Prof. ricardo psicoterapia cognitivo comportamental (tcc)

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  • 1. Pensamento↓Sentimento↓Comportamento
  • 2. Esquema Cognitivo(Crença Central)Crença IntermediáriaPensamentosAutomáticosDistorçõesCognitivas
  • 3.  Os Esquemas são estruturas cognitivas (oumodos de processamento de informações)que atribuem significado O significado é a interpretação da pessoa deum dado contexto e sua relação com eles. Os Esquemas ativos relevantes interagem coma situação para produzir os pensamentosautomáticos (conteúdos).
  • 4. Os esquemas cognitivos podem permanecer“inativos” por muito tempo, e ser desencadeadosa partir de eventos específicos.São ativados, atuam e se mantém através dasdistorções cognitivas (erros cognitivos) e dospensamentos automáticos.
  • 5. SelfFuturoAmbienteSi Próprio
  • 6. Interpretação:de si próprio ..incapazdo ambiente .....hostildo futuro ........incerto
  • 7. Interpretação:de si próprio .. injustiçadodo ambiente .... ameaçadordo futuro .....(independe)
  • 8. Interpretação:de si próprio .....negativado ambiente .. não acolhedordo futuro .........pessimista
  • 9.  Identificar Pensamentos Automáticos Identificar e Modificar os EsquemasCognitivos
  • 10. Ex. Identificação de P.A.P: “Eu me senti muito triste vindo hoje para o hospital”T: “O que estava passando pela sua cabeça?”P: “Eu estava olhando os estudantes reunidos jogando,rindo, se divertindo.T: “E o que passou pela sua cabeça quando os viu?”P: “Eu nunca mais terei uma vida normal como a deles”
  • 11. Questionamento de P.A.s Quanto você acredita neste PA? Quais são as evidências de que esse PA é verdadeiro? Teria uma outra explicação possível? Como você agiria se pensasse diferente?
  • 12. Respostas aos P.A.s Identificação de Distorções Cognitivas Desenvolvimento de Pensamentos Adaptativos
  • 13.  “Eu estou fora de controle” “Eu sou vulnerável” “Eu estou sem saída” “Eu sou fraco” “Eu sou carente”
  • 14.  “Eu não sou atraente” “Ninguém me quer” “Ninguém liga pra mim” “Eu sou mau” “Eu sou diferente” “Eu não tenho valor”
  • 15. De quemaneiras seidentifica umesquemacognitivo?
  • 16. T: “O que passou pela sua cabeçaquando recebeu o resultado desua glicemia?”P: “Ah, que eu faço tudo errado...eusou uma droga”
  • 17. T: “O que você acha das pessoasque procuram ajuda porque estãosofrendo?”P: “Ah, pedir ajuda é um sinal defraqueza”
  • 18. Identifiquei umaCrença, e aí, tudovai mudar?
  • 19. AS CRENÇASSÃO MANTIDAS PELASDISTORÇÕES COGNITIVAS
  • 20. PENSAMENTO ABSOLUTISTA (DICOTÔMICO OU “TUDO-OU-NADA”) Os julgamentos sobre si mesmo, as experiências, sãoseparados em duas categorias (por ex., totalmente mau outotalmente bom, fracasso total ou sucesso, cheio de defeitosou completamente perfeito). Um homem com depressão compara-se com um amigo queparece ter um bom casamento e cujos filhos estão indo bemna escola. Embora o amigo seja muito feliz em sua casa, suavida está longe do ideal. O amigo tem problemas notrabalho, restrições financeiras e dores físicas, entre outrasdificuldades. O homem está se envolvendo em pensamentoabsolutista quando diz para si mesmo: “Tudo vai bem paraele; Para mim nada vai bem”.
  • 21. GENERALIZAÇÃO Concluir sobre um acontecimento isolado eestender a conclusão de maneira ilógica a amplasáreas do funcionamento. Um universitário deprimido tira nota B em umaprova. Ele considera insatisfatório e generalizaquando tem pensamentos automáticos como:“Estou com problemas nessa aula; Estou ficandopara trás em todas as áreas da minha vida; Nãoconsigo fazer nada direito”.
  • 22. ABSTRAÇÃO SELETIVA (IGNORAR AS EVIDÊNCIAS OU FILTRO MENTAL) Exame de apenas uma pequena porção das informaçõesdisponíveis. Os dados importantes são descartados ouignorados, a fim de confirmar a visão tendenciosa que a pessoatem da situação. Um homem deprimido com baixa auto-estima não recebe umcartão de boas-festas de um velho amigo. Ele pensa: “Estouperdendo todos os meus amigos; Ninguém se importa maiscomigo”. Ele ignora as evidências de que recebeu cartões devários outros amigos, que seu velho amigo tem lhe enviadocartões todos os anos nos últimos 15 anos, que seu amigoesteve muito ocupado com uma mudança e um novo emprego eque ele ainda tem bons relacionamentos com outros amigos.
  • 23. PERSONALIZAÇÃO Eventos externos são relacionados a si próprio quandohá pouco ou nenhum fundamento para isso. Assume-seresponsabilidade excessiva ou culpa por eventosnegativos. Houve um revés econômico e um negócio anteriormentede sucesso passa por dificuldades para cumprir oorçamento anual. Pensa-se em fazer demissões. Umasséries de fatores levaram à crise no orçamento, mas umdos gerentes pensa: “É tudo culpa minha; Eu deveriasaber que isso iria acontecer e ter feito alguma coisa;Falhei com todos na empresa”.
  • 24. INFERÊNCIA ARBITRÁRIA Concluir a partir de evidências contraditórias ouna ausência de evidências. Uma mulher com medo de elevador é solicitada aprever as chances de um elevador cair com eladentro. Ela responde que as chances são de 100%ou mais de o elevador cair até o chão e ela semachucar. Muitas pessoas tentaram convencê-lade que as chances de um acidente catastróficocom um elevador são desprezíveis.
  • 25. CATASTROFIZAÇÃO Criar expectativa de que um evento ouproblema não poderá ser resolvido e traráconseqüências insuportáveis e permanentespara o indivíduo. Uma mulher de meia idade ao sentir-seignorada pelo marido imagina-se abandonada,incapaz de sustentar-se, vendo a si e aos filhosdesamparados e incapazes de continuarem aviver normalmente.
  • 26. Essa dorde cabeçavai acabarmematando!
  • 27. EXEMPLO DA INFLUÊNCIA DAS DISTORÇÕESCOGNITIVAS NA SAÚDE (HOLROYD, 2007) 232 pacientes com Migrânea PCS (Pain Catastrophizing Scale) Medidas de dor Avaliação de qualidade de vidaprejuízos para aqualidade de vidaindependentes daMigrânea e decomorbidadespsiquiátricasfortementeassociados àCatastrofização
  • 28. Esclarecimentos sobre as Crenças São aprendidas, freqüentemente na infância É possível mudá-las e ter uma visão mais realista São ideias e não necessariamente verdades
  • 29. Ajudando na Alteração de CrençasApresentar evidências que apoiam a novacrençaConhecer outros pacientes que estão vivendonormalmente
  • 30. Ajudando na Alteração de CrençasEvidências contrárias reformuladasTerá que modificar a rotina, mas pode seadaptar a isso
  • 31. Vantagens X DesvantagensT: “Quais as vantagens de acreditar que ‘deve se preocupar otempo todo’ se você se esforça ao máximo e depois se sentefracassada”?P: “Bom, acho que isso me força a me empenhar mais...”T: “E quais as desvantagens?”P: “Eu me sinto infeliz quando sinto algum sinal dedescompensação (glicêmica), ansiosa antes de fazer o teste,não faço outra coisa além de me preocupar com isso”T: “Então seria bom avaliarmos se você realmente precisadesta crença rigorosa para se sair bem, podemos fazerisso?”
  • 32. Formular Novas CrençasCrença Original: “Se meu estado de saúde não estáperfeito e eu não posso maisfazer tudo como antes minhavida não vale mais a pena”Crença Mais Funcional: “Meu estado de saúde não estáperfeito, mas eu posso fazermuitas coisas boas respeitandomeus limites e continuaraproveitando a vida”
  • 33. Questionamento SocráticoT: “...então você considera que tomar um remédio todo dia éum sinal de incapacidade? Você é incapaz porque precisadessa medicação”P: “Sim, pelos menos um pouco”T: “O que teria acontecido se você não estivesse seguindo otratamento?”P: “Eu estaria na cama, não estaria nem indo ao trabalho,como estava antes”T: “Você concorda que estar fazendo o tratamento é umcomportamento correto que melhorou a sua vida?(Concorda com a cabeça) Quem faz o que é correto estásendo capaz ou incapaz?”
  • 34. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Rangé, B. Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais. Artmed. Beck, J. S. Cognitive Therapy – Basics and Beyond.Guilford Pubn. Greenberger, D. & Padesky, C.A. A mente vencendo o humor.Artmed. Wright, J.H.; Basco, M.R. & Thase, M.E. Aprendendo a TerapiaCognitivo-Comportamental. Artmed. Young, J.E.; Klosko, J.S. & Weishaar, M.E. Terapia do Esquema.Artmed. Beck, A.T. & Alford, B.A. O Poder Integrador da Terapia Cognitiva,2000, Artmed. Rush, J. A.; Beck, A. T.; Shaw, B. et al. Terapia Cognitiva daDepressão, 1997, Artmed