplas origens INOVAÇÃO DE PRODUTO Bem ou serviço que é novo ou significativamente melhorado. Inclui melhoramentos técnicos, materiais, software em produto, usabilidade ou outra característica funcional. MIT car INOVAÇÃO DE PROCESSO Método de produzir ou de entregar que seja novo ou significativamente melhorado. INOVAÇÃO DE MERCADO Novo método de mercado que envolva mudanças significativas no design do produto, em seu empacotamento, posicionamento, promoção ou precificação. Segurança com segway Vôos de madrugada para classes C e D INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL Novo método da organização em suas práticas de negócio, em seu ambiente de trabalho ou em suas relações externas. Google workplace
  21. 21. INOVAÇÃO Sistema, atores, fatores e processos Inovação é um propósito aplicável desde a uma região ou país (visando desenvolvimento socioeconômico) a uma pessoa empreendedora. Nas empresas e no setor público, assume várias dimensões, o que cria uma gama de oportunidades para estudar os processos de conhecimento.
  22. 22. Exemplo: Levando Software de Produto para Serviço INOVAÇÃO DE MERCADO EM TIC
  23. 23. De produto a serviço Analogia NetFlix • Noção de produto por escolha • Aquisição por acesso • Cópia desnecessária TVCABO VIDEO CASSETE • Noção de produto físico • Compra/aluguel • Cópia admitida • Noção de produto por acesso • Aquisição por aluguel • Cópia não permitida Do videocassete ao NetFlix, houve uma mudança gradual na noção de aquisição de conteúdos digitais de produtos a serviços, com profundo impacto na cadeia produtiva e comercial. Qual é o papel do conhecimento nessa evolução? O que seria semelhante no setor de software atualmente (prox. slide)
  24. 24. De produto a serviço Softwares Software aberto • Noção de produto coletivo • Aquisição por acesso • Propriedade aberta SaaS Software licenciado • Noção de produto físico • Compra/aluguel • Cópia admitida • Noção de produto por acesso • Aquisição por aluguel • Cópia não permitida Software licenciado é mais aderente à noção de produto, com alto grau de customização ao cliente. Software as a Service (SaaS) troca essa noção para a entrega de serviços baseados em softwares. Já a criação e evolução de software aberto é um paradigma baseado em coprodução para os dois modelos
  25. 25. De licenciamento a Saas Área SOFTWARE COMO SERVIÇO SOFTWARE COMO PRODUTO GESTÃO Ênfase nas soluções Relação padronizada Visão de mercado ampla Ênfase nos clientes Relação customizada Visão de mercado restrita PRODUTO Plataforma única (Web/PaaS) Ampliação de parcerias Segurança compartilhada Plataformas diversas Parcerias consolidadas Segurança responsabilidade direta MERCADO Precificação por valor percebido Localização da informação irrelevante Exposição ampla (incluindo redes sociais) Precificação clássica Informação autocontida Exposição direcionada PROJETO Abordagem impessoal aos clientes Segurança multi-nível Terceirização obrigatória Acordos especiais (SLA) Abordagem pessoal, relações longas Segurança voltada à aplicação Terceirização relativa Cuidados contratuais corriqueiros Fonte: Correa, 2013
  26. 26. Conceitos Governança GETICS PSI Engenharia de software TICS Segurança Engenharia do Conhecimento Gestão da informação Gestão do conhecimento Inovação Gestão do conhecimento
  27. 27. GESTÃO DO CONHECIMENTO O que é GC A GC reconhece o conhecimento como um ativo estratégico às empresas, relaciona-o com dados e informação e propõe diferentes modelos para tratar resultados e atividades intensivas de conhecimento. A GC tem sido definida como um processo organizacional voltado aos ativos intangíveis da empresa e baseado em ciclos de conhecimento que a tornem uma organização de aprendizagem. Fonte: Pacheco 2012
  28. 28. GESTÃO DO CONHECIMENTO Conhecimento
  29. 29. Conceitos Governança GETICS PSI Engenharia de software TICS Segurança Gestão da informação Engenharia do Conhecimento Gestão do conhecimento Inovação Gestão do conhecimento
  30. 30. ENGENHARIA DO CONHECIMENTO O que é EC A EC mudou de uma disciplina de transferência de conhecimento para uma dedicada à modelagem do conhecimento Metodologias de EC Modelagem de conhecimento Engenharia de Ontologias Representação de conhecimento Sistemas de conhecimento Descoberta de conhecimento Técnicas de Inteligência Computacional SE, RBC, AG, AgInt, IA Dist., RN, Busca Semântica ... Fonte: Pacheco 2010
  31. 31. Oportunidades para o setor trazidas pela GC ENGENHARIA DO CONHECIMENTO E TICS
  32. 32. Caso 1: Embraer Busca semântica para integrar SGC desenvolvidos independentemente Como utilizar busca semântica para integrar sistemas de gestão do conhecimento desenvolvidos de forma independente em uma organização? Integração de sistemas de conhecimento 1. Quantos SGC desenvolvemos? 2. O que eles têm em comum? 3. Como definir um projeto de busca semântica para integrar os SGCs? 4. Quais são os benefícios organizacionais? 5. Como o projeto pode ser incremental e tratar cada SGC da organização? A empresa desenvolveu um conjunto de SGCs, mas não dispunha de visão integrada de seus serviços.
  33. 33. Caso 1: Embraer Busca semântica para integrar SGC desenvolvidos independentemente Technical Standards SITUAÇÃO ATUAL Demora na localização da informação. Busca de informação a partir dos colegas. CoPs – Technical Reports Comunidade s de Prática Reinvenção da roda. EC (Busca semântica) PRINCÍPIOS DA BUSCA SEMÂNTICA Variações morfológicas Ex., avião => aviões Sinônimos Ex. carro => automóvel, veículo motor Generalizações Ex., doença => câncer, gripe, aids Descoberta de conceitos Ex., iPhone => telefone celular Normas & Regulação Artigos Manuais
  34. 34. Caso 1: Embraer Busca semântica para integração de SGC BUSCA INTEGRADA DETALHAMENTO Acesso aos conteúdos das diferentes bases de conhecimento NAVEGAÇÃO VISUAL Sobre as diferentes bases de conhecimento da empresa
  35. 35. Caso 2: Itaú Mapeamento de eventos associados à integridade e aos valores dos colaboradores Que sistemas de conhecimento podem ajudar uma organização na gestão da integridade dos valores exercidos por seus funcionários? Gestão estratégica de ética e valores 1. Que valores a organização preconiza? 2. Que condutas espera de seus funcionários? 3. Que mecanismos utiliza para acompanhar o cumprimento desses valores? 4. Que fluxo de informações adota nesta gestão? 5. Como avaliar o grau de integridade e de alinhamento em nossa organização? 6. Estamos praticando os nossos valores? 7. Como levar as normas, diretrizes e políticas ao cotidiano nas diversas agências e unidades da organização?
  36. 36. Caso 2: Itaú Gestão de integridade e valores O que é? Plataforma de gestão estratégica de informação sobre integridade e valores sobre os colaboradores da organização. Considera dados encaminhados de forma desestruturada, utiliza ontologia da organização para descobrir conhecimentos relevantes e apresenta mapa estratégico de indicadores para acompanhamento da organização.
  37. 37. Caso 2: Itaú Gestão de integridade e valores Permite que a organização gerencie ativos intangíveis (normas e regulamentos) e conecte-os às ações diárias de seus funcionários (mesmo diante de dados desestruturados). Revela fatos e conhecimentos estratégicos que influenciam as políticas organizacionais de educação corporativa e de avaliação de colaboradores.
  38. 38. Caso 2: Itaú Busca semântica Depois de indexar as informações sobre denúncias encaminhadas ao ombudsman, o sistema utiliza busca semântica para relacioná-las com o código de ética e condutas da organização. Resultado de uma busca por “assédio” em todas as bases de dados e documentos geridos pelas diversas equipes que registram as manifestações e as medidas disciplinares
  39. 39. Caso 2: Itaú Arquitetura tecnológica denúncias normas ontologia Base de conhecimentos Espaço da colaboração (Trabalho) Tratamento de dados encaminhados desestruturados, com contexto de ontologia organizacional e descoberta de conhecimentos relevantes à gestão estratégica da organização
  40. 40. Caso 3: Concessionárias do setor elétrico Como atacar o risco da perda de competências? É possível criar sistemas de conhecimento que apoiem as concessionárias de energia a enfrentar o desafio da perda de talentos por evasão e aposentadoria? Ameaças: 70% da força de trabalho pode se aposentar ou sair em cerca de 5 anos. Formação insuficiente, turnover alto, mercado aquecido. Atividades intensivas em conhecimento comprometidas e resultados ameaçados. Desafios: Sistematizar a identificação dos conhecimentos críticos Tangibilizar os riscos Direcionar as ações de Gestão do Conhecimento e do Capital Intelectual
  41. 41. Caso 3: Concessionárias do setor elétrico Análise de risco do capital intelectual via Engenharia do Conhecimento
  42. 42.  Identificação dos pontos críticos  Análise do impacto sobre o resultado
  43. 43. Que oportunidades as novas tendências geram para governo e sociedade GOVERNO ELETRÔNICO CONTEMPORÂNEO
  44. 44. Caso 1: ANVISA Acesso a conhecimento estratégico interno e externo Que sistemas de conhecimento podem ser previstos no apoio às ações estratégicas da ANVISA? Missão abrangente a Todos atores de saúde Todos setores da sociedade Todo território nacional
  45. 45. Caso 1: ANVISA Acesso a conhecimento estratégico interno e externo Que sistemas de conhecimento podem ser previstos no apoio ao alcance das ações estratégicas da ANVISA? PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA ANVISA  Quais são as competências em VISA no País?  Quais são as competências dentro da ANVISA?  Como promover conhecimento coletivo entre essas competências?  Que fontes de competências podem ser integradas? Mapa estratégico da ANVISA
  46. 46. Caso 1: ANVISA Acesso a conhecimento estratégico interno e externo Diretório de Conhecimentos sobre Vigilância Sanitária O que é? Portal Institucional para identificação e localização das competências em Vigilância Sanitária do País e apresentação de indicadores para aprendizagem organizacional na ANVISA (ex: hiato de competências x programação de capacitação) 2005: Acordo institucional com CNPq, para obter currículos Lattes do País e encontrar especialistas em VISA. Domínio: Além dos conteúdos mapeados na Plataforma Lattes, foi permitido mapear conteúdos do SNVISA e do regimento ANVISA. http://dcvisa.anvisa.gov.br
  47. 47. Caso 1: ANVISA Expertise Location Perguntas estratégicas 1. Quem são as competências no País em VISA? 2. Onde estão? 3. Qual é a sua titulação? 4. Que experiências em VISA possuem? 5. Com quem já trabalharam? Para encontrar as competências, o projeto teve que estabelecer domínio específico para VISA e estender o conteúdo original do CVLattes (tanto em subdomínios como em novas fontes de informação – ex. documentos e CoP em VISA). Também estabeleceu sistemas de conhecimento para indexar e buscar segundo os critérios de expertise em VISA.
  48. 48. Caso 1: ANVISA Análise de relacionamentos em VISA Análise de relacionamentos Com os atores mapeados, é possível apresentar relacionamentos interpessoais, interinstitucionais ou mesmo entre pessoas e organizações do SNVISA. São informações valiosas ao planejamento do SNVISA
  49. 49. Caso 2: Projeto Aquarius Demanda do MCTI Como utilizar as várias plataformas de dados que o País construiu em CT&I em gestão do governo federal para promover a governança pública? Governança pública 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Quanto investimos em CT&I? Que resultados obtivemos? Como estão os convênios do MCTI? Como foram os resultados dos fundos setoriais? Como está a distribuição de bolsas no País? Qual é a produção em CT&I gerada? Como atender a LAI e promover governo aberto?
  50. 50. Caso 2: Projeto Aquarius Arquitetura conceitual Eficácia Engs. Arquitetura Aquarius Conhecimento Governança Ontologia Papéis de Dados NSP Dados Abertos e-Gov A Engenharia do Conhecimento exige que o problema seja modelado desde a concepção conceitual de seu domínio (ex. GOVERNANÇA PÚBLICA) até a representação do conhecimento e a criação dos sistemas de informação e conhecimento que a arquitetura tecnológica deverá conter.
  51. 51. Caso 2: Projeto Aquarius Arquitetura tecnológica Governo Sociedade Sala de Situação dados abertos SERVIÇOS DE INTERFACE DE APLICAÇÃO Convênios CAMADA DE CONHECIMENTO CAMADA DE Interoperabilidade Fundos Setoriais Dispêndios Produção Engenharia de Conhecimento Data warehouse CT&I Arquitetura de Sistemas Governança Pública Sistemas de CT&I CAMADA DE Base de conhecimento em CT&I Bolsas APRESENTAÇÃO Serviços Serviços Serviços Painéis de conhecimento CAMADA DE INFORMAÇÕES CAMADA DE Web Social BD1 DADOS BDn Direitos reservados
  52. 52. Caso 2: Projeto Aquarius Painéis de conhecimento
  53. 53. Caso2: Projeto Aquarius Painéis de conhecimento
  54. 54. GOVERNO ABERTO Como as TICs podem ajudar governo e a sociedade a efetivarem a co-produção e uma melhor governança pública? Disponibilização de dados abertos Universidades Produção de aplicativo aberto Acesso a serviços públicos e a canais de serviços comerciais CYBER-ESPAÇO SÓCIO-ECONÔMICO Lojas de Aplicativos Comunidades Uso de serviços Difusão de serviços http://1.bp.blogspot.com/_D6kuEWRfaEE/THmqEF-VgPI/AAAAAAAAAnU/U7Ho2ojhkfE/s200/dip.jpg Produção de aplicativo comercial Sociedade Empresas Compra de serviços
  55. 55. Exemplos de coprodução https://www2.deloitte.com http://thegovlab.org/blog/ https://www.publicgains.com http://government.github.com http://www.duolingo.com/ http://www.ideaswatch.com/ http://www.adoptaclassroom.org/ http://ideavibes.com/ http://spacehive.com/ 6 milhões de submissões em 70 anos http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing
  56. 56. Caso: projeto GeracaoTec Como integrar a capacitação e a demanda empresarial? SDS e FAPESC, em parceria com ACATE e SENAI Programa para criar oportunidades para jovens e adultos por meio de qualificação profissional e responder à demanda por pessoal capacitado em TIC. Há uma plataforma para coprodução que une a capacitação à demanda empresarial. (plataforma baseada na suíte DC-X do Instituto Stela)
  57. 57. Cenário de oportunidades e reposicionamento das TICs na geração de valor para a sociedade brasileira. DESAFIOS E OPORTUNIDADES
  58. 58. Tríplice Hélice da Coprodução Governo Inovação pública Coplanejamento Coavaliação Compra de inovação Promover inter/multi Marco regulatório Globalização Controle x Inovação ... Academia Empresas Efetividade e resultados Responsabilidade social Formação contemporânea (criadores) Sustentabilidade Multi/Interdisciplinaridade Competitividade Promover inovação e empreendedorismo Empregabilidade Cuidado com “Engenharia Social” (missão) Riquezas Humildade GC: Inovação, Propriedade intelectual Comunicação com a sociedade Comércio exterior e Internacionalização internacionalização ... ... https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSga6oPQGpfK3KQ6Wl99XYR4DP-41A90-BqbBKYWtF08j0V7o0-
  59. 59. Oportunidades para o Setor de TIC Enquanto empresa GC, EC e MC oferecem respostas para desafios estratégicos: Como gerir competências? Como promover produtividade? Como associar conhecimento a resultados de sua empresa? Áreas de aplicação: Gestão de projetos; Gestão da Inovação; Gestão por competências; Memória e Aprendizagem Organizacional; Liderança; Propriedade Intelectual; Competitividade e sustentabilidade, etc. Como sincronizar estratégia, competitividade, pessoas, proc essos e tecnologia? Em seu mercado 1. Como ofertar serviços e não apenas tecnologia? 2. Como incluir as novas disciplinas em sua cadeia de valor? Importante: é com a Engenharia do conhecimento que GC deixa de ser apenas buzzword de marketing
  60. 60. Engenharia do Conhecimento: quando os dados falam... Roberto C S Pacheco UFSC/EGC e Instituto Stela FÓRUM DE INOVAÇÃO, DESIGN E EMPREENDEDORISMO Goiânia, 28/11/2013

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